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Epidemiologia 
A leishmaniose é uma doença endêmica em várias regiões do Brasil. 
 A Região Norte concentra muitos casos, especialmente nos estados do Pará e 
Amazonas. A leishmaniose visceral, mais grave, tem casos crescentes em áreas 
rurais e periurbanas, incluindo o estado de São Paulo. 
A faixa etária mais acometida é de 0 a 24 anos. 
Brasil 
• Estimativa de casos anuais: Cerca de 2.000 casos notificados anualmente. 
• Tendência: Houve um aumento na notificação de casos entre 2023 e 2024. 
• Dados recentes: O ano de 2022 registrou 1.794 casos de leishmaniose 
visceral. 
Mundo 
• Novos casos (2023): 272.000 novos casos de leishmaniose cutânea e 
mucosa em 55 países. 
• Estimativa de casos anuais: 12 milhões de pessoas são afetadas 
globalmente. 
• Países endêmicos: A leishmaniose é endêmica em 99 países. 
Transmissão 
A doença é transmitida pela picada das fêmeas infectadas do mosquito-palha 
(principalmente Lutzomyia longipalpis no Brasil). 
• Habitat: O mosquito-palha prefere ambientes com umidade, pouca luz e 
bastante material orgânico, como restos de folhas, frutas caídas, lixo e fezes 
de animais. Ele também é encontrado em matas e boqueirões. 
• Locais de abrigo: Os adultos se abrigam nos mesmos locais dos criadouros 
e próximos a eles, incluindo abrigos de animais domésticos. Ele se abriga 
em locais como esses, e as fêmeas picam para se alimentar de sangue de 
animais como gambás, ratos, cães e, ocasionalmente, o homem. 
• Atividade: Ele é mais ativo nas primeiras horas do dia e ao entardecer. 
• Criação: As larvas do mosquito-palha se desenvolvem em terra úmida e 
com matéria orgânica em decomposição. 
Essas fêmeas picam primeiro animais reservatórios infectados (principalmente 
cães) e depois humanos, transmitindo o protozoário Leishmania. 
Fisiopatologia 
Comentado [AE1]: https://www.paho.org/pt/topicos/leis
hmaniose#:~:text=Globalmente%2C%20a%20leishmanio
se%20est%C3%A1%20entre,formas%20cl%C3%ADnicas
:%20LC%20e%20LV. 
 
 
https://www.ufsm.br/siterevista/cienciarural/2024/03/20/
o-crescimento-da-leishmaniose-visceral-e-as-medidas-
necessarias-para-o-combate-da-
doenca#:~:text=Segundo%20dados%20do%20Informe%
20Epidemiol%C3%B3gico,crescimento%20de%202023%
20a%202024. 
Comentado [AE2]: https://www.saude.ba.gov.br/temas
desaude/informacoes-gerais-leishmaniose-
visceral/#:~:text=As%20formas%20adultas%20abrigam%
2Dse,ampla%20variedade%20de%20animais%20vertebr
ados. 
Comentado [AE3]: https://www.msdmanuals.com/pt/pr
ofissional/doen%C3%A7as-
infecciosas/protozo%C3%A1rios-
extraintestinais/leishmaniose 
https://www.paho.org/pt/topicos/leishmaniose#:~:text=Globalmente%2C%20a%20leishmaniose%20est%C3%A1%20entre,formas%20cl%C3%ADnicas:%20LC%20e%20LV
https://www.paho.org/pt/topicos/leishmaniose#:~:text=Globalmente%2C%20a%20leishmaniose%20est%C3%A1%20entre,formas%20cl%C3%ADnicas:%20LC%20e%20LV
https://www.paho.org/pt/topicos/leishmaniose#:~:text=Globalmente%2C%20a%20leishmaniose%20est%C3%A1%20entre,formas%20cl%C3%ADnicas:%20LC%20e%20LV
https://www.paho.org/pt/topicos/leishmaniose#:~:text=Globalmente%2C%20a%20leishmaniose%20est%C3%A1%20entre,formas%20cl%C3%ADnicas:%20LC%20e%20LV
https://www.ufsm.br/siterevista/cienciarural/2024/03/20/o-crescimento-da-leishmaniose-visceral-e-as-medidas-necessarias-para-o-combate-da-doenca#:~:text=Segundo%20dados%20do%20Informe%20Epidemiol%C3%B3gico,crescimento%20de%202023%20a%202024
https://www.ufsm.br/siterevista/cienciarural/2024/03/20/o-crescimento-da-leishmaniose-visceral-e-as-medidas-necessarias-para-o-combate-da-doenca#:~:text=Segundo%20dados%20do%20Informe%20Epidemiol%C3%B3gico,crescimento%20de%202023%20a%202024
