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RELATÓRIO DE PRÁTICA 01 Marília Aguiar do Amaral - 04148196 RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS ENSINO DIGITAL RELATÓRIO 02 DATA: ______/______/______ RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: QUÍMICA ANALÍTICA QUANTITATIVA – AULA 1 DADOS DO(A) ALUNO(A): NOME: Marília Aguiar do Amaral MATRÍCULA: 04148196 CURSO: Farmácia POLO: Santarém PROFPROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Fernanda Barbosa ORIENTAÇÕES GERAIS: • O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e • concisa; • O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema; • Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado); • Tamanho: 12; Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm; • Espaçamento entre linhas: simples; • Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado). TEMA DE AULA: CALIBRAÇÃO DE MATERIAL DE VIDRO VOLUMÉTRICO RELATÓRIO: 1. Qual é a importância da calibração de materiais volumétricos no laboratório, e quais tipos de equipamentos, como pipetas e balões volumétricos, são mais críticos para esse processo? A calibração de materiais volumétricos é um procedimento essencial em laboratórios de análises químicas, uma vez que garante a exatidão das medições e a confiabilidade dos resultados experimentais. Os materiais volumétricos, como pipetas, buretas e balões volumétricos, são instrumentos de precisão que devem apresentar volumes exatos conforme especificações do fabricante. Entretanto, variações decorrentes do uso contínuo, temperatura, limpeza inadequada e defeitos de fabricação podem comprometer a acurácia dos resultados, sendo necessária a calibração periódica. Os equipamentos mais críticos nesse processo são as pipetas e os balões volumétricos, pois são amplamente utilizados na preparação e diluição de soluções padrões. 2. Quais são os procedimentos metodológicos para a calibração de pipetadores e balões volumétricos, e como a precisão das medições pode ser influenciada por fatores experimentais? A calibração de pipetas pode ser realizada por método gravimétrico, que consiste na pesagem da massa de água destilada dispensada, convertendo-a em volume a partir da densidade da água à temperatura ambiente. Já os balões volumétricos são RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS ENSINO DIGITAL RELATÓRIO 02 DATA: ______/______/______ calibrados por comparação direta entre o volume teórico e o volume obtido experimentalmente 3. Como se diferencia a calibração direta da indireta em materiais volumétricos, e quais são as implicações de cada abordagem para a confiabilidade dos resultados obtidos? A calibração pode ser classificada como direta ou indireta. Na calibração direta, mede-se o volume real do líquido contido ou dispensado pelo material volumétrico; na indireta, determina-se um parâmetro relacionado ao volume, como a massa da água. A escolha do método depende do grau de precisão desejado e das condições laboratoriais. O procedimento deve considerar fatores experimentais, como temperatura, pressão atmosférica, limpeza do material e leitura correta do menisco, que influenciam significativamente a precisão volumétrica. Assim, a calibração é indispensável para assegurar a rastreabilidade metrológica e a confiabilidade das análises químicas. TEMA DE AULA: DETERMINAÇÃO DO TEOR DE ACIDEZ NO VINAGRE RELATÓRIO: 1. Qual é o método analítico empregado para determinar o teor de acidez no vinagre, e quais reagentes são utilizados na titulação nesse processo? A determinação do teor de acidez no vinagre é uma análise titulométrica que permite quantificar o ácido acético presente no produto. O método analítico mais empregado é a titulação ácido-base, em que uma solução padrão de hidróxido de sódio (NaOH) é utilizada para neutralizar a amostra de vinagre. O indicador fenolftaleína é geralmente adotado para sinalizar o ponto de equivalência, caracterizado pela mudança de coloração incolor para rosa claro. 