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Complementos de Mecânica dos Solos e Fundações - APS 8º SEM Mecânica dos Solos Universidade Paulista (UniP) 32 pag. Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark https://www.docsity.com/pt/ai/?utm_source=cta&utm_medium=document&utm_campaign=AIQR Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia (ICET) Faculdade de Engenharia ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS Disciplinas base: Complementos de Mecânica dos Solos e Fundações FELIPE AUGUSTO SEVERINO D32ADE-8 GISELLE DA SILVA BARROS FERRARI T2972C-6 LEONARDO ALMEIDA D3150E-5 RENAN NUNES LIMA D20EBD-5 TIAGO TADEU DA SILVA CABREIRA D317EE-0 VINICIUS PEREIRA DO N. FIRMINO D41127-6 São Paulo – SP 2020 Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark Figura 1: Solo Humífero ..................................................................................... 8 Figura 2: Solo Argiloso ....................................................................................... 9 Figura 3: Solo SIltoso ......................................................................................... 9 Figura 4: Solo Arenoso ..................................................................................... 10 Figura 5: Bloco de Fundação ........................................................................... 12 Figura 6: Bloco de Fundação ........................................................................... 12 Figura 7: Fundação Radier ............................................................................... 13 Figura 8: Fundação Sapata .............................................................................. 14 Figura 9: Tipos de Solos .................................................................................. 15 Figura 10: Curva Granulométrica ..................................................................... 16 Figura 11: Materiais do ensaio ......................................................................... 16 Figura 12: Peneiramento .................................................................................. 17 Figura 13: Granulometria por Sedimentação ................................................... 18 Figura 14: Diâmetro dos Grãos ........................................................................ 18 Figura 15: Equipamentos ................................................................................. 19 Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://d.docs.live.net/a2a40eeaaa4af115/Documents/Aps%20Leo%208.docx#_Toc56444858 https://d.docs.live.net/a2a40eeaaa4af115/Documents/Aps%20Leo%208.docx#_Toc56444859 https://d.docs.live.net/a2a40eeaaa4af115/Documents/Aps%20Leo%208.docx#_Toc56444860 https://d.docs.live.net/a2a40eeaaa4af115/Documents/Aps%20Leo%208.docx#_Toc56444861 https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark Sumário 1. Introdução .................................................................................................... 6 2. Objetivos ...................................................................................................... 6 3. Metodologia Acadêmica............................................................................... 7 4. Revisão Teórica ........................................................................................... 8 4.1 Tipos de solo ............................................................................................. 8 4.2 Tipos de Fundações Rasas .................................................................... 10 4.2.1 Bloco de fundação ............................................................................ 11 4.2.2 Radier ............................................................................................... 12 4.2.3 Fundação de sapata ......................................................................... 13 5. Análise de Solos ........................................................................................ 14 5.1 Ensaio granulométrico ............................................................................ 15 5.1.1 Análise granulométrica por peneiramento. ....................................... 15 5.1.2 Análise granulométrica por sedimentação ........................................ 17 5.2 Densidade real do solo ........................................................................ 18 5.3 Limite de liquidez .................................................................................... 