Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

11/03/2024
1
Direito 
Grego
Prof. Dr. Wescley Rodrigues Dutra
1. Contexto histórico;
2. Divisão histórica;
3. Organização social;
4. Peculiaridade do Direito Grego;
5. Fontes das leis escritas gregas;
Roteiro
6. Herança do Direito de Atenas;
7. A cidadania como herança;
8. Ascensão das leis escritas e universais;
9. Ensino do Direito;
10. Não profissionalização do Direito;
11. Instituições gregas.
Roteiro
1 Contexto 
Histórico
• Desenvolveu-se nas proximidades do Monte
Olimpo, próximo ao mar Mediterrâneo.
• Berço das sociedades europeias
contemporâneas.
• A região, na época chamava-se Hélade.
1 Contexto histórico
• Abrigava várias cidades independentes.
• Relevo extremamente acidentado:
▫ Por essa motivo não construíram um Estado
unificado.
• Costumes comuns, idioma e religião,
deram ao conjunto das cidades uma
identidade cultural comum.
1 Contexto histórico
11/03/2024
2
1.1 Condições físicas
• Dificuldade de ocupar grande parte do
território devido as características físicas:
▫ 20% da área propícia à atividade humana;
▫ Poucas chuvas e a ausência de grandes rios;
▫ Pouco desenvolvimento agrícola devido a
ausência de grandes rios;
▫ Navegação costeira única atividade facilitada.
1.2 Nomenclatura
• Grécia não indica o nome de um país ou de uma unidade política
na Antiguidade:
▫ Significava uma região.
Grego é o nome pelo qual os romanos 
designavam os helenos, habitantes da Hélade
que ficou conhecida como Grécia.
2 Divisão 
Histórica
2 Divisão histórica
Sua história estende-se do séc. XX ao séc. IV a.C.:
❑ Pré-Homérico
(século XX – XII a.C.);
❑ Homérico
(século XII – VIII a.C.);
❑ Arcaico
(século VIII – VI a.C.);
❑ Clássico
(século V – IV a.C.).
❑ Helenístico
(século III – II a.C.).
11/03/2024
3
3 Organização 
social
3.1 Pirâmide social da Grécia Antiga 
3.2 Organização social de Atenas
Em Atenas, todos cidadãos tinham 
direitos políticos, mas nem todos 
habitantes eram cidadãos.
3.2 Organização social de Atenas
Metecos
25.000 a 
40.000
Escravos
80.000 a 
110.000
Mulheres e 
crianças 
atenienses 
110.000 a 
150.000
Não Cidadãos
Homens 
atenienses 
35.000 a 
45.000
3.3 Condição das mulheres
• Estavam sob a tutela de seus pais e
maridos:
▫ No entanto, tinham uma enorme
liberdade de ir e vir.
• Chegavam a frequentar escolas.
11/03/2024
4
4 Peculiaridade 
do Direito 
Grego
4 Peculiaridade do Direito Grego
• Não se pode falar de um sistema único de
direito para a Grécia:
▫ Devido o sistema de Pólis independentes.
• É comum utilizar direito grego e direito
ateniense como sinônimos.
Costuma-se dizer que da Grécia veio 
pouca coisa na tradição jurídica e 
que o Ocidente devia mais a Roma 
nessa área.
Isso é meia verdade!
4.1 Há uma herança grega para o Direito Ocidental?
“Habitualmente, considera-se a civilização romana como a matriz do 
direito moderno. Todavia, é na Grécia que ocorreu a revolução 
intelectual que gerou o conceito de um direito que valha de forma 
igual para todos cidadãos.”
(CERQUEIRA, 2020, online)
• Não foram grandes juristas na acepção do termo, pois não
construíram uma ciência do direito e nem sequer descreveram de
maneira sistemática as suas instituições de direito público e
privado.
O Direito das cidades gregas não foi formulado 
com base em textos normativos e nem 
doutrinários, sendo derivado da noção de justiça 
que estava difusa na consciência coletiva.
4 Peculiaridade do Direito Grego
• Não elaboraram tratados sobre o direito.
• Limitavam-se à tarefa de legislar (criação das
leis) e administrar a justiça pela resolução de
conflitos (Direito Processual).
