Logo Passei Direto
Buscar

Conceito e Partido Arquitetônico como será a forma da edificação (conceito) Qual será sua inspiração para essa forma (conceito)

Ferramentas de estudo

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

(44) 99162-8928 
 Está SEM TEMPO ou com DIFICULDADE de realizar o seu trabalho 
 acadêmico? 
 Entre em contato conosco agora mesmo! Iremos te ajudar nessa 
 jornada acadêmica 
 (44) 99162-8928 
 MAPA - ARQ - ATELIÊ DE ARQUITETURA: EDIFÍCIOS VERTICAIS - 51_2026 
 Olá, estudante. 
 Nessa atividade, você terá o desafio de criar um Projeto de Edificação Vertical. Para 
 isso, a tipologia escolhida foi a de Uso Misto: Comercial e Residencial. Então, siga 
 as instruções e orientações deixadas a seguir, e espero que esse tema seja 
 agradável! 
 ROTEIRO DE DESENVOLVIMENTO DO PROJETO – Edificação Vertical 
 O roteiro de desenvolvimento do projeto da Edificação Vertical está dividido da 
 seguinte forma: 
 Requisitos do Projeto da Edificação Vertical. 
 Estudo de Caso. 
 Desenvolvimento do Projeto da Edificação Vertical. 
 Entrega do Projeto da Edificação Vertical. 
 SUGESTÃO : inicie o projeto na primeira ou segunda semana de aula, pois ele será 
 uma atividade extensa e morosa que não pode ser resolvida em pouco tempo, 
 exigindo análise e dedicação consideráveis. Veja as aulas conceituais e as aulas ao 
 vivo para aprender a metodologia de projeto e, depois, resolva o seu próprio projeto 
 com o que aprendeu. E, ainda, aproveite ao máximo os encontros presenciais que 
 terá no polo com seu(sua) tutor, pois estes serão de grande ajuda na conduta de seu 
 projeto. 
 Vamos começar? 
 REQUISITOS DO PROJETO DA EDIFICAÇÃO VERTICAL 
 CONTEXTUALIZAÇÃO 
 Os edifícios verticais são alternativas para a construção, otimizando os espaços 
 urbanos disponíveis. Verticalizar possibilita que várias pessoas se apropriem de uma 
 área (ou da mesma área). Pense em um edifício vertical com 20 pavimentos e 5 
 apartamentos por pavimento. Agora, imagine que fôssemos relocar todas as famílias 
 que habitam nessa edificação, cada uma em uma residência, ocupando um lote... 
 Isso ampliaria significativamente a quantidade de área urbana necessária para 
 todos. E por isso, essa é uma alternativa importante para as cidades. 
 Entendendo essa importância, estudante, para desenvolver sua edificação, você 
 deve partir dos seguintes requisitos: 
 A Edificação Vertical deverá ter 10 pavimentos (térreo + 9 pavimentos), sendo o 
 térreo destinado para uso comercial e o pavimento-tipo (do 1º ao 9º) de uso 
 residencial. 
 Conceito e Partido Arquitetônico – como será a forma da edificação (conceito)? Qual 
 será sua inspiração para essa forma (conceito)? E como essa forma será composta 
 em termos de materiais, acabamentos e soluções projetuais (Partido)? 
 Respeitar as normas de Acessibilidade – esse espaço é destinado para o uso 
 público (no térreo), logo todos os espaços precisam ser acessíveis: aberturas, 
 circulações, instalações sanitárias, entre outros. Importante: no uso residencial, 
 também é necessário aplicar as normas de acessibilidade. (Dica: consulte a NBR 
 9050 / 2020 para entender as dimensões mínimas de áreas acessíveis). 
 Áreas externas de convívio e/ou de uso comum – você verá que tem uma Praça 
 (diferente da sua Praça de Alimentação) no seu Programa de Necessidades (P.N.) – 
 mas, além desse espaço, fique à vontade para criar áreas com bancos externos 
 para promover o convívio e uso comum no térreo. 
 Sistema construtivo mais sustentável – você pode escolher um sistema construtivo 
 diferente da alvenaria convencional, pensando nas questões de sustentabilidade. 
 Exemplo: Pré-moldado com vedação em tijolo ecológico, Steel Frame, entre outros. 
 (Dica: pesquise sobre os sistemas exemplificados para conhecer mais – 
 principalmente a altura compatível com o sistema construtivo. Não se esqueça de 
 entender a composição do sistema construtivo e, depois, na representação técnica 
 do projeto, adicionar a espessura da parede de forma correta – ou seja, se o sistema 
 tem 4 camadas para formar a parede, você deve representar essas camadas no 
 desenho técnico). 
 Implementar conceitos de sustentabilidade – pode ser uma cisterna, um sistema de 
 energia alternativo (ex. placas solares), o sistema construtivo, entre outros. 
 Todos os ambientes deverão ter iluminação e ventilação naturais (item obrigatório). 
 Circulação vertical: Escada Enclausurada e Elevadores. 
 Vias de acesso de veículos: qual (quais) melhor(es) acesso(s) para entrar no lote e 
 acessar o estacionamento residencial? E para as vagas destinadas ao comércio? 
 Questione-se: relação entre o edifício x contexto urbano: como essa edificação se 
 relacionará com o entorno? Principalmente, a altura da edificação interferirá nas 
 outras (exemplo: causará sombreamento excessivo)? E o oposto, como as 
 edificações existentes podem interferir na edificação que você está projetando 
 (exemplo: terá interferência na insolação e ventilação)? 
