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PRONOMES 
 
Pronomes são palavras que substituem ou acompanham substantivos, indicando 
a pessoa no discurso, a posse e o lugar. 
No enunciado “Meu corpo é lindo”, há o substantivo “corpo”. Há também uma 
palavrinha que o está acompanhando. Qual? “Meu”. Indicando o quê? A posse. O 
“Meu” é, portanto, um pronome. 
Agora preste atenção em outra coisa. No trecho “Amo meu corpo. Ele é lindo”, 
temos o termo “Ele” na segunda oração. O que tal palavra está fazendo? Substituindo 
o substantivo “corpo”. Além disso, a palavra em questão está indicando uma pessoa 
no discurso: a terceira pessoa. Assim, “Ele” também é um pronome, já que tal classe 
acompanha ou substitui o substantivo, apontando a pessoa, a posse ou o lugar. 
Vamos ver outro exemplo. No enunciado “Aquela pessoa está babando por mim”, 
“aquela” está acompanhando o substantivo “pessoa”. Nesse caso, o termo está 
indicando o lugar. Novamente, trata-se de um pronome. 
 Os pronomes podem ser: pessoais, possessivos, demonstrativos, indefinidos, 
relativos e interrogativos. Vejamos cada um deles. 
 
 Pronomes pessoais 
Os pronomes pessoais são aqueles que apontam qual é a pessoa do discurso. 
Esses pronomes se dividem em retos e oblíquos. 
 
Pronomes pessoais de caso reto 
São aqueles que exercem sempre a função de sujeito da oração. São eles: eu, 
tu, ele, nós, vós, eles. Exemplo: “Ele correu” e “Para eu fazer". Note que em relação 
à oração a que pertencem, eles são sujeitos. 
Pronomes oblíquos 
São aqueles pronomes que exercem a função de complemento na oração. Eles se 
dividem em “átonos” e “tônicos”. 
 
 
 
 
Pronomes oblíquos átonos 
Os pronomes oblíquos átonos exercem a função de complemento da oração e se 
prendem ao verbo pela colocação pronominal. Veja abaixo uma tabela com os 
pronomes e as pessoas a que pertencem. 
me Primeira pessoa do singular 
te Segunda pessoa do singular 
o, a, se, lhe Terceira pessoa do singular 
nos Primeira pessoa do plural 
vos Segunda pessoa do plural 
os, as, se, lhes Terceira pessoa do plural 
 
Há exemplos de colocação desses pronomes em “Deu-me o recado” e em “Deu-
se”. Note que "me” e “se” estão ligados ao verbo, presos a ele. No caso concreto, há 
o hífen fazendo esse elo, mas mesmo se não houvesse, tal ligação se manteria. 
Vejamos este outro exemplo: “Jéssica contou que me daria uma chance”. Note: 
não há hífen nesse período, mas dá para perceber que o “pronome” está conectado 
ao verbo. Se eu tiro o pronome “me”, o período já não tem o mesmo sentido, pois não 
deixa evidente para quem seria dada a chance. 
 
Pronomes oblíquos tônicos 
Os pronomes oblíquos tônicos também funcionam como complementos para a 
oração, porém são preposicionados. Veja abaixo a tabela com os pronomes e as 
pessoas a que pertencem. 
 
Mim, comigo Primeira pessoa do singular 
Ti, contigo Segunda pessoa do singular 
Ele, ela, si Terceira pessoa do singular 
Nós, conosco Primeira pessoa do plural 
Vós, convosco Segunda pessoa do plural 
Eles, elas, si Terceira pessoa do plural 
 
Olha o exemplo de aplicação desses pronomes: “Ela mandou fotos para mim”. 
Veja que o “mim” está recebendo a ação, sendo, pois, complemento. Além disso, ele 
é preposicionado, (haja vista o “para), por isso que tal pronome é oblíquo tônico. 
 
