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Ana Luiza

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1.2. APÓSTOLOS E SANTOS DO CARMELO. 
QUAL A CONTRIBUIÇÃO DOS APÓSTOLOS E DOS SANTOS CARMELITA, SANTA TEREZA DE JESUS E DE SANTA EDITE STAINE, SÃO JOÃO DA CRUZ
SÃO JOÃO DA CRUZ 
De família humilde, nascido em Avila, na Espanha em 1542, o grande “Doutor Místico” da igreja Católica, o Carmelita, inspirador de fé recebe este título por ser considerado um místico devido à natureza profunda e transcendente de suas experiências espirituais, assim como à maneira como ele as expressou em sua poesia e escritos, onde refere-se à busca direta e pessoal da união com o divino, muitas vezes envolvendo experiências de êxtase, iluminação espiritual e amor místico.
Além de ser um grande poeta, admirado pela musicalidade de sua poesia e a beleza de seus versos, o santo, cuja festa é celebrada hoje, 14 de dezembro, é considerado um doutor da Igreja, canonizado pelo papa Pio XI.
Através de seus textos e poemas, sempre buscando ajudar a progredir rumo à união plena com Deus, ou mística. Em No "Cântico Espiritual", São João da Cruz mostra como a alma é purificada e gradualmente se aproxima de Deus, até amá-Lo da mesma forma que é amada por Ele.
Em "Chama de Amor Viva", São João da Cruz descreve a união transformadora com Deus, comparando-a ao fogo. Ele compara o trabalho purificador do Espírito Santo na alma ao processo em que o fogo consome a madeira até se tornar uma chama brilhante, iluminando e aquecendo a alma como uma festa contínua do Espírito Santo, antecipando a glória da união eterna com Deus.
"Subida ao Monte Carmelo" de São João da Cruz descreve a purificação progressiva da alma para alcançar a perfeição cristã, começando nos sentidos e continuando com as virtudes teologais rumo à união total com Deus.
"A Noite Escura" descreve o aspecto "passivo" da intervenção de Deus no processo de purificação da alma. São João da Cruz explica que o esforço humano sozinho não consegue erradicar completamente as más inclinações e hábitos, sendo necessária a ação especial de Deus para purificar radicalmente o espírito e prepará-lo para a união de amor com Ele. Esta purificação é chamada de "passiva" porque, embora seja aceite pela alma, é realizada pela obra misteriosa do Espírito Santo, consumindo toda a impureza como uma chama de fogo. Nesse estado, a alma enfrenta diversas provações, como se estivesse em uma noite escura.
Somente entenderemos o caminho espiritual do Castelo Interior de Santa Teresa se conseguirmos situar São João da Cruz com exatidão, pois seus escritos se dirigiam àqueles que já viviam sob as orientações espirituais do Carmelo reformado teresiano.
Para encontrar a resposta, em primeiro lugar temos que ter presente que a vida de S. João da Cruz não foi um “voar sobre as nuvens místicas”, mas uma vida muito árdua, deveras prática e concreta, quer como reformador da ordem, onde encontrou muitas oposições, quer como superior provincial, quer ainda no cárcere dos seus irmãos de hábito, onde esteve exposto a insultos incríveis e a maus tratos físicos. Foi uma vida dura, mas precisamente nos meses passados na prisão, ele escreveu uma das suas obras mais bonitas. 
E assim podemos compreender que o caminho com Cristo, o andar com Cristo, “o Caminho”, não é um peso acrescentado ao fardo já suficientemente grave da nossa vida, não é algo que tornaria ainda mais pesada esta carga, mas é algo totalmente diferente, é uma luz, uma força que nos ajuda a carregar este peso.
EDITH STEIN, SANTA TEREZA BENEDITA DA CRUZ
Nascida na Polonia em 12 de Outubro de 1891, a filosofa Edith Theresa Hedwig Stein, filha de alemães de religião judaica, foi educada na fé dos pais, mas no decurso dos anos tornou-se praticamente ateia, porém mantendo valores éticos e uma conduta moralmente impecáveis. 
Cerca de 100 anos atras, 1922, a filósofa Edith Stein, havia percorrido um longo caminho de conversão até chegar ao seu batismo em primeiro de janeiro e crisma em dois de fevereiro. Nos anos seguintes, aprofundou-se mais e mais na doutrina cristã e intensificou suas atuações dentro do Catolicismo. Uma década após, entro para a congregação das Carmelitas Descalças onde tomou nome de Tereza Benedita da Cruz.
O restante de sua vida, foi marcada por uma busca constante: busca da identidade própria, busca da dignidade humana, busca do sentido deste mundo, busca da verdade do ser, busca da fé, busca de Deus.
Em 1942, a Beata foi capturada na Holanda e aprisionada e internada no campo de concentração de Auschwitz, e juntamente com a irmã foi morta na câmara de gás poucos meses depois. Assim morreu como filha do seu povo martirizado e como filha da Igreja católica. Foi canonizada pelo papa João Paulo II em 1998 como mártir.