20 5.4 Limite de plasticidade .............................................................................. 21 6. Cálculos ..................................................................................................... 22 6.1 Formulário ............................................................................................... 22 6.2 Resultados .............................................................................................. 24 6.1.1 Resultados das Sapatas 1 a 4 .......................................................... 24 6.1.1 Resultados das Sapatas 5 a 8 .......................................................... 26 6.1.3 Resultados das Sapatas 9 a 12 ........................................................ 27 6.1.4 Resultados das Sapatas 13 a 17 ...................................................... 28 7. Conclusão .................................................................................................. 30 8. Referências Bibliográficas ......................................................................... 31 9. Anexos ....................................................................................................... 32 Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark 1. Introdução O trabalho aborda o tema de obras de fundações rasas ou superficiais, são nessas fundações onde ocorre a transmissão de carga da estrutura ao solo por meio de pressões distribuídas na base da fundação. Levando em conta que a Fundação é o alicerce de qualquer obra, é necessário ter conhecimento sobre o tipo de solo. Sendo assim fizemos um estudo sucinto para cada tipo de solo. Baseado nesse estudo chegamos em quatro grupos que cobrem a terra; Rochas (Terreno Rochoso), Solos Arenosos, Solos Siltosos e Solos Argilosos. O critério mais utilizado para classificar os solos é a análise do tamanho dos grãos que compõem o solo, onde por exemplo na constituição da argila é de grãos pequenos, invisíveis a olho nu, já a areia e pedregulho possuem grãos visíveis e separáveis. A partir dos estudos realizados, dos conhecimentos adquiridos nas matérias aplicadas e do projeto criado no semestre anterior, atendemos as especificações do manual da APS para consolidar nosso aprendizado deste semestre. 2. Objetivos A partir do projeto residencial realizado no semestre passado,deverá ser discutido as diferenças de fundações rasas e escolhida a mais adequada, realizar apresentação dos cálculos e representa-la em planta baixa, seguindo orientações requeridas no manual da APS. Conforme orientado em aula os cálculos de solo ficaram descritos só na parte teórica, não entrará nos cálculo devido a não abordagem em aula. 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Utilizando os conhecimentos adquiridos em aula nas disciplinas Sistemas Estruturais (SE) e Complemento de Mecânica dos Solos e Fundações é possível usar como base o projeto arquitetônico para realizar o projeto de fundações e o projeto estrutural abordando a execução da fundação rasa, este tipo de fundação transmite ao solo as cargas provenientes da estrutura, a partir da análise do solo podemos escolher dentre os tipos de fundações rasa, no nosso projeto optamos pela escolha da Sapata que é apresentada no projeto em 17 unidades, cada uma com sua especificação para atender a carga do pilar que suporta. Com os dados do dimensionamento e cálculo das estruturas de concreto armado envolvendo cada viga e pilar, o foco principal passa a ser como dimensionar essas sapatas através da carga de vigas e pilares, para atender com segurança os padrões de qualidade e ter uma fundação que atenda a capacidade de carga exigida neste projeto. Com a finalização dos estudos detalhados realizados em fundações rasas, seus tipos, vantagens e desvantagens, investigação do solo do terreno foi possível desenvolver o memorial de cálculo onde deverá conter as especificações desta fundação. Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark 4. Revisão Teórica 4.1 Tipos de solo O solo é a faixa mais aparente da terra, sendo muito importante para a área que está localizado, é ele que define se a região é boa para agricultura, qual tipo de flora há no local dentre diversos aspectos naturais. Sua formação é proveniente da decomposição de diferentes rochas, por meio da meteorização devido a ação dos agentes externos. Durante sua decomposição formam-se grãos de inúmeras espessuras, que se juntam com o ambiente e matéria orgânica para gerar os solos. Por conta da qualidade do solo regiões se desenvolvem e a economia também, seu tipo é de grande importância para a agricultura e agropecuária, sendo instrumento vital para o desenvolvimento humano. Há inúmeras classificações para caracterizar os solos, todas seguindo a porcentagem de porosidade, coloração, compostos orgânicos, padrão de qualidade e textura. Sendo algumas delas citadas abaixo: • Solo Humífero: É um solo muito fértil, sendo ideal para cultivação por conta da sua composição ser de material orgânico em decomposição; Figura 1: Solo Humífero Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark • Solo Argiloso: É um solo composto por 45% de argila, por sua textura se feita de microporos e o espaço entre os poros serem muito pequenos, os solos argilosos retém mais água. Nesse tipo de solo é comum o uso de fundações rasas; • Solo Siltoso: É considerado o solo intermediário entre a areia e a argila, sendo de pouca coerência e alta absorção de água tornando o solo difícil de trabalhar; • Solo Arenoso: É um solo permeável a água com consistência granulosa, em sua composição há 70% de areia relacionando as partículas sólidas. É um tipo de solo que desafia a construção por oscilar em contato com a água; Figura 2: Solo Argiloso Figura 3: Solo SIltoso Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark O tipo do solo de um terreno tem grande impacto na obra, por ter o desafio e a preocupação da movimentação dele na hora de construir. Por meio de estudos geofísicos, conseguimos ter os dados da estrutura, composição e propriedades físicas do solo estudo, dando maior efetividade e segurança ao realizar a obra e suas fundações. O estudo e a análise do terreno onde ocorrerá a obra é extrema importância para definir os parâmetros que deverão ser empregados, como por exemplo o tipo de fundação que deve ser adotada para aquela construção. Para que essa análise e estudo sejam feitos com sucesso, a NBR 15.492 regulamenta as diretrizes que precisam ser empregadas nessa análise como o número mínimo de ensaios de sondagem conforme a área do terreno. 4.2 Tipos de Fundações Rasas O solo é o maior responsável por dar sustentação e servir como base para dar sustentação ao peso das estruturas presentes em uma construção e absorver as possíveis cargas às quais às estruturas estão submetidas. Para esse tipo de processo de sustentação e distribuição de cargas, existem dois tipos de fundações, as fundações denominadas como rasas e fundações denominadas como profundas. Figura 4: Solo Arenoso Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark “Uma fundação deve distribuir e transmitir as cargas permanentes e dinâmicas da superestrutura para o substrato do solo [...]” (SANTANA, 2011) As fundações do tipo superfície são diagnosticadas quando sua profundidade de assentamento é menor que 2 vezes a menor dimensão da base da fundação utilizada, oposto disso e não comprovação de uma fundação de superfície, é tido como fundação profunda. Outra especificação relacionada as fundações de superfícies é que todas as fundações especificadas como rasas fazem parte e são denominadas de fundações diretas, fundações diretas são denominadas quando a carga presente na estrutura é transmitida diretamente ao solo pela base da fundação. “[...] projetar, uma estrutura significa estudar a associação de seus elementos e prepará-los para suportar os diferentes esforços que estão submetidos” (MORAES, 1976, p. 5). 4.2.1 Bloco de fundação O bloco de fundação está associado a fundação de superfície, o bloco de fundação é dimensionado de uma maneira em que os esforços de tração resultantes possam ser resistidos pelo concreto. Desse modo não há necessidadede utilizar armaduras, a maior vantagem desse método de fundação de superfície é justamente o fato de não utilizar armaduras, o que gera uma grande economia na construção. Esse método não é indicado para realizar fundações onde a carga e esforços de compressão sejam superiores a 30 TF. “Blocos são estruturas de volume usadas para transmitir às estacas as cargas de fundação e podem ser consideradas rígidas ou flexíveis por critério análogo ao definido às sapatas.” (NBR 6118, 2014, p. 196) Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark Figura 5: Bloco de Fundação Figura 6: Bloco de Fundação 4.2.2 Radier Esse método de fundação denominado de radier também faz parte das fundações presentes na fundação de superfície, o radier abrange parte ou até mesmo todos os pilares presentes na estrutura de uma