 DICA : o projeto de edificações verticais é mais desafiador no que diz respeito à 
 forma arquitetônica – isso deve-se ao fato desses edifícios terem altura considerável 
 em comparação com a sua largura (vista frontal). A verticalidade é o desafio na 
 forma. Portanto, utilize suas obras correlatas para ter referências e ideias para 
 solucionar essa etapa. 
 LOCALIZAÇÃO DO LOTE DO PROJETO : 
 O lote para o desenvolvimento da proposta projetual da Edificação Vertical será 
 selecionado por você na sua cidade. Dessa forma, você poderá pesquisar e 
 entender mais sobre as legislações municipais. 
 IMPORTANTE : essa seleção será feita por você e pelo seu tutor, que deverá 
 autorizar o início do projeto após a avaliação do lote escolhido. Para adiantar seu 
 trabalho, você pode fazer uma pré-seleção de lotes em potencial, com base nos 
 seguintes critérios: 
 Lote em área urbana: região central ou em bairros em expansão. 
 O lote deve ter a possibilidade de verticalização (térreo + 9 pavimentos), se for maior 
 do que o necessário para o projeto, não tem problema. O que não pode é ser 
 inferior. 
 Legislação – para obter a informação anterior, você precisará conferir na legislação 
 do seu município, na Lei de Uso e Ocupação do solo – esse documento deverá 
 estar disponível no site da prefeitura. Caso não encontre, você pode: solicitar auxílio 
 do seu tutor ou ir à prefeitura e solicitar a legislação e/ou perguntar onde ela está 
 disponível para sua consulta (nesse caso, lembre-se de ser gentil e explicar que é 
 um trabalho da graduação). 
 Uso do Solo – na lei de uso de ocupação do solo você também encontrará 
 informações sobre o uso: ele deverá ter a permissão de uso misto (comercial e 
 residencial), que é requisito do projeto de Edificação Vertical. 
 Subsolo – verifique se no lote é permitido o uso de subsolo, mais adiante você verá 
 instruções sobre isso. Se não for permitido, mas houver a possibilidade de 
 verticalização e a localização for ideal, você pode selecionar o lote. 
 Definição final do Lote : com os lotes pré-selecionados em mãos, consulte seu 
 Tutor. Não se esqueça de considerar as dimensões do Lote x Programa de 
 Necessidades, Localização que permita o uso comercial e residencial (destacando o 
 comércio, que precisa de público para se manter – ou seja, deve ser estratégico 
 para esse comércio), além disso, há o estacionamento que ocupará uma área 
 significativa (podendoser no subsolo). Por fim, vocês poderão verificar outros 
 pontos a serem considerados nessa avaliação e definir o melhor lote para o projeto: 
 novamente, só inicie seu projeto após essa definição feita e autorizada pelo seu 
 Tutor. 
 Após a definição: lembre-se, você deverá utilizar todos os parâmetros determinados 
 no lote escolhido: coeficiente de aproveitamento, recuos, altura máxima permitida, 
 taxa de ocupação e taxa de permeabilidade – todos esses índices devem ser 
 calculados por você no seu projeto da Edificação Vertical. Por exemplo: se o 
 Coeficiente de Aproveitamento – CA é 2, você deverá verificar qual é a metragem 
 quadrada máxima que será possível com esse coeficiente e segui-lo no seu projeto. 
 Se a Taxa de Ocupação – TO é 70%, essa é a área máxima que você poderá 
 ocupar no seu térreo. Essas informações deverão ser apresentadas nas pranchas 
 finais. 
 ANÁLISE DAS CONDICIONANTES 
 Nessa etapa, você deverá analisar as seguintes condicionantes: 
 1- Condicionantes urbanas (recuos, taxas, índices, quantidade de pavimentos, altura 
 máxima). 
 2- Condicionantes climáticas (estudo de insolação, sentido dos ventos 
 predominantes, ...). 
 3- Condicionantes do bairro (características visuais do entorno, arborização, 
 acessos, sistema viário). 
 4- Condicionantes topográficas (desnível do lote, influência no projeto – em especial 
 no subsolo). 
 PROGRAMA DE NECESSIDADES – PN 
 SUBSOLO / ESTACIONAMENTO 
 Estacionamento para veículos – 50 vagas totais, sendo: 36 vagas destinadas para 
 os apartamentos e 14 vagas para a área comercial. Das 50 vagas totais, uma 
 porcentagem deve ser destinada como vagas acessíveis. 
 Estacionamento para Motocicletas e Bicicletas – verificar a porcentagem na 
 legislação do seu município que é destinada para essa finalidade. Obs.: esse 
 número será somado às vagas de veículos, ou seja, haverá 50 vagas para 
 automóveis (inclusas as vagas acessíveis) + X vagas para Motocicletas + Y vagas 
 para Bicicletas. 
 Exemplo da Porcentagem de Vagas: no município de Maringá – PR é solicitado 10% 
 para motocicletas e 5% para bicicletas (veja no recorte da imagem a seguir – figura 
 1). Logo, você calculará 10% das 50 vagas, que é igual a 5. No caso das bicicletas, 
 o valor seria igual a 2,5, então, você deverá arredondar para 3. Sendo assim, você 
 teria: 50 vagas para automóveis + 5 vagas para motocicletas + 3 vagas para 
 bicicletas (bicicletário). O mesmo se aplica para as vagas acessíveis. 
 Imagem 1 
 Figura 1 - Recorte da legislação de Maringá – PR de porcentagens destinadas para 
 vagas de motocicletas e bicicletas 
 Fonte: 
 http://sisweb.maringa.pr.gov.br:81/formularioProcesso/arquivos/pag_4_legisla%C3% 
 A7%C3%A3o/9_NRM_Norm 
 as_Regulamentares_Municipais/10257%20NRM%20Vagas.pdf: Acesso em: 15 jan. 
