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CAPITULO 6 (PARTE 1)

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CAPÍTULO 6 (Parte 1) 
 
 
CAPÍTULO 6 (Parte 1) 
 
Códigos do silêncio: como o SNI estruturava o controle da imprensa em Itaúna 
 
Este capítulo apresenta o funcionamento do sistema de informações do Serviço 
Nacional de Informações (SNI) a partir da análise de documentos que revelam como 
códigos, fichas e classificações eram utilizados para organizar e controlar a circulação de 
dados. Ao observar registros relacionados à imprensa de Itaúna (MG), torna-se possível 
compreender como veículos de comunicação e profissionais da área passaram a integrar 
uma estrutura nacional de monitoramento. 
Ao examinar a “Capa de ACE”, é possível notar a presença de várias siglas, 
números e letras que, à primeira vista, parecem difíceis de entender. No entanto, esses 
códigos faziam parte de um sistema organizado de controle de informações utilizado pelo 
Serviço Nacional de Informações (SNI). Esse sistema não era aleatório. Pelo contrário: 
ele foi criado justamente para organizar e, ao mesmo tempo, esconder informações 
sensíveis. 
Segundo a pesquisadora Laís Nóbrega Gabetto de Sá, que estudou a atuação do 
Serviço Nacional de Informações (SNI) durante o processo constituinte (1985–1988), 
havia uma padronização rigorosa no registro dessas informações. A “Capa de ACE”, por 
exemplo, integrava um sistema de arquivamento conhecido como Acesso Cronológico de 
Entrada, utilizado para controlar a circulação interna dos documentos. 
Mas o ponto mais importante é que esses códigos não eram feitos para serem 
facilmente compreendidos. De acordo com a própria documentação analisada pela autora, 
havia uma orientação clara: “descaracterizar os documentos de informações […] a fim de 
que não sejam identificados ou comprovada a sua origem”. 
Ou seja, os códigos serviam também para esconder a origem das informações. Na 
prática, isso funcionava por meio de uma espécie de “tabela de códigos”. Como explica 
a dissertação, no final dos documentos existia uma lista que traduzia essas siglas 
“codificadas”. 
Ao olhar para a ficha, vemos exatamente isso acontecendo. No campo de sigilo, 
aparece a letra “W”, indicando que o conteúdo era confidencial. Já no campo “Agência”, 
aparece “B6H”, que identifica a unidade onde o documento foi produzido. E, no campo 
“Acesso Inicial”, surge também o código “B1C”, mostrando que esse material também 
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era enviado à Agência Central, ou seja, ao núcleo principal do sistema. No que se refere 
à tipologia documental, o código “RR1” indicava que se tratava de um informe. 
Isso revela algo importante: o documento não ficava apenas na origem. Ele 
circulava dentro de uma rede organizada, com controle sobre quem podia acessar a 
informação. Como destaca a autora, o sistema de informações era amplo e integrado, 
funcionando como uma rede de órgãos conectados, mas com centralização no SNI. 
Em resumo, essa ficha mostra que: havia um controle rigoroso sobre a informação, 
os documentos circulavam entre diferentes setores e os códigos serviam tanto para 
