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Roberta Freitas – M1 1 Caracteríicas gerais ® Formados por C, H e O; ® Podem apresentar N, P e S; ® Podem formar polímeros; ® São macronutrientes. Funçõ ® Energia; ® Estrutura; ® Sinalização intracelular; ® Reconhecimento celular; ® Adesão celular Claificação ® De acordo com o tamanho da molécula: 1) Monossacarídeos: o São doces e solúveis em água; o São açúcares simples; o São cetonas ou aldeídos; o Fórmula química = (CH2O) n, em que n é o número de carbonos, que varia entre 3 e 7; o Pentose: ribose (RNA), desoxirribose (DNA); o Hexose: glicose, frutose e galactose; o Quando o monossacarídeo apresenta mais de 4 carbonos, torna-se uma estrutura cíclica (mais estável). 2) Oligossacarídeos: o Formados por 2 a 20 monossacarídeos conectados por ligações glicosídicas; o Os mais importantes são os dissacarídeos (unidades de 2 monossacarídeos); o São solúveis em água. Sacarose = Glicose + Frutose Lactose = Glicose + Galactose Maltose = Glicose + Glicose 3) Polissacarídeos: o Formados por mais de 20 monossacarídeos conectados por ligações glicosídicas; o Duas funções principais: Energéticos Estrutural o Amido = reserva vegetal o Glicogênio = reserva animal e de fungos o Celulose = parede celular vegetal e de algas o Quitina = parede celular de fungos e exoesqueleto de artrópodes Cboidratos Roberta Freitas – M1 2 Obs.: amido, glicogênio, celulose e quitina são polímeros de glicose. Ligação glicídica ® É uma ligação covalente; ® É uma ligação intermolecular; ® Ocorre entre os monossacarídeos; ® É formada por meio de uma reação de desidratação. Metabolismo ® Glicogênese: formação no glicogênio por meio de unidade de glicose – armazenado no fígado e no músculo. ® Glicogenólise: quebra do glicogênio em unidade de glicose, que ocorre no fígado. ® Gliconeogênese: formação de glicose por meio de compostos que não são carboidratos, que ocorre no fígado. Produção de energia ® Ordem de quebra de elementos orgânicos para a produção de energia (ATP). Carboidrato - Mais reativo Lipídeos - Mais energético Proteína - Componente Estrutural Roberta Freitas – M1 3 Caracteríicas gerais ® Insolúveis em água (apolar); ® Não formam polímeros; ® Apresentam diversas funções biológicas, como o auxílio na absorção de vitaminas lipossolúveis; ® São compostos, em sua maioria, por glicerol e ácidos graxos. Glicerol ® É um álcool. Ácid grax ® São hidrocarbonetos de 4 a 36 carbonos com um grupo carboxílico (-COOH); ® Podem ser saturados ou insaturados – os insaturados podem ser classificados como posição cis e trans; ® São anfifílicos ou anfipáticos; ® Alguns são essenciais (o organismo não produz), como ômega-3 e ômega-6. Grup d lipíds ® Glicerídeos (triglicerídeos); ® Fosfolipídeos; ® Esteroides; ® Cerídeos; ® Carotenoides; ® Lipídeo com função imunológica Funçõ d lipíds ® Reserva energética (triglicerídeos); ® Isolante térmico (triglicerídeos); ® Estrutural (fosfolipídeos); ® Reguladora (esteroides) ® Emulsificação de gorduras (esteroides); ® Absorção de luz (carotenoides) ® Imunológica (prostaglandinas) Trigliceríd ® Formado por um glicerol e 3 ácidos graxos; Exemplos: óleos e gorduras; ® Os animais armazenam os triglicerídeos (gorduras) nas células adiposas; ® Tipos de tecidos adiposos: Lipídeos Roberta Freitas – M1 4 Ffolipíds ® Formados por duas regiões: cabeça (fosfato e glicerol) e cauda (dois ácidos graxos); ® Componentes da membrana plasmática; ® Anfifílico ou anfipático: são moléculas que apresentam características hidrofílicas e hidrofóbicas. Eeroid ® O principal esteroide é o colesterol; ® O colesterol é precursor da