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MONITORIA AV2
MONITORES: Yáskara, Daniel, Giulia, e 
Valentina.
Roteiro Pulso e 
Pressão Arterial
PRESSÃO ARTERIAL (PA)
Principais determinantes da PA:
- Débito Cardíaco
- Resistência periférica
- Elasticidade das paredes dos grandes vasos
- Volemia
- Viscosidade Sanguínea 
Avaliar antes do exame: 
- Aparelho: deve estar calibrado e manômetro em plano perpendicular ao plano visual
- Paciente: repouso mínimo de 3 minutos, local tranquilo, pode estar sentado, deitado ou em pé (A. braquial 
ao nível do coração, braço levemente flexionado apoiado em superfície firme com palma da mão para cima).
PA= DC x RPT 
DC= VS x FC
Perguntar se paciente realizou o repouso, se está com dor, se fez atividade física recente, se fez consumo de cigarro, café ou bebida 
alcoólica na última hora, se está com a bexiga cheia, caso paciente esteja com pernas cruzadas, pedir para descruzar!
PRESSÃO ARTERIAL (PA)
PRESSÃO ARTERIAL (PA)
Hipotensão postural ou ortostática
É diagnosticada quando se tem uma queda de 20 mmHg ou mais na pressão sistólica e/ou 10mmHg ou mais na diastólica 
ao passar da posição deitada para em pé.
PRESSÃO ARTERIAL (PA)
Técnica aferição da PA
- Manguito de tamanho adequado: 20% mais largo que o diâmetro do braço
- Repouso 3 minutos
- Local Tranqüilo
- Posição do paciente: sentada, deitada ou em pé (a. braquial nível do s2)
- Localizar a pulsação da artéria braquial
- Colocar o manguito 2 cm acima da fossa cubital 
- Palpar o pulso radial
- Inflar o manguito até desaparecer o pulso radial
- Desinsuflar lentamente até reaparecer o pulso radial (pressão sistólica)
-
- Colocar o estetoscópio sobre a a. braquial e insuflar o manguito 30 mmHg acima do valor da pressão 
sistólica pelo método palpatório
- Soltar o ar, de maneira contínua, 2-3 mmHg por segundo até completo esvaziamento da câmara
 
 
PA pelo método palpatório, 
quando pulso reaparece é o 
valor da pressão sistólica
PA pelo método auscultatório, 
1° som (pressão sistólica), 
último som (pressão diastólica)
PULSOS PERIFÉRICOS
MACETE PULSOS (EFRATOC)
Estado da parede
Frequência
Ritmo
Amplitude
Tensão ou dureza
Onda
Comparar com lado homólogo
 
 
PULSOS PERIFÉRICOS
PULSOS PERIFÉRICOS
Semiologia 
Cardiovascular
Anamnese
Sinais e Sintomas
1 - Dor Torácica 
● Dor Isquêmica Miocárdica
● Dor Pericárdica
● Dor de origem Aórtica 
● Dor de origem Psicogênica
2 - Palpitações
3 - Dispneia
4 - Baixo Débito Cardíaco
5 - Edema
6 - Isquemia Arterial
Sinais e Sintomas
Dor Isquêmica Miocárdica
● Características típicas
○ Localização: Retroesternal ou precordial
○ Irradiação: Face externa do braço esquerdo
○ Caráter ou qualidade: Constritivo 
○ Duração: IAM, Anginas instável e estável
○ Intensidade: Leve, moderada e intensa
○ Fatores agravantes: Esforço
○ Fatores Atenuantes: Repouso e nitratos
○ Sintomas associados: Náuseas, vômitos, sudorese, 
palidez e dispnéia
Sinais e Sintomas
Dor Pericárdica
● Características
○ Localização: Precordial
○ Irradiação: Dorso e pescoço
○ Caráter ou qualidade: Constritiva, peso ou em 
queimação
○ Evolução: Contínua
○ Intensidade: Intensa
○ Fatores agravantes: Respiração, deglutição, decúbito 
dorsal e movimentos do tronco
○ Fatores Atenuantes: Inclinar tórax p/ frente e atitude 
genupeitoral
Sinais e Sintomas
Dor de origem Aórtica - Dissecção de Aorta
● Características
○ Localização: Retroesternal
○ Irradiação: Irradiação para região interescapular, 
pescoço, abdome e bacia
○ Caráter ou qualidade: Lancinante
○ Evolução: Início súbito e muito intensa desde o início
○ Intensidade: Forte
○ Fatores Atenuantes
○ Sintomas associados: Inquietação?
