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O RECONHECIMENTO DOS ESPAÇOS DE ATUAÇÃO DO ASSISTENTE ATRIBUIÇÕES DO ASSISTENTE SOCIAL NO CAPS 1 Acadêmicos: Emily Moreto ¹ Sabrina Battisti1 Graziele Silveira1 Vitória Pires1 Tutor Externo: Lilia Saldanha de Souza2 Resumo O estudo deste trabalho mostra o profissional de Assistente Social no CAPS Centro de Atenção Psicossocial de Assistência Social, é um serviço de saúde que atende pessoas de todas as faixas etárias que apresentam sofrimento mental graves e persistentes foi realizado uma visita ao CAPS I da cidade de São Borja/RS e realizado uma entrevista com a profissional de Serviço Social, na entrevista a profissional relatou a sua atuação, a luta diária pelo acesso aos direitos sociais dos usuários de seus serviços, as oficinas interação e as dificuldades da falta de recursos. Palavras chaves: Serviço Social, Caps, Saúde. Introdução O Serviço Social é uma profissão inscrita na divisão social do trabalho, situa-se no processo de reprodução das relações sociais, o serviço social é uma prática das mais antigas assistências sociais que era feita pela igreja católica e senhoras caridosas, o serviço social conquistou seu espaço no Brasil no final do ano de 1920, as primeiras políticas sociais no Brasil surgiram no governo de Getúlio Vargas com o surgimento do modelo de Estado de bem-estar social. Com o processo de desenvolvimento industrial teve a formação de aglomerados de pessoas oriundas do campo em busca de trabalho com isso o índice de pobreza teve crescimento e de outro lado teve uma grande concentração de riquezas e rendas dos grandes proprietários das indústrias com isso a política social começa a ganhar fôlego, no século XXI teve uma nova política de saúde mental e a ampliação do contingente do profissional juntos dos serviços social nos serviços de saúde e saúde mental, a intervenção do serviço social na área da saúde mental é de grande relevância institucional pois mediante o serviço social que se reconhece a história de vida de cada usuário. Pretende-se com esse trabalho mostrar a instituição CAPS, os tipos de atendimento e por fim explicar qual o papel do Assistente Social no Caps I da cidade de São Borja/RS, quando o profissional Assistente Social é chamado a atuar em municípios de pequeno porte, muitas vezes não é claro, qual o limite e papel desse profissional no campo o qual está inserido, nem para a equipe, nem para a população usuária desse serviço e muitas vezes nem se quer para o próprio profissional. Busca-se nesse trabalho fazer uma reflexão sobre as demandas que chegam a esse profissional e realizar uma análise de qual é seu real papel de atuação do Centro de Atenção Psicossocial em municípios de pequeno porte, a fim de clarificar e tornar mais efetiva sua atuação. Através da aproximação com a realidade no CAPS I de São Borja/RS pode-se ter mais clareza o que ocorre no cotidiano fazendo assim uma reflexão sobre a prática profissional, realizando desse modo um olhar crítico sobre a realidade profissional vivida pelos assistentes sociais inseridos nesse contexto. Fundamentação Teórica O Caps I tem o objetivo de oferecer atendimento à população realizar o acompanhamento clínico e a reinserção social dos usuários. É um serviço de saúde que atende pessoas de todas as faixas etárias que apresentam sofrimento mental graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados ao uso de substâncias psicoativas, e outras situações clínicas que possibilitam estabelecer laços sociais e realizar projeto de vida e serviços públicos de saúde. Este trabalho demarca uma primeira aproximação com a temática, portanto se inscreve numa lógica introdutória, que precisa ser amadurecida. A metodologia atual está sustentada nesta pesquisa é de base qualitativa, subjetiva de narrativa escrita, tendo como objetivo apreender os significativos e opiniões acerca do trabalho do assistente social no CAPS. Para captar as impressões da realidade na prática da atuação do profissional do serviço