vitamina D, sais biliares e hormônios esteroides (cortisol, aldosterona, progesterona, estrógeno e testosterona); ® O colesterol é insolúvel em água, seu transporte no sangue é feito por lipoproteínas transportadoras; ® O excesso de gordura saturada ou trans ou colesterol pode aumentar o LDL e diminuir o HDL. Ceríds ® São as ceras; ® Formados de ácidos graxos e álcoois de cadeias longas; ® São hidrofóbicos; ® São sólidos em temperatura ambiente; ® Funções: 1. Reserva energética (bactérias) 2.. Impermeabilizante (glândula uropigial) 3. Proteção contra desidratação (cutícula vegetal) 4. Proteção contra sujeira e microrganismos Carotenoid ® Os principais são os carotenos; ® Função: absorção de luz; ® Exemplos: betacaroteno e xantofilas. Lipíds com função imune ® Participam do processo inflamatório; ® Ex.: prostaglandinas (participa do processo febril) e leucotrienos (causa broncoconstrição). O betacaroteno é um precursor da vitamina A ou “provitamina A”, porque a sua atividade como vitamina A ocorre apenas após a sua conversão para retinol no interior do corpo. Uma molécula de betacaroteno pode ser clivada por uma enzima intestinal específica em duas moléculas de vitamina A. Roberta Freitas – M1 5 Introdução ® São moléculas orgânicas; ® São polímeros formados de aminoácidos. Aminoácid ® Estrutura dos aminoácidos: grupo carboxílico, grupo amina, hidrogênio e radical (cadeia lateral) ® Existem 20 aminoácidos diferentes. Classificados em:. ® Essencial: o organismo não produz, portanto é essencial que seja adquirido pela dieta. ® Não essencial (ou natural): o organismo produz, portanto não é essencial na dieta. ® Semiessencial: parte o organismo produz, parte vem da dieta do indivíduo. Peptíds ® As proteínas são vários peptídeos, que são aminoácidos ligados entre eles, para isso eles realizam a ligação peptídica. ® A diferença entre a proteína e o peptídeo é a quantia de aminoácidos (Proteína > 50 AA). Ligação peptídica ® A ligação peptídica é feita entre os aa através da reação de condensação ou da síntese por desidratação com auxílio da enzima peptidil transferase;/ se dá entre o grupo carboxila de um aa e amina do outro aa (tirando uma molécula de água) Essa ligação possui caráter de dupla ligação (ressonância) e é covalente, portanto, forte. Peptíds biologicamente ativ ® Peptídeos biologicamente ativos (bioativos): são peptídeos capazes de exercer uma atividade reguladora no organismo humano ou no metabolismo de microrganismos (ocitocina (promover as contrações musculares uterinas durante o parto e a ejeção do leite durante a amamentação.), angiotensina, vasopressina) Fórmula para o nº de ligaçõ peptídicas Nº de aa = nº de ligações peptídicas + 1 ® Se o peptídeo possui 40 aminoácidos, ele contém (40 – 1) 39 ligações peptídicas. Funçõ das proteínas Proteínas Roberta Freitas – M1 6 ® Estrutural: principal componente das cartilagens e dos tendões é a proteína fibrosa colágeno; ligamento e elastina. ® Transportadora: proteínas existentes no plasma sanguíneo ligam-se a íons ou moléculas especificas os quais são transportadas de um órgão para o outro; hemoglobina. ® Defesa: defesa contra invasão de outras espécies ou protegem os ferimentos; anticorpos. ® Reguladora: ajudam a regular a atividade celular ou fisiológica; hormônios. ® Enzimas: função catalítica. Enovelamento de proteínas ® Antes da proteína sofrer enovelamento, ocorre a síntese proteica, que é o processo que as células geram novam proteínas. ® As seguintes forcas influenciam na conformação de uma proteína: pontes de hidrogênio, interações hidrofóbicas, pontes dissulfeto e interações