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Princípio Ativo: Determina a ação principal e a
finalidade do cosmético.
+
Veículo: Incorpora ou solubiliza o princípio ativo
+
Adjuvantes: Incorpora ou solubiliza o princípio ativo
= COSMÉTICO IDEAL
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
Arissandro Zetoles
Highlight
 Quase sempre compostos de uma ou mais substâncias. 
 Componente que geralmente aparece em maior 
quantidade na fórmula.
 Recebe (incorpora) os outros componentes.
 Ter grande capacidade de solubilização ou de 
dispersão.
 Podem ser:
 Emulsões: loção, creme, serum.
 Géis: gel, gel creme.
 Líquidos: água, álcool, óleo, 
glicerina, mistura hidroalcoólica.
 Pós: talco, maquiagem.
 Vetoriais: lipossomas e nanopartículas.
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
Arissandro Zetoles
Highlight
Conferir maior estabilidade à formulação final = 
não compromete a ação do produto.
 Tipo de pele.
 Podem ser acrescidos ou não de substâncias 
ativas: vitaminas, antioxidante, despigmentante).
Absorção e eficácia: absorção do ativo depende 
da escolha do veículo.
 Funções:
-obter as características físicas e químicas do 
produto.
-melhorar a aparência.
-melhorar a sensação quando aplicado.
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
EMULSÕES
 São termodinamicamente instáveis, ou seja, o 
tempo e o calor causam instabilidade e 
separação das fases.
 Sistema heterogêneo = fase aquosa e fase 
oleosa.
Portanto são imiscíveis. 
É uma dispersão cuja fase dispersa é composta 
por gotículas de um líquido, distribuídas num 
outro líquido, no qual são imiscíveis.
A fase dispersa é conhecida como fase interna.
O meio dispersante é a fase externa.
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
Fase aquosa:
 Constituída predominantemente de água e/ou 
umectantes (glicerina, propilenoglicol, butilenoglicol);
 Impedem o ressecamento da emulsão e dos 
conservantes.
Fase oleosa: 
 Doadores de viscosidade/consistência (álcool e ácidos 
graxos) e substâncias oleosas.
Óleos e outras substâncias emolientes.
Tensoativo: 
 Agente emulsificante = TENSOATIVO.
 Tornam miscíveis dois sistemas imiscíveis, ou seja, 
dispersa um no outro.
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
EMULSÕES
"São sistemas bifásicos nos quais um líquido 
está disperso em um outro líquido na forma de 
pequenas gotículas" (USP 23).
Cremes: emulsões de média a alta viscosidade.
Loções Cremosas: emulsões com valores 
médios de viscosidade. NOME: para não serem 
confundidas com as loções tônicas, 
hidroalcoólicas ou aquosas. 
 Leites: Emulsões com baixa viscosidade e 
possuem. NOME: semelhança aparente com o 
leite bovino. Baixa viscosidade: facilmente 
aplicado mas difícil de estabilizar - separação 
de fases.
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
Óleo em água (O/A)
O óleo está disperso (fase interna) como 
gotículas em uma solução aquosa (fase 
externa). 
Este é o tipo mais comum de emulsão. 
É sempre preferido para produtos de uso oral 
nos quais a sensação de óleo na boca é 
desagradável. 
É também utilizado para uso externo, quando 
se deseja uma preparação fácil de remover 
e/ou sem sensação oleosa.
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
Água em óleo (A/O)
A água está dispersa (fase interna) como 
gotículas em um óleo ou material oleaginoso 
(fase externa). 
Produtos de uso externo - emoliência, 
lubrificação e proteção. Ex: algumas pomadas.
Emulsões mais adequadas para uso tópico são 
as do tipo O/A, devido a seu aspecto menos 
oleoso e mais agradável. 
Em países com temperaturas muito frias ou 
para massagens, as emulsões A/O são 
preferidas pois garantem ótima 
espalhabilidade.
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
Proporção das fases - quantidade relativa de 
água e óleo:
Outros componentes estão em quantidades 
equivalentes, a fase que está presente em maior 
concentração tende a ser a externa.
Ordem da mistura:
Uma vez que a fase presente em maior 
concentração apresenta a tendência de ser a 
externa, a fase que é, aos poucos, adicionada 
usualmente tende a ser a interna. 
 Incorporação até a saturação – coalescência ou 
inversão das fases.
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
a-Aniônicas:
Em solução aquosa: parte polar carregada 
negativamente.
Ex: Lauril sulfato de sódio (Tipo Lanette).
