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<p>O acesso a dignidade é um direito universal, garantido na Declaração Universal dos Direitos Humanos (um documento que foi aprovado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948, objetivando os direitos básicos de todos os seres humanos, sem nenhuma distinção), e também na Constituição Federal de 1988. A educação é a principal porta para a dignidade e para o fim da marginalização social, entretanto, um processo educacional adequado é complexo, pois cada aluno aprende de forma diferente, e o processo de ensino tende a ser padronizado para todos.</p><p>No caso de deficientes auditivos, o uso de aparelhos para a correção seria a primeira linha de ação na integração social, porém, existem casos que não são eficientes para resolver o problema. Alguns casos, como a ausência dos ossos internos do ouvido, ou mesmo, a ausência da membrana timpânica, ou atrofia dos nervos condutores dos estímulos sonoros, tornam ineficazes os aparelhos auditivos. A linguagem de sinais torna-se, então, necessária para sanar o problema. Ela torna-se uma ferramenta de grande abrangência no processo de ensino e aprendizado do aluno portador de limitações auditivas. A LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) é uma estrutura linguística espaço-visual. É uma língua natural para os deficientes auditivos e cada país apresenta a sua.</p>