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Gerenciamento Comportamental Na Clínica Infantil A análise do desenvolvimento somático (motricidade e fala) e emocional (comportamentos sociais, adaptações de personalidade) ajudam a entender o tempo de permanência que a criança consegue ficar sentada na cadeira. O comportamento verbal é o que determina para a criança a capacidade de se relacionar com o cirurgião-dentista; O comportamento social e a personalidade estão vinculados principalmente ao relacionamento com os pais e, posteriormente, com outros adultos. Posturas Que Devem Ser Evitadas: 1. Super identificação: profissional sensível a tensão emocional da criança. Gera: profissional perde a capacidade crítica, não atua de forma eficaz e pode culpar a mãe pelo sofrimento, não avaliando o motivo pelo qual a criança está sofrendo. 2. Dominação: profissional assume um papel inteiramente técnico, predominando o saber científico, vendo o dente e não gente; Gera: possibilidade de falhar na comunicação e perder o controle do comportamento da criança. Posturas Básicas Do Profissional De Pediatria Em Relação a Criança: 1. Empatia: postura desejável, é a capacidade de identificar-se com os sentimentos da criança, mãe ou responsável. Gera: equilíbrio profissional entre o saber técnico e científico e a emoção. O Que Significa o Gerenciamento Comportamental? Mudança ou/e modificação de um comportamento inapropriado, ajudando a criança a crescer na sua individualidade, estimulando sua capacidade de enfrentamento em situações diferentes. Observar o paciente e entender sua postura. Princípios Que Regulam O Desenvolvimento: MIC 1. O desenvolvimento da criança é multidimensional. Interação físico motora (peso/altura), cognitiva (raciocínio), emocional (sentir) e social (relacionar-se). 2. O desenvolvimento da criança é integral. Mudança em uma dimensão influenciará em outra. 3. O desenvolvimento processa-se de forma contínua. Inicia-se no momento da concepção e por toda vida do indivíduo. Teorias Do Desenvolvimento Humano: 1. S.Freud: O desenvolvimento humano e a constituição do aparelho psíquico são explicados pela evolução da psicossexualidade. A sexualidade esta integrada no nosso desenvolvimento desde o nascimento, evoluindo através de estágios, com predomínio de uma zona erógena, isto é, de uma região do corpo (epiderme ou mucosa) que, quando estimulada, dá prazer. Cada estágio é marcado pelo confronto entre as pulsões sexuais (libidos) e as forças que se lhe opõem. Para cada fase, institui-se uma “crise”, que, quando desenvolvida de forma positiva, cria uma base para a continuação; já quando ocorre uma solução negativa, pode resultar em problemas para a continuidade. Assim, o ajuste fundamental deverá ser satisfatório ou equilibrado do indivíduo ao seu “eu” e ao meio ambiente. Nenhuma fase poderá ser omitida sem solução favorável, pois, caso contrário, poderá ocorrer interrupção do desenvolvimento da criança, que pode regredir à fase anterior ou passar rapidamente para a próxima, acompanhada por problemas não resolvidos Oito idades: a) Fase oral ou infância: 0 a 1,5 ano. Satisfação x Insatisfação: Boca: Durante a infância, a boca é o órgão mais importante do corpo, pois é por seu intermédio que a criança obtém o ar e seu alimento, enquanto faz contato com o meio ambiente que a cerca. Ela é um órgão de contato e zona erógena. A boca é a fonte de prazer (sugar e morder). A criança explora o corpo e os arredores por meio da boca, da pele e de ritmos, enquanto os pais transmitem um conceito de corpo e a sensação de segurança básica e satisfação. A sucção é o ato mais importante. Simbiose Com a Mãe: após 6/7 meses toma consciência do limite entre ela e sua mãe. Relação de intimidade com a mãe: a mãe precisa estar com o bebê no colo. Reflexos: dominam sua atitude. ROTAÇÃO (bebê é tocado na bochecha e vira em direção ao toque); SUCÇÃO (algo na boca ativa o movimento de sucção); deglutição (presente no nascimento, estimula a