Sinais e Sintomas
Dispneia - IVE
● Características
○ Duração
○ Evolução: Progressiva, súbita
○ Relação com Esforço: Pequenos, médios e grandes 
esforços
○ Posição adotada pelo paciente: Ortopneia, dispneia 
paroxística noturna
● Asma cardíaca: chieira
● Tosse: seca, noturna, piora aos esforços
● Edema agudo de pulmão: Dispneia intensa, tosse com 
expectoração espumosa branca ou rósea, cianose e 
respiração ruidosa
Sinais e Sintomas
Baixo Débito Cardíaco
● Características
○ Insônia
○ Irritabilidade
○ Confusão mental
○ Síncope: é a perda súbita e transitória da consciência 
(Parcial - pré-síncope ou lipotímia)
■ Características: início, frequência e fatores 
desencadeantes 
Sinais e Sintomas
Edema - IVD
● Características
○ Localização: MMII em torno dos maléolos, derrames 
cavitários, todo o corpo, região sacral, glútea
○ Intensidade
○ Período do dia: Vespertino
○ Evolução: MMII, pernas e coxas, derrames cavitários e 
anasarca
○ Medicamentos
● Tríade indicativa de IVD: edema, hepatomegalia e 
ingurgitamento jugular
Sinais e Sintomas
Isquemia Arterial
● Formigamento, queimação, peso, constrição e câimbras. 
Alivia de pé e piora deitado.
○ Claudicação Intermitente: dor que surge durante a 
realização de um exercício e intensifica -se a tal ponto 
que obriga o paciente a interromper o que está 
fazendo. (Desaparece, retoma atividade, reaparece…)
■ Progressiva
○ Dor de Repouso: dor que não depende da realização de 
exercício, mais intensa quando o paciente se deita, 
ocorrendo devido ao agravamento da isquemia
Anamnese
EXAME DO PRECÓRDIO
CARDIOVASCULAR
Inspeção e palpação do precórdio
- Paciente em decúbito dorsal
- Inspeção frontal e tangencial
- Pesquisa de abaulamentos na região precordial
- Avaliação do Ictus cordis
- Análise de batimentos ou movimentos visíveis
- Presença de pulsações (epigástrica e na fúrcula)
- Pesquisa de frêmitos (palpar os focos de ausculta)
Ictus cordis (macete: LIME)
- Localização
- Intensidade
- Mobilidade
- Extensão
EXAME DO PRECÓRDIO
EXAME DO PRECÓRDIO
Ictus Cordis 
Localização: 5º EIC E na linha hemiclavicular.
Intensidade: Forte nos magros, após exercícios e emoções.
Mobilidade: Deslocamento de 1 à 2 cm com mudança para DLE.
Extensão: 1 ou 2 polpas digitais (2 à 3 cm).
EXAME DO PRECÓRDIO
2° EIC D justaesternal
2° EIC E justaesternal
3° EIC E justaesternal
5° EIC E justaesternal
5° EIC E na LHC
EXAME DO PRECÓRDIO
Ausculta (focos mitral, tricúspide, pulmonar, aórtico, aórtico acessório)
- Ritmo cardíaco (regular ou irregular) - Normal: ritmo regular em 2 tempos
- Freqüência cardíaca (bradicardia ou taquicardia) - Normal: 60-100 bpm
- Bulhas cardíacas (presença de B3 e B4, intensidade das bulhas, desdobramentos)
- Presença de sopros, estalidos e atrito pericárdico SOPRO (MACETE: LISIQ)
- Localização
- Irradiação 
- Situação no ciclo cardíaco 
- Intensidade 
- Qualidade
Ritmo cardíaco regular com bulhas normofonéticas e 
em dois tempos, FC e ausência de sopros, estalidos 
ou atrito pericárdico.
