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ESTUDO DE CASO – PATOLOGIA GERAL O estudo de caso apresenta um paciente idoso que permaneceu acamado por vários meses após um problema grave de saúde. Após retomar atividades leves de caminhada, começou a apresentar sintomas respiratórios como falta de ar, tosse e dor torácica. Posteriormente, o paciente evoluiu para óbito devido à presença de um êmbolo localizado na artéria pulmonar. A trombose venosa profunda é uma condição caracterizada pela formação de coágulos sanguíneos dentro das veias profundas, principalmente nas pernas. Esses coágulos podem dificultar ou impedir o retorno do sangue ao coração, favorecendo o surgimento de complicações graves (FREITAS; PILATTI, 2025). Entre os fatores de risco para o desenvolvimento da trombose estão idade avançada, doenças crônicas e períodos prolongados de imobilização. Quando uma pessoa permanece muito tempo sem movimentação, ocorre redução do fluxo sanguíneo nas veias dos membros inferiores. Nesse contexto, a circulação sanguínea torna-se mais lenta, aumentando a probabilidade de formação de trombos dentro dos vasos. Esse fenômeno favorece a formação de coágulos que podem se desprender e circular pela corrente sanguínea. Quando parte do trombo se desprende, ele passa a ser chamado de êmbolo. Esse êmbolo pode atingir o coração e posteriormente seguir para os pulmões, onde pode se alojar na artéria pulmonar ou em seus ramos, causando embolia pulmonar. Os sintomas mais comuns dessa condição incluem falta de ar, dor torácica e tosse, sinais que foram observados no paciente descrito no estudo de caso. Essa obstrução da circulação pulmonar pode levar a um quadro grave e até mesmo ao óbito. Assim, o local mais provável de formação do trombo foi nas veias profundas dos membros inferiores, especialmente nas pernas. A imobilização prolongada foi um fator determinante para o desenvolvimento da trombose e para a posterior embolia pulmonar. REFERÊNCIAS FREITAS, Ana Claudia; PILATTI, Fernanda. Trombose venosa profunda (TVP): diagnóstico e tratamento. Revista do Centro Universitário FAI – UCEFF, Itapiranga, v. 4, n. 1, 2025.