coordenação); MORO (É desencadeado por queda súbita da cabeça, amparada pela mão do examinador. Observa-se extensão e abdução dos membros superiores seguida por choro), BABINSK (o estimular a sola do pé, com uma caneta ou outro objeto, indo de baixo para cima, o paciente pode flexionar seu dedão para trás e seus outros dedos se abrem em forma de “leque”,) PRENSÃO (ao toque na mão, o bebê fecha os dedos) MARCHA AUTOMATICA (bebê anda com as perninhas quando suspenso). Sucção: Essa necessidade vai diminuindo, tanto física quanto psicologicamente, com a introdução da alimentação sólida. Com a parada gradual da amamentação, a criança aprende a deixar a fase inicial. A necessidade fisiológica da sucção cessa entre 9 e 12 meses; já a necessidade psicológica permanece por mais algum tempo; a criança no seu cotidiano não sente falta da sucção em razão das novas experiências e evolução, mas, quando está cansada ou infeliz, ou prestes a adormecer, a sucção lhe serve como consolo. A necessidade mais prolongada de sucção, além dos 3 anos, causa problemas tanto de oclusão quanto de desenvolvimento da fala. Durante os 6 primeiros meses: a criança aprende a receber e reter aquilo que lhe é dado, enquanto sua mãe sente-se alguém capaz de doar. Sentimentos de autoconfiança e confiança do ambiente e da existência são o início das habilidades de fazer contato. Após 6-18 meses: a criança aprende a mastigar a morder, mesmo que prefira sugar. Ela distingue entre si e o ambiente e pode reter o que recebe na forma de contatos e impressão. Nesta fase, a mãe pode se ausentar por períodos que podem ser aumentados gradativamente. A interação positiva traz consigo uma sensação de segurança e satisfação, combinada com aprendizagem em receber e reter, o que é fundamental para o seu desenvolvimento mental. Desenvolvimento positivo: autocontrole; fazer contato. Desenvolvimento negativo: insegurança; apatia e indiferença. Início da mastigação: comer pouco. Início da mudança no processo de alimentação. Choro: comum, forma de expressão. Amamentação: Mecanismo de compensação nutricional e emocional. Momento de intimidade. Reconstrução do vínculo após o corte do cordão umbilical. Ato mais importante. Atividade reflexa e não voluntária. Desenvolvimento psique da criança. Percepção do mundo que o cerca. Transmissão de segurança e afeto. Sugar é fonte de prazer. Causa tendencia padrão de respiração nasal. Fortalece a musculatura facial. Favorecimento do crescimento da mandíbula. Sua ausência pode causar o crescimento inadequado da face, o qual afeta a respiração, prejudicando o sono, a memória e a concentração. O aleitamento materno por si só não levaria a queda de ph drástica do biofilme, como o leite artificial que contêm maltodrextrina (sacarose). b) Fase anal ou primeira infância: 1,5 a 3 anos. Autonomia X vergonha / dúvida. Nesse período, a criança alcança o controle da bexiga urinária e dos intestinos. Poderia ser chamado “período de autonomia”; a criança passa a ter controle do seu próprio corpo, desenvolvendo, assim, suas potencialidades físicas. Fase de maior maturidade para tratamento. Esse período é também conhecido como idade dos “desafios”, pois aparecem com frequência sentimentos fortes e contraditórios. Da relação com o meio ambiente, resultará o quanto a criança será capaz de agir e decidir por si mesma Funções eliminatórias: fonte de prazer e liberação de tensões. O padrão de comportamento normalmente se alterna entre “retenção” (atividades repetitivas, brinquedos favoritos, hábitos) e “eliminação” (impaciência, tendência de jogar fora). Frequentemente, essa criança desejará coisas diferentes ao mesmo tempo, e isso reflete a dificuldade de organizar a mente. O final dessa fase caracteriza a maturidade para o tratamento, com capacidade de a criança ficar sentada de 10 a 20 min. Ela já compreende explicações simples de acordo com o princípio: falar, mostrar e fazer. Nesse momento, a criança já pode ter duas atividades ao mesmo tempo, como ficar sentada e