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PGR - (PROGRAMA
DE GERENCIAMENTO DE RISCO)
SUPREMA CARNES
BRUMADINHO, MG
2025
Sumário
1.	INFORMAÇÕES GERAIS	3
2.	INTRODUÇÃO	3
3.	OBJETIVOS DO PGR	4
4.	RESPONSABILIDADES	4
4.1.	RESPONSABILIDADES DA EMPRESA	4
5.	ETAPAS DO PGR	5
6.	Matriz de Risco	5
7.	GHE’s	8
8.	ACOMPANHAMENTO DAS MEDIDAS DE CONTROLE	12
8.1.	MONITORAMENTO DA EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES	12
9.	ESTABELECIMENTO DE PRIORIDADES DE METAS	13
10.	PROGRAMAS DE SEGURANÇA E SAÚDE ESPECÍFICOS	13
11.	AVALIAÇÃO DO PGR	14
12.	PLANO DE EMERGÊNCIA	14
13.	CONSIDERAÇÕES FINAIS	16
1. INFORMAÇÕES GERAIS
	UNIDADE
	SUPREMA CARNES 
	SUPREMA CARNES 
	12.345.678/0001-99
	Endereço
	RUA DAS MONTANHAS, N° 250, JARDIM DAS PALMEIRAS 
	35460-000
	CNAE
	1011-2/01– ABATE DE RESES, PRODUÇÃO DE CARNES E DERIVADOS 
	Grau de Risco: ALTO RISCO
	NUMERO DE FUNCIONARIOS
60
	
	
2. INTRODUÇÃO
Com o objetivo de ser reconhecida como uma empresa responsável e socialmente correta no que tange à qualidade de vida dos trabalhadores, a Suprema Carnes adota a política de manter pleno conhecimento dos perigos e riscos presentes nas suas atividades e ambientes de trabalho e de buscar constantemente a eliminação, redução e / ou controle destes perigos e riscos de modo a preservar a integridade física e a saúde dos seus empregados. 
Para tal a Suprema Carnes analisa todas as atividades necessárias para o desenvolvimento do serviço a que se propõem de forma a se antecipar na busca da eliminação e/ou controle dos perigos, eliminando e/ou reduzindo os riscos que estes podem representar para a segurança e saúde de seus trabalhadores, não se restringindo para isto ao definido legalmente. 
Este Programa de Gerenciamento de Riscos é específico para as atividades a serem desenvolvidas para o cumprimento do contrato firmado com a empresa Suprema Carnes cujo objetivo é o Abate de reses e a produção de carnes e derivados.
 
3. OBJETIVOS DO PGR
Oficializar e documentar o compromisso da Suprema Carnes com a programação de ações que serão tomadas para a preservação da integridade física e da saúde dos trabalhadores que atuarão nas atividades executadas para o cumprimento do contrato acima citado.
4. RESPONSABILIDADES
4.1. RESPONSABILIDADES DA EMPRESA
· Assegurar o cumprimento da programação estabelecida neste PGR como parte integrante das atividades da empresa.
· Priorizar as ações para eliminação ou redução dos perigos presentes nos ambientes e atividades dos trabalhadores e as providências necessárias para a completa proteção dos trabalhadores quando a eliminação total dos riscos de acidentes ou agravos à saúde dos mesmos não for possível. 
· Informar aos trabalhadores todos os perigos presentes nas suas tarefas e ambientes de trabalho e as providências e cuidados que eles devem tomar para eliminar e / ou reduzir os riscos de acidentes e de agravos à saúde.
· Garantir aos empregados o direito de interromper imediatamente as suas atividades quando constato risco grave iminente de acidente ou agravo à saúde.
· Providenciar a implementação de medidas corretivas e a revisão deste PGR sempre que ocorrerem e forem comprovadas situações conforme acima citada.
· Providenciar treinamentos de capacitação dos trabalhadores para o trabalho seguro e prevenção de acidentes e considerar a participação dos trabalhadores nestes treinamentos condição de manutenção dos seus empregos.
· Implementar Programa de Controle Médico e de Saúde Ocupacional em consonância com este PGR. 
4.2. DOS EMPREGADOS
· Cumprir rigorosamente as normas de segurança e de prevenção de acidentes determinadas pela empresa.
· Participar e colaborar efetivamente na implementação das medidas de proteção estabelecidas neste PGR.
· Informar aos superiores e colegas toda situação ambiental e /ou atitude de terceiros que possam representar riscos à sua saúde e segurança e da equipe.
· Seguir as orientações determinadas pela empresa para as situações de risco grave e iminente inclusive, se for o caso, interrompendo as atividades.
· Participar efetivamente dos treinamentos ministrados pela empresa colocando em prática as orientações recebidas.
· Não iniciar nem executar atividades para as quais não tenha recebido treinamento e não esteja capacitado e autorizado pela empresa.
5. ETAPAS DO PGR
5.1. ANTECIPAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS 
Com base em experiência adquirida na execução de serviços semelhantes e no conhecimento prévio das atividades da Suprema carnes, pode-se, antecipadamente, confirmar a presença de certos perigos nas atividades que serão executadas.
Portanto, antes de se iniciar os serviços, deve-se de antemão prever e tomar algumas providências para a proteção da integridade física e da saúde dos trabalhadores que atuarão neste serviço.
	6. Matriz de Risco
	Aplicamos a matriz de risco para administração de riscos ocupacionais. É conhecida também como Matriz de Probabilidade, pois têm o objetivo de exibir as chances de riscos acontecerem, traçando de certa maneira uma probabilidade em cada risco. Geralmente é utilizada para determinar o risco em acidentes de trabalho e etc.
	Reforçando:
	· Risco é basicamente a exposição ao perigo (probabilidade X severidade).
· Perigo é uma situação com probabilidade de causar dano.
	Através da Matriz de Risco é possível identificar a magnitude do risco e dimensionar as devidas ações para controle do mesmo. De maneira gráfica, como geralmente é feita, facilita o trabalho de acompanhar processos e desenvolver projetos de segurança, priorizando e mapeando tarefas e ações que merecem destaque. Além disso, ajuda bastante quando a empresa trabalha com equipes, pois é mais fácil de seguir as ações e acompanhar o trabalho.
	A matriz de risco é basicamente aplicada em analisar o cruzamento entre probabilidade X severidade, sempre com esta lógica de aplicação.
	A tabela baseada na norma AIHA, BS8800 é aplicada e, ajustada e personalizada por nós da Suprema carne. Trazemos também o balizamento da NBR IEC 31010:2021 considerando técnicas para o processo de avaliação de riscos. Embasada em norma e potencializada pela nossa experiência em campo e em ambientes de trabalho produzem um produto final amigável e orientativo ao cliente final.
	
