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X MONITORIA AV4 NEURO Monitores: Mariana Peres, Giulia Serpa, Valentina Basílio, Yaskara Mucci e Daniel Prado 1 PARES CRANIANOS I - Olfatório Pedir pro paciente fechar os olhos para identificar odores (p. ex., café, álcool, canela) colocados junto às narinas enquanto a outra narina é ocluída. Deve-se repetir bilateralmente. Alterações deficitárias: ➢ Anosmia: perda do olfato ➢ Hiposmia: diminuição do olfato ➢ Parosmia: perversão do olfato ➢ Cacosmia: sensação olfatória desagradável na ausência de qualquer substância capaz de originar odor II - Óptico Avalia-se: ● Acuidade visual: Pedir para o paciente dizer alguma coisa que está na sala de exame ou para ler algo; ● Campimetria: Sentado, com um olho de cada vez E DEPOIS COM OS DOIS, o examinador coloca a outra mão na periferia do seu campo visual (pra cima, baixo e lado) e a move enquanto pergunta ao paciente se ele está vendo os movimentos; ● Fundoscopia: Exame de fundo de olho com oftalmoscópio, nele vê-se a papila óptica, retina e vasos. OBS: Escotomas: Falha/cegueira dentro do campo visual Hemianopsia: Estocoma atinge metade do campo visual, pode ser tanto homônima (mesmo lado) como heterônima (lados diferentes) III, IV, VI - Oculomotor, troclear e abducente Motilidade extrinseca: - Musculos reto medial, reto superior, reto inferior, obliquo inferior: inervados pelo OCULOMOTOR - Musculo obliquo superior: inervado pelo TROCLEAR - Musculo reto lateral: inervado pelo ABDUCENTE OBS: Lesões nervosas: ● Troclear: Estrabismo oblíquo ● Abducente: Estrabismo convergente OBS: Lesões nervosas: ● Oculomotor: Ptose palpebral, midríase, estrabismo divergente e diplopia III, IV, VI - Oculomotor, troclear e abducente Motilidade extrinseca: - Semiotécnica: Fazer em cada olho separadamente e depois os dois, com a cabeça imovel deve mover os olhos fazendo um quadrado III, IV, VI - Oculomotor, troclear e abducente Motilidade intrinseca: - Semiotécnica: O examinador, com um feixe de luz coloca sobre uma pupila e observa a resposta dos dois lados - OBS: A luz refletida na pupila avalia tanto o nervo óptico (Aferente) como o oculomotor (Eferente) - Reflexo fotomotor direto: contração (miose) da pupila que ta na luz - Reflexo fotomotor consensual: contração da pupila oposta a luz - Reflexo de acomodação: Aproximar o dedo até a ponta do nariz e pedir para o paciente acompanhar o dedo III, IV, VI - Oculomotor, troclear e abducente - Alterações: ● Midríase: Aumento do diâmetro da pupila ● Miose: Diminuição do diâmetro da pupila ● Discoria: Irregularidade no formato da pupila ● Isocoria: Igualdade no diâmetro das pupilas ● Ptose: queda da pálpebra ● Estrabismo convergente: Desvio medial do globo ocular (VI nervo) ● Estrabismo divergente: Desvio lateral do globo ocular ● Estrabismo vertical: Hipotropia (para baixo) e hipertropia (para cima) ● Diplopia: Visão dupla V - Trigêmeo - Raiz motora: 1) Inspeção: Avalia-se a lesão unilateral da raiz motora a partir de: ➔ Atrofia nas regiões temporais e masseterinas ➔ Desvio da mandíbula para o LADO LESIONADO ➔ Dificuldade de lateralização da mandíbula - - Raiz sensitiva: ➔ Avaliação da sensibilidade tátil - Passar o algodão nas 3 regiões da face (ramos oftálmico, maxilar e mandibular), nos dois lados de olhos fechados, pedindo para identificar o local ➔ Reflexo corneopalpebral: Com uma mecha de algodão pedir para o paciente virar o olho para o lado oposto e tocar suavemente a região entre a esclera e a córnea. RESPOSTA NORMAL: Contração orbicular das palpebras VII - Facial - Avaliar a parte motora: Pedir para o paciente fazer 5 movimentos que movem o rosto de diferentes formas (ex. Cerrar as palpebras, sorrir, franzir a testa, assobiar e abrir bem os olhos) ➔ Lesão do nervo facial: Periférica: HOMOLATERAL, HEMIFACE INTEIRA - Paralisia de Bell Central: CONTRALATERAL, NA