permanecer com a boca aberta. É importante elogiá-la nas suas capacidades,sem se esquecer do contato físico e da comunicação não verbal, ainda muito importante. A técnica do “falar-mostrar-fazer”, que consiste na descrição verbal pelo cirurgião-dentista de tudo que será realizado, seguida da demonstração e execução do procedimento, obtém sucesso em crianças que apresentem desenvolvimentos emocional e intelectual normais c) Fase fálica ou edipiana ou segunda infância: 3-5anos. Nesse período, há interesse por genitais e sexualidade e o sexo torna-se central. As crianças começam a perceber as diferenças de aparência entre meninos e meninas e a questioná-las. A criança buscará uma identificação com as pessoas próximas para imitá-las; em geral, essas pessoas são os pais. Ao mesmo tempo, passará pelo período em que se apaixonará pelos adultos do sexo oposto, especialmente o pai ou a mãe. O desejo de explorar, a curiosidade e fazer regras são típicos dessa idade. A criança, nessa fase, pode sentar-se para tratamento e concentrar-se por até meia hora. O elogio quanto à aparência é importante, e as correções deverão ter conotação positiva; agora, ela é capaz de usar a imaginação e entender metáforas. d) Fase de latência ou idade pré escolar: 5 a 12 anos. O principal foco nesse período é o da criança em seu contexto social; ela deixa de ser o centro para participar mais do ambiente. Escola, companheiros, atividades recreativas e adultos fora do contexto familiar tornam-se cada vez mais importantes; ela explora o mundo, estabelece relações com os adultos e se compara com os outros. A criança quer estabelecer diálogos e discussões abstratas, gosta de colecionar e competir; isso gera autoestima crescente, atenção e avidez por atividades; no entanto, para outras, a falta de conhecimento e aptidão social poderá produzir sentimentos de inferioridade. Com o amadurecimento gradual de suas capacidades motoras e desenvolvimento mais realista do social, ela passa a ter uma visão mais real do tratamento dentário, ela solicita explicações, mas quer receber o atendimento. e) Fase genital ou adolescência. f) Fase de adulto jovem g) Fase de idade adulta. h) Fase de maturidade. 2. J. Piaget: Enfatiza o processo qualitativo da evolução psíquica da criança, apresentando o desenvolvimento psíquico como uma construção progressiva, que se produz pela interação entre o indivíduo e seu meio. A adaptação mental é considerada o prolongamento da adaptação biológica, sendo uma forma de equilíbrio superior. Assim, as trocas contínuas entre o indivíduo e o meio adquirem aspectos cada vez mais complexos. 3. Desenvolvimento neuropsicomotor (DNPM): Padrão de desenvolvimento complexo que envolve a interação de vários mecanismos. a) Biológico: Carga genética familiar. Desenvolvimento cerebral: medidas antropométricas do crânio. Além de aferição de peso, altura etc. b) Cognitivo: Mudanças na capacidade de fazer contato e se relacionar com o mundo. Interação da Carga genética com fatores ambientais. Passo a passo para construção de um saber. Inteligência: Pensamento: Linguagem: surdez? Deficiência auditiva? c) Socioemocional: Mudanças individuais e sua influência no relacionamento com outras pessoas. Limites e correções de atitudes. Fatores ambientais. Emoções Personalidade A Criança Na Primeira Infância: Interação da criança com criança. O estágio de desenvolvimento na primeira infância faz com que a comunicação seja difícil ou impossível. Limita o entendimento e tolerância. Comunicação multissensorial. Presença dos pais é importante. Instabilidade emocional: Semi independência: persuadir a criança. Treinamento para uso de escova dental: massageadores (sem dente); dedeiras ( com os primeiros dentes); escovas elétricas; 1° criança e depois os pais na escovação. A Primeira Consulta: Uma das experiencias mais significativas na vida da criança. Consultas de rotina representam uma oportunidade de estabelecer um bom relacionamento com o dentista e com a odontologia. Avaliar