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Principais bactérias associadas a infecções sistêmicas
Forma da Gram+ e Gram- (Kissila)
As bactérias podem ter formatos diferentes, e tanto as Gram-positivas quanto as Gram-negativas podem aparecer em vários formatos. A diferença do “Gram +” e “Gram -” não é a forma, e sim a parede celular e a coloração na técnica de Gram.
· Formatos principais das bactérias: 
· cocos (redondas/esféricas) 
· Ex.: cocos Gram-positivos → Staphylococcus, Streptococcus/ cocos Gram-negativos → Neisseria
· bacilos (alongadas, em forma de bastão) 
· Ex.: bacilos Gram-positivos → Lactobacillus, Bacillus/ bacilos Gram-negativos → Escherichia coli
· espirilos/espiroquetas (espiraladas), formato em espiral ou “saca-rolha” 
· Ex.: Treponema/ Spirillum
· vibriões (formato de vírgula) 
· Ex.: Vibrio cholerae
· Diferença entre Gram+ e Gram-
· Gram-positivas: Parede celular grossa de peptidoglicano; Retêm o cristal violeta; Gram + ficam roxas 🟣.
· Gram-negativas: Parede mais fina; Possuem membrana externa; Não retêm o violeta; Gram - ficam rosas/vermelhas 🔴 pela safranina.
Bactérias associadas Gram+ (Tiana)
As infecções de corrente sanguínea (ICS) por Gram-positivos representam uma parcela significativa das hemoculturas positivas, especialmente em ambiente hospitalar. O grande "truque" desses microrganismos é a capacidade de formar biofilmes e a resistência a antibióticos comuns.
· Staphylococcus - Eles são os líderes isolados em hemoculturas. Dividimos em dois grupos principais para facilitar o raciocínio clínico:
· Staphylococcus aureus: é o patógeno mais temido. Não é apenas um contaminante; se apareceu na hemocultura, a situação é séria.
· Virulência: Produz coagulase, toxinas e enzimas que destroem tecidos.
· Complicações: Endocardite infecciosa, osteomielite e abscessos metastáticos.
· Destaque: MRSA (S. aureus resistente à meticilina), que exige tratamento com vancomicina ou daptomicina.
· Staphylococci Coagulase-Negativa (ex: S. epidermidis): frequentemente associados a dispositivos invasivos (cateteres venosos centrais, próteses).
· O dilema: Muitas vezes são considerados contaminantes de pele durante a coleta, mas em pacientes com próteses, são patógenos reais formadores de biofilme.
· Enterococcus - Os Resistentes do Intestino, os principais são o Enterococcus faecalis e o Enterococcus faecium.
· Origem: Geralmente translocação a partir do trato gastrointestinal ou urinário.
· Perfil: São naturalmente resistentes a muitos antibióticos.
· VRE: O Enterococcus resistente à vancomicina é um dos maiores desafios de controle de infecção hospitalar atualmente.
· Streptococcus - Da garganta e pulmão para o sangue, aqui o contexto clínico ajuda a identificar a espécie:
· Streptococcus pneumoniae (Pneumococo): Associado a pneumonias graves e meningites, apresenta-se em diplococos (pares).
· Streptococcus pyogenes (Grupo A): Pode causar choque tóxico estreptocócico e infecções de pele fulminantes que evoluem para o sangue.
· Streptococcus agalactiae (Grupo B): Crítico em hemoculturas de recém-nascidos (sepse neonatal).
· Grupo Viridans: Comuns na microbiota oral; quando aparecem no sangue, são fortes suspeitos de endocardite após procedimentos dentários.
Resumo
	 Bactéria
	 Fonte Comum
	 Contexto Clínico
	S. aureus
	Pele/Cateter
	Infecção grave, risco de endocardite.
	S. epidermidis
	Pele/Dispositivos
	Formação de biofilme em próteses/cateteres.
	Enterococcus
	TGI/Trato Urinário
	Pacientes críticos, uso prévio de antibióticos.
