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Saúde do idosoSaúde do idoso Gaveteiroo Licenciado para - Itala m onaliza de araujo - 03881775358 - P rotegido por E duzz.com Ei, me chamo Aylla, sou idealizadora do perfil @gaveteiroo e estudante de Enfermagem. Preparei esse material manualmente com muito carinho especialmente para você. O objetivo da apostila é facilitar e auxiliar o aprendizado. A obra traz informações técnicas resumidas sobre a temática de forma esquematizadas e ilustradas. Atenção! Esse produto é protegido por direitos autorais, sendo proibido a comercialização, compartilhamento ou reprodução. A violação de direitos sobre este documento é crime (art. 184 do código penal brasileiro, com pena de 3 meses a 4 anos de reclusão ou multa). Atenciosamente, Aylla - Gaveterioo Licenciado para - Itala m onaliza de araujo - 03881775358 - P rotegido por E duzz.com Estatuto do IdosoEstatuto do Idoso Art. 2.º O idoso goza de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral, assegurando-se-lhe, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, para preservação de sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual, espiritual e social, em condições de liberdade e dignidade. Art. 3.º É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária. LEI N.º 10.741, DE 1.º DE OUTUBRO DE 2003 Art. 1.º regular os direitos assegurados às pessoas com idade igual ou superior a 60 anos. Parágrafo único: Prioridades: I - atendimento preferencial imediato e individualizado; II - preferência na formulação e na execução de políticas sociais públicas específicas; III - destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção ao idoso; IV - de participação, ocupação e convívio do idoso com as demais gerações; VIII - garantia de acesso à rede de serviços de saúde e de assistência social locais. Art. 4.º Nenhum idoso será objeto de qualquer tipo de negligência, discriminação, violência, crueldade ou opressão, e todo atentado aos seus direitos, por ação ou omissão, será punido na forma da lei. § 1.º É dever de todos prevenir esses acontecimentos. Art. 6.º Todo cidadão tem o dever de comunicar à autoridade qualquer forma de violação a esta Lei que tenha testemunhado ou de que tenha conhecimento. TITULO I: DISPOSIÇÕES PRELIMINARESTITULO I: DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Licenciado para - Itala m onaliza de araujo - 03881775358 - P rotegido por E duzz.com TITULO II: DOS DIREITOS FUNDAMENTAISTITULO II: DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS DO DIREITO À VIDA: Art. 8.º O envelhecimento é um direito personalíssimo e a sua proteção um direito social, nos termos desta Lei e da legislação vigente. Art. 9.º É obrigação do Estado, garantir à pessoa idosa a proteção à vida e à saúde, mediante efetivação de políticas sociais públicas que permitam um envelhecimento saudável e em condições de dignidade. DO DIREITO À LIBERDADE, AO RESPEITO E À DIGNIDADE Art. 10. assegurar a liberdade, o respeito e a dignidade, como pessoa humana I - faculdade de ir e vir; II - opinião e expressão; III - crença e culto religioso; IV - Esportes e de diversões; V - participação na vida familiar e comunitária; VI - participação na vida política, na forma da lei; VII - faculdade de buscar refúgio, auxílio e orientação. DO DIREITO À SAÚDE Art. 15. É assegurada a atenção integral, por intermédio do Sistema Único de Saúde - SUS, garantindo-lhe o acesso universal e igualitário, em conjunto articulado e contínuo das ações e serviços, para a prevenção, promoção, proteção e recuperação da saúde, incluindo a atenção especial às doenças que afetam preferencialmente os idosos. § 1.