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BETANHO, Cristiane; REIS, Nelio Fernando dos. A utilização do custeio ABC em pequenas empresas. XVI Simpósio de Engenharia de Produção: Ensino de Engenharia de Produção: Desafios, Tendências e Perspectivas. São Paulo, p. 1-11. Disponível em: . Acesso em: 30 de ago. de 2016. Objeto: Pesquisa bibliográfica em forma de artigo elaborada por Nelio Fernando dos Reis e Criatiane Betanho, e submetida à 16ª edição do Simpósio de Engenharia de Produção cujo tema foi “Ensino de Engenharia de Produção: Desafios, Tendências e Perspectivas” realizado, em 2009, na cidade de Bauru – SP. Objetivos: O presente artigo objetiva de uma forma geral aplicar e analisar a relevância de um modelo de custeio nessas empresas de pequeno porte Metodologia: A priori foi realizada uma revisão bibliográfica, abordando o sistema de custeio ABC e logo após foi desenvolvido um estudo empírico e exploratório numa pequena empresa de confecções de Jundiaí-SP, a fim de apurar o custo de produção dos produtos fabricados pela empresa. Para tanto o artigo apresenta o estudo de caso, fundamentações teóricas e resultados práticos para sustentar o problema proposto. Fontes: Artigo/meio eletrônico. Principais conceitos: “De acordo com Kaplan & Cooper (1998, p. 15), “... os sistemas ABC permitiram que os custos indiretos e de apoio fossem direcionados primeiro a atividades e processos e depois a produtos, serviços e clientes”.” (grifos do autor, p.1). “Segundo Ching (1995), as atividades foram escolhidas como o nível apropriado para o gerenciamento de custos porque as funções são muito genéricas e globais para nelas se localizarem os custos e as tarefas são muito pormenorizadas e insignificantes.” (p.2). “Após o cálculo dos custos diretos, que são material direto consumido (MDC) e mão-de-obra direta (MOD), tem-se que fazer a alocação dos custos indiretos de fabricação (CIF) através das metodologias propostas, ou seja, por um sistema de custeio ABC. Cabe ressaltar mais uma vez que os custos diretos não geram distorções, pois os mesmos são identificados diretamente a cada produto independentemente da metodologia adotada.” (p.5). “Uma vez identificadas às atividades relevantes [...] dentro do processo, pode-se passar a atribuição dos custos às atividades pela identificação dos recursos consumidos nelas e pela definição dos direcionadores de custos. Vale lembrar que “o custo de uma atividade compreende todos os sacrifícios de recursos necessários para desempenhá-la” (MARTINS, 1996, p. 101).” (p.6). “Os custos diretos serão apropriados diretamente aos produtos sem qualquer tipo de rastreamento ou rateio e os custos indiretos é que serão objetos de estudo para essa metodologia de custeio.” (p.7). Principais conclusões: “[...] torna-se preponderante entender a estrutura de custeio para tornar-se competitivo não somente em relação à melhor gestão de custos, mas também para direcionar investimentos para a inovação [...].” (p.10). “Observa-se pelo estudo que os custos indiretos não são preponderantes na composição dos custos totais da empresa, contudo o mapeamento de todas as atividades e processos demonstra onde os recursos estão sendo empregados, servindo assim, de importante ferramenta de gestão para a tomada de decisão.” (p.10). Comentário pessoal: A partir desse estudo foi possível perceber e concluir que as empresas que não dispõem de custos indiretos predominantes podem utilizar o método de custeio ABC para identificar, mais precisamente, seus custos dentro de cada atividade. Já as empresas que possuem custos indiretos mais preponderantes poderão alocá-los aos produtos de forma mais precisa na apuração dos custos totais. Palavras-chave: Custeio ABC. Pequenas empresas. Custos indiretos. http://aprender.ead.unb.br/pluginfile.php/63956/mod_forum/attachment/95559/XVI_SIMPEP_Art_118%20Custeio%20ABC%20em%20pequenas%20empresas.pdf http://aprender.ead.unb.br/pluginfile.php/63956/mod_forum/attachment/95559/XVI_SIMPEP_Art_118%20Custeio%20ABC%20em%20pequenas%20empresas.pdf