https://www.ufsm.br/siterevista/cienciarural/2024/03/20/o-crescimento-da-leishmaniose-visceral-e-as-medidas-necessarias-para-o-combate-da-doenca#:~:text=Segundo%20dados%20do%20Informe%20Epidemiol%C3%B3gico,crescimento%20de%202023%20a%202024
https://www.ufsm.br/siterevista/cienciarural/2024/03/20/o-crescimento-da-leishmaniose-visceral-e-as-medidas-necessarias-para-o-combate-da-doenca#:~:text=Segundo%20dados%20do%20Informe%20Epidemiol%C3%B3gico,crescimento%20de%202023%20a%202024
https://www.ufsm.br/siterevista/cienciarural/2024/03/20/o-crescimento-da-leishmaniose-visceral-e-as-medidas-necessarias-para-o-combate-da-doenca#:~:text=Segundo%20dados%20do%20Informe%20Epidemiol%C3%B3gico,crescimento%20de%202023%20a%202024
https://www.ufsm.br/siterevista/cienciarural/2024/03/20/o-crescimento-da-leishmaniose-visceral-e-as-medidas-necessarias-para-o-combate-da-doenca#:~:text=Segundo%20dados%20do%20Informe%20Epidemiol%C3%B3gico,crescimento%20de%202023%20a%202024
https://www.saude.ba.gov.br/temasdesaude/informacoes-gerais-leishmaniose-visceral/#:~:text=As%20formas%20adultas%20abrigam%2Dse,ampla%20variedade%20de%20animais%20vertebrados
https://www.saude.ba.gov.br/temasdesaude/informacoes-gerais-leishmaniose-visceral/#:~:text=As%20formas%20adultas%20abrigam%2Dse,ampla%20variedade%20de%20animais%20vertebrados
https://www.saude.ba.gov.br/temasdesaude/informacoes-gerais-leishmaniose-visceral/#:~:text=As%20formas%20adultas%20abrigam%2Dse,ampla%20variedade%20de%20animais%20vertebrados
https://www.saude.ba.gov.br/temasdesaude/informacoes-gerais-leishmaniose-visceral/#:~:text=As%20formas%20adultas%20abrigam%2Dse,ampla%20variedade%20de%20animais%20vertebrados
https://www.saude.ba.gov.br/temasdesaude/informacoes-gerais-leishmaniose-visceral/#:~:text=As%20formas%20adultas%20abrigam%2Dse,ampla%20variedade%20de%20animais%20vertebrados
https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/protozo%C3%A1rios-extraintestinais/leishmaniose
https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/protozo%C3%A1rios-extraintestinais/leishmaniose
https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/protozo%C3%A1rios-extraintestinais/leishmaniose
https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/protozo%C3%A1rios-extraintestinais/leishmaniose
Após a picada do mosquito, as formas promastigotas do protozoário são 
fagocitadas pelos macrófagos no hospedeiro humano, onde se transformam em 
amastigotas intracelulares. 
O parasita pode ficar localizado na pele (leishmaniose cutânea) ou disseminar para 
mucosas (leishmaniose mucocutânea) ou órgãos internos como baço, fígado e 
medula óssea (leishmaniose visceral- Calazar). 
A resposta imunológica mediada por células T provoca inflamação e destruição 
tecidual, especialmente nas formas cutâneas e mucosas. 
Manifestações clínicas e tipos de leishmaniose 
Leishmaniose Tegumentar (LT) 
É uma doença infecciosa não contagiosa, causada por diferentes espécies de 
Leishmania, como L. amazonensis, L. guyanensis e L. braziliensis, predominantes 
no Brasil. 
• Lesões de pele: Úlcera(s) com bordas elevadas, fundo granuloso, 
geralmente indolores. Podem ser únicas, múltiplas, disseminadas ou 
difusas. 
• Lesões mucosas: Atingem nariz, boca e garganta, ocasionando sintomas 
como coriza, sangramentos, entupimento nasal, dor para engolir, rouquidão 
e tosse. 
Leishmaniose Visceral (LV) (calazar) 
• Sintomas: Febre persistente, perda de peso, anemia, fraqueza, aumento do 
fígado e baço (hepatosplenomegalia), palidez, e pode evoluir para 
insuficiência múltipla de órgãos. 
