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Hierarquia da 
Organização e a 
Unidade Celular
Hierarquia e Organização e Unidade 
Celular 
• O corpo animal é organizado em níveis crescentes de complexidade, iniciando no nível 
químico, onde átomos formam macromoléculas como carboidratos, lipídios, proteínas
e ácidos nucleicos (DNA e RNA)
• No nível celular, essas moléculas se organizam para formar as células, que são as 
menores unidades vivas do organismo e contêm subunidades funcionais chamadas organelas. 
• Grupos de células com funções comuns formam o nível tecidual (epitelial, conjuntivo, 
muscular e nervoso), que se organizam em órgãos e sistemas até constituírem o organismo
completo
1. Nível Químico 
Átomos formam moléculas e macromoléculas 
(Carboidratos, Lipídios, Proteínas, Ácidos Nucleicos). 
2. Nível Celular 
A menor unidade viva. Trilhões de células 
compostas por organelas. 
3. Nível Tecidual 
• Epitelial (Revestimento) 
• Conjuntivo (Suporte - ex: osso) 
• Muscular (Movimento) 
• Nervoso (Comunicação) 
4. Nível Orgânico & Sistêmico 
Tecidos formam órgãos; órgãos formam 
sistemas. 
Componentes 
Celulares
Anatomia da fábrica celular
Citosol
• Citosol ou matriz citoplasmática é a substância gelatinosa, que contém 
um fluido dentro do qual ficam suspensos os outros elementos 
citoplasmáticos, e consiste em água, íons e muitas enzimas. Algumas 
dessas enzimas iniciam a degradação de nutrientes (açúcares, 
aminoácidos e lipídios) que são a matéria-prima e fonte de energia para a 
atividade celular.
Fosfolípideos
• São as moléculas mais abundantes. Possuem uma "cabeça" polar 
(hidrofílica), atraída pela água, e uma "cauda" não polar (hidrofóbica), 
composta por duas cadeias de ácidos graxos que evitam a água. Na 
membrana, as cabeças ficam voltadas para as superfícies interna e 
externa (em contato com o citoplasma e o fluido extracelular), enquanto 
as caudas se alinham no centro.
• Colesterol: Encontrado em quantidades substanciais, este lipídio ajuda a 
estabilizar a estrutura e influenciar a fluidez da bicamada.
A Membrana Plasmática: O Modelo do Mosaico 
Fluido
Sustentação
• O citoesqueleto forma uma rede de filamentos que não apenas sustenta 
a estrutura celular, mas também gera movimentos e serve como "trilhos" 
para o transporte de vesículas entre as organelas.
Proteínas de membrana
• Proteínas Integrais (Intrínsecas): Estão firmemente incrustadas na 
bicamada lipídica. A maioria é classificada como proteínas 
transmembranas, atravessando toda a extensão da membrana e 
projetando-se para ambos os lados. Elas atuam como canais, 
transportadores, enzimas e receptores.
Proteínas de Membrana
• Proteínas Periféricas (Extrínsecas): Não atravessam a membrana; ficam 
ligadas frouxamente à sua superfície. Muitas vezes, conectam-se a uma 
rede de filamentos citoplasmáticos que fornecem sustentação mecânica, 
impedindo que a membrana se rompa facilmente
Carboidrato e Glicocálice
• Cadeias curtas de carboidratos ligam-se às proteínas e lipídios na face 
externa da célula, formando glicoproteínas e glicolipídios.
• Glicocálice: É a "cobertura de açúcar" que se projeta da superfície 
celular.
Importância do Glicocálise
• Importância Veterinária: O glicocálice atua como um marcador 
biológico peculiar para o reconhecimento entre células. Na reprodução 
animal, por exemplo, é através da composição específica do glicocálice do 
óvulo que um espermatozoide consegue reconhecê-lo para a fertilização. 
Além disso, sua natureza "pegajosa" ajuda na adesão entre células vizinhas 
para a formação de tecidos.
Funções da Membrana Plasmática
Núcleo arquiva informações para linha de 
montagem proteica
Organelas: A 
Linha de 
Produção das 
Proteínas
Processo de endomembranas processa e 
distribui produção celular
Linha de Produção e Secreção
• O núcleo, que atua como o centro de controle, contendo o DNA com as instruções para a 
síntese proteica.
