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CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO DO CEARÁ 
CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO – PRÁTICAS DE 
GESTÃO CONTÁBIL 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO 
SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA 
DE FORTALEZA 
 
 
ALUNO: RAFAEL GILSON FERNANDES DE OLIVEIRA 
MATRÍCULA: 201808012119 
 
 
 
 
 Fortaleza – CE 
2021 
 
 
RAFAEL GILSON FERNANDES DE 
OLIVEIRA 
 
 
SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA 
DE FORTALEZA 
 
 
 
 
 
Relatório de estágio supervisionado 
apresentado para composição da 
nota de avaliação da disciplina 
Estágio Supervisionado – Práticas 
de Gestão Contábil do curso de 
Ciências Contábeis, do Centro 
Universitário Estácio do Ceará como 
requisito parcial para obtenção do 
grau em bacharel em ciências 
contábeis. 
 
 
 Professor Orientador: Caio Victor Martins Honorato 
 Orientadora Profissional: Ana Cristina Frota Pereira 
 Coordenador do Curso de Ciências Contábeis: 
Samuel Lima Paulo do Ramo 
 Organização: Secretaria Municipal da Cultura de 
Fortaleza - SECULTFOR 
 Endereço: Rua Pereira Filgueiras, 04 - Centro - 
CEP 60.160-150 - Fortaleza - Ceará - Brasil 
 E-Mail: todos@secultfor.fortaleza.ce.gov.br 
 Telefone: (85) 3105-1146 
 Admissão: Fevereiro/2015 
 
 
 
 
Fortaleza – CE 
2021 
 
mailto:todos@secultfor.fortaleza.ce.gov.br
SUMÁRIO 
 
1. RELATÓRIO DE VIVÊNCIA PROFISSIONAL 
 
1.1 Apresentação da Organização .........................................04 
1.2 
Descrição da Vivência Profissional do 
Aluno Exercida na Organização 
.........................................06 
1.3 
Contribuições da Graduação na Prática 
Profissional 
.........................................08 
1.4 
Estabelecer Conexões da Vivência 
Profissional com o Exercício Profissional 
de Acordo com o Código de Ética do 
Profissional Contador 
.........................................09 
1.5 
Destacar as Contribuições da Disciplina de 
Estágio Supervisionado no Aprimoramento 
Profissional do Aluno 
.........................................10 
1.6 
Resultados Esperados e Obtidos em 
Relação às Atividades Desenvolvidas 
.........................................10 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
1. RELATÓRIO DE VIVÊNCIA PROFISSIONAL 
 
1.1 APRESENTAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO 
 
A Lei de Criação da Secretaria Municipal da Cultura de Fortaleza 
(SECULTFOR) 
 
 A Secretaria Municipal da Cultura de Fortaleza (SECULTFOR) foi criada pela 
Lei Complementar nº 0054 de 28 de Dezembro de 2007 e regulamentado pelo 
Decreto Municipal nº 13.868, de 25 de agosto de 2016, se desmembrando da 
extinta Fundação de Cultura, Esporte e Turismo de Fortaleza, pela então 
Prefeita, Luiziane de Oliveira Lins. A SECULTFOR é um órgão vinculado ao 
Gabinete do Prefeito e também responde pela organização e implantação do 
Sistema Municipal de Cultura de Fortaleza. É o órgão responsável pela formulação 
e coordenação de políticas públicas de Cultura no município de Fortaleza, 
desenvolvendo ações que visem à proteção da memória e do patrimônio histórico, 
artístico e cultural, além de viabilizar a promoção de programas que fomentem a 
formação, criação, produção e circulação das expressões culturais e artísticas; o 
fortalecimento da economia da cultura; a requalificação dos espaços públicos e o 
pleno exercício da cidadania. 
 