 
• Sem tratamento, pode ser fatal em até 90% dos casos. 
• Principal reservatório em área urbana são os cães. 
Tratamento da leishmaniose em humanos 
Nos cães, o tratamento pode diminuir os sinais clínicos, porém eles 
continuam a ser reservatórios; por isso, a eutanásia é recomendada como medida 
de controle integrada pelo Ministério da Saúde. 
Comentado [AE4]: https://www.gov.br/saude/pt-
br/assuntos/saude-de-a-a-z/l/lt 
Comentado [AE5]: https://www.gov.br/saude/pt-
br/assuntos/saude-de-a-a-z/l/leishmaniose-
visceral#:~:text=Apesar%20de%20grave%2C%20a%20Le
ishmaniose,nas%20pessoas%20e%20nos%20c%C3%A3
es. 
Comentado [AE6]: CEARÁ. Secretaria da Saúde 
(Sesa). Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica e 
Prevenção em Saúde (Covep). Célula de Vigilância de 
Doenças Transmissíveis eNão Transmissíveis (Cevep). 
Nota Técnica Tratamento das Leishmanioses 
$\text{N}^\circ$ 01, de 23 de julho de 2024. Fortaleza: 
Sesa, 2024. Disponível em: 
https://www.saude.ce.gov.br/wp-
content/uploads/sites/9/2018/06/Nota-Tecnica-
Tratamento-Leishmanioses.pptx.pdf. 
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/l/lt
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/l/lt
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/l/leishmaniose-visceral#:~:text=Apesar%20de%20grave%2C%20a%20Leishmaniose,nas%20pessoas%20e%20nos%20c%C3%A3es
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/l/leishmaniose-visceral#:~:text=Apesar%20de%20grave%2C%20a%20Leishmaniose,nas%20pessoas%20e%20nos%20c%C3%A3es
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/l/leishmaniose-visceral#:~:text=Apesar%20de%20grave%2C%20a%20Leishmaniose,nas%20pessoas%20e%20nos%20c%C3%A3es
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/l/leishmaniose-visceral#:~:text=Apesar%20de%20grave%2C%20a%20Leishmaniose,nas%20pessoas%20e%20nos%20c%C3%A3es
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/l/leishmaniose-visceral#:~:text=Apesar%20de%20grave%2C%20a%20Leishmaniose,nas%20pessoas%20e%20nos%20c%C3%A3es
https://www.saude.ce.gov.br/wp-content/uploads/sites/9/2018/06/Nota-Tecnica-Tratamento-Leishmanioses.pptx.pdf
https://www.saude.ce.gov.br/wp-content/uploads/sites/9/2018/06/Nota-Tecnica-Tratamento-Leishmanioses.pptx.pdf
https://www.saude.ce.gov.br/wp-content/uploads/sites/9/2018/06/Nota-Tecnica-Tratamento-Leishmanioses.pptx.pdf
Abaixo está um resumo das principais opções de tratamento: 
1. Antimoniato de N-Metil Glucamina (Glucantime) 
• Indicação: É a droga de primeira escolha para o tratamento da 
Leishmaniose Visceral (LV) e da Leishmaniose Tegumentar (LT). 
• Administração: Pode ser administrada ambulatorialmente, por via 
intramuscular (IM) ou endovenosa (EV). A via EV é preferencial em casos de 
pacientes desnutridos ou com trombocitopenia. 
• Dose (para LT/LTA): 10 a 20 mg/kg/dia, uma vez ao dia, por 20 dias. 
• Contraindicações: É contraindicado em gestantes. Não é a primeira 
escolha para pacientes com mais de 50 anos ou com cardiopatias, 
nefropatias e hepatopatias. 
• Monitoramento: Recomenda-se acompanhamento eletrocardiográfico a 
cada 72 horas, além de monitoramento semanal das enzimas hepáticas e 
função renal. 
2. Anfotericina B Lipossomal 
• Indicação: É uma opção de segunda linha ou para pacientes com 
contraindicações ou toxicidade ao Antimoniato de N-Metil Glucamina. É a 
opção no tratamento da LV e LT de gestantes. 
• Critérios de Indicação: Inclui pacientes menores de 1 ano ou maiores de 50 
anos, e aqueles com insuficiência renal, hepática ou cardíaca, infecção por 
HIV, ou falha terapêutica com o antimonial pentavalente. 
