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Sistemas da Informação
Introdução
Como sabemos, a tecnologia da informação e Comunicação (TIC) consiste em recursos tecnológicos utilizados de forma integrada que permitem o armazenamento e o processamento (e todos os seus fluxos) das informações e auxiliam na comunicação dentro de uma organização e no cotidiano da população. Em um conceito mais amplo, a TIC, inclui o uso de hardware e software, telecomunicações, automação, recursos multimídia e também os chamados sistemas de informação (SI’s).
Laudon e Laudon (1999) definem SI como um conjunto de componentes inter-relacionados trabalhando juntos para coletar, recuperar, processar, armazenar e distribuir informações com a finalidade de facilitar o planejamento, o controle, coordenação, análises e processos decisórios.
Pessoas, hardware, software, dados e redes são os cinco recursos básicos dos sistemas de informação.
Os recursos humanos incluem os usuários finais e especialistas em SI. Os recursos de hardware consistem em máquinas e mídia, os recursos de software incluem programas e procedimentos, os recursos de dados podem incluir bases de conhecimento e bancos de dados e os recursos de rede incluem toda infraestrutura de redes necessária para as comunicações.
Os recursos de dados são transformados por atividades de processamento de informação em uma diversidade de produtos de informação para os usuários finais. O processamento de informação, por sua vez, consiste em atividades de entrada, processamento, saída, armazenamento e controle.
Os SI’s são desenvolvidos com diferentes propósitos, dependendo das necessidades da organização e, particularmente, das necessidades específicas dos indivíduos que irão utilizá-los. Estes sistemas, quando atualizados e mantidos da forma devida, são a “alma tecnológica” das empresas globais mais bem-sucedidas atualmente.
Para que um negócio obtenha sucesso no âmbito global, precisa ser capaz de fornecer a informação correta, no tempo certo, para a pessoa certa na organização, que pode até mesmo estar bem distante fisicamente. Cada vez mais isso significa que os tomadores de decisões podem ver o estado de cada aspecto do negócio em tempo real. Se o sistema de informação de uma empresa não for eficiente e eficaz, ela perderá sua participação no mercado para aquela que tenha um melhor SI.
Origem e evolução dos sistemas de informação
Antes de 1940, não havia o uso de máquinas para o tratamento das informações. Nessa época, as informações eram arquivadas para depois serem avaliadas, necessitando de uma pessoa específica chamada de “arquivador” para realização desse processo.
Sem o auxílio de ferramentas específicas para o trabalho na época, o “arquivador” não dava conta de registrar todas as informações por ele guardadas, havendo perda no processo e uma grande falta de mobilidade, pois as informações não eram atualizadas e não havia a possibilidade de cruzamento ou comparação de todas estas informações para uma compreensão mais detalhada sobre o que verdadeiramente era importante manter.
Em meados dos anos de 1950, a informação passou a ser vista com mais importância e seu valor permitiu o surgimento de expressões como: “sociedade da informação” e “era da informação”.
Os SI’s baseados em computador surgiram de fato no meio corporativo na década de 1960, acompanhando a chegada dos primeiros computadores nas empresas e, desde então, assumem diversas formas e características (ELEUTÉRIO, 2015). O início dos SI foi marcado pela simplicidade dos dados, informações, métodos e técnicas, também pela limitação do sistema e ineficiência.
Os sistemas de informação conquistaram seu lugar no ambiente dos negócios, primeiramente em áreas específicas, para auxiliar em uma determinada rotina, como, por exemplo, uma ferramenta para a geração de folha de pagamento. Logo em seguida, se tornaram um elo entre os departamentos.
Os efeitos da utilização dos SI nas empresas são bastante conhecidos: aumento da produtividade, redução de postos de trabalho e diversificação de produtos. O motor deste processo tem sido a constante disputa concorrencial, que possibilita o desenvolvimento permanente se soluções adaptáveis a cada necessidade, independentemente do tamanho da empresa.
