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FORNECEDOR
Art. 3° FORNECEDOR é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados,
que desenvolvem atividade de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou
comercialização de produtos ou prestação de serviços.
Todo aquele que participa da cadeia produtiva até que o bem chegue às mãos do consumidor.
TIPOS DE FORNECEDOR
ART. 12, CDC
Fornecedor real ("fabricante"): é aquele que efetivamente participa do processo de fabricação do produto, a exemplo do fabricante, do
produtor e do construtor.
Fornecedor presumido ("importador"): É aquele que não participa diretamente do processo de fabricação/produção/construção do
produto é, apenas, um intermediário entre quem fabrica e o consumidor.
 Ex.: o importador (é considerado fornecedor por presunção legal).
Fornecedor aparente ("mesmo nome"): É aquele que põe uma marca nos produtos disponibilizados ao consumidor e cria no mesmo a
confiança no produto comercializado. Os defeitos desses produtos são de responsabilidade do franqueador.
FORNECEDOR POR EQUIPARAÇÃO
"Aquele terceiro que na relação de consumo serviu como intermediário ou ajudante para a realização da relação principal, 
 mas que atua frente a um consumidor como se fosse o fornecedor. Em outras palavras: ele não é o fornecedor 
do contrato principal, mas como intermediário é o “dono” da relação conexa e possui uma posição de poder 
na relação com o consumidor“
exemplo: o banco do Brasil tem uma equipe de marketing que fez uma certa informação chegar ao consumido, essa empresa de marketing
será fornecedora por equiparação, estará ela e o bando no polo passivo da ação 
PRODUTO OU SERVIÇO
Produto é qualquer bem, móvel ou imóvel, material ou imaterial
 Serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remuneração, inclusive as de natureza
bancária, financeira, de crédito e securitária, salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista.
- Deve ter expressão econômica
CONSUMIDOR – ART. 2º
Art. 2° Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final.
Parágrafo único. Equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, que haja intervindo nas relações
de consumo.
Destinatário final: satisfação de necessidade ou utilidade pessoal.
CONSUMIDOR POR EQUIPARAÇÃO
exemplos: telefonia, internet, tv a cabo 
É quem não é consumidor direto, mas a lei trata como se fosse para garantir proteção.
EX: A pessoa que comprou o produto mas não é destinaria final, se eu comprar um presente p alguém e ele quebrar, essa pessoa
pode cobrar também 
1.Vítima de acidente de consumo (bystander)
➡ Mesmo sem comprar nada
Ex: celular explode e machuca alguém // pessoa é atingida por defeito de produto
2. Coletividade de pessoas
➡ Mesmo que indeterminadas
 Ex: propaganda enganosa que atinge várias pessoas
3. Pessoas expostas a práticas abusivas
➡ Nem precisa ter comprado
 Ex: publicidade enganosa // cobrança abusiva
Vulnerabilidade informacional: falta de informação, consumidor não sabe detalhes do produto/serviço, mesmo sendo acostumado a comprar 
Ex: contrato com termos difíceis
Vulnerabilidade TÉCNICA: Falta de conhecimento técnica, consumidor não entende como o produto funciona
Ex: não entende o defeito de um celular 
Vulnerabilidade JURÍDICA: Falta de conhecimento dos direitos, consumidor não sabe o que pode exigir
Ex: não sabe que pode pedir devolução
 ÔNUS DA PROVA SEMPRE TEM QUE SER REQUERIDO AO JUÍZ, APENAS A VULNERABILIDADE NÃO REVERTE AUTOMATICAMENTE 
Direitos Básicos do Consumidor
O art. 6º prevê os direitos do consumidor, dentre eles:
Proteção contra os riscos provocados por serviços perigosos ou
nocivos;
Direito à educação e divulgação sobre o consumo adequado;
Direito à informação adequada e clara;
Proteção contra publicidade enganosa e abusiva;
Modificação de cláusulas contratuais abusivas e revisão do
contrato em alguns casos;
Efetiva reparação dos danos patrimoniais e morais;
Amplo acesso aos órgãos judiciários e administrativos;
Inversão do ônus da prova;
Adequada e eficaz prestação dos serviços públicos em geral
DIFUSO
👥 Titulares: indeterminados
🔗 Ligação: fato comum
❗ Não dá pra identificar quem são
👉 Ex: propaganda enganosa, poluição
🔹 COLETIVO (stricto sensu)
👥 Titulares: grupo determinável
🔗 Ligação: relação jurídica em comum
👉 Ex: alunos de uma faculdade, clientes de um banco
🔹 INDIVIDUAL HOMOGÊNEO
👥 Titulares: determinados
🔗 Ligação: origem comum do problema
👉 Ex: várias pessoas com o mesmo produto defeituoso
	CONSUMIDOR – ART. 2º Art. 2° Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final. Parágrafo único. Equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, que haja intervindo nas relações de consumo.