º A prevenção: I - cadastramento da população idosa em base territorial; II - atendimento geriátrico e gerontológico em ambulatórios; III - unidades geriátricas de referência, com pessoal especializado nas áreas; IV - atendimento domiciliar, incluindo a internação, para a população que dele necessitar. V - reabilitação orientada pela geriatria e gerontologia, para redução das sequelas decorrentes do agravo da saúde. § 3.º É vedada a discriminação do idoso nos planos de saúde pela cobrança de valores diferenciados em razão da idade. § 4.º Os idosos portadores de deficiência ou com limitação incapacitante terão atendimento especializado, nos termos da lei. Licenciado para - Itala m onaliza de araujo - 03881775358 - P rotegido por E duzz.com Art. 16. Ao idoso internado ou em observação é assegurado o direito a acompanhante, devendo o órgão de saúde proporcionar as condições adequadas para a sua permanência em tempo integral, segundo o critério médico. Parágrafo único. Caberá ao profissional de saúde conceder autorização para o acompanhamento do idoso ou, no caso de impossibilidade, justificá- la por escrito. Art. 17. Ao idoso que esteja no domínio de suas faculdades mentais é assegurado o direito de optar pelo tratamento de saúde que lhe for reputado mais favorável. Parágrafo único. Não estando será feita: I - pelo curador. II - pelos familiares III - pelo médico, quando ocorrer iminente risco de vida e não houver tempo hábil para consulta a curador ou familiar; IV - pelo próprio médico, quando não houver curador ou familiar conhecido, caso em que deverá comunicar o fato ao Ministério Público. Art. 18. As instituições de saúde devem atender aos critérios mínimos para o atendimento às necessidades do idoso, promovendo o treinamento e a capacitação dos profissionais, assim como orientação a cuidadores familiares e grupos de auto-ajuda.. Art. 19. Os casos de suspeita ou confirmação de violência praticada contra idosos serão objetos de notificação compulsória pelos serviços públicos e privados à autoridade sanitária DA PROFISSIONALIZAÇÃO E DO TRABALHO Art. 27. Na admissão do idoso em qualquer trabalho ou emprego, é vedada a discriminação e a fixação de limite máximo de idade, inclusive para concursos, ressalvados os casos em que a natureza do cargo o exigir. DO TRANSPORTE Art. 39. Aos maiores de 65 (sessenta e cinco) anos fica assegurada a gratuidade dos transportes coletivos públicos urbanos e semi-urbanos, exceto nos serviços seletivos e especiais, quando prestados paralelamente aos serviços regulares. Licenciado para - Itala m onaliza de araujo - 03881775358 - P rotegido por E duzz.com Alterações fisiológicasAlterações fisiológicas A Organização Panamericana de Saúde (OPAS) define o envelhecimento como sendo "um processo sequencial, individual, acumulativo, irreversível, universal, não-patológico, de deterioração de um organismo maduro, próprio a todos os membros de uma espécie, de maneira que o tempo o torne menos capaz de fazer frente ao estresse do meio ambiente e, portanto, aumente sua possibilidade de morte. O envelhecimento populacional acontece em decorrência das mudanças de alguns indicadores de saúde, especialmente da queda da fecundidade, da mortalidade e do aumento da esperança de vida. Sendo assim, uma inversão da pirâmide, onde a quantidade de jovens é a mesma de idosos. Os pulmões se tornam mais volumosos, os ductos e bronquíolos se alargam e os alvéolos se tornam flácidos, com perda do tecido septal. A consequência é o aumento de ar nos ductos alveolares e diminuição do ar alveolar com piora da ventilação e perfusão O envelhecerO envelhecer O processo do envelhecimento pode ser dividido em: Senilidade Senescência ou senectude Condição patológica de sobrecarga relacionadas as doenças, aos acidentes e ao estresse Processo natural de diminuição progressiva da reserva funcional dos indivíduos SISTEMA RESPIRATÓRIO: O envelhecimento é caracterizado por alteraçõesprevisíveis, progressivas, associadas ao aumento da suscetibilidade para muitas doenças. Esse processo não é uniforme