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ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL 
 
 
TEXTO 1 
 
O Desenvolvimento da Orientação 
Profissional no Brasil 
 
 * A Orientação Profissional tem suas origens 
na Europa, no início do século XX, com o 
objetivo de aumentar a eficiência industrial e 
evitar acidentes de trabalho. 
 * O marco oficial do seu início é a criação do 
primeiro Centro de Orientação Profissional 
nos EUA por Frank Parsons, que adicionou 
conceitos da Psicologia e Pedagogia ao 
processo e o focou nos jovens. 
 * O método inicial de Parsons envolvia três 
etapas: análise das características individuais, 
análise das ocupações e o cruzamento das 
informações, promovendo o 
autoconhecimento e a informação profissional. 
 * Nas décadas de 1920 e 1930, a prática foi 
fortemente influenciada pela Psicologia 
Diferencial e a Psicometria, tornando-se um 
processo diretivo (Teoria do Traço e Fator), 
onde o orientador indicava as profissões 
apropriadas com base em diagnósticos e 
prognósticos. 
 * A partir da década de 1940, o livro de Carl 
Rogers, Counseling and Psychotherapy, 
influenciou uma mudança para um processo 
não-diretivo, valorizando a participação do 
cliente. 
 * Na década de 1950, surgiram as primeiras 
Teorias do Desenvolvimento Vocacional, como 
a de Ginzberg, que via a escolha como um 
processo evolutivo, e a de Donald Super, que 
a entendia como um processo contínuo ao 
longo da vida. 
 * Em 1959, John Holland publicou sua Teoria 
Tipológica, que via os interesses profissionais 
como reflexo da personalidade do indivíduo. 
 
 
A Orientação Profissional no Brasil 
 
 * No Brasil, a Orientação Profissional nasceu 
ligada à Psicologia Aplicada em 1924, com a 
criação do Serviço de Seleção e Orientação 
Profissional em São Paulo. 
 * Nas décadas de 1930 e 1940, ligou-se à 
Educação, com a lei Capanema de 1942 
atribuindo à Orientação Educacional a tarefa 
de auxiliar na escolha profissional. 
 * Em 1947, foi fundado o Instituto de Seleção 
e Orientação Profissional (ISOP) no Rio de 
Janeiro, que se tornou uma referência para os 
modelos de Orientação Profissional e para o 
desenvolvimento da 
Psicologia brasileira. 
 * Até a década de 1960, a prática brasileira 
se pautava no modelo da Teoria do Traço e 
Fator, com um papel diretivo para o orientador. 
 * A regulamentação da profissão de psicólogo 
em 1962 influenciou uma mudança de 
paradigma, vinculando a Orientação 
Profissional à Psicologia Clínica e transferindo 
as intervenções para consultórios particulares. 
 * O modelo brasileiro foi influenciado 
diretamente pela Psicanálise e, 
Nota Importante: Estes resumos foram criados com o auxílio de Inteligência 
Artificial (IA). Entretanto, o material foi minuciosamente revisado e editado por 
mim. Foram incluídas informações específicas das aulas e o conteúdo teórico 
necessário. 
Ana Luísa 💖 
 
 
ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL 
 
especialmente, pela Estratégia Clínica de 
Orientação Vocacional do psicólogo argentino 
Rodolfo Bohoslavsky. 
 * Maria Margarida de Carvalho foi 
fundamental para a introdução das ideias de 
Bohoslavsky e foi a pioneira do processo 
grupal na Orientação Profissional no Brasil. 
Instrumentos e Metodologias 
 * A Estratégia Clínica de Bohoslavsky utiliza a 
entrevista clínica como principal instrumento 
para o diagnóstico de "orientabilidade". 
 * A utilização de testes é aceita, desde que 
sejam usados de forma instrumental. 
 * Dois testes projetivos são mencionados 
como utilizados no Brasil para o diagnóstico 
de orientabilidade: o Teste de Fotos de 
Profissões (BBT), que classifica inclinações 
profissionais com base em fotos, e o Teste 
Projetivo Ômega (TPO), que auxilia a 
entender conflitos relacionados à escolha 
profissional. 
 * A Abordagem Integrada de Maria Célia 
Lassance, baseada na Teoria do 
Desenvolvimento Vocacional de Donald 
Super, é outro modelo que contribui para a 
Orientação Profissional brasileira. 
 
TEXTO 2 
 
Contribuições da Psicologia 
Histórico-Cultural para a orientação 
profissional de adolescentes no contexto 
escolar. 
 
A Escolha Profissional sob a Perspectiva 
Histórico-Cultural 
 
 * Não é um problema universal: A escolha 
profissional não é um problema inerente à 
condição humana, mas sim uma prática que 
surgiu e ganhou importância com o sistema de 
produção capitalista. 
 * Crítica à visão capitalista: A ideologia liberal 
e capitalista promove a ideia de que a escolha 
profissional é de total responsabilidade do 
indivíduo, culpando-o pelo fracasso, ao passo 
que ignora o contexto sociocultural e as 
oportunidades desiguais. 
 * O papel da psicologia: A psicologia iniciou 
sua contribuição na orientação profissional 
utilizando testes psicométricos para "encaixar" 
o indivíduo no trabalho certo, baseando-se em 
suas aptidões e habilidades, com o objetivo de 
aumentar a produtividade. 
 