 
Fonte: Google Maps – Captura da Imagem Dez 2020 (Sede – Secretaria Municipal da Cultura de Fortaleza) 
 
Atribuições da Secretaria da Cultura de Fortaleza (SECULTFOR): 
 
I - definir políticas e diretrizes de 
cultura, em consonância com a 
Política Nacional de Cultura, com a 
Lei Orgânica do Município, e com os 
Planos Nacional e Municipal de 
Cultura, e estabelecer normas gerais 
para a efetivação das ações culturais 
do Município; 
 
II - desenvolver, coordenar, 
acompanhar e monitorar as políticas 
públicas de cultura que possibilitem 
o reconhecimento, a pesquisa, a 
 
5 
 
formação, a estruturação, o fomento, 
a defesa, a proteção, a preservação, 
a valorização e a difusão das mais 
variadas expressões culturais, 
entendendo a cultura como 
afirmação da vida em suas mais 
diversas formas de expressão, 
artísticas ou não artísticas, no âmbito 
do Município; 
 
III - coordenar e gerenciar, 
tecnicamente, as propostas e 
projetos a serem efetivados pela 
Administração Municipal na área da 
cultura; 
 
IV - desenvolver e gerir, em parceria 
com outros órgãos gestores da área 
social do Município, programas e 
ações intersetoriais que promovam e 
estimulem a inclusão e a 
emancipação social, fomentando as 
identidades e as diferenças, 
afirmando e reconhecendo a 
diversidade cultural existente; V - 
coordenar ações integradas, apoiar 
tecnicamente e orientar as ações de 
cultura executadas pelas Secretarias 
Executivas Regionais; 
 
VI - fomentar a manifestação e 
promover a divulgação da arte e da 
cultura local, defendendo a 
diversidade cultural e a produção 
artística, consagradas ou não, e 
mantendo a população informada 
sobre locais, exibições, eventos e 
cursos promovidos pela Prefeitura 
Municipal de Fortaleza e à 
disposição na área cultural; 
 
VII - restaurar e preservar os bens 
culturais materiais e imateriais, 
móveis e imóveis pertencentes ao 
patrimônio histórico e cultural do 
Município, com sua proteção e 
valorização; 
 
VIII - incentivar e difundir todas as 
formas de produção artística e 
literária, através da promoção de 
eventos culturais, envolvendo a 
comunidade em projetos 
específicos, para afirmar o cidadão-
indivíduo enquanto agente cultural e 
guardião da memória coletiva; 
 
IX - garantir a defesa do uso dos 
bens públicos culturais em função do 
interesse social, bem como garantir 
o acesso às políticas culturais e de 
acessibilidade aos equipamentos e 
bens públicos; 
 
X - administrar o tombamento total 
ou parcial de bens materiais e o 
registro de bens de natureza 
imaterial, móveis e móveis, públicos 
e particulares, existentes no 
Município de Fortaleza, de acordo 
com as condições estabelecidas na 
Lei no 9.060, de 05 de dezembro de 
2005, bem como manter os livros do 
tombo, e preservar o bem tombado, 
quando for o caso; 
 
XI - resgatar espaços públicos da 
cidade, desenvolvendo 
programação voltada para cultura; 
 
XII - manter em boas condições de 
uso os equipamentos relacionados à 
cultura sob a gestão da cidade, 
garantindo sua manutenção, 
atualização tecnológica e 
gerenciamento; 
 
 
6 
 
XIII - firmar contratos, convênios, 
termos de cooperação e de parceria 
com organismos públicos, em 
qualquer esfera de governo ou 
privados, nacionais e internacionais, 
em áreas pertinentes ao seu âmbito 
de atuação; 
 
XIV - apoiar técnica e 
administrativamente o Conselho 
Municipal de Cultura; 
 
XV - coordenar e elaborar o Plano 
Municipal de Cultura de duração 
plurianual, em consonância com o 
órgão municipal responsável pelo 
planejamento orçamentário da 
Prefeitura Municipal, com a 
participação da comunidade e das 
Secretarias Executivas Regionais 
(SER), de conformidade com as 
diretrizes estabeleci- das pelo 
Conselho Municipal de Cultura, e em 
consonância com o Plano Nacional 
de Cultura, bem como dos 
programas e projetos de cultura no 
âmbito municipal; 
 