 
 
Colocação pronominal 
 A colocação pronominal diz respeito à posição na qual colocamos os pronomes 
oblíquos átonos (me, te, se, o, os, a, as, lhe, lhes, nos e vos) em relação ao verbo, se 
antes, no meio ou depois. De acordo com a posição do pronome, temos uma 
nomenclatura diferente. 
Se o pronome aparecer antes do verbo, a posição é chamada de “próclise”. 
Exemplo: “Ela ‘me’ disse”. 
Se o pronome aparecer no meio do verbo, a posição é chamada de “mesóclise”. 
Exemplo: “Comprar-te-ei". 
Se o pronome aparecer após o verbo, a posição é chamada de “ênclise”. Exemplo: 
‘Disse-me”. 
Agora vamos ver quais os critérios para usarmos as referidas posições. 
 
▫ Próclise 
Quando devemos, obrigatoriamente, colocar o pronome oblíquo átono antes do 
verbo, na posição de próclise? Vejamos. 
Há próclise nos seguintes casos: 
Critério Exemplo 
Diante de palavras negativas, como 
“Nenhum”, “Nada” e “Ninguém” 
Nada me abala. 
Com advérbio antes do verbo Na rua me sinto bem. 
Quando antes do verbo bem os 
pronomes relativos, indefinidos ou 
demonstrativos 
Alguém me diz. 
A garota que me feriu. 
Aquela me falou. 
Com verbo no gerúndio antecedido 
pela preposição “em” 
Em se tratando... 
Com oração que exprime desejo Que Deus o abençoe! 
Com oração interrogativa Quem me quer? 
Quando houver a conjunção integrante 
“que” antes do verbo 
Ela disse que me amaria. 
 
 Observações 
Se após o advérbio, houver vírgula, o pronome ficará depois do verbo: “Na rua, 
sinto-me bem”. 
 
 
 
▫ Mesóclise 
A mesóclise ocorre quando o pronome aparece no meio do verbo. Ela vai acontecer 
mediante dois casos: quando o verbo estiver no futuro do presente ou no futuro do 
pretérito. 
Veja este enunciado: “Ouvir-te-ei sempre”. O verbo está no futuro do presente, e o 
pronome está no meio do verbo. Já em “Ouvir-te-ia sempre”, o verbo está no futuro 
do pretérito e o pronome no meio dele: mesóclise. 
Vale lembrar, porém, que em qualquer caso, se houver possibilidade de próclise, 
ela terá preferência. 
Dito de outra forma, se antes do verbo “ouvir”, no enunciado do exemplo anterior, 
houvesse uma palavra atrativa de próclise, mesmo o verbo estando no futuro do 
presente, não se usaria a mesóclise, e sim a próclise. O enunciado ficaria: “Nunca te 
ouvirei.” 
 
▫ Ênclise 
Ela ocorre quando pronome oblíquo átono estiver posto após o verbo. Vejamos 
quando utilizá-la. 
Critério Exemplo 
Quando o verbo iniciar oração Deram-me notícias. 
Com verbo no infinitivo impessoal em 
locução verbal 
Prometo esquecer-te. 
Com verbo no gerúndio, sem o “em” Vive chamando-o. 
 
 
Colocação pronominal nas locuções verbais 
Primeiro caso - com verbo principal no particípio, ou seja, terminado em “ado”, e 
sem palavra atrativa de próclise antes do auxiliar 
Nesse caso, o pronome ficará logo depois do auxiliar. Veja o exemplo: “Havia-me 
falado”. Note que “Havia” é o auxiliar, antes dele não há palavra atrativa da próclise 
e o verbo principal está no particípio. Por isso, o pronome está após o auxiliar 
 
Segundo caso - com verbo principal no particípio e palavra atrativa antes do auxiliar 
Nesse caso, o pronome ficará na posição de próclise em relação a esse auxiliar, 
ou seja, antes dele. Por exemplo: “Não me havia falado.” Observe a palavra negativa, 
e atrativa, antes do “Haver”. 
 