organizar quanto para esconder dados. Mais do que simples siglas, esses registros 
revelam um sistema pensado para controlar informações e proteger seus próprios agentes. 
A análise desses documentos ganha ainda mais relevância quando se observa que 
esse mesmo tipo de registro com “Capa de ACE” foi utilizado para acompanhar veículos 
de comunicação de Itaúna (MG). 
Foram identificados vários documentos relacionados a imprensa itaunense. Todos 
esses meios aparecem vinculados a registros que utilizavam esse modelo de classificação 
e controle. Isso indica que a produção jornalística local e a comunicação na cidade 
estavam inseridas em um sistema mais amplo de monitoramento, no qual informações 
eram coletadas, registradas e analisadas dentro de uma estrutura nacional de inteligência. 
Esses códigos ganham sentido mais amplo no contexto da redemocratização do 
Brasil. Nesse período, como aponta a pesquisadora Laís Nóbrega, os próprios agentes do 
SNI demonstravam preocupação com a possibilidade de que esses documentos viessem 
a público, o que levou à adoção de estratégias para ocultar sua origem e controlar a 
circulação das informações. 
Nesse sentido, a “Capa de ACE” não deve ser vista apenas como uma ficha técnica, 
mas como parte de um sistema que, ao mesmo tempo em que organizava os dados, 
também buscava se proteger, dificultando a identificação de quem produziu aquelas 
informações. 
O documento que acompanha a “Capa de ACE” aprofunda ainda mais a 
compreensão do funcionamento desse sistema. Classificado também como 
“Confidencial”, ele traz o título “Cadastros de Veículos de Comunicação”, indicando que 
o foco era justamente o acompanhamento da imprensa e dos meios de comunicação. 
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O ponto mais importante do documento aparece na explicação dos códigos 
utilizados, especialmente o código Z7. Segundo o próprio texto, havia duas classificações 
principais: Z7 “A”: fichas cadastrais acompanhadas de exemplares de jornais; Z7 “B”: 
apenas fichas cadastrais, sem os jornais. Essa distinção é fundamental. Ela mostra que, 
no caso do código Z7 “A”, não apenas se registrava o veículo de comunicação, mas 
também se enviava material concreto, ou seja, os próprios jornais para análise em 
instâncias superiores do sistema. 
O documento ainda reforça que esses exemplares eram destinados à Agência 
Central (B1C), o que confirma que o conteúdo produzido localmente era encaminhado 
diretamente para o núcleo central do sistema de informações. Isso evidencia um fluxo 
estruturado: a informação era coletada na base, organizada em fichas e, quando 
considerada relevante, acompanhada de material para análise mais aprofundada. 
O mais relevante é perceber que o código Z7 “A”, encontrado em várias fichas de 
jornais da imprensa itaunense, não era apenas um detalhe técnico. Ele indica que esses 
veículos estavam sendo monitorados de forma ativa, com envio de seus conteúdos para 
análise dentro do sistema de inteligência. Ou seja, não se tratava apenas de registros 
burocráticos, mas de acompanhar e analisar aquilo que era publicado. 