	Destinatário final: satisfação de necessidade ou utilidade pessoal.
	CONSUMIDOR POR EQUIPARAÇÃO exemplos: telefonia, internet, tv a cabo É quem não é consumidor direto, mas a lei trata como se fosse para garantir proteção.
	EX: A pessoa que comprou o produto mas não é destinaria final, se eu comprar um presente p alguém e ele quebrar, essa pessoa pode cobrar também
	1.Vítima de acidente de consumo (bystander) ➡️ Mesmo sem comprar nada Ex: celular explode e machuca alguém // pessoa é atingida por defeito de produto
	2. Coletividade de pessoas ➡️ Mesmo que indeterminadas Ex: propaganda enganosa que atinge várias pessoas
	3. Pessoas expostas a práticas abusivas ➡️ Nem precisa ter comprado Ex: publicidade enganosa // cobrança abusiva
	ÔNUS DA PROVA SEMPRE TEM QUE SER REQUERIDO AO JUÍZ, APENAS A VULNERABILIDADE NÃO REVERTE AUTOMATICAMENTE
	FORNECEDOR Art. 3° FORNECEDOR é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que desenvolvem atividade de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços.
	Todo aquele que participa da cadeia produtiva até que o bem chegue às mãos do consumidor.
	TIPOS DE FORNECEDOR ART. 12, CDC Fornecedor real ("fabricante"): é aquele que efetivamente participa do processo de fabricação do produto, a exemplo do fabricante, do produtor e do construtor.
	Fornecedor presumido ("importador"): É aquele que não participa diretamente do processo de fabricação/produção/construção do produto é, apenas, um intermediário entre quem fabrica e o consumidor. Ex.: o importador (é considerado fornecedor por presunção legal).
	Fornecedor aparente ("mesmo nome"): É aquele que põe uma marca nos produtos disponibilizados ao consumidor e cria no mesmo a confiança no produto comercializado. Os defeitos desses produtos são de responsabilidade do franqueador.
	FORNECEDOR POR EQUIPARAÇÃO "Aquele terceiro que na relação de consumo serviu como intermediário ou ajudante para a realização da relação principal, mas que atua frente a um consumidor como se fosse o fornecedor. Em outras palavras: ele não é o fornecedor do contrato principal, mas como intermediário é o “dono” da relação conexa e possui uma posição de poder na relação com o consumidor“
	exemplo: o banco do Brasil tem uma equipe de marketing que fez uma certa informação chegar ao consumido, essa empresa de marketing será fornecedora por equiparação, estará ela e o bando no polo passivo da ação
	PRODUTO OU SERVIÇO
	Produto é qualquer bem, móvel ou imóvel, material ou imaterial Serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remuneração, inclusive as de natureza bancária, financeira, de crédito e securitária, salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista. - Deve ter expressão econômica
	DIFUSO
	👉 Ex: propaganda enganosa, poluição
	🔹 COLETIVO (stricto sensu)
	👉 Ex: alunos de uma faculdade, clientes de um banco
	🔹 INDIVIDUAL HOMOGÊNEO
	👉 Ex: várias pessoas com o mesmo produto defeituoso
	DireitosBásicos do Consumidor O art. 6º prevê os direitos do consumidor, dentre eles:

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