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Confidencial até o momento da aplicação.
concurso público
001. Prova objetiva
AGEnTE DE EDucAÇÃo inFAnTil
� Você recebeu sua folha de respostas, este caderno, contendo 50 questões objetivas, e o caderno de questões 
dissertativas.
� confira seus dados impressos na capa deste caderno e na folha de respostas.
� Quando for permitido abrir o caderno, verifique se está completo ou se apresenta imperfeições. caso haja algum 
problema, informe ao fiscal da sala para a devida substituição desse caderno.
� leia cuidadosamente todas as questões e escolha a resposta que você considera correta.
� Marque, na folha de respostas, com caneta de tinta preta, a letra correspondente à alternativa que você escolheu.
� A duração das provas objetiva e dissertativa é de 4 horas, já incluído o tempo para o preenchimento da folha de 
respostas e para a transcrição das respostas definitivas.
�	Só	será	permitida	a	saída	definitiva	da	sala	e	do	prédio	após	transcorridos	75%	do	tempo	de	duração	das	provas.
� Deverão permanecer em cada uma das salas de prova os 3 últimos candidatos, até que o último deles entregue sua 
prova, assinando termo respectivo.
� Ao sair, você entregará ao fiscal o caderno de questões dissertativas, a folha de respostas e este caderno.
� Até que você saia do prédio, todas as proibições e orientações continuam válidas.
aguarde a ordem do fiscal Para abrir este caderno.
nome do candidato
prédio sala carteirainscriçãorG
Confidencial até o momento da aplicação.
3 PCAM2202/001-AgEducaçãoInfantilConfidencial até o momento da aplicação.
conHecimentos gerais
Língua Portuguesa
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
História de um olhar
O mundo é salvo todos os dias por pequenos gestos. Di-
minutos, invisíveis. O mundo é salvo por um olhar. Que envol-
ve e afaga. Abarca. Resgata. Reconhece. Salva.
Inclui.
Esta é a história do olhar de uma professora chamada 
Eliane Vanti e de um andarilho chamado Israel Pires.
Um olhar que nasceu na Vila Kephas. Nesta vila, cheia de 
presságios e de misérias, vagava um rapaz de 29 anos com 
o nome de Israel. Imundo, meio abilolado, malcheiroso, Israe l 
v ivia atirado num canto ou outro da vila. Desregulado das 
ideias, segundo o senso comum. Escorraçado como um cão, 
torturado pelos garotos maus. Israel era a escória da escória.
Um dia Israel se aproximou de um menino. De nove 
anos, chamado Lucas. Olhos de amêndoa, rosto de escon-
derijo. Bom de bola, bom de rua. De tanto gostar do menino 
que lhe sorriu, Israel o seguiu até a escola. Israel chegou até 
lá por fome. De comida, de afago, de lápis de cor. Fome de 
um olhar.
Eliane, a professora, descobriu Israel. Desajeitado, enver-
gonhado. Um vulto, um espectro na porta da escola. Com um 
sorriso inocente e uns olhos de vira-lata pidão. Eliane viu Israel. 
E Israel se viu refletido no olhar de Eliane. E o que se passou 
naquele olhar foi um milagre de gente. Israel descobriu nos 
olhos da professora que era um homem, não um escombro.
Israel perseguiu o olho de espelho da professora. E, quan-
do perceberam, Israel estava na janela da sala de aula da 
s egunda série C. Uma cena e tanto. Israel na janela, espiando 
para dentro. Cantando no lado de fora, desenhando com os 
olhos. Quando o chamavam, fugia.
E, num dia de agosto, Israel completou a subversão. Cru-
zou a porta e pintou bonecos de papel. Israel estava todo 
dentro do olhar da professora. Israel, o pária, tinha se trans-
formado em Israel, o amigo. Ganhou roupas, ganhou pasta, 
ganhou lápis de cor. Trazia até umas pupilas novas, enormes, 
iluminadas. E um sorriso também recém-inventado.
Israel, capturado pelo olhar da professora, nunca mais 
a abandonou. Vive hoje nesse olhar em formato de sala de 
aula, cercado por 31 pares de olhos de infância que lhe con-
tam histórias, puxam a mão e lhe ensinam palavras novas. E 
as crianças, que têm na escola um intervalo entre a violência 
e a fome, descobriram-se livres de todos os destinos traça-
dos nos olhos de Israel.
(Eliane Brum. A vida que ninguém vê. Porto Alegre: 
Arquipélago Editorial, 2006. Excerto adaptado)
01. O texto narra a história
(A) do sentimento de confiança e de pertencimento que 
o gesto acolhedor de uma professora desperta em 
um andarilho.
(B) da situação de degradação que se instala na escola 
da Vila Kephas, onde falta desde lápis de cor à ali-
mentação das crianças.
(C) da relação conflituosa entre uma professora e seus 
alunos, subitamente alterada pela presença de um 
andarilho na escola.
(D) dos acontecimentos determinantes para que Israel se 
tornasse um adulto miserável e desregulado das ideias.
(E) de aprofundamento da miséria em que vivia Israel, 
um andarilho que rondava uma escola primária da 
Vila Kephas.
02. A expressão destacada na frase do 5o parágrafo “De tant o 
gostar do menino que lhe sorriu, Israel o seguiu até a 
e scola.” exprime, no contexto,
(A) a finalidade de Israel ao seguir o menino.
(B) o modo como Israel gostava do menino.
(C) a causa de Israel ter seguido o menino.
(D) a oposição do menino a que Israel o seguisse.
(E) a ausência de interesse do menino por Israel.
03. A leitura da narrativa permite concluir que foi funda-
mental para a transformação pela qual passa Israel
(A) a atitude dele de abandonar os amigos e a diversão 
das ruas e passar a se dedicar integralmente à escola.
