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Saúde do idosoSaúde do idoso
Gaveteiroo
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Ei,
me chamo Aylla, sou idealizadora do perfil @gaveteiroo e
estudante de Enfermagem. Preparei esse material
manualmente com muito carinho especialmente para você. O
objetivo da apostila é facilitar e auxiliar o aprendizado. A
obra traz informações técnicas resumidas sobre a
temática de forma esquematizadas e ilustradas.
 
Atenção! Esse produto é protegido por direitos autorais,
sendo proibido a comercialização, compartilhamento ou
reprodução. A violação de direitos sobre este
documento é crime (art. 184 do código penal brasileiro, com
pena de 3 meses a 4 anos de reclusão ou multa).
 
 Atenciosamente, Aylla - Gaveterioo
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Estatuto do IdosoEstatuto do Idoso
Art. 2.º O idoso goza de todos os
direitos fundamentais inerentes à
pessoa humana, sem prejuízo da
proteção integral, assegurando-se-lhe,
por lei ou por outros meios, todas as
oportunidades e facilidades, para
preservação de sua saúde física e
mental e seu aperfeiçoamento moral,
intelectual, espiritual e social, em
condições de liberdade e dignidade.
Art. 3.º É obrigação da família,
da comunidade, da sociedade e do
Poder Público assegurar ao idoso,
com absoluta prioridade, a
efetivação do direito à vida, à
saúde, à alimentação, à educação,
à cultura, ao esporte, ao lazer,
ao trabalho, à cidadania, à
liberdade, à dignidade, ao respeito
e à convivência familiar e
comunitária.
LEI N.º 10.741, DE 1.º DE OUTUBRO DE 2003
Art. 1.º regular os direitos
assegurados às pessoas com
idade igual ou superior a 60 anos.
Parágrafo único: Prioridades:
I - atendimento preferencial imediato e
individualizado;
II - preferência na formulação e na
execução de políticas sociais públicas
específicas;
III - destinação privilegiada de recursos
públicos nas áreas relacionadas com a
proteção ao idoso;
IV - de participação, ocupação e convívio
do idoso com as demais gerações; 
VIII - garantia de acesso à rede de
serviços de saúde e de assistência social
locais.
Art. 4.º Nenhum idoso será objeto
de qualquer tipo de negligência,
discriminação, violência, crueldade
ou opressão, e todo atentado aos
seus direitos, por ação ou omissão,
será punido na forma da lei.
§ 1.º É dever de todos prevenir
esses acontecimentos.
Art. 6.º Todo cidadão tem o dever de comunicar à
autoridade qualquer forma de violação a esta Lei que
tenha testemunhado ou de que tenha conhecimento.
TITULO I: DISPOSIÇÕES PRELIMINARESTITULO I: DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
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TITULO II: DOS DIREITOS FUNDAMENTAISTITULO II: DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS
DO DIREITO À VIDA:
Art. 8.º O envelhecimento é
um direito personalíssimo e a
sua proteção um direito social,
nos termos desta Lei e da
legislação vigente.
Art. 9.º É obrigação do Estado, garantir à
pessoa idosa a proteção à vida e à saúde,
mediante efetivação de políticas sociais
públicas que permitam um envelhecimento
saudável e em condições de dignidade.
DO DIREITO À LIBERDADE, AO RESPEITO E À DIGNIDADE
Art. 10. assegurar a
liberdade, o respeito
e a dignidade, como
pessoa humana 
I - faculdade de ir e vir;
II - opinião e expressão;
III - crença e culto
religioso;
IV - Esportes e de
diversões;
V - participação na vida
familiar e comunitária;
VI - participação na vida
política, na forma da lei;
VII - faculdade de buscar
refúgio, auxílio e orientação.
DO DIREITO À SAÚDE
Art. 15. É assegurada a atenção integral, por intermédio do Sistema Único
de Saúde - SUS, garantindo-lhe o acesso universal e igualitário, em conjunto
articulado e contínuo das ações e serviços, para a prevenção, promoção,
proteção e recuperação da saúde, incluindo a atenção especial às doenças
que afetam preferencialmente os idosos.