 2025. 
 OBSERVAÇÃO: se você preferir, pode ampliar o número de motocicletas e 
 bicicletas, visto que talvez seu cálculo fique aproximado com o exemplo. 
 DICA: para facilitar sua busca pela informação da porcentagem de vagas, digite no 
 buscador na internet: “porcentagem vagas motocicleta nome da sua cidade”, 
 provavelmente a normativa/lei aparecerá mais rápido. Se houver dificuldade nessa 
 etapa, solicite auxílio do seu tutor. 
 Circulação de Acesso ao Estacionamento: para circulação de acesso, você 
 deverá utilizar rampa. Importante: A rampa para veículos tem uma inclinação 
 diferente da rampa acessível (para pedestres). Na legislação da sua cidade, haverá 
 a porcentagem máxima de inclinação da rampa. Exemplo: em Maringá – PR, é 
 permitida uma inclinação máxima de 22,5%. Outro ponto: os pedestres não podem 
 transitar por essa rampa de acesso – isso pode gerar acidentes. Portanto, você 
 deverá lembrar que os elevadores deverão chegar até o subsolo para os pedestres 
 acessarem o térreo/apartamentos na torre. 
 Recuo da Rampa de Acesso de Veículos: outro ponto de atenção com a rampa de 
 acesso de veículo é o recuo que deverá ter em relação à testada. Por uma questão 
 de segurança, você não deve deixar sua rampa de veículos encostada na testada, 
 mas sim recuá-la pelo menos 5 (cinco) metros – dessa forma, o veículo sairá da 
 rampa e ficará em nível com o solo (térreo) e parado, permitindo visualizar se não há 
 pedestres transitando pela calçada na frente da edificação, evitando atropelamentos. 
 Quando a rampa está encostada na testada, o veículo tende a fazer o arranque para 
 sair e só consegue parar na metade da largura da calçada (aproximadamente). É 
 nesse momento que pode ocorrer o acidente – por isso, é importante deixar esse 
 recuo de 5 metros. 
 NOTA: se no seu lote não for possível fazer o subsolo, você poderá transformar o 1º 
 pavimento em estacionamento, seguindo essas mesmas orientações: com 50 vagas 
 de automóveis (inclusas as vagas acessíveis) + motocicletas + bicicletas. A rampa 
 de veículos também deverá ser utilizada no acesso ao 1º pavimento (se ele for 
 estacionamento), e os mesmos critérios citados anteriormente deverão ser 
 considerados. 
 Outra opção para o bicicletário: se você preferir, pode deixar o bicicletário no térreo 
 (em uma área que facilite o estacionamento das bicicletas) – isso vale tanto para o 
 projeto que puder fazer o subsolo quanto para aquele em que o estacionamento 
 será no 1º pavimento. 
 IMPORTANTE: se seu estacionamento for no 1º pavimento (impossibilidade de 
 subsolo), você deverá fazer Térreo + 1º Pavimento (estacionamento) + 9 pavimentos 
 residenciais. Neste caso (e somente nessa situação), sua torre será composta por 
 Térreo + 10 pavimentos (fique tranquilo, isso é permitido). Contudo, lembre-se de 
 verificar na legislação a altura máxima permitida. Se você tiver subsolo, mantenha a 
 orientação anterior (Subsolo + Térreo + 9 Pavimentos). 
 TÉRREO – ÁREA COMERCIAL 
 Saguão. 
 Hall de Elevadores e Escada Enclausurada. 
 Salas Comerciais – quantidade variável – nesse caso, seu Tutor auxiliará você na 
 definição da melhor quantidade de acordo com o lote selecionado, sendo os 
 seguintes requisitos obrigatórios: 
 Fazer no mínimo 3 tipologias de Sala com quantidades variadas. Exemplo: 
 Comércio I – 20 m², 10 unidades; Comércio II – 40 m², 12 unidades; Comércio III – 
 60 m², 6 unidades. 
 Para cada sala comercial, você deverá determinar usos diferentes e não repetir. 
 Exemplo: Comércio I, unidade 1 – Loja de Roupas Femininas; Comércio I, unidade 2 
 – Loja de sapatos; ... Comércio II, unidade 1 – Loja de Produtos Naturais; e assim 
 por diante. Se você quiser, pode colocar nomes nas lojas (inclusive lojas que você 
 conheça e tenha na sua cidade). 
 Essa determinação será seu parâmetro para desenvolver o layout das salas 
 comerciais. Obs.: em uma de suas pranchas de entrega final, isso deverá ser 
 apresentado com detalhamento suficiente para avaliação, ou seja, como estará 
 correto: Comércio I (20m²): 1) Loja de Roupas Femininas - Ana Store, 2) Loja de 
 Sapatos - Calçados Mágicos, ... Comércio II (40m²): 1) Loja de Produtos Naturais – 
 Naturals ... (pode estar em formato de lista). Forma Incorreta: Comércio: Loja Ana 
 Store (observe que não há identificação da metragempadrão do Comércio e nem a 
 tipologia, e a Loja está com um nome que não é possível ter certeza do seu uso). 
 Lembre-se: nas lojas comerciais, normalmente é adicionado ao layout um espaço 
 para Provador (como no caso de lojas de roupas), Depósito (pequeno, para 
 produtos), D.M.L. para limpeza da sala e Caixa. Isso é variável, de acordo com o 
 uso. Portanto, ao definir o tipo de uso para cada tipologia, considere esses espaços 
 adicionais – por exemplo: Se o seu Comércio I for 20m², destinado a uma loja de 
 roupas, você precisará considerar o depósito, provador, D.M.L. e caixa – sendo o 
 restante de área para expositores dos produtos. 