	S. pneumoniae
	Via Respiratória
	Pneumonia e quadros sistêmicos agudos.
	S. agalactiae
	Trato Vaginal
	Sepse em neonatos.
É muito importante a antissepsia correta no momento da coleta da hemocultura. Como muitos desses Gram-positivos moram na nossa pele, uma coleta mal feita gera um "falso positivo" que leva ao uso desnecessário de antibióticos potentes.
 Tratamento das Principais Bactérias Gram-positivas em Infecções Sistêmicas (Hemocultura) -
O tratamento ideal depende do:
· Antibiograma;
· gravidade da infecção;
· resistência bacteriana;
· condição clínica do paciente.
· Staphylococcus aureus
· Sensível à meticilina (MSSA):
· Oxacilina;
· Nafcilina;
· Cefazolina.
· MRSA (resistente):
· Vancomicina;
· Daptomicina;
· Linezolida.
IMPORTANTE: Em casos graves pode ser necessário retirar cateteres infectados.
· Staphylococcus coagulase-negativa (SCN)
· Tratamento:
· Vancomicina (principal escolha)
· Alternativas:
· Linezolida;
· Daptomicina.
· Muito associado a biofilme em:
· Cateteres;
· Próteses;
· Dispositivos médicos.
Muitas vezes é necessário remover o dispositivo.
· Streptococcus pneumoniae
· Casos sensíveis:
· Penicilina;
· Ceftriaxona.
· Casos resistentes:
· Vancomicina + Ceftriaxona
Em meningite: tratamento deve ser iniciado rapidamente.
· Streptococcus do grupo viridans
· Tratamento:
· Penicilina G;
· Ceftriaxona.
· Em endocardite:
· associação com Gentamicina
 Tratamento prolongado: geralmente 4 semanas.
· Enterococcus spp.
· Sensíveis:
· Ampicilina;
· Vancomicina.
· Infecção grave/endocardite:
· Ampicilina + Gentamicina
· VRE (Enterococcus resistente à vancomicina)
· Tratamento:
· Linezolida;
· Daptomicina.
Grande problema hospitalar atualmente.
· Listeria monocytogenes
· Tratamento:
· Ampicilina (principal)
· Associada:
· Gentamicina
 IMPORTANTE: Cefalosporinas não funcionam bem contra Listeria.
· Resistência bacteriana
· Principais mecanismos:
· produção de beta-lactamase;
· alteração da parede celular;
· formação de biofilme.
· Impactos:
· aumento da mortalidade;
· internação prolongada;
· limitação terapêutica.
Resumo
	 Bactéria
	 Tratamento principal
	 Resistência importante
	S. aureus
	Oxacilina
	MRSA
	SCN
	Vancomicina
	Biofilme
	S. pneumoniae
	Penicilina/Ceftriaxona
	Resistência à penicilina 
	Viridans
	Penicilina G
	Rara
	Enterococcus
	Ampicilina
	VRE
	Listeria
	Ampicilina
	Resistência natural às cefalosporinas
A identificação rápida do agente etiológico na hemocultura permite terapia direcionada, reduzindo complicações e mortalidade associadas às infecções sistêmicas.
Bactérias associadas Gram- (Alice)
As principais bactérias Gram-negativas associadas a infecções sistêmicas (como sepse, bacteremia e infecções graves hospitalares).
Características principais -
· possuem uma parede celular fina de peptidoglicano; 
· apresentam uma membrana externa além da parede celular; 
· nessa membrana externa existe o lipopolissacarídeo (LPS), que contém a endotoxina, responsável por reações inflamatórias intensas; 
· costumam apresentar maior resistência a antibióticos devido à barreira da membrana externa. 
Importância da hemocultura -
· Confirma a presença de infecção na corrente sanguínea;
· Identifica o agente causador;
· Orienta o tratamento com antibióticos;
· Auxilia no diagnóstico precoce da sepse;
· Ajuda no acompanhamento clínico.