METADE INFERIOR DA HEMIFACE VIII - Vestibulococlear Raiz coclear - Audição ➔ Prova de RINNE: Bater no diapasão e aplicá-lo na região mastóide. Quando o paciente parar de ouvir a vibração coloca o aparelho próximo ao conduto auditivo. FAZER DOS DOIS LADOS. Dá positivo (normal): O paciente tem a percepção do som. Dá negativo: Deficiência auditiva na condução do som; ➔ Prova de WEBBER: Bater o diapasão e aplica-lo na linha media do cranio. Positivo (normal): Quando a condução é igual para os dois lados VIII - Vestibulococlear Raiz vestibular - Equilíbrio ➔ Na anamnese: Queixas de vertigem, náuseas, vômitos e desequilíbrios ➔ No exame físico: Nistagmos (oscilação incontrolável dos olhos), desvio lateral durante a marcha (PARA O LADO LESIONADO), desvio postural e sinal de Romberg Sinal de ROMBERG: Pedir para o paciente fechar os olhos, colocar os pés juntos e sempre colocar os braços em volta do paciente caso ele caia você vai conseguir segurá-lo. Se ele cair você deve repetir o exame e se houver um padrão de queda (LESÃO VESTIBULAR) +, se não houver um padrão (LESÃO CEREBELAR). OBS: DESEQUILIBRIO PARA O LADO LESIONADO IX, X - Glossofaringeo e vago - Semiotécnica: Usar o abaixador de língua, a lanterna e pedir para o paciente falar as vogais “A” ou “E”; - Na lesão unilateral: Desvio do véu palatino para o lado NÃO LESIONADO, quando o paciente falar a vogal; XI - Acessório - Inerva os músculos esternocleidomastóideos e a porção superior do trapézio; - Lesão: Atrofia desses músculos; - Semiotécnica: Pedir para o paciente elevar o ombro e fazer a rotação da cabeça XII - Hipoglosso - Inspeção da língua: Pedir para o paciente movimenta-la para todos os lados DENTRO E FORA DA BOCA; - É exclusivamente motor; - Lesão: Unilateral: Ao coloca-la para fora ela vai desviar para o LADO LESIONADO Sinais e sintomas - Linguagem: ➔ Disfasia: Distúrbio no conteúdo da linguagem; ➔ Disartria: Distúrbio motor da linguagem; ➔ Disfonia: Dificuldade na emissão do som; ➔ Afasia: Ausencia de linguagem; ➔ Afasia de Broca: Problema motor (ele entende mas não consegue falar); ➔ Afasia de Wernicke: Problema na compreensão (ele entende do jeito dele e fala coisa sem sentidos); - Força motora: ➔ Paresia: Diminuição da força; ➔ Plegia: Perda da força; ➔ Hemiparesia e hemiplegia: fraqueza e paralisia de um dos lados; ➔ Tetraparesia e tetraplegia: fraqueza e paralisia dos 4 membros ➔ Paraparesia e paraplegia: fraqueza e paralisia ou só nos MMS ou nos MMI - Sensibilidade: ➔ Hipoestesia: Diminuição da sensibilidade; ➔ Hiperestesia: Aumento da sensibilidade; ➔ Anestesia: Ausencia da sensibilidade; ➔ Analgesia: Perda da sensibilidade dolorosa; ➔ Parestesia: Sensações anormais, não dolorosas; ➔ Alodínea: Percepção de estímulo não doloroso como doloroso; ➔ Estereognosia: Capacidade de diferenciar objetos pelo tato ➔ Astereognosia: Perda da capacidade de diferenciar objetos pelo tato 2 AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA SINAIS MENÍNGEOS SINAL DE BRUDZINSKI RIGIDEZ DE NUCA Paciente em decúbito dorsal, uma mão no tórax e outra no occipital → + se houver flexão dos joelhos ao fletir a cabeça Paciente em decúbito dorsal, flexão passiva da cabeça com a mão na região occipital → + se houver resistência ou defesa ESTIRAMENTO DE RAIZ NERVOSA PROVA DE LASÈGUE PROVA DE KERNIG Elevação de membro inferior estendido → + se houver dor na face posterior em 30º de elevação Extensão da perna com a coxa fletida a 90º → + se houver dor ao longo do trajeto do nervo ciático MARCHA HEMIPLÉGICA OU CEIFANTE TABÉTICA ESCARVANTE EM TESOURA MARCHA ANSERINA OU DE PATO PARKSONIANA VESTIBULAR CEREBELAR MOTRICIDADE Pede-se que o paciente realize uma série de movimentos. Ex.: abrir e fechar a mão; levantar os braços. MOVIMENTOS INVOLUNTÁRIOS Paciente estende as mãos com as palmas voltadas para baixo e dedos separados. Em seguida, coloca-se