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O ‘Controle das Emoções’ é algo que a grande maioria não consegue compreender e deixa de lado nos momentos de explosão. Saber lidar com nosso ódio, ira, rancor e desejo de vingança nos faz superior aos oponentes. Saber guardar em “ Caixas Lacradas” tais descargas não as anula; apenas faz com que sejam usadas nos momentos certos. O mesmo oponente que nos escarnece hoje urrará de agonia em nossos ataques amanhã, mas entre o hoje e o amanhã existe um tempo importante para o preparo/maturação desse ato. Se deixarmos os sentimentos diluírem não conseguiremos ter motivação o suficiente para u s á - los e se os deixarmos livres seremos escravos dos mesmos e comprometeremos nossa própria vida. Como consequência sofreremos o arrependimento em ambas as opções. “Guardar o sentimento em Caixas Lacradas” é o mesmo que armazená-los em uma parte de nossos pensamentos onde aflorarão apenas nos momentos que desejarmos. A princípio pode parecer difícil, mas a prática mostra que não é. Quando estamos no ápice de nosso ódio antes de tomarmos qualquer d e c i s ã o temos que ser frios o suficiente para questionarmos nossas decisões da seguinte maneira: “ Atacá-lo agora: Quais seriam as consequências? ”. Se o Kilfer não conseguir parar e se indagar certamente estará fadado ao fracasso. Após essa indagação interior, antes de tomarmos medidas duras e cruéis, respiramos lentamente e deixamos de lado as ações (se possível). Quando a pessoa procura o combate ‘corpo-a-corpo’ conosco e temos a opção de não a enfrentarmos abertamente sempre recuamos, afinal, nossas vidas não estão em uma arena romana onde pajens instigam a plateia enquanto duas pessoas se enfrentam. O verdadeiro assassino vive e respira a estratégia. Ao observarmos e analisarmos os animais predadores agindo perceberemos estratégias inseridas no instinto. Um verdadeiro predador cerca a vítima, encurrala-a, amedronta-a ao ponto de não ter reações e ataca com toda agressividade possível. Se analisarmos as mesmas feras no convívio rotineiro veremos que sabem controlar a agressividade e usam- na apenas quando seus espaços são invadidos. O Kilfer deve agir da mesma maneira. Jamais usará sua força em vão e quando necessita e decide usá-la para atacar vorazmente um inimigo deve colocar toda fúria para fora. O processo para atacarmos como assassinos deverá seguir os mesmos padrões, entretanto, o ato deverá seguir os cuidados que listamos anteriormente. Quando o Kilfer tem conhecimento sobre outros aspectos poderá inseri-los nessa lista. No momento que iniciamos um processo de assassinato espiritual inserimos em nossas práticas nomes, fotos e até livros de grandes assassinos. A ‘Busca Interna’ mudará de foco e as Memórias que buscaremos serão as mais desagradáveis possíveis. Alguns hipócritas acreditam que matar um oponente fazendo uso de estratégias tão meticulosas e protecionistas não são atos honrosos, mas discordamos veementemente dessas afirmações. Não existe honra alguma em passar 30 anos em uma cela e a derrota do oponente será a nossa própria derrota. No mundo atual, repleto de pessoas fracas governando massas alienadas e cegas, o Kilfer é uma espécie em extinção; oprimida pelos fluxos energéticos que