Por que aprender sobre os sistemas de informação?
Os sistemas de informação são utilizados em quase todas as áreas de atividade. Pequenos empreendedores podem utilizar sistemas de informação para alcançar clientes em qualquer lugar do mundo. Vendedores podem utilizar sistemas de informação para anunciar produtos ou comunicar-se com seus clientes. Gestores podem utilizar para tomada de decisão que envolve muito dinheiro, como a construção de uma indústria ou pesquisar novo medicamentos. Planejadores financeiros podem utilizar os sistemas de informação para aconselhar seus clientes para investir seus recursos. Além disso, negócios de todos os tamanhos não sobreviveriam sem os sistemas de informação para realizar sua contabilidade e operações financeiras.
Um SI depende de seus recursos (pessoal, hardware, software e redes) para executar atividades de entrada, processamento, armazenamento, saída e controle que convertem recursos de dados em produtos de informação.
Reynolds e Stair (2010) fazem uma interessante comparação entre possíveis traçados do trilho de uma ferrovia com os dados, que são a “matéria-prima” dos sistemas de informação.
“[…] considere os dados como partes dos trilhos de um modelo de ferrovia. Cada parte do trilho possui valor inerente limitado como um único objeto. No entanto, se você definir a relação entre as partes do trilho, elas ganharão valor. Arrumando as peças de certa maneira, o traçado de uma ferrovia começa a surgir. Os dados e as informações funcionam do mesmo modo. Podem ser estabelecidas regras e relações para organizar os dados em informações úteis e valiosas. O tipo de informação criado depende das relações definidas entre os dados existentes. […]”
(REYNOLDS e STAIR, 2010, p. 5).
Stair e Reynolds (2010) continuam sua analogia:
“[…] Você poderia rearranjar as partes do trilho para formar traçados diferentes. Acrescentar dados novos ou diferentes significa que você pode redefinir as relações e criar novas informações. Por exemplo, acrescentar novas partes ao trilho pode aumentar enormemente o valor – nesse caso, variedade e graça – do produto final. Você agora pode criar um traçado mais elaborado da ferrovia. Da mesma forma um gerente de vendas pode acrescentar dados de um produto específico aos seus dados de venda para criar mensalmente informações sobre vendas organizadas por linha de produto. O gerente poderia utilizar essas informações para determinar quais linhas de produto são as mais populares e lucrativas” 
(STAIR e REYNOLDS, 2010, p. 5).
Transformar dados em informações úteis é um processo, um conjunto de tarefas logicamente realizadas para alcançar um resultado definido. Este processo, tal qual a montagem de uma ferrovia de brinquedo por uma criança, pode se desenvolver de diferentes formas, atendendo as necessidades específicas e que podem ser diferentes de um momento para o outro.
A partir de 1995, novas possibilidades técnicas foram abertas pelo uso comercial da internet, permitindo o desenvolvimento de SI mais flexíveis e capazes de coordenar fluxos de trabalho intensivos em decisão (regras incorporadas aos sistemas substituindo, em muitos casos, ações humanas), garantindo a efetividade do comando gerencial e, ao mesmo tempo, mantendo rígida padronização operacional.
Atualmente, o processo de desenvolvimento dos sistemas de informação pode ser realizado em estações desktops ou celulares conectados à internet, dispensando caros servidores – o processamento e o armazenamento dos dados são realizados em nuvem.
O campo de Sistemas de Informação vem crescendo e evoluindo continuamente nas organizações graças ao avanço das tecnologias e das mudanças que estas produzem nas organizações e na sociedade, incluindo o seu impacto econômico. Ao mesmo tempo em que ocorre esse crescimento, é possível observar o empenho da maioria das empresas naadaptação às novidades para não perder competitividade e nem serem atropeladas pelas novas tecnologias que chegam cada vez mais rapidamente.