social no CAPS I realizamos uma visita na instituição no Município de São Borja/RS, onde conversamos com a assistente social da equipe e elaboramos um registro dos relatos da profissional. Centro de Atenção Psicossocial de Assistência Social, São Borja, Município que está localizado no interior do Rio Grande do Sul, com população estimada de 61.671 mil habitantes, segundo o último censo (2010). Nesse Município o CAPS I (Centro de Atenção Psicossocial de Assistência Social) vinculado na Rua Barão do Rio Branco N 25, esse endereço é provisório, pois o Centro de Atendimento Psicossocial (CAPS I) que funciona na Rua Edi Freire Nunes , passa por reformas, a manutenção era indispensável, pois são atendidas cerca de 400 pessoas, e muitas delas com acompanhamento clinico e medicação permanente, oferecem atividades através de oficinas monitoradas por terapeuta ocupacional, ajudam na estimulação cognitiva do paciente e desenvolve trabalhos manuais, desenhos, entre outros. O Centro de Atenção Psicossocial I (CAPS I ) é destinado a pessoas com transtornos mentais graves e persistentes que incapacitam o indivíduo nas atividades básicas do dia a dia. Alguns transtornos tratados no setor: depressão com sintomas psicóticos, bipolaridade, transtorno de personalidade borderline, pensamentos suicidas, mas o atendimento voltado a “todo transtorno mental que incapacita a pessoas de desenvolver suas atividades diárias”, onde são atendidas todas as faixas etárias. Pode se afirmar que a Assistência é uma prática das mais antigas, essa assistência era feita pelas Igrejas Católicas e Protestantes, onde ajudavam os mais necessitados como idosos, órfãos, doentes entre outros. Havia senhoras caridosas ou eram chamadas de damas da caridade que se dedicavam a fazer ações beneficentes aos pobres. Existiam inúmeras ações Católicas que tinham o objetivo de divulgar o cristianismo como meio de desenvolver a reforma social. E dessas ações católicas que surge o Serviço Social, dentro da igreja com doutrinários messiânicos e que farão parte da ideologia da profissão. O Serviço Social conquista espaço no Brasil no final de 1920, superando barreiras e dificuldades diante de uma longa circunstância critica economicamente escassa e crises decorrentes do setor político, social e religioso. As políticas sociais no Brasil remontam ao desenvolvimento industrial urbano, que aconteceu a partir da década de 1930, com a ascensão de Getúlio Vargas ao poder. O governo de Vargas assumiu um caráter populista, quando o Estado redefiniu as suas funções e passou a utilizar diversos mecanismos institucionais de controle das forças populares. É nesse contexto de mudanças que começam a se desenvolver as primeiras políticas sociais no Brasil, com o surgimento de um moderno “Estado de Bem Estar Social” (FREITAS, 2005). Diante o processo de desenvolvimento industrial e da formação de aglomerados em torno das cidades de pessoas oriundas do campo em busca de trabalho, houve o crescimento do índice de pobreza, de desemprego e da exclusão com privações social, econômica, cultural e política para a classe social que vive do trabalho agravando assim as expressões da “questão social”. De um lado o aumento da pobreza e de outro lado se tem uma grande concentração de renda e de riquezas para um pequeno segmento populacional, os grandes proprietários. De acordo com Behring & Boschetti, (2011, p. 64), a política social começa a ganhar fôlego nesse período de industrialização e urbanização no país, ocorrendo, assim, a constituiçãoe formação da questão social no capitalismo que irá exigir uma resposta ao seu acirramento, cujo fundamento se encontra nas relações de exploração do capital sobre o trabalho. O período de 1964 a 1985 foi marcado pelo regime militar que, por um lado, aumentou a intervenção do Estado no campo das políticas sociais por meio da ampliação da oferta de bens e serviços para as classes de médias e altas rendas e por outro, cassou direitos civis e políticos. Estas medidas, entretanto, não