(B) o seu desempenho escolar, que desfaz o estigma de 
tolo que lhe fora atribuído pelo senso comum.
(C) a tenacidade com que ele passa a perseguir o ideal 
de também fazer a diferença na vida dos alunos.
(D) a alimentação que passara a receber às escondidas 
da professora e de parte dos alunos da escola.
(E) a forma como ele próprio passa a se perceber, em 
virtude do modo como é notado pela professora.
04. No contexto da narrativa, está empregada em sentido 
figurado a palavra destacada em:
(A) Israel chegou até lá por fome. De comida, de afago, 
de lápis de cor. Fome de um olhar. (5o parágrafo)
(B) Esta é a história do olhar de uma professora chama-
da Eliane Vanti e de um andarilho chamado Israel 
Pires. (3o parágrafo)
(C) Nesta vila, cheia de presságios e de misérias, 
v agava um rapaz de 29 anos com o nome de Israel. 
(4o parágrafo)
(D) Trazia até umas pupilas novas, enormes, ilumina-
das. E um sorriso também recém-inventado. (penúl-
timo parágrafo)
(E) Israel na janela, espiando para dentro. Cantando no 
lado de fora, desenhando com os olhos. (7o parágrafo)
4PCAM2202/001-AgEducaçãoInfantil Confidencial até o momento da aplicação.
07. O excerto permite concluir que o narrador
(A) encontrava no parco conhecimento que tinha da rea-
lidade um empecilho para admitir o que se afirmava 
nos livros escolares.
(B) desdenhava da insistência antiquada do velho pro-
fessor em exigir que as lições fossem escritas com 
uma caligrafia impecável.
(C) esforçava-se em vão realizando as atividades esco-
lares, já que o receio dos castigos não lhe permitia 
ampliar o entendimento.
(D) tinha na dificuldade para escrever legivelmente um 
forte impeditivo para que avançasse no entendimen-
to dos conteúdos escolares.
(E) comprazia-se em perceber que as lições dos livros 
pouco acrescentavam àquilo que já sabia das expe-
riências na fazenda do avô.
08. Assinale a alternativa em que a reescrita da oração “A 
letra, porém, é que não tinha jeito de melhorar.”, com o 
termo em destaque substituído, preserva o sentido que 
estabelece no contexto de leitura.
(A) Porque a letra é que não tinha jeito de melhorar.
(B) Conforme a letra é que não tinha jeito de melhorar.
(C) Portanto a letra é que não tinha jeito de melhorar.
(D) Todavia a letra é que não tinha jeito de melhorar.
(E) Enquanto a letra é que não tinha jeito de melhorar.
09. Exprime circunstância de modo, no contexto em que é 
empregada, a expressão destacada na frase:
(A) ... ao tempo em que ia aos poucos sabendo de coi-
sas que me pareciam absurdas. (último parágrafo)
(B) O meu nervoso talvez que fosse o responsável pelos 
meus garranchos. (1o parágrafo)
(C) Às vezesdistraía-me, e parava de escrever. (4o 
parágrafo)
(D) ... mas acreditar nelas custava muito à minha com-
preensão limitada das coisas. (último parágrafo)
(E) ... o Sol nascia num canto e se punha noutro. (último 
parágrafo)
10. A expressão verbal destacada na frase “Em pouco tem-
po, adiantara-me bastante.” está corretamente substi-
tuída pela forma composta equivalente, sem prejuízo de 
sentido ao texto, em:
(A) Em pouco tempo, teria me adiantado bastante.
(B) Em pouco tempo, terei me adiantado bastante.
(C) Em pouco tempo, tinha me adiantado bastante.
(D) Em pouco tempo, tivesse me adiantado bastante.
(E) Em pouco tempo, tenho me adiantado bastante.
05. Assinale a alternativa em que a oração redigida a partir 
do texto está em conformidade com a norma-padrão de 
concordância verbal e nominal.
(A) Uma vez recebidas, as roupas novas passaram a ser 
orgulhosamente exibida por Israel.
(B) Mudanças são produzidas a partir de gestos como o 
protagonizado pela professora Eliane.
(C) As crianças esperavam impaciente pela hora de contar 
histórias ao aluno recém-chegado.
(D) A atitude natural e desinteressada das crianças 
transmitiram grande confiança ao rapaz.
(E) Eram imensa e de natureza diversa as dificuldades 
que impediam Israel de frequentar a escola.
06. Assinale a alternativa em que a alteração da posição do 
pronome conforme indicado nos parênteses está em con-
formidade com a norma-padrão de colocação pronominal.
(A) Um dia Israel se aproximou de um menino. (aproxi-
mou-se)
(B) De tanto gostar do menino que lhe sorriu... (sorriu-lhe)
(C) Israel, o pária, tinha se transformado em Israel, o 
amigo. (tinha transformado-se)
(D) ... puxam a mão e sempre lhe ensinam palavras 
novas. (ensinam-lhe)
(E) ... 31 pares de olhos de infância que lhe contam his-
tórias... (contam-lhe)
Leia o texto para responder às questões de números 07 a 10.
O velho professor tinha razão. Em pouco tempo, adian-
tara-me bastante. Estava nas frações e quase no fim do ter-
ceiro livro de leitura. A letra, porém, é que não tinha jeito de 
melhorar. O meu nervoso talvez que fosse o responsável pe-
los meus garranchos. Cobria com cuidado os cadernos de 
caligrafia, e os borrões insistiam em ficar em cada página.
– Se este caderno vier borrado amanhã, o senhor se 
arrepende.
