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FISIOLOGIA APLICADA E PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS NOS DISTÚRBIOS DA SAÚDE
47 pág.

Fisiologia Humana Faculdade ÚnicaFaculdade Única

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Resumo sobre Fisiologia Aplicada e Prescrição de Exercícios nos Distúrbios da Saúde O material aborda de forma detalhada os fundamentos da fisiologia humana, com ênfase na aplicação prática para a prescrição de exercícios em contextos de distúrbios da saúde. Inicialmente, apresenta uma introdução à fisiologia, destacando o estudo das funções mecânicas, físicas e bioquímicas dos seres vivos, com foco especial na célula, unidade básica da vida. A célula é descrita como um compartimento limitado por membrana, contendo organelas que desempenham funções específicas essenciais para a sobrevivência e funcionamento do organismo. O transporte através da membrana celular é explicado em três principais mecanismos: difusão simples, difusão facilitada e transporte ativo, cada um com características próprias quanto ao gasto energético e especificidade das substâncias transportadas. Por exemplo, gases como oxigênio atravessam a membrana por difusão simples, enquanto a glicose utiliza difusão facilitada, e íons como sódio e potássio são transportados ativamente contra gradientes de concentração pela bomba de sódio e potássio, fundamental para a excitabilidade celular. A seguir, o texto aprofunda-se na fisiologia dos músculos e nervos, explicando os potenciais de membrana e potenciais de ação, que são essenciais para a transmissão dos impulsos nervosos e a contração muscular. O potencial de ação é descrito como uma alteração rápida e transitória do potencial elétrico da membrana celular, que ocorre em fases de despolarização, repolarização e retorno ao estado de repouso. A bomba de sódio e potássio mantém o potencial de membrana em repouso, criando um gradiente elétrico fundamental para a excitabilidade das células nervosas e musculares. A velocidade de propagação do potencial de ação pode ser influenciada pelo calibre do axônio e pela presença da bainha de mielina, que permite a condução saltatória, acelerando a transmissão do impulso nervoso. A bainha de mielina, produzida por oligodendrócitos no sistema nervoso central e células de Schwann no periférico, isola o axônio e reduz a perda de íons, aumentando a eficiência energética e a velocidade do impulso. No que tange à contração muscular, o material diferencia os músculos estriados (esquelético e cardíaco) dos músculos lisos, destacando que a contração muscular é uma resposta à excitação, que pode ser mecânica, térmica ou elétrica. A contração do músculo estriado é explicada detalhadamente pelo mecanismo de interação entre os filamentos de actina e miosina no sarcômero, unidade contrátil do músculo. A presença de íons cálcio é crucial para liberar os sítios de ligação na actina, permitindo que as cabeças de miosina se liguem e deslizem sobre os filamentos finos, encurtando o sarcômero e gerando força. O ciclo de contração depende da hidrólise do ATP, que fornece energia para o movimento das cabeças de miosina. A força da contração muscular esquelética é regulada pela quantidade de fibras motoras ativadas, enquanto no músculo cardíaco, que funciona como um sincício devido aos discos intercalares, a contração ocorre de forma coordenada e simultânea, obedecendo à lei do tudo ou nada. O texto também aborda a fisiologia do coração, destacando sua função como bomba vital do sistema cardiovascular, responsável pelo transporte de sangue, oxigênio e nutrientes para todo o corpo. O coração possui quatro câmaras (átrios e ventrículos direito e esquerdo) e quatro válvulas que garantem o fluxo unidirecional do sangue. A circulação pulmonar (pequena circulação) ocorre entre o coração e os pulmões, onde o sangue venoso é oxigenado, enquanto a circulação sistêmica (grande circulação) distribui o sangue arterial para os tecidos do corpo. A anatomia e fisiologia dos vasos sanguíneos são descritas, enfatizando as três camadas que os compõem (túnica íntima, média e adventícia) e as funções especiais das artérias, que possuem paredes elásticas e musculares que mantêm a pressão sanguínea e permitem a circulação contínua do sangue. A elasticidade das artérias, especialmente da aorta, é fundamental para amortecer as pulsações cardíacas e garantir um fluxo sanguíneo constante. Por fim, o material aborda a fisiologia do sangue, destacando sua composição por plasma e elementos figurados, como hemácias e leucócitos. As hemácias, ou glóbulos vermelhos, são células especializadas no transporte de oxigênio e dióxido de carbono, graças à hemoglobina, uma proteína que contém ferro e confere a cor vermelha ao sangue. A produção de hemácias ocorre na medula óssea, e sua quantidade pode variar conforme as necessidades do organismo, como em altitudes elevadas, onde a produção aumenta para compensar a menor disponibilidade de oxigênio. O sangue é essencial para a manutenção da vida, pois garante o fornecimento contínuo de oxigênio e nutrientes às células, além de remover resíduos metabólicos, sendo o sistema circulatório o responsável por essa dinâmica vital. Destaques A fisiologia estuda as funções vitais dos organismos, com foco na célula e seus mecanismos de transporte, como difusão e transporte ativo. Potenciais de ação e a bomba de sódio e potássio são fundamentais para a excitabilidade e transmissão de impulsos em células nervosas e musculares. A contração muscular depende da interação entre actina e miosina, regulada por íons cálcio e ATP, com diferenças entre músculos esqueléticos e cardíacos. O coração funciona como uma bomba com quatro câmaras e válvulas, garantindo a circulação pulmonar e sistêmica do sangue. O sangue, composto por plasma e células, é vital para o transporte de oxigênio e nutrientes, com as hemácias desempenhando papel central nesse processo.

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