Classificação dos sistemas de informação
Existem diversos tipos de SI, que podem ser classificados de diversas formas, em função dos processos que caracterizam a sua atividade, do nível organizacional ou funcional em que se encontram, do tipo de atividade que suportam ou tipo de suporte que fornecem (TURBAN et al., 2002).
Nesta Lição, vamos focar na classificação por nível organizacional. No nível operacional, temos o Sistema de processamento de transações (SPT). Em se tratando de nível tático, temos dois tipos de SI: Sistema de informação gerencial (SIG) e Sistema de apoio à decisão (SAD). No topo dessa estrutura, temos o nível estratégico que está amparado por algum Sistema de informação executiva (SIE). Essa é a forma mais aceita de se dividir os sistemas de informação, de acordo com sua finalidade de uso e nível organizacional o qual irá auxiliar.
Sistemas de Processamento de Transações
Os SPT’s são os mais simples e os mais comuns nas organizações. Eles apoiam as funções operacionais realizadas diariamente. Por este motivo, são facilmente identificados no nível operacional da organização.
Apesar de não ser uma regra, são geralmente os primeiros a serem implantados, pois são os mais fáceis e baratos de serem implementados, além de darem origem aos sistemas mais avançados (gerenciais e de apoio à decisão).
Os sistemas transacionais têm por objetivo processar dados, armazenar e recuperar dados, ordenar e apresentar de forma simples dados para os usuários. Como principal benefício está a capacidade de proporcionar agilidade nas rotinas e tarefas, incluindo documentação rápida e eficiente, busca acelerada de informações e cálculos rápidos e precisos, além de confiabilidade, redução de pessoal e custos e melhor comunicação (interna entre setores ou externa com clientes e fornecedores).
Entre os transacionais, incluem-se: sistemas de cadastro em geral (como de clientes, produtos e fornecedores); sistemas de contabilidade (contas a pagar e a receber, balanços, fluxo de caixa); sistemas de vendas e distribuição (pedidos, entregas), folha de pagamento, controle de estoque.
São considerados sistemas transacionais:
· os sistemas de gestão empresarial (ERP): responsáveis por administrar, automatizar ou apoiar todos os processos de uma organização de forma integrada;
· os sistemas de automação comercial: que incluem apoio às vendas, estoque e contabilidade, com uso de terminais ponto de venda (PDV) e centrais automatizadas, como se vê em supermercados e lojas em geral.
Adotar um sistema de Enterprise Resource Planning (ERP), também conhecido como sistema integrado de gestão, ainda é uma estratégia bastante questionada por muitas organizações. O maior motivo está relacionado à implantação e às atualizações, que costumavam ser difíceis e onerosas.
Assim como muitas soluções, os ERPs passaram por modernizações. E a proposta de levar esses sistemas de gestão para a nuvem, facilitando a rotina dos funcionários e otimizando os processos de implantação e atualização, tem feito muitas empresas repensarem seus conceitos e colocarem no planejamento a contratação desse tipo de serviço.
Em 2017, a Oracle entrevistou cerca de cem tomadores de decisão de empresas em todo o mundo com o objetivo de conhecer seus planos em tecnologia para 2018 e 2019. Com base nos resultados, a Oracle desenvolveu o relatório “Tendências ERP 2018”. De acordo com os resultados, aproximadamente 76% dos entrevistados revelaram que planejam migrar seus sistemas de gestão para cloud a fim de atualizá-lo com frequência.
https://www.oracle.com/br/corporate/pressrelease/erp-trends-report-the-end-of-obsolescence-2018-08-13.html
Sistemas de Informações Gerenciais
Os sistemas de informações Gerenciais (SIG) oferecem informações na forma de relatórios aos gerentes de nível intermediário, como apoio no planejamento, na organização e no controle de operações e auxiliando as tomadas de decisão administrativas. Eles dependem dos SPT para obtenção de dados, que são organizados com o objetivo de fornecer informações mais completas e contextualizadas.