E ia borrado. Caprichava, esforçava-me, mobilizava toda 
a minha paciência, e no fim a pena obedecia aos meus pobres 
nervos, e a tinta marcava-me a condenação ao castigo.
Às vezes distraía-me, e parava de escrever. Pensava lon-
ge, nas minhas cismas de veneta. A advertência do professor 
não deixava que tomasse o gosto contemplativo:
– Acabe logo com isto, para vir depois com a lição de 
leitura.
Dava também geografia. O mundo crescia para mim. Era 
mais alguma coisa que a fazenda do meu avô e o colégio do 
Professor Maciel. Havia um certo encanto na virgindade da 
minha ignorância, ao tempo em que ia aos poucos sabendo 
de coisas que me pareciam absurdas. O Sol era maior que a 
Terra. E a terra era que andava em torno dele. Os livros afir-
mavam estas verdades, mas acreditar nelas custava muito à 
minha compreensão limitada das coisas. Via a lua correndo 
no céu; o Sol nascia num canto e se punha noutro. E por mais 
que a geografia contasse suas histórias, e os globos terres-
tres girassem em cima da mesa, ficava acreditando mesmo 
no que estava vendo com meus próprios olhos.
(José Lins do Rego. Doidinho. São Paulo: José Olympio, 1979. 
Excerto adaptado)
5 PCAM2202/001-AgEducaçãoInfantilConfidencial até o momento da aplicação.
r a s c u n H oMateMática e raciocínio Lógico
11. Em uma escola, há 150 crianças na Educação Infantil, 
das quais gostam de leite com chocolate. Das demais
crianças, gostam de leite puro e as outras preferem leite 
com groselha. Em relação ao número total de crianças da 
Educação Infantil, aquelas que preferem leite com groselha 
correspondem a
(A) 
(B) 
(C) 
(D) 
(E) 
12. Uma empresa irá dividir um prêmio de R$ 10.000,00 
entre seus três melhores vendedores de modo direta-
mente proporcional ao tempo de trabalho, em anos, 
que cada um tem na empresa. Se os tempos de serviço 
desses vendedores são 9 anos, 6 anos e 5 anos, então, 
o vendedor com maior tempo de serviço irá receber o 
valor de
(A) R$ 5.000,00.
(B) R$ 4.500,00.
(C) R$ 6.000,00.
(D) R$ 5.500,00.
(E) R$ 4.000,00.
13. Em uma escola, o número de alunos do Ensino Funda-
mental II corresponde a 80% do número de alunos do 
Ensino Fundamental I, e o número de alunos do Ensino 
Fundamental I corresponde a 75% do número de alunos 
da Educação Infantil. Se no Ensino Fundamental II há 
240 alunos, o número de alunos da Educação Infantil é
(A) 400.
(B) 350.
(C) 450.
(D) 300.
(E) 500.
6PCAM2202/001-AgEducaçãoInfantil Confidencial até o momento da aplicação.
r a s c u n H o14. Para montar uma exposição de trabalhos de alunos, 9 
professores, todos de mesmo desempenho, trabalharam 
durante 10 horas. Nessas mesmas condições, o número 
de professores necessários para fazer essa montagem 
em apenas 6 horas, seria
(A) 12.
(B) 13.
(C) 14.
(D) 15.
(E) 16.
15. Em uma escola, na sexta-feira, faltaram 2 alunos do 
1o ano A, e no 1o ano C faltaram 2 alunos a mais do que 
o número de alunos que faltaram do 1o ano B. Se, nesse 
dia, a média de faltas dessas três salas foi 4, então, o 
número de alunos que faltaram do 1o ano C foi
(A) 6.
(B) 3.
(C) 2.
(D) 5.
(E) 4.
16. Em uma caixa, há bastões de giz branco e bastões de giz 
colorido, totalizando 40 bastões. Se o número de bastões 
de giz colorido é igual a 
5
3
 do número de bastões de giz 
branco, então, o número de bastões de giz colorido é
(A) 20.
(B) 25.
(C) 15.
(D) 35.
(E) 30.
17. Para uma festa foi preparada determinada quantidade de 
litros de suco. Com essa quantidade é possível colocar 
250 mL em cada um dos copos disponíveis, mas, se forem 
colocados 300 mL em cada copo, 5 dos copos disponí-
veis não serão utilizados. O número de litros preparados 
de suco foi
(A) 8,0.
(B) 9,0.
(C) 7,5.
(D) 7,0.
(E) 8,5.
7 PCAM2202/001-AgEducaçãoInfantilConfidencial até o momento da aplicação.
r a s c u n H o18. A medida do comprimento de uma sala retangular é 
o dobro da medida do lado de uma sala quadrada com 
16 m2 de área. Se a medida da largura dessa sala retan-
gular é 3 m, então, seu perímetro é igual a
(A) 18 m.
(B) 24 m.
(C) 20 m.
(D) 16 m.
(E) 22 m.
19. Quatro amigos marcaram um encontro em um café. 
Alex não foi o primeiro a chegar, mas chegou antes de 
Roberto. Bete chegou antes de Denise e Roberto chegou 
depois de Bete. Nessas condições, pode-se afirmar, com 
certeza, que
(A) Denise foi a última a chegar.
(B) Bete foi a primeira a chegar.
(C) Denise chegou antes de Alex.
(D) Roberto foi o terceiro a chegar.
(E) Bete foi a segunda a chegar.
20. A tabela mostra o tempo gasto por uma pessoa na reali-
zação de 4 tarefas.
Tarefa Tempo gasto
Corrigir provas 3 horas e 50 minutos
Pagar contas no banco 40 minutos
Fazer supermercado 1 hora e 40 minutos
Passear com o cachorro 45 minutos
Sabe-se que essa pessoa gosta de assistir um seriado 
cujos episódios têm duração de 45 minutos cada. Portan-
to, com o tempo total gasto nessas 4 tarefas, o número 
máximo de episódios dessa série que poderiam ser as-
sistidos é
(A) 9.