4 Peculiaridade do Direito Grego
11/03/2024
5
5 Fontes das leis 
escritas gregas
• Fontes literárias;
• Fontes epigráficas.
5 Fontes das leis escritas gregas 
• Fontes literárias:
▫ Discursos forenses dos dez oradores
áticos (Demóstenes, Antífonas, Lísias,
Isaeus, Isócrates, Demóstenes, Ésquino,
Licurgo, Hipérides e Dinarco);
▫ As monografias constitucionais;
▫ Filósofos do direito;
▫ Antiga e nova comédia.
5 Fontes das leis escritas gregas 
• Fontes epigráficas:
▫ Devido à característica de publicar
documentos em forma pública e
permanente (madeira, bronze e pedra),
grande número dessas inscrições em pedra
sobreviveram e constituem as fontes
epigráficas.
5 Fontes das leis escritas gregas 
6 Herança do 
Direito de Atenas
• “Herdamos” de Atenas elementos
fundamentais de nossa tradição jurídica:
1. A laicização do direito:
 Abre-se uma fenda entre o direito “dos deuses” e
o direito “dos homens”.
2. A ideia de que as leis podem ser revogadas
pelos mesmos homens que as fizeram.
6 Herança do Direito de Atenas
11/03/2024
6
• Primeira reflexão clássica sobre a natureza da lei e da justiça.
• O direito já não precisa ser revelado divinamente para valer e nem
é preciso invocar a vontade dos deuses para deliberar sobre as leis.
• Distinção clara entre a religião e o Estado.
Descartam de algum modo a ideia de que as leis 
são reveladas pelos deuses exclusivamente, ou são 
apenas tradições herdadas.
6.1 Quebra da ideia de lei divina
3. A política – extraordinária invenção grega:
 Promoveram uma dupla revolução:
a) Identificaram a fonte da autoridade na pólis, isto é,
na comunidade, dela irradiava legitimamente o
poder;
b) Decidiram que a comunidade deveria discutir seus
problemas e projetos, cabendo aos cidadãos votar.
6 Herança do Direito de Atenas
• Criaram a Democracia, o poder entregue aos
cidadãos.
• Com a invenção grega, o homem não governa
sozinho.
6 Herança do Direito de Atenas
• Passam à reflexão metódica sobre a liberdade, a
política e a ética.
• Refletem as leis:
▫ Quem faz? Por que faz? Como são feitas? Como
se mudam?
6 Herança do Direito de Atenas
“É da Grécia que provém o sentido 
intelectual da universalidade da 
justiça; foi entre os gregos que se 
desenvolveu a noção de que o direito é 
coisa pública, confeccionada e 
controlada pelo conjunto da 
comunidade.”
(CERQUEIRA, 2020, online)
• Pensamento jurídico grego.
• O direito não está resumido às normas criadas pelo
homem.
• Existiria uma ordem normativa anterior e superior à
ordem normativa criada pelo homem no exercício do
poder estatal, que é extraído e compreendida pela
razão humana.
6.3 Direito Natural Clássico
11/03/2024
7
• Os fundamentos do direito natural são as leis morais
eternas e imutáveis, que representam a justiça
superior, sendo superior ao direito positivo.
• Por não ser uma criação humana, está presente na
natureza das coisas e do mundo, daí a denominação
de direito natural.
• A tragédia Antígona, de Sófocles.
6.3 Direito Natural Clássico
• Legado:
▫ A coexistência de duas ordens jurídicas: ao lado do
direito produzido pelo Estado existe outro direito, que
não é produzido por ele, mas decorre do mundo da
natureza, anterior à ordem jurídica estatal.
▫ Cabe ao direito natural limitar a ordem jurídica estatal,
por ser superior ao direito estatal.
6.3 Direito Natural Clássico
Pregavam que além de leis particulares de 
cada cidade e cada nação haveria um direito 
comum a todos os povos, um direito das 
gentes ou natural.
6.3.1 O nascimento do ius gentium
7 A cidadania 
como herança
• A evolução política da pólis sustentou-se na
organização impessoal das instituições jurídicas:
▫ Regime democrático = Democratização dos
direitos dos cidadãos;
▫ Surgiu na pólis grega e desenvolveu-se
diferentemente na civitas romana.