construção, assim distribuindo o carregamento para o solo. Sendo assim, o radier é uma placa contínua constituída de concreto armado com armaduras cruzada na parte superior e inferior, sendo construído Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark em toda a área de uma construção para distribuir uniformemente a carga em toda superfície. Figura 7: Fundação Radier 4.2.3 Fundação de sapata A sapata é o elemento mais comum entre todos relacionado a fundação rasa ou superficial, pois tem a versatilidade de adaptar-se a vários tipos de formatos e configurações estruturais que se apoiam nela. Geralmente encontramos sapatas com bases trapezoidais, quadradas ou retangulares. Suas dimensões são calculadas para que as tensões atuantes sejam suportadas pela armadura ao contrário do concreto. Existem diferentes tipos de sapata, sendo que cada uma tem uma função e especialidade, entre elas podemos citar: Elemento de fundação superficial de concreto armado, dimensionado de modo que as tensões de tração nele produzidas não sejam resistidas pelo concreto, mas sim pelo emprego da armadura. Pode possuir espessura constante ou variável, sendo sua base em planta normalmente quadrada, retangular ou trapezoidal. (NBR 6122, ABNT, 2010, p. 2) • Sapata isolada: é o estilo mais utilizado em edificações, pois consegue transmitir as ações de um único pilar para o solo. Podendo haver diversos Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark formatos, o mais encontrado em plantas é o retangular devido aos pilares de mesmo formato. • Sapata corrida: são utilizadas para geralmente em construções de pequeno porte, onde a carga é distribuída linearmente ao longo de um mesmo alinhamento como é citado na NBR 6.122 (3.6). É uma solução economicamente viável, por ter a possibilidade e ocorrer a escavação manual sem o uso de máquinas. • Sapata associada: é a solução para quando há pilares próximos, onde não há como executar duas sapatas isoladas para cada pilar. De acordo com a NBR 6.122 (3.5), esse tipo de sapata é “comum a mais de um pilar”, sendo ideal para a distribuição de carga para pilares próximos. Figura 8: Fundação Sapata 5. Análise de Solos Para se projetar uma sapata é necessário fazer uma análise do terreno para se ter conhecimento de todas as características do solo, como resistência, presença de nível d’água, tesões etc. Para isso são feitos alguns ensaios tais como: ensaio de granulometria, densidade real do solo, teor de umidade do solo, limite de plasticidade, limite de liquidez e adensamento. 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Os solos do tipo grossos, entre eles, areias do tipo média, grossa e fina e diversos pedregulhos, possuindo pouca ou até mesmo nenhuma quantidade de finos em sua composição, com esse tipo de solo e utilizando o método de granulometria por peneiramento, é possível determinar inteiramente a sua curva granulométrica. Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark Figura 10: Curva Granulométrica Equipamentos utilizados Conforme a norma NBR 7181/84 1. Estufa de 105ºC - 110ºC; 2. Balança; 3. Almofariz e mão de grau; 4. Cápsulas para determinação de umidade; 5. Jogo de peneiras; 6. Agitador de peneiras e dispersor elétrico; 7. Proveta graduada; 8. Densímetro graduado; 9. Termômetro; 10. Cronômetro; Figura 11: Materiais do ensaio Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark Definições importantes A porcentagem granulométrica é dividida entre a que passa pela peneira, a que fica retida, que pode ser calculada pela parte retida na peneira multiplicado por cem e a porcentagem acumulada, sendo a soma de todos os solos retidos em alguma peneira. Para o peneiramento de um material granular, é preciso uma amostra de solo já seca em estufa e com seu peso determinado. Após realizar esse processo, a amostra escolhida será introduzida na peneira de maior abertura de série que foi previamente escolhida e assim realizar o processo que irá separar as frações. Figura 12: Peneiramento 5.1.2 Análise granulométrica por sedimentação Muito utilizado para determinar a granulometria de inúmeros solos que possuem em sua composição materiais finos, o ensaio de sedimentação é considerado um ensaio de caracterização que quando adicionado e relacionado junto ao ensaio de peneiramento, compõe uma análise completa referente à granulométrica dos solos. Procedimento sedimentação Para o ensaio são utilizados solos argilosos e siltosos e solos arenosos, 70 gramas e 100 gramas