 O tratamento definitivo deve sempre ser baseado no resultado da hemocultura e antibiograma, pois muitas dessas bactérias apresentam resistência importante aos antibióticos.
 Em casos de sepse, o início rápido da antibioticoterapia é essencial para reduzir complicações e mortalidade. 
Sensibilidade antimicrobiana -
· Varia conforme a cepa bacteriana; 
· Depende do ambiente hospitalar ou comunitário; 
· Deve ser confirmada por antibiograma; 
· Orienta o tratamento correto e evita falha terapêutica.
Exemplos importantes -
· Escherichia coli/ E. Colli;
· Klebsiella pneumoniae;
· Pseudomonas aeruginosa- (aeróbicas) (Não fermentadora) - As bactérias não fermentadoras (BNF) são bacilos Gram-negativos aeróbios que não utilizam carboidratos via fermentação, degradando-os por vias oxidativas;
· Neisseria meningitidis- (aeróbicas);
· Salmonella enterica.
· Enterobactérias: Grupo de bactérias bacilos Gram-negativos -
· Escherichia coli (E. coli): muito comum em infecções urinárias que evoluem para sepse. A maioria das E. coli é inofensiva e até benéfica. Elas ajudam na produção de Vitamina K e impedem que bactérias perigosas colonizem o nosso intestino.
Formas de transmissão- ocorre principalmente pela via fecal-oral: 
1. Consumo de carne mal cozida ou leite não pasteurizado;
2. Ingestão de vegetais mal lavados que tiveram contato com água contaminada por fezes;
3. Higiene inadequada das mãos após usar o banheiro ou trocar fraldas;
4. Infecção Urinária, é a causa de cerca de 80% a 90% dos casos, como a cistite. A bactéria migra da região anal para a uretra, sendo mais comum em mulheres devido à anatomia feminina;
5. Gastroenterite, causada pela ingestão de alimentos (como carne malpassada) ou água contaminada. Gera sintomas como diarreia (que pode conter sangue), fortes cólicas abdominais, náuseas e vômitos;
6. Infecções Graves, em casos raros ou em pessoas com sistema imunológico fragilizado, pode causar meningite em recém-nascidos, pneumonia ou infecções generalizadas no sangue (sepse).
 Diagnóstico e Tratamento - é realizado por meio de exames laboratoriais, como a urocultura (para infecções urinárias) ou o exame de fezes (para casos intestinais).
· Virulência: endotoxina (LPS), fímbrias, cápsula, hemolisinas e sideróforos;
· Hemocultura indica: bacteremia secundária a infecção urinária, abdominal ou intestinal;
· Sensibilidade: geralmente sensível a ceftriaxona, cefepime, piperacilina-tazobactam e carbapenêmicos;
· Antibiograma: confirma sensibilidade e resistência, principalmente em cepas produtoras de ESBL.
· Klebsiella pneumoniae: associada a pneumonia, infecção urinária e sepse.
A Klebsiella pneumoniae é uma bactéria gram-negativa encontrada naturalmente no corpo humano, mas que pode causar infecções graves em ambientes hospitalares, sendo frequentemente associada a quadros de multirresistência a antibióticos. É um bacilo que faz parte da microbiota normal do trato gastrointestinal e das vias respiratórias. No entanto, quando entra em outras partes do corpo (como pulmões ou corrente sanguínea), pode causar doenças severas, especialmente em pessoas com sistema imunológico enfraquecido, idosos ou recém-nascidos.
Formas de Transmissão - ocorre principalmente em hospitais através de:
1. Contato direto: mãos de profissionais de saúde não higienizadas corretamente;
2. Equipamentos contaminados: ventiladores mecânicos, cateteres urinários ou intravenosos;
3. Ambiente: superfícies hospitalares não desinfetadas;
Principais Infecções e Sintomas - as infecções variam conforme o local atingido: 
1. Pneumonia: causa febre, tosse (por vezes com catarro avermelhado), dor no peito e falta de ar;
2. Infecção Urinária: provoca dor ao urinar e necessidade frequente de ir ao banheiro;
3. Sepse: infecção generalizada na corrente sanguínea, apresentando calafrios, confusão mental e pressão baixa;
4. Outras: meningite, infecções em feridas cirúrgicas e abscessos. 
Superbactéria KPC - um dos maiores riscos associados a essa bactéria é a produção da enzima KPC (Klebsiella pneumoniae carbapenemase). 
