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UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS BIOFÍSICA PROFESSORA: JESSICA MARIA FLORÊNCIO DE OLIVEIRA ANA CAROLINA GUIMARÃES CUNHA E ISAAC SÁVIO SANTIAGO DOS SANTOS BIOFÍSICA DA CIRCULAÇÃO SANGUÍNEA CAMPINA GRANDE - PB 20/06/2025 INTRODUÇÃO A biofísica da circulação sanguínea é um campo interdisciplinar que une os princípios da física aos processos fisiológicos do sistema cardiovascular. Compreender os mecanismos físicos que regem o fluxo sanguíneo, como a pressão, resistência, viscosidade e o papel das estruturas cardíacas e vasculares, é essencial para interpretar tanto o funcionamento normal quanto às alterações patológicas do organismo (Guyton & Hall, 2021; Silva & Nunes, 2017). E tem como objetivo explorar os fundamentos biofísicos da circulação, abordando o ciclo cardíaco, as leis físicas envolvidas na hemodinâmica — como a Lei de Poiseuille e a Lei de Laplace —, os efeitos da vasoconstrição e vasodilatação, além das principais patologias associadas, como a aterosclerose e os aneurismas (Hall, 2016; Boron & Boulpaep, 2017). Também serão discutidas aplicações clínicas relevantes, como o eletrocardiograma e o ultrassom Doppler, destacando a importância da biofísica na prática médica e na compreensão da saúde cardiovascular (Galletti & Rodrigues, 2010). CIRCULAÇÃO A circulação do sangue pelo corpo é possível graças ao bombeamento do sangue realizado pelo coração. Este sistema hidrodinâmico complexo, que envolve força e pressão para gerar um fluxo unidirecional e contínuo. O coração é um órgão oco, dividido internamente em quatro cavidades(dois átrios e dois ventrículos) e um sistema de válvulas responsável por garantir que o sangue flua na direção correta. O sangue circula por uma rede de condução dos vasos sanguíneos: artérias, veias e capilares, que garante a distribuição dos componentes que mantém a homeostase. A distribuição do oxigênio, hormônios e nutrientes, bem como remoção de resíduos metabólicos como o gás carbónico e ureia para serem descartados pelo devidos órgãos. Podemos dividir o coração em duas bombas interligadas, ambas envolvem a distribuição do sangue em diferentes sistemas e finalidades. A grande circulação, também chamada de circulação sistêmica, corresponde ao fluxo sanguíneo oxigenado para os sistemas e o caminho de volta, pobre em oxigênio, de volta ao coração. Inicía-se com o sangue oxigenado, vindo dos pulmões pelas veias pulmonares e desemboca no átrio esquerdo, esse sangue enche o ventrículo esquerdo e sua sístole promove a saída do volume de sangue rapidamente para a artéria aorta, a valva mitral impede um fluxo que tente entrar no AE. Por fim, o sangue arterial, com a passagem bloqueada pela valva aórtica, pode continuar até irrigar os tecidos, promovendo a troca gasosa e remoção de resíduos metabólicos, já desoxigenado, retorna ao coração. O sangue desoxigenado retorna ao coração pelas veias e chega no átrio direito, esse sangue enche o ventrículo direito, sua sístole ejeta o sangue para as artérias pulmonares, a valva tricúspide impede o retorno do sangue ao AD já a valva pulmonar entre o VD e artéria pulmonar bloqueia o retorno para o VD, Deste modo, o fluxo desoxigenado segue para a hematose nos pulmões e retorna para o coração pelas veias pulmonares. Durante a contração (sístole), a pressão máxima em V1 é próxima a 120 mm Hg e, durante o relaxamento (diástole), próxima a 80 mm Hg. Na contração, o sangue sai do ventrículo esquerdo com pressão máxima, depois de fazer a circulação sistêmica, e retorna ao átrio direito com pressão quase nula. O sangue sai do ventrículo direito com uma pressão aproximada de 25 mm Hg e realiza a circulação pulmonar para, então, retornar ao átrio esquerdo ( Duran, José Enrique Rodas. 