respectivamente. Eles são passados em peneira de n°10 e no fundo da peneira de 0,075mm n°200, após esse procedimento a Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloadedby: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark amostra é colocada em imersão entre 6 e 24 horas com defloculante. Também ocorre a agitação por no máximo 15 minutos no dispersor elétrico. Em seguida a mistura é transferida para uma proveta graduada completa com até 1000 ml de água destilada e agitada. No final do processo são realizadas as leituras no densímetro com 1, 2, 4, 8, 15, 30 minutos e 1, 2, 4, 8 e 24 horas Figura 13: Granulometria por Sedimentação O resultado é representado graficamente, de acordo com os diâmetros das partículas. Figura 14: Diâmetro dos Grãos 5.2 Densidade real do solo A principal finalidade da densidade real dos solos é verificar somente a densidade dos solos estudados, associando os pesos específicos entre a água pura (4°C) e as partículas sólidas. Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark Equipamentos necessários: - Peneira Nº 10; - Estufa com temperatura de 105ºC e 110ºC; - Balança com precisão de 0,01 g; - Picnômetro; - Termômetro; - Bico de gás ou outra fonte de calor; - Cápsula de porcelana; - Funil com 5 centímetros diâmetro; - Espátula de madeira; - Pinça metálica. Figura 15: Equipamentos Procedimento Para realizar o ensaio coloca-se 10g de solo preparado conforme as especificações em um picnômetro já pesado e seco. Em seguida, coloca-se água destilada a um nível que ultrapasse a marca do solo que logo após é aquecida e ferventada por cerca de 15 minutos para que não fique nenhuma bolha de ar e tomando cuidado com o superaquecimento. Após ser esfriado em temperatura ambiente, é completado todo o picnômetro com água destilada e arrolhado, anotando então a temperatura do banho de água em temperatura ambiente (P2), quando retirado do banho é necessário enxugá-lo e então pesar com o conteúdo (P3). 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Cálculos A densidade real do solo a temperatura (t) do ensaio pode ser obtida pela seguinte equação: Onde: 𝛿t = Densidade real do solo à temperatura t do ensaio; P1 = Peso do picnômetro vazio; P2 = Peso do picnômetro mais amostra, em gramas; P3 = Peso do picnômetro mais amostra mais água, em gramas; P4 = Peso do picnômetro mais água, em gramas. 5.3 Limite de liquidez É determinado pela norma NBR 6459: SOLO, o Limite de Liquidez nada mais é que o teor de umidade do solo que marca a transição do estado plástico para o estado líquido, ou seja, os teores de umidade abaixo do limite de liquidez, o solo será plástico. O limite de liquidez é determinado, experimentalmente através do aparelho de Casagrande. O ensaio de Casagrande é descrito na norma NBR 6459/84. Ensaio de Casagrande • O ensaio de Casagrande é basicamente colocar uma amostra de solo úmido na concha; • divide essa amostra ao meio deixando uma ranhura dividindo; Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark • Gira-se a manivela, fazendo com que a concha seja levantada e solta em queda livre, colidindo com base. Fazendo a amostra se unir; • Com uma região de 13mm de união entre os dois lados da amostra, retiramos o material dessa região e levamos para determinar sua umidade, sempre anotando o número de batidas entre a concha e a base necessários para chegar nessa configuração; • Chegamos então a um gráfico de número de batidas x teor de umidade, visto abaixo. Esse é o ensaio de Casagrande. Para teor de umidade são realizados 25 golpes, para tirar a ranhura existente. 5.4 Limite de plasticidade É determinado pela norma NBR 7180: SOLO, o limite de plasticidade é o teor de umidade que marca a transição do estado plástico para o semi-sólido. Ou seja, qualquer teor de umidade abaixo do limite de plasticidade, o solo não terá comportamento plástico. O ensaio de plasticidade está descrito na norma NBR 7180: 2016. Ensaio de plasticidade 1. Primeiro separamos 10g. desse solo e formamos uma pequena esfera. Depois vamos rolar essa esfera por uma superfície de vidro com a mão até fazer um cilindro de 3 mm de diâmetro. 2. Se por acaso mesma comece a fissurar antes de chegar a esse diâmetro, devemos aumentar o teor de umidade dessa amostra de 10g e refazer o passo 1. 3. Caso a amostra chegue a 3mm de diâmetro e não apresente fissuras, deve-se iniciar o teste novamente, pois a umidade está acima da desejada. 