Teorias em Orientação Profissional 
 * Teorias Tradicionais (Liberais): 
Consideram o indivíduo autônomo e possuidor 
de uma vocação inata ou desenvolvida. Essas 
teorias investigam o perfil de cada pessoa 
para direcioná-la a ocupações específicas. 
 * Teorias Críticas: Contrariam as teorias 
tradicionais ao afirmar que a escolha 
profissional é determinada pelo contexto 
social, negando a liberdade individual de 
escolha. O indivíduo é visto como um reflexo 
da organização social, sem autonomia. 
 * A Abordagem Histórico-Cultural: Supera 
a dicotomia entre indivíduo e sociedade, 
Nota Importante: Estes resumos foram criados com o auxílio de Inteligência 
Artificial (IA). Entretanto, o material foi minuciosamente revisado e editado por 
mim. Foram incluídas informações específicas das aulas e o conteúdo teórico 
necessário. 
Ana Luísa 💖 
 
 
ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL 
 
vendo o ser humano como "determinado e 
determinante". O indivíduo internaliza a cultura 
historicamente construída, mas a reconfigura 
de forma subjetiva, sem ser uma mera cópia 
da sociedade. 
 
Propostas da Psicologia Histórico-Cultural 
na Orientação Profissional 
 
O texto destaca três desafios a serem 
superados: 
 
 * Visão naturalizante do ser humano: 
 
 * O único "dom" do ser humano é a 
capacidade de "formar aptidões 
especificamente humanas". 
 * A adolescência não é apenas uma fase 
biológica, mas um fenômeno sócio-histórico, 
produzido pela história das sociedades 
divididas em classes sociais. 
 * O distanciamento entre pais e 
adolescentes e o prolongamento da 
adolescência são fenômenos restritos às 
classes privilegiadas, enquanto os jovens de 
classes mais baixas ingressam no mercado de 
trabalho mais cedo. 
 
 * Dicotomia indivíduo-sociedade: 
 * A orientação profissional deve ajudar o 
adolescente a refletir criticamente sobre as 
multideterminações de suas escolhas. 
 * Deve-se conscientizar os adolescentes 
sobre a alienação do trabalho e as 
contradições da sociedade capitalista. 
 * A orientação deve assistir, sobretudo, os 
jovens das classes subalternas, que muitas 
vezes não escolhem uma profissão, mas 
precisam encontrar um emprego por 
necessidade. 
 
 * Fetichização do individualismo: 
 
 * A ideologia liberal cria a ilusão de que o 
indivíduo pode tudo com esforço pessoal, o 
que leva à autoculpabilização pelo fracasso. 
 * A orientação profissional deve combater 
esse pensamento mágico e ilusório, ajudando 
os jovens a compreender o caráter social de 
seu processo individual. 
 * O orientador profissional atua como um 
mediador mais experiente, socializando 
conhecimentos historicamente produzidos. 
 * A prática da orientação deve ir além do 
conhecimento trazido pelo orientando, 
proporcionando um salto qualitativo ao 
abordar novos conteúdos. 
 
TEXTO 3 
 
O Papel da Teoria Sociocognitiva na 
Escolha de Carreira 
• A TSCDC, baseada na teoria de Bandura, é 
um modelo para a compreensão da tomada 
de decisão vocacional em adolescentes e 
adultos jovens. 
Nota Importante:Parsons. 
• Parsons é considerado o pai da Orientação 
Profissional. 
Principais Teorias Clássicas da Orientação 
Profissional 
1. Teoria de Traço e Fator (Frank Parsons) 
• Período de Influência: Forte nas décadas de 
1920 e 1930. 
• Criador e Foco Principal: Frank Parsons. 
Busca o ajuste ideal entre as características 
do indivíduo (os "traços") e as demandas da 
profissão (os "fatores" do trabalho). 
• Visão da Carreira: Uma única escolha feita 
em um ponto no tempo. 
• Metodologia: Uso de testes psicométricos 
para medir aptidões, habilidades, interesses e 
personalidade de forma objetiva (Psicometria). 
• Papel do Orientador: Um "corretor" que 
mede e sugere a melhor correspondência. O 
cliente aceita ou não o conselho. 
• Críticas e Limitação: Visão rígida e estática. 
Ignora as mudanças do sujeito, do mercado e 
a falta de foco no processo de tomada de 
decisão. 
• Relevância Atual: Serve como base para 
muitos testes iniciais. 
2. Teoria do Desenvolvimento Vocacional 
(Donald Super) 
• Período de Influência: Início na década de 
1950 (1953). 
• Conceito Central: Escolha profissional como 
um processo evolutivo que ocorre ao longo de 
toda a vida (da infância à velhice). 
• Foco Principal: Evolução do autoconceito 
através de estágios de vida e papéis sociais. 
• Principais Conceitos: 
• Estágios de Desenvolvimento: Crescimento, 
Exploração, Estabelecimento, Manutenção e 
Declínio. 
• Papéis de Vida (Life-Career Rainbow): 
Papéis coexistem e influenciam a construção 
da carreira. Exemplos: Estudante, 
Trabalhador(a), Filho(a), Pai/Mãe, Cidadão(ã). 
Nota Importante: Estes resumos foram criados com o auxílio de Inteligência 
Artificial (IA). Entretanto, o material foi minuciosamente revisado e editado por 
mim. Foram incluídas informações específicas das aulas e o conteúdo teórico 
necessário. 
Ana Luísa 💖 
 