1. Resistência: essa enzima permite que a bactéria resista aos antibióticos carbapenêmicos, que são considerados a última linha de defesa contra infecções graves;
2. Disseminação: o gene da KPC pode ser transmitido entre diferentes bactérias através de plasmídeos (pequenos fragmentos de DNA), o que facilita surtos hospitalares.
· Virulência: cápsula espessa, endotoxina e sideróforos;
· Hemocultura indica: pneumonia grave, sepse hospitalar e infecção urinária disseminada;
· Sensibilidade: pode responder a cefalosporinas;
· Apresentam alta resistência a cepas KPC;
· Antibiograma: essencial para definir tratamento devido à resistência frequente.
· Pseudomonas aeruginosa: muito relevante em UTI e pacientes imunossuprimidos. É um patógeno oportunista. Recentemente, ela ganhou destaque após a Anvisa determinar o recolhimento de lotes de produtos da marca Ypê por risco de contaminação por esse microrganismo. Elas não fazem parte da família das enterobactérias, mas são frequentemente discutidas juntas por serem grandes causadoras de infecções hospitalares.
· Virulência: exotoxina A, elastase, biofilme, pigmentos tóxicos e endotoxina;
· Hemocultura indica: sepse grave em UTI, queimados e imunossuprimidos;
· Sensibilidade: cefepime, ceftazidima.
· Antibiograma: fundamental devido à alta resistência.
· Neisseria meningitidis: pode causar meningococcemia e sepse fulminante. É uma bactéria gram-negativa responsável por causar doenças graves, principalmente a meningite meningocócica (inflamação das membranas que envolvem o cérebro) e a meningococcemia (infecção generalizada no sangue).
Principais Características -
1. Localização: pode habitar naturalmente a nasofaringe de seres humanos saudáveis (portadores assintomáticos) sem causar doença imediata;
2. Transmissão: ocorre de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias (tosse, espirro, beijo) ou contato prolongado com portadores.
Tratamento - por ser uma infecção bacteriana, exige internação imediata e uso de antibióticos intravenosos (como ceftriaxone ou penicilina).
Sequelas - se não tratada rapidamente, pode levar à morte ou deixar sequelas permanentes, como perda auditiva, danos cerebrais ou amputação de membros.
· Virulência: biofilme, persistência ambiental e multirresistência;
· Hemocultura indica: infecção sistêmica hospitalar grave;
· Sensibilidade: frequentemente apenas polimixina;
· Antibiograma: indispensável por multirresistência elevada.
· Salmonella enterica: pode levar a bacteremia e febre tifoide. A infecção geralmente ocorre pela ingestão de água ou alimentos contaminados por fezes animais. Os principais veículos são ovos crus ou mal cozidos, carne de ave e leite não pasteurizados.
· Salmonelose (Não Tifoide): infecção intestinal comum que causa diarreia, febre, náuseas e cólicas abdominais.
· Febre Tifoide e Paratifoide: Doenças sistêmicas mais graves causadas pelos sorotipos Typhi e Paratyphi, podendo ser fatais se não tratadas.
· Virulência: endotoxina, invasão celular e sobrevivência em macrófagos.
· Hemocultura indica: febre tifoide e bacteremia sistêmica.
· Sensibilidade: ceftriaxona, azitromicina.
· Antibiograma: necessário devido à resistência crescente.
· Principais mecanismos de resistência
· Membrana externa: funciona como barreira que dificulta a entrada de antibióticos;
· Produção de beta-lactamases: enzimas que destroem antibióticos como penicilinas e cefalosporinas;
· ESBL (betalactamase de espectro estendido): permite resistência a várias cefalosporinas e penicilinas;
· Carbapenemases (como KPC): tornam a bactéria resistente até mesmo aos carbapenêmicos, que são antibióticos muito potentes;
· Bombas de efluxo: expulsam o antibiótico para fora da bactéria. 