• Administração: A infusão endovenosa deve ser realizada em ambiente 
hospitalar, com monitoramento clínico e laboratorial. 
• Dose: 2 a 5 mg/kg/dia, até uma dose total de 25 a 40 mg/kg. 
• Monitoramento: Monitorar função renal, potássio e magnésio séricos. 
3. Miltefosina 
• Indicação: É a única opção de tratamento por via oral para a Leishmaniose 
Tegumentar (LT) no Brasil. É sugerida para casos de LT cutânea em pacientes 
que não podem se deslocar para a administração do Antimoniato de N-Metil 
Glucamina. Não é aprovada no Brasil para tratamento de LV. 
• Apresentada na forma de comprimido com a dose de 50 mg. O paciente 
pode tomar 3 cápsulas/dia (para pacientes com peso acima de 45 kg )ou 2 
cápsulas/dia (para pacientes com peso entre 30 a 45 kg). 
• Administração e Duração: Via oral, por um período de 28 dias. 
• Restrições e Contraindicações: Por ser teratogênica (causa defeitos 
congênitos) , é contraindicada na gravidez. Mulheres em idade fértil devem 
utilizar métodos contraceptivos altamente eficazes, com a realização de 
teste Beta-HCG mensal. Seu uso é recomendado, preferencialmente, para 
pacientes com idade igual ou superior a 12 anos e peso corporal mínimo de 
30 kg. 
• Monitoramento: Monitorar ureia, creatinina e enzimas hepáticas a cada 10 
dias 
 
Diagnóstico 
O diagnóstico da leishmaniose tegumentar baseia-se em métodos 
parasitológicos (exames citológicos, histológicos e moleculares). Diagnóstico 
diferencial com a LT - como, por exemplo, sífilis, hanseníase e tuberculose. 
Para a visceral, utiliza-se diagnóstico clínico associado a testes sorológicos (RIFI, 
Teste rápido) e parasitológicos. Diagnósticos moleculares por PCR são utilizados 
para identificação mais precisa da espécie, importante para definir tratamento. 
 
Prevenção 
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/l/s/sifilis
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/l/h/hanseniase
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/l/t/tuberculose
• Controle do vetor por higiene ambiental: limpeza periódica dos quintais, 
remoção de matéria orgânica em decomposição, descarte adequado de lixo 
orgânico, limpeza de abrigos de animais e afastamento de animais 
domésticos do domicílio à noite. 
• O uso de inseticidas é recomendado somente em áreas de transmissão 
intensa. 
• A eutanásia dos cães infectados é realizada em alguns casos, mas com 
supervisão veterinária e judicial. O tratamento dos cães é PRIORIDADE. A 
vacinação foi suspensa por falhas, e não há previsão de retomada da 
vacinação. 
• A educação da população é fundamental para manter essas práticas. 
 
 
Atenção Primária 
• É o primeiro contato do paciente com o sistema de saúde, papel 
fundamental na suspeição clínica e busca ativa de casos em áreas 
endêmicas. 
• Realiza ações de vigilância epidemiológica, educação em saúde, orientação 
para prevenção, encaminhamento inicial para exames diagnósticos e início 
do tratamento básico. 
• Em muitos municípios, sobretudo de pequeno porte, a atenção primária 
pode acompanhar pacientes com formas leves da leishmaniose 
tegumentar por meio de consultas e administração de medicação sob 
supervisão. 
• Também é responsável pela vacinação (cães), campanhas educativas e 
controle ambiental para reduzir a incidência da doença. 
• Adesão ao tratamento. 
Atenção Secundária 
• Recebe os casos encaminhados pela atenção primária para confirmação 
diagnóstica especializada, com acesso a exames específicos como PCR, 
biópsia e sorologias. 
• Realiza o tratamento especializado da leishmaniose, sobretudo das 
formas que requerem terapia parenteral e monitoramento laboratorial. 
• Também acompanha casos com manifestações clínicas mais complexas, 
incluindo leishmaniose mucosa e pacientes com reações adversas ao 
tratamento inicial. 
• Oferece suporte ambulatorial com equipe multiprofissional para o 
manejo integral do paciente e acompanhamento da evolução clínica. 
Atenção Terciária 
• Responsável pelo atendimento hospitalar de casos graves de 
leishmaniose visceral ou complicações infecciosas e imunológicas 
secundárias. 
• Realiza tratamentos com antimoniato e anfotericina lipossomal, com 
monitorização intensiva dos efeitos tóxicos. 