uma folha de papel sobre o dorso de uma das mãos. Isso facilitará a visualização de possíveis tremores. TREMORES São movimentos involuntários, amplos, desordenados,de ocorrência inesperada e arrítmicos, multiformes e sem finalidade. Localizam-se na face, nos membros superiores e inferiores. COREIA São movimentos involuntários que ocorrem nas extremidades e apresentam características muito próprias: são lentos e estereotipados → movimentos dos tentáculos do polvo ATETOSE MOVIMENTOS INVOLUNTÁRIOS FLAPPING-ASTERIX TIQUES TETANIA SINAL DE TROUSSEAU Insuflar manguito a PAM → + se houver a chamada “mão de parteiro” FORÇA MUSCULAR TROFISMO TONICIDADE Corresponde a massa do músculo em estado de contração É a sensação da semicontração própria do músculo em estado de repouso FORÇA MUSCULAR COORDENAÇÃO PROVA INDICADOR-NARIZ Obs.: fazer com olhos abertos e com olhos fechados PROVA CALCANHAR-CANELA ● Avalia cerebelo e sensibilidade proprioceptiva ● Ataxia: perda da coordenação ● Dismetria: incapacidade de alcançar alvos com precisão COORDENAÇÃO PROVA DOS MOVIMENTOS ALTERNADOS (DIADOCOCINESIA) ● Eudiadococinesia → capacidade de realizar movimentos rápidos e alternados ● Disdiadococinesia → dificuldade de realizar movimentos rápidos e alternados ● Adiadococinesia → incapacidade de realizar movimentos rápidos e alterados REFLEXOS SUPERFICIAIS CUTÂNEO-ABDOMINAL (T6-12) CUTÂNEO-PLANTAR (S1) Normal → contração dos músculos abdominais, que determina um leve deslocamento da cicatriz umbilical para o lado estimulado Normal → flexão dos dedos Anormal → extensão dos dedos (Sinal de Babinski) → Lesão piramidal REFLEXOS PROFUNDOSObs.: comparar lados homólogos! ARREFLEXIA HIPERREFLEXIA HIPORREFLEXIA FLEXOR DOS DEDOS SUPINADOR PRONADOR BICIPTAL TRICIPTAL PATELAR AQUILEU SENSIBILIDADE SUPERFICIAL Obs.: comparar lados homólogos! TÁTIL Passar algodão na pele do paciente TÉRMICA Passar objetos quentes/frios na pele do paciente DOLOROSA Passar objeto rombo pele do paciente ANESTESIA HIPERESTESIA HIPOESTESIA ANALGESIA HIPERALGESIA HIPOALGESIA * PACIENTE DE OLHOS FECHADOS Deslocamento de segmento do corpo SENSIBILIDADE PROFUNDA Obs.: comparar lados homólogos! * PACIENTE DE OLHOS FECHADOS SENSIBILIDADE À PRESSÃO (BARESTESIA) Compressão digital CINÉTICA POSTURAL (BATIESTESIA) SENSIBILIDADE VIBRATÓRIA (PALESTESIA) Uso do diapasão em saliências ósseas AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE CONSCIÊNCIA AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE CONSCIÊNCIA MINI-MENTAL (MEEM): TRIAGEM DE DEMÊNCIA ORIENTAÇÃO Ano, mês... RETENÇÃO DE DADOS Repetir nome de 3 objetos ATENÇÃO E CÁLCULO Realizar cálculo simples MEMÓRIA Repetir 3 objetos anteriores LINGUAGEM Repetição de frases FUNÇÃO VISUESPACIAL Copiar desenho TERMOS DA SEMIOLOGIA NEUROLÓGICA ● Disfasia: distúrbio do conteúdo da linguagem ● Disartria: distúrbio na articulação dos sons (disfunções em SNC e SNP) ● Disfonia: distúrbio básico na fonação (alterações na produção do som) ● Afasia → ausência de linguagem. Tipos: ○ Afasia de Broca: dificuldade em se expressar verbalmente, com capacidade compreensão preservada ○ Afasia de Wernicke: afasia de compreensão - torna a comunicação imprecisa ○ Afasia Global: comprometimento das expressão e da compreensão, devido a uma lesão que engloba os dois locais (Wernicke + Broca) EXAME DE LINGUAGEM TERMOS DA SEMIOLOGIA NEUROLÓGICA ● Plegia: perda da força ● Paresia: diminuição da força ● Hemiparesia/hemiplegia: fraqueza/paralisia de um lado do corpo ● Tetraparesia/tetraplegia: fraqueza/paralisia dos 4 membros ● Paraparesia/paraplegia: fraqueza/paralisia apenas de MMII ou MMSS FORÇA E MOTRICIDADE TERMOS DA SEMIOLOGIA NEUROLÓGICA ● Dor ● Hipoestesia: diminuição da sensibilidade ● Hiperestesia: aumento da sensibilidade ● Parestesia: sensações espontâneas de dor, formigamento ou queimação sem estímulo correspondente ● Disestesia: sensações distorcidas e desagradáveis de estímulos normalmente inócuos com estímulo ● Alodínea: percepção de estímulo não doloroso como doloroso ● Estereognosia: capacidade de reconhecer objetos pelo tato ● Aestereognosia: incapacidade de reconhecer objetos pelo tato SENSIBILIDADE TERMOS DA SEMIOLOGIA NEUROLÓGICA ● Cerebelo: equilíbrio e coordenação de movimentos ● Alterações observadas no exame são ipsilaterais ● Manobras para avaliar: ○ Index-nariz ○ Index-index ○ Calcanhar-joelho ● Distúrbios funcionais: ○ Dissinergia ○ Dismetria ○ Hipotonia ○ Disdiadococinesia PROVAS CEREBELARES ○ Tremor cerebelar ○ Disartria ○ Nistagmo e desvio do olhar ○ Disbasia CEFALEIA ● Início ● Tipo ● Localização ● Modo de instalação CARACTERÍSTICAS ● Duração ● Frequência (diária e nos últimos 30 dias) ● Fatores de agravo e atenuação ● Sintomas associados TIPOS MIGRÂNEA TENSIONAL MÁFIAS Uma paciente de 25 anos foi diagnosticada com Lúpus Eritematoso Sistêmico, uma doença autoimune caracterizada por acometimentos gerais em sistemas como articulações, pele, pulmonar. Ela queixou-se de uma perda de mobilidade em membros superiores e leu na internet que esta doença pode provocar uma perda motora. a) Teste, no monitor, a amplitude dos movimentos dos membros superiores b) Realize, no monitor, pelo menos, 2 reflexos neurológicos para que se mostre à paciente que a perda motora ainda está improvável b) Realize, no monitor, pelo menos, 2 reflexos neurológicos para que se mostre à paciente que a perda motora ainda está improvável a) Teste, no monitor, a amplitude dos movimentos dos membros superiores EXTENSÃO FLEXÃO ADUÇÃO ABDUÇÃO ROTAÇÃO INTERNA ROTAÇÃO EXTERNA ARCO DOLOROSO REFLEXO BICIPTAL REFLEXO TRICIPTAL PROVA DE BRUDZINSKI PROVA DE LASÈGUE MARCHA EM TESOURA PROVA DE ROMBERG Sua avó teve uma queda em casa e não consegue se movimentar as duas pernas após isso. Você suspeita que possa ser algo neurológico e resolve conversa com ela e examiná-la. a) Qual o termo semiológico mais correto para a alteração de ambos os membros inferiores? b) Descreva o exame do reflexo patelar e o que se pode esperar de alteração. Sua avó teve uma queda em casa e não consegue se movimentar as duas pernas após isso. Você suspeita que possa ser algo neurológico e resolve conversa com ela e examiná-la. a) Qual o termo semiológico mais correto para a alteração de ambos os membros inferiores? Resposta: Paraplegia b) Descreva o exame do reflexo patelar e o que se pode esperar de alteração. Resposta: Deve-se percutir o tendão patelar com o martelo neurológico, sendo que essa ação estira o músculo quadríceps e inicia um reflexo de estiramento dinâmico, fazendo a perna se estender subitamente para frente. Espera-se um reflexo diminuído ou abolido (arreflexia). Seu colega do futebol relata a você que está com dor no joelho esquerdo há cerca de 5 dias, além de febre. Como diferenciar artrose de artrite nesse contexto? Descreva como se realiza a inspeção dinâmica do joelho. Quais características semiológicas da febre devemos perguntar na anamnese, caso ela fosse um sintoma guia? Como diferenciar artrose de artrite nesse contexto? Resposta: artrose é uma dor com limitação de movimento na articulação e artrite é dor associada a rubor, edema, calor e limitação funcional. Descreva como se realiza a inspeção dinâmica do joelho. Resposta: flexão e extensão Quais características semiológicas da febre devemos perguntar na anamnese, caso ela fosse um sintoma guia? Resposta: Início, duração, intensidade, evolução, término T.B.G, 18 anos, sofreu acidente de moto com trauma cranioencefálico, chegando aparentemente desacordado ao pronto-socorro, trazido por familiares. Você percebe que o quadro neurológico é o que mais preocupa. Ao pesquisar motricidade intrínseca ocular, você notou anisocoria e já comunicou ao neurocirurgião de plantão para