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(
CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
CURSO DE Pedagogia
) (
adrielici
 araujo pinto
RA: 3573675006
)
 (
PORTFÓLIO: 
PRÁTICA
S PEDA
GÓGICAS 
NA EDUCAÇÃO INFANTIL
)
 (
ITAQUIRAI
2025
)
 (
adrielici araujo pinto
RA: 3573675006
)
II
 (
PORTFÓLIO: PRÁTICAS PEDAGÓGICAS 
NA EDUCAÇÃO INFANTIL
)
 (
Relatório 
apresentado à Anhanguera-
Uniderp
, como requisito parcial para o
 apro
veitamento da disciplina Práticas Ped
ag
ógicas na Educação Infantil
, do Curso d
e
 
Pedagogia
.
)
 (
ITAQUIRAI
2025
)
ATIVIDADE 1 – Roteiro Reflexivo e Interativo: Cuidar, ouvir e Responder
Cuidar pedagogicamente de uma criança significa compreender que cuidar e educar são ações inseparáveis no processo de ensino e aprendizagem. 
Na Educação Infantil, o cuidado vai além das necessidades físicas como alimentação, higiene e segurança e envolve também aspectos emocionais, sociais e cognitivos. Segundo a especialista Fernanda dos Santos, “cuidar é educar”, pois cada momento de cuidado é uma oportunidade de aprendizado.
Assim, o ato de cuidar torna-se uma prática pedagógica que favorece o desenvolvimento integral da criança, por meio de vivências, brincadeiras e interações significativas que estimulam a autonomia e o reconhecimento de suas potencialidades.
A expectativa transforma a prática docente na medida em que o (a) professor (a) reconhece a criança como sujeito ativo, capaz e conhecedor do mundo, conforme orienta a BNCC. Quando o educador acredita nas potencialidades dos alunos e nas oportunidades de aprendizagem que a infância oferece, ele planeja experiências mais ricas, desafiadoras e significativas. Essa visão amplia o olhar sobre o papel da Educação Infantil deixando de ser um espaço apenas de cuidado e passa a ser um ambiente de descobertas e desenvolvimento, no qual as expectativas positivas sobre as crianças influenciam diretamente na qualidade das práticas pedagógicas.
A atitude responsiva se revela na rotina escolar quando o (a) professor (a) ouve, observa e responde às necessidades, emoções e iniciativas das crianças de forma sensível e intencional. 
Isso acontece, por exemplo, ao adaptar atividades conforme o interesse do grupo, ao valorizar as falas das crianças e ao propor experiências que dialoguem com o que elas estão vivenciando.
 Essa postura demonstra respeito e empatia, fortalecendo o vínculo entre educador e criança assim, a atitude responsiva cria um ambiente acolhedor e participativo, onde o aprendizado ocorre por meio da interação, do cuidado e do brincar elementos centrais da Educação Infantil.
2. Observação ou Simulação de Situações da Rotina na Educação Infantil
Na entrada das crianças o professor demonstra cuidado físico e emocional ao acolher cada criança com atenção, carinho e disponibilidade. Ele recebe os alunos com um sorriso, cumprimenta individualmente, observa expressões e comportamentos, garantindo que todos se sintam bem-vindos e seguros. Caso perceba alguma mudança no comportamento, o educador se aproxima com sensibilidade, oferecendo escuta e apoio.
Há escuta e resposta às manifestações das crianças, pois o professor valoriza o que elas dizem, acolhe suas emoções e incentiva que expressem sentimentos, dúvidas e necessidades. As falas e gestos das crianças são considerados pontos de partida para o diálogo e para a organização das atividades do dia.
A atitude do educador favorece vínculos e segurança afetiva, pois ele estabelece relações baseadas no respeito, na empatia e na confiança. Com isso, cria um ambiente acolhedor, onde as crianças se sentem pertencentes e à vontade para explorar, brincar e aprender, sabendo que podem contar com o adulto como figura de apoio e proteção.
