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26
2. Projeto de uma Rede de Distribuição de Energia
As definições a seguir foram retiradas de algumas normas das concessionárias do
grupo Neoenergia:
a) Área urbana - Definido de acordo com o sistema de cadastro centralizado da distribuidora.
b) Aterramento Temporário - Ligação elétrica efetiva, confiável, adequada e intencional à
terra, destinada a garantir a equipotencialidade, mantida continuamente durante a intervenção
na instalação elétrica.
c) Banco de Capacitor - Dispositivo capaz de gerar um fluxo de energia elétrica reativa
capacitiva, ou seja, com fase oposta à energia reativa dos dispositivos indutivos, diminuindo os
valores de perdas e de queda de tensão no sistema elétrico de distribuição.
d) Banco Regulador de Tensão – Conjunto de reguladores de tensão interligados de modo
a funcionar como uma unidade reguladora.
e) Cabo Coberto - Cabo dotado de cobertura protetora extrudada de material polimérico,
visando à redução da corrente de fuga em caso de contato acidental do cabo com objetos
aterrados e diminuição do espaçamento entre condutores.
f) Cabos Isolados Multiplexados de BT - Cabo de potência multiplexado autossustentado,
constituído por três condutores-fase de alumínio de seção compactada, com isolação sólida
extrudada de polietileno reticulado (XLPE), nas cores preto, cinza e vermelho, classe de
tensão 0,6/1 kV, dispostos helicoidalmente em torno de um condutor neutro em liga de
alumínio isolado (XLPE) utilizados em redes aéreas secundárias.
g) Cabos Isolados Multiplexados de MT - Cabo de potência multiplexado autossustentado,
constituído por três condutores fase, isolados e blindados, com cobertura, reunidos ao redor de
um elemento de sustentação para utilização em redes aéreas de distribuição de energia
elétrica até 15 kV, conforme ABNT NBR 9024.
h) Capacitor - Dispositivo de regulação e controle de reativo do sistema elétrico da
distribuição.
i) Chave Automática - Dispositivo de proteção contra sobrecorrente, automático, destinado
a abrir e religar uma ou mais vezes um circuito de corrente alternada, de acordo com uma
sequência determinada de operações.
j) Chave Religadora Fusível - Chave utilizada para proteção de equipamentos e ramais das
redes de distribuição de energia em ramais que alimentam núcleos rurais, visando a redução
de interrupções prolongadas motivadas por falhas transitórias.
k) Carga Instalada - Soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na
unidade consumidora, em condições de entrar em funcionamento, expressa em quilowatts.
27
l) Demanda - Média das potências elétricas instantâneas solicitadas ao sistema elétrico
durante um período de tempo especificado.
m) Estrutura - Conjunto de peças de concreto e/ou ferro galvanizado que se destina a fixar e
sustentar os condutores de uma rede aérea de distribuição.
n) Extensão de Rede de Distribuição Primária - Novo circuito primário ou acréscimo de um
trecho de rede em tensão primária de distribuição, inclusive a adição de fases, construído a
partir de ponto da rede existente.
o) Extensão de Rede de Distribuição Secundária - Novo trecho de rede em tensão
secundária de distribuição construído a partir de ponto da rede existente.
p) Fator de Demanda - Razão entre a demanda máxima num intervalo de tempo
especificado e a carga instalada na unidade consumidora.
q) Ponto de Entrega - É a conexão do sistema elétrico da distribuidora com a unidade
consumidora, definindo o limite de responsabilidade da distribuidora.
r) Queda de Tensão Máxima - Diferença de tensão compreendida entre o barramento da
subestação e o ponto mais desfavorável onde se situa um transformador de distribuição ou um
consumidor primário.
s) Ramal de Ligação - Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de
derivação da rede da Distribuidora e o ponto de entrega.
t) Rede de Distribuição Aérea Multiplexada de Baixa Tensão - Rede de baixa tensão que
opera com tensão máxima de 380 V, utilizando condutores encordoados, conhecidos
comercialmente como multiplexados.
u) Rede de Distribuição Compacta (RDC) - Rede de distribuição aérea de energia elétrica
com cabos cobertos fixados em espaçadores sustentados por cabo mensageiro, apresentando
uma configuração compacta.
v) Rede de Distribuição Rural (RDR) - Rede de distribuição de energia elétrica situada fora
do perímetro urbano de uma cidade, vila ou povoado.
w) Rede de Distribuição Urbana (RDU) - rede de distribuição do sistema de energia elétrica
das áreas urbanas e/ou suburbanas dos centros populacionais.
x) Rede Primária – Rede de média tensão de distribuição com tensões nominais de
operações de 11,9 kV, 13,8 kV e 34,5 kV.
y) Rede de Distribuição Aérea Multiplexada de Baixa Tensão - Rede de baixa tensão que
opera com tensão máxima de 380 V, utilizando condutores encordoados, conhecidos
comercialmente como multiplexados.
z) Regulador de Tensão - Equipamento em que a tensão é controlada em degraus, por meio
de derivações, sem interrupção do fornecimento de energia à carga.
aa) Religador Automático - Dispositivo de proteção contra sobrecorrente, automático,
destinado a abrir e religar uma ou mais vezes.
