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Sistema Imunológico
&
Inflamação
Carla Oda Moreno
Sistema Imunológico - Visão Geral
◼ sistema responsável pela defesa do 
organismo contra o ataque de patógenos 
(reconhecer estruturas próprias e não-
próprias)
◼ fundamental para a sobrevivência do 
organismo
◼ A evolução tornou este sistema complexo
Propriedades do Sistema 
Imunológico
◼ Habilidade de reconhecer milhões de moléculas 
diferentes não-próprias e de responder a elas, 
produzindo moléculas (anticorpos) e células, 
que podem se ligar e destruir cada uma das 
moléculas não-próprias, estando estas isoladas 
ou ligadas a uma estrutura do corpo humano.
◼ Antígeno: qualquer substância capaz de 
provocar no organismo uma resposta imunitária.
◼ Anticorpo: moléculas que podem se ligar e 
destruir cada molécula não própria, isolada ou 
ligada a estrutura do corpo humano.
INATA OU NATURAL
Imunidade inespecífica 
fornecida por barreiras 
Físicas, bioquímicas e 
células ( granulócitos 
e macrófagos)
IMUNIDADE
ADQUIRIDA OU 
ADAPTATIVA
Imunidade específica
gerada pela ação de
células que reconhecem
Antígenos específicos
(linfócitos)
Células
Doenças Auto-imunes
◼ Termo aplicado quando as células 
próprias do organismo são atacadas pelo 
sistema imune.
◼ É A QUEBRA DA AUTO-TOLERÂNCIA
Inflamação - Visão Geral
É uma resposta do tecido vivo, com o objetivo de 
diluir, destruir ou bloquear o agente agressor.
Lesão tecidual → INFLAMAÇÃO → reparação tecidual
INFLAMAÇÃO
AGUDA CRÔNICA
Aguda X Crônica
Inflamação Aguda
macrófagos e neutrófilos
duração relativamente 
curta
Inflamação Crônica
macrófagos, neutrófilos 
e LINFÓCITOS
duração relativamente 
longa
Inflamação ativa 
X
destruição tecidual 
X
tentativas de cura
Sinais da inflamação
◼ Dor
◼ Tumor
◼ Calor 
◼ Rubor
◼ Perda de função
}Prostaglandina, aumento do metabolismo 
e fluxo sangüíneo
Inflamação 
◼ Agudas (com uma duração de minutos, horas ou 
dias). 
◼ Crônicas (com uma duração que pode se 
estender por meses)
Inflamação aguda
◼ É uma reação imediata. 
◼ Apresenta sinais cardeais clássicos.
◼ Antecede a inflamação crônica. 
◼ Apresenta exsudações plasmáticas e neutrófilos
Fases da Inflamação Aguda
◼ Alterações do calibre vascular que acarretam um 
aumento do fluxo sanguíneo. 
◼ Alterações estruturais da microvasculatura, que 
permitem que as proteínas plasmáticas e 
leucócitos deixem a circulação. 
◼ Emigração dos leucócitos da microcirculação e 
seu acúmulo no foco da lesão
Alterações Vasculares
◼ Alterações no fluxo e calibre vasculares.
◼ Aumento da permeabilidade vascular. 
Resultados da Inflamação Aguda
◼ Resolução completa; 
◼ Formação de abscesso; 
◼ Cura por fibrose e cicatrização; 
◼ Evolução para inflamação crônica.
Inflamação Crônica
◼ A inflamação crônica é aquela na qual, devido à 
persistência do agente inflamatório ou em 
consequência de fenômenos autoimunes, o 
processo se mantém por mais tempo. 
◼ A inflamação crônica pode ser definida como 
uma inflamação de duração prolongada 
(semanas ou meses)
Como surge?
◼ Após inflamação aguda, devido à persistência do 
estímulo desencadeante; 
◼ Como resultado de surtos repetitivos de 
inflamação aguda; 
◼ Infecções persistentes por micróbios 
intracelulares (ex.: bacilo da tuberculose, 
infecção viral) que desencadeiam uma reação 
imunológica;
◼ Exposição prolongada a substâncias exógenas 
potencialmente tóxicas (ex.: sílica); 
◼ Reações imunes, particularmente aquelas 
perpetuadas contra os próprios tecidos do 
hospedeiro (doenças autoimunes)
Caracteriza-se por:
◼ Infiltração por macrófagos, linfócitos e 
plasmócitos; 
◼ Destruição tecidual, induzida pelas células 
inflamatórias; 
◼ Tentativas de reparo por reposição de tecido 
conjuntivo.
◼ Envolve a proliferação de fibroblastos, em vez 
de exsudatos, consequentemente, o risco de 
deformidades e cicatrizes é maior que na 
inflamação aguda.
Classificada em:
◼ Inflamação Crônica Inespecífica:
◼ Envolve um acu ́mulo difuso de macro ́fagos e linfócitos no local 
da lesão. A quimiotaxia constante faz que macro ́fagos se 
infiltrem no local inflamado, onde se acumulam devido à
sobrevivência e à imobilização prolongada. Esses mecanismos 
levam à proliferação de fibroblastos, com formação de cicatrizes, 
que em muitos casos substituem o tecido conjuntivo normal ou 
os tecidos parenquimatosos funcionais das estruturas envolvidas. 
Por exemplo, o tecido cicatricial resultante da inflamação crônica
do intestino causa o estreitamento do lúmen intestinal.
◼ Inflamação Granulomatosa:
◼ A inflamação granulomatosa está associada a corpos estranhos, 
tais como farpas, suturas, si ́lica e asbesto, e a microrganismos 
que causam tuberculose, si ́filis, sarcoidose, infecções fúngicas
profunda. Esses tipos de agentes têm uma coisa em comum: são
mal digeridos e usualmente não são facilmente controlados por 
outros mecanismos inflamatórios. As células epitelioides na 
inflamação granulomatosa podem se agregar em uma massa ou 
coalescer, formando uma célula gigante multinucleada que tenta 
circundar o agente estranho. Uma densa membrana de tecido 
conjuntivo finalmente encapsula a lesão e a isola. Essas células
são referidas como células gigantes de corpo estranho.
	Slide 1: Sistema Imunológico & Inflamação Carla Oda Moreno 
	Slide 2: Sistema Imunológico - Visão Geral
	Slide 3: Propriedades do Sistema Imunológico
	Slide 4
	Slide 5
	Slide 6
	Slide 7: Doenças Auto-imunes
	Slide 8: Inflamação - Visão Geral
	Slide 9: Aguda X Crônica
	Slide 10: Sinais da inflamação
	Slide 11: Inflamação 
	Slide 12: Inflamação aguda
	Slide 13: Fases da Inflamação Aguda
	Slide 14: Alterações Vasculares
	Slide 15: Resultados da Inflamação Aguda
	Slide 16: Inflamação Crônica
	Slide 17: Como surge?
	Slide 18
	Slide 19: Caracteriza-se por:
	Slide 20
	Slide 21: Classificada em:
	Slide 22

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