XVI - instituir fóruns permanentes 
com agentes culturais e instituições 
públicas e privadas de forma a 
garantir o fazer coletivo na criação e 
desenvolvimento das políticas 
públicas na área da cultura, 
promovendo a transparência 
administrativa; 
 
XVII - promover a Conferência 
Municipal de Cultura, a cada 2 (dois) 
anos, com ampla participação 
popular, objetivando a construção e 
o acompanhamento coletivo das 
políticas públicas; 
 
XVIII - estruturar e realizar cursos de 
formação e qualificação da 
população em geral, nas áreas de 
criação, produção, gestão e mercado 
cultural, primando pela 
democratização dos saberes e 
fazeres na cidade; 
 
XIX - gerirde forma autônoma e 
democrática os recursos destinados 
à cultura, os recursos do Fundo 
Municipal de Cultura (FMC) - estes 
sob orientação e controle do 
Conselho Municipal de Cultura - 
tendo como referência as políticas 
públicas de cultura do Município e o 
Plano Municipal de Cultura; 
 
XX - promover o acompanhamento 
administrativo necessário à 
observância da Lei Complementar 
Federal no 101, de 04 de maio de 
2000, que dispõe sobre a 
responsabilidade na gestão fiscal; 
 
XXI - promover, em parceria com a 
Secretaria Municipal de Educação 
(SME), a oferta de programas de 
ações culturais vinculados ao 
currículo escolar; 
 
XXII - desempenhar outras 
atividades correlatas.
 
 
 
 
 
7 
 
Estrutura organizacional da Secretaria de Cultura de Fortaleza 
(SECULTFOR): 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: https://planejamento.fortaleza.ce.gov.br/images/Gestao/Organogramas/secultfor.pdf 
 Organograma SECULTFOR – Secretaria Municipal da Cultura de Fortaleza (Ano: 2014) 
 
Equipamentos públicos de cultura sob a responsabilidade e gestão da 
Secretaria da Cultura de Fortaleza (SECULTFOR): 
 
 Vila das Artes 
 Teatro São José 
 Teatro Antonieta Noronha 
 Passeio Público 
 Mercado dos Pinhões 
 Mercado Cultural dos 
Pinhões 
 Centro Cultural Casa do 
Barão de Camocim 
 Biblioteca Pública Municipal 
Dolor Barreira 
 Biblioteca Pública Municipal 
Cristina Poeta 
 Biblioteca Pública Municipal 
Herbênia Gurgel 
 Mercado da Aerolândia 
 Centro Cultural Belchior
 
Eventos Promovidos pela Secretaria da Cultura de Fortaleza 
(SECULTFOR): 
 
 Ciclo Carnavalesco 
 Festival Junino 
 Salão de Abril 
 Aniversário de Fortaleza 
 Festival de Teatro de 
Fortaleza 
 Festival de Música de 
Fortaleza 
 Virada Cultural de Fortaleza 
 Natal de Luz 
 Réveillon 
https://planejamento.fortaleza.ce.gov.br/images/Gestao/Organogramas/secultfor.pdf
 
6 
 
1.2 DESCRIÇÃO DA VIVÊNCIA PROFISSIONAL DO ALUNO EXERCIDA NA 
ORGANIZAÇÃO 
 
Função exercida: 
 
Supervisor Administrativo II (Assistente Financeiro) 
 
Descrever o processo de trabalho indicando as atividades desenvolvidas: 
 