§ 1.º A prevenção:
I - cadastramento da população idosa em base
territorial;
II - atendimento geriátrico e gerontológico em
ambulatórios;
III - unidades geriátricas de referência, com
pessoal especializado nas áreas;
IV - atendimento domiciliar, incluindo a internação,
para a população que dele necessitar.
 V - reabilitação orientada pela geriatria e
gerontologia, para redução das sequelas
decorrentes do agravo da saúde.
§ 3.º É vedada a
discriminação do idoso nos
planos de saúde pela
cobrança de valores
diferenciados em razão da
idade.
 
§ 4.º Os idosos portadores de
deficiência ou com limitação
incapacitante terão
atendimento especializado,
nos termos da lei.
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Art. 16. Ao idoso internado ou em observação é
assegurado o direito a acompanhante, devendo o
órgão de saúde proporcionar as condições
adequadas para a sua permanência em tempo
integral, segundo o critério médico.
Parágrafo único. Caberá
ao profissional de saúde 
 conceder autorização
para o acompanhamento
do idoso ou, no caso de
impossibilidade, justificá-
la por escrito.
Art. 17. Ao idoso que esteja no domínio de
suas faculdades mentais é assegurado o
direito de optar pelo tratamento de saúde
que lhe for reputado mais favorável.
Parágrafo único. Não estando será feita:
I - pelo curador.
II - pelos familiares
III - pelo médico, quando ocorrer iminente risco
de vida e não houver tempo hábil para
consulta a curador ou familiar;
IV - pelo próprio médico, quando não houver
curador ou familiar conhecido, caso em que
deverá comunicar o fato ao Ministério Público.
Art. 18. As instituições de
saúde devem atender aos
critérios mínimos para o
atendimento às
necessidades do idoso,
promovendo o treinamento e
a capacitação dos
profissionais, assim como
orientação a cuidadores
familiares e grupos de
auto-ajuda..
Art. 19. Os casos de suspeita ou confirmação de violência praticada contra
idosos serão objetos de notificação compulsória pelos serviços públicos e
privados à autoridade sanitária
DA PROFISSIONALIZAÇÃO E DO TRABALHO
Art. 27. Na admissão do idoso em qualquer trabalho ou emprego, é vedada
a discriminação e a fixação de limite máximo de idade, inclusive para
concursos, ressalvados os casos em que a natureza do cargo o exigir.
DO TRANSPORTE
Art. 39. Aos maiores de 65 (sessenta e cinco) anos fica assegurada a gratuidade
dos transportes coletivos públicos urbanos e semi-urbanos, exceto nos serviços
seletivos e especiais, quando prestados paralelamente aos serviços regulares.
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Alterações fisiológicasAlterações fisiológicas
A Organização Panamericana de Saúde (OPAS) define o envelhecimento como
sendo "um processo sequencial, individual, acumulativo, irreversível, universal,
não-patológico, de deterioração de um organismo maduro, próprio a todos os
membros de uma espécie, de maneira que o tempo o torne menos capaz de
fazer frente ao estresse do meio ambiente e, portanto, aumente sua
possibilidade de morte.
O envelhecimento populacional acontece em decorrência das mudanças de alguns
indicadores de saúde, especialmente da queda da fecundidade, da mortalidade e
do aumento da esperança de vida. Sendo assim, uma inversão da pirâmide, onde
a quantidade de jovens é a mesma de idosos.
Os pulmões se tornam mais volumosos, os ductos e bronquíolos se
alargam e os alvéolos se tornam flácidos, com perda do tecido
septal. A consequência é o aumento de ar nos ductos alveolares
e diminuição do ar alveolar com piora da ventilação e perfusão
O envelhecerO envelhecer
O processo do envelhecimento pode ser dividido em:
Senilidade Senescência ou senectude
Condição patológica de
sobrecarga relacionadas
as doenças, aos acidentes
e ao estresse 
Processo natural de
diminuição progressiva da
reserva funcional dos
indivíduos
SISTEMA RESPIRATÓRIO:
O envelhecimento é caracterizado por alteraçõesprevisíveis, progressivas,
associadas ao aumento da suscetibilidade para muitas doenças. Esse processo
não é uniforme entre as pessoas.