2011, p. 196). Figura 1- Bomba Direita e Esquerda do Coração Fonte: Biofísica : conceitos e aplicações (2011). CICLO CARDÍACO O ciclo cardíaco é marcado pela repetição de contrações e relaxamentos respectivamente chamados de sístoles e diástoles do músculo estriado cardíaco. As câmaras cardíacas, átrios direito e esquerdo e ventrículos direito e esquerdo, promovem seu próprio potencial de ação, essas células estão nos Nó Sinoatrial e Atrioventricular, formados por células de músculo cardíaco especializadas, pois se despolarizam ritmadamente para proporcionar a sístole das câmaras. Os eventos elétricos determinam o tempo de sístole e diástole ventricular e atrial, podendo ser percebidos em um eletrocardiograma, onde cada onda marca um evento elétrico que promove uma resposta física no músculo cardíaco (sístole e diástole). A onde P é a visualização da despolarização atrial, que assim provoca uma sístole atrial, onde a pressão sobe (onda a, pressão atrial) e o volume de sangue é ejetado nos ventrículos. O complexo de ondas QRS é a despolarização dos ventrículos e assim sua sístole, no primeiro momento contração isovolumétrica, as válvulas atrioventriculares se fecham, provocando o primeiro som do fonocardiograma e um pequeno abaulamento do lado dos ventrículos o que aumente a pressão, isso é visível na onda c da pressão atrial, por fim o sangue é ejetado nas artérias, como as válvulas semilunares se fecham para impedindo o retorno do fluxo, provoca o segundo som e o sangue flui tanto para a circulação sistêmica e pulmonar. O complexo QRS também envolve a repolarização atrial, mas não é visualizada. Por fim, a onde T é a repolarização dos ventrículos e sua diástole, onde seu volume de sangue aumenta gradualmente. A variação de pressão ocorre a todo momento, com a entrada e saída do sangue, quando o volume de sangue é ejetado a pressão tende a subir. Durante a sístole dos ventrículos, na ejeção como representado no diagrama, a pressão tem uma máxima de 120 mm Hg e o sangue flui para a aorta que não deixa essa pressão tem uma a mínima tão baixa como dos Vs. Sua elasticidade presente na túnica média, não deixa uma grande variação de pressão, com a mínima de 80 mmHg. Figura 2 - Diagrama de Wiggers: Ventrículo Esquerdo. Fonte: kenhub Ciclo cardiaco 30. Otb. (2023). RITMO CARDÍACO O ritmo cardíaco é mantido pela autoexcitação das células cardíacas especializadas presentes no nó sinoatrial e no nó atrioventricular. A corrente elétrica, iniciada no nó sinoatrial, propaga-se primeiro pelos átrios. Os discos intercalares entre os cardiomiócitos, visíveis em lâminas histológicas, são providos de junções comunicantes, que permitem a propagação célula a célula do potencial de ação. Após se espalhar pelos átrios e causar sua contração, esse impulso elétrico passa pelo nó atrioventricular, onde ocorre com velocidade mais lenta. Com o nó AV separado dos ventrículos pelo septo ventricular, o impulso elétrico é conduzido pelos feixes de His, que se bifurcam para os dois ventrículos e também os despolarizam. LEI DE POISEUILLE O movimento do sangue pelos vasos sanguíneos segue princípios físicos bem definidos, semelhantes ao fluxo de água em tubos. Uma regra fundamental é que a velocidade e a quantidade de sangue que passam por um vaso (o fluxo) dependem diretamente da diferença de pressão entre as suas extremidades. Quanto maior for essa diferença de pressão, mais rápido e em maior volume o sangue fluirá. Além disso, o fluxo é drasticamente influenciado pelo tamanho do vaso (seu raio): um pequeno aumento no diâmetro do vaso resulta em um enorme aumento no fluxo sanguíneo, devido à relação com a quarta potência do raio. No entanto, nem todos os fatores impulsionam o fluxo para cima. A viscosidade do sangue (quão "grosso" ou difícil de fluir ele está, influenciada por fatores como a concentração de células vermelhas) e o comprimento do vaso atuam como resistências. Quanto mais viscoso o sangue ou maislongo o vaso, mais difícil será para o sangue fluir, reduzindo assim a velocidade e o volume do fluxo. VASODILATAÇÃO E VASOCONSTRIÇÃO O nosso corpo tem a capacidade de controlar o raio dos vasos, esse fenômeno é chamado vasoconstrição e vasodilatação, com a vasoconstrição diminuindo o fluxo de sangue nos tecidos. Durante um exercício físico o corpo gera uma resposta de vasodilatação, aumentando a irrigação de sangue nos tecidos. ● Vasoconstrição: Redução do diâmetro dos vasos sanguíneos (especialmente arteríolas e artérias). Aumento da pressão. Sistema Nervoso Simpático. - Noradrenalina, Resposta ao estresse ● Vasodilatação: Aumento do diâmetro dos vasos sanguíneos. Diminui a Pressão. Sistema Nervoso Parassimpático - Inflamação, Exercício Físico. FLUXO LAMINAR O fluxo sanguíneo no sistema circulatório humano é predominantemente laminar, um padrão caracterizado pelo deslocamento do sangue em camadas concêntricas e ordenadas, paralelas a parede do vaso. Nesse regime, as