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A ORIGEM NA A VIA DA CICLOOXIGENASE 0 Ácido Araquidônico é Enzimas COX-1 e COX-2 convertem habitualmente liberado dos ácido araquidônico em fosfolipídios da membrana Prostaglandinas, Prostaciclinas celular pela ação enzimática e Tromboxanos. da Fosfolipase A2 INFLAMAÇÃO: Fatores frequentemente associados (mediante estímulo à dor, febre, vasodilatação e inflamatório ou lesão descrita). A CASCATA DO ÁCIDO agregação plaquetária na literatura. ARAQUIDÔNICO + + + febre vasodilatação agregação dor plaquetária ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) A VIA DA LIPOOXIGENASE (LOX) Converte ácido em Leucotrienos. TOPO corticoides Corticoides vs. AINEs! Os glicocorticoides Mediadores habitualmente associados (Fosfolipase A2 bloqueiam inibem habitualmente a Fosfolipase A2, aqui ao broncoespasmo e quimiotaxia bloqueando a cascata desde topo. (atração de células de defesa) Já AINEs são descritos atuando mais abaixo, descritos. MAIS ABAIXO AINEs bloqueando apenas a via da (COX) bloqueiam Ciclooxigenase (COX). aqui quimiotaxia células broncoespasmo (atração) de defesa1 BLOQUEIO ENZIMÁTICO 2 A TRÍADE TERAPÊUTICA Os Anti-inflamatórios Não Esteroidais Ação Analgésica: Habitualmente atuam habitualmente através da sugerida por reduzir a sensibilização inibição das enzimas Ciclooxigenase dos nociceptores pela prostaglandina. (COX-1 e COX-2). COX AINES: Ação Antitérmica: Frequente atuação MECANISMO no hipotálamo, reajustando centro Resultam na diminuição frequentemente termorregulador. descrita da síntese de prostaglandinas DE AÇÃO inflamatórias no local da lesão. (INIBIÇÃO DA Ação Anti-inflamatória: Redução do edema e vasodilatação local descritos. ! ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática): 3 EFEITOS ADVERSOS GERAIS Resposta Individual! A eficácia dos AINEs é bloqueio generalizado das prostaglandinas está frequentemente associado na literatura habitualmente descrita como idiossincrática. Se um a riscos de irritação gástrica e disfunção renal. paciente não apresentar alívio sugerido com uma classe (ex: diclofenaco), a literatura frequentemente recomenda a rotação para um AINE de outra família química.COX-1 (A COX-2 (A ENZiMA Expressa de forma contínua Sua expressão é habitualmente em quase todos os tecidos. induzida e multiplicada no local da inflamação. Frequentemente descrita como CITOCINAS enzima fisiológica ou de manutenção. Pode ser estimulada por citocinas e trauma. Papéis vitais sugeridos: COX-1 VS. COX-2: Produz prostaglandinas frequentemente - Proteção da mucosa gástrica responsáveis por mediar: - Homeostase do fluxo renal DIFERENÇAS FISIOLÓGICAS Dor Rubor Agregação plaquetária normal - Edema = DILEMA FARMACOLÓGICO ! ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) Revisão Literária Recente! Inibir a COX-2 pode aliviar a inflamação COX de forma recomentada. Embora classicamente descrita apenas como induzida, Porém, inibir a COX-1 ao mesmo tempo estudos recentes frequentemente sugerem que a COX-2 também possui função constitutiva importante em órgãos pode gerar efeitos adversos clássicos. como rins e endotélio vascular, exigindo cautela terapêutica. Exemplos frequentemente citados: ! - Úlceras ! - Sangramentos1 LIGAÇÃO IRREVERSÍVEL 2 DEPENDÊNCIA DE DOSE Único AINE que inibe as Doses baixas (ex.: 100 mg): enzimas COX-1 e COX-2 uso frequentemente recomendado COX de forma habitualmente como antiagregante plaquetário irreversível (acetilação (prevenção cardiovascular). covalente). A recuperação enzimática frequentemente exige a AAS AINES NÃO SELETIVOS: Doses altas (> 1g): necessárias síntese de novas enzimas para ação anti-inflamatória (uso pelas células. ÁCIDO ACETILSALICÍLICO habitualmente em desuso por alta toxicidade descrita). AAS ÷ ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) 3 CONTRAINDICAÇÃO PEDIÁTRICA Risco de sangramento! Devido à inibição 0 uso de AAS em crianças com ! irreversível, a suspensão do AAS é infecções virais (como varicela habitualmente sugerida pela literatura ou influenza) é frequentemente ! cerca de 7 a 10 dias antes de associado à Síndrome de Reye relatada. procedimentos cirúrgicos eletivos, visando a renovação do pool Pode cursar com encefalopatia ? plíaquetário descrito. e lesão hepática grave.PERFIL FARMACOLÓGICO INDICAÇÕES CLÍNICAS SUGERIDAS Derivado do ácido propiônico, Considerado frequentemente na habitualmente descrito como um literatura como primeira escolha inibidor reversível e competitivo para dores musculoesqueléticas da COX-1 e COX-2. leves a moderadas, dismenorreia (cólicas) e odontalgia. Possui meia-vida curta (cerca de 2h), exigindo frequentemente AINES NÃO SELETIVOS: Altamente recomendado em tomadas repetidas ao dia. protocolos pediátricos como IBUPROFENO antitérmico e analgésico de amplo uso. ! ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) TOLERABILIDADE RELATADA Cautela com o Teto Terapêutico! Aumentar a dose de Ibuprofeno além do recomendado Em baixas doses, apresenta um frequentemente não potencializa a analgesia perfil de segurança gastrointestinal (efeito teto), mas eleva substancialmente habitualmente descrito como risco de efeitos adversos descritos, especialmente superior quando comparado ao a toxicidade renal em pacientes desidratados. AAS ou Diclofenaco.PERFIL DO DICLOFENACO ALTA POTÊNCIA DESCRITA COX-2 Apresenta discreta preferência pela Derivados do ácido acético, inibição da COX-2 descrita in vitro. frequentemente relatados na literatura com potente atividade anti-inflamatória uso crônico está frequentemente em quadros agudos. associado a aumento do risco ! Exemplos clínicos frequentemente cardiovascular, como IAM e AVC. citados: entorses e crises de gota. AINES NÃO SELETIVOS: Hepatotoxicidade também é ! relatada na literatura, exigindo DICLOFENACO E CETOPROFENO cautela médica. ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) PARTICULARIDADE DO CETOPROFENO Risco intramuscular! A administração de Diclofenaco IM é Além do bloqueio da estudos habitualmente dolorosa. frequentemente sugerem capacidade Há risco frequentemente relatado de LOX adicional de inibir a lipooxigenase e a bradicinina. necrose tecidual ou síndrome de Nicolau. A literatura sugere sempre avaliar se a via oral ou intravenosa pode ser preferida. Esse perfil pode ampliar 0 efeito analgésico descrito.1 FARMACOCINÉTICA FACILITADORA 2 NAPROXENO E CORAÇÃO A principal vantagem habitualmente descrita é a Na literatura cardiológica atual, meia-vida prolongada desses Naproxeno é frequentemente fármacos. considerado como AINE não seletivo com menor risco de 0 Tenoxicam (classe dos AINES NÃO SELETIVOS: toxicidade cardiovascular descrita. Oxicams) frequentemente permite dose única diária, melhorando a adesão do NAPROXENO E TENOXICAM paciente sugerida. Habitualmente sugerido para pacientes com risco cardíaco que necessitem de anti-inflamatórios 3 INDICAÇÕES rigorosos. CRÔNICAS ! Devido à posologia cômoda, ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) uso é frequentemente Troca de Riscos! Embora Naproxeno seja recomendado no manejo de habitualmente descrito como mais seguro para doenças crônicas como coração, ele ainda carrega um risco gastrointestinal Osteoartrite e Artrite considerável relatado. 