 Praça de alimentação – com 10 estabelecimentos: nessa etapa, você também 
 definirá o uso para cada estabelecimento sem repetir. Exemplo: Estabelecimento 1: 
 McDonald’s, Estabelecimento 2: Sorveteria X, Estabelecimento 3: Pastelaria Y... E 
 assim por diante. O que você não deve fazer: Estabelecimento 1: McDonald’s, 
 Estabelecimento 2: Burger King, Estabelecimento 3: Dog King – observe que nesse 
 exemplo do que não fazer, só há estabelecimento com lanches – qual é o problema 
 nisso? Os usuários não têm opções na escolha de alimentação, portanto, você deve 
 fazer a mescla com diferentes opções. Não se esqueça de adicionar a praça de 
 alimentação em si – área com mesas e cadeiras para realizar as refeições, faça 
 também variações de módulos das mesas, por exemplo: 3 mesas com 5 lugares, 4 
 mesas com 2 lugares, bancadas individuais... e assim por diante. Qual é o número 
 ideal de lugares? Isso dependerá da quantidade de Lojas Comerciais que você terá 
 (variável de acordo com o seu lote), mas lembre-se de considerar no seu cálculo a 
 possibilidade de os moradores dos apartamentos também frequentarem esse 
 espaço. 
 Praça de Convívio – essa praça é diferente da praça de alimentação – aqui você 
 pensará e projetará uma praça (com bancos, áreas para descanso e contemplação 
 de vegetações). Essa praça será parcialmente pública e privada ao mesmo tempo: 
 isso acontecerá porque os usuários que frequentarão as lojas comerciais poderão 
 utilizar esse espaço, assim como os moradores dos apartamentos. Pontos 
 importantes: essa praça deverá ser coberta ou uma área coberta e outra descoberta, 
 portanto, ela deverá ser posicionada em sua planta de forma que tenha essas 
 características; a dimensão dessa praça pode ser definida com seu Tutor, mas 
 considere como parâmetro que ela não deve ser pequena ou “escondida”, ao 
 mesmo tempo que não deve ser encostada na testada do lote bem no “cantinho” 
 (isso indica que você pode ter “esquecido” da praça e a adicionou depois no 
 projeto); a melhor localização será aquela em que as pessoas que estão passando 
 pela rua são convidadas a entrar na sua edificação e poderão aproveitar essa praça 
 (então sim, ela pode estar posicionada na frente da sua edificação, mas com 
 intenção projetual). Uma pergunta que você pode estar fazendo: posso deixar essa 
 praça junto com a Praça de Alimentação? Você pode sim, mas os espaços precisam 
 estar claramente identificados e separados (mesmo integrados), ou seja, as mesas e 
 cadeiras da praça de alimentação não equivalem à sua Praça – têm que ser 
 configuradas como praça de convívio. 
 1 Sala de segurança e monitoramento para 2 funcionários. 
 Depósito (para armazenamento de itens, como escadas, ferramentas, entre outros). 
 Lavanderia e D.M.L – Depósito de Materiais de Limpeza – destinado para limpeza 
 do térreo. 
 Instalações Sanitárias (I.S.) feminina e masculina (separadas) para funcionários – 
 utilizar 2 gabinetes + 1 gabinete acessível (esse número pode ser ajustado para 
 mais ou menos, de acordo com a dimensão do seu térreo, desde que mantido o 
 gabinete acessível). 
 Instalações Sanitárias (I.S.) feminina e masculina (separadas) para o público – 
 utilizar 3 gabinetes + 1 gabinete acessível (esse número pode ser ajustado para 
 mais ou menos, de acordo com a dimensão do seu térreo, desde que mantido o 
 gabinete acessível). 
 Administração da Edificação: sala administrativa e financeiro, sala de RH, sala de 
 reuniões, almoxarifado. 
 Guarda-volumes para funcionários (destinado a guardar objetos pessoais dos 
 funcionários, deve estar na área administrativa). 
 Copa funcionários – cozinha pequena com espaço para refeições (refeitório). 
 Número de funcionários: 10 – (pode ser maior ou menor de acordo com a dimensão 
 da edificação, verificar com o Tutor). 
 PAVIMENTO-TIPO (ÁREA RESIDENCIAL) 
 Hall de Elevadores e Escada Enclausurada: a quantidade de elevadores é variável 
 de acordo com o modelo de elevador escolhido: exemplo – se você optar por um 
 elevador com capacidade para 8 pessoas, deverá ter mais unidades do que um 
 elevador com capacidade para 12 pessoas. Lembre-se de buscar na internet a 
 dimensão do elevador e utilizá-la na sua planta baixa. Sugestão: considere no 
 mínimo 1 elevador social e 1 elevador de serviço + escada enclausurada. 
 IMPORTANTE! 
 Escada Enclausurada: é uma escada especial, exigida pelo Corpo de Bombeiros 
 como mecanismo de fuga em situações de incêndio. Nesse caso, elas são 
 chamadas de Escada Enclausuradas – são configuradas como uma área de 
 segurança para rota de fuga nessas situações. Na NBR 9077, 2001 você encontrará 
 o detalhamento dessa escada, como no recorte da figura a seguir. Como funciona a 
 Escada Enclausurada? Veja a figura: a estrutura ao redor dessa escada é feita com 
 paredes mais espessas, que normalmente chamamos de “Caixa da Escada”, em 
 que temos portas especiais conhecidas como Porta Corta-fogo (PCF) e a 
 antecâmara onde há dutos de ventilação. Você observará ainda os elevadores 
 comuns externos e o Elevador de emergência que fica dentro da Caixa de Escada. 