 Gestão das contas públicas (Saldo e extrato, atualização cadastral, 
habilitação de dispositivo, alteração de limite de pagamento/transferência, 
cadastro de senhas, pagamentos e transmissão de arquivos OBN); 
 Empenho, liquidação e pagamento da despesa pública em favor do 
favorecido (Via sistema GRPFOR-Financeiro com base nos processos 
recebidos); 
 Concessão e prestação de contas de suprimento de fundos (Elaboração do 
processo de concessão ao detentor, requerimento para novo portador de 
cartão corporativo, fixação de limites e análise da prestação de contas); 
 Nota de autorização de despesa - NAD (Realiza a reserva de orçamento para 
futuras despesas); 
 Prestação de contas de gestão – PCS (Elabora a prestação de contas dos 
gestores de forma anual junto ao tribunais de contas); 
 Acompanhamento e solicitação de parcela no MAPPFOR Operacional (Via 
sistema MAPPFOR realiza o acompanhamento e solicita parcela); 
 Fixação de cota financeira e remanejamentos (Solicitação via sistema 
SIOPFOR de forma mensal, para o pagamento das despesa com a 
manutenção da sede da SECULTFOR); 
 Devolução das garantias contratuais (Providencia o empenho e demais 
encaminhamentos); 
 Cadastro de processo aquisitivos e contratos administrativos (Via sistema 
GRPFOR-Financeiro, conforme for demandado); 
 Controle dos convênios federais (Solicitação de prorrogação, cadastro dos 
contratos e pagamento OBTV via Plataforma mais brasil); 
 Encerramento do exercício financeiro (Envio dos relatórios de restos a 
pagar); 
 Gestão dos CNPJ’s na Receita Federal e Sefin (Registro, atualizações e 
baixa); 
 Gestão das certificações digitais (Elabora o processo de aquisição e solicita 
a certificação para os usuários); 
 Tramitação e Despacho dos processos (Verifica diariamente os processos 
recebidos no sistema e providencia os devidos encaminhamentos). 
 
Apresentar fluxo ou mapeamento das atividades realizadas: 
 
1º PASSO (PROTOCOLO): Abertura de processo de pagamento via sistema 
SPU evolução em nome do favorecido; 
2º PASSO (CEGEA): Instrução do processo e conformidade; 
3º PASSO (GAB): conhecimento e autorização do fluxo; 
4º PASSO (ASPLAN): Análise de viabilidade orçamentária e parecer; 
5º PASSO (COAFI): Despacho de ciência e encaminhamento; 
 
7 
 
6º PASSO (CEGEF): Análise dos autos e emissão da nota de empenho; 
7º PASSO (CEGEA): Para emissão de nota fiscal e assinatura do atesto de 
recebimento; 
8º PASSO (CEGEF): Liquidação, cadastro de nota fiscal, validação das 
certidões negativas e assinatura do nota de empenho e liquidação; 
9º PASSO (CEGEF): Criação da ordem de crédito e contabilização do 
pagamento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  
 
 
 
 
 
 
 
 Fonte: Elaborado pelo autor (Conforme Organograma da SECULTFOR) 
Estágios das despesas pública: 
 Empenho  (Análise do processo e emissão da nota de empenho) 
 Liquidação  (Registro da nota fiscal e validação das certidões negativas) 
 Pagamento  (Criação da ordem de crédito e contabilização do pagamento) 
(PROTOCOLO) 
Abertura de 
processo de 
pagamento via 
sistema SPU 
evolução em nome 
do favorecido 
 
(CEGEA) 
Instrução do 
processo e 
conformidade 
(GAB) 
conhecimento e 
autorização do 
fluxo 
(ASPLAN) 
Análise de 
viabilidade 
orçamentária e 
parecer 
(COAFI) 
Despacho de 
ciência e 
encaminhamento 
(CEGEF) 
Análise dos autos 
e emissão da 
nota de empenho 
(CEGEA) 
Para emissão de 
nota fiscal e 
assinatura do 
atesto de 
recebimento 
(CEGEF) 
Liquidação, cadastro 
de nota fiscal, 
validação das 
certidões negativas e 
assinatura do nota de 
empenho e liquidação 
(CEGEF) 
Criação da ordem 
de crédito e 
contabilização do 
pagamento 
FLUXOS DOS PROCESSOS DE PAGAMENTO 
 
