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ALUNOS: MATRÍCULA: Simone Cristina da Cruz Rebouças 2021 4020 198 Vítor Souza da Silva 2021 4020 022 Larissa Barbara Santos da Cruz 2021 4020 142 POLO: DCA AD1 – IZBE- 2025/2 A atividade proposta será baseada no ensino investigativo sendo dividida em duas partes. A primeira, em sala de aula, onde o tema anatomia, partes da planta e impercepção botânica nos ambientes que os alunos frequentam serão discutidos. Partes habituais serão esclarecidas como: raiz, caule, frutos, folhas e flores. A segunda parte será em área externa, onde se dará início ao ensino investigativo com base na anatomia e impercepção botânica. A imagem a ser trabalhada será da parte de trás de uma folha de samambaia, onde os soros estão evidenciados. Uma das perguntas investigativas será sobre o conhecimento dos alunos com relação aos soros: “Vocês já repararam na parte de trás da folha da samambaia?” e “Para que vocês acham que servem esses pontinhos?” Soros são aglomerados esporângicos que ficam na parte de trás das folhas das samambaias quando férteis. Têm formato arredondado e são protegidos por indúsia. Estão associados à reprodução assexuada via produção de esporos, que podem ser propagados por animais e ventos. Imagem utilizada: Planejamento de atividade Série: 7ª ano 7ª ano Tempo de duração: 2 tempos Disciplina: Ciências Série: 7ª ano 7ª ano Tema: Botânica Assunto: Anatomia e impercepção botânica Objetivo geral: Compreender a anatomia das plantas e partes não percebidas, reconhecendo a importância da natureza, por meio de ensino aplicado e investigativo. Objetivos específicos: Identificação de partes antes não vistas. Compreensão de estruturas e funções. Reflexão sobre impercepção botânica. Metodologia: A atividade terá início com uma explicação sobre impercepção botânica e partes das plantas, abordando as partes já conhecidas pelos alunos ainda em sala de aula. Seguindo para uma área externa, podendo ser pátio da escola, praça ou parque próximo, será lançada uma pergunta investigativa: “Quando vocês olham para esse ambiente, o que vocês veem?” Após os alunos darem suas respostas, serão analisadas e discutidas quais estão ligadas a vegetação. Será proposto que explorem o local, tragam espécimes e que encontrem estruturas e formatos que julguem diferentes ou não vistos por eles. Em seguida , será estimulada a formulação de hipóteses para os seus achados. Depois da construção coletiva de ideias será lançada outra pergunta: “Vocês já repararam na parte de trás da folha da samambaia? Após as respostas, será mostrada a imagem e outra pergunta: “Para que vocês acham que servem esses pontinhos?” Avaliação: A avaliação será por meio da compreensão dos alunos durante a atividade. Referências bibliográficas: ANDRADE, M. L. F; MASSABNI, V. G. O desenvolvimento de atividades práticas na escola: Um desafio para professores de Ciências. Ciência & Educação, v.17, n.4, p. 835-854, 2011. BIZZO, N. Ciências: fácil ou difícil?. São Paulo: Biruta, 2009. BARROSO, G. M. Sistemática de Angiospermas do Brasil. Rio de Janeiro: LCT; São Paulo: EDUSP, 1978. v.1. HENRIQUE, A.B. CALLADO, C.H. RIZZINI, C.M. REINERT, F. DA CUNHA, MAURA. VALENTIN, Y.Y. Botânica 1. V.1. Rio de janeiro: Fundação CECIERJ, 2008. CADEI.M.S. Instrumentação em Zoologia, Botânica e Ecologia. V2- Rio de janeiro: fundação CECIERJ. 2009. Novamente , será um momento de escuta dos alunos e desenvolvimento de ideias autônomas, sendo orientado pelo professor quando necessário. Após a discussão, será apresentada a função dos soros. Mais uma pergunta será feita: “Vocês acham que os soros é parte de um processo evolutivo? “Vocês conseguem imaginar outras espécies que tenham método reprodutivo parecido?” E novamente , haverá início a busca por espécies e a discussão. samambaia?” e “Para que vocês acham que servem esses pontinhos?”