Hora da Alimentação o professor demonstra cuidado físico e emocional ao acompanhar de perto o momento da alimentação, garantindo que as crianças estejam confortáveis, bem posicionadas e recebam o alimento de forma tranquila e segura. Ele estimula hábitos de higiene, como lavar as mãos antes de comer, e orienta com paciência sobre o uso adequado dos utensílios, sempre respeitando o tempo e o ritmo de cada criança. Além disso, demonstra afeto por meio de gestos gentis, palavras de incentivo e atenção individualizada.
Há escuta e resposta às manifestações das crianças, pois o educador observa atentamente suas preferências, reações e comentários durante a refeição. Quando alguma criança expressa vontade, recusa ou necessidade, o professor acolhe e responde com sensibilidade, valorizando suas escolhas e incentivando a comunicação.
A atitude do educador favorece vínculos e segurança afetiva, uma vez que o momento da alimentação é vivido como uma oportunidade de convivência e cuidado mútuo. A presença acolhedora e atenta do professor faz com que as crianças se sintam seguras, confiantes e respeitadas, fortalecendo os laços afetivos e o sentimento de pertencimento ao grupo.
Atividade Livre ou de Acolhimento o professor demonstra cuidado físico e emocional ao oferecer um ambiente acolhedor, organizado e seguro, permitindo que as crianças explorem livremente os espaços e materiais. Ele observa com atenção as interações, intervindo quando necessário para garantir o bem-estar de todos. Sua postura é calma, acolhedora e sensível às necessidades individuais, transmitindo segurança e confiança por meio de gestos, olhares e palavras afetuosas.
Há escuta e resposta às manifestações das crianças, pois o educador valoriza o que elas expressam em suas falas, gestos e brincadeiras. Ele se mostra disponível para ouvir, dialogar e compreender o que cada criança sente ou deseja, acolhendo suas emoções e incentivando a expressão de ideias e sentimentos.
A atitude do educador favorece vínculos e segurança afetiva, já que sua presença constante, atenta e respeitosa cria um ambiente de confiança. As crianças sentem-se livres para brincar, explorar e interagir, sabendo que podem contar com o adulto como referência de cuidado e apoio emocional. Esse clima de afeto fortalece o vínculo entre professor e aluno, essencial para o desenvolvimento integral.
3. Produção de um Roteiro Reflexivo Interativo
ATIVIDADE 2 – Explorando o Brincar: Sentidos, Faz-de-Conta e Ambientes Lúdicos
Brincadeira: Construção de torres com blocos
Descrição da brincadeira (treino):
As crianças recebem blocos de diferentes tamanhos e cores e são convidadas a empilhar e equilibrar os blocos, tentando construir torres cada vez mais altas. O educador sugere desafios, como “Quem consegue fazer a torre mais alta sem cair ?” ou “Vamos fazer uma torre que tenha blocos vermelhos embaixo e azuis em cima?”.
Justificativa:
Essa atividade é considerada uma situação de treino, pois permite que as crianças pratiquem habilidades específicas de coordenação motora fina, percepção espacial e concentração, repetindo ações para melhorar seu desempenho.
Aprendizagens em jogo:
Coordenação motora fina: ao encaixar, empilhar e equilibrar os blocos.
Raciocínio lógico e espacial: ao planejar a estrutura da torre para que não caia.
Resolução de problemas: ao identificar soluções quando a torre cai.
Socialização e cooperação: se a brincadeira é feita em grupo, estimulando troca de ideias e turnos.
Materiais e ambiente:
Materiais: blocos de madeira ou plástico de diferentes tamanhos e cores.
Ambiente: um espaço amplo, com piso firme e seguro, sem muitos objetos que possam atrapalhar a construção.
Avaliação do ambiente e materiais:
Favoreceram a ação da criança: os blocos eram variados, estimulando criatividade e experimentação; o espaço amplo permitiu movimentação segura.