Terceiro caso – com verbo principal no infinitivo (terminado em “r”) ou no gerúndio 
(terminado em “ndo”) 
O pronome oblíquo átono pode aparecer após o auxiliar ou após o principal: “Devo-
lhe esclarecer” ou “Devo esclarecer-lhe". 
 
Quarto caso 
Mesmo caso anterior, verbo principal no infinito ou no gerúndio, MAS com palavra 
atrativa antes do auxiliar. Nesse caso, o pronome oblíquo pode aparecer antes do 
auxiliar ou depois do principal: “Não lhe devo esclarecer” ou “Não devo esclarecer-
lhe.” 
 
Colocação dos pronomes O, A, OS, AS após as formas verbais 
Antes de qualquer coisa, cumpre lembrar que, neste caso, o que vale é a forma 
assumida pelo verbo, e não ele no infinitivo, que foi como estudamos as vogais 
temáticas. Dito isso, acerca da colocação mencionada, considera-se três casos: 
Quando a forma verbal termina em vogal ou ditongo oral; 
quando a forma verbal termina em “r”, “s” ou “z”; e 
quando a forma verbal termina em “am”, “em”, “ão”, “õe”. 
 
Forma verbal terminada em vogal ou ditongo oral 
Nesse caso, os pronomes, ao serem postos após as formas verbais, não se 
alteram. Há apenas a colocação de um hífen para ligar ambos os termos. 
Para exemplificar, coloquemos o pronome oblíquo átono “a” antes de “Chame” e 
“Deixei”, que terminam em vogale ditongo oral. Fica: “Chame-a” ou “Deixei-a”. 
Perceba que não há alteração, exceto pelo uso do hífen. 
 
Forma verbal terminada em “r”, “s” ou “z” 
Nesses casos os pronomes, ao serem postos após as formas verbais, são 
alterados para “lo”, “la”, “los” ou “las”, conforme o gênero com que devam concordar. 
Além disso, corta-se o “r”, o “s” ou o “z” da forma do verbo e acrescenta-se o hífen. 
Para exemplificar, coloquemos o pronome oblíquo átono “o” após a forma 
“Encontrar”. Fica: “Encontrá-lo”. Note que, de fato, o “o” se transformou em “lo”. Além 
disso, cortou-se o “r” da forma verbal e acrescentou-se o hífen. 
Agora vamos inserir o “a” após a forma “explicamos”, terminada em “s”. Fica: 
“Explicamo-la". Realizou o mesmo procedimento: alteração para “la”, corte do “s” e 
acréscimo do hífen. 
Por fim, exemplifiquemos com “Conduz”, forma verbal terminada em “z”. Ao 
colocarmos o pronome “a” depois dela, tem-se “Condu-las”. 
 
 Observação: 
Perceba que em "Encontrá-lo”, há o acento no “a”. Isso acontece porque, ao 
fazermos essa colocação do pronome, o verbo passa a contar como uma palavra até 
o limite do hífen. Essa palavra segue a regra da acentuação. 
Assim, ao pronunciarmos “Encontrá”, vemos que ela é oxítona, última silaba mais 
forte. Como termina em “a”, recebe o acento, como todas as demais palavras 
oxítonas. É por isso que “Vendê-lo” também é acentuado. 
 
Forma verbal terminada em “m”, “n”, “ão” ou “õe” 
Nesse caso, os pronomes, ao serem postos após os verbos, assumem as formas 
“no”, “na”, “nos” ou “nas”, conforme o gênero que devam concordar. Além disso, há 
apenas o acréscimo do hífen, para ligar os termos. 
Para exemplificar, coloquemos o pronome oblíquo átono “a” após a forma verbal 
“Tinham”. Fica: “Tinham-na”. De fato, apenas se alterou o “a” para “na” e se 
acrescentou o hífen. 
Agora exemplifiquemos pondo o pronome oblíquo átono “o”, após a forma “Põe”. 
Fica: “Põe-no”. Perceba que se trata do mesmo procedimento: troca do “o” pelo“no” 
e adição do hífen. 
 