· Analise de SEVERIDADE
	Para a Gradação de SEVERIDADE - NR-01
	 
	 
	Graduação
	Nome
	Definição
	1
	Leve
	No máximo desconforto
	2
	Moderado
	Lesões leves, necessitando no máximo de primeiros socorros. Queixa de dores e doenças que podem estar relacionadas ao trabalho.
	3
	Sério
	Lesão que requer ajuda médica sem afastamento do trabalho. Doença ocupacional com afastamento por tempo determinado, sem sequelas.
	4
	Severo
	Lesão grave que requer ajuda médica com perda de tempo no trabalho. Doença ocupacional que resulte em sequelas e mortes
	Os níveis de severidade então estão relacionados ao nível de consequência e gravidade da lesão ou dano, caso ocorra. Em 4 níveis, é possível ir de lesão leve/insignificante até lesão severa/fatal.
	Severidade considera a magnitude da consequência e o número de trabalhadores possivelmente afetados.
	
· Analise de PROBABILIDADE
	Para a Gradação de PROBABILIDADE - NR-01
	
 
	Descrição
	Nome
	Qualificação
	Algumas vezes durante o mês
	Ocasional
	1
	Algumas vezes durante a semana
	Intermitente
	2
	Algumas vezes durante o dia
	Habitual
	3
	Durante toda a rotina de trabalho
	Permanente
	4
	Os níveis de probabilidade estão relacionados a chance de um acidente/lesão acontecer, por exemplo.
	Em 4 níveis é possível traçar se a probabilidade é baixa ou alta, tendo como referência o LEO - Limite de Exposição Ocupacional, sem considerar o EPI.
	A probabilidade é a análise da ocorrência de lesões ou agravos a saúde.
	Sendo assim, retornando na Matriz de risco, o 4x4 aplicado em nossa análise significa 5 níveis de probabilidade e 5 níveis de severidade.
	A combinação entre severidade e probabilidade resultará na avaliação e classificação do risco na Matriz.
	Uma vez definido o posicionamento de probabilidade versus impacto temos que considerar as zonas de decisões:IRRELEVANTE
	Manter controles existentes
	BAIXO
	Manter controles existentes
	MÉDIO
	Avaliar necessidade de novos controles
	ALTO
	Implementar novos controles
	CRITICO
	Paralisar atividade
	Sabemos que cada profissional tem formas, maneiras e experiência para analisar cada caso e situação, entretanto temos estimativas que ajudam a balizar as análises.
	O resultado do cruzamento determinará o nível do risco. Veja abaixo:
 
	Leve
	Risco Irrelevante
	Risco Baixo
	Risco Baixo
	Risco Médio
	Moderado
	Risco Baixo
	Risco Baixo
	Risco Médio
	Risco Alto
	Sério
	Risco Baixo
	Risco Médio
	Risco Alto
	Risco Alto
	Severo
	Risco Médio
	Risco Alto
	Risco Alto
	Risco Crítico
	PROBABILIDADE / SEVERIDADE
	Ocasional
	Intermitente
	Habitual
	Permanente
 
7. GHE’s
	GHE
	Setor
	Cargo
	Funcionários
	NOME DO GHE
	ABATE E EVISCERAÇÃO 
	OPERADOR DE ABATE 
	10
	
	DESOSSA 
	DESOSSADOR 
AUXILIAR DE DESOSSA 
SUPERVISOR DE DESOSSA
	5
2
1
	
	EMBALAGEM E EXPEDIÇÃO 
	AUXILIAR DE AMBALAGEM
EXPEDIDOR 
SUPERVISOR DE EXPEDIÇÃO 
	4
1
1
	
	LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO 
	AUXILIAR DE LIMPEZA
SUPERVISOR DE HIGIENE 
	 3
 1
	NOME DO GHE
	MANUTENÇÃO 
	MECANICO DE MANUTENÇÃO 
	3
	
	GESTÃO DE RESIDUOS 
	SUPERVISOR DE MEIO AMBIENTE 
	1
	
	
	
	
	
	
	
