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ATENÇÃO PRECOCE: PREVENÇÃO E DESENVOLVIMENTO Atividade Prática – Casos Práticos Aluno(a): ______________________________ Curso: ______________________________ Disciplina: Atenção Precoce Data: ______________________________ Caso 1 1. Fatores de risco identificados: situação socioeconômica precária, ausência frequente do pai, possível negligência nos cuidados, transtorno psicológico da mãe e consumo de maconha, além de dificuldades de comunicação e pouco contato ocular apresentados por Pablo. Esses fatores podem ser considerados permanentes, pois estão ligados às condições familiares e pessoais. Como fator transitório destaca-se a dificuldade de adaptação escolar, comum no início da educação infantil. Entre os fatores de proteção estão a atuação da escola, o acompanhamento da psicóloga e o contato com os serviços sociais, que possibilitam identificar dificuldades e oferecer apoio à criança. 2. O caso evidencia o modelo ecológico, pois diferentes sistemas participam da intervenção. No microssistema estão família e escola; no mesossistema ocorre a interação entre escola e família; no exossistema aparecem os serviços sociais; e no macrossistema encontram-se fatores sociais e econômicos que influenciam o desenvolvimento da criança. Caso 2 1. A ação descrita situa-se no nível de prevenção secundária, pois busca intervir diante de uma condição já identificada (paralisia cerebral), com o objetivo de reduzir dificuldades e favorecer o desenvolvimento da criança. 2. As atividades realizadas pelo fonoaudiólogo fazem parte da Atenção Precoce, pois integram um programa de intervenção multidisciplinar que envolve profissionais, escola e família, visando responder às necessidades de desenvolvimento da criança. Caso 3 1. O programa aplicado pela professora corresponde à prevenção primária, pois busca evitar situações de abuso por meio da informação e da conscientização das crianças. 2. Sim. O programa pode ser inserido na Atenção Precoce, pois promove proteção, desenvolvimento saudável e prevenção de situações de risco no ambiente escolar. 3. No modelo de Regulação Transacional de Sameroff, a intervenção situa-se no nível de atuação sobre o ambiente, pois modifica o contexto educativo para favorecer a proteção das crianças. 4. A comunicação da suspeita de abuso aos serviços sociais corresponde ao mesossistema do modelo ecológico, pois envolve a articulação entre escola e serviços sociais para garantir a proteção da criança. Referências Bronfenbrenner, U. (1996). A ecologia do desenvolvimento humano. Porto Alegre: Artmed. GAT. (2003). Libro Blanco de la Atención Temprana. Madrid: Real Patronato sobre Discapacidad. Sameroff, A. (2009). The transactional model of development. Washington: American Psychological Association.