camadas mais internas, próximas ao centro do vaso, movem-se mais rapidamente, enquanto as camadas adjacentes a parede vascular são quase estacionárias devido ao atrito. Essa organização suave minimiza turbulências e otimiza o transporte de oxigênio e nutrientes. Figura 3 - Fluxo Laminar Fonte: Biofísica : conceitos e aplicações (2011). HEMODINÂMICA E VAZÃO SANGUÍNEA A hemodinâmica, que estuda o movimento do sangue pelo sistema circulatório, segue princípios fundamentais descritos pelas Leis de Newton. Essas leis explicam como o sangue é impulsionado, desacelerado e interage com os vasos. A Primeira Lei de Newton, refere-se a inércia: um corpo tende a permanecer em repouso até que uma força agir sobre o objeto em repouso, permanecendo em movimento até que outras forças o desacelerem. Isso revela que o sangue em repouso nas câmaras cardíacas precisa de uma força vigorosa, vinda do coração, para iniciar seu movimento. Da mesma forma, quando o sangue já está em fluxo nas artérias, sua tendência natural é manter a velocidade. Porém, forças como o atrito contra as paredes dos vasos e a viscosidade do próprio sangue atuam contra essa inércia, exigindo que o coração trabalhe continuamente para sustentar a circulação. A Segunda Lei de Newton quantifica a relação entre força, massa e aceleração. No contexto sanguíneo, o coração gera pressão, como a força necessária para acelerar a massa de sangue através dos vasos. Quanto maior a aceleração necessária, como durante um exercício físico, maior será a pressão arterial exigida. A Terceira Lei manifesta-se na interação entre o sangue e os vasos. Quando o sangue exerce pressão contra a parede vascular, uma ação, a parede responde com uma força elástica de resistência, uma reação. Essa troca mantém o equilíbrio: artérias saudáveis dilatam-se para amortecer picos de pressão, enquanto vasos rígidos (como em casos de aterosclerose) perdem essa capacidade, elevando riscos cardiovasculares. LEI DE LAPLACE A biofísica da circulação sanguínea busca compreender como os princípios físicos, especialmente os da mecânica dos fluidos e da elasticidade, explicam o funcionamento do sistema cardiovascular. Um desses princípios fundamentais é a Lei de Laplace, que relaciona a pressão interna, o raio e a tensão da parede de estruturas circulares, como vasos sanguíneos e cavidades cardíacas. ● A Lei de Laplace, aplicada a um cilindro (como uma artéria), é expressa por: T = P x r Onde: é a tensão na parede do vaso, é a pressão interna do sangue, é o raio do vaso. Essa relação indica que, quanto maior o raio de um vaso ou câmara cardíaca, maior será a tensão na sua parede para suportar uma determinada pressão interna. Esse conceito tem implicações diretas na fisiologia e na patologia cardiovascular. Em condições normais, os vasos de pequeno calibre (como arteríolas e capilares) suportam pressões relativamente altas com uma tensão de parede reduzida devido ao seu raio pequeno. Isso permite que os capilares, apesar de suas paredes extremamente finas, não se rompam sob a pressão do sangue. A Lei de Laplace ajuda a explicar, por exemplo, o risco aumentado de ruptura de aneurismas. Um aneurisma é uma dilatação anormal de um vaso sanguíneo, geralmente de uma artéria. À medida que o raio do vaso dilatado aumenta, a tensão da parede também se eleva exponencialmente, tornando-a mais suscetível à ruptura. Outra aplicação importante está nas cavidades cardíacas dilatadas, como ocorre na insuficiência cardíaca. Corações dilatados enfrentam maior tensão na parede ventricular, o que aumenta o trabalho cardíaco e pode comprometer ainda mais sua função. Compreender a Lei de Laplace permite a avaliação biomecânica de estruturas cardiovasculares, a prevenção de eventos clínicos graves e o desenvolvimento de tratamentos personalizados. Por exemplo, terapias que controlam a pressão arterial ajudam a reduzir a tensão sobre vasos comprometidos, prevenindo complicações. Figura 4 - Lei de Laplace aplicada a biologia voltada a analise interna de um coração. Fonte: Fisiopatologia da Insuficiência cardíaca | Quizlet https://share.google/BuA6Jswbfj78qBVil PATOLOGIAS RELACIONADAS À CIRCULAÇÃO Uma das patologias mais relevantes nesse contexto é a aterosclerose, caracterizada pelo acúmulo de placas de gordura, cálcio e outras substâncias na parede das artérias. Esse acúmulo reduz o diâmetro interno