28
bb) Sistema de Distribuição - Sistema elétrico com tensão máxima de 36,2 kV que,
derivado do barramento secundário de uma subestação de distribuição, atinge os pontos de
consumo.
cc) Sistema Monofásico com Retorno pela Terra (MRT) - Rede primária provida de
um condutor fase cujo retorno da corrente é feito através do solo.
dd) Unidade Consumidora - Conjunto composto por instalações, ramal de entrada,
equipamentos elétricos, condutores e acessórios, incluída a subestação, quando do
fornecimento em tensão primária, caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em
apenas um ponto de entrega, com medição individualizada, correspondente a um único
consumidor e localizada em uma mesma propriedade ou em propriedades contíguas.
ee) Rede Primária - rede de média tensão com tensão nominal de operação de 13,8
kV.
ff) Rede Secundária Multiplexada - rede de baixa tensão, operando com tensão máxima de
380 V, utilizando condutores encordoados, conhecidos comercialmente como multiplexados.
Fig. 2.1 – Rede de distribuição urbana
O projeto constará da utilização de postes de concreto, ou de fibra, com cruzeta tipo T, ou
cruzetas de beco, dispostos sobre a planta de uma localidade. Nesse projeto usaremos postes
primário e secundário, projetados, com seus respectivos condutores, transformadores e
luminárias. Obedecendo aos seguintes critérios:
29
Critérios para elaboração de projetos de Redes de Distribuição
• A rede de distribuição aérea deve ser projetada em conformidade com as normas
ABNT NBR 15688:2009 e ABNT NBR 15992:2011.
• Os condutores devem ser escolhidos mediante estudo econômico que leve em
consideração: densidade e crescimento da carga, capacidade de transporte de
energia, características da área, perdas técnicas, reaproveitamento dos padrões e
agressividade da atmosfera.
• Os isoladores devem ser escolhidos de acordo com as características da estrutura, da
rede e da área a qual estarão inseridos.
• Os postes de seção circular serão utilizados apenas para iluminação pública especial.
• Postes de 9 metros deverão ser utilizados com estruturas de rede secundária, não
havendo previsão de instalação de rede primária.
• Postes de 11 ou 12 metros deverão ser utilizados com estruturas de rede primária ou
secundária com previsão de instalação da primária.
• Postes de 12 metros serão utilizados para execução de derivação e instalação de
equipamentos.
• Profundidade de engastamento: m, sendo L = comp. do poste.
Critérios de Locação dos Postes
 Nas áreas urbanas a locação dos postes deverá determinar vãos de até 40 metros.
 Em casos especiais poder-se-á projetar vãos de até 50metros que é o máximo vão
permitido para o espaçamento vertical do circuito secundário de 0,20 metros.
 Nos casos onde existir somente rede primária poderão ser utilizados, inicialmente, vãos
de até 80 metros, prevendo-se futura intercalação de postes.
 No cruzamento de ruas, os postes que formam o vão de travessia deverão distar de 4 a
10 metros do alinhamento dos terrenos, salvaguardando os casos em que as condições
não permitam o afastamento acima.
 Os postes deverão ser locados preferencialmente nas divisas dos lotes e de forma a
evitar entradas de garagem, pátios de postos de gasolina, praças públicas, portas de
armazéns, janelas de prédios, sacadas e marquises. Também deverão ser locados de
tal forma que o número máximo de consumidores por poste seja de 7 e o comprimento
do ramal, seja no máximo de 35 metros.
 Em ruas de até 20 metros de largura, incluindo o passeio, os postes deverão ser
locados sempre de um mesmo lado (disposição unilateral) observando-se a sequência
da rede existente.