Isso reforça a interpretação de que jornais como Tribuna Itaunense, Folha do 
Centro-Oeste, Folha do Oeste, Ita Vox e Brexó, além da Rádio Clube de Itaúna, não 
estavam apenas catalogados, mas inseridos em um processo de observação sistemática, 
no qual suas produções podiam ser selecionadas, enviadas e analisadas em nível central. 
Além do acompanhamento dos veículos e do envio de exemplares para análise, 
como indica o código Z7 “A”, os documentos revelam um nível ainda mais profundo de 
controle: o registro individualizado dos profissionais da imprensa, todos identificados por 
códigos numéricos únicos. Esses códigos permitem observar, com precisão, como o 
sistema acompanhava as pessoas ao longo do tempo e em diferentes veículos. 
No Jornal Brexó, o proprietário Célio Silva (B0783936) aparece nas fichas de 1987 
e 1988 com o mesmo código, sugerindo acompanhamento contínuo por parte do SNI. Na 
ficha de 1988, o próprio Jornal Brexó passa a ser identificado por um código interno 
(B2566126), evidenciando um nível mais estruturado de catalogação e controle das 
informações. Em contraste, o redator Huascar Soares Gomide (B0886312) foi localizado 
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apenas em registro anterior, de 1984, classificado no assunto “Publicações de Órgãos da 
Imprensa”. 
Esse conjunto de registros revela não apenas a manutenção de vínculos individuais 
ao longo do tempo, mas também uma ampliação do monitoramento, que passa a abranger 
o próprio veículo de comunicação como objeto de vigilância sistemática. O mesmo ocorre 
com o colaborador Márcio José Bernardes (B1403059), também presente nas duas 
versões. Já em 1988, surge um novo nome: Hely de Souza Maia (B2271801), que passa 
a integrar o quadro de colaboradores. 
Esse mesmo colaborador não aparece apenas no Brexó: ele tambémestá registrado 
no Jornal Tribuna Itaunense (1987) e como colunista/colaborador no Jornal Folha do 
Oeste (1988). Trata-se, portanto, do mesmo indivíduo, identificado pelo mesmo código, 
atuando em diferentes jornais da cidade — o que sugere a circulação de colaboradores 
entre veículos e o acompanhamento sistemático dessas trajetórias pelo SNI. 
Outro exemplo importante é o de Alberto Libânio Rodrigues (B1426783). Em 1987, 
ele aparece como editor do Jornal Folha do Centro-Oeste e, em 1988, passa a atuar como 
repórter no Jornal Folha do Oeste, mantendo o mesmo código. No Jornal Folha do Oeste, 
observa-se também a permanência de Sérgio Fernandes da Cunha (B2058170), que figura 
como diretor responsável em 1987 e continua vinculado ao jornal em 1988. 
Por fim, nos registros de 1987 e 1988, o Jornal Ita Vox (B2725654) passa a ser 
codificado apenas no último ano. Entre seus articulistas, destaca-se José Elias Murad 
(B0555356), igualmente registrado no sistema. 
Se, até aqui, os documentos permitem compreender a estrutura técnica do sistema 
e seus mecanismos de funcionamento, eles também indicam que o monitoramento da 
imprensa ultrapassava o registro administrativo, alcançando dimensões mais amplas de 
interpretação e análise. 
O SNI não apenas registrava — ele interpretava e classificava a realidade. 
 
