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Nomes: Aline Ferreira / Fernanda Helena / Letícia Carlletti 
Palhaços de hospital como estratégia de amenização da experiência de hospitalização infantil / Hospital clowns as a strategy for the mitigation of childhood hospitalization experience / Payasos del hospital como estrategia de mitigación de la experiencia de hospitalización infantil 
Caires, Susana;  Esteves, Carla Hiolanda;  Correia, Susana;  Almeida, Isabel.  
Psico USF ; 19(3): 377-386, set.-dez. 2014. tab
Article em Pt | LILACS | ID: lil-732657
Biblioteca responsável: BR1249.1 
O artigo aborda um tema sensível e relevante na área da saúde pediátrica: o impacto emocional da hospitalização em crianças e adolescentes, e as estratégias para suavizar essa experiência. A hospitalização é compreendida como um evento potencialmente traumático, que rompe com as rotinas familiares e insere a criança em um ambiente muitas vezes hostil e desconhecido. Nesse contexto, a figura do palhaço surge como um agente lúdico com potencial terapêutico, capaz de resgatar o brincar e a leveza, mesmo em meio à adversidade.
O estudo investigou as expectativas de 34 profissionais de saúde pediátrica quanto à presença dos palhaços no ambiente hospitalar, antes mesmo de sua atuação prática. Os resultados revelaram uma postura majoritariamente positiva por parte dos profissionais, que reconheceram nos palhaços uma capacidade de humanizar o cuidado, aliviar o sofrimento e estabelecer uma ponte emocional entre paciente, família e equipe médica. Destacou-se também o papel desses artistas na desmistificação das figuras hospitalares, muitas vezes vistas como frias ou distantes.
Por outro lado, o artigo não negligencia as limitações dessa intervenção, apontando desvantagens como o medo que alguns pacientes podem sentir dos palhaços e a percepção, especialmente entre adolescentes, de que sua presença é infantilizada ou desnecessária.
De forma geral, o texto contribui para o debate sobre práticas humanizadoras na saúde, valorizando abordagens que considerem o bem-estar emocional do paciente pediátrico. Através de uma escuta ativa dos profissionais envolvidos, oferece subsídios para a implementação mais sensível e eficaz dessas ações lúdicas nos hospitais.
Referência: https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-732657https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-732657

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