30
Estruturas com os seus
circuitos elétricos
Distância entre os
postes (metros)
Altura
padrão
(metros)
Esforço das
estruturas (kgf)
Primária 80 11 e 12 600
Secundária 40 9 300
Primária e Secundária 40 11 e 12 600
Simbologia utilizada no Projeto de Distribuição de Energia
DESCRIÇÃO EXISTENTE PROJETADO
Poste de Concreto Duplo T - Primário
Poste de Concreto Duplo T - Secundário
Poste Circular de Concreto
Poste de Concreto Ornamental
Poste de Aço ____
Poste de Aço Ornamental ____
Poste de Madeira Circular
Circuito Primário
Circuito Secundário
Circuito Primário e Secundário em Poste
Primário
Encabeçamento Primário
Encabeçamento Secundário
Encabeçamento dos circuitos Primário e
Secundário
Seccionamento do circuito Primário
Seccionamento do circuito Secundário
Amarração e derivação do circuito primário
Amarração e derivação do circuito
secundário
Derivação do circuito Primário
Derivação do circuito Secundário
31
Circuito Primário com encabeçamento do
circuito secundário
Circuito secundário com
encabeçamento do circuito Primário
Cruzamento Secundário com ligação
Cruzamento Secundário sem ligação
Cruzamento Primário com Ligação
Cruzamento Primário sem Ligação
Aterramento
Estai de âncora
Estai de poste
Estai de cruzeta
Pára-raio tipo válvula
Luminária incandescente - 100 W
Luminária Mista - 160 W
Luminária vapor de mercúrio - 125 W
Luminária vapor de mercúrio - 250 W
Luminária vapor de mercúrio - 400 W
Luminária Fluorescente
Luminária vapor de sódio - 70 W
32
Luminária vapor de sódio - 150 W
Relé fotoelétrico individual
Relé fotoelétrico de comando em grupo
Interruptor horário
Chave magnética
Transformador da empresa
Transformador particular
Transformador de cooperativa
Transformador da empresa em cabina
Transformador particular em cabina
Transformador de cooperativa em cabina
Chave fusível sem abertura em carga
Chave fusível com abertura com carga
Chave a óleo unipolar
Chave a óleo tripolar
Chave faca unipolar sem abertura em
carga
Chave faca unipolar com abertura em
carga
33
Chave faca tripolar sem abertura em carga
Chave faca tripolar com abertura em carga
Estruturas Primárias com condutores nus
Estrutura 
de 
alinhament
o reto e 
pequenos 
ângulos
Estrutura 
para 
aplicação 
em 
ângulos, 
sem 
ancoragem
34
Estrutura 
de fim de 
linha 
(encabeçame
nto)
Estrutura 
de 
amarração 
intermediári
a com 
ângulos
35
Estrutura 
de 
amarração 
intermediári
a com 
ângulos da 
até 120º
Estrutura 
com 
transformad
or
36
Estrutura 
fim de linha
com 
transformad
or
Estrutura 
de 
amarração 
intermediári
a com 
chave 
fusível
37
Estrutura 
de 
alinhament
o reto e 
chave 
fusível na 
derivação
Estruturas Primárias (Rede Compacta)
CE1
38
CE2
CE3
39
CE4
CE3-CE3
2.7. Caminhamento da Rede Primária
No traçado dos alimentadores deverão ser observados os seguintes critérios:
 O caminhamento deverá ser o mais próximo possível das concentrações de carga,
seguindo o sentido de crescimento da área.
 Seguir, preferencialmente, o lado não arborizado das ruas ou avenidas.
 As ruas ou avenidas escolhidas para o trajeto, deverão estar topograficamente
definidas e seu traçado aprovado pela Prefeitura Municipal.
 O traçado deve ser tal que evite a proximidade de sacadas e marquises, evitar ruas
de tráfego intenso, evitar o lado da rua onde estão instalados as redes de água e esgotos,
evitar a construção de pequenas derivações objetivando apenas locar um transformador
40
exatamente no centro da carga e o traçado deve permitir que se mantenha a configuração
radial da rede.
 Deverão ser evitadas mudanças constantes de direção perseguindo pequenas
concentrações de carga, como também, sempre que possível, circuitos duplos,
principalmente em áreas muito movimentadas.
 No caso de projeto de reformas, deve ser considerado o máximo aproveitamento
da rede existente.
 A rede primária com condutores nus de alumínio, por ser de menor custo, deve ser
projetada em caráter geral, sempre que não existam impedimentos à sua utilização.
 A rede de iluminação pública deverá ser projetada em circuito independente e
exclusivo com caminhamento abaixo da rede secundária.

Estruturas Secundárias
Características das Estruturas Secundárias:
a) Nomenclatura anterior
B - Baixa tensão.
A - Amarração.