4. Quando a amostra chegar a 3mm de diâmetro e iniciar a fissurar, devemos determinar a umidade dessa amostra 5. Devemos fazer o experimento pelo menos 3 vezes. 6. O limite de plasticidade é a média do teor de umidade dessas 3 vezes em que se conseguiu chegar ao resultado desejado no passo 4. Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark 6. Cálculos Tendo como base a Atividade Prática Supervisionada - APS, do semestre anterior, foram realizados os cálculos de pré-dimensionamento das sapatas em projeto estrutural. A fundação do trabalho proposto é inspirada no projeto de sobrado entregue na APS passada, sendo que ao analisar a própria decidimos seguir com a sapata isolada. O projeto se trata de um sobrado de dois pavimentos com alguns pilares, sendo assim, o método mais efetivo para ser aplicado foi executar sapatas isoladas em cada pilar, transmitindo as ações de cada pilar para o solo. 6.1 Formulário Com base nas aulas, foram calculadas as sapatas de acordo com as fórmulas a seguir: ➢ Cálculo da carga estimada Nk=A*Nv*12 ➢ Tensão Admissível do solo σadm= 0,02*Nspt= ➢ Cálculo da Área mínima S= γa∗Nkσadm ya=1,05 ➢ Dimensões mínimas em plantas (Dimensão mínima= 60cm) Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark ap=Ap*0,025 bp=Bp*0,025 A = (ap+bp)2 + √(ap+bp2)4 + S B = SA Cálculo das Alturas H e H0 ➢ Altura H Ha>= A−Ap3B−Bp3 Lb+c+2øsap= ➢ Altura H0 Ha0= h-0,29(A-ap) Hb0= h-0,29(B-bp) H0=20cm Verificação da tensão de compressão no concreto (ζsd=Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark ➢ Seção A Rsolo= ζsolo. A M//a=Rsolo*l= Rs= Ma0,85d Asmín= 0,10100 [(𝐴 ∗ 𝑏𝑝) +( B+ap2 ) ∗ 𝐴 As//a= 1,61∗Rsfyk ➢ Seção B Rsolo= ζsolo. B M//b=Rsolo*l= Rs= Mb0,85d Asmín= 0,10100 [(𝐴 ∗ 𝑏𝑝) +( B+ap2 ) ∗ 𝐴 As//b= 1,61∗Rsfyk 6.2 Resultados Apresentação dos resultados calculados das sapatas. 6.1.1 Resultados das Sapatas 1 a 4 S1 S2 S3 S4 Área de Influência (m²) 5,39 7,18 7,35 4,51 Ap (m) 0,20 0,25 0,25 0,25 Bp (m) 0,20 0,20 0,20 0,20 Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark Nk (Nk) 129,36 172,32 176,40 108,24 Tensão do Solo (Kn/m²) 200 200 200 200 Área mínima (m²) 0,68 0,90 0,93 0,57 A'p (m) 0,25 0,30 0,30 0,30 B'p (m) 0,25 0,20 0,20 0,20 A (m) 0,82 1,00 1,01 0,81 B (m) 0,82 0,90 0,91 0,71 Ha (m) 0,21 0,25 0,25 0,19 Hb (m) 0,21 0,25 0,25 0,19 lb (m) 0,48 0,48 0,48 0,48 Hadotado (m) 0,50 0,50 0,50 0,50 H0a (m) 0,32 0,28 0,28 0,34 H0b (m) 0,32 0,28 0,28 0,34 d (m) 0,44 0,44 0,44 0,44 u0 (m) 0,80 0,80 0,80 0,80 V (m³) 0,27 0,34 0,34 0,23 Fsd (m) 129,74 172,79 176,88 108,57 ζsd (Kn/m²) 368,57 490,89 502,50 308,43 αv 0,88 0,88 0,88 0,88 fcd (Kn) 21428,57 21428,57 21428,57 21428,57 ζrd (Kn/m²) 5091,43 5091,43 5091,43 5091,43 Verificação Ok Ok Ok Ok Rsolo (Kn) 61,32 78,74 80,73 47,65 L (m) 0,31 0,39 0,40 0,24 M//a (Kn/m) 9,40 15,50 16,29 5,68 Rs (Kn) 25,14 41,44 43,57 15,18 As//a (cm²) 0,81 1,33 1,40 0,49 Asmin(cm²) 2,72 2,73 2,76 2,19 Rsolo (Kn) 56,38 81,45 83,49 49,58 L (m) 0,28 0,41 0,42 0,25 M//b (Kn/m) 7,95 16,58 17,43 6,14 Rs (Kn) 21,25 44,34 46,59 16,43 As//b (cm²) 0,68 1,43 1,50 0,53 Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark Asmin(cm²) 2,72 3,13 3,16 2,59 6.1.1 Resultados das Sapatas 5 a 8 S5 S6 S7 S8 Área de Influência (m²) 8,07 2,22 16,75 15,28 Ap (m) 0,25 0,20 0,35 0,30 Bp (m) 0,20 0,20 0,20 0,20 Nk (Nk) 193,68 53,28 402,00 366,72 Tensão do Solo (Kn/m²) 200 200 200 200 Área mínima (m²) 1,02 0,28 2,11 1,93 A'p (m) 0,30 0,25 0,40 0,35 B'p (m) 0,25 0,20 0,20 0,20 A (m) 1,03 0,55 1,56 1,46 B (m) 0,98 0,50 1,36 1,31 Ha (m) 0,26 0,12 0,40 0,39 Hb (m) 0,26 0,12 0,40 0,39 lb (m) 0,48 0,48 0,48 0,48 Hadotado (m) 0,50 0,50 0,50 0,50 H0a (m) 0,27 0,40 0,15 0,16 H0b (m) 0,27 0,40 0,15 0,16 d (m) 0,44 0,44 0,44 0,44 u (m) 0,90 0,70 1,00 0,90 V (m³) 0,38 0,12 0,61 0,57 Fsd (m) 194,21 53,45 402,85 367,51 ζsd (Kn/m²) 490,42 173,55 915,57 928,07 αv 0,88 0,88 0,88 0,88 fcd (Kn) 21428,57 21428,57 21428,57 21428,57 ζrd (Kn/m²) 5091,43 5091,43 5091,43 5091,43 Verificação Ok Ok Ok Ok Rsolo (Kn) 88,89 23,94 179,86 168,87 Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: 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Hadotado (m) 0,50 0,50 0,50 0,50 H0a (m) 0,24 0,12 0,23 0,16 H0b (m) 0,24 0,12 0,23 0,16 d (m) 0,44 0,44 0,44 0,44 Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark u (m) 0,70 1,20 0,80 1,00 V (m³) 0,40 0,71 0,43 0,59 Fsd (m) 222,32 496,59 239,88 376,90 ζsd (Kn/m²) 721,81 940,51 681,47 856,59 αv 0,88 0,88 0,88 0,88 fcd (Kn) 21428,57 21428,57 21428,57 21428,57 ζrd (Kn/m²) 5091,43 5091,43 5091,43 5091,43 Verificação