7 A cidadania como herança
O direito grego avançou pari passu com
a evolução da cidadania.
“O direito ocidental é filho das 
experiências republicanas das cidades-
Estado mediterrânicas antigas.”
(CERQUEIRA, 2020, online)
7 A cidadania como herança
11/03/2024
8
8 Ascensão das 
leis escritas e 
universais
• Pré-Direito era o direito arcaico.
▫ Exercido de forma autoritária pela realeza e pela
aristocracia;
▫ Profundamente influenciado por ideias mágico-míticas:
 A culpa era vista como algo contagioso, que maculava os
indivíduos ou a cidadeque convivesse com o autor do delito.
8.1 Transição do Pré-direito ao Direito
▫ Não havia a noção de voluntariedade do delito:
 Acreditava-se que o indivíduo cometesse o delito por
influência de algum fator sobre-humano;
 Deveria pagar por essa falta independentemente de não ter
agido voluntariamente.
▫ As acusações eram sumárias, não havia procedimentos
regulares de defesa.
8.1 Transição do Pré-direito ao Direito
▫ Famílias influentes e interesses particulares,
exercem um controle sobre o exercício da justiça, em
prejuízo dos indivíduos de extração social inferior;
▫ Justiça exercida por delegação divina (justificativa
para os atos autocráticos).
8.1 Transição do Pré-direito ao Direito
▫ Leis baseadas na tradição;
▫ Transmitidas oralmente;
▫ Somente um restrito grupo tinha a prerrogativa
de interpretá-las.
8.1 Transição do Pré-direito ao Direito
“A partir do séc. VII, o chamado Pré-Direito
começou a ceder espaço, lentamente, ao Direito. 
Em meados desse século, numa cidade da ilha de 
Creta, pela primeira vez fixou-se por escrito uma 
decisão da comunidade políade. Aos poucos, a 
lei começará a ser registrada e passará ao 
domínio comum: escrita sobre uma pedra 
exposta ao olhar em lugar público, esta sob as 
vistas de todos cidadãos, mesmo que nem todos 
a possam efetivamente ler.”
(CERQUEIRA, 2020, online)
11/03/2024
9
• O centro da vida se desloca da família para a cidade:
▫ Já não era suficiente as decisões levadas a cabo pelos
juízes de aldeia, os velhos, sábios e prudentes.
• A solidariedade cívica exige regras universais, que
valham para todos os casos e que não sejam simples
aplicação da prudência a cada caso concreto.
• As cidades passam a impor-se moldando os homens em
torno do bem comum.
8.1.1 Surgimento das regras universais na Pólis
• O poder começa a sair da esfera do privado e
avança no sentido do estabelecimento da ordem
pública:
▫ O poder não é mais a pessoa; agora, o poder é a
função;
▫ Escolhe-se por eleição indivíduos que exercerá
esses cargos por um período determinado
(Início da cidadania e da Pólis).
8.1.2 Surgimento da ideia de interesse público
“Nessa transição entre a monarquia e a nascente pólis aristocrática, surge 
o conceito de que o poder do Estado devia estar sujeito ao interesse 
público e que esse público (a comunidade cidadã) devia exercê-lo por si 
mesmo, e não delegar a uma autoridade real com poderes ilimitados.”
(CERQUEIRA, 2020, online)
• Zaleuco de Locros (650 a.C) – Primeiro
legislador grego.
• Responsável pelo primeiro código com leis
escritas.
• Promoveu a compilação dos costumes vigentes.
8.2 Apogeu das leis escritas
• Leis de Drácon (621 a.C.) - põem fim à
solidariedade familiar e obrigam ao
recurso aos tribunais nas disputas entre
clãs:
▫ Propósito: Abolir a justiça familiar, fonte
de sangrentos conflitos;
▫ À cidade compete decidir e manter a paz.
8.2 Apogeu das leis escritas
• Leis de Drácon:
• Transferem para o Estado o direito de
vingança pela morte de um parente;
• Limita os poderes da aristocracia de
fazer a justiça com as próprias mãos:
• Restringe-se a “justiça de sangue”,
fortalece-se a justiça da Pólis.