entre as pessoas. Licenciado para - Itala m onaliza de araujo - 03881775358 - P rotegido por E duzz.com BOCA: As cáries dentárias continuam sendo um dos principais problemas dos idosos, inclusive na raiz pela retração das gengivas. Por volta dos 40 anos a circunferência da arcada dentária poderá estar um centímetro menor, fazendo com que os dentes tenham maior atrito entre si com lesão do esmalte provocando cáries e fazendo aparecer o amarelado da dentina. A mucosa oral se torna fina, lisa e seca. Sinais precoces do envelhecimento pulmonar: Diminuição da capacidade máxima respiratória perfusão Diminuição progressiva da pressão parcial de O2 Perda da elasticidade pulmonar Enfraquecimento da musculatura respiratória ↓ da elasticidade da parede torácica ↑ da rigidez da estrutura interna pulmonar ↓ do volume pulmonar expirado A maioria dos músculos sofre um certo grau de sarcopenia, daí a capacidade piora pela diminuição da força e da resistência da musculatura respiratória, tornando a tosse menos vigorosa. A produção de surfactante está diminuída nos idosos. Na deficiência os alvéolos poderão colabar na expiração, fazendo atelectasias. SISTEMA DIGESTÓRIO: Orofaringe: Devido à alteração da musculatura esofágica há um aumento da resistência da passagem dos alimentos pelo esfíncter esofágico superior. Esôfago: Peristalse anormal após a deglutição e as contrações repetitivas não peristálticas. Ocorre também a incompetência esfincteriana distal do esôfago, permitindo o refluxo do conteúdo ácido do estômago e levando a esofagite. Estômago: diminuição das células, pode ocorrer a ruptura da barreira da mucosa gástrica, acontece com o uso de anti-inflamatórios, álcool, cafeína e por bactérias. Dificuldade do esvaziamento gástrico, mais exposto a lesões, com a gastrite e a úlcera péptica. Licenciado para - Itala m onaliza de araujo - 03881775358 - P rotegido por E duzz.com É possível a manutenção da função tubular em nível suficiente ao longo dos anos. Entretanto, idosos sofrem perda da habilidade de concentrar ou diluir a urina que se tornam incapazes de equilibrar o organismo frente a uma desidratação ou a uma sobrecarga hídrica. Para manter o funcionamento do rim adequadamente, a pessoa idosa deverá ingerir 2,5 a 3l de líquidos ao dia. O padrão do ritmo urinário apresenta-se modificado na pessoa idosa, passando a eliminar água e eletrólitos mais à noite que durante o dia. Intestino delgado: A absorção de várias substâncias está diminuída, mas a homeostase é mantida. Malformações vasculares são comuns Intestino grosso: atrofia da mucosa, anomalias estruturais das glândulas da mucosa, hipertrofia da camada muscular da mucosa e atrofia da camada muscular externa. a constipação intestinal é uma das queixas mais comuns. Pâncreas: diminui de tamanho, endurece pelo aumento da fibrose e torna-se mais amarelado pelo depósito de lipofucsina. queda dramática da produção enzimas. Fígado: diminui de volume em aproximadamente 37% e também diminui seu fluxo sanguíneo em 35%. A síntese do colesterol diminui e há redução da bile total. Apesar de todas essas modificações as provas de função hepática não se alteram. SISTEMA URINÁRIO: SISTEMA ENDÓCRINO: Tireoide: geralmente os valores de tiroxina (T4) e tri-iodo-tironina (T3) estão em níveis normais baixos e os do TSH normais altos.Seu efeito calorigênico diminui com o aumento da idade, aumentando a suscetibilidade de hipotermia nos idosos. A resposta ao calor também está comprometida devido à menor sudorese. Hipófise: aumenta de volume, e as alterações bioquímicas que aí ocorrem variam de indivíduo para indivíduo. Os níveis de melatonina tanto diurnos quanto noturnos diminuem na maioria das pessoas, interferindo no sono, visto que este hormônio tem efeito hipnótico. Pâncreas: é esperado um leve aumento da glicemia de jejum relacionado à idade. Para os idosos ativos