(B) 11.
(C) 10.
(D) 8.
(E) 7.
8PCAM2202/001-AgEducaçãoInfantil Confidencial até o momento da aplicação.
24. Pensando no momento do banho dos bebês e crianças 
pequenas na creche, assinale a alternativa correta.
(A) O período do banho deve prever condições materiais 
como banheiras seguras e higiênicas para bebês e 
água limpa em temperatura confortável, sabonetes, 
toalhas, pentes.
(B) O banho serve também para relaxar, refrescar, além 
de limpar e higienizar, proporcionar conforto, sem o 
intuito de preservar a integridade da pele.
(C) Dar o banho em todas as crianças, mesmo que a famí-
lia prefira dar em casa, por acreditar que é sua obriga-
ção fazer isso, mesmo quando a criança está limpa.
(D) O banho nãodeve ser planejado, visto que não é 
uma atividade pedagógica e ocorre sempre quando 
as crianças se sujarem.
(E) Os professores devem evitar oferecer brincadeiras 
durante o banho, pois podem desviar a atenção da 
criança para esse momento.
25. Um dos importantes momentos nas escolas de educação 
infantil é o momento de sono dos bebês e das crianças 
pequenas.
Com relação a essa questão, está correto o que se 
afirma em:
(A) Manter os bebês e as crianças que estão dormindo, 
ou desejando dormir em ambientes claros ou ruidosos.
(B) Fornecer colchonetes plastificados forrados com len-
çóis limpos e de uso compartilhado entre as crianças.
(C) Estabelecer horários para esse momento, visto que 
as necessidades das crianças são iguais.
(D) Flexibilizar os horários de sono e repouso, uma vez 
que esse momento depende de cada criança.
(E) Organizar quaisquer ambientes para sono ou para 
atividades mais repousantes, pois esses momentos 
dispensam condições específicas.
26. Com relação à organização do espaço e dos materiais na 
educação infantil, as ferramentas tecnológicas mostram-se 
importantes no processo educativo. Nesse sentido, está 
correto o que se afirma em:
(A) O espaço tecnológico deve ser uma limitação da sala 
de referência onde se pode explorar outros tipos de 
equipamentos, usando-os como outras linguagens, 
enriquecendo as experiências das crianças.
(B) As ferramentas tecnológicas devem ser utilizadas 
para registrar e reproduzir dados, acessar informa-
ções, viabilizar o criar, o expressar, o brincar, o jogar, 
e estar relacionadas com atividades humanas que 
lhes dão significado.
(C) Experiências com os equipamentos disponibilizados 
nesse espaço deverão promover atividades como 
algo excepcional, descontextualizado dos projetos e 
da própria rotina das crianças.
(D) A tecnologia deve oferecer uma única experiência 
de linguagem, com o uso de gravadores, projetores, 
máquinas fotográficas e outros recursos tecnológi-
cos e midiáticos.
(E) Esse espaço deve ser pensado como um ”apêndice” 
da instituição, onde as crianças terão um atendimen-
to no treino do uso de computadores como uma ativi-
dade pertinente das interações vividas no cotidiano.
conHecimentos esPecÍficos
21. Por meio de suas ações lúdicas, de suas primeiras intera-
ções com e no mundo brincando consigo mesmas e com 
seus pares, as crianças produzem
(A) características biológicas distintas das dos adultos.
(B) polarização do raciocínio infantil.
(C) cidadãos éticos e conscientes.
(D) segregação do pensamento de proteção infantil.
(E) outra forma cultural de estabelecer relações sociais.
22. A seguir estão apresentadas algumas ações de escolas 
quanto à alimentação das crianças.
Escola A: Exige que todas as crianças comam todos os 
tipos de alimentos em ritmos iguais.
Escola B: Oferece pratos, talheres e copos de vidro por 
serem mais resistentes.
Escola C: Oferece o mesmo cardápio diariamente com 
orientação da nutricionista escolar.
Escola D: Diversifica a alimentação das crianças, educan-
do-as para uma dieta equilibrada e variada.
Escola E: Estimula que todos os alunos comam os mes-
mos alimentos no mesmo espaço de tempo.
Aquela que apresenta uma prática correta e adequada 
com relação aos cuidados com a alimentação das crian-
ças é a escola
(A) A.
(B) B.
(C) C.
(D) D.
(E) E.
23. Leia o excerto a seguir, e assinale a alternativa que com-
pleta corretamente a lacuna.
O gesto inicial vai sugerindo novos modos de compreen-
são de movimentos como chacoalhar e apertar. Final-
mente, os bebês começam a ser reconhecidos como 
pessoas potentes que interagem no mundo e aprendem 
 .
(A) a partir de 1 (um) ano de idade
(B) desde que começam a falar
(C) desde que nascem
(D) a partir de seu ingresso na escola
(E) após passarem pela creche
9 PCAM2202/001-AgEducaçãoInfantilConfidencial até o momento da aplicação.
28. Suzana é Agente de Educação Infantil em uma escola 
na cidade de Campinas, e, como parte de seu traba-
lho, está sempre observando os diversos ambientes e 
os espaços escolares para atender satisfatoriamente 
às crianças. Nessa escola, Suzana mantém ventilado, 
limpo e seguro o ambiente onde elas dormem, sendo 
disponibilizado berço para bebês até 8 meses e col-
chonetes ou camas empilháveis para bebês e crianças 
acima dessa idade, considerando cada um desses um 
mobiliário i ndividual.