tiveram significativo impacto na redistribuição de renda visando alcançar os extratos mais empobrecidos da classe trabalhadora. O período dos anos 1970 foi conhecido como o período das primeiras formas organizadas de contestação ao modelo asilar para a assistência psiquiátrica e de sua consequente violência, marcada pela exclusão, reclusão e segregação das pessoas com sofrimento mental. Estes movimentos também contestavam a hegemonia do saber psiquiátrico e formulam propostas para a assistência á pessoa com sofrimento mental (BRASIL,2005, MINAS GERAIS,2006) Esses novos compromissos no contexto brasileiro se converteriam em elementos de mudanças na estrutura anteriormente vigente, tendo como um de seus desfechos a consolidação, já no século XXI, de uma nova Política de Saúde Mental que levaria, mais uma vez, a ampliação do contingente de profissionais oriundos do serviço social nos serviços de saúde e saúde mental como um todo. A Resolução 287/98 do Conselho Nacional da Saúde reconhece o Serviço Social como uma das profissões da área da saúde. Em razão das suas competências a atuação dos profissionais do Serviço Social na equipe interdisciplinar é fundamental, pois contribui de forma enriquecedora e única na intervenção junto ao usuário, sujeito principal do atendimento multidisciplinar e consequentemente do Sistema Único de Saúde – SUS (FERREIRA e ARAÚJO 2015). Neste contexto, o movimento de reforma psiquiátrica impõe novas demandas para todos os profissionais da saúde mental. Particularmente os assistentes sociais passam a contar com novas possibilidades de atuação nos espaços de saúde mental em razão da organização assumida por estes serviços. De acordo com o pesquisador Paulo Amarante (2016) os defensores do modelo manicomial correspondem a “alguém que conheceu a Reforma Psiquiátrica e foi um militante ativo contra esse movimento” (AMARANTE, 2016, p.02). Ainda segundo Amarante (2016): O grande interesse na resistência desses grupos que defendem a permanência do modelo antigo de tratamento psiquiátrico é econômico e financeiro. São donos de hospitais psiquiátricos que têm há dezenas de anos essas instituições como fonte de renda, pois serviços com baixo poder de regulamentação do poder público. (AMARANTE, 2016, p.02) É importante observar que a perspectiva de atuação aberta ao Serviço Social pelos projetos da Reforma Sanitária e da Reforma Psiquiátrica sintonizam-se com o direcionamento assumido pela categoria. Este ponto pode ser percebido por exemplo se considerarmos os princípios fundamentais descritos no código de ética dos assistentes sociais tais como o reconhecimento da liberdade como valor ético central e das demandas políticas a ela inerentes, a defesa intransigente dos direitos humanos e recusa do arbítrio e do autoritarismo, o posicionamento em favor da equidade e justiça social, o empenho na eliminação de todas as formas de preconceito, incentivando o respeito à diversidade, à participação de grupos socialmente discriminados e à discussão das diferenças, a articulação com os movimentos de outras categorias profissionais que partilhem dos princípios daquele código e com a luta geral dos trabalhadores e o compromisso com a qualidade dos serviços prestados à população e com o aprimoramento intelectual, na perspectiva da competência profissional (CFESS, 1993). A intervenção do Serviço Social na área de saúde mental é de grande relevância institucional, pois mediante o assistente social, que se reconhece a história de vida de cada usuário, por meio de instrumental específico da categoria, que viabiliza todo o seu traçado histórico, ou seja, procura-se resgatar a sua história, bem como seus projetos e internações. A atuação dos Assistentes Sociais nos Centros de Atenção Psicossociais no decorrer dos anos percebe-se uma ampliação do trabalho dos assistentes sociais em diversos segmentos e espaços sócios-ocupacionais, principalmente no âmbito da Política de Assistência Social. O Caps tem o objetivo de oferecer atendimento à