• Síntese e Processamento: Os ribossomos e o retículo endoplasmático (RE) rugoso executam a 
síntese de proteínas
• RE liso foca no metabolismo de lipídios e armazenamento de cálcio.
• O complexo de Golgi recebe essas proteínas, selecionando, processando e empacotando-as em 
vesículas. Essas substâncias podem ser enviadas para os lisossomos (para digestão celular) ou 
para fora da célula via exocitose.
Complexo de Golgi
• O complexo de Golgi seleciona, processa e embala as proteínas e 
membranas produzidas pelo RE rugoso. 
• Na via comum a todas as células, a membrana da vesícula funde-se e 
contribui com a membrana plasmática, cujos componentes são 
renovados e reciclados constantemente. 
• Na via que ocorre nas células glandulares, o produto da proteína fica 
contido nas vesículas secretoras; essas vesículas liberam seu conteúdo 
para o exterior da célula por exocitose.
Complexo de Golgi
• Na via também comum em todas as células, a vesícula que sai do 
complexo de Golgi é um lisossomo, um saco preenchido por enzimas 
digestórias que permanecem dentro da célula.
Organelas: Energia, Limpeza e Manutenção
Lisossomos
• Quando as membranas internas, proteínas ou organelas de uma célula 
são danificadas ou se desgastam, elas são envolvidas por uma nova 
membrana do RE rugoso, formando uma vesícula. Então, os lisossomos 
ao redor fundem-se com essa vesícula para digerir seu conteúdo.
A manutenção 
da ordem 
biológica exige 
energia e 
reciclagem 
constante
Peroxissomos
• Funcionam como um sistema de remoção de resíduos tóxicos da fábrica. 
São sacos revestidos por membranas, que se parecem com pequenos 
lisossomos. Contêm uma variedade de enzimas, principalmente as 
oxidases e catalases.
Limpeza
• Para que a célula continue funcional, os lisossomos atuam na 
degradação de substâncias indesejáveis ou organelas danificadas através 
de enzimas digestórias. 
Transporte Vesicular
Transporte Vesicular – Via Fusão de Membrana
Mitocôndrias
• Nenhum trabalho celular ocorreria sem as mitocôndrias, as "usinas de 
energia" da célula. Elas oxidam nutrientes, como glicose e ácidos graxos, 
para gerar ATP (trifosfato de adenosina). Este ATP é o combustível 
necessário para Transporte Ativo e síntese de macromoléculas.
Como oxigênio é carreado para dentro da 
célula?
Força Motriz (Gradiente de Concentração): O movimento do oxigênio é 
determinado pela diferença de concentração entre o sangue capilar e o interior 
das células. Como os processos metabólicos celulares consomem oxigênio 
continuamente, sua concentração intracelular permanece baixa, criando um 
gradiente que "puxa" o oxigênio do sangue para o líquido intersticial e, 
finalmente, para dentro da célula.
Como o oxigênio é 
carreado para dentro 
das células?
DIFUSÃO SIMPLES
Como oxigênio é carreado para dentro da 
célula?
Este mecanismo é possível porque o oxigênio é uma molécula pequena, 
não carregada e solúvel em gordura, o que permite que ele atravesse 
livremente a dupla camada de lipídios da membrana plasmática sem a 
necessidade de proteínas de transporte ou gasto de energia.
Como a glicose é carreada para dentro das 
células?
A glicose, por ser uma molécula grande e solúvel em água, não consegue 
atravessar a dupla camada de lipídios da membrana plasmática por difusão 
simples. Para entrar nas células, ela depende de proteínas integrais de 
membrana que atuam como transportadores específicos.
Transporte Ativo Secundário (Cotransporte)
Este mecanismo ocorre principalmente em locais onde a glicose precisa ser 
absorvida contra um gradiente de concentração, como no epitélio intestinal e 
nos rins.
• Força Motriz: Utiliza o gradiente de sódio (Na+) criado pela bomba de Na+, 
K+-ATPase. O sódio está em alta concentração fora da célula e tende a entrar 
nela ("morro abaixo").