Liberação mais rápida dos princípios ativos, 
quando comparadas às não iônicas. 
Carga negativa: incompatíveis com ativos 
catiônicos ou com substâncias que reduzem o 
pH a valores inferiores a 4,0. 
 Indicado para incorporação de hidroquinona, 
ácido salicílico e ácido benzoico.
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
b-Catiônicas:
Apresentam em solução aquosa: parte 
polar carregada positivamente.
Ex: Sais de quaternário de amônio (cloreto 
de cetiltrimetilamônio); ésteres catiônicos 
(Dehyquart f75).
São aplicados para condicionamento de 
cabelos. 
Os emulsionantes catiônicos possuem alto 
potencial de irritabilidade na pele e 
mucosas, em comparação aos outros tipos 
de emulsionantes.
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
c-Não iônicas:
Não apresentam carga elétrica 
predominante = carga neutra em solução 
aquosa.
Ex: Álcool cetoestearílico, lanolina 
etoxilada, dietanolamina de ácido graxo de 
coco, Chembase NF, Polawax NF.
Bem aceitas comercialmente: compatíveis 
com vários tipos de substâncias ativas.
Compatíveis com a maioria dos princípios 
ativos; têm maior inocuidade em relação 
aos outros emulsionantes; atuam na faixa 
de pH de 2,0 a 12,0. 
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
 São muito empregadas no preparo de emulsões 
estáveis.
Compostas de dois ingredientes distintos: 
tensoativo e material graxo (maior quantidade –
10:1).
Material graxo: chamado de emulsificante 
auxiliar, secundário ou co-emulsificante. 
 São anfifílicos, mas possui caráter fracamente 
hidrofílico, sendo impossível formar uma 
emulsão. 
Acrescentamos o agente emulsificante principal 
(tensoativo principal) = formar a emulsão.
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
 Passo 1: Aquecer todos os componentes 
hidrossolúveis a cerca de 70 a 75ºC; 
 Passo 2: Aquecer todos os componentes 
lipossolúveis a cerca de 70 a 75°C;
 Passo 3: Adicionar uma fase à outra, 
lentamente, agitando (a fase com maior 
quantidade sobre a de menor quantidade);
 Passo 4: Adicionar extratos, corantes, 
essências, hormônios, vitaminas, bioativos, 
(matéria prima de natureza orgânica em 
geral) - temperatura menor que 40°C.
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
 pH final: entre 5,5 e 6,5. 
 Exceto as emulsões catiônicas: pH entre 3,5 e 
4,5.
Aplicação: a emulsão de primeira escolha é a 
não-iônica por ser menos irritante para a pele. 
Quando um princípio ativo for incompatível 
com este tipo de emulsão, deve-se utilizar a 
emulsão aniônica (Tipo Lanette). 
Não se utiliza a emulsão catiônica (cremes 
condicionadores) para a pele, somente para os 
cabelos, devido ao seu alto poder de 
irritabilidade. Para uso vaginal, o creme de 
escolha é o não iônico.
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
FASE ÓLEO
Emulsionante Ésteres de alto peso molecular
(Monoestearato de glicerila)
Espessante Álcoois graxos superiores (álcool
cetílico; Álcool cetoestearílico)
Ceras auto-
emulsionantes
Polawax; Cosmowax, Chembase NF,
Paramul J, Promulgen.
Umectantes Óleos minerais (Óleo de silicone;
Vaselina Líquida; Vaselina Sólida;
Miristato de isopropila; Palmitato de
isopropila)
Óleos vegetais (Óleo de amêndoas;
Óleo de uva; Óleo de soja)
Óleos animais (Lanolina Etoxilada)
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
FASE ÁGUA
Umectantes Sorbitol, Propilenoglicol; Glicerina.
Água
Preservantes
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
Emulsão Leite Loção 
cremosa
Creme fino
Emulsionante (MEG
AE)
1,5 – 2,5% 3 – 4% 3 – 4%
Encorpante (Álcool
cetílico)
0 – 1% 2 – 3% 2,5 – 4%
Cera auto-
emulsionante
1 – 2% 3 – 3,5% 3 – 4%
Emolientes -
umectantes
3 – 5% 7 – 9% 7 – 10%
Total 5,5 – 10.5% 15– 19,5% 15,5 – 22%
Água
Umectantes 3 – 5% 3 – 5% 3 – 5%
Reparem que a quantidade de emolientes 
deve ser parecida com a fase oleosa.
