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Língua Portuguesa
Conjunções
COLÉGIO ESTADUAL DONA HORMEZINDA 
MARIA CARNEIRO
PROFESSORA: LÍVIA DANIELA
1
Conteúdo
Conjunções.
Objetivos
Identificar as conjunções e a relação que estabelecem entre partes de um texto;
Aprender a utilizar as conjunções, para garantir a coesão textual.
Para começar
A imagem ao lado, nos ajudou a entender melhor a função dos	conectores.
Nela, os conectores do sistema de encanamento são as peças em amarelo; observe que eles tem formatos diferentes. Isso porque, cada um tem uma função distinta.
Isso também acontece nos textos. Nesta aula veremos que os conectores, que interligam as informações, não são todos iguais e que cada um tem funções bastante diferentes nos textos.
Foco no conteúdo
Construindo o sentido do texto
Vocês já leram algum texto que lhe pareceu sem sentido?
Isso pode acontecer quando usamos os conectores, também chamados de conjunções, de maneira equivocada, provocando no nosso interlocutor um entendimento diferente daquele que pretendíamos. As conjunções são palavras invariáveis que garantem a coesão textual, cumprindo a função de dar progressão e sentido ao texto. Por isso, é importante compreendermos o sentido que elas dão às orações.
Foco no conteúdo
Conjunções são palavras invariáveis, que tem a função de unir dois termos ou duas orações, garantindo a conexão de ideias e dando sentido ao texto. Quando temos duas ou mais palavras que, juntas, tem a função
de conjunção, dizemos que se trata de uma locução conjuntiva. São, portanto, um dos elementos que dão coesão e coerência ao texto.
Lembrando que, oração é todo enunciado que tem a presença de um verbo.
Foco no conteúdo
O prazo de entrega da pesquisa termina amanhã, logo, é preciso
finalizar rapidamente.
Expressa a ideia de conclusão, pois estabelece uma consequência em relação ao que consta na oração anterior.
Vejam os exemplos:
Marina estudou muito, mas foi mal na prova.
Exprime a ideia de adversidade entre as duas orações, pois a lógica seria que ela tivesse ido bem na prova, já que estudou muito.
Não quero sobremesa, pois estou satisfeito.
Exprime a ideia de explicação, pois apresenta um motivo, uma razão, que justifica a oração anterior.
Foco no conteúdo
Leiam o trecho do conto A carteira, de Machado de Assis, para compreendermos melhor a função das conjunções nos textos e as relações que elas estabelecem.
De repente, Honório olhou para o chão e viu uma carteira. Abaixar-se, apanhá-la e guardá-la foi obra de alguns instantes. Ninguém o viu, salvo um homem que estava à porta de uma loja, e que, sem o conhecer, lhe disse rindo:
Olhe, se não dá por ela; perdia-a de uma vez.
É verdade, concordou Honório envergonhado.
[...]
A dívida não parece grande para um homem da posição de Honório, que advoga; mas todas as quantias são grandes ou pequenas, segundo as circunstâncias, e as dele não podiam ser piores. [...]
Foco no conteúdo
Tu	agora	vais	bem,	não?	dizia-lhe	ultimamente	o	Gustavo	C..., advogado e familiar da casa.
Agora vou, mentiu o Honório. [...]
Quando o Gustavo, que ia todas as noites à casa dele, dizia uma ou duas pilhérias, ele respondia com três e quatro; e depois ia ouvir os trechos de música alemã, que D. Amélia tocava muito bem ao piano [...].
Estava com trinta e quatro anos; era o princípio da carreira: todos os princípios são difíceis. E toca a trabalhar, a esperar, a gastar, pedir fiado ou emprestado, para pagar mal, e as más horas.
Foco no conteúdo
Eram cinco horas da tarde. Tinha-se lembrado de ir a um agiota, mas voltou sem ousar pedir nada. Ao enfiar pela Rua da Assembleia é que viu a carteira no chão, apanhou-a, meteu no bolso, e foi andando.
Durante os primeiros minutos, Honório não pensou nada; foi andando, andando, andando, até o Largo da Carioca. No Largo parou alguns instantes, - enfiou depois pela Rua da Carioca, mas voltou logo, e entrou na Rua Uruguaiana. Sem saber como, achou-se daí a pouco no Largo de S. Francisco de Paula; e ainda, sem saber como, entrou em um Café. [...]
Tirou-a do bolso, finalmente, mas com medo, quase às escondidas; abriu-a,
e ficou trêmulo. [...]
Mas daí a pouco tirou-a outra vez, e abriu-a, com vontade de contar o dinheiro. Contar para quê? era dele? Afinal venceu-se e contou: eram setecentos e trinta mil-réis. Honório teve um calafrio. [...] Tratou de ver se havia na carteira algum sinal.
Foco no conteúdo
"Se houver um nome, uma indicação qualquer, não posso utilizar-me do dinheiro", pensou ele.
Esquadrinhou os bolsos da carteira. Achou cartas, que não abriu, bilhetinhos dobrados, que não leu, e por fim um cartão de visita; leu o nome; era do Gustavo. Mas então, a carteira?... Examinou-a por fora, e pareceu-lhe efetivamente do amigo. Voltou ao interior; achou mais dois cartões, mais três, mais cinco. Não havia dúvida; era dele. [...]