Com relação à organização dos espaços físicos, a prática 
de Suzana está
(A) parcialmente correta, pois o berço é indicado para 
crianças de qualquer idade, e outros materiais, como 
os colchonetes, devem ser evitados por terem conta-
to direto com o chão.
(B) parcialmente correta, pois os berços e colchonetes 
devem ser disponibilizados de forma compartilhada, 
podendo dormir ou descansar duas crianças no mes-
mo mobiliário.
(C) parcialmente correta, pois devem ser disponibiliza-
das camas para os bebês e para as crianças aci-
ma de 1 (um) ano, mantendo o espaço com janelas 
fechadas de forma a evitar entrada de ar que pode 
causar infecções respiratórias.
(D) totalmente incorreta, pois a ventilação pode causar 
doenças respiratórias nas crianças, e o berço deve 
ser compartilhado a todas as crianças de qualquer 
idade, evitando-se camas empilháveis.
(E) totalmente correta, pois está mantendo, de forma ade-
quada e necessária, todas as condições referentes ao 
ambiente e mobiliários para os bebês e as crianças.
29. O horário de entrada e saída das crianças na escola é um 
momento que requer atenção e cuidados. Assim, Carlos, 
que é Agente de Educação Infantil, aprendeu que nesses 
horários é importante
(A) oferecer às crianças, no horário da saída, espaços 
para brincar com supervisão de um profissional 
e nquanto aguardam os pais ou responsáveis.
(B) instalar alarme sonoro, sineta, campainha ou qual-
quer outro dispositivo sonoro sempre que uma crian-
ça adentrar a escola.
(C) deixar que as crianças brinquem livremente pela 
e scola, sem supervisão de algum profissional, para 
que desenvolvam autonomia e senso de liberdade.
(D) entregar a criança a qualquer pessoa que vá buscá-
-la dispensando a burocracia dos documentos de 
autorização.
(E) organizar as crianças em filas, no horário da entrada 
e da saída, de forma que aguardem seus pais ou 
responsáveis nessa posição de pé.
27. Os cuidados com a higienização pessoal e dos ambien-
tes passaram a ser intensificados a partir da pandemia 
da C ovid-19. Com relação aos profissionais que traba-
lham com bebês e crianças pequenas, a conduta que 
está de acordo com os protocolos sanitários vigentes é 
a lavagem
(A) de mãos e rostos com álcool em gel 48%, sem uso 
de água e sabão antes do início do trabalho, após 
usar o banheiro, manusear alimentos cozidos, pron-
tos, manusear objetos de trabalho compartilhados e 
antes da colocação da máscara, sendo dispensável 
a lavagem após a retirada da máscara.
(B) do corpo todo (banho) assim que chegar no local de 
trabalho, lavagem das mãos após tossir, espirrar, 
usar o banheiro, tocar em dinheiro, manusear ali-
mentos cozidos, prontos ou in natura, manusear lixo 
e manusear objetos de trabalho individuais.
(C) de mãos ou higienização com álcool em gel 70% 
a ntes do início do trabalho, após tossir, espirrar, usar 
o banheiro, tocar em dinheiro, manusear alimentos 
cozidos, prontos ou in natura, manusear lixo, manu-
sear objetos de trabalho compartilhados e antes e 
após a colocação da máscara.
(D) de mãos e dos pés ou higienização de todos os 
membros com álcool em gel 70% após chegar da rua 
e antes do início do trabalho; após tossir, espirrar, 
usar, manusear alimentos in natura, manusear lixo, 
manusear objetos de trabalho individuais e antes e 
após a colocação da máscara.
(E) de mãos e braços com álcool em gel 92% antes 
do início do trabalho e após finalizar as atividades 
laborais, após tossir, espirrar, usar o banheiro, 
t ocar em dinheiro, manusear alimentos prontos ou 
in natura, manusear lixo, manusear objetos de tra-
balho compartilhados e antes e após a colocaçãoda máscara.
10PCAM2202/001-AgEducaçãoInfantil Confidencial até o momento da aplicação.
32. A organização dos grupos multietários na educação 
i nfantil significa um encontro com o outro. Deste modo, 
defende-se que essa configuração de grupo deve ser 
adotada como
(A) medida paliativa para suprir a lista de espera de v agas 
nas creches e em escolas de educação infantil.
(B) forma de ser e de estar no mundo, classificando 
as crianças em sua homogeneidade e no modo de 
s ocialização individualizadas.
(C) intervenção do Ministério Público para garantir o 
acesso das crianças nas instituições.
(D) proposta de organização do espaço educativo de for-
ma fragmentada, pautada pela educação das crian-
ças mais velhas segundo a lógica da semelhança.
(E) garantia do direito da maneira como as crianças se 
constituem e suas formas de ser e de estar no mun-
do, sua heterogeneidade e suas culturas infantis.
33. O Agente de Educação Infantil deve conhecer alguns 
d ocumentos importantes que são utilizados no exercício 
de sua função. Um deles é a ordem de serviço que se 
caracteriza como um documento que
(A) serve como ferramenta de comunicação externa 
d ispensável para a execução dos trabalhos das 
o rganizações.
(B) mantém o fluxo de trabalho descontrolado, servindo 
como mais uma tarefa burocrática.
(C) deve ser criado pelos responsáveis legais do aluno 
ou por determinação de um contrato da escola.
(D) formaliza o serviço a ser prestado para um cliente e 
serve como ponto de partida para a organização do 
trabalho.
(E) oficializa algumas atividades pedagógicas como a 
elaboração do planejamento de aulas dos docentes.
