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CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI ATIVIDADES E RECURSOS TERAPÊUTICOS: REPERTÓRIO DE ATIVIDADESCENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI AULA 06 - RELAÇÃO TERAPEUTA-PACIENTE Abertura Prezado(a) aluno(a), A relação terapêutica entre terapeuta ocupacional e paciente é um dos pilares centrais da prática clínica, sendo um espaço de encontro, acolhimento e transformação. Neste momento, vamos explorar como essa relação se constrói, desde a escuta ativa e a entrevista clínica até a formação de vínculos significativos, que permitem ao paciente ressignificar sua história e reconstruir sua autonomia. Você verá como conceitos como apego, identificação e contágio emocional fundamentam essa conexão, além de entender a importância de adaptar as intervenções às necessidades e contextos específicos de cada indivíduo. Essa temática é importante para sua formação, pois a qualidade da relação terapêutica define o sucesso do processo de cuidado em Terapia Ocupacional. Ao compreender e aplicar esses conceitos, você estará preparado para atuar de forma humanizada, promovendo a reabilitação, a reinserção social e a melhoria da qualidade de vida dos pacientes. Essa base teórica e prática será importante para que você se torne um profissional capaz de transformar realidades e impactar positivamente a vida das pessoas que atenderá. Bons estudos!6 RELAÇÃO TERAPEUTA-PACIENTE Na Terapia Ocupacional, a relação entre terapeuta e paciente ocorre em um cenário de complexidades, onde questões ligadas ao sofrimento humano demandam estudos e conhecimentos interdisciplinares antropológicos, psicológicos, sociais e políticos -, o que evidenciou a necessidade de expandir a atuação do terapeuta ocupacional. Essa expansão implica operar com uma compreensão do ser humano que ultrapasse fronteiras do pensamento e das ações, criando novos espaços para a vida que se desdobra diante das demandas inesperadas que surgem nos encontros terapêuticos. No contexto das práticas de Terapia Ocupacional no Brasil, os profissionais frequentemente enfrentam situações únicas que os levam a uma clínica não convencional questões do cotidiano e da organização da vida surpreendem e desafiam a atuação e a intervenção. Habilitar e reabilitar as ações de pessoas com histórias complexas coloca os terapeutas ocupacionais em um campo de inventividade, criatividade, singularidades, diversidade cultural e heterogeneidades, conectando-se à construção do acesso a múltiplas informações que áreas como reabilitação, saúde, educação e outros campos do conhecimento podem oferecer. A Terapia Ocupacional não sobreviverá se ficar presa aos formatos rígidos de uma clínica reducionista, que se limita a oferecer um aparato técnico sem considerar, a partir da relação terapeuta-paciente, toda a gama de necessidades que podem estar ocultas nas demandas tecnicistas. Se a saúde for entendida como produção de vida, a relação terapeuta-paciente exigirá uma multiplicidade de ações e intervenções no mundo (BASAGLIA, 1982). A relação terapeuta-paciente representa um espaço de conexão entre ética, política e direito, funcionando como uma costura que fortalece as transições entre autonomia individual e vínculo social. É primordial perceber ser humano em constante construção, em processo, tendo como princípio as conexões que constituem ao longo de sua existência (SANT'ANNA, 2001). Ao iniciar uma reflexão sobre essa relação, o profissional se depara com a amplitude do tema e com a diversidade do campo assistencial no qual a Terapia Ocupacional contemporânea está inserida, especialmente considerando as características da população atendida no Brasil. Isso exige cuidado para evitar generalizações excessivas. Busca-se organizar um alinhamento de ideias extraídasdas experiências clínicas, dos referenciais bibliográficos e do acompanhamento de estudantes de Terapia Ocupacional. Cada terapeuta, dependendo de sua área e campo de atuação, precisará adaptar saberes e práticas de acordo com as necessidades e questões apresentadas pelas pessoas atendidas. Isso envolve uma "construção gradual, artesanal, de desconstrução de problemas e de recomposição, ressignificação, complexificação