dos vasos, aumentando significativamente a resistência ao fluxo sanguíneo. De acordo com a Lei de Poiseuille, a resistência é inversamente proporcional à quarta potência do raio do vaso, o que significa que mesmo pequenas obstruções podem causar grandes aumentos na resistência e comprometer a perfusão tecidual. Essa condição pode levar a quadros clínicos graves, como isquemias cardíacas (infarto do miocárdio) e cerebrais (acidente vascular cerebral). Outro exemplo importante é o aneurisma, que consiste em uma dilatação anormal e localizada da parede de um vaso sanguíneo, geralmente uma artéria. Essa dilatação altera a distribuição das tensões na parede do vaso, o que pode ser explicado pela Lei de Laplace. Segundo essa lei, a tensão da parede aumenta proporcionalmente ao raio da estrutura, de modo que vasos dilatados ficam mais sujeitos à ruptura. Essa situação é particularmente perigosa, pois a ruptura de um aneurisma pode resultar em hemorragias graves e, muitas vezes, fatais. A hipertensão arterial também está intimamente relacionada à biofísica da circulação. Trata-se de uma condição crônica em que a pressão arterial se mantém elevada, exigindo que o coração realize um esforço maior para impulsionar o sangue através dos vasos. Isso leva, a longo prazo, ao espessamento das paredes do ventrículo esquerdo, em um processo conhecido como hipertrofia ventricular. Quando essa adaptação se torna insuficiente, o coração pode entrar em falência, resultando em insuficiência cardíaca. Nessa condição, a cavidade cardíaca dilata-se progressivamente, aumentando seu raio interno e, consequentemente, a tensão da parede, o que torna o trabalho do miocárdio ainda mais ineficiente, segundo o princípio da Lei de Laplace. Além disso, alterações no padrão de fluxo sanguíneo, como a transição de um fluxo laminar para turbulento, estão envolvidas na gênese de tromboses. O acúmulo de coágulos dentro dos vasos pode obstruir o fluxo (trombose) ou se deslocar e causar embolias em regiões distantes, comprometendo a oxigenação de órgãos vitais. Nesse caso, fatores como a viscosidade do sangue, o diâmetro dos vasos e a velocidade do fluxo são determinantes físicos para a formação desses eventos. Portanto, a compreensão das patologias cardiovasculares sob o ponto de vista da biofísica revela como as alterações em parâmetros físicos fundamentais influenciam diretamente a saúde circulatória. Essa abordageminterdisciplinar contribui para diagnósticos mais precisos, estratégias de prevenção mais eficazes e tratamentos mais direcionados, unindo os conhecimentos da física, da fisiologia e da prática clínica. Figura 5 - Aterosclerose. Fonte: https://images.app.goo.gl/kmk5aAVykdtiHShg9 Figura 6 - Insuficiência Cardíaca. Fonte - Insuficiência cardíaca - Causas e tratamentos - Enfermagem Florence https://enfermagemflorence.com.br/insuficiencia-cardiaca-causas-e-tratamentos/ FIgura 7 - Aneurisma na circulação sanguínea Fonte: Aorta Abdominal - O que é, Causas, Sintomas e Tratamentos https://share.google/emRmyvJ1JMeogdsDg. CONCLUSÃO O trabalho conclui que o funcionamento da circulação sanguínea é pautada em fundamentos físicos e fisiológicos: ciclo cardíaco, lei de Poiseuille, lei de Laplace, fluxo laminar e hemodinâmica Que comandam os mecanismos e matérias deste sistema. Por tanto, a importância de entender biofísica aplicada à circulação sanguínea, pois ela tem uma grande influência nos meios físicos. Relacionado normas físicas a patologias que desregulam a fisiologia do sistema circulatório. A aterosclerose, como uma patologia causada pelo acúmulo de placas gordurosas nas paredes dos vasos sanguíneos, estreitam os vasos sanguíneos aumentando drasticamente a resistência e turbulência do fluxo, podendo levar a isquemia e infarto. A Lei de Laplace explica também o aneurisma, onde racional e tensão nas paredes dos vasos com a pressão interna dos vasos e seu raio, assim com o aumento do raio sem o reforço da parede do vaso, eleva perigosamente a tensão, predisposta a uma ruptura. Assim, o estudo da biofísica não apenas explica somente o funcionamento normal do sistema, mas também ilumina as causas de patologia, destacando sua profunda influência nos fenômenos físicos. REFERÊNCIAS COSTANZO, Linda S. Fisiologia. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2019. 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