Bulhas Cardíacas
Prefixos:
Proto: início 
Meso: meio
Tele: final
Holo: em todo ciclo
1° bulha (B1) - “TUM”
- Fechamento da valva mitral e tricúspide, mitral antecede tricúspide, é mais intensa no foco mitral
- Coincide com ictus cordis e pulso carotídeo. Timbre mais grave
2° bulha (B2) - Expiração “TÁ”, Inspiração “TLÁ” (desdobramento fisiológico)
- Fechamento das valvas aórtica e pulmonar, mais audível nos focos de base (aórtico e pulmonar)
- Normalmente componente aórtico (audível em toda região precordial) precede o pulmonar (audível no foco pulmonar e na 
borda esternal E). Timbre mais agudo e duração menor que B1
3° bulha (B3)
- Ruído protodiastólico, de baixa frequência, mais audível na região mitral em DLE
- Observada em crianças e adolescentes, raramente em adultos
4° bulha (B4)
- Ruído débil, no fim da diástole ou pré-sístole. Em condições normais pode ser ouvida em crianças e adultos jovens
Bulhas Cardíacas
Desdobramento fisiológico de B2
A inspiração aumenta a negatividade da pressão intratorácica e acentua a pressão abdominal, 
aumentando o retorno venoso. 
Isso retarda a sístole do ventrículo D, separando o componente aórtico e pulmonar da 2° bulha 
OBS: Auscultado 
em foco pulmonar
Manobra de Rivero-Carvallo
Paciente em decúbito dorsal ousentado, colocar estetoscópio no foco tricúspide. 
Em seguida, solicita-se ao paciente que faça uma inspiração profunda e segure o ar, durante a qual o 
examinador tenta observar qualquer mudança na intensidade do sopro.
- Manobra negativa: sopro se mantem constante ou diminui - sopro originado na valva mitral
- Manobra positiva: sopro aumenta de intensidade - sopro originado no aparelho valvar tricúspide
Utilizada para diferenciar sopro mitral e tricúspide
ANAMNESE
RESPIRATÓRIO
Anamnese do Aparelho Respiratório
- História clínica do paciente: episódios anteriores de sintomas associados ao aparelho respiratório; 
diagnósticos prévios;
- Histórico familiar: doenças respiratórias ou indicativas de risco a longo prazo;
- Tabagismo: tipo; quantidade; frequência; duração; reações;
- Medicamentos em uso;
Dados da Anamnese Geral
- Características: localização, intensidade, qualidade ou caráter, fatores agravantes e atenuantes, 
relação com funções orgânicas, evolução, manifestações concomitantes, irradiação e duração.
Dor torácica 
Anamnese do Aparelho Respiratório
- Conceito: percepção da inabilidade de respirar sem desconforto, ou ainda, sensação subjetiva de 
desconforto respiratório;
- Causas: cardíaca; neurológica; psicogênica;
- Queixa do paciente: falta de ar, sensação de sufocamento, perda de fôlego ou respiração curta, 
canseira, fadiga;
- Sinal objetivo: utilização de musculatura acessória e batimento de asas nasal;
- Características: início, evolução; número de crises e periodicidade; intensidade; relação com 
movimento (repouso ou esforço), relação com decúbito (ortopneia, platipneia, trepopneia), 
manifestações concomitantes, episódios noturnos (dispneia paroxística noturna); fatores 
agravantes e atenuantes;
Dispneia
Anamnese do Aparelho Respiratório
- Conceito: resposta reflexa a estímulos irritantes na laringe, traqueia ou brônquios;
- Causa: inflamatória (edema, secreções); mecânica (poeira, corpo estranho); química (gases); 
térmica (ar frio ou quente); psicogênica;
- Tipos: seca ou improdutiva; produtiva; rouca; metálica; bitonal; quintosa; tosse-síncope; crônica;
- Características: início, evolução; frequência; intensidade; presença de expectoração;
Tosse
Anamnese do Aparelho Respiratório
- Conceito: substância expelida pela tosse (escarro);
- Características: coloração (amarelada, esverdeada, esbranquiçada); odor; transparência 
(transparente, opaco); qualidade (aquosa, mucoide, espumosa); consistência (viscosidade); 
quantidade (colher de chá, colher de sopa); presença de sangue (hemoptise);
Expectoração
Vômica
- Conceito: eliminação mais ou menos brusca, através da glote, de uma quantidade abundante de pus 
ou líquido de aspecto mucoide ou seroso. Se assemelha tanto à expectoração (eliminada por tosse) 
quanto ao vômito (surgimento brusco).