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BOCA: As cáries dentárias continuam sendo um dos principais
problemas dos idosos, inclusive na raiz pela retração das gengivas.
Por volta dos 40 anos a circunferência da arcada dentária poderá
estar um centímetro menor, fazendo com que os dentes tenham
maior atrito entre si com lesão do esmalte provocando cáries e
fazendo aparecer o amarelado da dentina. A mucosa oral se torna
fina, lisa e seca.
Sinais precoces do envelhecimento pulmonar:
Diminuição da capacidade máxima respiratória perfusão
Diminuição progressiva da pressão parcial de O2
Perda da elasticidade pulmonar
Enfraquecimento da musculatura respiratória
↓ da elasticidade da parede torácica
↑ da rigidez da estrutura interna pulmonar
↓ do volume pulmonar expirado
A maioria dos músculos sofre um certo
grau de sarcopenia, daí a capacidade
piora pela diminuição da força e da
resistência da musculatura respiratória,
tornando a tosse menos vigorosa.
A produção de surfactante está
diminuída nos idosos. Na deficiência
os alvéolos poderão colabar na
expiração, fazendo atelectasias.
SISTEMA DIGESTÓRIO:
Orofaringe: Devido à alteração da musculatura esofágica há um aumento da
resistência da passagem dos alimentos pelo esfíncter esofágico superior.
Esôfago: Peristalse anormal após a deglutição e as contrações repetitivas não
peristálticas. Ocorre também a incompetência esfincteriana distal do esôfago,
permitindo o refluxo do conteúdo ácido do estômago e levando a esofagite.
Estômago: diminuição das células, pode ocorrer a ruptura da barreira da
mucosa gástrica, acontece com o uso de anti-inflamatórios, álcool, cafeína e
por bactérias. Dificuldade do esvaziamento gástrico, mais exposto a lesões,
com a gastrite e a úlcera péptica.
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É possível a manutenção da função tubular em nível suficiente ao longo dos
anos. Entretanto, idosos sofrem perda da habilidade de concentrar ou diluir
a urina que se tornam incapazes de equilibrar o organismo frente a uma
desidratação ou a uma sobrecarga hídrica. Para manter o funcionamento do
rim adequadamente, a pessoa idosa deverá ingerir 2,5 a 3l de líquidos ao dia.
O padrão do ritmo urinário apresenta-se modificado na pessoa idosa,
passando a eliminar água e eletrólitos mais à noite que durante o dia.
Intestino delgado: A absorção de várias substâncias está diminuída, mas a
homeostase é mantida. Malformações vasculares são comuns
Intestino grosso: atrofia da mucosa, anomalias estruturais das glândulas da
mucosa, hipertrofia da camada muscular da mucosa e atrofia da camada
muscular externa. a constipação intestinal é uma das queixas mais comuns.
Pâncreas: diminui de tamanho, endurece pelo aumento da fibrose e torna-se mais
amarelado pelo depósito de lipofucsina. queda dramática da produção enzimas.
Fígado: diminui de volume em aproximadamente 37% e também
diminui seu fluxo sanguíneo em 35%. A síntese do colesterol
diminui e há redução da bile total. Apesar de todas essas
modificações as provas de função hepática não se alteram.
SISTEMA URINÁRIO:
SISTEMA ENDÓCRINO:
Tireoide: geralmente os valores de tiroxina (T4) e tri-iodo-tironina (T3) estão em
níveis normais baixos e os do TSH normais altos.Seu efeito calorigênico diminui
com o aumento da idade, aumentando a suscetibilidade de hipotermia nos idosos.
A resposta ao calor também está comprometida devido à menor sudorese.
Hipófise: aumenta de volume, e as alterações bioquímicas que aí
ocorrem variam de indivíduo para indivíduo. Os níveis de melatonina
tanto diurnos quanto noturnos diminuem na maioria das pessoas,
interferindo no sono, visto que este hormônio tem efeito hipnótico.