34. Ao nascerem, as crianças são mergulhadas no mundo da 
cultura, estabelecem múltiplas relações e a reinventam 
em sua confluência das experiências que realizam coti-
dianamente. Produzem sentidos, significados e reconfi-
guram o mundo na multiplicidade de relações.
Frente a isso, espera-se que o profissional da educação 
infantil
(A) adote uma postura investigativa, que considera as 
crianças protagonistas, criadoras, inventoras, que 
têm no brincar o constitutivo do humano.
(B) assimile concepções espontaneístas e etapistas do 
desenvolvimento das crianças em fases lineares pre-
determinadas no constitutivo da educação infantil.
(C) adquira uma concepção pré-determinista que enten-
de as crianças em sua multiplicidade e prevê o que 
elas realizarão.
(D) entenda que os textos narrativos, poéticos e cientí-
ficos são o conteúdo principal da aprendizagem das 
crianças na creche.
(E) realize uma prática que uniformiza comportamentos 
infantis, acreditando que a padronização de atitudes 
é elemento favorável ao desenvolvimento infantil.
30. O caso a seguir relata uma atividade realizada em uma 
escola de educação infantil. 
Entre os projetos desenvolvidos para aproximar 
e scola e famílias, Elisângela cita o que realizou em 
2010, com crianças de dois anos de idade. Os pais 
ajudaram a coletar garrafas descartáveis de plástico 
e outros materiais para confeccionar jogos e brin-
quedos capazes de exercitar a musculatura facial e 
a uxiliar no processo de adaptação e socialização das 
crianças. “Eles aprenderam a usar esses recursos 
também em casa para ajudar no processo da cons-
trução da linguagem”, explica.
Com base nos procedimentos para atendimento e aco-
lhimento às famílias das crianças na educação infantil, a 
atividade descrita está
(A) parcialmente adequada, visto que o acolhimento dos 
pais contribui com o processo educativo, porém a ati-
vidade proposta é desaconselhável para crianças de 
dois anos de idade.
(B) inadequada, pois esse tipo de ação realizada pelos 
pais configura-se como atividade laboral, passível de 
remuneração.
(C) adequada, visto que acolhe os pais ou responsáveis 
e contribui com a participação destes no processo 
educativo das crianças.
(D) parcialmente adequada, pois, como atividade peda-
gógica, se mostra eficiente, mas não deveria ter a 
c olaboração dos pais.
(E) inadequada, porque esse tipo de atividade é desa-
conselhável para crianças de dois anos de idade e 
ainda sobrecarrega as famílias que já têm inúmeros 
afazeres diários.
31. A aquisição de materiais e insumos pedagógicos na edu-
cação infantil, feita pela rede de ensino, deve levar em 
consideração, prioritariamente,
(A) os professores da unidade escolar.
(B) as crianças da unidade escolar.
(C) os funcionários da unidade escolar.
(D) os pais e os gestores da unidade escolar.
(E) os profissionais das secretarias de educação.
11 PCAM2202/001-AgEducaçãoInfantilConfidencial até o momento da aplicação.
37. Joice é professora em uma escola municipal de Campi-
nas atuando em uma turma de 4 anos. Em uma ativida-
de proposta por ela, as crianças irão produzir um bolo, 
momento este, em que deverão manusear ingredientes 
como farinha, ovos, cacau, açúcar, tigelinhas, colheres, 
xícaras (de plástico), entre outros utensílios domés ticos. 
Nesse caso, o agente de Educação Infantil
(A) deverá restringir suas atribuições ao acompanhamento 
das atividades recreativas no horário do lanche, fican-
do proibido de auxiliar a professora nessa atividade.
(B) poderá acompanhar a atividade, visto que uma de 
suas atribuições é auxiliar no desenvolvimento das 
atividades que favoreçam a aprendizagem e a inte-
ração entre as crianças e os adultos.
(C) deverá atuar somente na prevenção das situações 
de conflitos entre as crianças, negando auxílio aos 
professores durante atividades como essa proposta 
pela Joice.
(D) poderá acompanhar a atividade, porém, deve prio-
rizar atividades como trocas de fraldas, auxílio no 
m omento de higienização, como do banho e da 
e sco vação de dentes.
(E) poderá acompanhar a atividade, porém, sem regis-
trar nenhuma ocorrência do momento em questão, 
considerando que esse registro não faz parte de 
suas atribuições.
38. Vários são os recursos materiais na educação infantil 
entendidos como mobiliário e que devem ter presença 
obrigatória nas instituições de educação infantil de forma 
cuidadosamente planejadas. A escola onde Elias traba-
lha como Agente de Educação Infantil tem os seguintes 
materiais próprios para as crianças: brinquedos, livros, 
lápis, papéis, tintas, pincéis, tesouras sem ponta, cola 
branca, massa de modelar, argila, jogos os mais diver-
sos, blocos para construções, material de sucata, roupas 
e panos para brincar.
Quanto à disponibilização de materiais pedagógicos, 
essa escola deve
(A) acrescentar potinhos com água clorada.
(B) retirar as tintas por produzirem muita sujeira.
(C) retirar a argila por ser substância inflamável.
(D) retirar as sucatas que devem ir para a reciclagem.
(E) acrescentar colchonetes e travesseiros.
39. Na educação infantil, é preciso que exista mobiliário ade-
quado para o desenvolvimento satisfatório do processo 
educativo. 
Em relação a essa questão, está correto o que se afirma 
em:
(A) Os materiais pedagógicos devem ficar em armários 
trancados.
(B) O mobiliário deve estar disposto para uso espontâ-
neo, sem orientação do professor.
(C) O mobiliário deve ser de diversos tamanhos, até 
mesmo fora do alcance das crianças.
(D) A manutenção dos materiais pelos próprios alunos é 
uma prática de aprendizado.