	
7.1. GHE 01 – NOME DO GHE
	Setor ABATE E EVISCERAÇÃO 
	Cargo OPERADOR DE ABATE 
	REALIZAR MANEJO INICIAL DOS ANIMAIS, PROCEDE AO ABATE HUMANITARIO, AUXILIA NA EVISCERAÇÃO, SEGUE NORMAS DE SEGURANÇA, BEM ESTAR ANIMAL E HIGIENE 
	Funcionários: 10
	Setor DESOSSA
	Cargo DESOSSADOR
AUXILIAR DE DESOSSA 
SUPERVISOR DE DESOSSA 
	RESPONSAVEL POR RETIRAROS OSSOS DAS CARCAÇAS, SEPARAR CORTES E PREPARAR PEÇAS DE CARNE PARA POSTERIOR EMBALAGEM
	Funcionários: 8
	Setor EMBALAGEM E EXPEDIÇÃO 
	Cargo AUXILIAR DE EMBALAGEM
EXPEDIDOR
SUPERVISOR DE EXPEDIÇÃO 
	RESPONSAVEL POR EMBALAR OS PRODUTOS E ORGANIZAR O ENVIO PARA DISTRIBUIÇÃO OU VENDA.
	Funcionários: 6
	Setor: LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO 
	Cargo: AUXILIAR DE LIMPEZA 
SUPERVISOR DE HIGIENE
	RESPONSAVEL PELA LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE TODOS OS AMBIENTES E EQUIPAMENTOS DO ABATEDOURO, GARANTINDO CONDIÇÕES SANITARIAS ADEQUADAS
	Funcionários: 4
	Setor: MANUTENÇÃO 
	Cargo: MECANICO DE MANUTENÇÃO 
SUPERVISOR DE HIGIENE
	. RESPONSAVEL PELA MANUTENÇÃO CORRETIVA E PREVENTIVA DE MAQUINAS, EQUIPAMENTOS, INSTALAÇÕES ELETRICAS E SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO GARANTINDO CONTINUIDADE DAS OPERAÇÕES
	Funcionários: 3
	Setor: GESTÃO DE RESIDUOS 
	Cargo: SUPERVISOR DE MEIO AMBIENTE 
	ENCARREGADO DE GARANTIR QUE O DESCARTE DOS SUBPRODUTOS ESTEJA EM CONFORMIDADE COM AS LEIS AMBIENTAIS E DE SAUDE PUBLICA, MINIMIZANDO IMPACTOS DO MEIO AMBIENTE 
	Funcionários: 1
	OPERADOR DE ABATE 
	Perigo/Fator de Risco Exposição a agentes biológicos, Exposição ao Ruído Excessivo, Temperaturas Extremas e Vibração
	Grupo: Grupo A – Riscos biológico e físico 
	Descrição
	O setor de abate e evisceração envolve o uso de máquinas pesadas, como serras e outros equipamentos, que geram níveis elevados de ruído. Além disso, os trabalhadores estão expostos a temperaturas muito baixas nas câmaras frigoríficas ou altas temperaturas nos ambientes de trabalho devido à manipulação de carne e vísceras. Essas condições podem prejudicar a saúde auditiva e térmica dos trabalhadores. A exposição constante a vibrações, provenientes do uso de ferramentas manuais e maquinários pesados, pode causar lesões musculoesqueléticas a longo prazo. Além disso, os trabalhadores lidam diretamente com sangue, vísceras e fluidos corporais de animais, o que representa um risco biológico significativo, podendo levar a doenças infecciosas.
	Possíveis lesões ou agravos a saúde
	Doença infecciosa, lesões por corte ou perfuração, exposição a substancias toxicas, doenças respiratórias, Perda auditiva, lesões musculoesqueléticas 
	Fontes ou circunstâncias
	· Contato com sangue, vísceras e fluidos corporais animais, manipulação de objetos cortantes, exposição a ambiente de trabalho com alta concentração de germes, exposição de ruídos excessivos, Temperaturas extremas nas câmaras frigoríficas, Vibração constante devido ao uso de ferramentas e máquinas pesadas.
	Prevenção e controle
	EPI
	Luvas de proteção contra cortes, máscara de proteção respiratória, protetores auriculares, roupas térmicas, calçados de segurança , equipamento antivibração 
	Exposição
	Critério
	Quantitativo: Medição de níveis de ruído (em decibéis), temperatura ambiente nas áreas de trabalho e intensidade de vibração
Qualitativo: Observação da exposição ao risco biológico, como o contato com fluidos animais e o uso de equipamentos cortantes.
	Perfil de exposição
	Os trabalhadores do setor de abate e evisceração estão expostos a uma combinação de riscos biológicos (contato com sangue, vísceras e fluídos animais), riscos físicos (ruído excessivo, vibração de máquinas e temperaturas extremas), e riscos mecânicos (lesões por cortes ou perfurações devido ao uso de facas e serras).
	Data da medição
	Medição
	Empresa
	Técnica utilizada
	Equipamento
	25/03/2025
	 Nível de ruído: 90-100 dB
Temperatura ambiente: -5°C a 30°C
Vibração: 2-5 m/s²
	Suprema Carnes 
	 Medidor de ruído (dosímetro)
Termômetro industrial ou termômetro digital para medições de temperatura
Acelerômetro para medições de vibração
	Dosímetro de ruido, 
Termômetro digital de superfície ou ambiente, equipamento de medição de vibração 
	Limite de tolerância
	Ruído: 85 dB
Temperatura: Não ultrapassar 28°C no ambiente de trabalho (para ambientes com calor excessivo) e -10°C nas câmaras frigoríficas (para ambientes com frio extremo) Vibração: Limite de 2.5 m/s²
	Nível de ação
	Ruído: Ação imediata caso o ruído ultrapasse 85 dB, com uso de protetores auriculares.
Temperatura: Monitoramento constante e fornecimento de equipamentos térmicos (roupas térmicas, ventiladores, etc.).
Vibração: Fornecer luvas antivibração se os níveis de vibração ultrapassarem os limites recomendados.
	Avaliação de risco
	Classif. Efeito
	Alto (impacto direto na saúde auditiva, térmica e biológica dos trabalhadores).
	Frequência
	Alta (os trabalhadores estão expostos continuamente a esses riscos durante o turno de trabalho)
	Nível de risco
	Risco biológico: ALTO 
Risco físico: MEDIO 
Risco térmico: ALTO/ MEDIO 
	Classificação
	Alto (risco elevado, especialmente para a saúde auditiva e exposição a agentes biológicos).
	