EXAME FÍSICO DO TÓRAX
RESPIRATÓRIO
EXAME FÍSICO DO TÓRAX
Inspeção estática (FA)
- Forma e volume: tórax chato, em barril (em tonel), infundibuliforme, cariniforme, em sino (piriforme), 
cifótico, escoliótico, cifoescoliótico
- Abaulamento ou retrações
Inspeção dinâmica (TREFAT)
- Tipo respiratório: costal superior (mulher), toracoabdominal (homem, criança e todos em decúbito dorsal)
- Ritmo: observar por 2min (eupneica, dispneica, platpneia, ortopneia, trepopneia, respiração de 
Cheyne-Stokes, de Biot, Kusmaull, suspirosa)
- Expansibilidade
- Frequência respiratória: eupneia, taquipneia ou bradipneia (normal adultos: 16-20 IRM)
- Amplitude: respiração profunda, superficial
- Tiragem: regiões axilares e infra-axilares, depressão dos espaços intercostais
EXAME FÍSICO DO TÓRAX
FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA
EXAME FÍSICO DO TÓRAX
Expansibilidade
Ápices: se posicionar atrás do paciente, 
colocando as mãos sobre as regiões que 
correspondem aos ápices pulmonares, de tal 
modo que os polegares se encontrem, em ângulo 
quase reto, pedir para paciente respirar fundo e 
observar movimentação das mãos
Bases: se posicionar atrás do paciente, polegares 
devem estar a nível da apófise espinhosa da 9 ou 
10 vértebra torácica
Palpação
EXAME FÍSICO DO TÓRAX
Frêmito toracovocal
Semiotécnica: deve repousar a mão sobre as regiões do tórax, ao mesmo tempo que o paciente pronuncia “trinta e 
três”. A medida que ele fala, deslocar a mão de modo a percorrer toda a extensão da parede torácica (faces 
anterior, laterais e posterior). Sempre lembrando de comparar regiões homólogas!!
Na foto tem a palpação da face posterior!
Não esquecer das faces laterais, pedindo pro 
paciente levantar os braços e da face anterior
EXAME FÍSICO DO TÓRAX
Palpação dos linfonodos 
AXILARES SUPRACLAVICULARES
Percussão
Semiotécnica: Percussão dígito digital dos espaços intercostais, convém iniciá-la pela face anterior, de cima pra baixo e 
golpeando, ora um lado, ora o outro, em pontos simétricos.
Obs: na face posterior, pedir para paciente “se abraçar” visando afastar as escápulas
Áreas de projeção do coração, fígado e baço: obtém-se à percussão, som maciço ou submaciço
Área de projeção do fundo do estômago (espaço de Traube): som timpânico
Nas demais regiões: encontra-se som claro pulmonar
Alterações: 
- Hipersonoridade: aumento de ar nos alvéolos (enfisema pulmonar)
- Submacicez ou macicez: redução ou inexistência de ar nos alvéolos (derrame ou espessamento pleural, condensação 
pulmonar, como pneumonia, tuberculose, infarto pulmonar e neoplasias)
- Som timpânico: ar aprisionado no espaço pleural (pneumotórax) ou caverna tuberculosa
EXAME FÍSICO DO TÓRAX
Ausculta
Semiotécnica: Tórax deve estar total, ou parcialmente descoberto (prova: pedir para retirar camisa!). Pedir para 
paciente respirar um pouco mais profundamente, com os lábios entreabertos
SONS NORMAIS SONS ANORMAIS SONS VOCAIS 
(ausculta da voz falada e cochichada “33”)
Som traqueal
Área de projeção da traqueia
E>I, com intervalo
Descontínuos: 
estertores finos e grossos
Broncofonia
Aumento da ressonância vocal
Respiração brônquica
Área de projeção dos brônquios principais
I=E, sem intervalo
Contínuos: 
roncos, sibílos e estridor
Egofonia
Tipo especial de broncofonia, qualidade nasalada 
e metálica “balido de cabra”
Respiração broncovesicular
Esternal superior e interescapulovertebral D
I=E, sem intervalo
De origem pleural: 
atrito pleural
Pectorilóquia
Fônica: ouve-se com nitidez voz falada
Afônica: ouve-se com nitidez voz cochichada
Murmúrio vesicular
Periferia dos pulmões
I>E, com intervalo
EXAME FÍSICO DO TÓRAX
Ausculta
Som traqueal 
Área de projeção da traqueia
E>I, com intervalo
Som broncovesicular 
Esternal superior e interescapulovertebral D 
I=E, sem intervalo
Som brônquico 
Área de projeção dos brônquios principais
I=E, sem intervalo
Murmurio vesicular 
Periferia dos pulmões
I>E, com intervalo
MÁFIAS
Subestimar o nível da pressão sistólica ou superestimar o 
nível da pressão diastólica. 