(E) A reposição de materiais deve ocorrer de forma 
e sporádica e não fazer parte da rotina.
35. A participação do Agente de Educação Infantil na elabo-
ração e no cumprimento do Projeto Pedagógico da esco-
la é requisito para que as ações nele propostas aconte-
çam de forma satisfatória. Sendo assim, esse profissional 
deve colaborar para que esse projeto
(A) estabeleça instrumentos diversificados de avaliação 
que contemplem a avaliação diagnóstica, contínua 
e somatória com fins de classificação e promoção.
(B) proponha contextos adequados para que as crianças 
experimentem possibilidades iguais de aprendiza-
gem e construam sentidos particulares e individuais.
(C) assegure às crianças condições para que aprendam 
em situações estimulantes e desafiadoras, construin-
do significadossobre si, os outros e o mundo social 
e natural.
(D) oferte a instrução e a educação trilíngue, sendo a 
Libras a primeira língua para as crianças com defi-
ciência auditiva e a Braille para crianças com deficiên-
cia visual.
(E) garanta a ruptura entre os currículos da educação 
infantil e as práticas pedagógicas das Instituições 
de Educação Infantil e das Escolas de Ensino 
F undamental.
36. As brincadeiras na educação infantil têm um papel privile-
giado. Por isso, é necessário fazer com que as brincadei-
ras na escola sejam bem planejadas e que a ludicidade 
se torne ainda mais potente e propositiva. Uma atitude 
fundamental dos profissionais para que essa prática 
ocorra satisfatoriamente é a que se dá 
nas falas das crianças, nas escolhas, no choro e até mes-
mo nos silêncios; no estar atento na maneira pela qual as 
brincadeiras acontecem, reparando como cada criança 
interage, pensa e se relaciona, seja com os seus colegas 
ou com as próprias brincadeiras em si.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacu-
na do excerto.
(A) escuta passiva
(B) escuta inativa
(C) escuta ativa
(D) observação solidária
(E) observação semântica
12PCAM2202/001-AgEducaçãoInfantil Confidencial até o momento da aplicação.
43. O Conselho Tutelar de um determinado município requi-
sitou serviços públicos nas áreas de saúde, educação, 
serviço social, previdência, trabalho e segurança para as 
crianças e adolescentes daquela cidade.
Considerando o art. 136 do ECA, esta requisição
(A) não procede, pois somente o Poder Público Federal 
pode fazer tais requisições.
(B) não procede, pois somente o Poder Executivo muni-
cipal pode fazer tais requisições.
(C) procede parcialmente, pois o Conselho Tutelar pode 
requisitar serviços nas áreas de saúde e educação, 
apenas.
(D) procede parcialmente, pois o Conselho Tutelar pode 
requisitar serviços nas áreas de serviço social, apenas.
(E) procede, pois faz parte, dentre outras, das atribui-
ções do Conselho Tutelar.
44. Pedro, de 7 anos, é irmão de Gabriel de 10 anos. A mãe 
deles quer matriculá-los na mesma escola pública e gra-
tuita, pois, segundo a legislação, estão na mesma eta-
pa da educação (ensino fundamental). De acordo com o 
ECA, art. 53, a mãe dos meninos
(A) pode matricular apenas o Pedro.
(B) não pode matriculá-los na mesma escola por esta-
rem na mesma etapa da educação.
(C) precisa matricular os filhos em escolas diferentes em 
função de suas idades.
(D) pode matriculá-los na mesma escola porque estão 
na mesma etapa da educação.
(E) pode matricular apenas o Gabriel.
45. De acordo com o ECA, art. 131, é 
órgão e , não juris-
dicional, encarregado de zelar pelo 
cumprimento dos direitos da criança e do adolescente, 
definidos nessa Lei.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectiva-
mente, as lacunas do excerto.
(A) o Conselho da Criança e do Adolescente … perma-
nente … submisso ao Estado … pelo Estado
(B) o Conselho Federal do Adolescente … permanente … 
autárquico … pelo Governo Federal
(C) o Conselho Tutelar … permanente … autônomo … 
pela sociedade
(D) o Conselho Municipal da Criança … intermitente … 
dependente da prefeitura … pela sociedade
(E) o Conselho Tutelar … instável … autônomo … 
pela prefeitura
40. O Agente de Educação Infantil pode auxiliar os professo-
res no acolhimento das famílias por ocasião do ingresso 
dos bebês e das crianças pequenas na creche. Nesse 
sentido, esse profissional deve
(A) apoiar os professores nesse momento aceitando 
que pais ou pessoas de confiança da família acom-
panhem os bebês e as crianças nos primeiros dias.
(B) evitar o contato com os pais, responsáveis ou pes-
soas da família para que o bebê e a criança sintam-se 
mais à vontade com o professor.
(C) se manter ocupado com atividades diversas da 
s ecretaria escolar nos primeiros dias dos bebês e 
das crianças na escola.
(D) evitar vínculo afetivo com os bebês, com as crianças, 
bem como com os pais, responsáveis ou qualquer 
outra pessoa da família.
(E) preparar todos os dias um momento para que ele, 
o agente, lanche com os pais ou responsáveis dos 
bebês e das crianças como forma de acolhimento.
41. Para o ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 
Fedaral no 8.069/90, art. 54, é dever do Estado assegurar 
à criança e ao adolescente, dentre outras,
(A) oferta de ensino matutino e vespertino, sem possibi-
lidade de oferta de ensino noturno.
(B) atendimento educacional especializado aos portado-
res de deficiência, preferencialmente na rede regular 
de ensino.
(C) ensino fundamental pago para aqueles que a ele não 
tiveram acesso na idade própria.