DESOSSA
	Perigo/Fator de Risco Exposição a agentes biológicos, Exposição ao ruído excessivo, Temperaturas extremas, Vibração, Lesões por Corte ou perfuração
	Perigo/Fator de Risco Grupo A – Riscos biológicos e físicos
	Descrição
	No setor de desossa, os trabalhadores lidam diretamente com carnes e ossos, manipulando facas e serras para separar partes do animal. Durante o processo, há a exposição a agentes biológicos, como sangue, fluidos corporais e micro-organismos patogênicos. Além disso, o uso de ferramentas cortantes e o maquinário geram risco de lesões por corte ou perfuração. O ambiente de trabalho também pode ser sujeito a níveis elevados de ruído, devido ao maquinário e ferramentas pesadas, bem como a exposição a temperaturas baixas, especialmente se os trabalhadores estiverem em áreas frigorificadas. O uso contínuo de ferramentas manuais e equipamentos também gera vibrações constantes, o que pode causar lesões musculoesqueléticas.
	Possíveis lesões ou agravos a saúde
	Doenças infecciosas, Lesões por corte ou perfuração, Exposição a substâncias tóxicas, Doenças respiratórias, perda auditiva, Lesões musculoesqueléticas
	Fontes ou circunstâncias
	Contato com sangue, vísceras e fluidos corporais de animais durante o processo de desossa.
Manipulação de facas, serras e outros utensílios cortantes.
Exposição a ambientes com alta concentração de germes (especialmente se não houver higiene adequada).
Exposição ao ruído excessivo de maquinário pesado (serras elétricas e outros equipamentos).Temperaturas baixas em câmaras frigoríficas.
Vibração constante devido ao uso de ferramentas pesadas e serras manuais.
	Prevenção e controle
	EPI
	Luvas de proteção contra cortes 
Máscaras de proteção respiratória 
Protetores auriculares 
Roupas térmicas ou uniformes adequados para a exposição a temperaturas baixas
Calçados de segurança 
Equipamentos antivibração 
	Exposição
	Critério
	Quantitativo: Medição de níveis de ruído (em decibéis), temperatura ambiente nas áreas de desossa e intensidade de vibração.
Qualitativo: Observação da exposição a riscos biológicos, mecânicos e físicos.
	Perfil de exposição
	Os trabalhadores do setor de desossa estão expostos principalmente a riscos biológicos (contato com sangue e fluídos animais), riscos mecânicos (lesões por corte ou perfuração com ferramentas), riscos físicos (exposição ao ruído, vibração e temperaturas extremas) e riscos químicos (contato com produtos de limpeza).
	Data da medição
	Medição
	Empresa
	Técnica utilizada
	Equipamento
	10/03/2025
	Nível de ruído: 90-100 dB
Temperatura ambiente: -2°C a 30°C
Vibração: 2-5 m/s²
	Suprema carnes
	Medidor de ruído (dosímetro).
Termômetro para medições de temperatura.
Acelerômetro para medições de vibração.
	Dosímetro de ruído.
Termômetro digital.
Equipamento de medição de vibração.
	Limite de tolerância
	Ruído: 85 dB 
Temperatura: Não deve ultrapassar 28°C no ambiente de trabalho e -10°C nas câmaras frigoríficas
Vibração: Limite de 2.5 m/s²
	Nível de ação 
	Ruído: Caso o ruído ultrapasse 85 dB, é necessária a utilização de protetores auriculares.
Temperatura: Monitoramento contínuo, fornecimento de roupas térmicas e descansos programados para prevenir hipotermia ou exaustão térmica.
Vibração: Implementação de medidas de controle, como luvas antivibração e pausas regulares.
	Avaliação de risco
	Classif. Efeito
	Alto (os riscos biológicos, lesões por corte e exposição ao ruído têm um impacto direto e imediato na saúde dos trabalhadores).
	Frequencia 
	Alta (exposição constante durante o turno de trabalho)
	Nível de risco 
	Risco Biológico: Alto (exposição contínua a agentes patogênicos durante o manuseio de carne e vísceras).
Risco Físico (Ruído e Vibração): Médio (exposição ao ruído e vibração, mas controlável com o uso de EPI).
	Classificação
	Alto (o risco é elevado devido à combinação de múltiplos fatores, incluindo exposição biológica, física e mecânica).
	AUXILIAR DE EMBALAGEM 
	Perigo/Fator de Risco Exposição a agentes biológicos, Exposição ao ruído excessivo
