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EXCLUSIVO PARA ASSINANTES CELINA Mulheres indígenas sofrem violência doméstica, mas Lei Maria da Penha não consegue protegê-las Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) e outros movimentos independentes fazem mapeamentos nas aldeias e lutam por políticas públicas que protejam as indígenas que sofrem violência intrafamiliar Pâmela Dias 19/04/2021 - 09:56 / Atualizado em 19/04/2021 - 12:57 g1 ge gshow CELINA Novidade em Natura 💜 Garanta até 50% OFF + até 15% de cashback (era 5%) C U P O N O M IA Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você está ciente dessa funcionalidade. Informamos ainda que atualizamos nosso Aviso de Privacidade. Conheça nosso Portal da Privacidade e veja o nosso novo Aviso. 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Na época, não consegui denunciar porque passei a ser julgada pela comunidade, então eu me tranquei. Presenciei também a minha irmã sendo agredida pelo marido. Fui pedir socorro às lideranças, mas viraram para mim e disseram que era briga de família”. Sonia Guajajara : 'Não dá para falar de direitos indígenas sem falar de direitos ambientais' Esse é o relato de Maria*, de 31 anos, integrante da Kuñangue Aty Guasu — Grande Assembleia das Mulheres Kaiowa e Guarani, do Mato Grosso do Sul. A memória da ativista retrata uma realidade ainda invisibilizada: a violência doméstica sofrida por mulheres indígenas . Imagem da 1ª Marcha das Mulheres Indígenas, realizada em Brasília em agosto de 2019. Articulação defende a criação de uma legislação específica para combater à violência contra a mulher indígena, que considere as especificidades de cada povo Foto: Tuane Fernandes / Getty Images Newsletters PUBLICIDADE C U P O N O M IA Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você está ciente dessa funcionalidade. Informamos ainda que atualizamos nosso Aviso de Privacidade. 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Contudo, apenas os registros sul- mato-grossenses possuem dados de violência contra a mulher separados por raça ou etnia. De acordo com a Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) do MS, no período de 1º de janeiro de 2020 a 31 de março de 2021, em todo o estado 21.527 mulheres registraram ocorrências de violência doméstica. Desse total, 260 aconteceram em aldeias indígenas. O órgão informou ainda que “a informação raça/etnia indígena só é incluída no boletim de ocorrência quando a mulher se autodeclara.” Após sofrer na pele perseguições dos próprios capitães da aldeia, Maria, que vive em uma reserva indígena em Dourados (MS), ajuda a conscientizar mulheres de diferentes territórios da região sul-mato- grossense sobre a violência doméstica. Entrevista: 'Não quero ser a única e nem a última', diz Joênia Wapichana, primeira mulher indígena eleita deputada federal Nos últimos seis anos, ela percebeu três problemas: muitas mulheres indígenas não conseguem fazer a denúncia por conta do difícil acesso às delegacias e, as que conseguem, não dão andamento ao registro por temerem a impunidade de seus agressores ou por não entenderem a língua portuguesa. — Eu imagino que a delegacia mais próxima da aldeia fica de seis a sete quilômetros de distância. Levando em consideração que a vítima muitas vezes tem dificuldade de ter acesso ao transporte público por falta de informação, ela precisa ir de bicicleta ou a pé. Isso acaba causandoC U P O N O M IA Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você está ciente dessa funcionalidade. 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Aí voltam para casa com mais medo — afirma Maria. Entenda : agressão física é apenas uma das formas de violência doméstica. Conheça o que diz a Lei Maria da Penha Moradora de uma aldeia na região, a professora Ará* conta que já sofreu agressões e tentativas de feminicídio do ex-marido, também indígena. Enquanto estavam juntos, ele chegou a ser preso por ter matado uma outra mulher, com quem teve um relacionamento. Após sair da cadeia, voltou ao território apresentando um documento judicial que permitia que ele ficasse na casa de Ará. O medo da professora aumentou depois de ela recusar se converter ao cristianismo, uma das ordens dadas pelo agressor. Ao opôr-se, voltou a sofrer ataques. Contrariando as estatísticas, Ará conseguiu fazer a denúncia, apesar da dificuldade em entender o português. Ela foi resguardada por uma medida protetiva, que determinou o afastamento do agressor, mas Ará conta que ele não foi preso e continuou com as ameaças. Em novembro CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE PUBLICIDADE C U P O N O M IA Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você está ciente dessa funcionalidade. Informamos ainda que atualizamos nosso Aviso de Privacidade. 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Antes de eu sair, ele tentou cometer feminicídio na frente da minha filha e eu corri. Chegando lá, a delegada perguntou como aconteceu, se ele me ameaçou, a minha boca estava toda machucada. No outro dia, mandaram a medida protetiva e, neste mesmo dia, ele voltou para a aldeia dele. Mas está solto e fazendo ameaças, não está com medo de prisão. Hoje, estou na cidade, não tenho renda, dependo de muitas doações e tenho medo de voltar para a aldeia — conta. Levantamento exclusivo: Violência contra a mulher aumentou, mas ministério de Damares Alves executou apenas 1/4 do orçamento para a área, o menor gasto da década Para tentar ressignificar as memórias trágicas do casamento, Ará também atua como voluntária na Grande Assembleia das Mulheres Kaiowa e Guarani. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE PUBLICIDADE C U P O N O M IA Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. 