8.2.1 Drácon– 621 a.C.
11/03/2024
10
• Limitou a escrever as leis que eram
orais, sem nada alterar.
• Tira a justiça das mãos dos eupátridas e
passa para o Estado.
• Legislação rigorosa: Institui a pena de
morte para a maioria dos crimes.
8.2.1 Drácon– 621 a.C.
• Ao longo do séc. VI, serão
desenvolvidos procedimentos de
democratização, humanização e
racionalização do direito.
8.2.1 Drácon– 621 a.C.
• Implementou várias reformas.
• Suprimiu a escravidão por dívida (seisachtéia).
• Tentou estabelecer um único padrão de justiça
para todos:
▫ A lei passa a valer igualmente para todos os
cidadãos, independente de ser um cidadão nobre
ou pobre (eunomia).
8.2.2 Sólon (pai da democracia) - 594 a.C.
• Lançou os fundamentos do futuro regime
democrático de Atenas; implantado por
Clístenes em 507 a.C.:
▫ Criou-se a Eclésia;
▫ Estabeleceu a Bulé.
8.2.2 Sólon (pai da democracia) - 594 a.C.
• Definem-se procedimentos nos processos de
acusação:
▫ Os acusados passam a contar com o direito de
defesa.
• Humaniza-se o direito penal, aplicando-se a
penas capitais somente em casos extremos.
8.2.3 Síntese das leis de Sólon
9 O ensino do 
Direito
11/03/2024
11
• Não existia entre os gregos uma classe de
juristas.
• Não existia um treinamento jurídico,
escolas de juristas, ensino do direito como
técnica especial.
9 Ensino do Direito
• Existia as escolas de retórica, dialética e
filosofia:
▫ Ali se aprendia a argumentação dialética que
vai ter um uso forense ou semi-forense.
9 Ensino do Direito
• Costume de aprender de cor (recitando em
forma poética) alguns textos jurídicos.
• As leis de Sólon eram ensinadas como poemas:
▫ Todo ateniense bem educado terminava por
conhecer sua tradição política-jurídica comum.
• A literatura “jurídica” era fonte de instrução e
prazer.
9.1 Força da retórica no Direito
• O direito, presumia-se, devia ser aprendido
vivenciando-o:
▫ As leis deveriam fazer parte da educação do
cidadão.
9.1 Força da retórica no Direito
10 Não 
profissionalização 
do Direito
1) A recusa do grego em aceitar a
profissionalização do direito e da figura
do advogado:
▫ Quando existia, não podiam receber
pagamento;
▫ Todos os cidadãos deveriam está cientes de
seus deveres e direitos e aptos a defenderem
estes se necessário.
10 Não profissionalização do Direito
11/03/2024
12
• Com a implementação do sistema de Sólon,
desenvolveu-se a profissão do logógrafo ou
atidógrafo – o “advogado”.
• Aqueles que dominavam as técnicas jurídicas.
• Eram os redatores de discursos forenses:
pedidos, defesas, etc.
10.1 Os logógrafos
“Tanto para a acusação como para a 
defesa, costumava-se contratar um 
orador, cujos discursos tornavam esses 
julgamentos primorosos do ponto de 
vista da retórica, fazendo uso de 
sofisticadas técnicas do pensamento 
racional para encaminhar os 
procedimentos de defesa e acusação.”
(CERQUEIRA, 2020, online)
11 Instituições 
Gregas
• Instituições políticas de governo da cidade:
▫ Assembleia do povo (Ekklêsia);
▫ Conselho (Boulê);
▫ Comissão Permanente do Conselho (Prítanes);
▫ Os estrategos;
▫ Os magistrados (arcontes e secundários).
• Instituições relativas à administração da justiça:
▫ Justiça Criminal (o Areópago e os Efetas);
▫ Justiça Civil (os árbitros, os heliastas e os juízes dos
tribunais marítimos).
11 Instituições Gregas
Instituições políticas de governo da cidade
11/03/2024
13
• Assembleia:
▫ delibera;
▫ decide;
▫ elege e julga.
