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REABILITAÇÃO NAS DISFUNÇÕES DE CINTURA ESCAPULAR E MMSS EM TRAUMATO-ORTOPEDIA
Fisioterapeuta Alexsandro Asariel 
Formado no Centro Universitário Dr. leão Sampaio (UNILEÃO)
Pós-graduado em Traumato Ortopédia
Público
AVALIAÇÃO AO PACIENTE
Importância de uma boa a avaliação?
 Tenha um passo a passo:
Quebra gelo
Escute mais, fale menos
Perguntas estratégicas 
Antecipe-se 
Toque no paciente – Testes especiais 
Diminua a dor 
Exame de imagem (não importante)
Explique tudo 
Público
AVALIAÇÃO
Funcionalidade x Incapacidade
Mais importante do que estrutura lesionada, é a incapacidade que o seu paciente apresenta (função)
Nem toda bursite se comporta da mesma forma
O que dói é incapacidade da articulação gerar estabilidade para as funções (músculos inibidos, escapula mal posicionada, músculos fracos e não respeitar a progressão)
O processo degenerativo continua sobre a articulação 
Público
AVALIAÇÃO
A DOR DO PACIENTE É MULTIFATORARIAL
Público
ESTRUTURAS ENVOLVIDAS
Ossos que formam a cintura escapular:
Esterno;
Clavícula; 
Escápula;
Úmero;
 
Público
ANATOMIA DO MEMBRO SUPERIOR
Úmero;
Rádio; 
Ulna;
Falanges;
 
Público
MÚSCULOS DO MANGUITO ROTADOR
SUPRAESPINHAL:  Abdução do braço, estabilização da cabeça do úmero na cavidade glenoide.
SUBESCAPULAR: Responsável pela rotação medial (interna)
INFRAESPINHAL: Realiza a rotação lateral (externa) do úmero.
REDONDO MENOR: Auxilia na rotação lateral (externa) e estabilização posterior.
Público
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MOVIMENTOS DA ESCAPULA
Os movimentos do ombro dependem do movimento da escápula 
 
