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ATIVIDADE PRÁTICA DE APRENDIZAGEM Projeto Integrador Assistência Farmacêutica Rayf Ferreira da Silva UniFatecie CENTRO UNIVERSITÁRIO UniFatecie CENTRO UNIVERSITÁRIO PRESSÃO ARTERIAL ATIVIDADE PRÁTICA DE APRENDIZAGEM OBJETIVO Conhecer e aplicar as práticasrelacionadas à teoria aprendida. Inflar rapidamente manguito até ultrapassar 20 a 30 Capacitar aluno para a realizaçãocorreta das práticas rotineiras mmHg nível estimado da PAS obtido pela palpação; do serviço de assistência farmacêutica. Proceder à deflação lentamente (velocidade de 2 mmHg por segundo); METODOLOGIA Passo 1: recomendações ao paciente antes da medição Determinar a PAS pela ausculta do primeiro som (fase de Posicionar paciente sentado e deixá-lo em repouso de 3 a 5 Korotkoff) após, aumentar ligeiramente a velocidade de minutos em ambiente calmo. Deve ser instruído a não conversar durante a medição. deflação; Determinar a PAD no desaparecimento dos sons (fase V Passo 2: realização da medição da PA Aparelho de pressão contendo esfigmomanômetro e estetoscópio de Korotkoff); MANUAL Auscultar cerca de 20 a 30 mmHg abaixo do último som Colocar manguito, sem deixar folgas, 2 a 3 cm acima da fossa para confirmar seu desaparecimento e depois proceder à cubital (dobra do cotovelo); deflação rápida e completa; Centralizar meio da parte compressiva do manguito sobre a artéria braquial; Informar valor de PA obtido para 0 paciente e anotar os Palpar a artéria braquial na fossa cubital e colocar a campânula ou valores exatos sem e 0 braço em que diafragma do estetoscópio sem compressão excessiva. a PA foi medida.UniFatecie CENTRO PRESSÃO ARTERIAL ATIVIDADE PRÁTICA DE APRENDIZAGEM OBJETIVO Conhecer e aplicar as práticasrelacionadas à teoria aprendida. Mantenha cotovelo apoiado em uma superfície Capacitar aluno para a realização correta das práticas rotineiras plana. do serviço de assistência farmacêutica. Mantenha a palma da mão para cima. METODOLOGIA Ligue monitor. Passo 1: Recomendaçõesao pacienteantesda medição Aguarde aparelho inflar a braçadeira ou almofada. Posicionar paciente sentado e deixá-lo em repouso de 3 a 5 minutos em ambiente calmo. Deve ser instruído a não conversar durante a Aguarde aparelho fazer a leitura da pressão arterial. medição. Aguarde aparelho se esvaziar e exibir os resultados. Passo 2: Realização da medição da PA Informar o valor de PA obtido para paciente e Monitor de Pressão Arterial Automático de Braço ou Pulso: anote os resultados. Verifique se aparelho está em boas condições. Retire todos os acessórios do monitor. Posicione monitor no pulso ou no braço, sobre a pele. UniFatecie CENTRO PRESSÃO ARTERIAL ATIVIDADE DE APHENDIZAGEM Figura 1 - Estetoscópio Figura 2 - Esfigmomanômetro INDICE Premium 177 BRACADEIRAUniFatecie CENTRO UNIVERSITÁRIO PRESSÃO ARTERIAL ATIVIDADE PRÁTICA DE APRENDIZAGEM Figura 3 Aparelho de Aferir Pressão Figura 4 - Aparelho de Aferir Pressão Arterial digital - Automático de Braço Arterial digital - Automático de Pulso UniFatecie CENTRO UNIVERSITÁRIO PRESSÃO ARTERIAL ATIVIDADE PRÁTICA DE APRENDIZAGEM A) Descreva em forma de tabela a medida da pressão arterial RESULTADOS E DISCUSSÃO obtida por você durante a atividade prática; Paciente: Nome PAS (mmHg) PAD (mmHg) Após a realização da aferição da pressão arterial, aluno e idade deverá preencher a tabela com os dados do paciente e os Everton 115 mmHg 69mmHg 28 anos valores obtidos referentes à pressão arterial sistólica (PAS) e pressão arterial diastólica (PAD). B) seguida, deverá