população, realizar o acompanhamento clínico e a reinserção social dos usuários. Lazer, exercício dos direitos civis e fortalecimento dos laços familiares e comunitários. É um serviço de saúde que atende pessoas de todas as faias etárias que apresentam sofrimento mental graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados ao uso de substâncias psicoativas, e outras situações clínicas que possibilitam estabelecer laços sociais e realizar projeto de vida. Indicado para municípios ou regiões de saúde com população acima de 15 mil habitantes. Considerando os objetivos do Caps e as práticas a serem desenvolvidas, e os espaços do CAPS assumem fundamental relevância: trata-se de projetar serviços públicos de saúde, substitutivos a modelo asilar, de referência nos territórios comunitários, de livre acesso e locais de trocas sociais. Em síntese: serviços de atenção psicossocial do SUS, espaços de cuidar e apoiar pessoas com experiências de sofrimentos e, ao mesmo tempo, espaço social no sentido de projetos de vida e de exercício de direitos, e de ampliação o poder de contratualidade social. Este trabalho demarca uma primeira aproximação com a temática, portanto se inscreve numa lógica introdutória, que precisa ser amadurecida. Porém demarca um esforço no processo de pesquisa acerca da temática. Como campo de evidência empírica estão sendo analisados os diferentes estudos que vêm sendo produzidos no contexto nacional acerca da temática. Metodologia A metodologia atual que está sustentada nesta pesquisa é de base qualitativa, subjetiva de narrativa escrita, tendo como objetivo apreender percepções significativas, opiniões acerca do trabalho do assistente social no CAPS. Esta fase da pesquisa caracterizada pela pesquisa bibliográfica e de campo, pois nos possibilitou ter contato na prática com o tema proposto, os espaços de atuação do Assistente Social. Como fonte de dados utilizados diferentes revistas na área, bem como trabalhos de conclusões de curso, teses, dissertação de estágios que versam sobre o assunto. Para captar as impressões da realidade na prática da atuação do profissional do sérvio social no CAPS I fizemos uma visita ao CAPS I no município de São Bora/RS, onde conversamos com a assistente social da equipe onde elaboramos um registro dos relatos da profissional. Figura 1 Centro de Atenção Psicossocial de Assistência Social do município de São Borja Registro fotográfico 10/06/22 São Borja, Município que está localizado no interior do Rio Grande do Sul, com população estimada de 61.671 mil habitantes, segundo o último censo(2010). Nesse Município o CAPS I (Centro de Atenção Psicossocial de Assistência Social) vinculado na Rua Barão do Rio Branco N 25, esse endereço é provisório, pois o Centro de Atendimento Psicossocial (CAPS I) que funciona na Rua Edi Freire Nunes , passa por reformas, a manutenção era indispensável, pois são atendidas cerca de 400 pessoas, e muitas delas com acompanhamento clinico e medicação permanente. A equipe é composta por psicólogo, assistente social, terapeuta ocupacional, psiquiatra, clínico geral, e enfermeiro, além do técnicos em enfermagem, monitor, agente operacional, e serviços gerais. Funciona 10 horas diárias, no horário das 11:30hs as 13:00hs são distribuídas 10 fichas para pacientes que procuram o CAPS I de maneira espontânea, os CRAS também encaminham pacientes, onde é necessário fazer visitas buscativas, mas na maioria das vezes o paciente é identificado pelo ESF, que emite um documento de encaminhamento para o CAPSI, onde o indivíduo será acolhido pela equipe de enfermagem do centro, que decidira com quais profissionais ele precisa ter contato inicialmente, depois a equipe se reunira para debater a situação do paciente e determinar uma estratégia de terapia integrada. A Assistente Social auxilia nos atendimentos, como entrega de fixas, marcação de consulta, coisas que não são da sua atribuição. Na visita a Assistente Social relatou sua rotina diária, ou seja, seu trabalho a ausência de recursos, · Visitas