Pâncreas: é esperado um leve aumento da glicemia de
jejum relacionado à idade. Para os idosos ativos pode
não haver essa diferença.
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Na derme do indivíduo idoso, observa-se menor número de
fibras elásticas e colágenas, levando a uma perda da
resiliência e à formação de rugas. Também há diminuição da
vascularização, justificando a palidez e a diminuição da
temperatura da pele, aumentando a frequência de dermatites.
PELE:
A flacidez das pálpebras superiores leva a uma limitação do campo visual
lateral, podendo a pessoa não ver objetos ao seu lado. A atrofia da fáscia
palpebral pode levar à herniação da gordura orbitária para dentro do tecido
palpebral, produzindo “bolsas” embaixo dos olhos.
PÁLPEBRAS:
MUSCULATURA:
Diminuição da massa muscular e força muscular, Foi
observada uma associação entre níveis baixos de vitamina
D e fraqueza muscular. O trabalho muscular é necessário
para a manutenção de quase todas as funções do corpo
como postura, locomoção, respiração e digestão.
SISTEMA CARDIOVASCULAR:
No coração idoso ocorre perda progressiva dos miócitos, devido a
um declínio progressivo da habilidade de duplicação das células-
tronco cardíacas. Entretanto, observa-se aumento de seu volume
celular. A diminuição da capacidade contrátil causa aumento do
coração que esconde a atrofia das células contráteis. O aumento
da rigidez da parede arterial é um fenômeno universal e contribui
para muitas alterações do sistema cardiovascular.
SISTEMA NERVOSO:
O volume do cérebro diminui em torno de 7 cm3 por ano após os 65 anos, com
maior perda nos lobos frontal e temporal e perda maior da substância branca
do que da substância cinzenta. Em resposta ao dano neuronal, as células gliais
aumentam. Parte da cognição pode sofrer certa deterioração nas pessoas idosas
saudáveis, como a velocidade do processamento cognitivo, menor destreza para
executar movimentos finos e problemas com a memória recente.
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Caderneta do idosoCaderneta do idoso
É um instrumento proposto para auxiliar no bom
manejo da saúde da pessoa idosa, sendo usada
tanto pelas equipes de saúde, quanto pelos idosos
por seus familiares e cuidadores. A Caderneta
permitirá o registro e o acompanhamento, pelo
período de cinco anos, de informações sobre dados
pessoais, sociais e familiares, sobre suas condições
de saúde e seus hábitos de vida, identificando
suas vulnerabilidades, além de ofertar
orientações para seu autocuidado.
O manual tem o objetivo de colaborar para o
correto preenchimento dos campos da Caderneta
de Saúde da Pessoa Idosa. É importante sempre
pedir a caderneta na hora do atendimento, é
uma forma de verificar como o idoso está
evoluindo e o que já foi realizado,
Link do manual:
https://antigo.saude.gov.br/images/pdf/2019/abril
/05/manual-utilizacao-caderneta-pessoa-idosa-
-9-.pdf
Ficha espelho: é como se fosse um resumo do que foi anotado na caderneta
para que a equipe de saúde também possa conter as informações
anotadas, contribuindo para o monitoramento da condição de saúde e da
atenção ofertada a cada usuário(a); e também para o planejamento das
ações pela equipe de saúde
No envelhecimento é importante prevenir as doenças crônicas, promover
atividades significativas e prazerosas, estimular o envelhecimento ativo,
saudável e digno ao um maior número de pessoas. 
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DEFINIÇÃO: é uma doença infecciosa
aguda do trato respiratório,
altamente contagiosa, causada por
vírus da família Orthomyxoviridae,
classicamente dividido em três tipos
imunológicos: Mixovirus influenza A, B
e C, sendo que apenas os tipos A e B
têm relevância clínica em humanos
TRANSMISSÃO: é alta pela via
direta: secreções respiratórias da
pessoa contaminada expelidas
durante a fala, tosse ou espirros. A
via indireta se caracteriza pelo
contato das mãos em superfícies
recém-contaminadaspor secreções
respiratórias, o que possibilita levar
o agente infeccioso direto à boca,
aos olhos ou ao nariz.