Temperaturas extremas, Lesões por corte ou perfuração, Manipulação de produtos químicos
	Grupo Grupo A – Riscos biológicos e físicos
	Descrição
	No setor de embalagem e expedição de uma empresa de abate, os trabalhadores lidam com a manipulação de produtos alimentícios embalados (como carne) e com o armazenamento desses produtos em condições controladas. Apesar de o contato direto com os animais não ser tão frequente como nas fases de abate e desossa, ainda há risco de exposição a agentes biológicos provenientes de carnes e vísceras mal manipuladas. O ambiente de trabalho também pode apresentar níveis elevados de ruído, especialmente em áreas de embalagem automatizadas e em ambientes de expedição com maquinários pesados. Além disso, os trabalhadores podem ser expostos a temperaturas baixas ou altas, dependendo das áreas de armazenamento ou da movimentação de cargas. O uso de ferramentas de corte e manuseio de produtos embalados pode causar lesões, e o manuseio de substâncias químicas para limpeza e conservação também representa riscos à saúde.
	Possíveis lesões ou agravos a saúde
	Doenças infecciosas (transmitidas por agentes biológicos presentes nas carnes)
Lesões por corte ou perfuração (devido ao manuseio de facas e materiais de embalagem)
Exposição a substâncias tóxicas (produtos químicos utilizados para limpeza e desinfecção)
Doenças respiratórias (por inalação de partículas ou produtos químicos no ambiente de trabalho)
Perda auditiva (devido à exposição ao ruído de maquinários e equipamentos)
Lesões musculoesqueléticas (devido ao esforço físico, movimentação de caixas e cargas pesadas)
	Fontes ou circunstâncias
	Contato com carne e produtos embalados, que podem estar contaminados com patógenos
Exposição a produtos químicos de limpeza, conservantes ou desinfetantes
Maquinário e equipamentos de embalagem que geram ruído excessivo
Temperaturas extremas (ambientes refrigerados ou áreas de expedição com calor excessivo)
Manipulação de ferramentas de corte e empacotamento (facas, tesouras, seladoras)
Movimentação de cargas pesadas e caixas (o que pode resultar em lesões físicas)
	Prevenção e controle
	EPI
	 Luvas de proteção, Máscaras ou respiradores, Protetores auriculares,
Roupas térmicas ou uniformes adequados, Calçados de segurança, Óculos de proteção, Equipamentos antivibração (se houver exposição significativa à vibração)
	Exposição
	Critério
	Quantitativo: Medição de níveis de ruído (em decibéis), temperatura ambiente (nas áreas refrigeradas ou de expedição) e intensidade de vibração.
Qualitativo: Observação da exposição a riscos biológicos (contato com carne contaminada), físicos (lesões com ferramentas de corte) e químicos (produtos de limpeza e conservação).
	Perfil de exposição
	Os trabalhadores do setor de embalagem e expedição estão expostos a agentes biológicos devido ao contato com carnes e produtos contaminados, a riscos físicos devido ao uso de ferramentas de corte e movimentação de caixas e cargas pesadas, e a riscos químicos devido ao manuseio de produtos de limpeza e desinfecção. A exposição ao ruído também é uma preocupação, especialmente em áreas de embalagem automatizada.
	Data da medição
	Medição
	Empresa
	Técnica utilizada
	Equipamento
	20/03/2025
	Nível de ruído: 80-95 dB
Temperatura ambiente: 4°C a 25°C 
Vibração: 1-3 m/s²
	SUPREMA CARNES
	Medidor de ruído (dosímetro)
Termômetro industrial para medições de temperatura
 Acelerômetro para medições de vibração
	Dosímetro de ruído
Termômetro digital
Equipamento de medição de vibração
	Limite de tolerância
	Ruído: 85 dB 
Temperatura: Não deve ultrapassar 28°C nas áreas de trabalho e entre 0°C e 4°C nas áreas de armazenamento refrigeradas
Vibração: Limite de 2.5 m/s² 
	Nível de ação
	Ruído: Caso o ruído ultrapasse 85 dB, é necessária a utilização de protetores auriculares.
Temperatura: Implementação de medidas para controle de temperatura nas áreas refrigeradas, além do fornecimento de equipamentos térmicos para os trabalhadores expostos ao frio.
Vibração: Implementação de luvas antivibração ou pausas regulares para reduzir a exposição à vibração.
	