D - derivação
2, 4 - Número de fios
Estruturas Secundárias com condutores nus - Circuito Monofásico
41
42
Estruturas Secundárias - Circuito Trifásico
43
44
45
Estruturas Secundárias – Rede de Cabos Multiplexados (Nomenclatura atual)
46
47
48
49
Caminhamento da Rede Secundária
No traçado da rede secundária deverão ser observados os seguintes critérios:
 A rede secundária principal (barramento dos transformadores de distribuição) deve
preferencialmente, ser implantada sob o tronco dos alimentadores primários.
 A rede secundária principal deverá ser instalada em ruas e avenidas de fácil acesso e
de maior densidade de carga.
 O traçado da rede deverá seguir, preferencialmente o lado não arborizado das ruas,
evitar a proximidade de sacadas e marquises, evitar o lado da rua onde estão
implantados as redes de água e esgoto e evitar a proximidade de redes telegráficas.
 Deve ser considerada a instalação da rede secundária dos dois lados da rua, sempre
que a largura desta for superior a 20 metros, incluindo os passeios.
 Quando o traçado da rede coincidir com o traçado da rede telefônica, devem ser
obedecidos os termos do contrato de uso mútuo de postes.
 No caso de projeto de reformas, deve ser considerado o máximo aproveitamento da
rede existente.
 A rede de iluminação pública deverá ser projetada em circuito independente e exclusivo
com caminhamento abaixo da rede secundária.
Condutores
Em projetos de RDU devem ser utilizados condutores, conforme tabela abaixo:
TIPO DE REDE TIPO DE CONDUTORES MATERIAL DESCRIÇÃO
Rede Primária Nus Alumínio 1/0 CAA, 4/0 CAA e 336,4 CA
Rede Primária Nus Cobre 35mm2, 70mm2 e 120mm2
Secundária Multiplexada isolados para 1 kV Alumínio 35mm2, 70mm2 e 120mm2
Identificação dos Circuitos Primário e Secundário 
50
Circuito Projetado Circuito Existente Tipo do Condutor
Secundário Secundário
CA – s/ alma de aço
Primário Primário
CAA – c/ alma de aço
Transformadores de Distribuição
Potência Nominal
Recomenda-se que as potências nominais, em kVA, dos transformadores trifásicos de
distribuição, tensão nominal de 13,8 kV, para postes, sejam padronizados em 15, 30, 45, 75 e
112,5 kVA.
Fig. 2.2 – Transformador de Distribuição
Dimensionamento
Os Transformadores serão dimensionados de forma a atender o crescimento da carga até
o ano 5, em função da taxa de crescimento da área, e de sorte até atingir naquele ano o seu
carregamento final (máximo), quando será substituído por outro de maior capacidadeou
promover-se-á a sub - divisão da área de influência. Desta forma recomenda-se o
dimensionamento inicial de transformadores de:
 15 kVA - áreas de consumidores tipo A .
 30 kVA - áreas de consumidores tipo B.
51
 45 kVA - áreas de consumidores tipo C.
 75 kVA - áreas de consumidores tipo D.
a) Consumidores tipo A - Consumidores de poucos recursos cuja possibilidade de utilizar
eletrodomésticos são mínimas (no máximo ferro e rádio).
b) Consumidores tipo B - Consumidores cujas possibilidades de utilizar alguns aparelhos
eletrodomésticos razoáveis (radio, ferro, geladeira, chuveiro).
c) Consumidores tipo C - Consumidores com reais possibilidades de utilizar todos os
eletrodomésticos e no máximo dois chuveiros.
d) Consumidores tipo D - Consumidores que utilizam ou podem utilizar todos os
eletrodomésticos.
Obs.: somente poderão ser instalados para-raios tipo distribuição em transformadores com
potência nominal acima de 45 kVA.
CONDUTORES DA REDE SECUNDÁRIA
POTÊNCIA DO TRAFO CONDUTOR DA FASE CONDUTOR DO NEUTRO
15 3 X 35 mm2 1 X 35 mm2
30 3 X 35 mm2 1 X 35 mm2
45 3 X 70 mm2 1 X 70 mm2
75 3 X 70 mm2 1 X 70 mm2
112,5 3 X 120 mm2 1 X 70 mm2
Luminárias e Lâmpadas
Critérios Básicos
A fixação de níveis de iluminamento médio de uma rua é um dos pontos básicos de um
projeto de iluminação. A escolha deste nível é baseada em uma série de fatores tais como: a
importância do logradouro, o tráfego de veículos e o movimento de pedestres, além da obediência
aos valores de iluminamento recomendado pela ABNT.