DEFINIÇÃO: As síndromes clínicas mais
importantes causadas pelos pneumococos são a
pneumonia, a bacteremia e a meningite. A doença
é definida pelo isolamento do pneumococo em
locais normalmente estéreis, como sangue, líquido
pleural ou líquor. São mais comuns nos extremos
da vida (em menores de 2 anos e maiores de 65)
Calendário de vacinaçãoCalendário de vacinação
INFLUENZA (gripe)
Recomendações da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) – 2021/2022 
Vacina: além da gripe,
previne a pneumonia
viral primária ou
bacteriana secundária,
a hospitalização e o
óbito
CARACTERÍSTICAS: As vacinas são
trivalentes, compostas de três cepas
influenza: dois subtipos A (H1N1 e H3N2) e
um subtipo de B, conforme orientação da
Organização Mundial de Saúde (OMS). 
VIAS DE ADMINISTRAÇÃO: Intramuscular
(IM), preferencialmente no músculo
deltoide; ou subcutânea (SC)
A vacina é bem tolerada e apresenta bom perfil de segurança. Eventos locais
são benignos, autolimitados e, em geral, com resolução espontânea em 48 horas.
ESQUEMAS: Dose única anual
PNEUMOCÓCICAS 
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CONSIDERAÇÕES E ESQUEMAS: Existem duas vacinas
seguras e eficazes para proteger adultos da doença
pneumocócica: VPP23 e VPC13. Iniciar com uma dose da
VPC13 seguida de uma dose de VPP23 seis a 12 meses
depois, e uma segunda dose de VPP23 cinco anos após a
primeira
OBSERVAÇÕES: Para aqueles que já receberam uma dose de VPP23, recomenda-
se o intervalo de um ano para a aplicação de VPC13. A segunda dose de VPP23
deve ser feita cinco anos após a primeira, mantendo intervalo de seis a 12
meses com a VPC13; Para os que já receberam duas doses de VPP23, recomenda-
se uma dose de VPC13, com intervalo mínimo de um ano após a última dose de
VPP23; Se a segunda dose de VPP23 foi aplicada antes dos 60 anos, está
recomendada uma terceira dose depois dessa idade, com intervalo mínimo de cinco
anos da última dose. 
DEFINIÇÃO: é uma doença relativamente comum. O principal
fator de risco é o aumento da idade. Outros fatores de
risco para herpes-zóster são sexo feminino, raça negra e
história familiar positiva para a doença. A dor que
acompanha as erupções cutâneas pode se manifestar com
características distintas em diferentes pacientes, podendo
ser leve ou intensa, em queimação ou lancinante. 
VIA DE 
 ADMINISTRAÇÃO:
Intramuscular.
HERPES ZÓSTER
Vacina recomendada mesmo para
aqueles que já desenvolveram a
doença. Nesses casos, aguardar
intervalo mínimo de um ano, entre o
quadro agudo e a aplicação da vacina.
ESQUEMA: uma dose
Em caso de pacientes com história de
herpes zóster oftálmico, não
existem ainda dados suficientes para
indicar ou contraindicar a vacina.
O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo médico (consulte os
Calendários de vacinação SBIm pacientes especiais).
DIFTERIA, TÉTANO E COQUELUCHE 
ESQUEMA: Atualizar dTpa independente de intervalo prévio com dT ou TT.
Com esquema de vacinação básico completo: reforço com dTpa a cada dez anos.
Via de administração: Intramuscular.
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Com esquema de vacinação básico incompleto: uma dose de dTpa a qualquer
momento e completar a vacinação básica com uma ou duas doses de dT (dupla
bacteriana do tipo adulto) de forma a totalizar três doses de vacina contendo
o componente tetânico. Não vacinados e/ou histórico vacinal desconhecido: uma
dose de dTpa e duas doses de dT no esquema 0 - 2 - 4 a 8 meses.