Limitaram a ação da criança: se o espaço estivesse muito pequeno ou os blocos fossem poucos, a criança teria menos liberdade para experimentar combinações e construir torres maiores.
Brincadeira: Cuidando da horta da escola
Descrição da brincadeira (trabalho):
As crianças são convidadas a plantar sementes, regar as plantas e cuidar da horta. Cada criança recebe uma função específica, como cavar a terra, colocar as sementes nos vasinhos ou regar as plantas com regadorespequenos. O educador orienta sobre os cuidados necessários, explicando o que cada ação representa e a importância de cada etapa.
Justificativa:
Essa atividade é considerada uma situação de trabalho, porque envolve ações direcionadas com um propósito definido, não apenas pelo prazer do fazer, mas com objetivos claros: cuidar da planta, acompanhar seu crescimento e aprender sobre a natureza.
Aprendizagens em jogo:
Ciências naturais: noções de crescimento das plantas, ciclo da água e importância da luz solar.
Responsabilidade e cuidado: compreender que as plantas dependem dos cuidados diários.
Coordenação motora: ao manusear sementes, regadores e pequenos utensílios de jardinagem.
Trabalho em equipe e cooperação: cada criança cumpre uma função dentro do grupo.
Linguagem e comunicação: ao conversar sobre o que estão fazendo, descrevendo e trocando ideias com colegas e educador.
Materiais e ambiente:
Materiais: sementes, vasinhos, regadores, pás pequenas, terra, luvas.
Ambiente: área externa segura da escola, com espaço para circulação, sol e sombra, protegida de riscos.
Avaliação do ambiente e materiais:
Favoreceram a ação da criança: os materiais eram adequados ao tamanho das crianças e o espaço amplo permitiu movimentação segura. O ambiente estimulava a curiosidade e o cuidado com a natureza.
Limitaram a ação da criança: se houvesse pouco espaço, excesso de crianças ao mesmo tempo ou materiais insuficientes, algumas crianças não conseguiriam participar plenamente, limitando a aprendizagem e a experiência de cuidado.
Brincadeira: “Supermercado” (faz-de-conta)
Descrição da brincadeira (brincadeira livre/simbólica):
As crianças organizam um espaço da sala como um supermercado, usando caixas, embalagens vazias de alimentos, cestos e carrinhos de brinquedo. Algumas crianças assumem o papel de clientes, outras de atendentes. Elas simulam compras, pagamento e atendimento, criando histórias e interações espontâneas.
Justificativa:
Essa atividade é considerada uma brincadeira livre ou simbólica, pois é espontânea, divertida e orientada pela imaginação das crianças. Não há uma meta imposta pelo educador; o objetivo principal é explorar papéis sociais, regras e situações do cotidiano de forma lúdica.
Aprendizagens em jogo:
Linguagem e comunicação: diálogo, negociação e uso de vocabulário relacionado à situação do supermercado.
Criatividade e imaginação: criação de histórias, personagens e situações.
Matemática básica: contagem de produtos, “pagamento” com dinheiro de brinquedo, noções de quantidade e valor.
Socialização e empatia: cooperação, respeito às regras do jogo e compreensão dos papéis dos colegas.
Resolução de problemas: organizar o espaço, decidir quem será cliente ou atendente, lidar com conflitos de brincadeira.
Materiais e ambiente:
Materiais: caixas, embalagens vazias, cestos, carrinhos de brinquedo, etiquetas de preços feitas de papel, moedas de brinquedo.
Ambiente: área ampla da sala com espaço para circular, mesas e estantes para organizar os produtos e cantos demarcados para os diferentes papéis.
Avaliação do ambiente e materiais:
Favoreceram a ação da criança: materiais variados e acessíveis permitiram liberdade de criação; o espaço amplo possibilitou movimentação e interações sem acidentes.