eletrostáticas. Erutura primária Uma alteração nessa cadeiapode promover doenças como anemia falciforme (mutação genética que afeta a síntese proteica da hemoglobina) Erutura secundária Estrutura Alfa-hélice Erutura terciária e quaternária ® Estrutura terciária: interações entre as várias estruturas secundárias, descreve o arranjo tridimensional total de todos os átomos, cadeia polipeptídica. ® Estrutura quaternária: tem função, associação de dois ou mais polipeptídeos. Proteínas fibrosas dão força e flexibilidade às estruturas alfa-queratina (queratina e colágeno) Proteínas chaperonas ® São proteínas especializadas que destroem as proteínas que apresentam defeitos como o enovelamento invertido. - Não tem função; sequência linear e inclui todas as pontes de dissulfeto - Para uma proteína de n resíduos (resíduos são os aminoácidos) existem 20 elevado a n possíveis sequências. - O arranjo espacial de proteínas depende das ligações de hidrogênio e da variação de energia livre de Gibbs. Aproximadamente 0 indica uma estrutura alfa-hélice e cerca de 2 indica beta-lâmina, formando zigue-zague. Alças e voltas conectam essas estruturas para dobrar as cadeias polipeptídicas. Roberta Freitas – M1 7 ® Os erros de enovelamento causam ou contribuem para o desenvolvimento de doenças graves como diabetes do tipo 2, doença de Alzheimer e doença de Parkinson Roberta Freitas – M1 8 Introdução ® A maioria das enzimas são proteínas, mas algumas podem ser ácidos ribonucleicos (RNA) com atividade catalítica. ® São catalisadores biológicos (não é consumido, não afeta o equilíbrio da reação, aumenta a velocidade da reação e diminui a energia de ativação); ® Agem em sequências organizadas; ® Podem sofrer regulação da sua atividade. ® Possui alto grau de especificidade. ® Se uma enzima for desnaturada, geralmente a atividade catalítica é perdida. ® Importância das enzimas: causas de doenças, diagnósticos e tratamento (Doença de Von-Gierke ausência da enzima glicose- 6-fosfato) ® Depende dos cofatores enzimáticos: componente químico adicional, como um íon metálico, necessário ao funcionamento das enzimas; são orgânicas e na maioria das vezes vitaminas Erutura da enzima ® Apoenzima: parte proteica; ® Holoenzima: íon metálico, sítio catalítico (onde ocorre a reação química), coenzima e apoenzima, ou seja, a enzima inteira. Regulação alostérica: ao tomar o medicamento, ele pode ativar ou inativar a enzima. Claificaçõ das enzimas conforme suas reaçõ ® OXIRREDUTASE: oxirredução (transferência de elétrons) ® TRANSFERASE: transferência de grupos funcionais ® HIDROLASE: reação de hidrólise (transferência de grupos funcionais para a água) ® LIASES: rompimento de ligações duplas ou anéis ® ISOMERASES: formação de isômeros ® LIGASES: ligação ou união de 2 substratos Nas reações enzimáticas, obrigatoriamente é necessário uma enzima, um substrato e uma proteína ® O substrato é consumido ou transformado. Baeiras para que a reação ocoa ® Entropia (gasta energia para se organizar), camada de solvatação (circundar as substâncias com água), distorcer o substrato (para se ligar no sítio ativo) e o alinhamento inapropriado Enzimas Roberta Freitas – M1 9 Interações covalentes e não covalentes entre a enzima e o substrato pode diminuir a energia dia ativação Energia de ativação ® Energia necessária para uma reação se iniciar; ® As enzimas diminuem a energia de ativação e aumentam a velocidade de reação. A jue induzido X Chave e fechadura ® No modelo chave e fechadura as enzimas e os substratos são estruturalmente complementares e se encaixam, de modo que outras moléculas não teriam acesso a/ ela. ® Já