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
 reações de hidrólise em pH extremos;
processos fotoquímicos;
destruição microbiana dos componentes da 
emulsão;
eletrólitos;
calor ou frio;
embalagens não adequadas;
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
Alteração no aspecto: incorporação de ar, 
formação de grumos e cristalização: 
oxirredução provocadas pelo oxigênio do ar 
com princípios ativos sensíveis;
Perda de atividade dos princípios ativos: 
 não adequação do pH
 cargas iônicas opostas
 ausência de um sistema preservante
 solubilidades e interações com outras 
substâncias da fórmula
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
Desenvolvimento de microorganismos
Redução ou o aumento da viscosidade
Separação de fases
Se houver algum problema com a 
emulsão deve-se revisar toda a fase de 
preparação das bases e consultar as 
tabelas de incompatibilidades, pH, 
solubilidade, encontradas nas 
literaturas.
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
Separação das fases.
As gotas da fase interna se coalescem, 
ou seja, unem-se formando gotas 
maiores, causando instabilidade. 
Essa união continua até que ocorra a 
coalescência, a “quebra” da emulsão 
(separação de fases).
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
aumento de viscosidade;
tamanho das gotículas da fase interna;
lenta agregação das gotículas e cremagem 
do produto;
tensoativos: anfílicos – parte hidrofílica e 
parte lipofílica;
fácil redispersão quando agitadas.
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
 São sistemas semi-sólidos.
Dispersão de partículas pequenas em um veículo 
líquido.
Característica coloidal: partículas não se 
sedimentam, permanecem dispersas.
Aspecto gelatinoso.
 Formulação estável = bem adequada para 
formulações de uso tópico.
 Substâncias formadoras de géis geralmente são 
polímeros - quando dispersos em meio aquoso 
doam viscosidade à preparação.
Os géis podem ser formados por material natural 
(goma adraganta e pectina) ou sintéticas/semi-
sintéticas (carbômeros e hidroxietilcelulose).
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
Transparentes ou turvos: os componentes do 
gel podem não estar molecularmente 
dispersos ou podem formar agregados que 
irão dispersar a luz. 
Concentração de agente gelificante: na 
maioria das vezes menor que 10%, estando 
normalmen­te na faixa entre 0,5 e 2%.
A fase contínua normalmente é aquosa (fase 
externa), mas ela também pode ser alcoólica 
ou oleosa.
Para melhor atrair o consumidor os géis 
devem ser transparentes e brilhantes. 
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
Muitos géis são laváveis com água, 
hidrossolúveis, higroscópios, não gordurosos e 
atuam como bases de absorção. 
O gel deve também manter sua viscosidade e 
características frente a largas faixas de 
temperatura.
São uma das formas farmacêuticas e 
cosméticas mais aceitas ultimamente. 
A sua aparência cristalina, a sensação da não 
oleosidade, faz com que o consumidor e os 
profissionais de saúde apreciem a ideia de 
pureza e refrescância.
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
 Polímeros com carga negativa. 
 Ex: Carbopóis®, o CMC, a goma adragante.
A dispersão em água,origina uma solução ácida 
(pH 3,0). Procedendo à neutralização com uma 
base, obtém-se um gel límpido.
Os ácidos, quando neutralizados, formam sais, 
que também reduzem a viscosidade do gel.
 Incompatibilidades: íons, zinco, bismuto, ácido 
benzoico, benzoatos, resorcinol, fenol, polímeros 
catiônicos e ácidos fortes.
O gel de Carbopol 940® é estável na faixa de pH 4 
a 10, porém nos extremos pode ocorrer perda de 
viscosidade. 
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
 São compostos orgânicos que, quando hidratados, 
não se ionizam. 
 Ex: polivinilpirrolidona (PVP), as celuloses 
(metilcelulose, etilcelulose, hidroxietilcelulose –
Natrosol®, hidroxipropilcelulose), amido, 
dextrano, ágar, goma guar e goma xantana.
 Tolera bem pH ácido - indicado para incorporação 
de ativo que levam a um abaixamento do pH final 
da formulação, como, por exemplo, o ácido 
glicólico.
 Existem 3 maneiras de preparar os polímeros 
derivados da celulose: A frio, a quente ou 
alcalinidade.
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
Associação entre doadores de viscosidade e 
emulsionantes.
Possibilita o preparo de emulsões com 
quantidade reduzida da fase oleosa.