(D) matrícula aos portadores de deficiência, preferencial-
mente, em escolas específicas para pessoas com 
deficiência.
(E) regressiva extensão da obrigatoriedade e gratuidade 
ao ensino médio.
42. Segundo art. 5o, do ECA, nenhuma criança ou adoles-
cente será objeto de qualquer forma de negligência, dis-
criminação, exploração, violência, crueldade e opressão 
 .
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacu-
na do texto do ECA.
(A) punido na forma da lei qualquer atentado, por negli-
gência, aos seus direitos fundamentais
(B) punido na forma da lei qualquer atentado, por ação 
ou omissão, aos seus direitos fundamentais
(C) punido na forma da lei qualquer atentado, por discri-
minação, aos seus direitos fundamentais
(D) penalizado na forma da lei, por passividade, aos 
seus direitos fundamentais
(E) penalizado na forma da lei, por distinção, aos seus 
direitos fundamentais
13 PCAM2202/001-AgEducaçãoInfantilConfidencial até o momento da aplicação.
48. Conforme o ECA, art. 18-B, qualquer pessoa encarregada 
de cuidar de crianças e de adolescentes, tratá-los, educá-
-los ou protegê-los que utilizarem castigo físico ou trata-
mento cruel ou degradante como formas de correção, dis-
ciplina, educação, estarão sujeitos, sem prejuízo de outras 
sanções cabíveis, à seguinte medida, dentre outras:
(A) encaminhamento a cursos ou programas de orien-
tação.
(B) encaminhamento a cursos em escolas regulares.
(C) advertência e reclusão.
(D) pagamento de multa.
(E) detenção.
49. Para a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 
(Lei no 9.394/96), art. 30, a educação infantil será ofere-
cida em
(A) entidades privadas até 3 (três) anos de idade e pré-
-escolas de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade.
(B) creches, ou entidades equivalentes, para crianças 
de até 3 (três) anos de idade e pré-escolas para as 
crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade. 
(C) pré-escolas, para as crianças de 0 (zero) até 5 (cin-
co) anos de idade.
(D) creches até os 3 (três) anos de idade e em entidades 
equivalentes até os 5 (cinco) anos de idade.
(E) pré-escolas, para as crianças de 3 (três) até 5 (cinco) 
anos de idade.
50. Conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação 
N acional (Lei no 9.394/96), art. 31, a educação infantil 
será organizada de acordo com algumas regras comuns, 
dentre elas:
(A) avaliação mediante o acompanhamento e registro do 
desenvolvimento das crianças, sem o objetivo de pro-
moção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental.
(B) atendimento à criança de, no mínimo, 4 (quatro) horas 
diárias para o turno parcial e de 8 (oito) horas para a 
jornada integral.
(C) permanência na escola com aulas de, no mínimo, 
4 (quatro) horas diárias para o turno parcial, sem 
possibilidade de jornada integral.
(D) controle de frequência pela instituição de educação 
pré-escolar, exigida a frequência mínima de 75% 
(setenta e cinco por cento) do total de horas.
(E) carga horária mínima anual de 600 (seiscentas) h oras, 
distribuídas por um mínimo de 200 (duzentos) dias de 
trabalho educacional.
46. Leia os casos a seguir ocorridos em escolas de educação 
infantil.
Caso 1. A matrícula de Paulo (3 anos) foi recusada na 
e scola porque em sua certidão de nascimento 
não existe o registro do nome de seu pai.
Caso 2. A coordenadora da escola sugeriu aos pais deCaio (4 anos) que o levassem para outra uni-
dade, por ser angolano e não falar o idioma 
português.
Caso 3. A secretaria da escola não aceitou a matrícula de 
Pâmela (5 anos) porque a residência onde mora 
fica longe (a cerca de 10 km) da unidade escolar.
Caso 4. Os pais de Miguel (5 anos) foram orientados pela 
diretora da escola onde estuda a procurar uma 
instituição para pessoas com deficiência, após ter 
ficado paraplégico.
Caso 5. Laura (4 anos) não é batizada em nenhuma 
r eligião e mora com o pai que se considera ateu; 
mesmo assim, está matriculada e frequentando 
a escola de educação infantil.
Qual alternativa indica o caso em conformidade com o 
ECA, art. 3o?
(A) O caso 5.
(B) O caso 1.
(C) O caso 3.
(D) O caso 2.
(E) O caso 4.
47. De acordo com o ECA, art. 17, o direito ao respeito 
consiste
(A) na inviolabilidade de sua plena participação em todos 
os âmbitos sociais como na vida familiar, escolar, reli-
giosa e comunitária, excetuando-se essa participação 
na vida política na forma de lei.
(B) no respeito à ordem democrática da nação na qual 
a criança e o adolescente estão inseridos, contem-
plando o ir, vir e o estar nos logradouros públicos e 
espaços comunitários, sem ressalvas às restrições 
legais.
(C) na inviolabilidade da integridade física, psíquica e 
moral da criança e do adolescente, abrangendo a 
preservação da imagem, da identidade, da autono-
mia, dos valores, ideias e crenças, dos espaços e 
objetos pessoais.
(D) no encaminhamento e na permanência de tratamen-
tos especializados de caráter psicológico ou psiquiá-
trico quando a criança e o adolescente manifestarem 
necessidade e interesse.
(E) na garantia de encaminhamento a programas oficiais 
ou comunitários de proteção à família quando esta 
criança ou adolescente estiver em situação de perigo 
e vulnerabilidade.
14PCAM2202/001-AgEducaçãoInfantil Confidencial até o momento da aplicação.
15 PCAM2202/001-AgEducaçãoInfantilConfidencial até o momento da aplicação.
Confidencial até o momento da aplicação.

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