Ok Ok Ok Ok Rsolo (Kn) 107,99 217,74 111,69 167,34 L (m) 0,54 1,09 0,56 0,84 M//a (Kn/m) 29,15 118,52 31,18 70,01 Rs (Kn) 77,95 316,91 83,38 187,19 As//a (cm²) 2,51 10,20 2,68 6,03 Asmin(cm²) 2,84 6,56 3,20 4,60 Rsolo (Kn) 106,49 236,16 115,07 183,86 L (m) 0,53 1,18 0,58 0,92 M//b (Kn/m) 28,35 139,43 33,11 84,51 Rs (Kn) 75,80 372,82 88,52 225,98 As//b (cm²) 2,44 12,00 2,85 7,28 Asmin(cm²) 3,01 7,76 3,60 5,60 6.1.4 Resultados das Sapatas 13 a 17 S13 S14 S15 S16 S17 Área de Influência (m²) 3,84 9,77 9,00 7,20 2,28 Ap (m) 0,20 0,25 0,25 0,25 0,20 Bp (m) 0,20 0,20 0,20 0,20 0,20 Nk (Nk) 92,16 234,48 216,00 172,80 54,72 Tensão do Solo (Kn/m²) 200 200 200 200 200 Área mínima (m²) 0,48 1,23 1,13 0,91 0,29 A'p (m) 0,25 0,30 0,30 0,30 0,25 Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark B'p (m) 0,20 0,25 0,25 0,25 0,20 A (m) 0,72 1,13 1,09 0,98 0,56 B (m) 0,67 1,08 1,04 0,93 0,51 Ha (m) 0,17 0,29 0,28 0,24 0,12 Hb (m) 0,17 0,29 0,28 0,24 0,12 lb (m) 0,48 0,48 0,48 0,48 0,48 Hadotado (m) 0,50 0,50 0,50 0,50 0,50 H0a (m) 0,35 0,24 0,26 0,29 0,40 H0b (m) 0,35 0,24 0,26 0,29 0,40 d (m) 0,44 0,44 0,44 0,44 0,44 u (m) 0,70 0,90 0,90 0,90 0,70 V (m³) 0,20 0,43 0,41 0,34 0,13 Fsd (m) 92,44 235,08 216,57 173,28 54,90 ζsd (Kn/m²) 300,13 593,64 546,89 437,58 178,24 αv 0,88 0,88 0,88 0,88 0,88 fcd (Kn) 21428,5 21428,5 21428,5 21428,5 21428,5 ζrd (Kn/m²) 5091,43 5091,43 5091,43 5091,43 5091,43 Verificação Ok Ok Ok Ok Ok Rsolo (Kn) 43,02 109,00 99,88 78,66 24,64 L (m) 0,22 0,54 0,50 0,39 0,12 M//a (Kn/m) 4,63 29,70 24,94 15,47 1,52 Rs (Kn) 12,37 79,42 66,68 41,36 4,06 As//a (cm²) 0,40 2,56 2,15 1,33 0,13 Asmin(cm²) 1,88 3,84 3,69 3,33 1,48 Rsolo (Kn) 41,89 107,21 98,14 77,03 23,67 L (m) 0,21 0,54 0,49 0,39 0,12 M//b (Kn/m) 4,39 28,74 24,08 14,83 1,40 Rs (Kn) 11,73 76,84 64,38 39,66 3,75 As//b (cm²) 0,38 2,47 2,07 1,28 0,12 Asmin(cm²) 2,05 4,06 3,92 3,55 1,65 Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark7. Conclusão A APS do 8° semestre em Engenharia Civil, teve sua importância em estimular o grupo a um senso crítico sobre o que deve ser levado em consideração no momento de definir e calcular um projeto de fundação rasa. Houve a compreensão da equipe, que para a necessidade do projeto arquitetônico/estrutural, seria utilizada a sapata. Dessa forma, foi planejado de maneira coerente, prevendo redução de custo e melhor viabilidade durante a execução. Durante o trabalho, a maior atenção esteve no cumprimento das normativas que regem este tipo de fundação, como por exemplo, a vala não foi superior 2 metros, compactação do fundo do solo, presença de lastro de concreto magro (5 a 10cm) de espessura, vibrado e curado, posicionamento e confecção das formas atrelado ao gabarito de locação. A equipe também considerou dimensão mínima de 60 a 80cm, com abrangência máxima de 70% da área disponível. O estudo do solo foi um ponto de extrema importância na adequação da sapata ideal, uma vez que, em conjunto, pode-se notar diversos fatores que influenciam e caracterizam os solos, como de exemplo: densidade, porosidade, consistência e relação do solo com a água. O intemperismo, garantiu que o grupo entendesse a dinâmica das alterações físicas/químicas que acontecem em rochas, visto que tem seus pilares elementos variáveis como clima e relevo. A norma NBR-15.492, foi vista com caráter relevante quanto a resistência do solo, na qual irá estar submetido aos esforços distribuídos pela fundação. Sobretudo, a NBR 6122/2010 foi o “norte” ao dimensionamento e compreensão geográfica para aplicação e eficácia da sapata adotada. Desta forma, por via de pesquisa, a equipe teve a oportunidade de compreender as diretrizes que regem a escolha da fundação, o cálculo de dimensionamento e a execução “in loco” de uma fundação rasa, com ênfase ao tipo de solo, relevo e a região da obra, cumprindo a proposta central da atividade. Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark 8. Referências Bibliográficas CAPUTO, Homero. Pinto; CAPUTO, Armando Negreiros; RODRIGUES, José Martinho de Azevedo. Mecânica dos Solos e suas Aplicações: Fundamentos (Vol. 1). 7ª ed. Rio de Janeiro. Editora LTC. 2015. MASSAD, Faiçal. Mecânica dos Solos Experimental. São Paulo. Editora Oficina de Textos. 