 Esse elevador, em casos em que há incêndio e não há energia, funciona por um 
 gerador próprio. Mas a escada enclausurada pode ser feita sem esse elevador. Os 
 dutos de ar servem para entrada e saída do ar – ou seja, renovação do ar na Caixa 
 de Escada, afinal, quando você passa pela primeira porta corta-fogo, a fumaça 
 passa junto com você, é por isso que tem essa antecâmara com os dutos, para sair 
 essa fumaça e depois você acessará a segunda porta corta-fogo onde tem a escada 
 com segurança. Dentro da segunda área, onde fica a escada, você tem um espaço 
 (além da circulação comum) em que um cadeirante pode ficar até ser resgatado, 
 caso o elevador de emergência não seja feito ou não esteja funcionando, tornando 
 esse mecanismo acessível. Todas as informações sobre essa escada você pode 
 conferir na NBR 9077/ 2001. Se você não tem acesso a essa normativa, solicite ao 
 seu tutor. 
 Pavimento – Tipo: 
 Pavimento-tipo é a nomenclatura utilizada para o pavimento que é projetado e 
 depois “copiado” para os demais pavimentos acima dele, por isso “tipo” > 
 pavimento-tipo. Para este projeto, você fará exatamente isso: desenvolverá o 
 pavimento-tipo e irá copiá-lo para os outros pavimentos superiores, formando assim 
 a torre da Edificação Vertical – ou seja, projetará o 1º pavimento(ou 2º pavimento se 
 o seu 1º for o estacionamento) e irá copiá-lo para o 2º, 3º... até o 9º pavimento. No 
 pavimento-tipo, você terá 4 apartamentos, com o seguinte P.N.: 
 Apartamento 1: Sacada (com churrasqueira), Sala de Estar, Sala de Jantar, Cozinha, 
 Lavandeira, 1 Suíte (+ I.S. da Suíte) com closet separado e cama de casal tamanho 
 King Size, 2 dormitórios, I.S. social, 1 escritório, 1 Ambiente multifuncional (pode ser 
 um escritório, ou uma biblioteca, ou um ateliê...). 
 Apartamento 2: Sacada (pode ter ou não churrasqueira), Sala de Estar, Sala de 
 Jantar, Cozinha, Lavandeira, 1 Suíte (+ I.S. da Suíte) com closet integrado e cama 
 de casal tamanho Queen, 2 dormitórios, I.S. social, 1 Ambiente multifuncional (pode 
 ser um escritório, ou uma biblioteca, ou um ateliê...) 
 Apartamento 3: Sacada (pode ter ou não churrasqueira), Sala de Estar, Sala de 
 Jantar, Cozinha, Lavandeira, Depósito, 2 dormitórios sendo 1 para casal com cama 
 tamanho padrão, I.S. social, 1 escritório, 1 Ambiente multifuncional (pode ser um 
 escritório, ou uma biblioteca, ou um ateliê...). 
 Apartamento 4: Sacada (pode ter ou não churrasqueira), Sala de Estar, Sala de 
 Jantar, Cozinha, Lavandeira, 1 Suíte (+ I.S. da Suíte) com closet (integrado ou 
 separado) e cama de casal tamanho padrão, 1 dormitório, I.S. social, 1 Ambiente 
 multifuncional (pode ser um escritório, ou uma biblioteca, ou um ateliê...) 
 Perfil familiar: 
 Para auxiliar no desenvolvimento das plantas dos apartamentos, você deverá criar 
 um perfil familiar completo, por exemplo: 
 Estrutura familiar fictícia: “O Apartamento 1 será destinado para o casal Caio, 42 
 anos, e Júlia, 38 anos, que têm dois filhos, João com 5 anos e Maria com 3 anos, 
 que dormem em quartos separados. Caio é empresário na área de marketing e Júlia 
 é artista plástica, João gosta de jogar videogame e Maria está aprendendo a pintar 
 como a mãe. Para essa família, o ambiente multifuncional será um Ateliê de 
 Pintura.” 
 Observe: no exemplo temos um casal, com nomes fictícios, idades, profissões e 
 hobbies. A estrutura familiar impacta em todo o seu layout: nesse caso, o sofá da 
 sala de estar deverá ter no mínimo 4 lugares, assim como a mesa na sala de jantar; 
 para os dormitórios, você deverá prever uma cama de solteiro para cada filho... e 
 assim por diante. Com base no hobbie, foi definido o uso do ambiente multifuncional, 
 o Ateliê de pintura, mas também poderia ser uma sala de jogos se o pai gostasse de 
 acompanhar o filho... – ou seja, você deve considerar o perfil de sua família fictícia 
 para tomar as decisões de layout dos apartamentos. Isso é muito importante para a 
 personalização do seu projeto. 
 A quantidade de unidades de cada tipo de apartamento vai depender do seu lote, 
 que você pode verificar com seu tutor. 
 Imagem 2 
 Fonte: o autor. 
 O fluxograma é um estudo do fluxo. Sempre imagine que é como você vai de um 
 ambiente para o outro, e isso não quer dizer a posição dos ambientes na sua planta 
 baixa. As linhas no fluxograma indicam justamente a ligação de um espaço para o 
 outro. Sendo assim, a linha não é circulação! Na imagem anterior, temos um 
 exemplo da forma errada de fluxograma, porque não tem “caixinhas” com circulação: 
 se estou na sala de reuniões, terei uma porta que abrirá para a sala de 
 administração. Como seria correto: ter uma “caixinha” com a palavra Circulação 
 entre a Sala de Reuniões e a Sala de Administração. 