• Realiza intervenções invasivas e atende pacientes que necessitam de 
cuidados críticos, internações prolongadas e reabilitação. 
• É referência para casos de falência terapêutica, com encaminhamento 
para hospitais universitários e centros especializados. 
• Atua também na pesquisa clínica e desenvolvimento de protocolos 
terapêuticos avançados. 
 
Cuidados de Enfermagem 
• Monitorar efeitos colaterais dos antimoniais e Anfotericina B. 
• Apoiar paciente em adesão ao tratamento, cuidando da alimentação e 
repouso. 
• Orientar quanto aos sinais de agravamento, especialmente nos casos 
viscerais. 
• Realizar ações educativas sobre prevenção e cuidados ambientais. 
• Apoiar paciente com lesões mucosas quanto ao conforto e higiene. 
REFERENCIAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
AGÊNCIA BRASIL. Fiocruz: estudo reduz riscos do tratamento contra leishmaniose 
cutânea. Agência Brasil, 6 jun. 2024. Disponível em: 
https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-06/fiocruz-estudo-reduz-riscos-do-tratamento-contra-leishmaniose-cutanea. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Quais as medidas preventivas 
sobre leishmaniose? Biblioteca Virtual em Saúde, 2008. Disponível em: https://aps-
repo.bvs.br/aps/quais-as-medidas-preventivas-sobre-leishmaniose/. 
Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo. São Paulo 
registra 14 casos de leishmaniose visceral e semana de prevenção reforça ações 
contra a doença. CRMV-SP, 7 ago. 2025. Disponível em: https://crmvsp.gov.br/sao-
paulo-registra-14-casos-de-leishmaniose-visceral-e-semana-de-prevencao-
reforca-acoes-contra-a-doenca/. 
FERREIRA, Júlio César. Fisiopatologia da leishmaniose visceral e tegumentar. 
Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, 2024. 
Disponível em: https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/7646. 
Hospital São José. Leishmaniose em humanos: orientações sobre transmissão, 
diagnóstico e tratamento. Governo do Ceará, 8 ago. 2025. Disponível em: 
https://www.saude.ce.gov.br/2025/08/08/leishmaniose-em-humanos-hospital-
sao-jose-orienta-sobre-transmissao-diagnostico-e-tratamento/. 
MACHADO, Vinícius; SILVA, Larissa. Análise epidemiológica da Leishmaniose no 
Brasil nos últimos anos. Journal of Molecular Biology Research, v. 15, n. 2, 2025. 
Disponível em: https://journalmbr.com.br/index.php/jmbr/article/view/527. 
MERCK MANUAL. Leishmaniose. Edição para profissionais, 2 abr. 2025. Disponível 
em: https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/doenças-
infecciosas/protozoários-extraintestinais/leishmaniose. 
Ministério da Saúde. Leishmaniose visceral. Governo do Brasil, 31 dez. 2024. 
Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-
z/l/leishmaniose-visceral. 
Ministério da Saúde. Saúde lança painéis para monitorar leishmanioses no Brasil. 
Governo do Brasil, 5 set. 2024. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-
br/assuntos/noticias/2024/setembro/saude-lanca-paineis-para-monitorar-
leishmanioses-no-brasil. 
Ministério da Saúde. Situação epidemiológica da leishmaniose tegumentar. 
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ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE. Leishmaniose. OPAS, 30 out. 2024. 
Disponível em: https://www.paho.org/pt/topicos/leishmaniose. 
SANTA CATARINA. Secretaria de Estado da Saúde. Manual de orientação para 
leishmaniose tegumentar americana (LTA). Florianópolis, 2022. Disponível em: 
https://dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-
agravos/Leishmaniose%20Tegumentar%20Americana%20(LTA)/Publicações/Man
ual-orientacao-LTA-19-10-2022.pdf. 
SANTA CATARINA. Secretaria de Estado da Saúde. Nota técnica nº 003/2025 - 
Vigilância e controle da leishmaniose. Florianópolis, 2025. Disponível em: 
https://dive.sc.gov.br/phocadownload/notas-tecnicas/notas-tecnicas-2025/NT03-
03.2025.pdf. 
SOUZA, Ana Paula; OLIVEIRA, Marcos. Aspectos biológicos do parasito, 
fisiopatologia, diagnóstico e tratamento da Leishmaniose. Revista LEV, 2025. 
Disponível em: 
https://periodicos.newsciencepubl.com/LEV/article/download/4954/6935.

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