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Briefing Sobre o Marco Legal da Educação Brasileira Sumário Executivo Este documento sintetiza a estrutura, evolução e os mecanismos de financiamento da educação no Brasil, com foco na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB - Lei nº 9.394/96) e suas recentes alterações, na reestruturação do Ensino Médio e no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). A LDB, lei mestra da educação brasileira, define a educação como um processo formativo amplo, mas disciplina especificamente a educação escolar, vinculando-a ao mundo do trabalho e à prática social. Sua trajetória é marcada por um embate contínuo entre interesses públicos e privados, resultando em uma legislação que, embora considerada a mais completa já redigida, apresenta avanços e contradições. As atualizações legislativas de 2019 a 2026 foram extensas, abordando desde direitos individuais de alunos, como a ausência por motivos religiosos, até mudanças estruturais, como a formalização da educação bilíngue para surdos como modalidade de ensino e o fortalecimento da gestão democrática através dos Conselhos Escolares. A reforma mais significativa ocorreu no Ensino Médio (Lei nº 14.945/2024), que estabeleceu um currículo com uma Formação Geral Básica (FGB) de 2.400 horas e Itinerários Formativos (IF) de 600 horas, visando maior flexibilidade e articulação com a formação técnica. O financiamento é centralizado no Fundeb, um fundo contábil permanente que atua como principal mecanismo de redistribuição de recursos para a educação básica. Com uma estimativa de R$ 325,5 bilhões para 2025, o fundo é composto por contribuições de estados, municípios e uma complementação progressiva da União. Essa complementação é dividida em três modalidades (VAAF, VAAT e VAAR), cada uma com critérios específicos para reduzir desigualdades entre redes de ensino e incentivar a melhoria da qualidade, atrelada a condicionalidades de gestão e resultados de aprendizagem. A legislação também define a aplicação mínima de 70% dos recursos do Fundeb para a remuneração de um rol ampliado de profissionais da educação e regulamenta o pagamento de precatórios para a valorização do magistério. A gestão democrática, princípio constitucional, foi reforçada pela Lei nº 14.644/2023, que detalha o papel e a composição dos Conselhos Escolares como órgãos deliberativos essenciais para a autonomia e participação da comunidade. 1. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB): Trajetória e Princípios A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB - Lei nº 9.394/96), também conhecida como Lei Darcy Ribeiro, é a legislação mestra que regulamenta o sistema educacional brasileiro, tanto público quanto privado. Ela estabelece as orientações e fundamentos para a organização da educação no país. 1.1. Trajetória Histórica e Contexto A LDB atual é o resultado de um longo processo legislativo que reflete as transformações políticas e sociais do Brasil. • Primeira LDB (Lei nº 4.024/61): Sancionada em 1961, após um longo processo de tramitação iniciado no final do Estado Novo, representou uma solução intermediária entre o projeto original (1948) e propostas mais privatistas, como o substitutivo de Carlos Lacerda. • Reformas durante o Regime Militar: A LDB de 1961 foi ajustada para atender à ideologia desenvolvimentista do governo militar, sem ser completamente revogada. As principais reformas foram: o Lei nº 5.540/68: Conhecida como "lei da reforma universitária", reestruturou o ensino superior. o Lei nº 5.692/71: Reformou o ensino primário e médio, que passaram a ser denominados ensino de 1º e 2º graus. • LDB Pós-Constituição de 1988 (Lei nº 9.394/96): Com a redemocratização e a nova Constituição, tornou-se necessária uma nova LDB. O processo foi marcado por intensos debates entre defensores da escola pública e setores da iniciativa privada. O texto final, sancionado em 20 de dezembro de 1996, buscou adequar a educação à nova realidade social e aos princípios democráticos da Carta Magna. 