 ATENÇÃO: 
 No fluxograma, você não deve colocar “escada e elevador”; você deverá atribuir o 
 termo “Circulação Vertical” – equivalente à escada e aos elevadores. Importante: ao 
 sair do elevador ou da escada, você chega sempre em uma circulação para depois ir 
 para qualquer ambiente. Então, no seu fluxograma, você coloca uma caixinha com 
 “Circulação Vertical” > circulação > ambiente (hall de acesso dos apartamentos, por 
 exemplo). 
 LEMBRETE: 
 O fluxograma deve ser feito de todos os ambientes do P.N. Então, você irá fazer 
 todo o fluxo do Térreo, adicionar a caixinha com “Circulação Vertical” > circulação > 
 hall de acesso aos apartamentos > apartamento 1 > hall de entrada > sala de estar... 
 colocar os ambientes em formato de fluxograma... do mesmo hall de acesso aos 
 apartamentos sairá outra linha que liga com o apartamento 2, e assim por diante. 
 Pré-dimensionamento: 
 Nesse exercício, você desenvolverá uma tabela com as seguintes informações: 
 Setor > Ambiente > mobiliários necessários para esse espaço com medidas > área 
 total (confira na imagem a seguir). 
 Imagem 3 
 Fonte: o autor. 
 Dica: faça um croqui partindo de uma forma simples para o ambiente (quadrado ou 
 retângulo). Nesse croqui, posicione o mobiliário básico com suas medidas, e não se 
 esqueça de adicionar as circulações no espaço. Depois, some as cotas e faça a 
 multiplicação para encontrar a área total. Exemplo: observe a imagem a seguir: o 
 ambiente a ser pré-dimensionado foi feito em formato retangular (essa não precisa 
 ser a forma final na sua planta, é apenas para pré-dimensionar), adicionou-se os 
 mobiliários e foram deixadas as áreas de circulação (veja que duas delas está com 
 uma hachura). Se você somar todas as cotas da aresta superior 
 1,20+1,00+0,80+0,60 = 3,60m e depois somar a da aresta perpendicular 2,00 + 0,90 
 (circulação) + 0,10 (espessura do painel) = 3,00m, multiplicando você encontrará a 
 área total: 3,60 x 3,00 = 10,80 m². Faça isso para cada ambiente do P.N. 
 separadamente e compute em uma tabela como na imagem anterior. 
 Imagem 4 
 Fonte: o autor. 
 Conceito e Partido Arquitetônico – Croquis e Estudo Preliminar 
 Em seguida, defina o Conceito e Partido Arquitetônico – atenção com conceito de 
 integração com a natureza: isso é muito amplo, mas poderia ser um elemento da 
 natureza. Exemplo: minha forma será inspirada em pássaro, como fez Santiago 
 Calatrava no Museu de Arte Milwaukee nos Estados Unidos – EUA (observe a 
 imagem a seguir, os croquis do arquiteto e depois o projeto executado): 
 Imagem 5 
 Fonte: 
 http://sisweb.maringa.pr.gov.br:81/formularioProcesso/arquivos/pag_4_legisla%C3% 
 A7%C3%A3o/9_NRM_Norm 
 as_Regulamentares_Municipais/10257%20NRM%20Vagas.pdf. Acesso em: 15 jan. 
 2025. 
 O CONCEITO eram pássaros. Os arquitetos queriam dar a sensação de que todo o 
 prédio poderia levantar voo. Definido isso, vem o PARTIDO ARQUITETÔNICO, que 
 se aplica nos tubos de aço e telas de vidro localizados no teto da entrada principal, 
 que formam a silhueta de um pássaro, cujas asas medem 66 metros de 
 comprimento. A estrutura tem dois painéis com nervuras, que abrem e fecham como 
 asas de uma gaivota gigante, colocando o pássaro em movimento. Quando você 
 olha para o edifício, faz você “lembrar” um pássaro, ele está abstrato na forma. 
 Na sequência, pode iniciar os estudos de projeto. Aqui você tem liberdade para fazer 
 croquis e diagramas conceituais do projeto (Veja na imagem abaixo um exemplo de 
 diagrama 3D com setorização). 
 Imagem 6 
 Fonte: o autor. 
 Essa é a etapa para soltar a criatividade, considerando todos os requisitos e o 
 Conceito do Projeto.Não se esqueça de fazer os estudos com o dimensionamento 
 que você encontrou no exercício de Pré-dimensionamento. 
 Exemplo: para fazer um diagrama como o apresentado, precisamos saber qual é a 
 metragem quadrada total do bloco identificado como Restaurante. Digamos que 
 você fez o pré-dimensionamento desse setor, calculou como explicado 
 anteriormente cada ambiente do restaurante e depois o somatório das Áreas Totais 
 foi de 60m². Para fazer o diagrama, você pode adotar uma geometria com medida 
 de 6,00m x 10,00m ou 4,00m x 15,00m, ou... etc., que resultaria em 60m². Vamos 
 considerar 6,00m x 10,00m – seu retângulo da base, então seria necessário colocar 
 a altura, que por sua vez é a altura do Pé-direito, que você pode utilizar 3,00m. 
 Pronto. Você tem um volume com 6m x 10m x 3m (largura x comprimento x altura), e 
 esse poderia ser o volume do restaurante do exemplo. Isso pode ser aplicado para 
 todos os outros setores. 
 No diagrama, é possível pensar no projeto em relação à locação dos setores, às 
 dimensões de cada um e até mesmo iniciar o estudo da forma do edifício. Você 
 pode até dividir o mesmo setor e colocar as partes separadas (isso depende da 
 intenção do projetista e o motivo). 
 Estudo preliminar – Planta Baixa – Térreo e Pavimento Tipo: 
 Na sequência, você desenvolverá as plantas baixas da edificação vertical. 