 
ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL 
 
• Papel do Orientador: Um "facilitador" que 
auxilia na exploração e no autoconhecimento 
em cada estágio. 
• Relevância Hoje: Essencial para lidar com as 
múltiplas transições e a gestão de carreira na 
vida moderna. 
3. Teoria Tipológica (John Holland) 
• Período de Influência: 1959. 
• Foco Principal: A escolha profissional é uma 
expressão da personalidade e da identidade. 
• Conceito Central: A combinação entre o tipo 
de personalidade (RIASEC) e o ambiente de 
trabalho. 
• Tipos de Personalidade (RIASEC): Realista, 
Investigativo, Artístico, Social, Empreendedor 
e Convencional. 
• Metodologia: Uso de inventários (como o 
RIASEC) para identificar o tipo de 
personalidade dominante. 
• Papel do Orientador: Um "classificador" que 
ajuda a identificar o tipo e o ambiente 
compatível. 
• Relevância Hoje: Amplamente utilizada por 
oferecer uma linguagem clara para a 
exploração de carreiras. 
Desenvolvimento da Orientação 
Profissional no Brasil 
1. Influência da Psicologia Clínica/Psicanálise 
• Estratégia Clínica de Orientação Vocacional 
(Rodolfo Bohoslavsky): Forte influência da 
Psicanálise. 
• Conceitos Centrais: Vínculo da OP com a 
Psicologia Clínica. A escolha profissional é 
vista como manifestação de processos 
inconscientes e conflitos internos. Busca o 
significado por trás das escolhas e da história 
do cliente. 
• Metodologia: O ponto alto é a entrevista 
(processo psicoterapêutico), com o uso de 
testes a partir de um caráter instrumental. 
• Fases do Processo (Modelo Clínico): 
Diagnóstico (explora o autoconceito, 
influências familiares e identifica conflitos); 
Informação (aprofundamento em valores e 
ambiente); Tomada de Decisão (autonomia e 
plano de ação). 
• Maria Margarida Moreira J. de Carvalho 
(USP): Incorpora processos grupais à 
entrevista de Bohoslavsky, criando a 
Orientação Profissional em Dinâmica de 
Grupo. 
2. Críticas e Abordagens Sócio-Históricas 
• Década de 1980: Críticas de Celso Ferretti e 
Selma Garrido Pimenta às teorias psicológicas 
por focarem no indivíduo autônomo e isolado. 
Nota Importante: Estes resumos foram criados com o auxílio de Inteligência 
Artificial (IA). Entretanto, o material foi minuciosamente revisado e editado por 
mim. Foram incluídas informações específicas das aulas e o conteúdo teórico 
necessário. 
Ana Luísa 💖 
 
 
ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL 
 
• Foco Crítico: Falta de consideração pela 
complexidade humana e pelas influências 
históricas, sociais e culturais. 
• Alternativas: Busca por uma abordagem 
mais crítica e socialmente contextualizada. 
• Silvio Bock: Propõe a Abordagem 
Sócio-histórica, com foco na relação dialética 
entre indivíduo e sociedade. 
3. A OP na Atualidade 
• Abordagem Integrada: Foco no cliente e na 
eficácia, buscando a interconexão entre a 
pessoa, o mundo do trabalho e o contexto 
sociocultural. 
• Influências Atuais: Abordagens 
desenvolvimentista (Donald Super), cognitiva 
(Denis Pelletier) e construtivista (Mark 
Savickas). 
• Organização Profissional: Criação da 
Associação Brasileira de Orientadores 
Profissionais (ABOP) em 1993. 
• Natureza da Atividade: Embora o modo de 
realização torne a OP exclusiva do psicólogo 
(uso de avaliação psicológica e testes), a 
escolha de carreira não é vista apenas como 
uma decisão lógica. 
 
SLIDE AULA 2 
A Orientação Profissional na Abordagem 
Histórico-Cultural 
1. Fundamentos da Abordagem 
Histórico-Cultural 
• Base Teórica: A abordagem é embasada no 
materialismo histórico dialético (Marxismo) e 
inspirada na Psicologia Histórico-Cultural de 
Vigotski. 
• Visão do Ser Humano: O homem é um 
produto histórico-cultural, constituído por meio 
da cultura e das relações sociais. 
• Relação Indivíduo-Sociedade: É uma relação 
de mediação, onde o homem é "determinado 
e determinante". 
• O indivíduo internaliza a cultura 
historicamente construída em sociedade. 
• O ser humano constitui-se na sua relação 
com o outro social. 
• As escolhas profissionais são 
multideterminadas. 
• Consciência: Desenvolve-se no conjunto de 
relações sociais mediadas pela linguagem, 
permitindo que o homem saiba seu mundo e 
se saiba nele. 
2. Críticas às Teorias Tradicionais (Liberais) 
• Foco Tradicional: Ênfase no indivíduo 
autônomo e responsável por suas escolhas. 
Nota Importante: Estes resumos foram criados com o auxílio de Inteligência 
Artificial (IA). Entretanto, o material foi minuciosamente revisado e editado por 
mim. Foram incluídas informações específicas das aulas e o conteúdo teórico 
necessário. 
Ana Luísa 💖 
 