Chegando à casa, já ali achou o Gustavo, um pouco preocupado, e a própria D. Amélia o parecia também. Entrou rindo, e perguntou ao amigo se lhe faltava alguma cousa.
Nada.
Nada?
Por quê?
Mete a mão no bolso; não te falta nada?
Foco no conteúdo
Falta-me a carteira, disse o Gustavo sem meter a mão no bolso.
Sabes se alguém a achou?
Achei-a eu, disse Honório entregando-lha.
Gustavo pegou dela precipitadamente, e olhou desconfiado para o amigo. Honório deu duas voltas, e foi mudar de toilette para o jantar. Então Gustavo sacou novamente a carteira, abriu-a, foi a um dos bolsos, tirou um dos bilhetinhos, que o outro não quis abrir nem ler, e estendeu-o a D. Amélia, que, ansiosa e trêmula, rasgou-o em trinta mil pedaços: era um bilhetinho de amor. [...]
Vocabulário:
Pilhéria: gozação, gracejo.
Agiota: indivíduo que empresta dinheiro para outra pessoa de modo ilegal, geralmente com juros abusivos.
Esquadrinhou: verificou.
Toillete: banheiro, lugar de trocar de roupas. Pelo contexto, “foi mudar de toilette para o jantar”, se aproxima de “foi mudar de roupa para jantar”.
Na prática
Analisem a seguinte passagem do texto:
“Honório olhou para o chão e viu uma carteira. Abaixar-se, apanhá- la e guardá-la foi obra de alguns instantes”.
Os termos destacados estabelecem entre as orações, respectivamente, a relação semântica de
adversidade e adição.
conclusão e adição.
adição e explicação.
adição e adição.
Analisem a seguinte passagem do texto:
“Honório olhou para o chão e viu uma carteira. Abaixar-se, apanhá- la e guardá-la foi obra de alguns instantes”.
Os termos destacados estabelecem entre as orações, respectivamente, a relação semântica de
adversidade e adição.
conclusão e adição.
adição e explicação.
adição e adição.
Na prática Correção
Na prática
No período: “Quando o Gustavo, que ia todas as noites à casa dele, dizia uma ou duas pilhérias, ele respondia com três e quatro” o termo em destaque expressa a ideia de
adição.
oposição.
explicação
conclusão.
No período: “Quando o Gustavo, que ia todas as noites à casa dele, dizia uma ou duas pilhérias, ele respondia com três e quatro” o termo em destaque expressa a ideia de
adição.
oposição.
explicação.
conclusão.
Na prática Correção
Na prática
Leiam o fragmento a seguir: “Tinha-se lembrado de ir a um agiota, mas voltou sem ousar pedir nada”. O termo em destaque trata-se da conjunção “mas”, que é classificada como
conjunção adversativa, pois exprime o sentido de contraste, de oposição entre duas ideias.
conjunção explicativa, uma vez que exprime a ideia de explicação.
conjunção alternativa, pois expressa a noção de alternância entre duas ideias.
conjunção conclusiva, pois expressa a ideia de conclusão.
Leiam o fragmento a seguir: “Tinha-se lembrado de ir a um agiota, mas voltou sem ousar pedir nada”. O termo em destaque trata-se da conjunção “mas”, que é classificada como
conjunção adversativa, pois exprime o sentido de contraste, de oposição entre duas ideias.
conjunção explicativa, uma vez que exprime a ideia de explicação.
conjunção alternativa, pois expressa a noção de alternância entre duas ideias.
conjunção conclusiva, pois expressa a ideiade conclusão.
Na prática Correção
Aplicando
“Gastos de família excessivos, a princípio por servir a parentes, 		depois por agradar à mulher, 	vivia aborrecida da solidão”.
“Fingia-se tão alegre 	nadasse em
um mar de prosperidades.”
“Compreende-se que era o medo do futuro 	o horror da miséria.”
Observem os espaços em branco nos trechos abaixo, do conto A carteira, de Machado de Assis. Com base nos conhecimentos adquiridos na aula de hoje e nas anteriores, analisem na lista ao lado, qual conjunção ou locução conjuntiva poderia preencher cada um.
mas – e – ou
logo – entretanto - que
como se – nem – contudo
e – porém - porque
por servir a parentes, e depois por agradar à mulher, que vivia aborrecida da solidão”.
“Fingia-se tão alegre como se nadasse
em um mar de prosperidades.”
“Compreende-se que era o medo do futuro e o horror da miséria.”
Observem os espaços em branco nos trechos abaixo, do conto A carteira, de Machado de Assis. Com base nos conhecimentos adquiridos na aula de hoje e nas anteriores, analisem na lista ao lado, qual conjunção ou locução conjuntiva poderia preencher cada um.
1. “Gastos de família excessivos, a princípio
mas – e – ou
logo – entretanto - que
como se – nem – contudo
e – porém - porque
Aplicando	Correção
* Notem a mudança de sentido ao utilizar as variadas conjunções e como elas garantem a coesão textual.
O	que	aprendemos hoje?
Identificamos as conjunções e a relação que estabelecem entre partes de um texto;
Aprendemos a utilizar as conjunções, para garantir a coesão textual.
PROFESSORA: LÍVIA DANIELA
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