Basicamente, os SIG’s são conjuntos de dados que são transformados em informações organizadas e estruturadas de forma que possam ser utilizadas para proporcionar sustentação administrativa para aprimorar os resultados esperados.
Os SIG’s fornecem relatórios, que podem ser de rotina, ocasionais, de indicadores e comparativos, com os quais é possível monitorar a empresa, comparar o desempenho em diferentes períodos e até realizar previsões. É a partir dos documentos gerados por esse tipo de software que se conhece melhor a empresa, pois eles vão além da mera apresentação de dados, sendo usados em planejamento, controle e organização, fornecendo informações que possibilitam visualizar a real situação da organização dentro do mercado em que está inserida, além de auxiliarem no planejamento de novas estratégias de ação e identificação dos seus pontos fortes e fracos.
Sistemas de Apoio à Decisão
 
Diariamente, as pessoas se deparam com situações que as levam a tomar decisões. Decisão pode ser descrita como um processo onde se analisa as alternativas existentes e, com base em experiências anteriores, se define entre várias alternativas. Muitas vezes, as alternativas existentes se resumem a uma única alternativa, onde o processo de decidir se torna mais simplificado – fazer ou não fazer. Um Sistemas de Apoio à Decisão (SAD) pode auxiliar este processo.
O SAD recebe como entrada alternativas para solução de um problema e devolve as consequências para cada alternativa. Dessa forma, o administrador pode avaliar qual é a melhor alternativa. O SAD não decide qual é a melhor decisão, nem indica que alternativas existem.
Um SAD é o tipo de sistema de informação que, além de fornecer informações, oferece suporte para problemas de decisão não estruturados e/ou semiestruturados. Dessa forma, esse tipo de sistema de informação apresenta funções específicas que permitem realizar simulações e modelagens através de uma estrutura com bases de dados e bancos de modelos através da interação dialogada com o usuário (COSTA & ALMEIDA, 2002).
Sistema de Informação Executiva
O conceito de Sistema de Informações Executivas (SIE) surgiu nos anos 1980. Neste período, os SIE’s já passaram a gerar relatórios dinâmicos multidimensionais, prognósticos e precisões, análises de tendências, detalhamento, acesso a status e fatores críticos de sucesso.
São, portanto, sistemas que combinam as características dos sistemas de informações gerenciais com as dos Sistemas de apoio à decisão, os SIE’s foram desenvolvidos com objetivo de atender às necessidades de informações estratégicas da alta administração.
Nos SIE’s, a informação é apresentada segundo as preferências dos executivos, enfatizando o uso de uma interface gráfica e dinâmica com o usuário, personalizadas de acordo com as preferências de informação dos executivos que o utilizam. A ênfase do sistema como um todo é a interface fácil de usar e a integração com uma variedade de fontes de dados.
Ao longo do tempo, houve a evolução do conceito SIE, sendo transformado em Business Intelligence (BI) como um termo ‘guarda-chuva’. BI inclui arquiteturas, ferramentas, bancos de dados, aplicações e metodologias. Os principais objetivos do BI são permitir acesso interativo aos dados (às vezes, em tempo real), proporcionar a manipulação desses dados e fornecer aos gerentes e analistas de negócios a capacidade de realizar a análise adequada. Ao analisarem dados, situações e desempenhos históricos e atuais, os tomadores de decisão conseguem valiosas percepções que podem servir como base para decisões melhores e mais informadas (TURBAN et al., 2009).
Modelos baseados em computador
Alguns tipos especiais de Sistemas de Apoio a Decisão buscam apresentar uma especial simplificação e abstração da realidade, no qual o modelador busca isolar os fatores nos quais ele acredita seremcruciais na operação do sistema a ser modelado; estes sistemas são chamados de modelos computacionais.