• Funcionamento: Uma proteína de cotransporte (simporte) possui sítios de 
ligação para o sódio e para a glicose. Quando ambos se ligam, a proteína muda 
sua configuração e transporta a glicose para dentro da célula, aproveitando a 
energia da entrada do sódio.
DifusãoFacilitada
Este é um processo passivo que move a glicose a favor do seu gradiente 
de concentração (do meio mais concentrado para o menos concentrado).
•Funcionamento: Proteínas transportadoras ligam-se à glicose de 
maneira "chave-fechadura" e facilitam sua passagem pela membrana 
sem gasto direto de energia.
O papel da Insulina
Na maioria das células do corpo, a captação de glicose é dependente do 
hormônio insulina. A insulina atua como uma sinalizadora que facilita o 
transporte da glicose sérica para o citoplasma das células. 
Tecido Epitelial
• Revestimento das superfícies externas e internas do corpo - PROTEÇÃO – Agentes químicos, 
mecânicos e biológicos
• Absorção – Permite a passagem seletiva de nutrientes, água, íons. Ex: TGI e túbulos renais
• Secreção – Produção e excreção de substâncias como enzimas e hormônios, muco e suor por 
meio de glândulas exócrinas e endócrinas
• Excreção – Eliminação de resíduos metabólicos
• Transporte – Muco e partículas através do epitélio ciliado (T. Resp)
• Percepção sensorial
• Manutenção de homeostasia
Tecido Conjuntivo
•Nutrição e trocas metabólicas
Facilita a troca de nutrientes, gases e metabólitos entre o sangue e os tecidos, 
especialmente onde não há vascularização direta (ex.: cartilagem).
•Armazenamento
Pode armazenar energia (tecido adiposo), minerais (tecido ósseo) e água.
•Reparo e cicatrização
Tem papel essencial na regeneração e cicatrização dos tecidos após lesões.
Tecido Conjuntivo
•Sustentação estrutural
Dá suporte mecânico aos órgãos e tecidos, mantendo a forma e a posição 
•das estruturas (ex.: ossos, cartilagens e estroma dos órgãos).
•Ligação e preenchimento
Une tecidos diferentes entre si e preenche espaços entre órgãos, músculos, vasos e 
nervos.
•Proteção e defesa
Atua como barreira física e participa da resposta imunológica, já que abriga células de 
defesa (como macrófagos e mastócitos).
Tecido Nervoso
•Recepção de estímulos
Capta estímulos do meio externo e interno por meio de receptores sensoriais, 
transformando-os em impulsos nervosos.
•Condução de impulsos nervosos
Transmite sinais elétricos ao longo dos neurônios, permitindo comunicação 
rápida entre diferentes partes do corpo.
•Integração das informações
Processa, interpreta e integra os estímulos recebidos, especialmente no 
sistema nervoso central (encéfalo e medula espinal).
Tecido Muscular
•Produção de movimento corporal
O músculo esquelético gera movimentos voluntários, permitindo 
locomoção, postura e expressão corporal.
•Manutenção da postura e estabilidade
Atua continuamente para manter a posição do corpo e das articulações 
contra a gravidade.
Tecido Muscular
•Movimentação de substâncias internas
O músculo liso promove o deslocamento de conteúdos dentro dos 
órgãos, como alimento no trato gastrointestinal, urina no trato urinário,
sangue nos vasos.
•Propulsão do sangue
O músculo cardíaco é responsável pela contração rítmica do coração, 
garantindo a circulação sanguínea contínua.
Tecido Muscular
•Regulação do diâmetro de órgãos e vasos
O músculo liso controla o calibre de vasos sanguíneos, brônquios e 
vísceras, regulando fluxo e pressão.
•Produção de calor (termogênese)
A atividade muscular contribui significativamente para a manutenção da 
temperatura corporal, especialmente em mamíferos.
Tecido Muscular
Segundo Cunningham é destacado que o tecido muscular é 
especializado em converter energia química em energia mecânica,
sendo essencial para a homeostasia, circulação, digestão e interação do 
animal com o ambiente.
Tecido Nervoso
•Coordenação das atividades corporais
Controla e ajusta funções motoras, sensoriais e autonômicas, garantindo 
respostas adequadas do organismo.
•Controle da atividade muscular e glandular
Comanda a contração muscular (músculo esquelético, liso e cardíaco) e 
a secreção das glândulas.
