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RELATÓRIO DE PRÁTICA Marília Aguiar do Amaral 04148196 RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: QUÍMICA ANALÍTICA QUALITATIVA DADOS DO(A) ALUNO(A): NOME: MARÍLIA AGUIAR DO AMARAL MATRÍCULA: 04148196 CURSO: FARMÁCIA POLO: SANTARÉM/PA PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): YURI SOUSA E SILVA AULA: IDENTIFICAÇÃO E SEPARAÇÃO DOS CÁTIONS RELATÓRIO: 1. Descreva todos os materiais utilizados na prática Durante o experimento, foi feito o uso de diversos materiais e reagentes para observar o comportamento dos cátions diante de diferentes substâncias químicas. A manipulação das soluções ocorreu em tubos de ensaio, escolhidos por sua praticidade para reações em pequena escala. Pequenas quantidades de líquidos foram transferidas com o auxílio de pipetas Pasteur, garantindo precisão. A mistura das substâncias foi realizada com um bastão de vidro, permitindo uma homogeneização cuidadosa. Para manter os tubos em posição estável durante as etapas do teste, utilizou-se uma estante apropriada. Béqueres foram utilizados como recipientes auxiliares para o preparo de soluções e também como suporte do banho-maria. A água destilada teve função dupla: diluição de soluções e lavagem dos materiais usados. Os reagentes principais incluíram soluções de nitrato de prata e nitrato de chumbo, fontes de íons Ag⁺ e Pb²⁺. O ácido clorídrico, em solução diluída, foi responsável pela formação de precipitados de cloretos. Para identificar especificamente o chumbo, empregou-se o iodeto de potássio, que resulta em precipitado amarelo, e o cromato de potássio, que reage formando PbCrO₄. Já a adição de hidróxido de sódio permitiu a formação de hidróxidos, cujas características visuais auxiliaram na distinção dos cátions envolvidos. 2. Descreva todas as reações formadas, com reagentes e produtos, de identificação dos cátions na prática utilizada Durante a atividade experimental, foi realizada a separação e posterior identificação dos íons Ag⁺ e Pb²⁺, pertencentes ao grupo I dos cátions. Inicialmente, empregou-se ácido clorídrico diluído para promover a formação de cloretos insolúveis. O aparecimento de um precipitado branco sinalizou a possível presença de prata ou chumbo. A partir disso, procedeu-se com a separação dos íons e a realização de testes específicos em tubos de ensaio distintos. Para o chumbo, foram colocadas 6 gotas da solução contendo Pb²⁺ em três tubos diferentes. No primeiro, adicionou-se cromato de potássio, resultando em um precipitado amarelo característico de PbCrO₄. No segundo, foram usadas duas concentrações de hidróxido de sódio (1 M e 3 M), e observou-se a dissolução do precipitado. No terceiro, a adição de iodeto de potássio também gerou um precipitado amarelo, compatível com PbI₂. Já para a análise do íon prata, aplicou-se o mesmo esquema experimental. No primeiro tubo, com cromato de potássio, observou-se um precipitado marrom. No segundo, o hidróxido de sódio levou à formação de um sólido escuro, de cor preta. E no terceiro, com iodeto de potássio, surgiu um precipitado de coloração amarela esverdeada, indicando a presença de AgI. AULA: ELETRÓLISE RELATÓRIO: 1. Descreva todos os materiais utilizados na prática No decorrer da eletrólise, utilizou-se uma solução aquosa de iodeto de potássio (KI) como meio condutor, funcionando como eletrólito. A corrente elétrica foi fornecida por uma fonte de corrente contínua, como uma bateria, que impulsionou as reações eletroquímicas. Dois eletrodos inertes, comumente de grafite ou platina, foram mergulhados na solução, sendo conectados à fonte por fios condutores presos com garras tipo jacaré, o que assegurou boa condução elétrica. A solução foi preparada com água destilada para evitar impurezas que pudessem interferir nas reações. Todo o processo foi conduzido em um béquer, onde se acomodou a solução eletrolítica. A fenolftaleína foi incorporada à mistura para atuar como indicador ácido-base, permitindo visualizar alterações no pH ao redor dos eletrodos. Um tubo em U foi também empregado na montagem, facilitando a separação dos eletrodos e a observação dos produtos formados, especialmente os gases liberados durante o experimento. 2. Identifique os eletrodos na reação No ânodo, que corresponde ao polo positivo do sistema, ocorreram reações de oxidação. Nesse eletrodo, os íons iodeto (I⁻), presentes em grande quantidade na solução, migraram em direção ao polo positivo, onde perderam elétrons (foram oxidados). Como resultado dessa reação, formou-se iodo molecular (I₂), que pôde ser identificado visualmente pela coloração marrom que surgiu em torno do eletrodo, indicando a liberação de iodo na forma elementar. Essa coloração é característica e facilita a identificação da reação ocorrida. Por outro lado, no cátodo, polo negativo do sistema, ocorreu o processo de redução. Os íons hidrogênio (H⁺), provenientes da ionização da água presente no meio ou de algum componente ácido residual, foram atraídos para esse eletrodo. Ao chegarem ao cátodo, esses íons ganharam elétrons (foram reduzidos), originando moléculas de gás hidrogênio (H₂). Esse gás pode ser percebido pela formação de pequenas bolhas ao redor do eletrodo negativo, um indicativo claro de que a reação de redução está ocorrendo de maneira eficiente. 