hábitos nutritivos: aleitamento natural; aleitamento artificial, finger, sondam mamadeira, copo. Hábitos não nutritivos: chupeta e dedo. Dispor-se a ouvir e conversar com os pais. Expor a forma menos danosa. Rotina e fase da família. Remover a chupeta até 02 anos no máximo: dispositivos que ajudam a parar. Kit de cozinha: massageador + creme dental sem flúor. Kit banheiro: escova dental + creme dental com flúor. Massageadores gengivais podem ser uteis. Condicionamento Direto: Diretamente na cadeira. Condicionamento Indireto: Bonecos. Mostrar exemplares lúdicos. Posicionamento da Criança: 1. Macri: Maca com encaixe nas parnas. Necessidade de procedimentos invasivos. Colchonete abraçador. 2. Pai ou mãe segurando a criança: 3. Joelho com joelho. 4. Colo da mãe. 5. Cadeira odontológica. Limpeza Da Boca Do Bebê Sem Dente: Aleitamento natural: não se limpa a boca da criança. Parte das imunoglobulinas do leite materno são absorvidas sublingualmente nos primeiros 30 minutos; a limpeza precoce pode interferir nessa absorção. Aleitamento artificial: 1x ao dia. Iniciar a limpeza rotineira com o aparecimento do primeiro dente: escovação e creme dental com flúor. Estudo Do Medo: É um estado emocional diante do perigo, caracterizado pelo conhecimento intelectual deste, provocando apenas a sensação psicológica. O ambiente familiar é o causador da maioria dos temores e problemas de medo. A superproteção, a ansiedade, a rejeição, a preocupação e a apreensão exagerada dos pais são os principais fatores desencadeantes do medo Nas crianças com pouca idade, é muito difícil distinguir o medo da ansiedade. Evolução do medo: Medo biológico; Medo psicológico; Medo condicionado (perda do conteúdo intelectual; Ansiedade; Fobia 1. Objetivo: criança passou pela experiência. Direto: experiencia odontológica. Indireto: nunca foi ao dentista, mas viu uma enfermeira de branco e associou. 2. Subjetivo: medo sugestionado por outras pessoas. Esse tipo de medo ocorre principalmente por informações de adultos ou crianças maiores. As crianças ouviram falar de experiências desagradáveis vividas por seus pais, parentes ou amigos, no consultório odontológico ou especialidades afins. Ele passa essa descrição e pode fantasiar, exagerando o quadro. Reação comum de defesa contra o desconhecido. Categoria Do Comportamento Infantil No Consultório Odontopediátrico: 1. Definitivamente negativo (--): recusa tratamento, cria resistência, demostra medo ou qualquer evidência de extremo negativismo. 2. Negativo (–): 3. Positivo (+): aceita o tratamento com cautela, deseja ajudar o dentista, ocasionalmente com reservas, mas segue as instruções e coopera. 4. Definitivamente positivo (++): tem um bom relacionamento com o dentista, interessa-se pelo procedimento dentário, ri e se diverte com a situação. Distúrbios De Conduta De Interesse Odontopediátricos: 1. Negativismo. 2. Agressividade. 3. Birra: A crise de birra tem por característica uma resposta muscular em massa, em que há excitação motora global. Ela chora, grita, bate mãos e pés, dá socos e pontapés e morde. 4. Medo. 5. Fobia: a fobia é um medo específico, intenso e muitas vezes irracional e que pode paralisar. 6. Ansiedade: Essa ansiedade que a criança sofre constantemente nos primeiros anos de vida serve para prepará-la a suportar melhor a ansiedade comum que a vida lhe causará nos anos subsequentes. Assim, a ansiedade como doença é apenas uma questão de quantidade, e não de qualidade. Dessa forma, pode-se considerar, em relação ao tratamento dentário, que, apresentando um grau normal de ansiedade, o clínico conseguirá contornar a situação com palavras tranquilizadoras, de carinho; e a aproximação física (toque) deverá completar a intenção de apoio e confiança que essa criança deve ter para que se obtenha o sucesso necessário. Coisas Que Crianças Gostam: 1. Ser chamado pelo nome ou apelido. 2. Sala de espera interessante. 3. Fundo musical. 4. Cd fale quando trabalha. 5. Que o cd explique o procedimento. 