avaliá-lo com urgência. a) Descreva como se faz a pesquisa de motricidade intrínseca ocular. b) Qual(is) nervo(s) está(ão) sendo avaliado(s) na questão acima? T.B.G, 18 anos, sofreu acidente de moto com trauma cranioencefálico, chegando aparentemente desacordadoao pronto-socorro, trazido por familiares. Você percebe que o quadro neurológico é o que mais preocupa. Ao pesquisar motricidade intrínseca ocular, você notou anisocoria e já comunicou ao neurocirurgião de plantão para avaliá-lo com urgência. a) Descreva como se faz a pesquisa de motricidade intrínseca ocular. Resposta: O paciente, sem óculos, deve olhar para um ponto mais distante. O examinador incide o feixe de luz em uma pupila e observa a resposta nos dois lados. Chama--se reflexo fotomotor direto a contração da pupila na qual se fez o estímulo, e de reflexo fotomotor consensual a contração da pupila oposta. Em seguida, aproxima-- se dos olhos um objeto e as pupilas se contrairão normalmente é o reflexo da acomodação. Após esse reflexo, deve-se repetir no outro olho. b) Qual(is) nervo(s) está(ão) sendo avaliado(s) na questão acima? Resposta: II e III pares Joana, 35 anos em consulta médica pois relata dor em joelhos, com piora nos últimos meses. Tem uma deformidade em membros inferiores desde a infância. Na inspeção foi observada a alteração abaixo. Baseado no caso, responda: a) Quais características semiológicas da anamnese com relação a queixa principal? b) Qual a alteração observada na foto? Joana, 35 anos em consulta médica pois relata dor em joelhos, com piora nos últimos meses. Tem uma deformidade em membros inferiores desde a infância. Na inspeção foi observada a alteração abaixo. Baseado no caso, responda: a) Quais características semiológicas da anamnese com relação a queixa principal? Resposta: início, duração, evolução, caráter, irradiação, intensidade, fatores de melhora, fatores de piora, relação com funções orgânicas, manifestações concomitantes. b) Qual a alteração observada na foto? Resposta: joelho valgo Paciente, 68 anos, em avaliação com neurologista porque após internação na UTI após um acidente de carro no qual deixou sequelas. Refere que na internação falaram que teve les]ao no nervo “mastigador” e que por isso precisaria de acompanhamento, Baseado no caso, responda: a) Qual o par craniano acometido? Como observar as lesões no exame físico? b) Qual reflexo deveria ser testado para completar o exame físico referente a essa lesão? Descreva-o. Paciente, 68 anos, em avaliação com neurologista porque após internação na UTI após um acidente de carro no qual deixou sequelas. Refere que na internação falaram que teve les]ao no nervo “mastigador” e que por isso precisaria de acompanhamento, Baseado no caso, responda: a) Qual o par craniano acometido? Resposta: Raiz motora do nervo trigêmeo (V par) b) Qual reflexo deveria ser testado para completar o exame físico referente a essa lesão? Descreva-o. Resposta: Reflexo corneopalpebral. Com uma mecha de algodão, deve-se tocar suavemente a região entre a esclerótica e a córnea (canto externo do olho). O paciente deve estar com os olhos virados para o lado oposto, a fim de perceber o menos possível a prova. Resposta normal é a contração do orbicular das pálpebras com a percepção de um pequeno reflexo no olho. Você está de plantão na UTI e dá entrada um paciente com traumatismo cranioencefálico. Baseado nisso, responda: a) Qual reflexo está sendo testado na figura? Descreva a semiotécnica. b) Quais os parâmetros seriam avaliados na Escala de Gasglow? Você está de plantão na UTI e dá entrada um paciente com traumatismo cranioencefálico. Baseado nisso, responda: a) Qual reflexo está sendo testado na figura? Resposta: Reflexo cuteneoplantar b) Quais os parâmetros seriam avaliados na Escala de Gasglow? Resposta: Abertura ocular, Resposta verbal e Resposta motora BOA PROVA!