domiciliares e busca ativas, (O trabalho de busca ativa compreende a realização de discussões de caso, visitas domiciliares, contatos telefônicos, atendimentos presenciais individuais compartilhados ou não, comunicação com a rede intra e intersetorial, elaboração de relatórios, entre outros) · Oficinas conforme o mês, relacionado a datas comemorativas · Oficinas onde trabalham emoções, direitos, deveres, e reflexões · Estimulação cognitiva · Pinturas e recorte · Reuniões para tratar quais pacientes podem receber o benefício BPS (Benefício de Prestação continuada) · As oficinas são desenvolvidas conforme os pacientes (alguns mais funcionais, outros nem tanto) Mesmo com o trabalho desenvolvido a Assistente relata que muitas das vezes a família não compreende o quão importante é o CAPS I para o desenvolvimento dos pacientes, alguns confundem o CAPS I com o CRAS, onde as famílias solicitam cestas básicas ao centro, os pacientes com transtornos graves e persistentes precisam de um acompanhamento para o resto da vida mas muitas famílias não aceitam essa condição, a questão medicamentosa que deve ser dada no horário certo, a equipe médica faz pacotes com a medicação mas a medicação não é dada. A Assistente tem um projeto para trazer as famílias dos pacientes ao CAPS I para poder mostrar todo o trabalho que é feito, pois muitos familiares acreditam que os pacientes vão apenas para pintar ou recortar, mas o trabalho vai muito além disso, para que possam aderir a ideia teriam que buscar os familiares, e uma das barreiras é a questão de custo, a questão do transporte para busca-los , onde está localizado hoje não tem uma estrutura adequada para recebe-los, então esse é um projeto que está no papel, e irá ser colocado em prática após o retorno para a cede que passa por reformas Conclusão Percebemos com esse trabalho que a assistente social do CAPS tem um papel importante, pois ela realiza diversos trabalhos com relação as pessoas que precisam de ajuda e isso sem dúvida é algo que precisa ser valorizado. O CAPS é uma instituição muito importante e que ajuda milhares de pessoas todos os dias pelo Brasil inteiro. Como dito, foi feita uma entrevista com uma assistente social que trabalha no CAPS da cidade de São Borja/Rs, ficou claro que a instituição precisa ser melhor vista pelos governantes de nossas cidades, não só a da cidade de São Borja mas também de todas que temos pelo Brasil. Seria muito bom investir no apoio aos familiares, já que a assistente social falou que eles muitas vezes eles atrapalham o desenvolvimento dos pacientes, ela nos disse que eles fazem oficinas de vários tipos de coisas, poderia ser feito uma com o intuito de ajudar os familiares a verem que o paciente precisa muito que eles fiquem ao lado dele e o ajude como podem. Portanto eu ressalto a importância desse centro e um local que trabalha com o bem estar das pessoas tem muito a ver com o serviço social. Referências: AMARANTE O homem e a serpente: outras histórias para loucura e a psiquiatria Rio de janeiro:Fiocriz,1197 142p BEHRING & BOSCHETTI Política social: fundamentos e história. São Paulo; Cortez 2001.211p CFESS/CFC: Parâmetros para atuação de assistentes sociais na política de Assistência social.Brasilia:CFESS/CFC,2010.Disponivelemcfess.br/arquivis/Cartilha_CFESS_finalgrafico.pdf. Acesso em 13 de dezembro em 2019. FERREIRA & ARAUJO, Kesia M.S de a Importância do Serviço Social na assistência a saúde mental.Periodo científico Projeção, Direito e Sociedade V.6 N.1 Jun 2015 FREITAS, Maria Raquel Lino de .Desenvolvimento e Políticas Sociais no Brasil:Considerações de Universalização e de Focalização.In.2° Seminário Nacional Estado e Políticas Sociais no Brasil 2005.Disponivel em:https/diamantina.cedeplar.ufmg.br/portao/download/diamantina-2014/a-evolucao-das-politicas-Sociais-no-brasil.pdf. Acesso em 15 de maio de 2020. Reforma Psiquiátrica Brasileira:ajudando a construir e fortalecer o sistema único de saúde.Saude pública vol 24.Rio de janeiro,set 2008 image1.png