· Alteração do alvo do antibiótico: o antibiótico não consegue mais agir corretamente.
Métodos de diagnósticos (JK)
Diagnósticos de infecções bacterianas sistêmicas é feito para identificar bactérias no organismo rapidamente, principalmente em casos como sepse, bacteremia e endocardite.
· Principais métodos:
· Hemocultura: principal exame; coleta sangue para detectar bactérias circulando no organismo.
· Cultura de outros materiais: análise de urina, líquor, escarro, secreções e tecidos para descobrir o foco da infecção.
· Testes de identificação bacteriana: testes bioquímicos e automatizados para descobrir qual bactéria está presente.
· Antibiograma: mostra quais antibióticos são eficazes contra a bactéria encontrada.
· PCR (método molecular): detecta DNA bacteriano com rapidez e alta sensibilidade.
· Marcadores laboratoriais: PCR (Proteína C Reativa), procalcitonina e hemograma ajudam a indicar infecção ou inflamação.
· Testes rápidos: detectam antígenos bacterianos e dão resultado em poucas horas.
Importância: diagnóstico rápido evita complicações graves e ajuda a escolher o tratamento mais adequado.
Casos clínicos – Esther e Fabiana
· Caso clínico 1: Sepse de origem urinária
Paciente feminina, 67 anos, diabética, com febre alta, pressão baixa, confusão mental e infecção urinária evoluindo há 5 dias.
· PROPOSTA A - iniciar tratamento imediatamente com:
	•	Internação hospitalar;
	•	Coleta de sangue e urina para cultura;
	•	Antibióticovenoso com ceftriaxona ou piperacilina + tazobactam;
	•	Hidratação venosa e monitorização dos sinais vitais.
· PROPOSTA B - iniciar tratamento com:
	•	Liberar paciente para casa;
	•	Prescrever antibiótico oral e antitérmico;
	•	Orientar retorno apenas se piorar;
	•	Não solicitar exames laboratoriais inicialmente.
RESPOSTA CORRETA: PROPOSTA A ✅
· Por que a Proposta A é correta? A paciente apresenta sinais clássicos de Sepse:
	•	Hipotensão;
	•	Taquicardia;
	•	Alteração mental;
	•	Febre alta.
Isso indica risco de choque séptico. O antibiótico intravenoso e o suporte hemodinâmico precisam ser iniciados rapidamente.
· Por que a Proposta B está errada? Esse tipo de conduta pode atrasar tratamento de uma condição potencialmente fatal, aumentando risco de:
	•	Falência renal;
	•	Choque séptico;
	•	Óbito. 
· Caso clínico 2: Meningite bacteriana
Paciente masculino, 24 anos, com febre alta, vômitos, rigidez de nuca, fotofobia e confusão mental.
· PROPOSTA A: Iniciar tratamento com:
	•	Internação imediata;
	•	Isolamento inicial;
	•	Coleta de líquor e exames laboratoriais;
	•	Início de ceftriaxona intravenosa após avaliação médica.
· PROPOSTA B: Iniciar tratamento com:
	•	Medicação para dor e febre;
	•	Observar evolução por 24–48 horas em casa;
	•	Solicitar exames apenas se sintomas persistirem;
	•	Evitar antibióticos antes da confirmação laboratorial.
RESPOSTA CORRETA: PROPOSTA A ✅
· Por que a Proposta A é correta? O paciente apresenta sinais clássicos de Meningite bacteriana, uma condição de evolução rápida. O início precoce da antibioticoterapia pode salvar a vida e reduzir sequelas neurológicas.
· Por que a Proposta B está errada? Esperar a evolução clínica pode permitir progressão da infecção, levando a:
	•	Convulsões;
	•	Edema cerebral;
	•	Coma;
	•	Morte.

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