1.2. Visão Crítica e Contradições A LDB 9.394/96 é vista como um marco que, paradoxalmente, preserva "ranços" e possibilita avanços. • Avanços: É considerada a legislação mais completa em favor da educação já redigida no Brasil. Permitiu a criação do FUNDEF (posteriormente Fundeb) e programas de acesso ao ensino superior como o ENEM e o PROUNI. Garantiu a continuidade da democratização da educação, descentralizando decisões e conferindo maior autonomia às instituições de ensino. • Contradições e "Ranços": Críticos apontam que a lei reflete uma guinada neoconservadora e neoliberal da década de 90, sendo ambígua ao conceituar direitos sem assegurar plenamente seu cumprimento. Persistem problemas como a baixa remuneração e a capacitação inadequada de docentes. A análise histórica revela que sua aprovação final ocorreu apenas quando os interesses da elite nacional foram contemplados, deixando pontos essenciais para a transformação do quadro educacional sem o devido favorecimento. 1.3. Definição e Finalidades da Educação na LDB A LDB estabelece uma visão abrangente para a educação, mas foca sua disciplina na educação escolar. • Educação Abrangente (Art. 1º): Reconhece que os processos formativos ocorrem em diversos espaços: vida familiar, convivência humana, trabalho, movimentos sociais, organizações da sociedade civil e manifestações culturais. • Educação Escolar: A lei disciplina a educação escolar, que se desenvolve predominantemente em instituições próprias. Ela deve vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social. • Finalidades (Art. 2º): A educação é definida como um dever da família e do Estado, com três finalidades principais: 1. O pleno desenvolvimento do educando. 2. Seu preparo para o exercício da cidadania. 3. Sua qualificação para o trabalho. 1.4. Princípios do Ensino (Art. 3º) O ensino no Brasil deve ser ministrado com base em 14 princípios fundamentais, que são frequentemente cobrados em concursos públicos. Princípio Descrição I. Igualdade de condições Para o acesso e permanência na escola. II. Liberdade De aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber. III. Pluralismo De ideias e de concepções pedagógicas. IV. Respeito À liberdade e apreço à tolerância. V. Coexistência De instituições públicas e privadas de ensino. VI. Gratuidade Do ensino público em estabelecimentos oficiais. VII. Valorização do profissional Da educação escolar. VIII. Gestão democrática Do ensino público, na forma da LDB e da legislação dos sistemas de ensino. IX. Garantia de padrão De qualidade. X. Valorização da experiência Extraescolar. XI. Vinculação Entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais. XII. Consideração Com a diversidade étnico-racial. XIII. Garantia do direito À educação e à aprendizagem ao longo da vida. XIV. Respeito à diversidade Humana, linguística, cultural e identitária das pessoas surdas, surdo-cegas e com deficiência auditiva. 2. Alterações Recentes na LDB (2019-2026) A LDB é uma legislação dinâmica, tendo passado por inúmeras alterações para se adaptar às novas demandas sociais e educacionais. A seguir, um resumo das principais modificações desde 2019. 2.1. Alterações de 2019 • Lei nº 13.796/2019: Garantiu ao aluno o direito de se ausentar de provas ou aulas por motivos religiosos, mediante requerimento, com a oferta de prestações alternativas (prova de reposição, trabalho escrito, etc.) sem custo. • Lei nº 13.803/2019: Reduziu de 50% para 30% o percentual de faltas acima do permitido em lei que obriga a escola a notificar o Conselho Tutelar. • Lei nº 13.826/2019: Tornou obrigatória a divulgação da lista de classificados e do cronograma de matrículas em processos seletivos do ensino superior, assegurando ao candidato o acesso às suas notas. • Lei nº 13.868/2019: Incluiu as universidadescomunitárias na LDB, alterando a classificação das instituições de ensino. 