 Lembre-se de considerar todos os estudos anteriores nessa etapa; eles são 
 balizadores para o desenvolvimento das suas plantas – os fluxos, as relações entre 
 os ambientes, a dimensão do ambiente que já foi previamente estudada... Também 
 lembre-se de considerar as condicionantes analisadas, como insolação, ventos 
 predominantes (promover nas plantas baixas formatos que possam ser beneficiados 
 pela sua análise, em especial, deixar todos os ambientes com iluminação e 
 ventilação naturais). 
 Reflita: qual é a melhor locação para cada ambiente na minha planta baixa? 
 Exemplo: expliquei anteriormente que os elevadores e a escada enclausurada 
 precisam ser posicionados de forma que não atrapalhem o uso do público no térreo 
 (comercial) e possibilitem o acesso aos moradores nos apartamentos, ao mesmo 
 tempo que essa circulação vertical também passa pelo estacionamento de veículos 
 (podendo estar no subsolo ou no 1º pavimento). Esse posicionamento deve ser 
 estratégico e prever segurança para os moradores. 
 IMPORTANTE: 
 Você deverá desenvolver a planta baixa do subsolo/1º pavimento como 
 estacionamento. Não se esqueça de considerar a área de conversão dos veículos e 
 a circulação entre as vagas ou pista de rolamento no estacionamento. Observe a 
 figura, a distância de uma vaga para outra (F) é de 5 metros, possibilitando a 
 manobra do veículo. Veja também o raio para manobrar o veículo em curva e para 
 circulação mínima. Esses são os parâmetros a serem seguidos na planta baixa do 
 estacionamento. 
 Imagem 7 
 Fonte: o autor. 
 Locação da Estrutura nas Planta Baixas – para desenvolver as plantas baixas, 
 você também deverá locar os pilares – em especial no subsolo/1º pavimento 
 (estacionamento). Não se esqueça de que esses pilares deverão seguir na mesma 
 direção vertical até o seu último pavimento, ou seja, você irá considerá-los na sua 
 planta baixa do térreo e do pavimento-tipo também. Para isso, deverá buscar o 
 conteúdo aprendido na disciplina de estruturas e, claro, partindo do sistema 
 construtivo escolhido. Se você estiver com dificuldades nesta etapa, solicite auxílio 
 do seu Tutor. 
 Circulação Vertical – não se esqueça dos elevadores e da escada enclausurada 
 nas plantas baixas. 
 Estudo Preliminar – Forma Arquitetônica 
 Depois de tudo definido e correto nas plantas baixas, você vai pensar na forma da 
 sua edificação vertical. Talvez você já até tenha feito por meio do estudo do 
 diagrama (que, como citei, pode evoluir para a forma da edificação). Se você fez e, 
 após o desenvolvimento da planta, não precisou de nenhum ajuste, é só dar 
 continuidade e evoluir nesse estudo. Mas, se você fez o diagrama e for necessário 
 alterar a forma depois da planta, fique tranquilo, isso é normal! 
 Essa é uma etapa desafiadora em edificações verticais, visto que você desenvolverá 
 uma edificação que é proporcionalmente diferente: relação entre largura x altura – a 
 edificação vertical tem muita ênfase na altura, sendo o desafio trazer equilíbrio 
 estético para a composição arquitetônica. Portanto, reserve um tempo considerável 
 para essa etapa. 
 Memorial Descritivo e Justificativo 
 Por fim, você produzirá o memorial justificativo do projeto da edificação vertical. 
 Nesse memorial, você descreverá os pontos mais importantes das suas soluções 
 para o projeto e, obrigatoriamente, o Conceito e Partido Arquitetônico – como você 
 solucionou a forma arquitetônica do projeto? 
 4) ENTREGA DO PROJETO DA EDIFICAÇÃO VERTICAL 
 A entrega do Projeto da Edificação Vertical será feita em formato de PRANCHAS, 
 tamanho, quantidade e orientação livres, em formato PDF. E, a seguir, você 
 encontrará orientações de todos os elementos que devem ser apresentados nas 
 pranchas do projeto do Edifício Vertical. 
 PRANCHAS INICIAIS (quantidade livre): 
 Localização do lote em relação ao bairro – Planta de Localização. 
 Índices Urbanísticos do Lote: uso e ocupação do solo, recuos, altura máxima 
 permitida, coeficiente de aproveitamento, taxa de permeabilidade e taxa de 
 ocupação – com as informações considerando seu projeto: qual é o coeficiente de 
 aproveitamento x coeficiente de aproveitamento obtido no projeto? Qual é a Taxa de 
 Ocupação – TO da sua edificação? Lembrete: todos esses índices devem estar igual 
 ou menores que o valor solicitado nos índices urbanísticos. 
 Diagrama de condicionantes climáticas do lote – estudo de insolação e ventilação. 
 Memorial descritivo e justificativo do projeto com Conceito e Partido 
 Arquitetônico – adicione somente o texto essencial para explicar e justificar o 
 projeto (não coloque texto longo). 
 Croquis de evolução da forma ou Diagramas de estudo do Projeto – à mão ou em 
 software. 
 Fluxograma, Setorização e Pré-dimensionamento – referente aos estudos iniciais do 
 projeto da Edificação Vertical. 
 PRANCHAS INTERMEDIÁRIAS: 
 Implantação e Cobertura – em escala gráfica. 
 Planta baixa do Estacionamento – em escala gráfica: subsolo ou no 1º pavimento – 
 com vagas de veículos numeradas, indicação da(s) rampa(s) com inclinação, 
 locação dos pilares, circulações verticais (elevadores e escada enclausurada), 
 vagas de veículos acessíveis com simbologia específica sinalizada na planta, vagas 
 de motocicletas e bicicletário (se sua opção foi deixar o bicicletário no térreo, 
 desloque essa informação para lá). 