de possibilidades e de entrada no circuito social (CARLO; LUZO, 2004). É indispensável avaliar cada situação de forma particular, considerando a qualidade da demanda terapêutica em questão. Na formação dos terapeutas ocupacionais, estudos, discussões, observações, vivências e práticas criam camadas de consistência, moldando atitudes e preparando para um encontro consciente e responsável entre alguém que se abre para receber e acolher, de maneira especial e singular, outro alguém que traz em sua história intensidades, rupturas, demandas ou até a ausência delas, muitas vezes sem saber se estão preparados para esse acolhimento. No exercício profissional, essa responsabilidade pelo outro se constrói de forma contínua e dinâmica, a cada encontro com a população atendida. Nos primeiros momentos do encontro entre paciente e terapeuta, a atenção e o acolhimento são gestos iniciais que orientam e afirmam a disposição para o outro. Esses gestos marcam o início de uma responsabilidade compartilhada, em que alguém é preparado para acolher outro cuja demanda de atenção está ligada a uma multiplicidade de necessidades. A atenção e o acolhimento dão origem ao ato de receber e à qualidade da receptividade do outro como uma relação ética. Essa relação depende também do "sim" do outro, tanto quanto do "sim" ao outro (DERRIDA, 2004). Esses dois gestos inaugurais podem ser compreendidos como primeiros movimentos que expressam uma simultaneidade de atividade e passividade, tanto daquele que acolhe quanto daquele que é acolhido. Nesse momento, as singularidades que marcam a vida do paciente estarão presentes: características biológicas, potencialidades psíquicas, sua história, suas marcas, experiências anteriores e sua cultura estruturas e desestruturas que moldam a vida de todos. Esses fatores fazem com que cada pessoa atendida precise de um cuidado que só poderá ser ministrado por alguém que esteja frente a ele e seu desenvolvimento, em um estado de devoção e de relação empática (BARRETO, 2000).Nesse encontro, também estarão presentes aspectos relacionados ao terapeuta: sua corporeidade, sentidos, percepções, formas de expressão, organização da escuta, cuidados com os tempos e espaços, observações, proposições conceituais e práticas, experiências culturais e sua história de vida. Esses elementos conferem qualidade à relação terapeuta-paciente e consistência aos encontros. A atenção e acolhimento remetem à imagem de uma porta que se abre no relacionamento com o outro, criando uma forma de falar, escutar e agir. Essa porta aberta simboliza acesso a um campo de conhecimento, no qual terapeuta ocupacional atua como interlocutor da pessoa diante de um aparato social e ambiental, permitindo que ela lide com questões que podem construir um entendimento sobre a produção de sua saúde e dos recursos e direitos que promovem transformações em seus modos de vida e no contexto em que vive. Essa relação pode ser pensada como uma relação ética, que acolhe demandas em um campo de direitos e de políticas relacionadas à saúde, educação, área social e cultural, nas quais os terapeutas ocupacionais contribuem. A relação terapeuta- paciente pode, então, ser compreendida como um dispositivo que envolve questões filosóficas, ético-politicas, sociais e ambientais. Com toda a prudência necessária, é essencial respeitar a qualidade dessa relação, criando uma ressonância que reforça a urgência de uma ética exercida cotidianamente (SANT'ANNA, 2001). A dinâmica desse encontro ocorre em um território onde os mundos do terapeuta e do paciente se fundem, criando uma nova temporalidade marcada por essa interação. Ambos estão imersos em uma tessitura que os afeta progressivo e mutuamente, gerando uma realidade compartilhada construída a partir de matéria afetiva (WINNICOTT, 1975). O essencial é que, nessa relação, o paciente possa existir como ser humano, apesar de sua condição de saúde, deficiência, vulnerabilidade ou sofrimentos. Nesse espaço, paciente inscreve suas características na subjetividade do terapeuta, o que lhe permite desenvolver um senso de continuidade e um estilo próprio de ser (BARRETO, 2000). Nessa trama, identifica-se um conteúdo consciente e sensível que