Pode ser usado no preparo de emulsões leves 
do tipo creme-gel O/A utilizado em: cremes 
“anti-aging”, creme com pH ácido, creme 
para área dos olhos, emulsões faciais para 
pele mista e oleosa, filtros solares, 
formulações anti-acne, gel-creme com ácido 
glicólico, serum base, gel-creme base.
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
 São estruturas capazes de carrear princípios
ativos hidrossolúveis e lipossolúveis até as
camadas mais profundas da epiderme,
colocando-as a disposição do tecido.
A absorção do princípio ativo dependerá do
mecanismo de ação da forma selecionada, que
pode ser por:
 Difusão
 Endocitose
 Osmose
Os principais veículos vetoriais são: Lipossomos,
nanosfera e silanóis.
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
 Vesículas globulares microscópicas, compostas 
por moléculas anfifílicas em forma de camada 
dupla.
 São capazes de veicular substâncias 
hidrofílicas, lipofílicas e anfifílica.
Os próprios lipossomas suprem os lipídeos 
perdidos da pele, ocasionado redução da 
perda transepidermal de água.
Devem ser evitadas em emulsões e soluções 
alcoólicas – quebra dos lipossomas.
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
 Proporcionam interações com os lipídeos da 
pele humana quando aplicados topicamente, 
liberando os ativos que carregam.
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
Aceleram a eficácia e a 
permeação de ativos na 
epiderme
As características 
específicas de cada 
lipossomo dependerão do 
princípio ativo nele 
contido
De acordo com o número de compartimentos 
e com o tamanho:
MLV: Lipossomos multilamelares
 SUV: Lipossomos unilamelares
 LUV: Lipossomos unilamelares, são iguais ao 
anterior diferem apenas no tamanho. 
(BORGES, 2010)
Graziela Rossi - Cosmetologia (FSP)
 São bastante instáveis quimicamente –
oxidam-se com facilidade.
OBS: A tecnologia desenvolveu o lipossomo
não iônico. Sendo portanto mais estáveis que
os demais e apresentam similaridade com os
lipidios do estrato córneo, o que facilita a
coesão do cimento celular formado pela
ceratina e, consequentemente, promove a
regeneração do epitélio.
(BORGES, 2010)
Graziela Rossi - Cosmetologia (FSP)
 Estruturas poliméricas inertes, capazes de
armazenar princípios ativos de natureza diversa que
podem estar em seu interior dissolvidos,
dispersados ou encapsulados.
 O princípio ativo dará, então, objetividade e
potencialidade ao produto final.
 Exemplo:
 Vitamina E nanosferada (tocoferol);
 Vitamina C nanosferada (fosfato de ascorbil
magnésio);
 Nanosfera com silanol e elastina e outros.
(BORGES, 2010)
Graziela Rossi - Cosmetologia (FSP)
 Silanóis – São biocosméticos agregados ao 
elemento silício.
 Possuem grande capacidade de penetração cutânea 
e absorção celular, fazendo do silício um vetor de 
grande potencial.
 Silício orgânico
 Elemento fundamental para o desenvolvimento do 
ser humano.
 Faz parte da estrutura molecular de várias 
substâncias proteicas que formam os tecidos.
 Capta radicais livres.
(BORGES, 2010)
Graziela Rossi - Cosmetologia (FSP)
 Reduzem consideravelmente a oxidação;
Consequentemente reduzem o processo de 
envelhecimento;
Melhora e acelera a regeneração celular;
Melhora o processo de hidratação;
Apresentam maior eficácia nos tratamentos 
em que é necessária maior penetrabilidade, 
como é o caso do tecido conjuntivo/adiposo 
nos tratamento de celulite e gordura 
localizada.
(BORGES, 2010)Graziela Rossi - Cosmetologia (FSP)
 Há dez anos: matérias-primas disponíveis para a
formulações de cosméticos eram mais restritas,
difíceis de combinar o alto desempenho dos produtos
com a estabilidade e o sensorial agradável.
 As bases cosméticas eram tratadas como veículos dos
ativos, que efetivamente proporcionavam benefícios.
 Evolução: matérias primas, veículos e processos de
fabricação (nanotecnologia e sustentabilidade) =
desenvolvimento de produtos com texturas mais
leves e agradáveis, adequadas ao nosso clima
tropical, apresentando resultados melhores e de
longa duração.
 Hoje: com as novas Bases Cosméticas é possível
desenvolver produtos para diferentes tipos de pele e
cabelo, com funções específicas para cada caso.
Graziela Rossi - Cosmetologia (FSP)
 Consumidor brasileiro:
 sensorial mais leve
 menos oleoso
 deixe a pele suave e sedosa sem a sensação de 
estar “pegajosa”.