no modelo ajuste induzido, tanto a enzima como o substrato alteram sua conformação quando interagem, o que otimiza as interações. Regulação das reaçõ ® Expressão gênica, reação alostérica (enzimas que possuem uma região separada daquela em que se liga o substrato; onde pequenas moléculas regulatórias como efetores podem ligar-se e modificar a atividade catalítica destas enzimas, aumentando ou diminuindo a atividade catalítica através de modificações no sítio catalítico), modificação covalente e zimogênio Especificidade ® A enzima e os substratos (ligantes) apresentam uma especificidade, ou seja, para cada enzima existe um substrato específico; ® A relação é chamada de chave-fechadura ou encaixe induzido. Reciclagem ® As enzimas podem ser usadas mais de uma vez para catalisar o mesmo tipo de reação. Moléculas que alteram a ação enzimática ® Moléculas que auxiliam: cofator (natureza inorgânica); coenzima (natureza orgânica) ® Inibidores: competitivo e não competitivo. Inibição reversível X ieversível Um inibidor competitivo é uma molécula que se liga ao sítio ativo da enzima, competindo com o substrato e bloqueando temporariamente sua ação. Já um inibidor não competitivo se liga a um sítio alostérico (fora do sítio ativo), alterando a conformação da enzima e reduzindo sua atividade, mesmo que o substrato esteja presente. Enquanto o efeito do inibidor competitivo pode ser superado pelo aumento da concentração de substrato, o inibidor não competitivo afeta a enzima independentemente dessa concentração. Ambos regulam a atividade enzimática de formas distintas. Roberta Freitas – M1 10 ® Inibição reversível competitiva: se liga ao sítio ativo e compete com o substrato e bloqueia temporariamente a sua ação. ® Inibição reversível acompetitiva: O inibidor só se liga ao complexo enzima-substrato (ES), não à enzima livre. ® Inibição reversível não competitiva: O inibidor se liga à enzima em um local diferente do sítio ativo (sítio alostérico). ® Inibição irreversível: O inibidor se liga fortemente à enzima, inativando-a permanentemente. Roberta Freitas – M1 11 Princípi da binergética ® Reações exergônicas: o Catabolismo - quebra e oxidação de macromoléculas o Hidrólise de compostos ricos em energia ® Reações endergônicas: o Anabolismo – síntese de macromoléculas o Transporte ativo o Motilidade celular Metabolismo ® Somatória de todas as reações químicas que ocorrem em um organismo, visando a obtenção de energia, síntese e degradação das moléculas. ® Metabólito: Cada um dos intermediários de uma via metabólica. ® Via metabólica: reações enzimáticas em sequência, no qual o produto de uma reação serve de substrato da reação subsequente. Bioenergética: descreve a utilização de energia na natureza por seres Autotróficos Heterotróficos ® Em suma, a energia para permanecer existindo depende de ciclos extremamente complexos e sensíveis, ou seja, a eliminação de um elemento pode causar desequilíbrio, que é o caso do ciclo do nitrogênio. Anabolismo ® Lembre-se que os fisiculturistas usam ANABOLIZANTES para crescerem. Organismo gasta energia O anabolismo faz moléculas simples, como aminoácidos, açúcares, ácidos graxos Introdução ao metabolismo Capaz de sintetizar o próprio alimento através de recursos inorgânicos Precisam degradar matéria orgânica, proveniente dos seres autotróficos O2 CO2 Moléculas precursoras Macromoléculas Roberta Freitas – M1 12 “crescerem”, dessa forma elas se tornam moléculas mais complexas, como proteínas, lipídeos e polissacarídeos. DICA: Energia na molécula = ATP e transportadores de hidrogênio (FADH; NADH; NADPH) ® Vias anabólicas requerem