• Conselho:
▫ examina;
▫ prepara as leis;
▫ controla.
• Magistrados:
▫ instruem os processos;
▫ ocupam-se dos cultos;
▫ exercem as funções
municipais.
11.1 Resumo: Instituições de governo
• Estrategos:
▫ administram a guerra;
▫ distribuem os impostos;
▫ dirigem a polícia.
11.2 Instituições Judiciárias
Instituições 
Jurídicas
Justiça 
criminal
Areópago e os 
Efetas
Heliaia
Justiça Civil
Juízes dos 
Demos
Arbitragem 
privada e 
públicaJuízes dos 
Tribunais 
marítimos
Árbitros 
Privados
Escolhidos pelos litigantes, 
que assim mantinham o 
caso fora dos tribunais e 
do conhecimento público.
Funcionava também como 
sistema rápido e 
econômico para a solução 
de litígios entre familiares.
Os árbitros procuravam 
uma solução negociada, 
sem possibilidade de 
apelação (assemelha à 
mediação).
Árbitros 
Públicos
Escolhidos por 
sorteio e deviam ter 
mais de 60 anos.
Nesse caso o 
processo era mais 
rápido e menos 
custoso, mas a 
sentença era 
imposta pelo 
árbitro, com 
possibilidade de 
apelação.
Justiça Civil
(Arbitragem)
“Não há magistrado que inicie um processo, não há 
ministério público que sustente a causa da sociedade. 
Em princípio, cabe à pessoa lesada ou a seu 
representante legal intentar o processo, fazer a 
citação, tomar a palavra na audiência, sem auxílio de 
advogado.” 
(GLOTZ, 1980, p. 191)
11.2.1Existia uma burocracia jurídica?
Síntese
11/03/2024
14
Para os juristas, a filosofia transferiu a 
retórica e a dialética, que vamos encontrar 
tanto na Roma clássica quanto mais tarde 
na Idade Média.
Síntese
Promoveram o debate e a reflexão 
sobre o justo e sobre a justiça que 
ultrapassaram a discussão sobre as 
normas, escritas ou não.
Síntese
• Os gregos tiveram um direito evoluído.
• Influenciaram o direito romano e alguns de nossos
modernos conceitos e práticas jurídicas.
Síntese
• Herdamos:
▫ júri popular;
▫ a figura do advogado na forma embrionária do
logógrafo;
▫ diferenciação de homicídio voluntário,
involuntário e legítima defesa;
Síntese
• Herdamos:
▫ a mediação e a arbitragem;
▫ a retórica e eloquência forense;
▫ gradação das penas de acordo com a gravidade dos
delitos.
Síntese
11/03/2024
15
11/03/2024
16
Referência
➢ Texto Base:
CERQUEIRA, Fábio Vergara. As origens do Direito Ocidental na Pólis grega.
Disponível em:
https://www.tjrs.jus.br/export/poder_judiciario/historia/memorial_do_poder_judic
iario/memorial_judiciario_gaucho/revista_justica_e_historia/issn_1676-
5834/v2n3/doc/04-Fabio.PDF. Acesso em: 31 mar. 2020.
LOPES, José Reinaldo de Lima. O Mundo Antigo, Grécia e Roma. In: LOPES, José
Reinaldo de Lima. O direito na história: lições introdutórias. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2012. p. 15 – 28.
SOUZA, Raquel de. O Direito Grego Antigo. In: WOLKMER, Antônio Carlos.
Fundamentos de História do Direito. 6. ed. Belo Horizonte: Livraria Del Rey
Editora, 2011. p. 71-103.
Referência
➢ Textos complementares:
ALBERGARIA, Bruno. Histórias do Direito: evolução das Leis, fatos e
pensamentos. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2012. p. 55-77.
CASTRO, Flávia Lages. Grécia. In: CASTRO, Flávia Lages. História do Direito
Geral e Brasil. 8.ed. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2010. p. 65 – 75.
CICCO, Cláudio de. História do pensamento jurídico e da filosofia do
Direito. 7. ed. São Paulo: Saraiva, 2014. p. 41-54.