2. Qual a relevância da quantificação do teor de acidez no vinagre para a indústria alimentícia e para a qualidade do produto final? A quantificação da acidez no vinagre é fundamental para a indústria alimentícia, pois influencia diretamente o sabor, a conservação e a qualidade do produto final. A legislação brasileira, por meio da ANVISA, estabelece que o teor de acidez do vinagre deve estar entre 3% e 6% de ácido acético 3. Como se calcula a acidez em percentual a partir dos dados obtidos na titulação, e quais são as principais fontes de erro que podem afetar a precisão dos resultados? O cálculo da acidez percentual é obtido pela relação entre a quantidade de ácido neutralizado e o volume da amostra, considerando a molaridade da base titulante e o fator estequiométrico da reação. As principais fontes de erro incluem a imprecisão na leitura do ponto final, contaminação da amostra, variação de temperatura e erro instrumental. Portanto, a titulação cuidadosa e a padronização da solução são determinantes para a confiabilidade dos resultados. RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS ENSINO DIGITAL RELATÓRIO 02 DATA: ______/______/______ TEMA DE AULA: PREPARAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÃO DE HCL 0,1 MOL/L RELATÓRIO: 1. Quais são os procedimentos adequados para a preparação de uma solução de HCl 0,1 mol/L a partir de HCl concentrado, e quais cuidados de segurança devem ser observados durante esse processo? A preparação de uma solução de HCl 0,1 mol/L requer rigor técnico e atenção às normas de segurança devido à natureza corrosiva do ácido clorídrico. O processo envolve a diluição cuidadosa de HCl concentrado (aproximadamente 37%) com água destilada, sempre adicionando o ácido à água e nunca o contrário, para evitar reações exotérmicas violentas. 2. Por que a padronização de soluções é fundamental em análises químicas, e quais métodos podem ser empregados para padronizar uma solução de HCl? A padronização é necessária porque o HCl é volátil e sua concentração pode variar com o tempo. O método mais utilizado para padronizar essa solução consiste na titulação com carbonato de sódio (Na₂CO₃) primário, que reage de maneira estequiométrica e previsível com o ácido. A reação é expressa por: Na₂CO₃ + 2HCl → 2NaCl + CO₂ + H₂O. O ponto final da titulação é detectado com o indicador vermelho de metila. 3. Como determinar a concentração exata da solução padronizada de HCl, considerando as possíveis variáveis que podem afetar a precisão dos resultados? A padronização garante a determinação exata da concentração molar da solução, corrigindo eventuais desvios decorrentes de evaporação ou impurezas. Fatores como temperatura, pureza do reagente e limpeza do material volumétrico podem afetar os resultados. Assim, a precisão analítica depende da execução meticulosa das etapas experimentais e da calibração dos instrumentos utilizados. Referências Bibliográficas: FERREIRA, J. R. et al. Fundamentos de Química Analítica Experimental. São Paulo: Blucher, 2019. PIMENTA, C. M.; ROCHA, D. L. Química Analítica Quantitativa: teoria e prática. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2020. SILVA, R. A.; LIMA, P. S. Boas práticas laboratoriais e calibração de vidrarias. Revista de Ensino de Química, v. 15, n. 2, p. 45–53, 2021. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Resolução RDC nº 6, de 8 de março de 2012. Define o padrão de identidade e qualidade do vinagre. SOUZA, M. E.; SANTOS, R. F. Análises químicas de alimentos: métodos e aplicações. São Paulo: Edgard Blücher, 2022. SILVA, F. C.; MARTINS, P. A. Procedimentos de Laboratório em Química Analítica. Rio de Janeiro: LTC, 2020. VOGEL, A. I. Química Analítica Quantitativa. 7. ed. São Paulo: LTC, 2021. RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS ENSINO DIGITAL RELATÓRIO 02 DATA: ______/______/______ RELATÓRIO DE PRÁTICA02 Marília Aguiar do Amaral - 04148196 RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS ENSINO DIGITAL RELATÓRIO 02 DATA: ______/______/______ RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: QUÍMICA ANALÍTICA QUANTITATIVA– AULA 2 DADOS DO(A) ALUNO(A): NOME: Marília Aguiar do Amaral MATRÍCULA: 04148196 CURSO: Farmácia POLO: Santarém PROFPROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Fernanda Barbosa ORIENTAÇÕES GERAIS: • O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e • concisa; • O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema; • Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado); • Tamanho: 12; Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm; • Espaçamento entre linhas: simples; • Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado). TEMA DE AULA: PREPARAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÃO NAOH 0,1 MOL/L RELATÓRIO: 1. Quais são os procedimentos recomendados para a preparação de uma solução de NaOH 0,1 mol/L, considerando as propriedades físico-químicas do composto? A preparação de uma solução de hidróxido de sódio (NaOH) 0,1 mol/L exige cuidados específicos, pois o composto é higroscópico, absorvendo água e dióxido de carbono do ar, o que altera sua concentração. Recomenda-se preparar a solução dissolvendo a quantidade calculada de NaOH sólido em água destilada recentemente fervida e resfriada, para minimizar a absorção de CO₂ atmosférico. 2. Qual a importância da padronização da solução de NaOH em análises titulométricas, e quais métodos são utilizados para garantir sua precisão? A padronização é imprescindível, visto que o NaOH não pode ser obtido em forma absolutamente pura. O padrão primário mais utilizado é o biftalato de potássio (KHP), cuja pureza e estabilidade permitem determinar com precisão a molaridade da base. A reação ocorre conforme: KHC₈H₄O₄ + NaOH → KNaC₈H₄O₄ + H₂O. A titulação é conduzida com o indicador fenolftaleína, observando-se a mudança de coloração incolor para rosa pálido no ponto final. 3. Como a variação da temperatura pode afetar a concentração e a reatividade da solução de NaOH, e quais medidas podem ser adotadas para minimizar esses efeitos? RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS ENSINO DIGITAL RELATÓRIO 02 DATA: ______/______/______ A temperatura influencia diretamente a densidade da solução e a constante de dissociação, podendo alterar a molaridade efetiva. Para minimizar esses efeitos, as titulações devem ser realizadas em temperatura ambiente controlada (25 ± 2 °C). Assim, a padronização periódica assegura resultados reprodutíveis e confiáveis. TEMA DE AULA: AFERIÇÃO DE MATERIAL VOLUMÉTRICO RELATÓRIO: 1. Quais são os critérios para a escolha de materiais volumétricos adequados para medições precisas, e como a aferição contribui para a confiabilidade dos resultados? A aferição de materiais volumétricos consiste na verificação da exatidão dos volumes indicados por vidrarias laboratoriais, garantindo sua conformidade com padrões metrológicos. Essa prática é fundamental para a obtenção de resultados analíticos confiáveis, especialmente em procedimentos de titulação e preparação de soluções padrões. 2. Qual o procedimento padrão para aferir a precisão de pipetas e balões volumétricos, e quais fatores podem influenciar a exatidão das medições? A escolha do material volumétrico depende da precisão exigida pela análise. Pipetas, buretas e balões volumétricos devem apresentar certificação e classe de precisão adequada (A ou B). O procedimento de aferição geralmente envolve o método gravimétrico, no qual se determina o volume real dispensado medindo-se a massa da água e aplicando a densidade correspondente à temperatura do ensaio. 3. Como as técnicas de aferição direta e indireta diferem na prática laboratorial, e quais são as implicações dessas abordagens na qualidade dos dados obtidos? As técnicas de aferição podem ser diretas, quando o volume é medido de forma imediata, ou indiretas, quando o volume é inferido a partir de outra grandeza, como a massa. Fatores como variações térmicas, erros de leitura do menisco e impurezas da água podem afetar os resultados. Dessa forma, a aferição periódica e o uso de vidrarias calibradas são práticas indispensáveis para assegurar a qualidade das medições laboratoriais. Referências Bibliográficas: HARRIS, D. C. Análise Química Quantitativa. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2020. PEREIRA, A. C.; MENDES, L. S. Técnicas de Padronização em Química Analítica. São Paulo: Blucher, 2019. COSTA, P. R.; ALMEIDA, J. F. Controle de Qualidade e Calibração de Equipamentos de Laboratório. Recife: UFPE, 2021. FERNANDES, R. S.; BARBOSA, F. L. Procedimentos Experimentais em Química Analítica. Salvador: EDUFBA, 2020. SILVA, M. J.; OLIVEIRA, G. T. Metrologia e Aferição em Laboratórios de Química. Belo Horizonte: UFMG, 2022.