 As bases cosméticas são imprescindíveis para o 
sucesso do produto cosmético, já que vários fatores 
dependentes da base cosmética são cruciais para a 
satisfação do consumidor:
 Sensorial
 Aparência
 Performance
 Segurança
 Estabilidade
Graziela Rossi - Cosmetologia (FSP)
 Áreas de P&D (pesquisa e desenvolvimento) das 
empresas produtoras de matérias-primas:
 Busca de novos ativos que irão atenuar rugas ou tratar os 
cabelos danificados.
 Aprimoramento das matérias-primas utilizadas nas bases 
cosméticas uma vez que ao aperfeiçoar a base o produto 
apresenta eficácia superior e a um custo mais acessível. 
 Exemplos:
 Surfactantes mais suaves em xampu e sabonete: 
significativa redução na irritação do couro cabeludo = a 
pele ou cabelo sofrerão menos danos = uso de menos ativos 
para reparar os danos causados pela própria base.
 Emulsionante moderno em produtos para a pele: gera uma 
base de melhor qualidade = preservar a integridade da 
barreira cutânea e garantir a hidratação da pele com 
apenas um ingrediente que já é necessário à formulação, 
sem ter que acrescentar um ativo para isso = custo mais 
acessível, melhor tecnologia e resultados.
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Cetiol Sensoft - BASF
 Base cosmética como veículo para os ativos de 
tratamento, ou de proteção (protetores solares). 
 Estabilidade e aplicação agradável. 
 Poder de solubilização de filtros UV, estabilidade 
hidrolítica e bom desempenho como agente molhante 
para pós, formulações para rosto, corpo, protetores 
solares, maquiagens e desodorantes.
BayQsan® C 1005 - BAYER
 É um pó de poliuréia de alta capacidade de absorção 
de óleo. 
 Promove ainda acabamento aveludado e sensação 
acetinada sobre a pele. 
 Melhora a força de coesão em pós-compactos e 
também auxilia na dispersão e espalhabilidade de 
pigmentos.
Graziela Rossi - Cosmetologia (FSP)
Luvigel Star - BASF 
 Espessante para emulsões, modificador reológico 
não-iônico associativo desenvolvido em poliuretano, 
especificamente para aplicações na forma de 
emulsões. 
 É eficiente mesmo em condições desafiadoras de 
formulação, tais como altas concentrações de 
eletrólitos, glicóis, filtros UV físicos (dióxido de 
titânio e óxido de zinco), em valores extremos de 
pH. 
 Funciona em situações nas quais o formulador tem 
problemas de estabilidade quando tenta usar os 
espessantes comuns.
Graziela Rossi - Cosmetologia (FSP)
Tinovis® ADE - BASF 
 Um agente espessante e modificador de reologia para 
produtos Skin Care.
 Oferece dispersão líquida de polímero acrílico 
aniônico e é mineral oil-free. 
 Indicado para processos a frio e a quente como 
espessante, estabilizador de emulsões e opacificante 
para cremes e loções.
Salcare® SC 96 - BASF BRASQUIM distribui.
 Espessantes e Modificadores de Reologia para 
produtos Skin Care e Hair Care. 
 Poliquatérnio 37 disperso em éster dicaprilato/
dicaprato sem óleo mineral. 
 Ideal para formulações de tinturas capilares, 
condicionadores leave-in ou rinse-off.
Graziela Rossi - Cosmetologia (FSP)
Hydracire S - GATTEFOSSÉ
 Agente de textura 100% natural proveniente da 
associação de três ceras vegetais: Jojoba, Mimosa 
e Girassol.
 Se tornam hidrofílicas através de um processo 
patenteado. 
 Promove benefícios sensoriais, permite a 
introdução de um percentual elevado de fase 
aquosa em fórmulas ou texturas anidras, tais como 
balms de massagem ou batons. 
 Cria texturas originais e melhora 
significativamente as propriedades hidratantes.
Graziela Rossi - Cosmetologia (FSP)
Olivem® 1000 Crystal Skin™ - B&T
 Molécula exclusiva da B&T.
 É um agente reestruturante biomimético de dupla 
funcionalidade: 
 restaura e mantém a integridade da função barreira 
da pele
 fornece ao mesmo tempo a base da emulsão, 
proporcionando hidratação alta e sustentável, como 
demonstrado por testes clínicos. 
Amisoft ECS 22 SB - B&T
 Tensoativo aniônico de origem vegetal. 