Limitaram a ação da criança: se o espaço fosse pequeno ou os materiais fossem escassos, algumas crianças teriam dificuldade de participar plenamente, limitando a exploração simbólica e a cooperação.
Proposta Lúdica Central: “Cantinho da Casa” (brincadeira de faz-de-conta)
Objetivos de aprendizagem:
Desenvolver linguagem oral e comunicação por meio de diálogos e narrativas simbólicas.
Estimular a criatividade e imaginação, inventando histórias e papéis diversos.
Promover autonomia e tomada de decisão, permitindo que as crianças escolham papéis e objetos para brincar.
Favorecer a socialização e cooperação, respeitando turnos e regras da brincadeira.
Trabalhar coordenação motora fina e grossa, manipulando objetos, móveis e utensílios do espaço.
Lista de materiais acessíveis e seguros:
Caixas e embalagens de papelão limpas
Panos, tecidos e fantasias simples
Utensílios de cozinha de brinquedo (colheres, panelinhas, pratos)
Bonecos e pelúcias
Móveis pequenos ou adaptados para a brincadeira (mesinhas, cadeirinhas)
Cestos ou sacolas para organizar objetos
Papéis, lápis de cor e etiquetas para criação de “etiquetas” de alimentos ou nomes
Estratégias para favorecer:
Imitação: criar modelos de ações (cozinhar, atender, cuidar de bonecos) para que as crianças possam reproduzir e inventar novas situações.
Narrativa simbólica: estimular que as crianças contem histórias sobre os personagens e situações do cantinho, fazendo perguntas que incentivem a imaginação (“O que acontece agora?”, “Quem mora nessa casa?”).
Autonomia: permitir que as crianças escolham seu papel, os objetos que querem usar e o roteiro da brincadeira, garantindo liberdade de exploração e criatividade.
Papel do professor nesse espaço:
Observador e facilitador: acompanhar a brincadeira sem interferir diretamente, oferecendo ajuda apenas quando necessário.
Estimular perguntas e reflexões: perguntar sobre ações e escolhas das crianças para ampliar a linguagem e a narrativa.
Garantir segurança: organizar o espaço de forma segura, com materiais acessíveis e sem riscos.
Incentivar a socialização: mediar conflitos, propor desafios lúdicos e valorizar a cooperação e respeito entre as crianças.
ATIVIDADE 3 – Explorar, Tocar, Descobrir: O Mundo nas Mãos da Criança
 CAIXA INVESTIGATIVA “DESCOBERTAS E SENSAÇÕES”
Faixa etária: 1 a 3 anos
Campo de Experiência (BNCC):
O eu, o outro e o nós
Corpo, gestos e movimentos
Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações
Escuta, fala, pensamento e imaginação
 Objetivo Geral
Promover experiências sensoriais, de exploração e investigação, favorecendo a curiosidade, a coordenação motora e a autonomia por meio da manipulação de objetos variados.
 Materiais e Justificativas Pedagógicas
Objetivos de Aprendizagem (BNCC)
Cuidados de Higiene e Segurança
Material
Justificativa pedagógica
Orientação de Uso
Blocos de montar grandes e coloridos (plástico atóxico)
Estimulam coordenação motora fina e global, noção de encaixe e equilíbrio, criatividade e concentração.
EI01EO03 – Manipular objetos e explorar suas características. 
EI02CG02 – Coordenar ações com pares em construções coletivas.
Disponibilizar em cesto baixo; incentivar empilhar, agrupar por cores ou tamanhos.
Higienizar com sabão neutro; evitar peças pequenas; guardar em caixa com tampa.
Potes plásticos com tampas (tamanhos variados)
Desenvolvem coordenação motora e noção de volume, causa e efeito.
EI01CG03 – Experimentar diferentes formas de uso de objetos.
EI02ET02 – Explorar tamanho, peso e quantidade.
Permitir abrir, fechar, empilhar e encaixar livremente.