•Manutenção da homeostasia
Atua junto ao sistema endócrino na regulação de funções vitais como 
temperatura corporal, frequência cardíaca, respiração e digestão.
Transporte Passivo: A Favor do Gradiente
Sem gasto de energia (ATP)
Transporte Ativo: Contra 
Corrente
Transporte Ativo Primário
Transporte Ativo Primário: Obtém energia diretamente da hidrólise do ATP
(trifosfato de adenosina). As proteínas de membrana envolvidas funcionam 
como enzimas (ATpases) que catalisam a quebra do ATP para realizar o 
movimento "morro acima" das moléculas. O exemplo mais fundamental é a 
bomba de Na+, K+-ATPase, que utiliza ATP para bombear três íons sódio para 
fora da célula e dois íons potássio para dentro, criando e mantendo gradientes 
de concentração essenciais.
Transporte Ativo secundário
Utiliza a energia potencial armazenada em um gradiente iônico estabelecido 
previamente pelo transporte ativo primário, em vez de gastar ATP diretamente,,. 
Na maioria das vezes, ele aproveita o gradiente de sódio (Na+) mantido pela 
bomba de Na+, K+ ATPase,
Transporte de Na+
Neste mecanismo, o fluxo espontâneo do íon sódio para o interior da célula 
("morro abaixo") é acoplado ao transporte de outra substância (como glicose 
ou aminoácidos) contra o seu próprio gradiente ("morro acima"),,. Um 
exemplo típico é a absorção de nutrientes pelo epitélio intestinal e pelos rins, 
onde a glicose é "puxada" para dentro das células aproveitando a energia da 
entrada passiva do sódio.
A importância clínica do transporte 
ativo
• Na clínica, toda alteração fisiológica é mediada por proteínas, cujas 
funções dependem de sua forma e conformação. Por exemplo, a 
manutenção da homeostase iônica via bomba de sódio-potássio 
consome de 50% a 70% da energia cerebral; qualquer privação de 
oxigênio ou glicose compromete essa bomba, gerando déficits 
neurológicos graves e sinais clínicos como convulsões e confusão 
mental no animal. 
Como surge o edema 
celular?
Qual a relação entre o transporte de membrana e o edema celular?
Falha na Bomba de Na+, K+-ATPase
A manutenção do volume celular depende diretamente da bomba de Na+, K+, 
que utiliza energia (ATP) para bombear três íons sódio para fora da célula e dois 
íons potássio para dentro. Se a célula for privada de energia — como ocorre em 
casos de isquemia ou hipóxia (falta de oxigênio ou glicose) — a bomba para de 
funcionar. Sem o bombeamento ativo, o sódio acumula-se no interior da célula, 
aumentando a pressão osmótica intracelular.
Fluxo osmóstico de água
Como a membrana plasmática é altamente permeável à água, esta move-se 
passivamente para equilibrar as concentrações de solutos. O excesso de sódio 
intracelular "puxa" a água do meio extracelular para dentro do citoplasma 
através de osmose. Esse influxo descontrolado de água faz com que a célula se 
expanda, caracterizando o edema celular.
Como se manifesta na patologia 
Animal?
• A privação de glicose (hipoglicemia) leva a danos na bomba de sódio e 
potássio, resultando em edema neuronal que se manifesta clinicamente 
como convulsões, fraqueza e confusão mental – Neurônios são 
dependentes de ATP
• Toxicidade por sal - Em suínos, a ingestão excessiva de sódio eleva os 
níveis deste íon no sangue, que se difunde para o cérebro.
Por que enxergamos miragem no deserto?
Por que as pessoas desidratadas deliram?
Em estados de desidratação grave ou isquemia, a redução da perfusão tecidual 
priva as células de oxigênio e glicose, substratos essenciais para a produção de 
ATP.
• Consequência: Sem energia, a bomba Na+, K+-ATPase para de funcionar, 
resultando no acúmulo de sódio intracelular.
• Fluxo Osmótico: Esse excesso de sódio cria um gradiente osmótico que 
"puxa" a água do meio extracelular para dentro do citoplasma, causando o 
edema celular (inchaço), o que pode ser observado em neurônios durante 
crises metabólicas, levando a convulsões e confusão mental.