OBSERVAÇÕES: A vacina está recomendada mesmo para aqueles que tiveram a
coqueluche, já que a proteção conferida pela infecção não é permanente;
Considerar antecipar reforço com dTpa para cinco anos após a última dose de
vacina contendo o componente pertussis para idosos contactantes de lactentes.
Para idosos que pretendem viajar para países nos quais a poliomielite é
endêmica recomenda-se a vacina dTpa combinada à pólio inativada (dTpa-VIP). A
dTpa-VIP pode substituir a dTpa, se necessário.
HEPATITE A: A transmissão se dá
pela ingestão de alimentos ou água
contaminados com as fezes
provenientes dos eliminadores do
vírus – que pode sobreviver por longo
tempo em água ou ambientes úmidos.
Aos 50 anos, são poucos os indivíduos
que não tiveram ainda contato com o
vírus. A vacina é indicada após
avaliação sorológica ou em situações
de exposição ou surtos. Duas doses,
no esquema 0 - 6 meses. a vacinação
não é prioritária. para idosos.
HEPATITE B: Aproximadamente 45% da
população mundial vivem em áreas em
que a prevalência de infecção crônica
pelo vírus da hepatite B (VHB) é alta
(mais de 8% HbsAg positivo) e 5% da
população mundial têm hepatite B
crônica, com cerca de 500 mil mortes
por ano. Três doses, no esquema 0 - 1 -
6 meses.
DEFINIÇÃO: Existem dois ciclos de transmissão: o urbano e o
silvestre. Na atualidade, a doença em nosso país só ocorre
pelo seu ciclo silvestre, com transmissão pelo mosquitos
Haemagogus e Sabethes. As áreas de risco, consideradas
endêmicas, são as regiões Norte e Centro-Oeste do país e o
nordeste do Maranhão.
HEPATITE A e B 
HEPATITE A e B: A vacina combinada
para as hepatites A e B é uma opção
e pode substituir a vacinação isolada
para as hepatites A e B. Três doses,
no esquema 0 - 1 - 6 meses.
FEBRE AMARELA 
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 ESQUEMA E OBSERVAÇÕES: Situações de risco
aumentado. Uma dose. A indicação da vacina
dependerá de risco epidemiológico e da situação
individual de suscetibilidade. Na população com mais
de 60 anos é incomum encontrar indivíduos suscetíveis
ao sarampo, caxumba e rubéola. Para esse grupo,
portanto, a vacinação não é rotineira. Porém, a
critério médico (em situações de surtos, viagens,
entre outros), pode ser recomendada. Contraindicada
para imunodeprimidos.
Devem ser imunizados todos os residentes em área de risco, bem como
habitantes de outras regiões maiores de 9 meses de idade que se dirijam às
áreas de risco, de preferência no mínimo dez dias antes da viagem
ESQUEMA: dose única. Não há consenso sobre a duração da proteção
conferida pela vacina. De acordo com o risco epidemiológico, uma segunda dose
pode ser considerada pelo risco de falha vacinal. Via de administração:
Subcutânea, em dose de 0,5 mL, com reforços
OBSERVAÇÕES: Embora raro, está descrito risco aumentado de eventos
adversos graves na primovacinação de indivíduos maiores de 60 anos. Portanto,
deve-se avaliar risco/benefício da vacinação, considerando também o risco
individual de infecção. O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo médico
(consulte os Calendários de vacinação SBIm pacientes especiais).
MENINGOCÓCICA 
CONCEITO: é causada pela bactéria Neisseria
meningitidis (Meningococo), cuja disseminação
resulta em infecções invasivas graves, como a
meningite e a meningococcemia.
ESQUEMA: Surtos e viagens para áreas de risco. Uma dose. A indicação da
vacina, assim como a necessidade de reforços, dependerão da situação
epidemiológica. Na indisponibilidade da vacina meningocócica conjugada ACWY,
substituir pela vacina meningocócica C conjugada.
Via de administração:
IM profunda. Pode ser
administrada simultaneamente
a outras vacinas ou
medicamento
TRíPLICE VIRAL 
(sarampo, caxumba e rubéola)
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ReferênciasReferências
ESTATUTO DO IDOSO
Tratado de geriatria e gerontologia 
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