0 uso profilático de Reumatoide. Inibidores de Bomba de Prótons (IBP) é frequentemente sugerido em pacientes idosos.1 ANALGESIA DE ALTO NÍVEL 2 USO CLÍNICO HABITUAL Destaca-se frequentemente na Manejo de dor moderada a severa, literatura pelo seu potente efeito frequentemente recomendado em analgésico, com ação ambientes de emergência, anti-inflamatória descrita pós-operatório ou cólica nefrética como moderada. AINES POTENTES: (pedra no rim). A eficácia na dor aguda é habitualmente comparada à CETOROLACO dos opioides fracos, porém sem risco de depressão respiratória (TROMETAMINA) sugerido. 3 LIMITAÇÃO CRÍTICA DE TEMPO ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática): Apresenta alta toxicidade gastrointestinal ! e risco de falência renal aguda Cautela Cirúrgica! Sendo um potente inibidor da frequentemente relatados. síntese de tromboxano, cetorolaco interfere na 0 uso sistêmico contínuo é habitualmente agregação plaquetária. Seu uso no perioperatório contraindicado e restrito a um limite exige avaliação rigorosa devido ao risco aumentado máximo sugerido de 5 dias na de sangramento frequentemente descrito. prática clínica. ! 51 CONCEITO DE SELETIVIDADE 2 BENEFÍCIO GÁSTRICO Desenhados para inibir uso costuma ser considerado primariamente a enzima COX-2 em pacientes com maior risco de induzida na inflamação, poupando úlceras e sangramentos a enzima associada à gastrointestinais, quando há proteção fisiológica, conforme necessidade de terapia frequentemente descrito. INIBIDORES anti-inflamatória SELETIVOS DA prolongada. Também são conhecidos como coxibes. COX-2 (CELECOXIBE) 3 RISCO CARDIOVASCULAR A inibição seletiva pode desequilibrar ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) a hemostasia, reduzindo a prostaciclina, de efeito vasodilatador, enquanto Avaliação de perfil! A literatura frequentemente tromboxano permanece relativamente ! recomenda evitar a prescrição de coxibes para preservado. pacientes com insuficiência cardíaca crônica ou histórico de doença isquêmica do coração, devido Isso eleva risco desciito de ao risco pró-trombótico habitualmente descrito eventos trombóticos, infarto para essa classe. agudo do miocárdio e AVC. Uso racional e individualizado é sempre essencial!1 PERFIL ATÍPICO 2 EXCELENTE TOLERABILIDADE Analgésico e antitérmico comumente Habitualmente descrito como seguro recomendado, porém com ação em doses terapêuticas. anti-inflamatória clinicamente É escolha frequente para gestantes, descrita como insignificante. crianças e pacientes com úlcera Não é habitualmente classificado péptica. como um AINE clássico. PARACETAMOL E Mecanismo exato ainda debatido, frequentemente sugerido por HEPATOTOXICIDADE inibição de vias da COX no Sistema Nervoso Central. 3 RISCO HEPÁTICO ! ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) metabolismo hepático gera habitualmente um subproduto ! Antídoto Específico! Em casos suspeitos ou tóxico chamado NAPQI. confirmados de intoxicação aguda por paracetamol, Em superdosagem ou uso crônico a conduta primária frequentemente recomendada com álcool, as reservas de na literatura é a administração precoce de glutationa se esgotam. ÁLCOOL N-acetilcisteína (NAC) para repor os estoques Isso pode resultar em necrose hepáticos protetores descritos. hepática fulminante, frequentemente relatada.1 EFICÁCIA CLÍNICA 2 EFEITOS ADVERSOS E CONTROVÉRSIAS Excelente ação analgésica e Fármaco habitualmente bem antitérmica habitualmente tolerado, com menor toxicidade relatada, porém com fraco gástrica quando comparado aos poder anti-inflamatório ANALGÉSICOS E AINEs tradicionais. sistêmico. ANTITÉRMICOS: risco de agranulocitose (queda Frequentemente utilizada severa de leucócitos) é relatado como droga de primeira linha DIPIRONA na literatura, que motiva sua em diversos protocolos ! restrição em alguns países, embora hospitalares para dor aguda frequentemente considerado e febre. raro no Brasil. ATENÇÃO 3 (Dica de Prova e Prática) PRECAUÇÕES SUGERIDAS Infusão Lenta! Risco relatado de hipotensão Para mitigar risco de hipotensão severa sistêmica grave, especialmente relatada, a administração intravenosa de dipirona é habitualmente recomendada se administrada por via de forma lenta (ex: diluída e infundida intravenosa rápida. ao longo de vários minutos) na prática clínica.1. MECANISMO DE AÇÃO 2. INDICAÇÃO DE OURO Atua habitualmente inibindo Fármaco habitualmente recomendado + a polimerização da tubulina + para abortar a crise aguda de gota celular, impedindo a formação (artrite gotosa), preferencialmente de microtúbulos. TRATAMENTO nas primeiras 12 a 24 horas. Bloqueia a migração de DA GOTA: 12-24 h neutrófilos e a fagocitose Uso adjuvante frequentemente dos cristais de ácido úrico CRISE AGUDA sugerido na profilaxia inicial nas articulações afetadas. (COLCHICINA) ao iniciar a terapia redutora ÁCIDO ÚRICO de ácido úrico crônica. = 3. TOXICIDADE GASTROINTESTINAL ! ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) Efeitos adversos como diarreia Limite de dose! A toxicidade da colchicina é ! habitualmente descrita como dose-dependente. aquosa severa, náuseas e cólicas abdominais são muito A ocorrência de diarreia é frequentemente frequentemente relatados ) considerada um sinal de alerta clínico, sugerindo ! na literatura. a necessidade imediata de redução ou suspensão da droga.1 MECANISMO DE AÇÃO 2 INDICAÇÃO A LONGO PRAZO Inibidor competitivo da Hipoxantina Droga habitualmente recomendada enzima Xantina Oxidase, como primeira linha para manejó conforme frequentemente da hiperuricemia crônica e prevenção descrito. Xantina de novas crises gotosas. Uso crônico Impede habitualmente a 0 uso contínuo é frequentemente é a regra. conversão de hipoxantina sugerido para promover a dissolução e xantina em Ácido Úrico, Ácido lenta dos tofos gotosos descritos. reduzindo sua produção Úrico TRATAMENTO DA sistêmica. GOTA CRÔNICA Produção Tofo sistêmica (ALOPURINOL) reduzindo Articulação lentamente saudável ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática): 3 