SANTA TERESA DE ÁVILA.
Conhecida como Santa Teresa de Jesus, nascida Teresa Sánchez de Cepeda y Ahumada, nascida em Ávila, na Espanha em 1515. Após perda do irmão mais velho e da mãe, foi enviada para estudar no Mosteiro Agostiano de Nossa senhora das Graças, porém devido a grave adoecimento precisa retornar a casa do pai, onde amadurece a decisão de entrar para o mosteiro Carmelita da Encarnação de Ávila,
Em seu “diário” conta que ser missionária era o seu desejo e que queria sê-lo não apenas durante alguns anos, mas por toda a vida, aliás até ao fim do mundo. Teresa foi “irmã espiritual” de vários missionários: do mosteiro acompanhava-os com as suas cartas, as suas orações e oferecendo sacrifícios contínuos por eles. Sem aparecer, intercedia pelas missões, como um motor que, escondido, dá a um veículo a força para ir em frente. 
No entanto, muitas vezes era incompreendida pelas suas irmãs monjas: teve delas “mais espinhos do que rosas”, mas aceitava tudo com amor, com paciência, oferecendo, juntamente com a sua doença, também os julgamentos e as incompreensões. E fê-lo com alegria, fê-lo pelas necessidades da Igreja, para que, como dizia, se espalhassem “rosas sobre todos”, especialmente sobre os mais afastados.
Ela compara as carmelitas a guerreiras, soldados defendendo um castelo. Teresa tem certeza de que sua oração é apostólica, move o mundo. E ela pode sustentar os grandes homens da época na defesa da fé.
Santa Teresa de Ávila concluiu sua vida terrena em pleno trabalho de fundação, em 1582, após estabelecer o Carmelo de Burgos. No retorno a Ávila, faleceu em 15 de outubro em Alba de Tormes, proferindo humildemente as palavras “No fim, morro como filha da Igreja”.
SÃO PEDRO
São Pedro nasceu em Betsaida, um pequeno vilarejo às margens do lago de Genesaré, ou Mar da Galileia, no norte de Israel. Seu nome de nascimento era Simão. Era filho de Jonas e tinha um irmão, André. Este foi quem o apresentou a Jesus. Os dois se tornaram discípulos de Jesus e mais tarde apóstolos. São Pedro era pescador e possuía um barco, em sociedade com seu irmão.
Quando conheceu Jesus Simão, disse a ele uma frase que mudaria sua vida: “Você será pescador de homens”, quando Jesus deu a São Pedro a missão de ser líder da Igreja, disse a ele: “tu és pedra, e sobre essa pedra edificarei a minha igreja”. Mais tarde o significado disso ficou claro: Pedro foi o primeiro Papa da Igreja, tornou-se a Pedra onde a Igreja encontra sua unidade.
Por pregar o Evangelho destemidamente, São Pedro foi preso várias vezes. Uma vez, em Jerusalém, um anjo de Deus o libertou da prisão passando por vários guardas. Depois de evangelizar e animar a Igreja em vários lugares, Pedro foi para Roma. Lá, liderou a Igreja que sempre crescia, apesar das perseguições.
Assim, os romanos descobriram seu paradeiro, prenderam-no e condenaram-no à morte de cruz por ser o líder da Igreja de Jesus Cristo. No derradeiro momento, São Pedro pediu para ser crucificado de cabeça para baixo, por não se julgar digno de morrer como seu Mestre. No imaginário popular, a passagem bíblica relatada no Evangelho de Mateus conferiu a São Pedro poderes sobrenaturais. Entre eles, o de controlar as chuvas. “É interpretado que, se ele tem a chave do céu, ele controla o que vem do céu.”
Dia 29 de junho é dia de São Pedro, o primeiro Papa, 'Santo das Chuvas' e o Alicerce da Igreja Católica.
SÃO PALOSão Paulo, Apóstolo (5-67) Nasceu em Tarso na Cilícia, era judeu e cidadão romano. Antes de se converter ao Cristianismo era conhecido como Saulo e perseguia os discípulos de Jesus nos arredores de Jerusalém, quando teve uma visão de Jesus envolto numa luz incandescente e desde então começou suas pregações do Cristianismo.
São Paulo disse a Timóteo: “Prega a Palavra, insiste oportuna e inoportunamente […]. Porque virá o tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação” (II Timóteo 4.2a.3a). As pessoas, hoje, se atiram às fábulas; aparece qualquer um com seitas e as pessoas vão atrás, largam o Cristianismo. Portanto, você, cristão católico, pregue insistentemente a verdade!
Celebramos, no dia 25 de janeiro, a festa litúrgica da conversão de São Paulo Apóstolo, um dos maiores propagadores do evangelho de Jesus no Novo Testamento.

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