 Suave, biodegradável e hipoalergênico, reduz 
significativamente a irritação causada pelo LESS. 
 Efeito condicionante para a pele e os cabelos com 
ótima capacidade de formação de espuma. 
Graziela Rossi - Cosmetologia (FSP)
Bentone® Gel EUG V (Elementis) – COSMOTEC
 Agente reológico derivado da hectorita, que é 
disperso em octildodecanol. 
 A propriedade reológica resulta na suspensão de 
pigmentos e partículas e entrega viscosidade a 
formulações. 
 Ideal para maquiagens, emulsões, desodorantes e 
produtos solares, por sua estabilidade e 
espalhabilidade em produtos cosméticos. 
Floramac® 10 (Floratech) – COSMOTEC
 Emoliente de origem natural derivado da macadâmia 
 Propriedades de hidratação e sensorial sedoso, de 
boa espalhabilidade. 
 Ideal para todos os tipos de formulações é uma 
alternativa natural à emoliência, e tem toque seco, 
muito similar aos dos silicones.
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FORTINBRÁS
 Tem uma linha completa de bases aniônicas, não 
iônicas, catiônicas.
 Destaque: base para reparador de pontas silicone-
free, um produto à base de ésteres ramificados e 
polímeros que apresenta diversas vantagens em 
relação às bases tradicionais do mercado, a um 
custo competitivo. 
 Na linha de bases autoemulsionantes o destaque fica 
por conta das bases especiais para cremes capilares 
e condicionadores, com tecnologia isenta de CCTA -
Cloreto de Cetil Trimetil Amonia (Quaternário de 
Amônia).
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ARCH PERSONAL CARE
 Foco na biotecnologia e sustentabilidade.
Amaranth S:
 Surfatante suave derivado do amaranto orgânico, 
 Promove aumento no volume e riqueza da espuma, 
mesmo com a adição de sal. 
 É biodegradável, compatível com catiônicos em ampla 
faixa de pH. 
 Possui propriedades hidratantes e condicionantes e 
apresenta alta substantividade pela pele e cabelos. 
Visc Up EZ:
 Polímero acrílico aniônico, espessante pseudoplástico 
com propriedades emulsificantes, estabilizante de 
emulsões O/A. 
 Forma filme estável e confere sensorial não pegajoso.
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LIPO
 Lipomulse Luxe: sistema emulsionante completo e 
prático, estabiliza formulações de proteção solar, devido 
a combinação de tensoativos e a formação de estruturas 
de cristais líquidos.
 Orgasol Caresse: modificador de sensorial, confere 
toque aveludado em emulsões e compactados, sensorial 
sofisticado, auxílio na espalhabilidade e ajuda no 
aumento do FPS.
 Ecosoft: modificador de sensorial biodegradável 
finamente micronizado. Sensorial elegante para 
formulações verde de cremes, loções e maquiagens.
 Liponate PC: éster de baixa viscosidade, toque seco e 
sensorial macio e aveludado.
 Bioplex Cetylsil S: silicone funcional solúvel em água, 
que pode ser incorporado em diversas formulações para 
promover um efeito condicionante intenso.
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HENRIFARMA
PerfectBase Gel Transdérmico Plus:
 Gel Transdérmico para ativos Cosmecêuticos e 
Medicamentosos.
 Especial para ser usado combinado com ativos que 
apresentam uma dificuldade na penetração e absorção 
cutânea. 
System3™:
 Utiliza modificadores estéticos em dispersões aquosas 
pré-fabricadas, livres de surfactantes, nas quais 
ingredientes ativos podem ser adicionados. 
 Permite uma mistura a frio de todos os ingredientes 
sem a necessidade de sub-fases ou qualquer outro 
processo especial.
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 São substâncias químicas ou biológicas (matérias
primas) com ação específica sobre a pele e,
quando associados adequadamente aos veículos
cosméticos, determinam a eficácia do produtos
final.
 O princípio ativo promove a ação específica sobre
a célula;
 Os princípios ativos juntamente com as formas
veiculares precisam estar em perfeita afinidade e
estabilidade química;
(BORGES, 2010)
Graziela Rossi - Cosmetologia (FSP)
- Facilitar a preparação;
- Aumentar a aceitabilidade por parte do consumidor;
- Assegurar o funcionamento da forma farmacêutica. 
É um sistema de liberação do princípio ativo. 
Aprimoram ou auxiliam nos aspectos:
- Visual
- Olfato
- Tato
- Espalhabilidade
Função é estabilizar a formula em nível químico, 
físico ou microbiológico
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
 Agente suspensores: responsáveis pela manutenção 
da suspensão (exemplo: gomas naturais).