pode não haver essa diferença. Licenciado para - Itala m onaliza de araujo - 03881775358 - P rotegido por E duzz.com Na derme do indivíduo idoso, observa-se menor número de fibras elásticas e colágenas, levando a uma perda da resiliência e à formação de rugas. Também há diminuição da vascularização, justificando a palidez e a diminuição da temperatura da pele, aumentando a frequência de dermatites. PELE: A flacidez das pálpebras superiores leva a uma limitação do campo visual lateral, podendo a pessoa não ver objetos ao seu lado. A atrofia da fáscia palpebral pode levar à herniação da gordura orbitária para dentro do tecido palpebral, produzindo “bolsas” embaixo dos olhos. PÁLPEBRAS: MUSCULATURA: Diminuição da massa muscular e força muscular, Foi observada uma associação entre níveis baixos de vitamina D e fraqueza muscular. O trabalho muscular é necessário para a manutenção de quase todas as funções do corpo como postura, locomoção, respiração e digestão. SISTEMA CARDIOVASCULAR: No coração idoso ocorre perda progressiva dos miócitos, devido a um declínio progressivo da habilidade de duplicação das células- tronco cardíacas. Entretanto, observa-se aumento de seu volume celular. A diminuição da capacidade contrátil causa aumento do coração que esconde a atrofia das células contráteis. O aumento da rigidez da parede arterial é um fenômeno universal e contribui para muitas alterações do sistema cardiovascular. SISTEMA NERVOSO: O volume do cérebro diminui em torno de 7 cm3 por ano após os 65 anos, com maior perda nos lobos frontal e temporal e perda maior da substância branca do que da substância cinzenta. Em resposta ao dano neuronal, as células gliais aumentam. Parte da cognição pode sofrer certa deterioração nas pessoas idosas saudáveis, como a velocidade do processamento cognitivo, menor destreza para executar movimentos finos e problemas com a memória recente. Licenciado para - Itala m onaliza de araujo - 03881775358 - P rotegido por E duzz.com Caderneta do idosoCaderneta do idoso É um instrumento proposto para auxiliar no bom manejo da saúde da pessoa idosa, sendo usada tanto pelas equipes de saúde, quanto pelos idosos por seus familiares e cuidadores. A Caderneta permitirá o registro e o acompanhamento, pelo período de cinco anos, de informações sobre dados pessoais, sociais e familiares, sobre suas condições de saúde e seus hábitos de vida, identificando suas vulnerabilidades, além de ofertar orientações para seu autocuidado. O manual tem o objetivo de colaborar para o correto preenchimento dos campos da Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa. É importante sempre pedir a caderneta na hora do atendimento, é uma forma de verificar como o idoso está evoluindo e o que já foi realizado, Link do manual: https://antigo.saude.gov.br/images/pdf/2019/abril /05/manual-utilizacao-caderneta-pessoa-idosa- -9-.pdf Ficha espelho: é como se fosse um resumo do que foi anotado na caderneta para que a equipe de saúde também possa conter as informações anotadas, contribuindo para o monitoramento da condição de saúde e da atenção ofertada a cada usuário(a); e também para o planejamento das ações pela equipe de saúde No envelhecimento é importante prevenir as doenças crônicas, promover atividades significativas e prazerosas, estimular o envelhecimento ativo, saudável e digno ao um maior número de pessoas. Licenciado para - Itala m onaliza de araujo - 03881775358 - P rotegido por E duzz.com DEFINIÇÃO: é uma doença infecciosa aguda do trato respiratório, altamente contagiosa, causada por vírus da família Orthomyxoviridae, classicamente dividido em três tipos imunológicos: Mixovirus influenza A, B e C, sendo que apenas os tipos A e B têm relevância clínica em humanos TRANSMISSÃO: é alta pela via direta: secreções respiratórias da pessoa contaminada expelidas durante a fala, tosse ou