6. Olhar no espelho o trabalho do cd. 7.Que o cd pare ao seu sinal. 8. Receber elogios. 9. Presente após a consulta. O Que Criança Não Gosta: 1. Esperar pelo atendimento. 2. Refletor nos olhos. 3. Ser compara com outras crianças. 4. Rolo de algodão. 5. Sala de espera sem atrativos. 6. Cheiro do consultório. 7. Cheiro da respiração do dentista. 8. Não saber a verdade sobre procedimento. 9. Responder pergunta com a boca cheia. 10. Ação do moto. 11. Que o cd a repreenda. Técnicas De Gerenciamento Comportamental: Técnicas não farmacológicas: 1. Controle de voz: Mudança abrupta no tom de voz. A técnica de controle de voz, é baseada no princípio de controlar o volume, o ritmo e o tom da voz (SANT’ANNA et al., 2020), no intuito de conquistar a atenção e o comportamento desejado da criança, para impossibilitar que o comportamento negativo se estabeleça O tom de voz é muito importante. Deve passar a idéia de “quem manda aqui sou eu”. A expressão facial do dentista também deve refletir esta atitude de confiança. É uma técnica que possui grande eficiência entre crianças na fase pré escolar, pautada no tom da voz, assertividade no falar, confiança, e clareza no diálogo, sendo essa técnica a mais aceita entre pais, cuidadores e tutores. Para que a técnica seja realizada de forma assertiva, é necessário, que o cirurgião dentista possua habilidade para manter o diálogo com a criança. A mensagem deve ser clara, e objetiva para que a criança a compreenda, evitando muito interlocutores. 2. Dizer, Mostrar e Fazer: pacientes com medo e com algum tipo de ansiedade. Dizer o que vai ser feito com palavras acessíveis, depois mostra o que foi feito e depois dá o espelhinho para ela ver o que foi dito. 3. Reforços positivos: consiste no reforço da colaboração da criança e redução da ansiedade por meio de uma recompensa. A técnica de reforço positivo em odontopediatria, compreende - se em recompensar o paciente infantil quando o comportamento positivo é obtido, tendo essa recompensa como forma de incentivo para a próxima visita A criança tende a se sentir “impotente” durante a consulta. Logo, quando o profissional consegue deixá-la sentir que “venceu” o tratamento proposto e ser merecedora de um prêmio, faz ela se sentir capaz e importante, melhorando a autoestima e motivando-a cooperar novamente na próxima consulta. Reforço positivo verbal. 4. Dessensibilização: fazer a criança relaxar (contando história, bater papo, perguntar de algo); criar uma escada de dificuldade (cada degrau tem um procedimento – procedimento mais simples – profilaxia – aplicação de flúor – selante). 5. Imitação: fazer no modelo ou em uma pessoa. A modelagem de papéis é uma técnica de controle de comportamento, na qual o paciente infantil aprende através da observação. apresenta efeito terapêutico no controle do medo e ansiedade. Na prática da modelagem, emprega-se a habilidade da criança reproduzir a atitude do outro, e ao imitar o paciente infantil pratica padrões de comportamento, onde o comportamento desejável pode ser alcançado 6. Contenção: Passiva: com cintos, lençóis. Física. Ativa: pai, mãe, atendente. 7. Contenção estabilizadora: mobilizar o paciente com um nível de estresse grande. Restrição dos movimentos do paciente, com ou sem seu consentimento, para reduzir o risco de lesões durante o procedimento; inclui abridor de boca em criança não cooperativa 8. Mão sobre a boca “home”: crianças incontroláveis em histeria, debatendo-se na cadeira. Se nenhuma comunicação é possível devido à criança estar gritando e chorando, o dentista posiciona a mão sobre a boca da criança para abafar o ruído, e simultaneamente se aproxima do ouvido e diz baixo, sem gritar, calmamente e sem raiva “você tem que parar de gritar, quero conversar com você, quero olhar os seus dentes”. Geralmente a criança interrompe os gritos e o dentista remove a mão. Imediatamente reforça o comportamento da criança com um elogio: “sabia que você era capaz de colaborar” ou “gosto de você porque você é um bom ajudante”