Casos especiais dos pronomes 
O pronome oblíquo “o” 
Este “o”, que originalmente é pronome oblíquo átono, quando significar “aquele” ou 
“aquilo”, tem valor de pronome demonstrativo. 
Veja o exemplo neste enunciado: “Não aceito o que ela me disse.” Nele, eu posso 
trocar o “o” por “aquilo”: “Não aceito aquilo que ela me disse.” O “o” então exerce a 
função de pronome demonstrativo. 
 
 
 
O uso do “o” e do “lhe” 
 
Qual é o certo: “Quero cumprimentá-lo” ou “Quero cumprimentar-lhe"? 
Devemos olhar para o verbo a que o pronome se liga. Se o verbo exigir um 
complemento sem preposição, usamos o “o”,”a”,”os” ou “as”. Se o verbo exigir um 
complemento com preposição, usamos o “lhe” ou “lhes”. 
Analisando o verbo “cumprimentar”, notamos que quem cumprimenta cumprimenta 
alguém, não se exige preposição. Conclui-se então que devemos usar o “o”: “Quero 
cumprimentá-lo”. 
“Ah, mas aí está ‘lo’, e não ‘o’”. Sim, porque cumprimentar termina em “r”, então 
fizemos aquela regrinha de pôr o pronome depois do verbo. 
Agora vejamos outro caso. Qual é o certo: “Obedeço-lhe” ou “Obedeço-o”? Vamos 
analisar o verbo a que o pronome se liga. Note que quem obedece obedece a algo 
(ou a alguém). O verbo exige um complemento com preposição. Nesse caso, para 
substituir esse complemento, usa-se o “lhe” ou “lhes”. No caso concreto, o certo é 
“Obedeço-lhe”. 
 
 Pronomes Possessivos 
Os pronomes possessivos são aqueles que indicam, obviamente, a posse. São 
eles: “Meu”, “minha”, “Teu”, “tua”, “Seu”, “sua”, “Nosso”, “nossa”, “Vosso”, “Vossa”, 
“Seus”, “suas”. 
 
Observação 
Quando usar o “teu” ou o “seu”? 
“Teu” tem relação com “tu”: “Tu pegas teu carro”. Quando tratarmos a pessoa por 
“Tu”, usaremos, por paralelismo, o “teu”. 
“Seu” tem relação com “Ele”, “Dele” ou “Você”: “Você pega seu carro”. Quando 
tratarmos a pessoa por uma dessas formas, usaremos o “Seu”. 
 
Dica de concurso 
Em caso de redação é preciso ter muito cuidado com esse “Seu”. Evite-o, diante 
de possível ambiguidade. 
Como assim, Erivaldo? 
Em frases como “Maria lavou seu carro”, não se sabe se ela lavou o carro da 
pessoa com quem se está falando ou se ela lavou o carro dela mesma. Nessa 
situação, opte por trocar esse pronome. 
Se o carro é de Maria, pode usar o “dela”: “Maria lavou o carro dela”; se o carro é 
da pessoa com quem se fala, pode usar o “do senhor”: “Maria lavou o carro do senhor” 
e assim por diante. 
 
Pronomes Demonstrativos 
Os pronomes demonstrativos são aqueles que indicam o lugar de algo ou o tempo 
em que algo ocorreu. São eles: este(s), esse(s), aquele(s); esta(s), essa(s), aquela(s); 
isto, isso, aquilo. 
 
Pronomes demonstrativos em relação ao lugar 
• “Este” é usado para falar de algo que está perto de quem fala: “Este meu 
cabelo”. 
• “Esse” é usado para falar de algo que está perto da pessoa com quem se fala: 
“Esse seu celular”. 
• “Aquele” é usado para falar algo que está distante tanto de quem fala quanto 
da pessoa com quem se fala: “Aquela estrela...”. 
 