 
ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL 
 
• Ideologia Liberal/Capitalista: Para o 
capitalismo, o sucesso ou fracasso é fruto das 
escolhas certas ou erradas da pessoa. 
• Esta visão esconde as desigualdades sociais 
e a falta de oportunidades, responsabilizando 
o indivíduo pelo resultado e desconsiderando 
o contexto sociocultural. 
• A liberdade de decidir é da classe 
dominante, e a classe social à qual o indivíduo 
pertence determina sua escolha profissional 
(Crítica de Pimenta). 
• Crítica de Pimenta e Ferretti: 
• Selma Pimenta sugere que o indivíduo, no 
capitalismo, "praticamente não existe," sendo 
a ideia de indivíduo uma articulação idealista 
para manter o status quo. 
• Celso Ferretti critica que o determinismo 
social (ao negar a liberdade de escolha) 
acaba por negar a própria existência do 
indivíduo, que se torna um reflexo da estrutura 
social. 
3. Propostas de Intervenção Histórico-Cultural 
em OP 
• Desmistificação da Visão Naturalizante do 
Ser Humano: 
• Aptidões e Habilidades: Não há habilidades, 
aptidões ou tendências que nasçam com o ser 
humano. O único "dom" do homem é a 
capacidade de formar aptidões. 
• A aquisição de conhecimento (educação) é o 
que forma as habilidades. As condições 
biológicas hereditárias são a sustentação para 
o desenvolvimento sócio-histórico. 
• Superação da Dicotomia 
Indivíduo-Sociedade:• A realidade social deve ser vista como um 
determinante essencial que constrói o próprio 
indivíduo e seus sonhos, e não apenas como 
um impedimento. 
• Desfetichização do Individualismo: 
• O objetivo é superar a crença na "esperança 
mágica no esforço pessoal". 
• A OP deve ajudar o jovem a entender o 
caráter social de seu processo individual, 
proporcionando um "salto" em sua 
compreensão da realidade. 
• Promover uma análise histórico-social das 
escolhas profissionais, discutindo as 
contradições do capitalismo e a alienação do 
trabalho. 
4. Visão da Escolha Profissional 
• Caráter do Processo: A escolha profissional 
não é um ponto de partida, mas um ponto de 
chegada. 
• Relação com o Outro: A escolha sempre se 
relaciona, em algum nível, com os outros 
(reais e imaginados). 
Nota Importante: Estes resumos foram criados com o auxílio de Inteligência 
Artificial (IA). Entretanto, o material foi minuciosamente revisado e editado por 
mim. Foram incluídas informações específicas das aulas e o conteúdo teórico 
necessário. 
Ana Luísa 💖 
 
 
ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL 
 
• Identidade Mutável: O indivíduo modifica-se 
permanentemente e constrói sua identidade 
constantemente; sua forma final nunca estará 
acabada. 
A Abordagem Histórico-Cultural busca, 
portanto, que a pessoa assista ganhe 
condições de realizar escolhas profissionais 
conscientes, partindo da reflexão sobre seus 
condicionamentos e não da sua aceitação. 
 
SLIDE AULA 3 
 
Teoria Sociocognitiva do Desenvolvimento de 
Carreira (TSCDC) 
1. Fundamentos e Pilares Centrais 
• Autores Principais: Robert W. Lent, Steven 
D. Brown e Gail Hackett. 
• Base Teórica: Aplicação direta dos princípios 
da Teoria Social Cognitiva de Albert Bandura. 
• Foco: Entender como a crença em nossa 
capacidade, nossas expectativas e o ambiente 
influenciam nossas escolhas de carreira. 
• Pensamento Central: O ser humano 
baseia-se no pensamento autorreferente 
(crenças sobre si mesmo) para regular sua 
motivação e comportamento. 
A. Autoeficácia (Senso de Capacidade) 
• Conceito: Confiança na capacidade pessoal 
para organizar e executar atividades e certos 
cursos de ação. 
• Influência: É um dos elementos que possui 
um papel central na escolha e no 
desenvolvimento de carreira. 
• Mecanismo: Atua como um mediador do 
comportamento de escolha, influenciando a 
aproximação da escolha, a evitação de 
opções e a persistência diante de obstáculos. 
• Exemplo: Se você acredita que é bom em se 
comunicar, tenderá a se interessar por 
carreiras que envolvam essa habilidade. 
B. Expectativas de Resultado (Consequências 
da Ação) 
• Conceito: Crenças sobre as consequências 
ou resultados prováveis das ações. 
• Tipos de Resultados: Podem se referir a 
aspectos físicos (recompensas financeiras), 
sociais (aprovação de colegas) ou de 
autoavaliação (satisfação pessoal). 
• Relação com Autoeficácia: A associação 
entre autoeficácia favorável e expectativas de 
resultado positivas tende a aumentar a 
probabilidade de escolha de uma área 
profissional. Contudo, a relação não é linear 
(por exemplo, sentir-se capaz, mas não 
acreditar na estabilidade da profissão). 
Nota Importante: Estes resumos foram criados com o auxílio de Inteligência 
Artificial (IA). Entretanto, o material foi minuciosamente revisado e editado por 
mim. Foram incluídas informações específicas das aulas e o conteúdo teórico 
necessário. 
Ana Luísa 💖 
 