Higienizar com detergente neutro; verificar tampas firmes; evitar vidro.
Tecidos coloridos de diferentes texturas (seda, algodão, tule)
Proporcionam experiências táteis e visuais, ampliando percepções sensoriais.
EI01EF01 – Explorar materiais diversos e suas características.
EI02EO01 – Manifestar preferências por cores e texturas.
Pendurar ou deixar dobrados; incentivar brincar de cobrir, soprar, esconder.
Lavar com sabão neutro; evitar fios soltos; armazenar em saco de tecido.
Rolos de papelão (de papel toalha ou filme plástico)
Incentivam exploração auditiva e visual, imaginação e linguagem simbólica.
EI02TS01 – Usar objetos de forma criativa e expressiva.
EI01CG04 – Explorar sons e movimentos.
Usar como luneta, tubo sonoro ou microfone simbólico.
Lixar bordas; substituir quando úmido; supervisionar o uso.
Tampas de garrafa (plásticas e coloridas)
Favorecem coordenação motora fina, discriminação de cores e classificação.
EI02ET03 – Comparar e classificar objetos.
EI01CG02 – Manipular pequenos objetos com precisão.
Separar por cores/tamanhos; usar em potes transparentes.
Usar apenas tampas grandes; higienizar; evitar risco de engasgo.
 Objetivos de Desenvolvimento e Aprendizagem
Explorar objetos e materiaispercebendo suas propriedades (texturas, sons, cores).
Desenvolver coordenação motora fina e ampla.
Estimular a curiosidade, a imaginação e a investigação ativa.
Promover interações e cooperação entre as crianças.
Ampliar linguagem verbal e não verbal ao expressar descobertas e emoções.
Cuidados Gerais com a Caixa Investigativa
Higiene: Lavar ou desinfetar semanalmente; tecidos devem ser lavados e secos ao sol.
Segurança: Evitar materiais cortantes, pequenos ou quebráveis.
Organização: Manter os objetos em caixas transparentes, rotuladas e acessíveis.
Acessibilidade: Garantir alcance e adaptação aos diferentes ritmos e possibilidades motoras.
Supervisão: Sempre acompanhar as crianças durante a exploração.
 Papel do Professor
O educador atua como mediador, garantindo a segurança, observando as formas de exploração e valorizando as descobertas infantis. Deve incentivar a curiosidade, nomear as ações das crianças e favorecer a interação entre pares.
ATIVIDADE 4 – Aprender sendo, brincando e explorando: o cotidiano na Educação Infantil
Registro Reflexivo – Condições de Aprender na Educação Infantil
Ao realizar as atividades e observar as interações entre as crianças, pude compreender com mais profundidade que as condições de aprender na Educação Infantil estão intimamente ligadas às experiências que envolvem o corpo, a curiosidade, a afetividade e o brincar.
 Aprender, nessa etapa, não se restringe à aquisição de conteúdos, mas acontece nas relações, nas descobertas e nas ações cotidianas.
Percebi que o ambiente e os materiais oferecidos são fundamentais: espaços organizados, acessíveis e ricos em possibilidades estimulam a exploração, a imaginação e a autonomia. 
A qualidade das interações entre criança–criança e criança–professor também é decisiva, pois é na escuta, no acolhimento e na valorização das expressões infantis que o aprendizado se consolida de forma significativa.
As atividades de exploração da água, da areia e de materiais não estruturados mostraram que o brincar é uma poderosa ferramenta de aprendizagem. Nelas, as crianças constroem hipóteses, experimentam, se comunicam e dão sentido às suas ações. Assim, o professor atua como mediador sensível, garantindo tempo, espaço e liberdade para que cada criança aprenda no seu ritmo.
Concluo que criar boas condições de aprender na Educação Infantil significa oferecer experiências que integrem o brincar, o conviver, o explorar e o expressar, respeitando a singularidade de cada criança e reconhecendo-a como protagonista do seu processo de aprendizagem.
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