8 
 
 
Listar os manuais e equipamentos disponíveis para realização das 
atividades: 
 
 E necessário utilizar para o desempenho das minhas funções, o manual do 
SIM (Sistema de Informações Municipais Padronizado) elaborado pelo TCE 
(Tribunal de Contas do Estado), e-mail institucional, planilhas de controle das 
compras direta e acompanhamento dos convênios federais em nuvem, sistema 
SPU-E (Sistema Protocolo Único - Evolução), GRPFOR-Financeiro (Sistema de 
Gestão de Recursos e Planejamento de Fortaleza), SIOPFOR (Sistema 
Integrado de Orçamento e Planejamento), MAPPFOR - Operacional (Sistema de 
Monitoramento de Ações e Projetos Prioritários), Plataforma +Brasil e AATBB-
ST (Auto atendimento Banco do Brasil setor público), Govconta Caixa e internet 
banking BNB no pagamento de despesas, além disso, a aplicação das 
legislações vigentes (Municipal e Federal), entre as principais: Lei Federal nº 
8.666/1993 (Lei de licitações e contratos administrativos), Lei Federal 
10.520/2002 (Lei do pregão) e Lei Federal 4.320/1964 (Lei das finanças 
públicas), como também a utilização de equipamento informatizado como: 
microcomputador para operação dos sistemas já especificados, digitação de 
relatórios e copiadora para impressão dos documentos gerados, bem como a 
digitalização de papeis. 
 
Período de tempo em que desenvolve (ou desenvolveu) as atividades 
descritas: 
 
Desde: 02/02/2015 – Atual 
 
1.3 CONTRIBUIÇÕES DA GRADUAÇÃO NA PRÁTICA PROFISSIONAL 
 
 Proporcionou desde o primeiro momento uma maior visão de mundo, 
facilitando a formação de uma rede de contatos profissional (Networking), me 
fazendo desenvolver habilidades específicas no campo da contabilidade,estimulando a ter hábitos saudáveis nos procedimentos das rotinas diárias, como 
também, abrindo portas para uma maior oferta de emprego no mercado de 
trabalho. 
 
 Entre as disciplinas da estrutura curricular do curso de ciência contábeis, 
ofertado pelo Centro Universitário Estácio do Ceará, em especial posso destacar 
a disciplina de contabilidade e orçamento público. Pois apesar de já trabalhar no 
setor público desde 2011, me faltava conhecimento teórico para desempenhar 
as minhas funções com segurança e habilidade, como por exemplos: 
classificação das contas da despesa e receita pública, mesmo atuando somente 
na despesa, procedimentos contábeis diários (planejamento e orçamento 
 
9 
 
público) LOA - Lei Orçamentária Anual e LDO – Lei de Diretrizes Orçamentaria 
e PPA – Plano Plurianual. 
 
Destaco ainda a disciplina de contabilidade geral que norteou a 
compreensão em procedimentos contábeis com isso facilitando o entendimento 
dos relatórios gerados pelo sistema que classifica de forma automatizada o 
grupo de contas ora desconhecido por mim e hoje com a aprendizagem da 
disciplina me deixou familiarizado com esses documentos, como também posso 
atuar diretamente na gestão das finanças públicas com o devido conhecimento 
adquirido. 
 
1.4 ESTABELECER CONEXÕES DA VIVÊNCIA PROFISSIONAL COM O 
EXERCÍCIO PROFISSIONAL DE ACORDO COM O CÓDIGO DE ÉTICA 
DO PROFISSIONAL CONTADOR 
 
 Em alguns procedimentos do exercício da função existem certos 
documentos que pertencem a determinado particular que são classificado pela 
administração pública seguindo a lei da transparência com algum grau de sigilo, 
ou seja, como profissional e seguindo o código de ética no que tange a função 
de contador, devo guardar o sigilo sobre o que souber em razão do exercício 
profissional, inclusive no âmbito do serviço público, ressalvados os casos 
previstos em lei ou quando solicitado por autoridades competentes, entre estas 
os Conselhos Federal e Regionais de Contabilidade, Controladoria e Ouvidoria 
Geral do Município de Fortaleza e Tribunal de Contas do Estado do Ceará. 
 