2.2. Alterações de 2020 • Medida Provisória nº 934/2020: Em caráter excepcional devido à pandemia de Covid-19, dispensou os estabelecimentos de ensino da obrigatoriedade do mínimo de dias letivos, desde que a carga horária mínima anual fosse cumprida. 2.3. Alterações de 2021 • Lei nº 14.164/2021: Incluiu a prevenção à violência contra a mulher como tema transversal nos currículos da educação básica. • Lei nº 14.191/2021: Instituiu a educação bilíngue de surdos como uma nova modalidade de ensino, oferecida em Libras como primeira língua e português escrito como segunda. A oferta deve iniciar-se na educação infantil (a partir dos zero anos) e estender-se ao longo da vida. 2.4. Alterações de 2022 • Lei nº 14.333/2022: Definiu "padrões mínimos de qualidade do ensino" como a garantia de insumos indispensáveis ao processo de ensino- aprendizagem, incluindo mobiliário, equipamentos e materiais pedagógicos adequados à idade e às necessidades dos estudantes. • Lei nº 14.407/2022: Estabeleceu a alfabetização plena e a formação de leitores como objetivos precípuos da educação básica, sendo requisitos indispensáveis para o desenvolvimento dos indivíduos. 2.5. Alterações de 2023 • Lei nº 14.533/2023: Instituiu a educação digital como dever do Estado, com garantia de conectividade em alta velocidade para todas as instituições públicas e desenvolvimento de competências para o letramento digital. • Lei nº 14.560/2023: Incluiu a realização de atividades curriculares complementares (feiras, mostras de ciências, etc.) como despesas de manutenção e desenvolvimento do ensino. • Lei nº 14.644/2023: Fortaleceu a gestão democrática, detalhando a instituição de Conselhos Escolares (órgãos deliberativos com representação de toda a comunidade escolar) e Fóruns dos Conselhos Escolares. • Lei nº 14.645/2023: Promoveu a articulação da educação profissional técnica e tecnológica com o ensino médio e a aprendizagem profissional, estabelecendo a criação de itinerários formativos contínuos. 2.6. Alterações de 2024 • Lei nº 14.862/2024: Permitiu que professores da educação básica pública utilizem assentos vagos nos veículos de transporte escolar dos estados e municípios. • Lei nº 14.945/2024: Sancionou a Política Nacional de Ensino Médio, reestruturando o currículo (detalhado na próxima seção). • Lei nº 14.952/2024: Estabeleceu o direito a um regime escolar especial para estudantes da educação básica e superior impossibilitados de frequentar as aulas por razões de saúde. • Lei nº 14.986/2024: Tornou obrigatória a inclusão de abordagens fundamentadas nas experiências e perspectivas femininas nos currículos do ensino fundamental e médio. • Lei nº 15.001/2024: Adicionou a transparência e o acesso à informação como princípios da gestão educacional, exigindo a divulgação de dados como número de vagas, bolsas, execução financeira de programas e currículo de diretores. • Lei nº 15.017/2024: Determinou a publicização de dados e microdados coletados nos censos e sistemas de avaliação da educação básica e superior. 2.7. Alterações de 2025 e 2026 (Projetadas/Aprovadas) • MP nº 1.303/2025: Incluiu o incentivo financeiro-educacional (poupança) para permanência de estudantes no ensino médio como despesa de manutenção e desenvolvimento do ensino. • Lei nº 15.231/2025: Determinou a notificação ao Conselho Tutelar de casos de violência ocorridos nas escolas, especialmente automutilação e suicídio. • Lei nº 15.276/2025: Garantiu o acesso a água potável e infraestrutura sanitária adequada como dever do Estado na educação. • Lei nº 15.326/2026: Incluiu formalmente os professores da educação infantil como profissionais do magistério, enquadrando-os na carreira. 