Glicocálice e a Sepse
Degradação da Proteção: Embora o glicocálice atue como o "escudo" externo da membrana 
plasmática, a inflamação exacerbada na sepse compromete a integridade dessas bordas 
celulares e das junções oclusivas (que mantêmas células unidas)
Uma vez que a barreira endotelial (incluindo o glicocálice) é rompida ou se torna 
excessivamente permeável, água, eletrólitos e proteínas plasmáticas saem da corrente 
sanguínea e acumulam-se nos tecidos e vias aéreas (edema pulmonar).
Choque circulatório
• Esse "vazamento" sistêmico leva à hipovolemia (redução do volume 
sanguíneo), depressão cardíaca e, por fim, à falência de órgãos vitais 
como rins e pulmões
• O glicocálice é um componente vital da barreira seletiva das células. A 
sepse representa o estado patológico onde essa seletividade e a própria 
estrutura endotelial são destruídas pela resposta inflamatória do 
hospedeiro, resultando em choque circulatório.
Conclusão: 
A célula 
como Base 
da Vida 
Animal
	Slide 1: Hierarquia da Organização e a Unidade Celular
	Slide 2: Hierarquia e Organização e Unidade Celular 
	Slide 3
	Slide 4: Componentes Celulares
	Slide 5: Anatomia da fábrica celular
	Slide 6: Citosol
	Slide 7: Fosfolípideos
	Slide 8: A Membrana Plasmática: O Modelo do Mosaico Fluido
	Slide 9: Sustentação
	Slide 10: Proteínas de membrana
	Slide 11: Proteínas de Membrana
	Slide 12: Carboidrato e Glicocálice
	Slide 13: Importância do Glicocálise
	Slide 14: Funções da Membrana Plasmática
	Slide 15: Núcleo arquiva informações para linha de montagem proteica
	Slide 16: Organelas: A Linha de Produção das Proteínas
	Slide 17: Processo de endomembranas processa e distribui produção celular
	Slide 18
	Slide 19: Linha de Produção e Secreção
	Slide 20: Complexo de Golgi
	Slide 21: Complexo de Golgi
	Slide 22: Organelas: Energia, Limpeza e Manutenção
	Slide 23: Lisossomos
	Slide 24: A manutenção da ordem biológica exige energia e reciclagem constante
	Slide 25: Peroxissomos
	Slide 26: Limpeza
	Slide 27: Transporte Vesicular
	Slide 28: Transporte Vesicular – Via Fusão de Membrana
	Slide 29: Mitocôndrias
	Slide 30: Como oxigênio é carreado para dentro da célula?
	Slide 31: Como o oxigênio é carreado para dentro das células?
	Slide 32: Como oxigênio é carreado para dentro da célula?
	Slide 33: Como a glicose é carreada para dentro das células?
	Slide 34: Transporte Ativo Secundário (Cotransporte)
	Slide 35: Difusão Facilitada
	Slide 36: O papel da Insulina
	Slide 37: Tecido Epitelial
	Slide 38: Tecido Conjuntivo
	Slide 39: Tecido Conjuntivo
	Slide 40: Tecido Nervoso
	Slide 41: Tecido Muscular
	Slide 42: Tecido Muscular
	Slide 43: Tecido Muscular
	Slide 44: Tecido Muscular
	Slide 45: Tecido Nervoso
	Slide 46: Transporte Passivo: A Favor do Gradiente Sem gasto de energia (ATP)
	Slide 47: Transporte Ativo: Contra Corrente
	Slide 48: Transporte Ativo Primário
	Slide 49: Transporte Ativo secundário
	Slide 50: Transporte de Na+
	Slide 51: A importância clínica do transporte ativo
	Slide 52: Como surge o edema celular?
	Slide 53: Falha na Bomba de Na+, K+-ATPase
	Slide 54: Fluxo osmóstico de água
	Slide 55: Como se manifesta na patologia Animal?
	Slide 56: Por que enxergamos miragem no deserto?
	Slide 57: Por que as pessoas desidratadas deliram?
	Slide 58: Glicocálice e a Sepse
	Slide 59: Choque circulatório
	Slide 60: Conclusão: A célula como Base da Vida Animal

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