espirros. A via indireta se caracteriza pelo contato das mãos em superfícies recém-contaminadaspor secreções respiratórias, o que possibilita levar o agente infeccioso direto à boca, aos olhos ou ao nariz. DEFINIÇÃO: As síndromes clínicas mais importantes causadas pelos pneumococos são a pneumonia, a bacteremia e a meningite. A doença é definida pelo isolamento do pneumococo em locais normalmente estéreis, como sangue, líquido pleural ou líquor. São mais comuns nos extremos da vida (em menores de 2 anos e maiores de 65) Calendário de vacinaçãoCalendário de vacinação INFLUENZA (gripe) Recomendações da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) – 2021/2022 Vacina: além da gripe, previne a pneumonia viral primária ou bacteriana secundária, a hospitalização e o óbito CARACTERÍSTICAS: As vacinas são trivalentes, compostas de três cepas influenza: dois subtipos A (H1N1 e H3N2) e um subtipo de B, conforme orientação da Organização Mundial de Saúde (OMS). VIAS DE ADMINISTRAÇÃO: Intramuscular (IM), preferencialmente no músculo deltoide; ou subcutânea (SC) A vacina é bem tolerada e apresenta bom perfil de segurança. Eventos locais são benignos, autolimitados e, em geral, com resolução espontânea em 48 horas. ESQUEMAS: Dose única anual PNEUMOCÓCICAS Licenciado para - Itala m onaliza de araujo - 03881775358 - P rotegido por E duzz.com CONSIDERAÇÕES E ESQUEMAS: Existem duas vacinas seguras e eficazes para proteger adultos da doença pneumocócica: VPP23 e VPC13. Iniciar com uma dose da VPC13 seguida de uma dose de VPP23 seis a 12 meses depois, e uma segunda dose de VPP23 cinco anos após a primeira OBSERVAÇÕES: Para aqueles que já receberam uma dose de VPP23, recomenda- se o intervalo de um ano para a aplicação de VPC13. A segunda dose de VPP23 deve ser feita cinco anos após a primeira, mantendo intervalo de seis a 12 meses com a VPC13; Para os que já receberam duas doses de VPP23, recomenda- se uma dose de VPC13, com intervalo mínimo de um ano após a última dose de VPP23; Se a segunda dose de VPP23 foi aplicada antes dos 60 anos, está recomendada uma terceira dose depois dessa idade, com intervalo mínimo de cinco anos da última dose. DEFINIÇÃO: é uma doença relativamente comum. O principal fator de risco é o aumento da idade. Outros fatores de risco para herpes-zóster são sexo feminino, raça negra e história familiar positiva para a doença. A dor que acompanha as erupções cutâneas pode se manifestar com características distintas em diferentes pacientes, podendo ser leve ou intensa, em queimação ou lancinante. VIA DE ADMINISTRAÇÃO: Intramuscular. HERPES ZÓSTER Vacina recomendada mesmo para aqueles que já desenvolveram a doença. Nesses casos, aguardar intervalo mínimo de um ano, entre o quadro agudo e a aplicação da vacina. ESQUEMA: uma dose Em caso de pacientes com história de herpes zóster oftálmico, não existem ainda dados suficientes para indicar ou contraindicar a vacina. O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo médico (consulte os Calendários de vacinação SBIm pacientes especiais). DIFTERIA, TÉTANO E COQUELUCHE ESQUEMA: Atualizar dTpa independente de intervalo prévio com dT ou TT. Com esquema de vacinação básico completo: reforço com dTpa a cada dez anos. Via de administração: Intramuscular. Licenciado para - Itala m onaliza de araujo - 03881775358 - P rotegido por E duzz.com Com esquema de vacinação básico incompleto: uma dose de dTpa a qualquer momento e completar a vacinação básica com uma ou duas doses de dT (dupla bacteriana do tipo adulto) de forma a totalizar três doses de vacina contendo o componente tetânico. Não vacinados e/ou histórico vacinal desconhecido: uma dose de dTpa e duas doses de dT no esquema 0 - 2 - 4 a 8 meses. OBSERVAÇÕES: A vacina está recomendada mesmo para aqueles que tiveram a coqueluche, já que a proteção conferida pela infecção não é