Avaliação de risco
	Classif. Efeito
	Médio 
	Frequência
	Moderada (os trabalhadores estão expostos a esses riscos durante o processo de embalagem e expedição, com a exposição variando dependendo da tarefa).
	Nível de risco
	 Risco Biológico: Médio 
Risco Físico (Ruído e Vibração): Médio 
Risco Químico: Médio 
Risco Térmico: Baixo/Médio 
	Classificação
	MEDIO (o risco é moderado, com controles eficazes em vigor para mitigar os impactos, mas exige monitoramento contínuo e uso adequado de EPIs).
	AUXILIAR DE LIMPEZA
	Perigo/Fator de Risco Exposição a agentes biológicos, Exposição a produtos químicos (detergentes, desinfetantes), Exposição ao ruído excessivo, Lesões por escorregamentos e quedas, Riscos ergonômicos (movimentação inadequada durante a limpeza)
	Grupo: Grupo A –Grupo A – Riscos biológicos, químicos e físicos 
	Descrição
	O auxiliar de limpeza em uma empresa de abate é responsável pela higienização de diversas áreas do processo produtivo, incluindo o setor de abate, desossa, embalagem e expedição. Durante a execução dessa função, o trabalhador pode estar exposto a agentes biológicos devido ao contato com resíduos de carne, sangue e vísceras. Além disso, o uso de produtos químicos para a limpeza das instalações pode representar risco à saúde. O ambiente de trabalho pode ser barulhento devido à presença de maquinários pesados, e as superfícies escorregadiasnas áreas de processamento de carnes aumentam o risco de quedas e lesões. Também há o risco de lesões ergonômicas devido ao trabalho repetitivo e à necessidade de manipulação de equipamentos pesados de limpeza.
	Possíveis lesões ou agravos a saúde
	Doenças infecciosas, Lesões por escorregamento, quedas e tropeços, Irritação ou lesões causadas pela exposição a produtos químicos, Problemas respiratórios, Lesões musculoesqueléticas 
	Fontes ou circunstâncias
	Contato com resíduos de carne, sangue e fluídos corporais dos animais durante a limpeza das áreas de processamento
Exposição a produtos químicos de limpeza, 
Superfícies escorregadias ou molhadas, especialmente em áreas de abate e desossa, Exposição a ruído excessivo devido à proximidade com maquinário e equipamentos pesados, Movimentação constante e levantamento de equipamentos de limpeza pesados
	Prevenção e controle
	EPI
	Luvas de proteção, Avental impermeável ou uniforme adequado, Botas de segurança antiderrapantes, Máscara de proteção respiratória, Óculos de proteção, Protetores auriculares Cintos e suportes ortopédicos 
	Exposição
	Critério
	Quantitativo: Medição de níveis de ruído (em decibéis), intensidade de produtos químicos no ambiente e temperatura.
Qualitativo: Observação da exposição a agentes biológicos (contato com sangue e fluidos animais), riscos ergonômicos (movimentação inadequada e levantamento de peso) e risco de escorregamentos.
	Perfil de exposição
	Os trabalhadores da função de auxiliar de limpeza estão expostos a riscos biológicos, devido ao contato com resíduos de carne e sangue, riscos químicos (produto de limpeza), riscos físicos (ruído excessivo, superfícies escorregadias e movimentação de equipamentos pesados), e riscos ergonômicos (movimentos repetitivos, levantamento de objetos pesados).
	Data da medição
	Medição
	Empresa
	Técnica utilizada
	Equipamento
	15/03/2025
	Nível de ruído: 80-90 dB
Temperatura ambiente: 15°C a 25°C 
Concentração de produtos químicos no ar: A medição da concentração de vapores químicos 
	Suprema Carnes 
	 Medidor de ruído (dosímetro)
Termômetro industrial para medições de temperatura
Medidor de concentração de vapores (como cloro ou outros químicos)
	Dosímetro de ruído
Termômetro digital
Equipamento de medição de vapores químicos (como detectores de gases)
	Limite de tolerância
	Ruído: 85 dB 
Produtos químicos: A exposição ao cloro, por exemplo, não deve ultrapassar os 1 ppm, conforme os limites estabelecidos pelas normas de segurança e saúde no trabalho.
Temperatura: A temperatura deve estar dentro de uma faixa confortável para o trabalhador, evitando o superaquecimento ou frio excessivo.
	Nível de ação
	Ruído: Caso o ruído ultrapasse 85 dB, é necessária a utilização de protetores auriculares.
Produtos químicos: O uso de produtos químicos deve ser monitorado e as áreas de limpeza ventiladas adequadamente, com o fornecimento de EPIs adequados, como luvas, óculos e máscara.
Temperatura: Garantir um ambiente adequado para os trabalhadores, com ventilação ou controle de temperatura.
	Avaliação de risco
	Classif. Efeito
	Médio 
	Frequência
	Alta (exposição constante a esses riscos durante as atividades diárias de limpeza).
	Nível de risco
	Risco Biológico: Médio 
Risco Químico: Médio 
Risco Físico (Ruído e Escorregamento Médio 
Risco Ergonômico: Médio 
	Classificação
	Médio (o risco é moderado, mas pode ser significativamente reduzido com a implementação rigorosa de medidas de controle e o uso correto de EPIs).
	AUXILIAR DE LIMPEZA
	Perigo/Fator de Risco Exposição ao ruído excessiv, Exposição a agentes biológicos , Riscos elétricos, Lesões por ferramentas e maquinário pesado, Vibração de máquina, Exposição a substâncias químicas.
	Grupo: Grupo A –Grupo A – Riscos biológicos, químicos e físicos 
	Descrição
	O mecânico de manutenção em uma empresa de abate suíno é responsável pela manutenção preventiva e corretiva de máquinas e equipamentos utilizados nos processos de abate, desossa, embalagem, e outras áreas da produção. Este trabalhador pode estar exposto a vários riscos devido ao ambiente industrial e ao contato com maquinário pesado, além de ser necessário lidar com sistemas elétricos e eletrônicos. A exposição a ruídos elevados é comum devido ao uso de maquinário pesado e sistemas de ventilação. O mecânico também pode ser exposto a agentes biológicos ao realizar manutenção em equipamentos que lidam com carne e sangue, e a substâncias químicas usadas em lubrificação e manutenção das máquinas. Lesões por ferramentas, vibrações e risco elétrico também são preocupações constantes para esta função.
	Possíveis lesões ou agravos a saúde
	 Doenças infecciosas, Lesões por cortes ou perfurações, Lesões elétricas, Problemas auditivos, Lesões musculoesqueléticas, Lesões por vibração
	Fontes ou circunstâncias
	Exposição a agentes biológicos, Exposição a ruído excessivo, Manipulação de ferramentas de corte e manutenção, Exposição a substâncias químicas, Exposição a vibrações Risco de choque elétrico.