 Plantas Baixas de todos os pavimentos com layout em todos os ambientes - em 
 Escala Gráfica (não será necessário cotar o projeto com a escala gráfica): fazer 
 legenda dos ambientes e deixar a planta numerada (ver exemplos de plantas baixas 
 no site ArchDaily – link a seguir) – nesse item, você terá a planta baixa do térreo e a 
 planta baixa do pavimento-tipo. 
 Informações da Planta baixa: as legendas dosambientes devem estar 
 acompanhadas com as seguintes informações adicionais: planta baixa do Térreo – 
 tipologias das salas comerciais com metragens definidas, quantidades e uso para 
 cada sala (nome das lojas e atividades desenvolvidas); planta baixa pavimento-tipo 
 – descrição do perfil familiar criado para cada apartamento, totalizando 4 perfis, com 
 a definição do ambiente multifuncional para cada apartamento. Essas informações 
 podem aparecer como texto, de forma sutil na prancha (cuidado com o tamanho da 
 fonte). 
 OBS.: as plantas baixas devem ser apresentadas completas (se necessário, pode 
 adicionar as linhas de limite/divisa do lote). Você não deve colocar a planta 
 seccionada. Contudo, se houver muita dificuldade em apresentar a planta completa, 
 sem que comprometa a leitura do projeto, você pode: apresentar uma planta geral 
 completa (sem o layout) em uma área da prancha em escala menor (como se fosse 
 um gabarito) (indicando apenas os números dos apartamentos 1, 2, 3 e 4) e 
 apresentar os apartamentos separados em escala maior com layout e sempre 
 acompanhados das legendas e informações, desde que na planta geral seja 
 possível verificar a circulação de acesso aos apartamentos e o hall de elevadores e 
 escada enclausurada. 
 PRANCHAS FINAIS: 
 1 Corte Longitudinal e 1 Corte Transversal – em escala gráfica – representação da 
 edificação completa – do subsolo ao último pavimento - torre. 
 Fachada Principal – em escala gráfica (fachada secundária, opcional) – com todos 
 os elementos arquitetônicos: esquadrias, volume do edifício, detalhes de materiais e 
 elementos compositivos. 
 Perspectivas tridimensionais do projeto – a forma deverá ser apresentada com todos 
 os componentes de acabamentos, materiais e composição estética necessários para 
 compreensão do projeto. OBS .: se você preferir, algumas perspectivas podem ser 
 apresentadas nas outras pranchas para melhor compreensão do seu projeto. 
 IMPORTANTE: todos os desenhos técnicos deverão ser apresentados em escala 
 gráfica, facilitando assim sua diagramação de pranchas. 
 REQUISITOS DE APRESENTAÇÃO DAS PRANCHAS 
 As PRANCHAS deverão ser diagramadas de forma mais artística – 
 obrigatoriamente, assim como os desenhos técnicos do projeto (não coloque 
 carimbo padrão de desenho técnico, use a criatividade na apresentação dessas 
 informações). Estas pranchas podem ser feitas em diversos softwares, como: 
 Canva, CorelDraw, Adobe InDesign, Adobe Illustrator, entre outros. Você pode 
 escolher o que for melhor e aquele em que você tem mais habilidade. Não utilize 
 PowerPoint para essa etapa do projeto, o resultado não é satisfatório. 
 O princípio da diagramação é o de escolher um estilo na apresentação e manter em 
 todos os detalhes. Você pode escolher uma paleta de cores, pode adicionar 
 elementos abstratos e ilustrativos do Conceito Arquitetônico na Prancha, pode 
 escolher deixar todos os elementos em cores neutras e um elemento-destaque, que 
 você deseja enfatizar em outra cor. 
 IMPORTANTE: A apresentação mais artística não exclui os elementos da 
 representação gráfica obrigatória do desenho técnico. Sendo assim, não se esqueça 
 de adicionar todos esses elementos nos seus desenhos técnicos. 
 Dica: digite no buscador Google o seguinte “diagramação pranchas arquitetura”, 
 você encontrará várias referências (no Pinterest tem vários exemplos). 
 LINKS ÚTEIS: 
 Link do ArchDaily: ver planta baixa com legenda (observe também o estilo gráfico de 
 representação mais artística): 
 https://www.archdaily.com.br/br/936136/edificio-de-uso-misto-o6a-lot-sam-architectur 
 e-plus-querkraft?ad_source=search&ad_medium=projects_tab 
 Links para assistir sobre Diagramação de Pranchas: 
 https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=zZ4VDefB48E 
 https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=0Xk_kgirTxI 
 A seguir, deixo alguns exemplos: observe com atenção todos os detalhes. Veja os 
 desenhos técnicos, o estilo de apresentação mais estilizado. A forma como a 
 localização é feita de maneira mais artística. 
 Projeto de Concurso, utilização de várias pranchas de apresentação: 
 https://concursosdeprojeto.org/2016/07/26/premiados-concurso-latinoamericano-par 
 a-estudantes-pensar-la-vivienda-vivir-la-ciudad/#jp-carousel-29043 
 Sobre plágio e outras regras: 
 Trabalhos copiados da internet ou de outros alunos terão notas zeradas. 
 Trabalhos copiados dos anos anteriores também serão zerados, mesmo que você 
 tenha sido o autor. 
 Não compartilhe seu trabalho, se comprovada a semelhança poderá ser anulado e 
 ze 
 . (44) 99162-8928 (44) 99162-8928

Mais conteúdos dessa disciplina