 
ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL 
 
2. Fontes de Formação da Autoeficácia e 
Expectativas (Experiências de Aprendizagem) 
A autoeficácia e as expectativas são 
formadas, principalmente, por quatro fontes de 
informação: 
1. Experiência Direta/Performance de 
Sucesso: A ocorrência de sucessos repetidos 
em certas atividades (Ex: Tirar nota alta em 
uma matéria difícil). 
2. Aprendizagem Vicária (Experiência 
Indireta): O sucesso de outros considerados 
semelhantes em tarefas específicas (Ex: Ver 
um colega conseguir um emprego e sentir-se 
mais confiante). 
3. Persuasão Verbal: A expressão de 
encorajamentos e apoio de outras pessoas 
(Ex: Um professor dizendo que você tem 
talento). 
4. Estado Fisiológico e Emocional: A avaliação 
de sinais físicos e emocionais (Ex: 
Nervosismo que se transforma em energia 
para a apresentação). 
3. Fatores Antecedentes e Contextuais 
• Fatores Pessoais: Influências de 
predisposições genéticas, sexo, etnia e 
condições de saúde. 
• Fatores Contextuais: Elementos que 
moderam a relação entre os pilares cognitivos, 
como: 
• Oportunidades (percebidas e concretas). 
• Sistemas de suporte e barreiras (familiar, 
social, financeiro, emocional). 
• Práticas de socialização (estímulos do 
ambiente desde a infância). 
• Impacto Contextual: Fatores como o status 
socioeconômico e a percepção de barreiras 
influenciam as aspirações (Ex: Menos 
recursos levam a menor autoeficácia e menor 
aspiração). 
4. Modelos da TSCDC 
A teoria se desdobra em modelos que 
explicam diferentes aspectos do 
desenvolvimento de carreira: 
 
 
A AULA 4 FOI O MHC COM OS ALUNOS 
 
SLIDE AULA 5 
Teoria da Construção de Carreira (Mark 
Savickas) 
1. Contexto Histórico e Mudança de 
Paradigma 
Nota Importante: Estes resumos foram criados com o auxílio de Inteligência 
Artificial (IA). Entretanto, o material foi minuciosamente revisado e editado por 
mim. Foram incluídas informações específicas das aulas e o conteúdo teórico 
necessário. 
Ana Luísa 💖 
 
 
ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL 
 
• Transição de Século (Século XX para XXI): A 
era da estabilidade e previsibilidade no 
trabalho deu lugar à era da incerteza. 
• Evolução da Carreira: A carreira deixou de 
ser vista como uma sequência linear de 
empregos e passou a ser denotada a partir 
das decisões tomadas pelo próprio 
trabalhador. 
• De Super a Savickas: Donald Super foi o 
grande expoente que rompeu com a visão 
estática da escolha profissional, focando no 
desenvolvimento. Savickas, posteriormente, 
refletiu que o foco deveria sair da evolução 
entre etapas (Maturidade) e ir para as 
influências contextuais e as mudanças nas 
ocupações. 
• TCC (2005): A teoria se centra na 
personalidade vocacional, adaptabilidade de 
carreira e tema de vida. A carreira não é uma 
sequência de estágios, mas um processo 
construtivo, pessoal e social, focado no 
significado atribuído às escolhas. 
• Bases Teóricas: Construtivismo pessoal 
(foco no sujeito, interesses, habilidades) e 
Construcionismo social (foco no significado 
social, relação com o mundo). 
2. Os Três Pilares da TCC 
A TCC busca responder às perguntas o quê?, 
como? e porquê? de uma carreira: 
 
 
3. Conceito Chave: Adaptabilidade de Carreira 
(Adaptatividade) 
• Definição: É um construto psicossocial que 
denota a prontidão e os recursos de um 
indivíduo para lidar com tarefas atuais e 
iminentes de desenvolvimento de carreira, 
transições e traumas. Substitui o conceito de 
Maturidade em adultos. 
• As 4 Dimensões (4 Cs) – Habilidades 
Desenvolvidas: 
1. Preocupação (Concern): Percepção de 
futuro e planejamento. 
2. Controle (Control): Capacidade de controlar 
ou gerenciar suas decisões. 
3. Curiosidade (Curiosity): Abertura ao novo e 
exploração de si e do ambiente. 
Nota Importante: Estes resumos foram criados com o auxílio de Inteligência 
Artificial (IA). Entretanto, o material foi minuciosamente revisado e editado por 
mim. Foram incluídas informações específicas das aulas e o conteúdo teórico 
necessário. 
Ana Luísa 💖 
 