3. A Reestruturação do Ensino Médio A Política Nacional de Ensino Médio, instituída pela Lei nº 14.945/2024, alterou a reforma de 2017 (Novo Ensino Médio) e buscou tornar a etapa final da educação básica mais relevante e atrativa, com o objetivo de reduzir a evasão escolar. A implementação completa pelas redes de ensino deve ocorrer até 2026. 3.1. Estrutura Curricular A carga horária mínima total do ensino médio é de 3.000 horas, dividida em duas partes: 1. Formação Geral Básica (FGB): Com carga horária mínima de 2.400 horas, é a base comum e obrigatória para todos os estudantes, alinhada à BNCC. Inclui 12 componentes curriculares obrigatórios, organizados em quatro áreas do conhecimento: o Linguagens: Língua Portuguesa, Inglês, Artes e Educação Física. o Matemática. o Ciências da Natureza: Biologia, Física e Química. o Ciências Humanas: Filosofia, Geografia, História e Sociologia. 2. Itinerários Formativos (IF): Com carga horária mínima de 600 horas, oferece trajetórias flexíveis de escolha do estudante para aprofundamento. 3.2. Tipos de Itinerários Formativos Tipo de Itinerário Formativo Carga Horária Mínima (IF) Carga Horária Mínima (FGB) Documentos Norteadores Itinerário Formativo de Aprofundamento (IFA) 600 horas 2.400 horas Parâmetros Nacionais para Oferta dos Itinerários Formativos de Aprofundamento (PN-IFA) Itinerário de Formação Técnica e Profissional (IFTP) 600 a 1.200 horas (dependendo do curso) 2.100 a 2.400 horas (dependendo do curso técnico) Diretrizes Curriculares Nacionais e Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT) Os IFAs devem ser estruturados em quatro eixos para garantir o desenvolvimento integral: 1. Método, Conhecimento e Ciência: Foco em investigação científica. 2. Mediação e Intervenção Sociocultural: Foco na resolução de conflitos e transformação social. 3. Inovação e Intervenção Tecnológica: Foco na criação de soluções para desafios contemporâneos. 4. Mundo do Trabalho e Transformação Social: Foco no protagonismo juvenil e planejamento de projetos de vida. 3.3. Componentes Adicionais • Projeto de Vida: Estratégia curricular presente ao longo de todo o ensino médio para auxiliar os estudantes na identificação de interesses e na escolha de seus itinerários e metas profissionais. • Componentes Curriculares Eletivos (CCE): Podem ser ofertados pelos sistemas de ensino para ampliar a carga horária para além das 3.000 horas, sendo de adesão facultativa pelos estudantes. 4. O Financiamento da Educação: Fundeb O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) é o principal instrumento de financiamento da educação básica pública no Brasil. Instituído como mecanismo permanente pela Emenda Constitucional nº 108/2020, atua como uma ferramenta redistributiva para garantir um padrão mínimo de qualidade e equidade. 4.1. Composição e Magnitude O Fundeb é um fundo contábil formado por 27 fundos (26 estaduais e 1 distrital). Sua receita provém de uma cesta de impostos de estados e municípios, além de uma complementação da União. • Fontes: 20% de impostos como FPE, FPM, ICMS, IPVA, ITCMD, entre outros. • Estimativa 2025: R 325,5 bilhões, sendo R 269 bilhões de contribuições de estados e municípios e R$ 56,5 bilhões de complementação da União. 4.2. A Complementação da União A contribuição da União é implementada de forma gradual, atingindo um mínimo de 23% a partir de 2026. Ela é distribuída em três modalidades distintas para promover a equidade. 1. Complementação-VAAF (Valor Anual por Aluno Final): • O que é: Corresponde a 10% da complementação. É destinada aos fundos estaduais/distrital cujo valor por aluno não atinge o mínimo nacional (VAAF-MIN). • Como funciona: A União repassa recursos para o fundo do estado até que ele atinja o VAAF-MIN. Todos os municípios daquele estado são beneficiados. 