energia livre, a qual é obtida pela hidrólise do ATP e do poder redutor do NADPH ou NADH. Catabolismo ® Diferentemente do anabolismo, ao invés de fazer “CRESCER”, o catabolismosimplifica as moléculas para a produção de energia. Organismo ganha energia ® Vias catabólicas liberam energia livre. Parte dessa energia livre é conservada sob forma de ATP, NADPH, NADH e FADH2. (nucleotídeos reduzidos). Vias metabólicas ® Sequências de reações, em que o produto de uma é fundamental para outra, ou seja, substrato da próxima. ® As vias metabólicas estão divididas em: Linear; Cíclica e Espiral. 3-fosfoglicerato. 3-fosfo-hidroxipiruvato 3-fosfoserina Serina Convergente ® Convergente refere-se a algo que vai para um ponto, ou seja, síntese ou degradação de vários componentes para obter o mesmo produto. Amido Glicogênio Glicose Sacarose Observar que está acontecendo um catabolismo de várias moléculas para obter glicose, ou seja, catabolismo convergente. Divergente ® Diferentemente da via convergente, a divergente utiliza de um componente para obter vários produtos. Macromoléculas CO2; H2O; NH3 Linear - Sequência de reações, em que o produto de uma é fundamental para outra, ou seja, substrato da próxima. Cíclica - Observe que na via cíclica o produto final é o substrato inicial também, no caso, o Oxaloacetato Espiral - Basicamente na via espiral, ocorre a adição de um substrato igual a fim de aumentar a molécula, nesse caso o Carbono. Malato Oxalo- acetato Fumarato Succinato CoA Acetil-CoA Citrato Succinil-CoA Isocitrato Alfa-cetoglu- tarato CO2 CO2 Roberta Freitas – M1 13 Hormônios esteroides Colesterol Ácidos biliares Esteres de colesteril Está acontecendo o anabolismo do colesterol para a formação de várias moléculas mais complexas, ou seja, um anabolismo divergente. Energia livre de Gibbs ® Quantidade de energia utilizada em uma reação, ou seja, em algum processo metabólico do corpo, a o Delta G expressa se foi utilizada ou liberada energia Reaçõ Exergônica ou espontânea: ® Uma reação exergônica ou espontânea, ocorre quando há liberação de energia, ou seja, está perdendo energia, por isso a energia livre de Gibbs será negativa. Endergônica ou não espontânea: ® Uma reação endergônica ou não espontânea, ocorre quando há aumento da energia livre de Gibbs, dessa forma, o componente está ganhando energia, portanto, a energia será positiva Acoplamento de energia ® Observe a seguinte reação: ® Analise que há duas reações, onde a primeira ocorre anabolismo, visto que há acoplamento de um fosfato inorgânico, ou seja, a glicose está ganhando energia (Gibbs positivo), dessa forma a primeira reação é endergônica. ® A segunda reação ocorre um catabolismo, já que o ATP libera fosfato, e consequentemente está liberando energia (Gibbs negativo) também, portanto, a reação é exergônica. ® Por fim, a reação exergônica libera energia para ocorrer a endergônica, ou seja, a união dessas reações para a formação de outra é um acoplamento de energia. Glicólise ® Processo que transfere a energia contida nas ligações de glicose para outros compostos; ® Resumidamente quebra uma molécula de glicose em 2 de piruvato. GLUT ® Glut ou “Glucose transporter”, é um transportador de glicose, localizado na membrana plasmática que auxilia na seleção das moléculas e no processo de glicólise, já que ele realiza o transporte da glicose para o meio intracelular. DICA: qualquer alteração na glicose, não poderá sair ou entrar, por exemplo, uma glicose-6- fosfato. Roberta Freitas – M1 14 Glicongêne ® Corpo do texto Glicogenólise ® Corpo do texto Glicogene ® Corpo do texto Glicogêne ® Corpo do texto