 
ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL 
 
4. Confiança (Confidence): Autoeficácia e 
capacidade de executar o plano de ação. 
• Termos Relacionados: 
• Adaptabilidade (Adaptatividade): A 
capacidade e competência psicossocial 
(habilidade que pode ser desenvolvida) para 
lidar com as tarefas e transições. 
• Adaptando (Adapting): As ações concretas eem andamento que o indivíduo realiza para se 
ajustar à nova situação (ex: fazer um curso, 
buscar mentoria). 
• Adaptação (Adaptation): O resultado objetivo 
e concreto na vida profissional (ex: conseguir 
um novo emprego). 
4. Ciclos de Carreira e Modelo Life Designing 
• Miniciclos (Reciclagem): O modelo de 
estágios de Super é reformulado para 
miniciclos de reciclagem, que podem ocorrer a 
qualquer momento da vida, sem indicação de 
faixas etárias ou linearidade. 
• Estágios (em miniciclos): Orientação, 
Exploração, Estabelecimento, Gerenciamento 
e Desengajamento. 
• Life Designing (Desenho de Vida): 
• Posição Epistemológica: Subsidia a 
aplicação prática da TCC, promovendo a 
adaptabilidade dos clientes. 
• Foco: Ajuda o indivíduo a construir sua 
própria trajetória, através da narração de sua 
história para então desconstruí-la e 
reconstruí-la de acordo com sua identidade. 
• Elementos Chave: Adaptabilidade, 
Narratabilidade (capacidade de narrar a 
história e identificar temas de vida) e Atividade 
(engajamento concreto em ações). 
• Ferramenta Prática: Entrevista do Estilo de 
Carreira (EEC), que utiliza campos de 
questões (ex: "Quem você admirava quando 
era jovem?") para identificar ideais de ego e 
temas de vida essenciais. 
A mensagem final da teoria é que a carreira 
não surge, é construída ativamente pelo 
indivíduo em seu contexto. 
 
 
 
 
QUESTÕES 
1. Onde a Orientação Profissional teve suas 
origens e com qual objetivo? 
A) Nos EUA, com o objetivo de auxiliar os 
jovens na escolha de suas profissões. 
B) Na Europa, com o objetivo de aumentar a 
eficiência industrial e evitar acidentes de 
trabalho. 
C) No Brasil, ligada à Psicologia Aplicada em 
1924. 
Nota Importante: Estes resumos foram criados com o auxílio de Inteligência 
Artificial (IA). Entretanto, o material foi minuciosamente revisado e editado por 
mim. Foram incluídas informações específicas das aulas e o conteúdo teórico 
necessário. 
Ana Luísa 💖 
 
 
ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL 
 
D) Nos EUA, para introduzir conceitos da 
Psicologia e Pedagogia ao processo de 
escolha. 
 
2. Qual é o marco oficial do início da 
Orientação Profissional nos EUA? 
A) A criação do Serviço de Seleção e 
Orientação Profissional em São Paulo. 
B) A publicação do livro "Counseling and 
Psychotherapy" de Carl Rogers. 
C) A criação do primeiro Centro de Orientação 
Profissional por Frank Parsons. 
D) A fundação do Instituto de Seleção e 
Orientação Profissional (ISOP) no Rio de 
Janeiro. 
 
3. Qual foi a principal crítica à visão capitalista 
sobre a escolha profissional? 
A) A visão de que a escolha profissional é um 
processo evolutivo e contínuo ao longo da 
vida. 
B) A crença de que os interesses profissionais 
são um reflexo da personalidade do indivíduo. 
C) A ideia de que o indivíduo é de total 
responsabilidade pelo seu fracasso, ignorando 
o contexto sociocultural e as desigualdades. 
D) A visão de que a escolha é determinada 
pelo contexto social, negando a liberdade 
individual. 
 
4. Qual a principal diferença entre as teorias 
tradicionais (liberais) e as teorias críticas de 
Orientação Profissional? 
A) As teorias tradicionais veem a escolha 
como um processo evolutivo, enquanto as 
críticas a veem como uma decisão única. 
B) As teorias tradicionais defendem que o 
indivíduo é autônomo, enquanto as críticas 
afirmam que a escolha é determinada pelo 
contexto social. 
C) As teorias críticas investigam o perfil de 
cada pessoa, enquanto as tradicionais 
buscam encaixar o indivíduo no trabalho certo. 
D) Não há diferença significativa, pois ambas 
valorizam a liberdade de escolha individual. 
 
5. O que a Abordagem Histórico-Cultural 
propõe em relação à escolha profissional? 
A) Que o indivíduo é um reflexo da 
organização social, sem autonomia. 
B) Que a escolha profissional é um problema 
universal, inerente à condição humana. 
C) Que a orientação profissional deve se focar 
no aumento da produtividade industrial. 
D) Que o ser humano é "determinado e 
determinante", superando a dicotomia entre 
indivíduo e sociedade. 
 
6. Qual a principal função do orientador 
profissional na abordagem Histórico-Cultural? 
A) Agir como um especialista que indica as 
profissões apropriadas. 
B) Ser um mediador mais experiente que 
socializa conhecimentos historicamente 
produzidos. 
C) Promover a autoculpabilização do indivíduo 
pelo fracasso profissional. 
Nota Importante: Estes resumos foram criados com o auxílio de Inteligência 
Artificial (IA). Entretanto, o material foi minuciosamente revisado e editado por 
mim. Foram incluídas informações específicas das aulas e o conteúdo teórico 
necessário. 
Ana Luísa 💖 
 
 
ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL 
 
D) Ajudar o cliente a se encaixar em uma 
função específica com base em testes. 
 
7. Quais são os dois conceitos principais da 
Teoria Sociocognitiva de Carreira (TSCDC)? 
A) Autoconfiança e Expectativas de Salário. 
B) Autoeficácia e Expectativas de Resultado. 
C) Flexibilidade e Adaptabilidade. 
D) Maturidade Vocacional e Persuasão Verbal. 
 