Letra A 
Manobra de Rivero-Carvallo
R: Grau de enchimento da artéria durante a sístole e seu 
esvaziamento durante a diástole. 
R: Letra D 
Lembrar na prova prática de sempre perguntar ao paciente se fumou a pouco 
tempo, se fez exercício a pouco tempo (como foi para a consulta), se está com 
bexiga cheia, não pode deixar o paciente com as pernas cruzadas...
R: Letra B 
Desdobramento fisiológico de b2. 
Valva pulmonar fecha depois da valva aórtica na inspiração
Letra D 
Letra C 
Letra A 
Letra D
Letra A 
Letra C 
Letra D
Letra B
Letra A. 
Lembrar os locais de ausculta.
Letra D 
Letra A 
Letra B 
Letra A 
Letra D 
Letra B
Letra D
Letra D 
Letra D
Identifique a forma do tórax:
1 2 3
4 5
Identifique a forma do tórax:
1 2 3
4 5
1. Tórax Infundibuliforme
2. Tórax Cariniforme
3. Tórax Cifótico
4. Tórax Escoliótico
5. Tórax Piriforme (em sino)
Identifique o tipo de respiração:
Identifique o tipo de respiração:
Respiração de Cheyne-Stokes RespiraçãoSuspirosa
Respiração de Kussmaul Respiração de Biot
• Outros tipos: 
• Trepopneica: melhora em decúbito lateral
• Platipneica: dificuldade de respirar na posição 
ereta
• Ortopneica: dificuldade de respirar em 
decúbito dorsal
• Respiração dispneica
Qual o método utilizado e o que está sendo analisado na imagem abaixo?
Qual o método utilizado e o que está sendo analisado na imagem abaixo?
Palpação. Expansibilidade do ápice dos pulmões.
O som broncovesicular pode ser 
auscultado em quais regiões? 
O som broncovesicular pode ser 
auscultado em quais regiões? 
Interescapulovertebral direita, supraesternal e no nível das 
3ª e 4ª vértebras dorsais
Qual o método realizado na imagem e qual o som escutado?
Qual o método realizado na imagem e qual o som escutado?
Ausculta. O som escutado é o murmúrio vesicular.
Qual o tipo de tosse apresentado?
Qual o tipo de tosse apresentado?
Tosse Produtiva.
Qual o tipo de tosse apresentado?
Tosse Produtiva.
Qual é a investigação semiológica da 
expectoração?
Qual o tipo de tosse apresentado?
Tosse Produtiva.
Qual é a investigação semiológica da 
expectoração?
VOT2C
Volume
Odor
Transparência
Cor
Consistência 
Tipo de dor:
• Dor localizada com precisão, sem irradiação, aguda, de forte 
intensidade, do tipo pontada e que aumenta com a tosse e com os 
movimentos respiratórios indica dor do tipo:
• Dor retroesternal com irradiação para face anterior do MSE, de 
intensidade variável, tipo constrictiva, sem fator de alívio, desencadeada 
por exercício físico e associada a dispneia em repouso indica dor do tipo: 
Tipo de dor:
• Dor localizada com precisão, sem irradiação, aguda, de forte 
intensidade, do tipo pontada e que aumenta com a tosse e com os 
movimentos respiratórios indica dor do tipo:
 Dor pleurítica.
• Dor retroesternal com irradiação para face anterior do MSE, de 
intensidade variável, tipo constrictiva, sem fator de alívio, desencadeada 
por exercício físico e associada a dispneia em repouso indica dor do tipo: 
 Dor torácica de causa cardíaca.
Defina os termos:
• Vômica
• Hemoptise
• Hematêmese
• Vômica: coleções líquidas que se abrem em um brônquio ou na 
traqueia com eliminação de grande quantidade de líquido.
• Hemoptise: eliminação de sangue proveniente da árvore 
respiratória com a tosse.
• Hematêmese: hemorragia do TGI superior, normalmente 
acompanhado de náusea. Vomitar sangue. 
O que é avaliado na inspeção dinâmica do tórax?
O que é avaliado na inspeção dinâmica do tórax?
• Tipo de respiração
• Expansibilidade
• Frequência respiratória
• Ritmo respiratório
• Amplitude respiratória 
• Tiragem
No espaço de Traube observa-se som do tipo:
No espaço de Traube observa-se som do tipo:
Timpânico
Boa Prova!!!

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