alimenta o pensamento, a linguagem e a compreensão dos estados clínicos, que se tornam cada vez mais complexos. Esse processo sustenta a continuidade do relacionamento eorienta as intervenções clínicas da Terapia Ocupacional. Por meio das ações compartilhadas nesses encontros, conhecimentos se transformam em formas de vida. Tanto a interioridade quanto a exterioridade de cada participante são tocadas, resultando em uma remodelação da geografia da subjetividade de ambos. Os encontros criam novas subjetividades, permitem explorar novos territórios, orientam novas formas de compreender vivido e abrem caminhos para os outros e para mundo. Além disso, há uma matéria inconsciente que é absorvida e se manifesta nas fantasias, sonhos, imagens de devir, dificuldades cotidianas e nos altos e baixos do processo terapêutico. Projetos e campos formativos podem surgir como ressonâncias do que ainda não foi compreendido, daquilo que precisa ser sustentado, aprofundado ou estudado. Nas narrativas dos pacientes e dos terapeutas ocupacionais, múltiplas formas dessas experiências são relatadas. material inconsciente também possibilita novos entendimentos, direcionando ações, procedimentos terapêuticos e a condução compartilhada da própria relação. Esse material inconsciente influencia encontro, movimenta-o e participa da construção da vida. A atenção e acolhimento dessas demandas exigem do terapeuta ocupacional a capacidade de transitar por áreas sensíveis, estar aberto a diferentes fluxos e disposições, e estar preparado para cruzar fronteiras, posicionando-se de forma cooperativa como uma força ativa na transformação da vida humana. É essencial exercer funções ambientais que promovam o desenvolvimento das pessoas e, ao mesmo tempo, atuar de maneira artesanal no ambiente e no território onde a vida acontece, visando uma prática clínica da Terapia Ocupacional que permita ao paciente gerar valor social e criar novos significados para sua existência. 6.1 Histórias que Emergem: Papel da Entrevista na Terapia Ocupacional Investigar a história de vida do paciente permite compreender sua trajetória em um contexto social, cultural e histórico específico. A história de vida reflete a construção da identidade, na qual a pessoa narra quem é e como tem vivido, articulando diferentes eventos em uma narrativa coerente. Ao fazer isso, ela reconstrói sua própria história, reinterpretando acontecimentos e atribuindo novos significados a eles.No contexto da Terapia Ocupacional, as histórias de vida também se expressam por meio das escolhas de atividades e do repertório ocupacional de cada indivíduo. Nesse processo, os profissionais atuam como facilitadores, ajudando os pacientes a reiniciarem ou reconstruírem suas histórias ocupacionais, permitindo que participem de atividades significativas, independentemente de sua condição de saúde, deficiência, vulnerabilidade ou sofrimento (NEISTADT; CREPEAU, 2002). Dentre os métodos clínicos que contribuem para resgate das histórias de vida, a entrevista se destaca como uma oportunidade para que paciente expresse suas necessidades no momento em que busca atendimento. Trata-se de uma interação entre duas pessoas, na qual a relação entre terapeuta e paciente pode se iniciar e se fortalecer. A maneira como a entrevista é conduzida pode facilitar ou dificultar o desenvolvimento dessa relação. Portanto, ao promover um clima de colaboração e abrir espaço para uma comunicação genuína, terapeuta amplia as chances de sucesso no tratamento e no engajamento do paciente nas propostas terapêuticas. A entrevista é uma ferramenta que acolhe narrativas sobre a história de vida e pode ser vista como uma estratégia clínica para coletar informações e estabelecer uma conexão com paciente. É uma experiência verbal compartilhada, construída conjuntamente pelo entrevistador e pelo entrevistado. Ela permite mapear informações iniciais que ajudarão a estruturar atendimento e proporciona uma compreensão mais profunda da realidade vivida pelo paciente. Embora possa ser uma estratégia estruturada para iniciar um diálogo, a entrevista tende a ser mais eficaz quando ocorre de forma natural, como uma conversa, e não como um questionário formal. estabelecimento de uma