indicar se o paciente/aluno em Com base na medição da pressão arterial do paciente questão se enquadra na classificação de normotensão, Everton, que foi de 115 mmHg (sistólica) por 69 mmHg (diastólica), e utilizando a classificação da pressão arterial pré-hipertensão ou hipertensão, justificando a resposta da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), podemos com base na nova diretriz da Sociedade Brasileira de classificar a pressão arterial de Everton como normal. De acordo com as diretrizes da SBC, considera-se Cardiologia, disponível no material complementar. pressão arterial normal quando a pressão sistólica é inferior a 130 mmHg e a pressão diastólica é inferior a 85 Por fim, aluno deverá anexar uma foto que evidencie a mmHg. Os valores de Everton (115/69 mmHg) se realização da prática como parte da atividade. enquadram dentro desses limites. lado consta exemplo:Intellisense SIS mmHg START DIA mmHg 69 STOP PUL /min MEM HEM-6111 SIS OMRON UniFatecie CENTRO UNIVERSITÁRIO PRESSÃO ARTERIAL ATIVIDADE PRÁTICA DE APRENDIZAGEM CONCLUSÃO objetivo principal da atividade, que era realizar a aferição da pressão arterial e classificá-la corretamente segundo as diretrizes médicas, foi alcançado. Uma limitação desta atividade prática é que se baseou em uma única medição da pressão arterial. A pressão arterial pode variar ao longo do dia e ser influenciada por diversos fatores (atividade física, estresse, alimentação, etc.). Para uma avaliação mais precisa do estado pressórico de um indivíduo, seriam necessárias múltiplas medições em diferentes momentos e condições. Outros experimentos que poderiam ampliar entendimento do assunto incluem a realização de múltiplas aferições da pressão arterial no mesmo indivíduo em diferentes horários e situações, a comparação dos resultados com diferentes métodos de aferição (ex: aparelhos automáticos), a análise da influência de fatores como idade, sexo e hábitos de vida na pressão arterial, e estudo das diferentes classificações de pressão arterial utilizadas por outras sociedades médicas. A aplicação prática deste tipo de atividade reside na formação de profissionais de saúde capacitados a realizar corretamente a aferição e interpretação da pressão arterial, um procedimento fundamental para rastreamento, diagnóstico e acompanhamento de condições como a hipertensão arterial, um importante fator de risco para doenças cardiovasculares.UniFatecie CENTRO VERIFICAÇÃO DE TEMPERATURA ATIVIDADE PRÁTICA DE APRENDIZAGEM OBJETIVO Coloque a ponta do termômetro no centro da axila. Conhecer e aplicar as práticasrelacionadas à teoria aprendida. Mantenha braço bem colado ao corpo e, se possível, Capacitar aluno para a realização correta das práticas rotineiras dobre cotovelo, cruzando braço oposto por cima para do serviço de assistência farmacêutica. reforçar o contato. Espere até ouvir sinal sonoro indicando fim da METODOLOGIA medição (cerca de 3 minutos, dependendo do modelo do de iniciar, higienizebemas mãoscomágua e sabão ou termômetro). álcool em gel. Retire o termômetro e leia valor exibido na tela. Limpe a ponta do termômetro com algodão umedecido em álcool Registre a temperatura para fins de acompanhamento 70% para garantir a higiene. ou relatório, se necessário. Ligue termômetro e aguarde até que mostrador indique "0". Limpe novamente a ponta do termômetro com Caso necessário, seque a região da axila com papel toalha ou algodão umedecido em álcool 70% algodão seco para evitar interferências na medição. Ao finalizar, higienize as mãos novamente. UniFatecie