	Prevenção e controle
	EPI
	Luvas de proteção, Botas de segurança com biqueira de aço, Óculos de proteção, Protetores auriculares, Máscaras de proteção respiratória, Roupas de proteção, Cinto de ferramentas 
Equipamento antivibração 
	Exposição
	Critério
	Quantitativo: Medição de níveis de ruído, vibração e intensidade de substâncias químicas no ar.
Qualitativo: Observação da exposição a agentes biológicos Riscos ergonômicos e riscos elétricos.
	Perfil de exposição
	O mecânico de manutenção está exposto a diversos riscos, como ruído elevado proveniente de maquinário, risco de choques elétricos ao lidar com sistemas elétricos e risco biológico devido ao contato com máquinas que processam carne. Também pode haver exposição a produtos químicos usados em lubrificação e manutenção, além de risco de lesões por cortes ou esmagamento ao manusear ferramentas.
	Data da medição
	Medição
	Empresa
	Técnica utilizada
	Equipamento
	10/03/2025
	Nível de ruído: 85-95 dB 
Vibração: 2-5 m/s² 
Concentração de substâncias químicas (óleos, graxas, desinfetantes): medição de vapores ou gases no ambiente
	Suprema Carnes 
	 Medidor de ruído (dosímetro)
Acelerômetro para medição de vibração
Medidor de concentração de gases ou vapores químicos
	Dosímetro de ruído
Acelerômetro para vibração
Equipamento de medição de gases ou vapores
	Limite de tolerância
	Ruído: 85 dB 
Vibração: 2.5 m/s² (Produtos Químicos: A exposição a substâncias como óleos e graxas deve ser controlada, com a utilização de ventilação adequada e EPIs.
	Nível de ação
	Ruído: Caso o ruído ultrapasse 85 dB, é necessário o uso de protetores auriculares e, se necessário, controle do ambiente
Vibração: A utilização de luvas antivibração e pausas regulares para reduzir os efeitos da exposição à vibração.
Produtos Químicos: Implementação de sistemas de ventilação adequados e fornecimento de EPIs (luvas, máscaras e óculos) para proteger o trabalhador da exposição a vapores e substâncias químicas.
	Avaliação de risco
	Classif. Efeito
	Alto (os riscos biológicos, elétricos e mecânicos podem ter efeitos graves na saúde do trabalhador se não controlados corretamente).
	Frequência
	Moderada a Alta (dependendo da área e da rotina de manutenção, o mecânico pode estar exposto a esses riscos de maneira contínua ou intermitente, mas de forma regular).
	Nível de risco
	Risco Biológico: Médio 
Risco Elétrico: Alto 
Risco Físico (Ruído e Vibração): Alto 
Risco Químico: Médio 
 Risco Ergonômico: Médio 
	Classificação
	Alto (o risco é elevado devido à combinação de fatores biológicos, químicos, físicos e ergonômicos, exigindo uma abordagem rigorosa de controle, treinamento e uso adequado de EPIs).
7.2. GHE 02 – NOME DO GHE
		Setor NOME DO SETOR
	Cargo NOME DO CARGO
	DESCRIÇÃO DE CARGO 
	Funcionários: QNTD DE FUNCIONARIO
	Setor NOME DO SETOR
	Cargo NOME DO CARGO
	DESCRIÇÃO DE CARGO 
	Funcionários: QNTD DE FUNCIONARIO
	Identificação
	Perigo/Fator de Risco NOME DO RISCO
	Grupo GRUPO A QUE ELE PERTENCE
	Descrição
	A DESCRIÇÃODO RISCO
	Possíveis lesões ou agravos a saúde
	AGRAVOS A SAUDE
	Fontes ou circunstâncias
	FONTES DO RISCO OU CIRCUNSTÂNCIAS DO PROCESSO
	Prevenção e controle
	EPI
	EPI NECESSARIO
	Exposição
	Critério
	Quantitativo ou Qualitativo
	Perfil de exposição
	Qual é a exposição dos funcionarios
	Data da medição
	Medição
	Empresa
	Técnica utilizada
	Equipamento
	Se houver medição
	Se houver medição
	Se houver medição
	Se houver medição
	Se houver medição
	Limite de tolerância
	Se houver medição
	Nível de ação
	Se houver medição
	Avaliação de risco
	Classif. Efeito
	Baseado na matriz de risco
	Frequência
	Baseado na matriz de risco
	Nível de risco
	Baseado na matriz de risco
	Classificação
	Baseado na matriz de risco
	CRONOGRAMA PLANO DE AÇÃO
	Atividade
	Ano
	NOME DA AÇÃO
	2022
	Riscos
	JAN
	FEV
	MAR
	ABR
	MAI
	JUN
	JUL
	AGO
	SET
	OUT
	NOV
	DEZ
	RISCO RELACIONADO
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Responsável
	Situação
	2023
	RESPONSAVEL
	SITUAÇÃO
	JAN
	FEV
	MAR
	ABR
	MAI
	JUN
	JUL
	AGO
	SET
	OUT
	NOV
	DEZ
	Contexto
	Prioridade
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	_
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	GHE/SETOR
	PRIORIDADE
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	Atividade
	Ano
	NOME DA AÇÃO
	2022
	Riscos
	JAN
	FEV
	MAR
	ABR
	MAI
	JUN
	JUL
	AGO
	SET
	OUT
	NOV
	DEZ
	RISCO RELACIONADO
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Responsável
	Situação
	2023
	RESPONSAVEL
	SITUAÇÃO
	JAN
	FEV
	MAR
	ABR
	MAI
	JUN
	JUL
	AGO
	SET
	OUT
	NOV
	DEZ
	Contexto
	Prioridade
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	_
	_
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	GHE/SETOR
	PRIORIDADE
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	DESCRIÇÃO DO PLANO DE AÇÃO
	Atividade
	Descrição
	NOME DA ATIVIDADE DESCRITA NO CRONOGRAMA
	DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE
	NOME DA ATIVIDADE DESCRITA NO CRONOGRAMA
	DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE
	NOME DA ATIVIDADE DESCRITA NO CRONOGRAMA
	DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE
8. ACOMPANHAMENTO DAS MEDIDAS DE CONTROLE
A eficiência das medidas de controle será realizada através:
· acompanhamento dos resultados de novas avaliações e inspeções conforme definido no item a seguir;
· controle estatístico de ocorrência de acidentes;
· análise dos resultados dos exames médicos periódicos e demissionais conforme previstos no PCMSO.
8.1. MONITORAMENTO DA EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES
Para os casos de exposição a agentes físicos, químicos e biológicos, os prazos para a realização de novas avaliações de acompanhamento das exposições dos trabalhadores serão definidos em função dos resultados encontrados nestas primeiras avaliações.
Para as situações cujas concentrações dos agentes estiverem acima do “nível de ação”, salvo disposição legal que determine prazo menor, a periodicidade mínima para realização de novas avaliações será anual.
Para as demais situações o prazo mínimo para realização de novas avaliações será de, no máximo, quatro anos
Para os casos de exposição a perigos geradores de riscos de acidentes, independentemente dos resultados das primeiras, serão programadas inspeções mensais.
 