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Mas, por enquanto, pretendo continuar ajudando outras mulheres na associação a identificarem e se protegerem. Também ocupo minha cabeça com artesanato — relata a professora. Legislação distante da realidade das indígenas De acordo com Sonia Guajajara, coordenadora da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), as agressões contra as mulheres acontecem das formas mais variadas: de torturas verbais e psicológicas até as físicas. Além de lutar por território e todos os outros direitos constitucionalmente garantidos à população indígena, Sonia lidera projetos para prover informações sobre violência doméstica nas aldeias. — Em 2018, nós fundamos o projeto Voz das Mulheres Indígenas, com apoio da ONU Mulheres, para entender as principais demandas das nossas companheiras . De lá para cá, organizamos plenárias, atividades e acompanhamento em várias localidades para debater o papel da mulher na aldeia e os seus direitos. Deste trabalho também surgiu a 1ª Marcha das Mulheres Indígenas, em 2019, para manifestarmos à sociedade as nossas demandas — explica. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE C U P O N O M IA Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você está ciente dessa funcionalidade. Informamos ainda que atualizamos nosso Aviso de Privacidade. 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E, principalmente, porque ainda há muito preconceito contra nós mulheres indígenas. Desconfiam das denúncias e nos silenciam. Por isso estamos nos articulando para fazer debates entre mulheres, em todo o país, para definirmos medidas efetivas, levando em consideração nossa cultura e as especificidades de cada povo — aponta. Já segue CELINA no Instagram ? @projetocelina Hipamaalhe Medzeniako, mestranda em Antropologia de Gênero e Território, aponta que para implementar novas políticas públicas é necessário, primeiramente, levar em consideração a diversidade cultural de cada povo. Segundo ela, que vive na comunidade Tucumã do Rio Içana, no Amazonas, não é possível generalizar, por exemplo, que os caciques e demais homens das aldeias são machistas, visto que isso faz parte das tradições de cada local. No entanto, ela ressalta que informações precisam chegar a esses locais para que mulheres não sejam vitimadas, mesmo nos territórios onde elas são líderes. PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE C U P O N O M IA Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você está ciente dessa funcionalidade. Informamos ainda que atualizamos nosso Aviso de Privacidade. 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Temos que desconstruir a visão de que o cacique homem é o principal. As mulheres também são e muito. Mas, mesmo assim, ainda sofrem violência. E a nossa preocupação é pensar: a partir do momento que a mulher denuncia, qual o espaço de proteção para ela? Ela terá acompanhamento psicológico? Será ouvida e respeitada dentro de sua comunidade? — questiona. Kunha Poty Rendy, estudante de perícia criminal que também atua como ativista no movimento das mulheres Guarani Kaiowá Kunhangue AtyKunha Poty Rendy, defende a urgência desses debates chegarem às aldeias, com apoio do governo federal. No entanto, ela afirma que o principal órgão nacional do Ministério da Justiça, a Fundação Nacional do Índio (Funai), criada para defender os interesses indígenas, não ajuda a combater a violência nos territórios. — A Funai está há mais de cinco anos sumida das aldeias indígenas, não dá para contar com eles para nada, especialmente porque estão cheios de militares, que tentam invadir nossas terras. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE PUBLICIDADE C U P O N O M IA Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você está ciente dessa funcionalidade. Informamos ainda que atualizamos nosso Aviso de Privacidade. 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Kunha Poty Rendy é da aldeia Pirakuá, município de Bela Vista, no Mato Grosso do Sul, e também já foi vítima de violência doméstica e tentativa de feminicídio pelo seu ex-companheiro. Há oito anos, quando as agressões começaram, ela não conseguiu fazer denúncias porque sofreu perseguições de agentes policiais, que desconfiaram de sua origem, por ser mestiça. Até hoje, ela sofre ameaças e tentativas de retirada da guarda do filho. Em nota, a Funai informou que “conforme determina a Instrução Normativa n° 1 de 13/05/2016, tem empreendido esforços para garantir a convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes indígenas em situação de vulnerabilidade social e vítimas de violência, em conjunto com os demais atores que compõem as redes de proteção socioassistencial. No caso especifico do trabalho com as mulheres indígenas, a Funai atua com o propósito de apoiá-las na busca da não discriminação, no fortalecimento de seus papéis junto à comunidade e no CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE PUBLICIDADE C U P O N O M IA Nós usamos cookiese outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você está ciente dessa funcionalidade. Informamos ainda que atualizamos nosso Aviso de Privacidade. 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O Globo, um jornal nacional: Fique por dentro da evolução do jornal mais lido do Brasil SAIBA MAIS CELINA 'Nem pense em me matar': mulheres se unem em campanha contra o feminicídio CELINA 'Ele me manteve presa e abusava de mim': o terrível cotidiano das vítimas de violência doméstica na pandemia CELINA 'Bolsonaro e Trump são sádicos desavergonhados e responsáveis por incontáveis mortes', diz Judith Butler CELINA Apenas metade das meninas e mulheres tem autonomia sobre seus corpos, aponta relatório anual do Fundo de População da ONU MAIS LIDAS NO GLOBO 1. Mario Frias critica banheiro feminino que inclui trans e travestis em secretaria de cultura do governo de Eduardo Leite O Globo C U P O N O M IA Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você está ciente dessa funcionalidade. 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