A modelagem computacional (ou simulação computacional) pode se tornar elemento chave no processo de tomada de decisão, pois permite antecipar os resultados de estados futuros de fatores e de decisões que influenciam o sistema analisado, bem como uma avaliação da sua evolução ao longo do tempo.
Segundo Lemos (2005):
“Os modelos de simulação permitem decisões facilitadas em sistemas caracterizados por elevado número de variáveis, além de reduzirem os custos de experimentação. Modificações, por exemplo, nos recursos produtivos de um sistema (adição de novas máquinas, identificação dos gargalos produtivos, balanceamento de mão de obra e redução de tempos de processo, entre outras) podem ser promovidas e analisadas de maneira segura, evitando decisões equivocadas que possam pôr em risco o funcionamento da organização ou resultem em investimentos inadequados. A modelagem e simulação também permite analisar o potencial de resposta de um processo frente a cenários de instabilidade na demanda de um produto ou serviço”
(LEMOS, 2005).
Os profissionais que atuam na área de modelagem computacional devem ter competências que permitam selecionar as técnicas de modelagem e simulação mais apropriadas para a situação em questão, desenvolver o modelo matemático e computacional que representa a situação, para, em seguida, avaliar os resultados das simulações realizadas a partir do modelo desenvolvido.
Conclusão
Nesta aula, estudamos a origem e os conceitos básicos de sistemas de informação (SI).
Vimos que existem diversos tipos de SI, que podem ser classificados de diversas formas, em função dos processos que caracterizam a sua atividade, do nível organizacional ou funcional em que se encontram, do tipo de atividade que suportam ou tipo de suporte que fornecem.
Nesta Lição, apresentamos a classificação dos SI’s por nível organizacional, para os níveis operacional – Sistema de processamento de transações (SPT), tático – Sistema de informação gerencial (SIG) / Sistema de apoio à decisão (SAD) e nível estratégico – Sistema de informação executiva (SIE).
Para finalizar, compreendemos a importância dos modelos computacionais, um tipo especial de Sistemas de Apoio a Decisão, que permite representar, de maneira simplificada, o comportamento de um complexo sistema real, antecipando a visão do futuro deste sistema e uma avaliação da sua evolução ao longo do tempo.
Referências
COSTA, A.P.C.S & ALMEIDA, A.T. Sistemas de Informação. In: ALMEIDA, A.T. & RAMOS, F.S. (org.) Gestão da informação na competitividade das organizações. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2002.
ELEUTÉRIO, Marco Antônio Masoller. Sistemas de informações gerenciais na atualidade. Curitiba: InterSaberes, 2015.
LAUDON, K. C.; LAUDON, J. P. Sistemas de informação. 4. ed. LTC: Rio de Janeiro,1999.
LEMOS, F. O. Modelagem e Simulação Computacional: uma ferramenta de apoio à tomada de decisão. Disponível em: Acesso em: 04 maio 2019    
O’BRIEN, J. A. Sistemas de Informação e as decisões gerenciais na era da Internet. São Paulo: Saraiva, 2001.
Oracle revela relatório de “Tendências ERP 2018”: o fim de obsolescência. ORACLE, 2018 Disponível em: Acesso em: 05 mai. 2019.
REYNOLDS, G. W.; STAIR, R. M. Princípios de sistemas de informação. 8.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010.
PIDD, M. (1994). An introduction to computer simulation. Proceedings of the 26th conference on Winter simulation, 1994.
TURBAN, E., WETHERBE, J. C., & MCLEAN, E. Tecnologia da Informação para Gestão (3 ed.). Porto Alegre: Bookman, 2002.
TURBAN, E. et al. Business Intelligence: um enfoque gerencial para a inteligência do negócio. São Paulo: Bookman, 2009.
Youtube. (2014, abril, 12). Systems Academy. Systems Thinking. 03min30. Disponível em: .
Youtube. (2012, maio, 16). Atkins. Hurricane Evacuation Decision Support Systems. 03min50. Disponível em: .

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