8. Como a crença de autoeficácia se relaciona 
com a escolha profissional? 
A) A autoeficácia se refere à crença na 
capacidade de executar atividades para 
alcançar um objetivo, e crenças favoráveis 
geram otimismo e maior esforço. 
B) A autoeficácia é a crença sobre as 
consequências prováveis de uma ação. 
C) A autoeficácia é um traço de personalidade 
que denota flexibilidade e disposição para a 
mudança. 
D) A autoeficácia é a capacidade de um 
indivíduo de se adaptar a novas situações de 
trabalho. 
 
9. Quais são as quatro fontes de 
aprendizagem que moldam as crenças de 
autoeficácia? 
A) Experiência Pessoal, Aprendizagem 
Vicária, Persuasão Verbal e Indicadores 
Fisiológicos. 
B) Oportunidades, Sistemas de Suporte, 
Barreiras e Status Socioeconômico. 
C) Predisposições Genéticas, Sexo, Etnia e 
Condição de Saúde. 
D) Confiança, Controle, Curiosidade e 
Preocupação. 
 
10. De acordo com a Teoria Sociocognitiva, o 
que leva à formação de interesses 
profissionais? 
A) Fatores pessoais e contextuais. 
B) A combinação de autoeficácia favorável 
com expectativas de resultado positivas. 
C) A observação de outras pessoas tendo 
sucesso. 
D) Apenas o feedback recebido de outros. 
 
11. Qual a principal diferença na compreensão 
de carreira antes e depois da década de 
1970? 
A) Antes, a carreira era vista como um 
processo pessoal; depois, como uma busca 
por estabilidade. 
B) Antes, se aspirava a empregos estáveis e 
duradouros; depois, deu-se ênfase à 
mobilidade e transição. 
C) Antes, a carreira era vista como um 
processo pessoal; depois, como um processo 
de transição. 
D) Antes, o foco era a incerteza; depois, a 
estabilidade. 
 
12. O que Donald Super propôs com a Teoria 
Life-Span, Life-Space? 
A) O conceito de adaptabilidade como um 
construto psicossocial. 
B) A ideia de que a carreira é um processo 
construtivo, pessoal e social. 
Nota Importante: Estes resumos foram criados com o auxílio de Inteligência 
Artificial (IA). Entretanto, o material foi minuciosamente revisado e editado por 
mim. Foram incluídas informações específicas das aulas e o conteúdo teórico 
necessário. 
Ana Luísa 💖 
 
 
ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL 
 
C) Uma teoria para descrever o 
desenvolvimento de carreira relacionando-o 
aos papéis que as pessoas desempenham em 
diferentes cenários. 
D) O modelo Life Designing, para a sociedade 
pós-moderna. 
 
13. O que o conceito de adaptabilidade de 
carreira, de Mark L. Savickas, se refere? 
A) A um traço de personalidade. 
B) Aos recursos de uma pessoa para lidar 
com tarefas de desenvolvimento de carreira, 
transições e traumas. 
C) A um processo de dominar tarefas de 
desenvolvimento profissional. 
D) Ao resultado do processo de transição. 
14. Quais são as quatro dimensões das 
competências de adaptabilidadede carreira? 
A) Avaliação, Desenvolvimento, Conclusão e 
Adaptação. 
B) Orientação, Exploração, Estabelecimento e 
Gerenciamento. 
C) Preocupação (concern), Controle (control), 
Curiosidade (curiosity) e Confiança 
(confidence). 
D) Autoeficácia, Expectativas de Resultado, 
Interesses e Objetivos. 
 
15. O que são os "miniciclos" na Teoria da 
Construção de Carreira? 
A) Etapas de transição de carreira atreladas a 
faixas etárias. 
B) Etapas de Orientação, Exploração, 
Estabelecimento, Gerenciamento e 
Desengajamento que não estão atreladas a 
faixas etárias e podem se repetir ao longo da 
vida. 
C) O processo de adaptação de carreira em 
adultos. 
D) As quatro dimensões das competências de 
adaptabilidade. 
 
16. Qual o objetivo do modelo Life Designing 
na sociedade pós-moderna? 
A) Auxiliar as pessoas a se ajustarem a um 
trabalho preexistente. 
B) Auxiliar as pessoas a construírem suas 
próprias trajetórias de vida. 
C) Focar na estabilidade e previsibilidade da 
carreira. 
D) Promover a autoculpabilização em caso de 
fracasso profissional. 
 
17. Qual a definição de adaptação, segundo a 
distinção de Savickas e Porfeli? 
A) Um traço de personalidade. 
B) Um construto psicossocial. 
C) O processo de dominar tarefas de 
desenvolvimento profissional. 
D) O resultado do processo de transição, 
medido pelo sucesso e satisfação. 
 
18. Qual a principal função da entrevista 
clínica, na Estratégia Clínica de Bohoslavsky? 
A) Fazer um diagnóstico de "orientabilidade". 
B) Avaliar aptidões e habilidades do indivíduo. 
C) "Encaixar" o indivíduo no trabalho certo. 
D) Indicar as profissões apropriadas com base 
em testes. 
 