PRECAUÇÕES INICIAIS ! Nunca na Crise Aguda! Cristais A literatura habitualmente não recomenda A introdução do alopurinol pode mobilizados paradoxalmente precipitar uma dos depósitos iniciar alopurinol durante uma crise ativa de gota, pois pode piorar crise aguda de gota relatada ALOPURINOL quadro inflamatório. (devido à mobilização dos A introdução é frequentemente sugerida cristais nos tecidos). apenas algumas semanas após a resolução Reduz a produção Pode desencadear completa da dor. de ácido úrico e protege rim. crise aguda!METABOLISMO DE NUTRIENTES AÇÃO ¡MUNOSSUPRESSORA Habitualmente são descritos por promover Inibem a fosfolipase A2 e hiperglicemia (estimulam a gliconeogênese habitualmente reduzem a hepática e reduzem a captação transcrição de citocinas celular de glicose). pró-inflamatórias (como IL-1, IL-6 e TNF-alfa). Promovem lipólise e redistribuição da Suprimem intensamente gordura corporal GLICOCORTICOIDES: a resposta celular frequentemente imunológica de forma relatadas na literatura. EFEITOS FISIOLÓGICOS descrita. ! ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática): EFEITOS SISTÊMiCOS ADICIONAIS o Hormônio do Estresse! cortisol endógeno Retenção de sódio e água (efeito (modelo base para estes fármacos) é frequentemente mineralocorticoide cruzado) Na+ descrito como principal hormônio de resposta ao frequentemente relatada. estresse do corpo. Os medicamentos desta classe Habitualmente aumentam catabolismo habitualmente mimetizam e amplificam esses ósseo e muscular descritos com uso efeitos adaptativos profundos. 5 prolongado.1 HIDROCORTISONA 2 PREDNISONA E PREDNISOLONA (CURTA AÇÃO) (MÉDIA AÇÃO) Anti-inflamatórios orais Meia-vida biológica curta, com atividade mineralocorticoide e frequentemente recomendados retenção de líquidos habitualmente na prática clínica ambulatorial diária. descritas como significativas. GLICOCORTICOIDES A Prednisona é descrita como Fármaco frequentemente um pró-fármaco, habitualmente escolhido como terapia de DE CURTA E convertido em Prednisolona reposição na Insuficiência MÉDIA AÇÃO (forma ativa) no fígado. Adrenal (Doença de Addison). PREDNISONA PREDNISOLONA (ATIVA) ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática). 3 INDICAÇÕES CLÍNICAS FREQUENTES ! Escolha Hepática! Em pacientes com insuficiência Manejo habitualmente sugerido para hepática grave, a literatura habitualmente recomenda exacerbações de asma, DPOC, doenças uso direto de Prednisolona, evitando a necessidade autoimunes leves a moderadas e de conversão metabólica que a Prednisona exigiria quadros alérgicos agudos. para fazer efeito.ALTA POTÊNCIA E DURAÇÃO SEM EFEITO MINERALOCORTICOIDE Ação anti-inflamatória A literatura frequentemente descreve habitualmente descrita como que não causam retenção de sódio 25 a 30 vezes mais potente e água de forma clinicamente que 0 cortisol endógeno humano. significativa. CORTICOIDES AL Efeito mineralocorticoide Meia-vida biológica quase nulo. prolongada frequentemente DE LONGA AÇÃO relatada (superior a 36 DEXAMETASONA, BETAMETASONA INDICAÇÕES DE ELITE a 72 horas). Dexametasona: Uso frequentemente sugerido no manejo de edema cerebral severo. Controle da êmese associada ! ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática): à quimioterapia. Eixo Hipotálamo-Hipófise! Devido à altíssima potência Betametasona: sistêmica e longa duração, esses fármacos são frequentemente Habitualmente recomendada para descritos como maiores supressores do eixo HPA endógeno, maturação pulmonar fetal em exigindo extremo rigor e cuidado no uso prolongado. gestantes com risco iminente de parto prematuro descrito.SÍNDROME DE CUSHING IATROGÊNICA IMPACTOS METABÓLICOS E ÓSSEOS Redistribuição de gordura Hiperglicemia sustentada habitualmente descrita 256 habitualmente relatada, ("fácies de lua cheia" e mg/dL podendo desencadear "giba de búfalo" no diabetes induzido por pescoço/costas). esteroides. Estrias violáceas, extrema Alto risco descrito de fragilidade capilar e miopatia EFEITOS ADVERSOS osteoporose severa e atraso (fraqueza muscular periférica) DO USO CRÔNICO no crescimento ósseo linear frequentemente relatadas. em crianças submetidas a DE CORTICOIDES uso contínuo. IMUNOSSUPRESSÃO E TRATO GÁSTRICO ! ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) Maior suscetibilidade a infecções desmame é mandatório! oportunistas é frequentemente A interrupção abrupta após uso crônico (habitualmente relatada na literatura. superior a 2 a 3 semanas) pode desencadear insuficiência adrenal aguda e risco de choque. Risco sugerido de úlceras A redução gradual da dose (desmame) é a conduta gástricas, especialmente se frequentemente recomendada. houver associação inadequada com AINEs.1 FÁRMACOS BACTERICIDAS 2 FÁRMACOS BACTERIOSTÁTICOS Atuam habitualmente promovendo Atuam habitualmente inibindo a lise e a morte celular direta da crescimento e a replicação bacteriana, bactéria suscetível. sem matá-las instantaneamente. Exemplos frequentemente citados sucesso terapêutico depende na literatura: Betalactâmicos ativamente do sistema imunológico (Penicilinas, Cefalosporinas), do paciente para eliminar a infecção Aminoglicosídeos e ANTiMiCROBIANOS: de forma descrita. Fluoroquinolonas. BACTERiCiDAS VS. ! ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) Antagonismo Relatado! 3 INDICAÇÃO DE PREFERÊNCIA A associação de um antibiótico bacteriostático com um bactericida Antibióticos bactericidas são (que habitualmente necessita de células em replicação ativa para agir, como as frequentemente recomendados como penicilinas) não é frequentemente escolha prioritária em infecções sugerida, devido ao risco relatado graves ou sistêmicas (ex.: meningite, de redução da eficácia do fármaco endocardite) e em pacientes bactericida. ! gravemente imunocomprometidos.1. INIBIDORES DA 2 INIBIDORES DA PAREDE CELULAR SÍNTESE PROTEICA Atuam habitualmente impedindo Ligam-se habitualmente de forma seletiva aos ribossomos bacterianos a síntese ou a ligação cruzada (subunidades 30S ou 50S). do peptideoglicano (ex: Betalactâmicos e Vancomicina). Podem apresentar perfil bacteriostático Apresentam efeito bactericida MECANISMOS (Macrolídeos, Tetraciclinas) ou bactericida (Aminoglicosídeos) frequentemente descrito em bactérias ativas. DE AÇÃO DOS na literatura. (RESUMO) 3 INIBIDORES NUCLEICOS E METABÓLICOS ! ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática): Inibem a replicação ou transcrição do DNA/RNA (ex: Fluoroquinolonas) de Alvos Seletivos! A toxicidade seletiva habitualmente forma habitualmente descrita. descrita nos antibióticos baseia-se em atacar estruturas que as células humanas não possuem (como a parede Bloqueiam metabolismo bacteriano celular) ou que são estruturalmente diferentes (como do ácido fólico (ex: Sulfametoxazol- a estrutura dos ribossomos bacterianos 70S). Trimetoprima), atuando frequentemente de forma sinérgica.1 INATIVAÇÃO ENZIMÁTICA 2 ALTERAÇÃO DO SÍTIO ALVO Produção bacteriana de enzimas que Mutações frequentemente relatadas inativam ou destroem fármaco, alteram estruturalmente local onde mecanismo habitualmente descrito. antibiótico se ligaria, impedindo sua ação. Ex.: betalactamases hidrolisando Ex.: alteração nas Proteínas anel das penicilinas. Ligadoras de Penicilina (PBPs), MECANISMOS DE gerando a cepa MRSA. RESISTÊNCIA BACTERIANA ! ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática): 3 BOMBAS DE EFLUXO E PORINAS Pressão seletiva! uso inadequado de antibióticos Proteínas de membrana que habitualmente bombeiam antibiótico não causa a mutação diretamente, mas a literatura para fora da célula de forma ativa relata que isso habitualmente exerce uma "pressão (mecanismo de éfluxo). seletiva", matando as bactérias sensíveis e favorecendo a sobrevivência e a proliferação ! Redução da permeabilidade por acelerada das cepas previamente resistentes. perda de porinas, impedindo a entrada do fármaco na célula, frequentemente descrita.1. MECANISMO DE AÇÃO 2. CLASSES PRINCIPAIS Ligam-se habitualmente às Proteínas Ligadoras de Penicilinas, Cefalosporinas, PBP N Penicilina (PBPs). Carbapenêmicos e Monobactâmicos. Inibem frequentemente a síntese e a ligação cruzada São frequentemente do peptideoglicano na INIBIDORES DA agrupados nesta ampla parede celular bacteriana, e clássica categoria de forma descrita na PAREDE CELULAR: farmacológica. literatura. BETALACTÂMICOS ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática): ! 3. EFEITOS ADVERSOS Risco Cruzado! Pacientes com alergia grave Hipersensibilidade (alergias) é documentada a penicilinas apresentam a reação mais habitualmente frequentemente risco relatado de alergia relatada. cruzada a cefalosporinas e outros Pode variar de rash cutâneo leve betalactâmicos, exigindo cautela profissional até episódios de anafilaxia severa, sugerida antes da prescrição. conforme descrita na literatura.1 PENICILINA G BENZATINA 2 PENICILINA G CRISTALINA Via intramuscular de depósito, Via intravenosa exclusiva, com absorção habitualmente atingindo picos séricos e lenta (liberação durando teciduais rápidos descritos. semanas). PENICILINAS Habitualmente sugerida no Tratamento de escolha manejo de neurossífilis e frequentemente recomendado NATURAIS graves pelo na literatura para Sífilis e prevenção de Febre Reumática. (BENZATINA, CRISTALINA) Streptococcus pyogenes. 3 ESPECTRO DE AÇÃO ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) : Habitualmente restrito a bactérias ! Sensibilidade a Ácido! A Penicilina G é Gram-positivas (como Estreptococos) e algumas espiroquetas (Treponema). habitualmente destruída pelo suco gástrico, motivo pelo qual seu uso é sugerido Apresenta alta resistência primariamente via parenteral. Para uso oral frequentemente relatada para em quadros leves, a Penicilina V é estafilococos produtores de frequentemente a alternativa descrita. betalactamase.ESPECTRO AMPLIADO AMOXICILINA (Aminopenicilinas) Excelente taxa de absorção Modificações químicas oral frequentemente relatada. habitualmente ampliam Uso ambulatorial habitualmente espectro, incluindo diversos bacilos Gram-negativos recomendado para otites, descritos na literatura, com PENICILINAS sinusites e infecções manutenção da ação em respiratórias comunitárias. Gram-positivos. SEMISSINTÉTICAS (AMOXICILINA, AMPICILINA) AMPICILINA ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) Absorção oral frequentemente Erupção Cutânea Infecciosa! descrita como errática. uso de amoxicilina/ampicilina em Uso preferencial habitualmente pacientes com Mononucleose Infecciosa por via IV no ambiente hospitalar (vírus Epstein-Barr) está frequentemente (ex.: infecções graves por associado ao desenvolvimento de rash Listeria ou Enterococcus). cutâneo maculopapular, um efeito relatado e não necessariamente alérgico.1 o PROBLEMA DA 2 RESISTÊNCIA ESTRUTURAL BETALACTAMASE A Oxacilina (e a Meticilina) Staphylococcus aureus possuem frequentemente um comunitário produz anel protetor volumoso que habitualmente uma enzima impede fisicamente a destruição (penicilinase) que destrói pela enzima bacteriana descrita. e inativa as penicilinas PENICILINAS naturais descritas. S ANTIESTAFILOCÓCICAS is N (OXACILINA) 3 USO CLÍNICO HABITUAL ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática): ! A Ameaça MRSA! Fármacos recomendados primariamente & na literatura para tratamento de Cepas de S. aureus resistentes à Oxacilina/ infecções de pele, tecidos moles e sepses MRSA Meticilina (MRSA) alteraram habitualmente causadas por S. aureus sensíveis à seu próprio sítio de ligação (PBP2a), meticilina (MSSA). tornando-se frequentemente resistentes a quase todos os betalactâmicos disponíveis na prática clínica.ASSISTENTES DE COMBATE EFEITO PROTETOR Moléculas que, isoladamente, BETALACTAMASE Impedem que as enzimas habitualmente não possuem bacterianas destruam ação antibacteriana significativa. antibiótico principal. INIBIDOR Ligam-se às betalactamases Restauram 0 espectro de bacterianas de forma suicida ação do antibiótico contra INIBIDORES DE e irreversível. bactérias produtoras de Ligação suicida betalactamase. e irreversível BETALACTAMASE (CLAVULANATO, SULBACTAM) JUNTOS SOMOS MAIS ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) FORTES! ASSOCIAÇÕES CLÁSSICAS E DE ALTO USO Efeito adverso gástrico! Amoxicilina + clavulanato A associação com ácido clavulânico Ampicilina + sulbactam está frequentemente relacionada ao Piperacilina + tazobactam aumento da incidência de diarreia e ANTIBIÓTICO INIBIDOR DE Combinações frequentemente prescritas BETALACTÂMICO BETALACTAMASE desconforto gastrointestinal. em protocolos ambulatoriais e hospitalares.PERFIL DE COBERTURA CEFAZOLINA (VIA INTRAVENOSA) Espectro de ação frequentemente focado em bactérias Gram-positivas, Antibiótico frequentemente sugerido como Staphylococcus MSSA e como profilaxia cirúrgica padrão. Streptococcus. Muito relatado na literatura para Também cobre alguns Gram-negativos comunitários básicos descritos, como grande parte dos procedimentos coli. ortopédicos e cutâneos. CEFALOSPORINAS CEFALEXINA (VIA ORAL) DE GERAÇÃO APLICAÇÃO PRÁTICA (CEFALEXINA, CEFAZOLINA) ORAL Fármaco de uso habitualmente recomendado no manejo ambulatorial. Cefalexina: opção oral, usualmente lembrada para uso ambulatorial. Aplicada com frequência em infecções de pele e partes moles. Cefazolina: opção intravenosa, Também pode ser utilizada em frequentemente associada ao INTRAVENOSA infecções urinárias baixas não ambiente hospitalar e à profilaxia complicadas. ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) cirúrgica. Limite do Sistema Nervoso! As cefalosporinas de primeira geração não penetram habitualmente na barreira hematoencefálica em concentrações adequadas. Por isso, não são recomendadas para tratamento de meningites bacterianas descritas.1 EVOLUÇÃO DO ESPECTRO 2 INDICAÇÕES HABITUAIS Cobertura frequentemente uso da Cefuroxima é descrita como ampliada frequentemente sugerido em para abranger mais bactérias CEFALOSPORINAS infecções respiratórias comunitárias Gram-negativas respiratórias refratárias (otites, sinusites, (como Haemophilus e DE GERAÇÃO pneumonias) de forma Moraxella), preservando (CEFUROXIMA, CEFOTETANO) recomendada. boa ação Gram-positiva. N N 3 AÇÃO ANAERÓBIA ADICIONAL ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) ! Cefotetano e Cefoxitina possuem Efeito Antabuse! Algumas cefalosporinas atividade adicional frequentemente desta geração (como cefotetano) inibem relatada contra bactérias anaeróbias habitualmente metabolismo do álcool. intestinais, sendo úteis em A ingestão alcoólica conjunta frequentemente intra-abdominais profiláticas. deflagra "efeito dissulfiram-símile" severo (náuseas, rubor, taquicardia) relatado na clínica.POTÊNCIA GRAM-NEGATIVA A CEFTAZIDIMA Espectro habitualmente Destaca-se como a única expandido e muito robusto cefalosporina desta geração contra bactérias Gram-negativas habitualmente descrita com agressivas. potente ação anti-Pseudomonas. Inclui cobertura frequentemente N Frequentemente sugerida em descrita para Enterobactérias S infecções hospitalares. hospitalares e Neisseria 0 gonorrhoeae. CEFALOSPORINAS DE GERAÇÃO 111 (CEFTRIAXONA) ! ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática): Excreção Biliar Atípica! CEFTRIAXONA E SNC Diferente da maioria das cefalosporinas, a ceftriaxona apresenta eliminação Possui longa meia-vida e excelente habitualmente biliar. penetração no líquido cefalorraquidiano. Seu uso em neonatos é frequentemente lama É habitualmente considerada desaconselhado devido ao risco relatado biliar indicação de destaque no de lama biliar e kernicterus grave. tratamento empírico de meningites bacterianas.4a GERAÇÃO GERAÇÃO (CEFEPIMA) (CEFTAROLINA) Fármaco de amplo espectro que Primeira cefalosporina habitualmente une frequentemente a excelente aprovada com cobertura robusta contra cobertura Gram-positiva da Staphylococcus aureus Resistente geração com a cobertura CEFALOSPORINAS à Meticilina (MRSA), ligando-se Gram-negativa avançada (incluindo efetivamente à sua proteína Pseudomonas) da geração. DE E alterada (PBP2a). GERAÇÃO PBP2a Alvo: MRSA Cobertura Ligação à Amplo Cobertura Pseudomonas robusta PBP2a espectro mista aeruginosa RESERVA HOSPITALAR Fármacos frequentemente reservados na ! ATENÇÃO literatura para uso exclusivo hospitalar (Dica de Prova e Prática) em pneumonias associadas à ventilação Alerta Neurológico! Altas doses de e sepse por bactérias multirresistentes cefepima, especialmente em pacientes descritas. com disfunção renal não ajustada, estão frequentemente associadas a um risco relatado de neurotoxicidade, confusão mental e crises convulsivas (estado de mal epiléptico) na literatura intensiva. Unidade de Ventilação Uso exclusivo Terapia Intensiva mecânica ! hospitalar1 TOPO DA CADEIA 2 COBERTURA GLOBAL Fármacos com espectro de ação Apresentam atividade frequentemente frequentemente descrito como robusta contra Gram-positivos, mais amplo e potente entre todos Gram-negativos agressivos (como os betalactâmicos disponíveis. Pseudomonas e Acinetobacter) e bactérias anaeróbias descritas. Habitualmente resistem à GRAM-NEGATIVOS hidrólise pela grande maioria das GRAM-POSITIVOS ANÁERÓBIOS AGRESSIVOS ENZIMA betalactamases tradicionais (incluindo as ESBLs). CARBAPENÊMICOS (MEROPENEM, IMIPENEM) Ex.: Pseudomonas, Acinetobacter ! ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) 3 PROTETOR CILASTATINA A ameaça das carbapenemases! Embora sejam 0 Imipenem é habitualmente inativado antibióticos de resgate muito potentes, surgimento por enzimas presentes nos túbulos de cepas produtoras de enzimas carbapenemases renais humanos. (como a famosa bactéria - Klebsiella pneumoniae A Cilastatina é frequentemente carbapenemase) é um grave problema global de associada na mesma ampola para IMIPENEM saúde pública frequentemente relatado. bloquear essa enzima renal e + CILASTATINA proteger fármaco.1) MECANISMO DE AÇÃO 2) INDICAÇÕES DE ELITE Molécula Fármaco bactericida que se liga gigante ! Fármaco habitualmente recomendado habitualmente aos precursores para infecções graves por Gram-positivos D-ala-D-ala, inibindo a síntese resistentes, como MRSA (S. aureus Gram- Resistente à Meticilina). positivos da parede celular. (cocos) Devido ao seu grande tamanho A via ora! é frequentemente molecular, não penetra restrita ao tratamento de frequentemente nas bactérias Gram-negativas, restringindo GLICOPEPTÍDEOS infecções intestinais graves seu espectro. Parede celular por Clostridioides difficile. Via oral bacteriana (VANCOMICINA) (foco intestinal) ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) 3) RELATADA Síndrome do Homem Vermelho! Nefrotoxicidade uso intravenoso exige (risco renal) A infusão IV rápida está frequentemente monitoramento (níveis séricos) associada à liberação maciça de histamina, devido ao risco frequentemente causando rubor intenso no tronco e pescoço. relatado de nefrotoxicidade e Ototoxicidade Esta reação não é habitualmente uma ototoxicidade descritas na (risco auditivo) alergia real; a conduta recomendada é literatura. diminuir a velocidade da infusão.1 ALVO SELETIVO FÁBRICA DO Atuam habitualmente interferindo na RIBOSSOMO tradução do RNAm nos ribossomos BACTERIANO bacterianos, que são estruturalmente 3 SUBUNIDADE 50S 70S (subunidades 30S e 50S). 30S 50S As células humanas possuem Principais classes com alvo ribossomos 80S, que confere nesta porção: Macrolídeos, AAA frequentemente uma toxicidade Lincosamidas (Clindamicina) seletiva favorável descrita INIBIDORES DA e Cloranfenicol. CÉLULA na literatura. 70S BACTERIANA SÍNTESE PROTEICA CADEIA POLIPEPTÍDICA CÉLULA (VISÃO GERAL) HUMANA 80S DESLIZAMENTO (TRANSLOCAÇÃO) 50S 2 SUBUNIDADE 30S IMPEDIDO! SÍTIO SÍTIO 5' 3' Principais classes que se P A PARE! ligam habitualmente a esta porção: Aminoglicosídeos (geralmente bactericidas) ENTRADA DO e Tetraciclinas (geralmente 5' 3' tRNA BLOQUEADA! bacteriostáticas). 