comunicação clara e de um ambiente de confiança é essencial para sucesso da entrevista. O principal objetivo de entrevistar um paciente é permitir que terapeuta ocupacional compreenda melhor a perspectiva do paciente sobre sua vida e os significados que ele atribui aos acontecimentos. A entrevista pode ser realizada em diferentes momentos do processo terapêutico: no início, para coletar informações específicas sobre paciente; ao longo de vários encontros, como parte do acompanhamento; ou durante os atendimentos, como uma ferramenta de reavaliação. Essa prática permite uma compreensão compartilhada das necessidades ainda presentes no tratamento, contribuindo para a construção de uma nova história e para a continuidade da vida do paciente de forma mais significativa (NEISTADT; CREPEAU, 2002).No entanto, como todo processo clínico na Terapia Ocupacional é dinâmico, é ao longo do desenvolvimento e do aprofundamento da relação e do vínculo entre terapeuta e paciente que surgirão informações significativas e fundamentais sobre a vida do paciente. Isso dependerá do nível de confiança construído e estabelecido nessa relação. Esse tipo de interação mais informal também pode envolver paciente e terapeuta em uma revisão do que foi realizado no tratamento até momento, abrindo novas perspectivas para atendimentos. Isso ajuda ambos a se reposicionarem no processo terapêutico e a replanejar ações futuras. Entretanto, nem todos os pacientes possuem condições expressivas adequadas ou podem fornecer informações de forma clara, necessitando, nesses casos, da participação de outros interlocutores. Familiares ou cuidadores podem atuar como agentes na coleta dessas histórias de vida, e o terapeuta deve estar preparado para lidar com essas situações. É evidente que, durante todo o processo de escuta, é essencial dedicar atenção e acolhimento tanto à forma quanto ao conteúdo expresso pelo paciente. Afetos, memórias e sentimentos se entrelaçam nas narrativas, enriquecendo as informações coletadas e permitindo ao terapeuta estabelecer conexões e compreender de maneira mais completa as histórias de vida dos pacientes. É, sobretudo, na trajetória dos encontros que se desenrola um fio condutor, tecendo gradualmente uma história de continuidade e progressão junto aos pacientes atendidos. 6.2 Vínculo Terapêutico O encontro entre dois seres humanos é uma experiência poderosa que molda mundo imediato no qual essa conexão se forma. É dessa maneira que cada indivíduo se relaciona com o outro: vínculo com alguém é essencial para a existência humana. O outro interage, responde (ou não) às ações e, por sua vez, provoca reações. A vida humana depende desse senso de conexão, dessa experiência de vinculação. Um vínculo se constrói por meio de um sistema de conexões profundas superfícies corporais, linguagem, olhares, sentimentos, constância, intensidades, sensações, observações, realizações e continuidade são algumas de suas formas de expressão.O trabalho terapêutico ocupacional oferece uma oportunidade única para que esse processo aconteça. Experiências vinculares anteriores do paciente podem ser revitalizadas pela presença e pelas intervenções do terapeuta. A observação atenta, a experiência do olhar, contato visual, a escuta, a corporeidade, aliados à qualidade de atenção, acolhimento e presença, criam campos de ação e troca entre paciente e terapeuta. O vínculo se forma na experiência interpessoal do relacionamento que vai se construindo, e é fascinante o processo de identificação que ocorre. Nele, uma pessoa sente e age como se fosse a outra, e, de certa forma, a torna parte de si (STERN, 1991). processo de vinculação é fundamental para o desenvolvimento da capacidade de identificação. Inicialmente, essa habilidade se revela por meio da imitação, de forma quase automática, das expressões faciais e gestos de outras pessoas. Simultaneamente, ocorre uma susceptibilidade ao contágio emocional, na qual estado emocional de um indivíduo influencia e permeia seu próprio ser, gerando uma resposta emocional interna. Paciente e terapeuta vivenciam uma experiência compartilhada que promove uma aproximação única, que "não se assemelha a qualquer outra experiência interpessoal. Você [o