2. Complementação-VAAT (Valor Anual Total por Aluno): • O que é: Corresponde a, no mínimo, 10,5% da complementação (a partir de 2026). É destinada diretamente às redes de ensino (municipais, estaduaisou distrital) que, mesmo após o VAAF e outras receitas, não atingem o mínimo nacional (VAAT-MIN). • Condicionalidades: Para ser habilitado, o ente deve enviar seus dados fiscais e contábeis ao Siope (FNDE) e ao Siconfi (STN). Do valor recebido, no mínimo 15% deve ser aplicado em despesas de capital e 50% na educação infantil. 3. Complementação-VAAR (Valor Anual por Aluno Resultado): • O que é: Corresponde a 2,5% da complementação (a partir de 2026). Funciona como uma "bonificação" ou "selo de qualidade" para as redes de ensino que melhoram seus indicadores de aprendizagem e reduzem desigualdades. • Condicionalidades para Recebimento: o Provimento de gestor escolar por critérios técnicos de mérito e desempenho. o Participação de pelo menos 80% dos estudantes nas avaliações do Saeb. o Redução das desigualdades educacionais socioeconômicas e raciais. o Regime de colaboração estado-município formalizado. o Referenciais curriculares alinhados à BNCC. 4.3. Aplicação dos Recursos do Fundeb A legislação define percentuais mínimos de aplicação dos recursos do Fundeb, visando a valorização dos profissionais da educação. • Remuneração dos Profissionais (Mínimo de 70%): Pelo menos 70% dos recursos de cada ente devem ser usados para pagar a remuneração dos profissionais da educação básica em efetivo exercício. A Lei nº 14.276/2021 ampliou o rol de profissionais, incluindo docentes, suporte pedagógico, direção, administração e pessoal de apoio técnico, administrativo e operacional. • Abono Salarial: Caso um ente não atinja o mínimo de 70%, a lei autoriza o pagamento de abono, bonificação ou reajuste salarial para complementar o valor. • Precatórios do Fundeb/Fundef: Recursos extraordinários oriundos de decisões judiciais devem ser destinados à valorização dos profissionais. No mínimo 60% devem ser repassados aos profissionais do magistério (ativos, aposentados e herdeiros) que atuaram no período correspondente ao repasse a menor, na forma de abono indenizatório. 4.4. Controle e Transparência • Movimentação Bancária: Os recursos do Fundeb devem ser mantidos em contas únicas e específicas no Banco do Brasil ou na Caixa Econômica Federal. A transferência para outras contas é vedada, exceto para pagamento de salários em outras instituições financeiras contratadas pelo ente. • Siope (Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação): Plataforma do FNDE para coleta e publicização dos dados orçamentários da educação, sendo uma ferramenta essencial para o controle social e um requisito para o recebimento da complementação- VAAT. • Conselho de Acompanhamento e Controle Social (CACS): Instância de controle social responsável por acompanhar a aplicação dos recursos do Fundeb. • Comissão Intergovernamental de Financiamento (CIF): Órgão com representantes do MEC, Consed e Undime, responsável por definir anualmente as ponderações para distribuição dos recursos e aprovar as metodologias de cálculo dos indicadores de qualidade e equidade. Briefing Sobre o Marco Legal da Educação Brasileira Sumário Executivo 1. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB): Trajetória e Princípios 1.1. Trajetória Histórica e Contexto 1.2. Visão Crítica e Contradições 1.3. Definição e Finalidades da Educação na LDB 1.4. Princípios do Ensino (Art. 3º) 2. Alterações Recentes na LDB (2019-2026) 2.1. Alterações de 2019 2.2. Alterações de 2020 2.3. Alterações de 2021 2.4. Alterações de 2022 2.5. Alterações de 2023 2.6. Alterações de 2024 2.7. Alterações de 2025 e 2026 (Projetadas/Aprovadas) 3. A Reestruturação do Ensino Médio 3.1. Estrutura Curricular 3.2. Tipos de Itinerários Formativos 3.3. Componentes Adicionais 4. O Financiamento da Educação: Fundeb 4.1. Composição e Magnitude 4.2. A Complementação da União 4.3. Aplicação dos Recursos do Fundeb 4.4. Controle e Transparência