CENTRO VERIFICAÇÃO DE TEMPERATURA ATIVIDADE DE APHENDIZAGEM Figura 5 - Termômetro Clínico DigitalUniFatecie CENTRO VERIFICAÇÃO DE TEMPERATURA RESULTADOS EDISCUSSÃO ATIVIDADE PRÁTICA DE APHENDIZAGEM Atividade Atribuída A) Medidas de cuidados em casos de febre e hipotermia Cuidados em caso de febre: Hidratação: Ingerir bastante líquido para evitar a desidratação. Repouso: Descansar para ajudar corpo a combater a infecção. Roupas leves: Usar roupas leves para ajudar a dissipar o calor. Compressas mornas: Aplicar compressas mornas (não frias) na testa, axilas ou virilhas. Antitérmicos: Usar medicamentos como paracetamol ou dipirona, conforme orientação médica. Acompanhamento: Monitorar a temperatura corporal com frequência. Buscar ajuda médica: Se a febre persistir por mais de 48 horas ou ultrapassar 39°C, procurar atendimento médico. Cuidados em caso de hipotermia: Aquecimento gradual: Levar a pessoa para um ambiente aquecido. Roupas secas e cobertores: Retirar roupas molhadas e envolver a pessoa com cobertores. Aquecimento com calor corporal: Se necessário, calor corporal de outra pessoa pode ser utilizado. Bebidas quentes: Oferecer líquidos quentes (sem álcool ou cafeína). Evitar calor direto: Não usar água quente ou bolsas térmicas diretamente sobre a pele. Atendimento médico: Hipotermia é uma emergência e deve ser tratada em ambiente hospitalar, se grave. B) Tipos de febre de acordo com padrão de elevação: Febre Intermitente: A temperatura corporal sobe e desce dentro de um mesmo dia, podendo voltar ao normal por algumas horas. É comum em infecções como malária. Febre Remitente: A temperatura varia durante dia, mas nunca retorna ao normal. É típica de doenças como endocardite infecciosa. Febre Recorrente: Episódios de febre que se alternam com períodos em que a temperatura volta ao normal. Pode ser observada em doenças como a brucelose. Febre Constante (ou Contínua): A temperatura permanece elevada com variações muito pequenas (menos de 1°C ao longo do dia). Exemplo: febre tifoide.UniFatecie CENTRO VERIFICAÇÃO DE TEMPERATURA ATIVIDADE PRÁTICA DE APRENDIZAGEM CONCLUSÕES A atividade prática proporcionou uma melhor compreensão sobreaimportância da aferição da temperatura corporal para identificar possíveis alterações, como febre ou hipotermia. No caso analisado, paciente Antônio Alves de 30 anos, apresentou temperatura de 37,7°C, valor que indica um quadro febril leve, uma vez que a faixa considerada normal varia entre 36,5°C e 37,2°C. Embora a medição tenha sido realizada em um ambiente com temperatura externa elevada (32°C), a temperatura corporal deve se manter relativamente constante graças aos mecanismos de termorregulação do organismo. Isso indica que, mesmo com calor ambiente, valor aferido é compatível com febre, desde que a medição tenha sido feita corretamente (em repouso, sem exposição direta ao sol ou esforço físico anterior). objetivo da atividade foi alcançado com êxito: a temperatura foi aferida corretamente e os dados foram analisados de forma crítica, relacionando resultado com os conceitos estudados sobre febre e hipotermia. limitação, destaca-se que foi realizada apenas uma medição pontual. A repetição da aferição em diferentes momentos do dia e em diferentes condições ambientais poderia fornecer um panorama mais completo. Experimentos complementares, como aferições antes e após atividade física ou em ambientes com variações térmicas, podem ampliar 0 entendimento. Os conhecimentos obtidos têm aplicação prática em contextos clínicos, de primeiros socorros e autocuidado.