 
 
 
CAPÍTULO 6 (Parte 1) 
 
Referências: 
AQUINO, Charles Galvão de. Organização, arte e pesquisa. Historiador. Registro nº 
343/MG. 
SÁ, Laís Nóbrega Gabetto de. “SNI 2ª fase”: o Serviço Nacional de Informações no 
processo constituinte brasileiro (1985–1988). 2024. Dissertação (Mestrado em História) 
– Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), Rio de Janeiro, 2024. p. 
95–102. Disponível em: https://www.unirio.br/cchs/ppgh/producao-
academica/dissertacoes-de-mestrado-e-egressos-pasta/201csni-2a-fase201d-o-servico-
nacional-de-informacoes-no-processo-constituinte-brasileiro-1985-1988. Acesso em: 16 
abr. 2026. 
BRASIL. Arquivo Nacional. Sistema de Informações do Arquivo Nacional (SIAN). 
Fundo: Serviço Nacional de Informações (SNI). Referência: BR DFANBSB 
V8.MIC.GNC.OOO.84009714. Título: Publicações de órgãos da imprensa. Descrição: 
Dossiê. p. 1–4. Disponível em: 
http://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/84009714/b
r_dfanbsb_v8_mic_gnc_ooo_84009714_d0001de0001.pdf. Acesso em: 16 abr. 2026. 
BRASIL. Arquivo Nacional. Sistema de Informações do Arquivo Nacional (SIAN). 
Fundo: Serviço Nacional de Informações (SNI). Referência: BR DFANBSB 
V8.MIC.GNC.OOO.88013583. Título: Cadastros de veículos de comunicação. 
Descrição: Dossiê. p. 1–2, 19–20v. Disponível em: 
http://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/88013583/b
r_dfanbsb_v8_mic_gnc_ooo_88013583_d0001de0003.pdf. Acesso em: 16 abr. 2026. 
BRASIL. Arquivo Nacional. Sistema de Informações do Arquivo Nacional (SIAN). 
Fundo: Serviço Nacional de Informações (SNI). Referência: BR DFANBSB 
V8.MIC.GNC.OOO.89014611. Título: Cadastro de veículos de comunicação. Descrição: 
Dossiê. p. 1–2, 29–30. Disponível em: 
https://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/89014611/
br_dfanbsb_v8_mic_gnc_ooo_89014611_d0001de0003.pdf. Acesso em: 16 abr. 2026. 
BRASIL. Arquivo Nacional. Sistema de Informações do Arquivo Nacional (SIAN). 
Fundo: Serviço Nacional de Informações (SNI). Referência: BR DFANBSB 
V8.MIC.GNC.OOO.88014600. Título: Cadastro de veículos de comunicação. Descrição: 
Dossiê. Disponível em: 
https://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/88014600/
br_dfanbsb_v8_mic_gnc_ooo_88014600_d0001de0003.pdf. Acesso em: 11 abr. 2026. 
BRASIL. Arquivo Nacional. Sistema de Informações do Arquivo Nacional (SIAN). 
Fundo: Serviço Nacional de Informações (SNI). Referência: BR DFANBSB 
V8.MIC.GNC.OOO.88013700. Título: Cadastro de veículos de comunicação – Rádio 
Clube de Itaúna (MG). Descrição: Dossiê. p. 45–65. Disponível em: 
http://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/88013700/b
r_dfanbsb_v8_mic_gnc_ooo_88013700_d0002de0007.pdf. Acesso em: 13 abr. 2026. 
https://www.unirio.br/cchs/ppgh/producao-academica/dissertacoes-de-mestrado-e-egressos-pasta/201csni-2a-fase201d-o-servico-nacional-de-informacoes-no-processo-constituinte-brasileiro-1985-1988
https://www.unirio.br/cchs/ppgh/producao-academica/dissertacoes-de-mestrado-e-egressos-pasta/201csni-2a-fase201d-o-servico-nacional-de-informacoes-no-processo-constituinte-brasileiro-1985-1988
https://www.unirio.br/cchs/ppgh/producao-academica/dissertacoes-de-mestrado-e-egressos-pasta/201csni-2a-fase201d-o-servico-nacional-de-informacoes-no-processo-constituinte-brasileiro-1985-1988
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https://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/88014600/br_dfanbsb_v8_mic_gnc_ooo_88014600_d0001de0003.pdf
https://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/88014600/br_dfanbsb_v8_mic_gnc_ooo_88014600_d0001de0003.pdf
http://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/88013700/br_dfanbsb_v8_mic_gnc_ooo_88013700_d0002de0007.pdf
http://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/88013700/br_dfanbsb_v8_mic_gnc_ooo_88013700_d0002de0007.pdf
CAPÍTULO 6 (Parte 1) 
 