terapeuta] parece sentir e acompanhar, de forma sutil, a vida mental do outro (STERN, 1991). Desse vínculo, surge um contágio de excitação e vitalidade, colocando em movimento um processo que, por vezes, pode apresentar pequenos descompassos, desencadeando reações. Quando paciente e terapeuta permanecem fora de sincronia, eles se incitam mutuamente a um jogo de revelação, alternância e interação social. Nessa dinâmica, abre-se a possibilidade de o paciente refletir sobre si, tomando iniciativas para alcançar objetivos. No interjogo dessa relação, ele pode construir uma noção de si como autor de suas próprias ações, percebendo que suas escolhas têm consequências previsíveis. Ele se sente como um agente em uma cadeia causal de eventos, experimentando repetidamente ações e respostas: desejo, a ação, a execução e objetivo ocorrendo simultaneamente, no contexto do vínculo, criando momentos de construção mútua. Esses jogos de interação são a essência da convivência, do estar com outro. O vínculo entre terapeuta e paciente é um convite intenso para um engajamento mais profundo com os outros e com o mundo.A atuação do terapeuta no campo vincular é intuitiva, envolvendo manejo da intensidade dos estímulos, ajustando-se ao ritmo e às possibilidades do paciente, e adaptando seu próprio comportamento e atitudes. Ele age em um processo contínuo de feedback, que permite saber o que fazer e quando fazer, facilitando os investimentos do paciente no mundo sem o pressionar. Nesse processo, é inevitável que terapeuta cometa erros, necessários e de grande valor, pois ajudam paciente a desenvolver suas próprias formas de lidar com diversas experiências e pessoas. Tanto terapeutas quanto pacientes têm a capacidade de lidar bem com essas situações, estando sempre prontos para novas interações. trabalho vincular na relação terapeuta-paciente deve favorecer uma maturação dos vínculos. É por meio de diferentes modalidades de conexão que o impulso de apego se desenvolve. Um attachment maduro (instinto de apego) permite ao indivíduo explorar novos territórios, criar múltiplos vínculos e transitar por diversos espaços no mundo. Essas situações exigem tempo, ritmo e ações graduais, passo a passo (BOWLBY, 1985). Nas narrativas vinculares, são exercitados diversos graus entre apegar-se e desapegar-se. Nesse contexto, os terapeutas buscam atualizar trabalho terapêutico de acordo com os interesses e necessidades atuais do paciente. É no vínculo que essas possibilidades se renovam e se tornam mais complexas. Afinar e refinar a existência, promover o amadurecimento vincular, criar distinções e aprofundar conexões, favorecer experiências de aproximação e intimidade, e ampliar os espaços de liberdade são aspectos essenciais. Fundamentalmente, o trabalho vincular na Terapia Ocupacional visa proporcionar relações mais significativas consigo mesmo, com outro, com ambiente e com a organização e intensificação da vida.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BARRETO, K.D. Ética e técnica no acompanhamento terapêutico: Andanças de Dom Quixote e Sancho Pança. ed. São Paulo: Unimarco, 2000. BASAGLIA, F. 1968-1980: dall'apertura del manicomio alla nuova legge sull'assistenza psichiatrica. Einaudi, 1982. BOWLBY, J. Apego e perda. Tradução de V. Dutra. São Paulo: Martins Fontes, 1985. CARLO, M. M. P.; LUZO, M. C. (Org.). Terapia Ocupacional: Reabilitação Física e Contextos Hospitalares. São Paulo: Roca, 2004. DERRIDA, J. Adeus a Emmanuel Lévinas. Traduzido por Landa F. São Paulo: Perspectiva, 2004. NEISTADT, M. E.; CREPEAU, Terapia Ocupacional de Willard & Spackman. Tradução de Maria de Fátima Linhares. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. SANT'ANNA, D. B. Corpos de Passagem: Ensaios sobre a subjetividade contemporânea. São Paulo: Estação Liberdade, 2001. STERN, D. N. Diário de um bebê: o que seu filho vê, sente e vivencia. Tradução de D. Batista. Porto Alegre: Artes Médicas, 1991. WINNICOTT, D. W. brincar e a realidade. Traduzido por Abreu J. O. A.; Nobre V. Rio de Janeiro: Imago, 1975.CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI Anotações CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI 00000000

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