52
Níveis Mínimos de Iluminamento Horizontais
Tráfego Motorizado
Trânsito de pedestres
Leve
(Lux)
Médio
(Lux)
Intenso
(Lux)
Leve 3 7,5 15
Médio 7,5 15 20
Intenso 15 20 25
Tipos de Lâmpadas
Com o objetivo de racionalizar investimentos e economizar energia, nos projetos de
iluminação pública, sem prejuízo dos níveis de iluminamento médios definidos para cada tipo de
via, recomenda-se a utilização dos seguintes tipos de lâmpadas:
Vapor de Sódio Vapor de Mercúrio
http://www.aluminosa.com.br/loja/fotos.asp?foto=imagens/produtos/271/V.%20DE%20S%C3%A0DIO%20DVSO-400%20-%20400W.jpg
53
Esquema de Ligação
Esquema de Ligação
Os projetos utilizando o padrão COSERN utilizaram a seguinte correspondência:
Padrão Atual Novo Padrão Desenho
VM 80 e 125 W VS 70 W
VM 250 W VS 150 W
54
VM 400 W VS 250 W
Tipos de Luminárias
Com a finalidade de proporcionar uma melhor uniformidade do fluxo luminoso da lâmpada
utilizada, recomenda-se o emprego dos seguintes tipos de luminárias:
 Luminária de alumínio estampada aberta, com acabamento interno anodizado.
 Luminária de alumínio estampada ou fundida, fechada com acabamento interno
anodizado.
Tipos de Comandos
a) Comando Individual - Consiste o sistema de apenas um relé fotoelétrico, ligado
diretamente ao secundário da distribuição, energizando ou desenergizando uma lâmpada.
b) Comando em Grupo - Consiste basicamente de uma célula fotoelétrica, que atua sobre
um relé auxiliar e qual comanda uma chave magnética energizando o circuito.
Aterrramento
 Todos os transformadores deverão ter seu ponto neutro e sua carcaça ligado à terra
através de uma mesma haste.
 Os pontos finais de cada circuito secundário também deverão ser aterrados através de
uma haste de terra.
Aterramento nos Equipamentos de Distribuição
 Transformadores em sua carcaça.
 Chaves a óleo em sua carcaça.
55
 Seccionalizadores em sua carcaça.
 Regulador de tensão em sua carcaça.
 Chaves seccionalizadoras tripolares - na base desses equipamentos.
 Banco de capacitores - parte metálica das estruturas e quando a ligação deste exigir.
 Grupo de para-raios - a fim de completar a ligação normal.
	​ Critérios para elaboração de projetos de Redes de Distribuição
	A rede de distribuição aérea deve ser projetada em conformidade com as normas ABNT NBR 15688:2009 e ABNT NBR 15992:2011.
	Os condutores devem ser escolhidos mediante estudo econômico que leve em consideração: densidade e crescimento da carga, capacidade de transporte de energia, características da área, perdas técnicas, reaproveitamento dos padrões e agressividade da atmosfera.
	Os isoladores devem ser escolhidos de acordo com as características da estrutura, da rede e da área a qual estarão inseridos.
	Os postes de seção circular serão utilizados apenas para iluminação pública especial.
	Postes de 9 metros deverão ser utilizados com estruturas de rede secundária, não havendo previsão de instalação de rede primária.
	Postes de 11 ou 12 metros deverão ser utilizados com estruturas de rede primária ou secundária com previsão de instalação da primária.
	Postes de 12 metros serão utilizados para execução de derivação e instalação de equipamentos.
	Profundidade de engastamento: m, sendo L = comp. do poste.
	​ Critérios de Locação dos Postes
	​ Simbologia utilizada no Projeto de Distribuição de Energia
	​ Estruturas Primárias com condutores nus
	​ Estruturas Primárias (Rede Compacta)
	2.7. Caminhamento da Rede Primária
	​ Estruturas Secundárias
	​ Características das Estruturas Secundárias:
	​ Estruturas Secundárias com condutores nus - Circuito Monofásico
	​ Estruturas Secundárias - Circuito Trifásico
	​ Estruturas Secundárias – Rede de Cabos Multiplexados (Nomenclatura atual)
	​ Caminhamento da Rede Secundária
	​ Condutores
	​ Identificação dos Circuitos Primário e Secundário
	​ Transformadores de Distribuição
	​ Potência Nominal
	​ Dimensionamento
	​ Luminárias e Lâmpadas
	​ Critérios Básicos
	​ Níveis Mínimos de Iluminamento Horizontais
	​ Tipos de Lâmpadas
	​ Tipos de Luminárias
	​ Tipos de Comandos
	​ Aterrramento
	​ Aterramento nos Equipamentos de Distribuição

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