3. Identificar a reação que está acontecendo na célula eletrolítica Na eletrólise do iodeto de potássio, a corrente elétrica provocou a migração dos íons da solução para os eletrodos, onde ocorreram reações distintas. No ânodo (polo positivo), os íons iodeto (I⁻) foram oxidados, formando iodo molecular (I₂), visível pela coloração marrom ao redor do eletrodo. No cátodo (polo negativo), a água foi reduzida, gerando gás hidrogênio (H₂), percebido pelas bolhas, e liberando íons OH⁻, que tornaram o meio mais básico. A fenolftaleína indicou essa mudança com coloração rosa intensa. Assim, observou-se a oxidação do iodeto no ânodo e a redução da água no cátodo. AULA: ENSAIO DE CHAMA RELATÓRIO: 1. Descreva todos os materiais utilizados na prática No experimento, diferentes materiais foram utilizados para garantir a eficácia e a segurança do teste de chama. As soluções analisadas foram preparadas em tubos de ensaio, que permitiram manipulação prática e controle das substâncias. A alça de arame de nicromo foi essencial para introduzir as amostras na chama e, antes de cada uso, era cuidadosamente limpa com ácido clorídrico para eliminar resíduos que pudessem interferir nos resultados. A fonte de calor utilizada foi o bico de Bunsen, cuja chama possibilitou a observação das cores características emitidas pelos elementos presentes nas amostras. Béqueres auxiliaram tanto na preparação quanto no armazenamento das soluções. A água destilada teve papel importante na diluição das substâncias, mantendo a pureza do meio. Além disso, utilizaram-se pinças para o manuseio seguro dos materiais aquecidos, evitando riscos durante o procedimento experimental. 2. Identifique todas as cores apresentadas para cada metal no ensaio de chama – Cloreto de sódio: Produziu uma chama amarela intensa e brilhante, típica do sódio, sendo facilmente perceptível e bastante utilizada como referência visual nos ensaios. – Nitrato de chumbo: Apresentou uma chama de coloração violeta, característica marcante do chumbo, indicando a presença desse metal pesado na amostra analisada. – Sulfato de cobre II: Resultou em uma chama azul esverdeada, tonalidade conhecida e típica do cobre, o que facilitou sua distinção em relação a outros cátions metálicos. – Bifitalato de potássio: Ao ser aquecido, provocou pequenos estalos na chama, sem uma coloração predominante, mas com um comportamento físico característico que auxilia na sua identificação. – Nitrato de prata: Não produziu uma chama muito intensa, porém, em alguns casos, foi possível observar uma leve tonalidade azuladaou violeta, sugerindo a presença do íon prata mesmo de forma sutil. AULA: PH RELATÓRIO: 1. Descreva todos os materiais utilizados na prática Água destilada: usada para diluir as soluções e limpar os materiais. Ácido clorídrico (HCl): solução ácida usada para deixar o meio ácido. Hidróxido de sódio (NaOH): solução básica usada para deixar o meio alcalino. Indicadores de pH: substâncias que mudam de cor dependendo se o meio está ácido ou básico. Foram os seguintes: alaranjado de metila, azul de bromotimol, vermelho de metila, fenolftaleína e verde de bromocresol. Béqueres: recipientes usados para preparar e guardar as soluções. Pipetas: usadas para pegar e colocar pequenas quantidades de líquidos com precisão. Tubos de ensaio: onde as soluções e os indicadores foram misturados para observar as mudanças de cor. Bastão de vidro: usado para mexer as soluções e misturar os líquidos. 2. Relacione e identifique as faixas de resposta de cores dos indicadores de acordo com o material que foi utilizado Foram utilizados reagentes ácidos e básicos para analisar as alterações de cor dos indicadores conforme o ambiente se tornava ácido ou alcalino. Empregou-se ácido clorídrico (HCl 1,0 mol/L) para criar o meio ácido e hidróxido de sódio (NaOH 1,0 mol/L) para o meio básico. Cada indicador apresentou uma mudança de cor distinta: o alaranjado de metila mostrou vermelho em meio ácido e amarelo em meio básico; o azul de bromotimol variou de amarelo no ácido para azul no básico, com a transição próxima do pH neutro; o vermelho de metila mudou de vermelho para amarelo; a fenolftaleína permaneceu incolor no ácido e tornou-se rosa no básico; e o verde de bromotezol mudou de amarelo no ácido para azul-esverdeado no básico. AULA: REAÇÃO DE COMPLEXAÇÃO RELATÓRIO: 1. Descreva todos os materiais utilizados na prática Na reação de complexação, diversos materiais foram utilizados para garantir a correta realização dos testes. Tubos de ensaio serviram como recipientes para preparo e observação das reações, enquanto as pipetas Pasteur permitiram a adição precisa dos reagentes. As soluções foram misturadas com bastão de vidro, e os béqueres auxiliaram no preparo e armazenamento das substâncias. A água destilada foi usada para diluição e lavagem dos materiais, evitando contaminações. Os principais reagentes incluíram íons metálicos, agentes quelantes e ácido clorídrico diluído para ajuste de pH. A estante para tubos manteve a organização e segurança durante o experimento. 2. Relate a formação de complexos coloridos e suas modificações de cor em ambientes de pH distintos No início, ao adicionar lugol à solução de amido, apareceu uma coloração azul-escura intensa, indicando a formação de um complexo entre o iodo e as estruturas helicoidais do amido, característica usada para identificar amido. Depois, ao acrescentar a solução de glicose e aquecer levemente, a cor azul foi diminuindo gradualmente, pois a glicose reduziu o iodo do lugol, desestabilizando o complexo. Ao adicionar NaOH, o meio se tornou básico, favorecendo a reação em um sentido, e ao acrescentar HCl, que deixou o meio ácido, a cor mudou novamente, mostrando que o pH afeta a estabilidade e a coloração desses complexos. Referências: SILBERBERG, Martin S. Química: a ciência central. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.