Será realizada avaliação e / ou inspeções extraordinárias, isto é, fora da programação, sempre que:
· ocorrer modificação significativa nas condições de trabalho decorrentes de alteração no ambiente, equipamento e /ou método de trabalho;
· for constatada alteração nos resultados dos exames médicos realizados nos periódicos e demissionais;
· ocorrer acidente com perda de tempo.
9. ESTABELECIMENTO DE PRIORIDADES DE METAS
9.1. ESTABELECIMENTO DE PRIORIDADES
As medidas de proteção serão definidas priorizando sempre que viável tecnicamente:
1) eliminação dos perigos;
2) redução dos riscos mediante adoção de medida de proteção coletiva;
3) redução dos riscos mediante adoção de medidas administrativas e de procedimentos operacionais;
4) redução dos riscos mediante adoção de equipamentos de proteção individuais.
No caso dos agentes físicos, químicos e biológicos, a definição das prioridades considerará ainda os resultados dos levantamentos ambientais, conforme a seguir: 
1) Quando na antecipação ou reconhecimento for constatada situação de risco grave e iminente para a segurança e saúde dos trabalhadores.
2) Quando nas avaliações se constatar situação de índices superiores aos limites de tolerância estabelecidos pela NR-15 da Portaria 3214/78, ou da ACGIH na ausência destes;
3) Quando nas avaliações se constatar situação de índices entre o nível de ação e os limites de tolerância.
Para os demais perigos, a nome da Suprema Carnes definirá até final de 10/05/2025 uma classificação de riscos que será utilizada para critério de definição da prioridade.
10. PROGRAMAS DE SEGURANÇA E SAÚDE ESPECÍFICOS
PROGRAMA DO ACIDENTE ZERO
Visando não somente atender a meta de ZERO acidentes do trabalho com afastamento, mas alcançar o índice ZERO de qualquer tipo de acidentes com seus trabalhadores, a empresa desenvolverá um programa de Prevenção de Acidentes visando despertar nos trabalhadores e seus familiares à conscientização da necessidade de se manter uma postura prevencionista em todos os setores e não somente nos ambientes de trabalho. 
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA
De acordo com o resultado das avaliações de poeira, a empresa desenvolverá um programa de proteção respiratória com os objetivos:
· implantar melhorias nas condições de trabalho
· treinar os trabalhadores na utilização dos EPI
· assegurar o acompanhamento médico dos trabalhadores expostos. 
11. AVALIAÇÃO DO PGR
Anualmente este PGR será avaliado e revisado nos pontos que forem necessários com estabelecimento de novas prioridades, Metas e Programas específicos.
Independente da avaliação anual, se ocorrerem fatos que justifiquem, o PGR será avaliado e revisado a qualquer momento.
.
12. PLANO DE EMERGÊNCIA
A empresa elaborará até final de prazo limite um Plano de Emergência cujo objetivo é orientar a todos os seus trabalhadores para como agir nos casos de acidentes e anormalidades.
Caso exista mais empresas prestando serviços no local, estas também deverão ter seus planos de emergência em consonância como o plano de emergência da empresa.
Todos os trabalhadores que atuam no local devem ser treinados periodicamente nestes Planos de Emergência.
Nos casos de visitantes, eles devem receber instruções gerais de como agir em caso de emergência.
O Plano de Emergência deve conter, no mínimo, instrução para os seguintes cenários 
	CENÁRIOS DE EMERGÊNCIA
	Acidente pessoal ou mal súbito
	Vazamento / derrame em grandes proporções de óleos lubrificantes, graxa e líquidos combustíveis e inflamáveis
	Acidente impessoal
	Deslizamento de maciço / talude e pilha de produto final em grandes volumes
	Incêndio predial l / área de vegetação externa
	Pessoas privadas de razão
	Incêndio em equipamentos
	Acidente com eletricidade
	Incêndio/explosão em posto de abastecimentos, comboio
	“Conflitos” nas comunidades vizinhas
	Incêndio/explosão (Explosivos)
	1Acidentes de trajeto
TELEFONES UTEIS INTERNOS:
	NOMES DO SETOR
	
	NOMES DO SETOR
	
TELEFONES ÚTEIS EXTERNOS:
	LOCAL
	ENDEREÇO
	TELEFONE
	Instituto Médico Legal
	
	
	Hospital 
	
	
	Hospital 
	
	
	Corpo de Bombeiros 
	
	
	Polícia Militar 
	
	
	Delegacia de Trânsito 
	
	
	Polícia Rodoviária Estadual
	
	
	Polícia Civil 
	
	
	Perito Polícia Civil 
	
	
	DRT 
	
	
	Ministério do Exército
	
	
13. CONSIDERAÇÕES FINAIS
ESTADO, XXX de XXXXX de ANO
Luanne de oliveira 
	
	Responsável Técnico pela elaboração do PGR
	CARGO DO ELABORADOR
	
	Responsável pela implantação do PGR
	CARGO DO RESPONSAVEL

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