30S ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) Mnemônico clássico! Para memorizar os alvos, a literature frequentemente usa termos práticos. Exemplo: as Tetraciclinas bloqueiam a entrada do tRNA no sítio A do ribossomo (30S), enquanto os Macrolídeos habitualmente impedem o deslizamento da cadeia (50S).1 PERFIL FARMACOLÓGICO 2 INDICAÇÕES HABITUAIS Ligam-se à subunidade 50S do Sugeridos frequentemente como ribossomo, apresentando ação 50S tratamento de escolha para habitualmente bacteriostática patógenos "atípicos" (como contra um amplo espectro. Mycoplasma, Chlamydia, atípicos ribossomo Legionella). Excelente penetração MACROLÍDEOS intracelular e tecidual Alternativa habitualmente segura frequentemente relatada (AZITROMICINA, CLARITROMICINA) para pacientes com alergia (meia-vida longa da severa às penicilinas. azitromicina). 3 EFEITOS ADVERSOS COMUNS ! ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática): Desconforto gastrointestinal é muito frequentemente relatado, pois Cautela com Interações! A Claritromicina e a P450 estimulam receptores de motilina. Eritromicina são habitualmente descritas como potentes inibidoras do citocromo P450 no fígado, Risco relatado de prolongamento do aumentando a toxicidade de vários outros fármacos. intervalo QT no eletrocardiograma A Azitromicina frequentemente não apresenta esse (risco de arritmias graves). risco de interação de forma significativa. QT1. A EXCEÇÃO 2. FATOR OXiGÊNiO Ligam-se à subunidade 30S, 0 transporte do fármaco para promovendo leituras errôneas dentro da bactéria depende do código genético bacteriano. frequentemente de energia gerada por processos aeróbios. Diferente da maioria dos O2 AMiNOGLiCOSÍDEOS Por isso, a literatura descreve inibidores proteicos, são que são ineficazes contra habitualmente descritos como bactérias estritamente potentes fármacos bactericidas. anaeróbias. GENTAMICINA, AMICACINA 30S 3. ALTA RELATADA ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) Nefrotoxicidade é frequente, habitualmente reversível Sinergismo de ouro! Para tratar infecções graves, com a suspensão. ! como endocardites, a literatura frequentemente recomenda associar um aminoglicosídeo a um betalactâmico. Ototoxicidade (danos auditivos betalactâmico destrói a parede bacteriana, e vestibulares) é um risco grave facilitando a entrada mais intensa do aminoglicosídeo frequentemente relatado, na célula bacteriana. podendo ser irreversível. !1 ESPECTRO AMPLIADO E ATÍPICO 2 PRECAUÇÕES E EFEITOS ADVERSOS Ligam-se reversivelmente à Fotossensibilidade cutânea subunidade 30S, com ação habitualmente bacteriostática. intensificada frequentemente relatada durante uso. Cobertura frequentemente recomendada para infecções fármaco possui alta afinidade atípicas: Clamídia, Sífilis (em pelo Cálcio, depositando-se alérgicos), Doença de Lyme e TETRACICLINAS habitualmente em tecidos Rickettsioses. calcificados em desenvolvimento. (DOXICICLINA) ! ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática): 3 INTERAÇÃO ALIMENTAR Restrição Pediátrica e Gestacional! A quelação com íons (Cálcio, Ferro, Magnésio) no estômago LEITE Devido ao risco relatado de descoloração dentária impede quase totalmente a sua permanente (dentes amarelos/marrons) e inibição do crescimento ósseo, as tetraciclinas são habitualmente absorção, conforme literatura. contraindicadas para gestantes e crianças menores Fe 2+ de 8 anos na prática clínica. Cálcio Ferro Magnésio1 MECANISMO E COBERTURA 2 INDICAÇÕES CLÁSSICAS Liga-se à subunidade 50S, A literatura frequentemente sugere de forma habitualmente 50S seu uso em infecções de pele severas. similar aos macrolídeos. A ação pode ser Também é muito lembrada bacteriostática ou em infecções odontológicas. bactericida, dependendo da concentração. Pode ser utilizada em Excelente cobertura LINCOSAMIDAS abscessos pulmonares. frequentemente descrita contra bactérias (CLINDAMICINA) É habitualmente descrita como ACIMA DIAFRAGMA Gram-positivas. droga de escolha para infecções anaeróbias acima do diafragma. Inclui cobertura habitualmente ABAIXO CLINDA citada para MRSA comunitário Exemplos: vias aéreas e boca. e bactérias anaeróbias. ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) Ameaça da colite! 3 GRANDE RISCO GASTROINTESTINAL 10 A clindamicina é habitualmente antibiótico mais associado na literatura ao risco de desencadear Alterações da flora intestinal w colite pseudomembranosa grave. e diarreia são eventos muito Esse quadro é causado pela proliferação oportunista frequentemente relatados. do Clostridioides difficile, favorecida pela intensa alteração da flora intestinal.1 BLOQUEIO SEQUENCIAL 2 USOS CLÍNICOS HABITUAIS PABA Sulfametoxazol e a Fármaco frequentemente DHDPS Trimetoprima habitualmente (inibida pelo recomendado para Infecções Sulfametoxazol) inibem duas enzimas sequenciais do Trato Urinário (ITU) não na via de síntese do ácido DHFR fólico bacteriano. complicadas e infecções de (inibida pela pele por MRSA comunitário. Trimetoprima) Embora sejam bacteriostáticos ÁCIDO FÓLICO isoladamente, a associação INIBIDORES DO Profilaxia e tratamento de promove frequentemente uma ÁCIDO FÓLICO escolha habitualmente sugeridos atividade bactericida sinérgica para a pneumonia por descrita. (BACTRIM) Pneumocystis jirovecii em SINERGIA pacientes imunossuprimidos (HIV). ! ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática): 3 EFEITOS ADVERSOS DESCRITOS Alergia à Sulfa! A hipersensibilidade às Aumento do risco de Sulfonamidas é frequentemente grave. K+ hipercalemia (potássio alto) A literatura relata que reações severas, como frequentemente relatado. a Síndrome de Stevens-Johnson (necrose cutânea e de mucosas), podem ocorrer, Toxicidade renal (cristalúria) exigindo suspensão imediata ao primeiro descrita em pacientes sinal de rash cutâneo. desidratados.MECANISMO DE AÇÃO NUCLEICO ABRANGÊNCIA TISSULAR Fármacos bactericidas que Ciprofloxacino: uso frequentemente inibem habitualmente a DNA girase recomendado em infecções urinárias e a topoisomerase IV bacterianas. e gastrointestinais severas. Levofloxacino e moxifloxacino: 0 resultado frequentemente descrito é impedimento do FLUOROQUINOLONAS: conhecidas como quinolonas desdobramento e da replicação respiratórias, com excelente CIPROFLOXACINO E do DNA. penetração pulmonar e ação LEVOFLOXACINO contra Gram-positivos descritas. QT TOXICIDADE E ALERTAS RELATADOS ! ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) Risco associado a prolongamento do Cautela com as cartilagens! Estudos em animais intervalo QT e neuropatia periférica frequentemente relatam artropatia e danos nas na literatura. cartilagens de crescimento. Por isso, as fluoroquinolonas são habitualmente contraindicadas Risco incomum, mas frequentemente ou desencorajadas na literatura para uso em destacado, de ruptura de tendão, gestantes e crianças na rotina clínica. especialmente do tendão de Aquiles, piorado pelo uso conjunto de corticoides.1 MECANISMO RADICALAR 2 REINO DOS ANAERÓBIOS fármaco é ativado Cobertura altamente recomendada habitualmente dentro na literatura para infecções das células bacterianas bacterianas estritamente anaeróbias, anaeróbias, formando frequentemente abaixo do diafragma, radicais livres tóxicos. como abscessos abdominais Esses radicais causam DERIVADOS ou pélvicos. frequentemente a quebra e morte do DNA da bactéria IMIDAZÓLICOS Também apresenta potente (ação bactericida rápida atividade antiprotozoária descrita). (METRONIDAZOL) habitualmente descrita: Giardíase, Amebíase e Tricomoníase. 3 EFEITOS ADVERSOS COMUNS ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) Gosto metálico persistente na boca Zero álcool permitido! e desconforto metronidazol bloqueia enzimas gastrointestinal do metabolismo do álcool. são frequentemente A ingestão de bebidas alcoólicas induz frequentemente perigoso efeito Antabuse, relatados pelos pacientes. com rubor severo, vômitos, taquicardia e risco de colapso circulatório, conforme descrito na literatura médica.1 ESTRATÉGIA COMBINADA 2 HEPATOTOXICIDADE DE BASE Mycobacterium tuberculosis Os três primeiros fármacos sofre mutações frequentemente. (Rifampicina, Isoniazida e A terapia associada com 4 fármacos Pirazinamida) possuem é habitualmente recomendada para potencial hepatotóxico evitar surgimento de resistência TRATAMENTO significativo frequentemente ! clínica rápida. descrito. DA Fase intensiva (habitualmente monitoramento das 2 meses) usa Rifampicina, Isoniazida, Pirazinamida e TUBERCULOSE enzimas hepáticas (TGO/TGP) é conduta clínica habitualmente Etambutol (RIPE). sugerida durante tratamento. Rx (ESQUEMA RIPE) 3 EFEITOS ESPECÍFICOS RELATADOS ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) A Rifampicina: Habitualmente deixa os fluidos corporais Olho e a Articulação! (urina, lágrima, suor) com E F P Etambutol é frequentemente associado à coloração laranja inofensiva. LPED neurite óptica (alteração na visão das cores e acuidade visual). B Isoniazida: Pode causar neuropatia periférica A Pirazinamida frequentemente diminui (habitualmente prevenida a excreção de ácido úrico, podendo B6 pela reposição da desencadear quadros de hiperuricemia e Vitamina B6). dor articular relatados na literatura.MECANISMO DE AÇÃO FÚNGICA ANFOTERICINA B ANTIFÚNGICO DE RESERVA) Ligam-se habitualmente 20 Uso sistêmico (IV) habitualmente ergosterol presente na membrana recomendado para infecções fúngicas celular dos fungos. profundas, severas e potencialmente fatais. Formam poros que frequentemente alteram a permeabilidade, causando Devido à sua alta toxicidade, 0 uso lise celular (ação fungicida descrita de formulações lipossomais é na literatura). ANTIFÚNGICOS: frequentemente sugerido para reduzir os danos. LIPOSSOMAL POLIENOS (ANFOTERICINA B, NISTATINA) NISTATINA (USO LOCAL) ! ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática): Fármaco não absorvido pelo A "Anfoterribil"! A Anfotericina B clássica é trato gastrointestinal ou habitualmente descrita com um elevadíssimo pele intacta. risco de nefrotoxicidade e reações refratárias Uso tópico ou em suspensão oral à infusão (febre, tremores). Hidratação prévia ! frequentemente recomendado e monitoramento da função renal são condutas SUSPENSÃO para candidíase mucocutânea ORAL estritamente sugeridas. (ex.: "sapinho" oral).1 INIBIÇÃO ENZIMÁTICA 2 FLUCONAZOL (o SISTÊMICO SEGURO) Inibem a enzima fúngica Excelente absorção oral e penetração no responsável pela síntese do Líquido Cefalorraquidiano (LCR) ergosterol (14-alfa-desmetilase). frequentemente relatadas. bloqueio dessa via ANTIFÚNGICOS: Uso sistêmico habitualmente recomendado habitualmente impede para meningite criptocócica e candidíase crescimento celular (ação primariamente fungistática AZÓIS invasiva ou recorrente. descrita). (FLUCONAZOL, CETOCONAZOL) VIA DO ERGOSTEROL ESQUALENO INIBIÇÃO ERGOSTEROL 14-α-DESMETILASE BOA ABSORÇÃO PENETRAÇÃO NO LCR E PENETRAÇÃO RELATADA 3 CETOCONAZOL (RESTRIÇÃO SISTÊMICA) Alta hepatotoxicidade e potente inibição ! ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) das enzimas do citocromo P450 descritas na literatura. Alerta de Interação Maior! Seu uso oral foi amplamente substituído, INTERAÇÃO MEDICAMENTOSA Os azóis sistêmicos são habitualmente descritos como sendo frequentemente restrito ao uso tópico (xampus e cremes) na atualidade. potentes inibidores do citocromo P450 hepático. 0 risco de elevar a níveis tóxicos as concentrações de outros fármacos (como varfarina e estatinas) é uma OUTROS INIBIÇÃO DO ! CREME XAMPU TÓPICO complicação frequentemente relatada. FÁRMACOS CITOCROMO P450 ANTIFÚNGICO1 ViRAL 2 BLOQUEiO DO DNA Pró-fármaco que habitualmente Após ativado, atua como um requer ativação por uma enzima nucleotídeo "falso", bloqueando específica do próprio vírus habitualmente a DNA polimerase (timidina quinase viral). viral e interrompendo a replicação. Isso confere alta seletividade Uso frequentemente recomendado frequentemente descrita, agindo ANTIVIRAIS nas infecções por Herpes Simplex predominantemente nas células infectadas. PARA HERPESVÍRUS (HSV-1, HSV-2) e Varicela-Zoster (VZV). (ACICLOVIR) ENZiMA VIRAL só NA LESÃO HERPÉTiCA (TK ViRAL) BLOQUEiO DA REPLICAÇÃO CÉLULA iNFECTADA 3 BOA ! ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) A administração oral ou tópica é Cautela intravenosa! habitualmente descrita como bastante segura e com poucos Quando Aciclovir é administrado em altas doses por via intravenosa, efeitos adversos relatados na a literatura frequentemente relata risco de precipitação da droga ACiCLOViR prática clínica diária. nos túbulos renais (cristalúria). A hidratação agressiva do paciente é uma conduta recomendada.1 MECANISMO DE AÇÃO 2 INDICAÇÕES DE USO Inibidor seletivo da enzima vírus Terapia frequentemente recomendada neuraminidase do vírus Influenza, recém-formado para tratamento ou profilaxia conforme habitualmente descrito. pós-exposição dos vírus Influenza A e B. Impede a clivagem do vírus clivagem recém-formado da célula (inibida) 0 uso não substitui a vacinação hospedeira, restringindo anual habitualmente sugerida sua liberação e disseminação pela literatura de saúde pública. para outras células sadias. célula ANTIVIRAIS hospedeira VACINA PARA INFLUENZA ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) (OSELTAMIVIR) A Janela de 48 Horas! maior benefício clínico (redução da 3 SINTOMAS GASTROINTESTINAIS e duração dos sintomas) é habitualmente 48 h descrito quando oseltamivir é iniciado nas primeiras 48 horas após início do 0 evento adverso mais frequentemente relatado com a administração oral quadro clínico. Após esse período, benefício relatado (Tamiflu) é a ocorrência de náuseas cai drasticamente. e vômitos transitórios.1 INIBIDORES DA 2 INIBIDORES DA TRANSCRIPTASE REVERSA INTEGRASE E PROTEASE Impedem habitualmente a A Integrase (ex.: Dolutegravir): conversão do RNA viral em DNA bloqueiam habitualmente a (passo inicial da replicação do HIV). HIV inserção do DNA viral no RNA DNA DNA da célula humana. ANTIRRETROVIRAIS Podem ser Análogos de Nucleosídeos B Protease (ex.: Darunavir): (ITRN - ex.: Tenofovir, (VISÃO GERAL TARV) inibem a clivagem final das Lamivudina) ou Não Nucleosídeos proteínas, gerando vírions imaturos e inativos. (ITRNN - ex.: Efavirenz). CD4 3 TERAPIA COMBINADA ! ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) uso simultâneo de 3 fármacos (TARV) Ameaça da Resistência! HIV possui altíssima é a estratégía frequentemente recomendada taxa de mutação frequentemente relatada. para suprimir a carga viral e A má adesão ao tratamento induz rapidamente a restaurar os linfócitos CD4. falha virológica e resistência aos fármacos, tornando aconselhamento de adesão uma + + rotina clínica recomendada. CD41 MORTE POR INANIÇÃO 2 AMPLO ESPECTRO INTESTINAL Ligam-se à tubulina parasitária, Fármacos de escolha frequentemente inibindo habitualmente a formação recomendados para verminoses comuns: dos microtúbulos. Ascaridíase, Oxiuríase (Enterobius), Bloqueiam frequentemente a ANTIPARASITÁRIOS: Ancilostomíase e Tricuríase. captação de glicose pelo parasita, resultando em imobilização e NEMATÓDEOS morte sistêmica descritas na literatura. (ALBENDAZOL, MEBENDAZOL) Albendazol possui melhor absorção sistêmica, sendo sugerido também para parasitoses teciduais (ex.: Neurocisticercose). MICROTÚBULOS PARASITA FRAGMENTADOS ENFRAQUECIDO (SEM ALIMENTO) F ! ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) 3 EFEITOS ADVERSOS LEVES Alerta teratogênico! Devido aos efeitos embriotóxicos Em tratamentos curtos intestinais, e teratogênicos frequentemente descritos em estudos efeitos habitualmente relatados animais, a administração desses fármacos é habitualmente são leves (desconforto abdominal contraindicada durante o primeiro trimestre da gestação transitório e náusea decorrente humana na prática médica. da morte dos parasitas).PARALISIA FLÁCIDA INDICAÇÕES DE OURO Liga-se habitualmente aos canais de cloreto Fármaco altamente recomendado na glutamato-dependentes nos nervos e literatura para Estrongiloidíase e músculos dos invertebrados. Oncocercose. Promove hiperpolarização, causando Uso sistêmico frequentemente sugerido paralisia flácida e morte do parasita no manejo prático de ectoparasitoses frequentemente descritas. Sinapse ANTIPARASITÁRIOS: severas (Escabiose crônica e Pediculose resistente). Glutamato IVERMECTINA Paralisia 3 flácida Canal de Cloreto SELETIVIDADE HUMANA ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) A toxicidade humana é habitualmente baixa A Reação de Mazzotti! tratamento de porque não possuímos esses canais específicos infecções maciças por microfilárias (Oncocercose) e a droga não cruza a barreira hematoencefálica desencadeia frequentemente uma reação imunológica íntegra de forma significativa descrita. severa à morte dos parasitas (febre, hipotensão, Barreira linfadenopatia), exigindo cautela clínica relatada. ! hematoencefálica íntegra1 CLOROQUINA E DERIVADOS 2 PAPEL DA PRIMAQUINA Acumulam-se habitualmente no Ação primariamente voltada para as formas latentes hepáticas (hipnozoítos) vacúolo alimentar do parasita, dos plasmódios. impedindo a detoxificação do Fármaco habitualmente recomendado grupamento heme. para promover a "cura radical" e acúmulo de heme livre destrói prevenir as recaídas crônicas na as formas sanguíneas AGENTES infecção por Plasmodium vivax e ovale. (esquizonticidas frequentemente descritas na ANTIMALÁRICOS aguda. (VISÃO GERAL) 3 MANEJO DA RESISTÊNCIA Devido à alta resistência ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática): frequentemente relatada à cloroquina no Plasmodium falciparum, uso de Perigo da Hemólise! terapias combinadas (ex: Artemeter- Lumefantrina) é habitualmente a A Primaquina causa frequentemente anemia hemolítica primeira linha mundial sugerida. severa em pacientes que possuem deficiênciá genética da enzima G6PD. A testagem prévia do paciente é habitualmente recomendada na literatura antes da prescrição. +1 CONCEITOS FUNDAMENTAIS 2 CLOREXIDINA Antissépticos: Substâncias Degrada membranas bacterianas 2% frequentemente formuladas para com amplo espectro. uso em tecidos vivos (pele, mucosas) com 0 objetivo de reduzir a carga Apresenta um prolongado efeito microbiana. residual (ação duradoura), sendo frequentemente recomendada como Desinfetantes: Agentes químicos habitualmente mais tóxicos, restritos ANTISSÉPTICOS antisséptico cirúrgico e bucal de escolha. ao uso em superfícies e objetos inanimados descritos na literatura. E DESINFETANTES 3 ! IODO E PVPI (IODOPOVIDONA) PVPI ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática): 10% Feridas Abertas! A literatura clínica frequentemente Agentes oxidantes muito potentes desaconselha uso contínuo de antissépticos fortes com ação bactericida e fungicida (como PVPI ou álcool) diretamente dentro de feridas frequentemente descritas. profundas em cicatrização, pois a toxicidade tecidual iodo livre habitualmente inativa relatada pode retardar processo natural de reparação. proteínas vitais dos microrganismos na pele íntegra.VANTAGEM TÓPiCA MUPiROCiNA MRSA uso tópico garante concentrações Inibe a síntese de RNA bacteriano altíssimas do fármaco no local da com excelente ação frequentemente lesão, limitando a toxicidade descrita contra Estafilococos. sistêmica frequentemente Uso altamente recomendado em associada a esses medicamentos pomadas para impetigo e para a na literatura. descolonização nasal de pacientes portadores crônicos de MRSA + TÓPiCOS COMUNS relatados. (NEOMiCiNA, MUPiROCiNA) ATENÇÃO (Dica de Prova e Prática) Risco de Sensibilização! uso tópico Ação tópica contra bactérias ! prolongado de Neomicina é frequentemente Gram-negativas e alguns associado na literatura ao desenvolvimento Gram-positivos. de dermatite de contato alérgica. A conduta Frequentemente associada à habitualmente sugerida é limitar uso a Bacitracina comercialmente para pequenos períodos e descontinuar ao abranger um espectro maior em sinal de piora local. pequenos cortes e escoriações.