Agentes emulsificantes: responsáveis pelo equilíbrio 
entre o óleo e a água (exemplos carboximetilcelolose e 
polissorbato 80).
Conservantes: Substâncias que evitam o 
desenvolvimento de fungos e bactérias. Ex: Formol, 
Parabenos (nipagim e nipazol), Metabissulfitos. 
Agentes espessantes: Substâncias que dão maior 
viscosidade ao meio (exemplo: veegun, gomas, pectina 
e gelatina).
Solubilizantes: Propilenoglicol, LESS, LES, Cloreto de 
Amônio, Trietanolaminas.
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
Corretivos: Substâncias usadas para corrigir o produto 
final quanto as suas propriedades organolépticas (cor, 
odor e sabor), tornando o medicamento aceitável, 
facilitando a diferenciação de dosagens etc.
Edulcorantes e saporificantes: Destinados a 
correção do sabor, como os adoçantes.
Aromatizantes: Corretivos do odor, geralmente para 
aplicação externa ou tópica.
Corantes: Corretivos da cor (carmim e amarelo de 
tartrazina).
Flavorizantes: Corretivos de odor e sabor.
Sequestrantes: EDTA, EHDP, Heptanoatos.
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Alcalinizantes ou Neutralizantes: basificar o 
meio. Ex: Hidróxido de Sódio e Etanolaminas.
Acidulantes ou Neutralizantes: acidificar o 
meio. Ex: Ácido acético e ácido cítrico.
Reguladores de Espuma e Viscosidade: 
Estearatos, Copolímeros, Álcoois etoxilados.
Enzimas: (sufixo – ase): Proteinase, 
Coagulase e específicas: Bromalina.
Branqueadores
- Químicos (Bleach): Perboratos, Peróxidos, 
Hipocloritos.
- Óticos: Ácidos dissulfônicos.
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Formam um filme protetor na pele impedindo 
a perda de água – processo passivo
Desempenham vários papéis nas emulsões:
 Ligam-se à água (pontes de H) – ação hidratante;
 Solubilizantes, dispersantes (levigação);
 Remoção e espalhabilidade das emulsões na pele;
Demaquilantes (facilitam a remoção da 
maquilagem);
 Ex: Glicerina, propilenoglicol, butilenoglicol, 
sorbitol, hialuronato de sódio;
 Altas concentrações (acima de 10%) podem 
resultar em pegajosidade. 
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São matérias-primas higroscópicas 
intracelulares = substâncias que intervem 
no processo de reposição do teor de água 
da pele - processo ativo. 
Por isso, diferenciam-se dos umectantes, 
que são um processo passivo.
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 Espalhamento e lubrificação da pele e cabelo.
 Juntamente com os umectantes serão 
responsáveis pela hidratação da pele e cabelo. 
 São responsáveis nas formulações por consistência 
e aparência.
 Capazes de evitar o ressecamento da pele;
 Solubilização de ativos (filtros solares);
 Formação de filme e hidrorrepelência ;
 Ex.: ésteres, éteres, álcoois graxos, 
hidrocarbonetos, silicones;
 “atenção na escolha do emoliente... alguns são 
altamente comedogênicos...”
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GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
Estrutura grupos hidrofílicos e lipofílicos.
Capacidade de alterar a tensão superficial ou 
interficial do sistema, gerando as seguintes 
propriedades:
o Detergência: se difere dos demais tensoativos
pela habilidade que o grupo polar possui para 
sujidades de uma superfície.
o Espuma: nem todos detergentes eficientes 
fazem espuma.
o Emulsificação: formação de emulsões.
Propriedade de reduzir a tensão superficial da 
água e de outros líquidos.
Aumentam a viscosidade das formulações. 
Podem ser orgânicos e inorgânicos. 
1-Agentes Inorgânicos (eletrólitos)
Cloreto de sódio
Citrato de sódio
Fosfato de sódio ou amônio
2-Agentes orgânicos
A-De fase oleosa (ceras)
B-De fase aquosa (formadores de gel)
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2-Agentes orgânicos
A-De fase oleosa (ceras)
Espessantes de fase oleosa.
Insolúveis em água e solúveis em óleo. 
São empregados em cremes, loções e 
condicionadores. 
Exemplos: Álcoois graxos; 
Monoestearato de glicerila; Ésteres de 
álcoois e ácidos graxos; Ceras naturais e 
minerais, óleos e gorduras.