2016. HACHICH, W. Fundações - Teoria e Prática, São Paulo, Editora Pini,2a Edição, 2003. Tipos de Solo. Disponível em: Acesso em: 10/11/2020. Conheça os principais tipos de solo e suas fundações mais aconselháveis. Disponível em: . Acesso em: 10/11/2020. Intemperismo. Disponível em: . Acesso em: 10/11/2020. “Fundações rasas: Conceitos iniciais. Disponível em: . Acesso em: 10/11/2020. Sapatas de fundação. Disponível em: . Acesso em: 10/11/2020. A resistência do solo para construção e outros elementos de análise geológica. Disponível em: Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/geografia/tipos-de-solos https://www.geoanalisys.com/conhec%CC%A7a-os-principais-tipos-de-solo-e-suas-fundac%CC%A7o%CC%83es-mais-aconselhaveis/ https://www.geoanalisys.com/conhec%CC%A7a-os-principais-tipos-de-solo-e-suas-fundac%CC%A7o%CC%83es-mais-aconselhaveis/ https://brasilescola.uol.com.br/geografia/intemperismo.htm https://www.guiadaengenharia.com/fundacoes-rasas-conceitos/ https://www.escolaengenharia.com.br/sapatas-de-fundacao/ https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark . Acesso em: 10/11/2020. Tipos de Solo e sua importância na construção civil. Disponível em: . Acesso em: 10/11/2020. Sapatas. Disponível em: . Acesso em: 10/11/2020. 9. Anexos Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.galvaminas.com.br/blog/resistencia-do-solo-para-construcao-x-tipos-de-fundacao/ https://www.galvaminas.com.br/blog/resistencia-do-solo-para-construcao-x-tipos-de-fundacao/ https://entendaantes.com.br/tipos-de-solo/#:~:text=A%20import%C3%A2ncia%20do%20solo%20na%20constru%C3%A7%C3%A3o%20civil&text=Afinal%2C%20%C3%A9%20o%20terreno%20que,erguer%20as%20funda%C3%A7%C3%B5es%20do%20pr%C3%A9dio https://entendaantes.com.br/tipos-de-solo/#:~:text=A%20import%C3%A2ncia%20do%20solo%20na%20constru%C3%A7%C3%A3o%20civil&text=Afinal%2C%20%C3%A9%20o%20terreno%20que,erguer%20as%20funda%C3%A7%C3%B5es%20do%20pr%C3%A9dio https://entendaantes.com.br/tipos-de-solo/#:~:text=A%20import%C3%A2ncia%20do%20solo%20na%20constru%C3%A7%C3%A3o%20civil&text=Afinal%2C%20%C3%A9%20o%20terreno%20que,erguer%20as%20funda%C3%A7%C3%B5es%20do%20pr%C3%A9dio https://entendaantes.com.br/tipos-de-solo/#:~:text=A%20import%C3%A2ncia%20do%20solo%20na%20constru%C3%A7%C3%A3o%20civil&text=Afinal%2C%20%C3%A9%20o%20terreno%20que,erguer%20as%20funda%C3%A7%C3%B5es%20do%20pr%C3%A9dio https://portalvirtuhab.paginas.ufsc.br/sapatas/ https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark L1 L2 L3 L4 L5 L11L10L9L8L7 L6 V1 (20x65) V2 (20x65) V 8 ( 2 0 x 5 5 ) V3 (20x55) V4 (15x55) V6 20x65) V7 (15x65) V5(20x55) V 9 (2 0 x 4 0 ) V 1 0 ( 2 0 x 4 0 ) V 1 2 ( 2 0 x 4 0 ) V 1 1 (2 0 x 4 0 ) V 1 4 ( 2 0 x 5 5 ) V 1 3 ( 2 0 x 4 0 ) L11 L12 L13 L14 V 1 9 (1 5 x 5 5 ) V 2 0 ( 1 5 x 5 5 ) V 2 1 (2 0 x 5 5 ) V15 (20x55) V17 (15x55) V18 (20x55) P1 (20x20) P2 (20x25) P3 (20x25) P4 (20x25) P5 (20x25) P6 (20x20) P7 (20x35) P9 (20x20) P13 (20x20) P10 (20x40) P8 (20x30) P11 (20x25) P15 (20x25) P12 (20x35) P16 (20x25) P17 (20x20) P19 (20x30)P18(20x25) P20(20x20) P21 (20x20) P22 (20x55) P23 (20x20) P24 (20x20) P25 (20x35) P26 (20x20) P14 (20x25) V16 (20x55) Professor Bruno DATA: 15/11/2020 ASSUNTO: Atividade Prática Supervisionada ESCALA: 1:50 FOLHA: 02/02 TÍTULO: Pré Dimensionamento Líder do Grupo: Felipe A Severino - D32ADE-8 Professor Responsável: Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark 1 2 4 6 7 8 1 2 3 5 7 8 A B C D A B C D S1 S2 S3 S4 S5 S6 S10 S13 S9 S11 S12 S7 S8 S14 S15 S16 S17 P1 (20X20) P2 (20X25) P3 (20X25) P4 (20X25) P5 (20X25) P6 (20X20) P9 (20X20) P13 (20X20) P14 (20X25) P15 (20X25) P16 (20X25) P17 (20X20) P10 (20X40)P11 (20X25) P12 (20X35) P7 (20X35) P8 (20X30) A=0,82 B=0,82 H0=0,32 Ha=0,21 A=1,00 B=0,30 H0=0,28 Ha=0,25 A=1,01 B=0,91 H0=0,28 Ha=0,25 A=0,81 B=0,71 H0=0,34 Ha=0,19 A=1,03 B=0,98 H0=0,27 Ha=0,26 A=0,55 B=0,50 H0=0,40 Ha=0,12 A=1,10 B=1,05 H0=0,24 Ha=0,30 A=1,56 B=1,36 H0=0,15 Ha=0,40 A=1,72 B=1,52 H0=0,12 Ha=0,44 A=1,17 B=1,07 H0=0,23 Ha=0,31 A=1,46 B=1,31 H0=0,16 Ha=0,39 A=1,51 B=1,31 H0=0,32 Ha=0,21 A=0,56 B=0,51 H0=0,40 Ha=0,12 A=0,98 B=0,93 H0=0,26 Ha=0,28 A=1,09 B=1,04 H0=0,26 Ha=0,28 A=0,72 B=0,67 H0=0,35 Ha=0,17 A=1,13 B=1,08 H0=0,24 Ha=0,29 Professor Bruno DATA: 15/11/2020 ASSUNTO: Atividade Prática Supervisionada ESCALA: 1:75 FOLHA: 01/02 TÍTULO: Pré Dimensionamento Sapata Líder do Grupo: Felipe A Severino - D32ADE-8 Professor Responsável: Document shared on https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/ Downloaded by: marcos-emanuel-21 (markinh2s@gmail.com) https://www.docsity.com/pt/complementos-de-mecanica-dos-solos-e-fundacoes-aps-8o-sem/7471636/?utm_source=docsity&utm_medium=document&utm_campaign=watermark Sheets and Views Layout1 Sheets and Views Layout1