 Neste caso uma das rotinas diárias que sou atuante no âmbito da 
administração público há vários processos administrativos que possuem dados 
cadastrais de cunho pessoal que exigem sigilo por parte do analista, bem como, 
informações privilegiadas de processos licitatórios onde devo utilizar a ética 
profissional para não compartilha-los. 
 
A profissão desempenhada por mim no âmbito do poder público tenho o deve 
de exerce-la com zelo, honestidade, diligência e capacidade técnica, sempre 
atento a legislação vigente e as Normas Brasileiras de Contabilidade, 
resguardando assim o interesse público e o respeito aos cidadãos que são 
beneficiados, sem prejuízo da dignidade e independência profissional, como por 
exemplo em situação de critérios nos procedimentos de seleção de projetos que 
aguardam o pagamento de seu recurso de convênio devo aplicar o procedimento 
de forma isonômica que não privilegie a antecipação de pagamentos de alguns 
e detrimento de outros seguindo a ética da contabilidade e da administração 
pública. 
 
 
10 
 
1.5 DESTACAR AS CONTRIBUIÇÕES DA DISCIPLINA DE ESTÁGIO 
SUPERVISIONADO NO APRIMORAMENTO PROFISSIONAL DO ALUNO 
 
Com desempenho das atividades práticas e teóricas propostas pela 
disciplina de estágio supervisionado, destaco a participação de palestras que 
proporcionou um conhecimento maior em novas técnicas da informação 
tributária ao fisco como por exemplo o SPED Fiscal – Sistema Público de 
Escrituração Digital que sofreram atualizações no ano de 2021 de alguns 
procedimentos dentre outras palestras assistidas. 
 
Destaco ainda, um maior conhecimento das atribuições da organização em 
que trabalho, me fazendo entender a importância do meu papel para os 
resultados, conhecendo o regimento interno da entidade, situação patrimonial, 
organograma, atribuições de cada hierarquia e legislações aplicadas a diversos 
procedimentos da entidade, as funções desempenhadas de cada setor e os 
fluxos por mim pesquisados para desenvolvimento do relatório de estágio. 
 
1.6 RESULTADOS ESPERADOS E OBTIDOS EM RELAÇÃO ÀS 
ATIVIDADES DESENVOLVIDAS 
 
 Na realização de atividades desenvolvidas por mim na administração 
pública, adquiri diversos conhecimentos que servirão de experiência para futuras 
promoções e carreira profissional, onde pude obter habilidades e aprimoramento 
de conhecimento contábil na graduação e conhecimento especifico na função 
desempenhada na prática, que consegui demonstrar na rotina dos últimos 
meses auxiliando com muito empenho e dedicação na elaboração do plano 
estratégico da SECULTFOR para 2022/2023, com foco no projeto Fortaleza 
2040, como também na pandemia causada pela covid-19 que deu início a Lei 
Aldir Blanc de socorro emergencial a artistas culturais que promoveu força tarefa 
nos pagamentos ao setor artístico/cultural, onde atuei diretamente na gestão do 
processo como um todo, e ainda, na reformulação do novo regimento interno, 
que contou com a colaboração de todos os servidores do órgão, onde tive a 
oportunidade de fazer sugestões para melhorias. 
 
 
 
 
 
Ana Cristina Frota Pereira 
Gerente da Célula de Gestão Financeira 
SECULTFOR 
 
 
 
 
 
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CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO DO CEARÁ 
CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO – PRÁTICAS DE GESTÃO CONTÁBIL

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