BRASIL. Arquivo Nacional. Sistema de Informações do Arquivo Nacional (SIAN). 
Fundo: Serviço Nacional de Informações (SNI). Referência: BR DFANBSB 
V8.MIC.GNC.OOO.86012625. Título: Congressos de jornais do interior. Descrição: 
Dossiê. Disponível em: 
https://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/86012625/
br_dfanbsb_v8_mic_gnc_ooo_86012625_d0001de0001.pdf. Acesso em: 2 abr. 2026. 
BRASIL. Arquivo Nacional. Sistema de Informações do Arquivo Nacional (SIAN). 
Fundo: Serviço Nacional de Informações (SNI). Referência: BR DFANBSB 
V8.MIC.GNC.AAA.89072766. Título: Jornalistas credenciados no Congresso Nacional. 
Descrição: Dossiê. p. 1–3, 23. Disponível em: 
https://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/aaa/89072766/b
r_dfanbsb_v8_mic_gnc_aaa_89072766_d0001de0001.pdf. Acesso em: 1 abr. 2026. 
BRASIL. Arquivo Nacional. Sistema de Informações do Arquivo Nacional (SIAN). 
Fundo: Serviço Nacional de Informações (SNI). Referência: BR DFANBSB 
V8.MIC.GNC.OOO.88013700. Título: Cadastros de veículos de comunicação – Rádio 
Divinópolis. Descrição: Dossiê. p. 127–128. Disponível em: 
https://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/88013700/
br_dfanbsb_v8_mic_gnc_ooo_88013700_d0003de0007.pdf. Acesso em: 1 abr. 2026. 
BRASIL. Arquivo Nacional. Sistema de Informações do Arquivo Nacional (SIAN). 
Fundo: Serviço Nacional de Informações (SNI). Referência: BR DFANBSB 
V8.MIC.GNC.OOO.88014600. Título: Cadastro de veículos de comunicação – Jornal A 
Semana, Divinópolis. Descrição: Dossiê. p. 5–6. Disponível em: 
https://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/88014600/
br_dfanbsb_v8_mic_gnc_ooo_88014600_d0001de0003.pdf. Acesso em: 1 abr. 2026. 
BRASIL. Arquivo Nacional. Fundo: Comissão de Valores Mobiliários (CVM). 
Referência: BR RJANRIO T2.0.IFP.PR1.392. Título: Cia Industrial Itaunense. 
Descrição: Dossiê. Disponível em: 
http://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/BR_RJANRIO_T2/0/IFP/PR1/0392/BR_RJANRIO_T2_0_IFP_PR1_0392_d0001de0002.pdf. Acesso em: 1 abr. 2026. 
BRASIL. Arquivo Nacional. Fundo: Comissão de Valores Mobiliários (CVM). 
Referência: BR RJANRIO T2.0.IFP.PR1.392. Título: Cia Industrial Itaunense. 
Descrição: Dossiê (continuação). Disponível em: 
http://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/BR_RJANRIO_T2/0/IFP/PR1/0392/BR_
RJANRIO_T2_0_IFP_PR1_0392_d0002de0002.pdf. Acesso em: 1 abr. 2026. 
Nota sobre a imagem: 
A imagem utilizada nesta publicação foi gerada por inteligência artificial com finalidade 
ilustrativa. Trata-se de uma representação simbólica do contexto de vigilância, produção 
documental e atividade jornalística da imprensa itaunense analisados no texto, não 
correspondendo a registros fotográficos ou documentos históricos específicos. Sua função 
é sugerir, em termos visuais, a dinâmica dos sistemas de informação do período, 
caracterizados pela coleta, organização e controle da circulação de dados sobre veículos 
de comunicação e seus profissionais. 
https://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/86012625/br_dfanbsb_v8_mic_gnc_ooo_86012625_d0001de0001.pdf
https://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/86012625/br_dfanbsb_v8_mic_gnc_ooo_86012625_d0001de0001.pdf
https://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/aaa/89072766/br_dfanbsb_v8_mic_gnc_aaa_89072766_d0001de0001.pdf
https://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/aaa/89072766/br_dfanbsb_v8_mic_gnc_aaa_89072766_d0001de0001.pdf
https://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/88013700/br_dfanbsb_v8_mic_gnc_ooo_88013700_d0003de0007.pdf
https://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/88013700/br_dfanbsb_v8_mic_gnc_ooo_88013700_d0003de0007.pdf
https://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/88014600/br_dfanbsb_v8_mic_gnc_ooo_88014600_d0001de0003.pdf
https://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/88014600/br_dfanbsb_v8_mic_gnc_ooo_88014600_d0001de0003.pdf
http://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/BR_RJANRIO_T2/0/IFP/PR1/0392/BR_RJANRIO_T2_0_IFP_PR1_0392_d0001de0002.pdf
http://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/BR_RJANRIO_T2/0/IFP/PR1/0392/BR_RJANRIO_T2_0_IFP_PR1_0392_d0001de0002.pdf
http://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/BR_RJANRIO_T2/0/IFP/PR1/0392/BR_RJANRIO_T2_0_IFP_PR1_0392_d0002de0002.pdf
http://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/BR_RJANRIO_T2/0/IFP/PR1/0392/BR_RJANRIO_T2_0_IFP_PR1_0392_d0002de0002.pdf

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