GILISSEN, John. O Direito Grego. In: GILISSEN, John. Introdução Histórica ao
Direito. 2. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1995. p. 73-80.
https://www.tjrs.jus.br/export/poder_judiciario/historia/memorial_do_poder_judiciario/memorial_judiciario_gaucho/revista_justica_e_historia/issn_1676-5834/v2n3/doc/04-Fabio.PDF
https://www.tjrs.jus.br/export/poder_judiciario/historia/memorial_do_poder_judiciario/memorial_judiciario_gaucho/revista_justica_e_historia/issn_1676-5834/v2n3/doc/04-Fabio.PDF
https://www.tjrs.jus.br/export/poder_judiciario/historia/memorial_do_poder_judiciario/memorial_judiciario_gaucho/revista_justica_e_historia/issn_1676-5834/v2n3/doc/04-Fabio.PDF
11/03/2024
17
Referência
➢ Textos complementares:
MACIEL, José Fábio Rodrigues; AGUIAR, Renan. Grécia. In: MACIEL, José Fábio
Rodrigues; AGUIAR, Renan. História do Direito. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2013. p.
103-112.
NEVES, José Roberto de Castro. A invenção do Direito: como Ésquilo, Sófocles,
Eurípedes e Aristófanes mudaram para sempre o mundo jurídico. 3. ed. Rio de Janeiro:
Editora Nova Fronteira, 2021.
PALMA, Rodrigo Freitas. O Direito na Grécia Antiga. In: PALMA, Rodrigo Freitas.
História do Direito. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2015. p. 151-170.
RIBEIRO, Roberto Victor Pereira.Manual de História do Direito. São Paulo: Pillares,
2014. p. 127-245.
	Slide 1
	Slide 2
	Slide 3
	Slide 4: 1 Contexto Histórico
	Slide 5: 1 Contexto histórico
	Slide 6: 1 Contexto histórico
	Slide 7: 1.1 Condições físicas
	Slide 8
	Slide 9
	Slide 10: 1.2 Nomenclatura
	Slide 11: 2 Divisão Histórica
	Slide 12: 2 Divisão histórica
	Slide 13: 3 Organização social
	Slide 14: 3.1 Pirâmide social da Grécia Antiga 
	Slide 15: 3.2 Organização social de Atenas
	Slide 16: 3.2 Organização social de Atenas
	Slide 17
	Slide 18: 3.3 Condição das mulheres
	Slide 19: 4 Peculiaridade do Direito Grego
	Slide 20: 4 Peculiaridade do Direito Grego
	Slide 21
	Slide 22
	Slide 23
	Slide 24
	Slide 25: 5 Fontes das leis escritas gregas
	Slide 26
	Slide 27
	Slide 28
	Slide 29: 6 Herança do Direito de Atenas
	Slide 30
	Slide 31
	Slide 32
	Slide 33
	Slide 34
	Slide 35
	Slide 36
	Slide 37
	Slide 38
	Slide 39
	Slide 40: 7 A cidadania como herança
	Slide 41
	Slide 42
	Slide 43: 8 Ascensão das leis escritas e universais
	Slide 44
	Slide 45
	Slide 46
	Slide 47
	Slide 48
	Slide 49
	Slide 50
	Slide 51
	Slide 52
	Slide 53
	Slide 54
	Slide 55
	Slide 56
	Slide 57
	Slide 58
	Slide 59
	Slide 60: 9 O ensino do Direito
	Slide 61
	Slide 62
	Slide 63
	Slide 64
	Slide 65: 10 Não profissionalização do Direito
	Slide 66
	Slide 67
	Slide 68
	Slide 69: 11 Instituições Gregas
	Slide 70: 11 Instituições Gregas
	Slide 71
	Slide 72
	Slide 73
	Slide 74: 11.2 Instituições Judiciárias
	Slide 75
	Slide 76
	Slide 77
	Slide 78
	Slide 79
	Slide 80
	Slide 81
	Slide 82
	Slide 83
	Slide 84
	Slide 85
	Slide 86
	Slide 87
	Slide 88
	Slide 89
	Slide 90
	Slide 91
	Slide 92
	Slide 93
	Slide 94
	Slide 95
	Slide 96
	Slide 97

Mais conteúdos dessa disciplina