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B-De fase aquosa (formadores de gel)
Conferem viscosidade à fase aquosa. 
 São normalmente insolúveis na fase oleosa.
Melhorar a estabilidade em altas temperaturas.
 Suspensão de materiais particulados (pós 
insolúveis, microesferas).
 Em altas concentrações conferem pegajosidade
 Exemplos: 
-CMC – carboximetilcelulose; 
-HEC - hidroxietilcelulose – natrosol; 
-Vinílicos: Carbômero, PVP, álcool polivinílico;
-Polissacarídeos: amido, agar-agar, gomas e 
alginatos;
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
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Água deionizada: resinas iônicas sendo 
retirados os íons, mas não sendo 
eliminada a matéria orgânica. (cálcio e o 
magnésio desestabilizam a emulsão).
Água destilada: qualidade microbiológica, 
mas não retira íons.
Água osmosificada: só deixa passar água, 
excluindo as outras moléculas e íons 
dissolvidos. Água estéril, apirogênica e 
sem partículas. Não conduz a uma 
desmineralização total (95 a 98%)
 Na prática, é raro que apenas um desses métodos 
seja satisfatório, sendo complementares entre si. 
 Esses métodos, na maioria das vezes são associados 
em função da qualidade da água utilizada e dos 
parâmetros de qualidade de água almejados. 
 A escolha dos métodos a serem utilizados depende 
de cada caso particular, para se obter uma 
qualidade de água mais adequada à utilização 
prevista, com bom rendimento e considerando o seu 
custo: custo inicial de investimento, custo de 
manutenção e custo de energia e água utilizados 
para produção.
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 Evitar a proliferação 
microbiana nos mesmos, 
assegurando sua 
estabilidade e a segurança 
dos consumidores.
 Podem ser utilizados 
individualmente ou 
principalmente em 
associações.
 Boa solubilidade em água;
 Boa estabilidade;
 Inodoro e incolor;
 Economicamente viável;
 Atóxico;
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 Efetivo a baixas 
concentrações;
 Ter amplo espectro de ação;
 Efetivo em extensa faixa de 
pH;
 Não afetar as características 
físicas do produto (cor, odor, 
sabor);
 Adequado coeficiente de 
partição;
 Inativar rapidamente os 
contaminantes;
 Ser compatível.
 Inibem ou bloqueiam o processo de oxidação dos 
componentes orgânicos (óleos vegetais, gorduras 
vegetais ou animais, óleos essenciais e 
vitaminas).
 Estes processos de oxidação podem se manifestar 
principalmente por modificações doodor e da cor 
podendo até provocar irritações no tecido 
cutâneo.
Os componentes mais propensos a sofrerem 
oxidação são as fragrâncias, os corantes, alguns 
ativos e os óleos (emolientes).
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Substâncias que geram odores agradáveis aos 
produtos;
Sua escolha deve ser baseada em um consenso 
entre os corantes, a finalidade e o tipo do 
produto. 
Deve estar harmonizada com atributos do 
produto e expectativas do consumidor;
GRAZIELA ROSSI - Cosmetologia (FSP)
• LEONARDI, G.R. Cosmetologia Aplicada. Ed.Santa Isabel, 2º ed. 
2008, 230p.
• HERNANDEZ, M; MERCIER-FRESNEL, M-M. Manual de 
cosmetologia. 3° Ed. Rio de Janeiro: Editora Revinter, 1999.
• REBELLO, TEREZA. Guia de produtos cosméticos. 7º ed. São 
Paulo. Ed. Senac, 2007. 160p.
• ANSEL, H. C.; POPOVICH, N. G.; LOYD, V. O. Farmacotécnica: 
formas farmacêuticas & sistemas de liberação de fármacos. 6ª 
ed. São Paulo: Editorial Premier, 2000.
• FARMACOPÉIA BRASILEIRA. Formulário Nacional. Disponível em: 
http://www.anvisa.gov.br/institucional/editora/index.htm. 
• FERREIRA, Anderson De. Guia prático da farmácia magistral. 2ª 
ed. Juiz de Fora, MG. Editora Ortofarma, 2002.
• PRISTA, L. Nogueira et al. Técnica Farmacêutica e Farmácia 
Galênica. Fundação Calouste Gulbenkian, 1995, Vol I, II, III. 
Lisboa
• Batistuzzo, José Antonio de Oliveira. Formulário Médico 
Farmacêutico. 3º Edição. São Paulo: Pharmabooks, 2006.
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