Público
MÚSCULOS DA CINTURA ESCAPULAR
Os músculos que compõem a cintura escapular são:
Serrátil anterior: Realiza protração e rotação lateral da escápula;
Peitoral menor: Auxilia na depressão e prostração da escapula;
Levantador da escápula;
Romboides: Retração, elevação e rotação inferior da escápula;
Trapézio: Elevação da escápula (parte superior) retração da escápula (parte média) depressão da escápula (parte inferior).
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SINDROME DO IMPACTO DO OMBRO 
Impacto do manguito rotador sob o acrômio (subacromial)
Dor ao elevar o braço
Comum em atletas e trabalhadores com movimentos repetitivos
Público
LESÃO DO MANGUITO ROTADOR 
As lesões do manguito rotador além de serem muito frequentes são incapacitantes, e acontecem principalmente em indivíduos que realizam atividades com os braços acima da cabeça, sua etiologia é multifatorial, tanto de inadequações musculares como de alterações estruturais (BORDIN; PEREIRA; ZILLMER, 2005). 
A tendinite do supra-espinhal é a lesão mais comum, dentre outras, devido a uso excessivo de movimento, sobrecarga e traumas. Na maioria das vezes gera bursite.
O manguito rotador é um complexo formado por quatro músculos: subescapular, supra-espinhal, infra-espinhal e redondo menor. Além de criar uma variedade de torques em torno da articulação glenoumeral, tais músculos estabilizam a articulação. (BORDIN; PEREIRA; ZILMER, 2005). 
Público
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LESÃO DO MANGUITO ROTADOR 
Manifestações clínicas 
Incluem dor profunda e intensa, rigidez do ombro, fraqueza muscular, instabilidade articular e atrito/crepitação (BORDIN; PEREIRA; ZILMER, 2005). 
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A capsulite adesiva, também chamada de ombro congelado, é uma inflamação na cápsula articular que envolve o ombro.
É caracterizada por dor e rigidez na articulação do ombro que são os principais sintomas da capsulite adesiva. 
A capsulite adesiva costuma surgir sem causa aparente. Ela é mais comum em pessoas com diabetes, que passaram por lesão ou cirurgia no ombro ou que permaneceram com essa parte do corpo imobilizada por longos períodos.
CAPSULITE ADESIVA DE OMBRO
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A luxação do ombro ou deslocamento do ombro acontece quando os ossos que compõem a articulação glenoumeral se desencaixam e perdem contato entre si.
Quando o paciente luxa o ombro, é possível notar uma deformidade local e o paciente costuma sentir muita dor, principalmente nas primeiras vezes em que o ombro sai do lugar.
As luxações podem ocorrer por quedas, traumatismos do ombro ou lesões desportivas, e estão associadas a dor, perda da mobilidade do braço e a deformidade na região do ombro.
LUXAÇÃO DE OMBRO 
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LUXAÇÃO DE OMBRO 
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Discinesia Escapular
→ Pode ou não estar acompanhado de dor; 
→ Acontece devido à falta de harmonia para o estimulo entre os músculos estabilizadores da escápula principalmente o serrátil anterior e o trapézio inferior combinada com tensão ou contratura do trapézio superior e peitoral menor, levando a movimentos descoordenados e instabilidade;
→ O termo escápula alada é mais antigo e, hoje, representa as alterações mais graves da escápula, causadas, em geral, por lesões de nervos específicos;
→ O desequilíbrio muscular (funcional) é a causa mais comum de discinesia da escápula;
→ Prejudicam o ritmo escapulo umeral e podem favorecer o surgimento de dores na região do ombro.
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Tratamento das fraturas proximais do úmero:
Normalmente, colocação de tipoia e exercícios precoces de amplitude do movimento
FRATURA DE ÚMERO TERÇO PROXIMAL
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Tratamento
Cirúrgico, colocação de placa e parafusos para estabilização óssea e facilitar a consolidação óssea. Após 15 dias de PO, foi retirado os pontos e iniciado a fisioterapia.
1 a 3 semanas (liberação cicatricial, laser, TENS, alongamento passivo de ombro, cotovelo e exercícios para ganho de ADM) 
FRATURA DE TERÇO DISTAL ÚMERO
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As luxações do cotovelo ocorrem quando a extremidade inferior do osso do úmero perde contato com as partes superiores dos ossos do antebraço (rádio e ulna). As luxações do cotovelo podem ser completas (as extremidades dos ossos não se tocam) ou parcial (parte dos ossos ainda se tocam)
LUXAÇÃO DO COTOVELO 
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EPICONDILITE MEDIAL E LATERAL
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EPICONDILITE MEDIAL E LATERAL
EPICONDILITE LATERAL
1 – Teste de Cozen (Cotovelo de tenista)
PCT com cotovelo em 90° e mantém seu antebraço em pronação
Realizar extensão de punho e desvio radial – Resistência do fisio 
Teste positivo, caso a sensação de dor apareça para epicondilite lateral
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EPICONDILITE MEDIAL E LATERAL
EPICONDILITE MEDIAL
2 – Teste do cotovelo de golfista
PCT com o cotovelo a 90° mantém seu antebraço em supinação. 
Realiza flexão de punho – Resistência do fisio contra resistência da flexão do punho
Teste positivo, caso a sensação de dor apareça
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Fraturas do rádio e da ulna são as fraturas mais comuns da extremidade superior, com fraturas distais ocorrendo com mais frequência do que fraturas proximais. Uma queda sobre uma mão estendida é o mecanismo mais comum de lesão para fraturas do rádio e da ulna.
FRATURA DE RADIO E ULNA
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PRÁTICA PARA TRATAMENTO DO COMPLEXO DO OMBRO E MMSS 
ALONGAMENTO DE CERVICAL, OMBRO, COTOVELO, PUNHO E DEDOS 
MOBILIZAÇÃO ESCAPULAR 
MOBILIZAÇÃO ACESSÓRIA DE OMBRO
MOBILIZAÇÃO ARTICULAR DE OMBRO 
FORTALECIMENTO DE MANGUITO ROTADOR E ESTABILIZADORES ESCAPULARES
LIBERAÇÃO MIOFASCIAL DE TRAPEZIO FIBRAS SUPERIORES + ALONGAMENTO DE CERVICAL
FORTALECIMENTO DE OMBRO, COTOVELO E PUNHO
LIBERAÇÃO DA CICATRIZ PARA QUEBRA DE FIBROSE 
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DIAGNÓTICO DIFERENCIAL PARA PACIENTES QUE SENTEM DOR NO OMBRO 
Paciente que tem dificuldade de levantar o braço até 20° de ADM – Tem correlação com ruptura total do manguito rotador; 
Fraqueza de levantar o braço e chega até 20° de ADM – Lesão neurológica do nervo axilar; 
Rigidez no ombro e move o braço 40 a 60° e tem padrão de shrug – Capsulite adesiva do ombro;
Dor no arco de movimento de 60 a 120° de movimento - Dor subacromial;
Dor após 120°de movimento lesão, entorse, artrose ou dor acrômio clavicular.
DICA DE OURO!!! 
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“Explique a importância do reposicionamento escapular no processo de reabilitação de pacientes com disfunções do ombro na traumato-ortopedia. Quais exercícios podem ser utilizados para facilitar esse reposicionamento? ”
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FIM
MUITO OBRIGADO
DESEJO MUITO SUCESSO A TODOS
Público
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