Pronomes demonstrativos em relação ao TEMPO 
• “Este” indica tempo presente: “Este dia de hoje”. 
• “Esse” indica passado recente: “Esse dia de ontem”. 
• “Aquele” indica passado distante: “Aquele 2010”. 
 
Pronomes demonstrativos na escrita 
 
Na escrita, temos duas possibilidades de uso desses pronomes. Veja a primeira: 
• “este”, para falar de algo que vai aparecer na sequência do texto: “O recado 
é este: eu não te quero mais”. 
• “esse”, para falar do que foi dito imediatamente antes. “Não te quero mais. 
Esse foi o recado”. 
 
 
 
 A outra possibilidade de uso desses pronomes na escrita é: 
• “este”, para falar do último termo, e o “aquele”, pra falar do termo que apareceu 
primeiramente: “São países lindos: Argentina e Brasil. Este por ter Ronaldinho; 
aquele por ter Messi”. 
 
Os pronomes Indefinidos: 
Indefinido é aquele pronome que não indica uma pessoa exata, você não sabe 
quem praticou a ação. Ele indica a pessoa de forma vaga. São eles: “algum”, 
“nenhum”, “todos”, “vários”, “quaisquer”, “algo”, “tudo”, “nada”, “alguém”, “ninguém” e 
“cada”. 
Como exemplo, tem-se o enunciado: “Alguém me cantou...”. Veja, esse alguém é 
um termo vago, impreciso. É o mesmo caso de “Várias me querem”. “Várias” também 
é um termo impreciso, que, portanto, indefine. 
 
Os pronomes relativos 
Pronomes relativos são aqueles que se relacionam a um termo anterior. Eles são 
divididos em invariáveis e variáveis: 
Os invariáveis são: “que”, “quem”, “onde”. 
Os variáveis são: “cujo”, “o qual”, “quanto”. 
O mais famoso desses pronomes é o “que”, por isso vale a pena nos debruçarmos 
sobre ele. 
 
O uso do pronome “que” 
O ponto fundamental aqui é lembrar que ele, exercendo a função de pronome 
relativo, terá a mesma função do termo a que se refere. 
Vamos ver como isso funciona na prática. No enunciado: “A garota que correu”, o 
“que” se refere à “a garota”. Como ele se refere a um termo anterior, é pronome 
relativo. Observe agora que “A garota” é sujeito na oração, logo será essa a função 
do “que” no caso concreto. 
 
Observações: 
Quando o pronome relativo “que” vem depois de uma preposição com mais de uma 
sílaba, recomenda-se a troca dele por “o qual” / “a qual”. 
Veja este enunciado: “A pessoa sobre a qual falei”. Nele, a preposição que 
antecede o pronome relativo possui mais de uma sílaba (so-bre). Por isso, em vez de 
usar “que”, usei “o qual”. 
 
O uso do “Quem” 
Eu já li algumas pessoas dizendo que se usa o “que” como pronome relativo para 
objetos/animais e o “Quem” para pessoas. 
Tal afirmação é errada. O “que” também se usa para seres humanos, embora o 
contrário não ocorra: o “quem” não se usa para objetos ou animais. Assim, é correto 
escrever “Foi a menina que me disse” ou “Foi a menina quem me disse”. 
 
O uso de “cujo” 
O detalhe desse pronomeé que não se usa artigo depois dele. Assim, escrever 
“A casa cuja a janela...” está errado. O certo seria “A casa cuja janela....”. 
 
 Pronomes interrogativos 
Esses são fáceis, pois são aqueles empregados em frases interrogativas: “que”, 
“quem”, “qual”, “quanto”. Lembrando que “Qual” e “Quanto” variam para “Quais”, 
“Quantos” e “Quantas.” 
Temos exemplos de pronomes interrogativos em: “Quem é você?” ou “Qual seu 
nome?”. “Ah, mas ‘quem’ e ‘que” são pronomes relativos”. Relativos quando se 
relacionam a um termo anterior, o que não ocorre aqui.

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