permanente; Considerar antecipar reforço com dTpa para cinco anos após a última dose de vacina contendo o componente pertussis para idosos contactantes de lactentes. Para idosos que pretendem viajar para países nos quais a poliomielite é endêmica recomenda-se a vacina dTpa combinada à pólio inativada (dTpa-VIP). A dTpa-VIP pode substituir a dTpa, se necessário. HEPATITE A: A transmissão se dá pela ingestão de alimentos ou água contaminados com as fezes provenientes dos eliminadores do vírus – que pode sobreviver por longo tempo em água ou ambientes úmidos. Aos 50 anos, são poucos os indivíduos que não tiveram ainda contato com o vírus. A vacina é indicada após avaliação sorológica ou em situações de exposição ou surtos. Duas doses, no esquema 0 - 6 meses. a vacinação não é prioritária. para idosos. HEPATITE B: Aproximadamente 45% da população mundial vivem em áreas em que a prevalência de infecção crônica pelo vírus da hepatite B (VHB) é alta (mais de 8% HbsAg positivo) e 5% da população mundial têm hepatite B crônica, com cerca de 500 mil mortes por ano. Três doses, no esquema 0 - 1 - 6 meses. DEFINIÇÃO: Existem dois ciclos de transmissão: o urbano e o silvestre. Na atualidade, a doença em nosso país só ocorre pelo seu ciclo silvestre, com transmissão pelo mosquitos Haemagogus e Sabethes. As áreas de risco, consideradas endêmicas, são as regiões Norte e Centro-Oeste do país e o nordeste do Maranhão. HEPATITE A e B HEPATITE A e B: A vacina combinada para as hepatites A e B é uma opção e pode substituir a vacinação isolada para as hepatites A e B. Três doses, no esquema 0 - 1 - 6 meses. FEBRE AMARELA Licenciado para - Itala m onaliza de araujo - 03881775358 - P rotegido por E duzz.com ESQUEMA E OBSERVAÇÕES: Situações de risco aumentado. Uma dose. A indicação da vacina dependerá de risco epidemiológico e da situação individual de suscetibilidade. Na população com mais de 60 anos é incomum encontrar indivíduos suscetíveis ao sarampo, caxumba e rubéola. Para esse grupo, portanto, a vacinação não é rotineira. Porém, a critério médico (em situações de surtos, viagens, entre outros), pode ser recomendada. Contraindicada para imunodeprimidos. Devem ser imunizados todos os residentes em área de risco, bem como habitantes de outras regiões maiores de 9 meses de idade que se dirijam às áreas de risco, de preferência no mínimo dez dias antes da viagem ESQUEMA: dose única. Não há consenso sobre a duração da proteção conferida pela vacina. De acordo com o risco epidemiológico, uma segunda dose pode ser considerada pelo risco de falha vacinal. Via de administração: Subcutânea, em dose de 0,5 mL, com reforços OBSERVAÇÕES: Embora raro, está descrito risco aumentado de eventos adversos graves na primovacinação de indivíduos maiores de 60 anos. Portanto, deve-se avaliar risco/benefício da vacinação, considerando também o risco individual de infecção. O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo médico (consulte os Calendários de vacinação SBIm pacientes especiais). MENINGOCÓCICA CONCEITO: é causada pela bactéria Neisseria meningitidis (Meningococo), cuja disseminação resulta em infecções invasivas graves, como a meningite e a meningococcemia. ESQUEMA: Surtos e viagens para áreas de risco. Uma dose. A indicação da vacina, assim como a necessidade de reforços, dependerão da situação epidemiológica. Na indisponibilidade da vacina meningocócica conjugada ACWY, substituir pela vacina meningocócica C conjugada. Via de administração: IM profunda. Pode ser administrada simultaneamente a outras vacinas ou medicamento TRíPLICE VIRAL (sarampo, caxumba e rubéola) Licenciado para - Itala m onaliza de araujo - 03881775358 - P rotegido por E duzz.com ReferênciasReferências ESTATUTO DO IDOSO Tratado de geriatria e gerontologia Licenciado para - Itala m onaliza de araujo - 03881775358 - P rotegido por E duzz.com