Nota Importante: Estes resumos foram criados com o auxílio de Inteligência 
Artificial (IA). Entretanto, o material foi minuciosamente revisado e editado por 
mim. Foram incluídas informações específicas das aulas e o conteúdo teórico 
necessário. 
Ana Luísa 💖 
 
 
ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL 
 
19. Qual foi a principal contribuição de Maria 
Margarida de Carvalho para a Orientação 
Profissional no Brasil? 
A) A criação do Instituto de Seleção e 
Orientação Profissional (ISOP). 
B) A introdução das ideias de Rodolfo 
Bohoslavsky e a pioneira do processo grupal. 
C) A criação do primeiro Centro de Orientação 
Profissional no Brasil. 
D) O desenvolvimento do Teste Projetivo 
Ômega (TPO). 
 
20. Qual a principal crítica da Psicologia 
Histórico-Cultural à ideologia liberal 
capitalista? 
A) Ela promove a ideia de que a escolha 
profissional é de total responsabilidade do 
indivíduo, culpando-o pelo fracasso, ignorando 
o contexto social. 
B) Ela nega a liberdade individual de escolha 
profissional. 
C) Ela vê a adolescência como um fenômeno 
biológico universal. 
D) Ela fetichiza o coletivismo e ignora o 
esforço pessoal. 
 
Gabarito 
 * B 
 * C 
 * C 
 * B 
 * D 
 * B 
 * B 
 * A 
 * A 
 * B 
 * B 
 * C 
 * B 
 * C 
 * B 
 * B 
 * D 
 * A 
 * B 
 * A 
 
Nota Importante: Estes resumos foram criados com o auxílio de Inteligência 
Artificial (IA). Entretanto, o material foi minuciosamente revisado e editado por 
mim. Foram incluídas informações específicas das aulas e o conteúdo teórico 
necessário. 
Ana Luísa 💖de carreira? 
A) Avaliação, Desenvolvimento, Conclusão e 
Adaptação. 
B) Orientação, Exploração, Estabelecimento e 
Gerenciamento. 
C) Preocupação (concern), Controle (control), 
Curiosidade (curiosity) e Confiança 
(confidence). 
D) Autoeficácia, Expectativas de Resultado, 
Interesses e Objetivos. 
 
15. O que são os "miniciclos" na Teoria da 
Construção de Carreira? 
A) Etapas de transição de carreira atreladas a 
faixas etárias. 
B) Etapas de Orientação, Exploração, 
Estabelecimento, Gerenciamento e 
Desengajamento que não estão atreladas a 
faixas etárias e podem se repetir ao longo da 
vida. 
C) O processo de adaptação de carreira em 
adultos. 
D) As quatro dimensões das competências de 
adaptabilidade. 
 
16. Qual o objetivo do modelo Life Designing 
na sociedade pós-moderna? 
A) Auxiliar as pessoas a se ajustarem a um 
trabalho preexistente. 
B) Auxiliar as pessoas a construírem suas 
próprias trajetórias de vida. 
C) Focar na estabilidade e previsibilidade da 
carreira. 
D) Promover a autoculpabilização em caso de 
fracasso profissional. 
 
17. Qual a definição de adaptação, segundo a 
distinção de Savickas e Porfeli? 
A) Um traço de personalidade. 
B) Um construto psicossocial. 
C) O processo de dominar tarefas de 
desenvolvimento profissional. 
D) O resultado do processo de transição, 
medido pelo sucesso e satisfação. 
 
18. Qual a principal função da entrevista 
clínica, na Estratégia Clínica de Bohoslavsky? 
A) Fazer um diagnóstico de "orientabilidade". 
B) Avaliar aptidões e habilidades do indivíduo. 
C) "Encaixar" o indivíduo no trabalho certo. 
D) Indicar as profissões apropriadas com base 
em testes. 
 
Nota Importante: Estes resumos foram criados com o auxílio de Inteligência 
Artificial (IA). Entretanto, o material foi minuciosamente revisado e editado por 
mim. Foram incluídas informações específicas das aulas e o conteúdo teórico 
necessário. 
Ana Luísa 💖 
 
 
ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL 
 
19. Qual foi a principal contribuição de Maria 
Margarida de Carvalho para a Orientação 
Profissional no Brasil? 
A) A criação do Instituto de Seleção e 
Orientação Profissional (ISOP). 
B) A introdução das ideias de Rodolfo 
Bohoslavsky e a pioneira do processo grupal. 
C) A criação do primeiro Centro de Orientação 
Profissional no Brasil. 
D) O desenvolvimento do Teste Projetivo 
Ômega (TPO). 
 
20. Qual a principal crítica da Psicologia 
Histórico-Cultural à ideologia liberal 
capitalista? 
A) Ela promove a ideia de que a escolha 
profissional é de total responsabilidade do 
indivíduo, culpando-o pelo fracasso, ignorando 
o contexto social. 
B) Ela nega a liberdade individual de escolha 
profissional. 
C) Ela vê a adolescência como um fenômeno 
biológico universal. 
D) Ela fetichiza o coletivismo e ignora o 
esforço pessoal. 
 
Gabarito 
 * B 
 * C 
 * C 
 * B 
 * D 
 * B 
 * B 
 * A 
 * A 
 * B 
 * B 
 * C 
 * B 
 * C 
 * B 
 * B 
 * D 
 * A 
 * B 
 * A 
 
Nota Importante: Estes resumos foram criados com o auxílio de Inteligência 
Artificial (IA). Entretanto, o material foi minuciosamente revisado e editado por 
mim. Foram incluídas informações específicas das aulas e o conteúdo teórico 
necessário. 
Ana Luísa 💖

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