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VITAMINA C NO SORO ? PARECE PRÁTICO, MAS PODE COMPROMETER SEU RESULTADO de perda da vitamina C no soro em 72h 57% C O LE TA E E N V IO A amostra deve ser centrifugada, separada e congelada imediatamente após a coleta. É extremamente importante, para a estabilidade da amostra, que ela seja separada imediatamente após a coleta. ou Centrifugar e transferir o plasma para o tubo âmbar Congelar imediatamente CONGELADO Envio Essa escolha é baseada em evidência cien�fica e visa entregar o que mais importa: confiabilidade diagnós�ca e segurança para o paciente. A vitamina C é altamente instável e sofre degradação rápida em soro. Dados internos e l i teratura cien�fica indicam que, em até 72 horas, a perda pode ultrapassar 50%, comprometendo a confiança nos resultados. Por isso, no Pardini, realizamos a análise exclusivamente em plasma heparina, matriz que demonstrou maior estabilidade da vitamina C e resultados mais consistentes. Desde o ínicio da coleta o tubo deve estar protegido da luz. Coleta em heparina sódica ou lí�ca Vitamina C: precisão depende da escolha da matriz certa Entenda por que u�lizamos plasma heparina e não soro – e como isso garante mais estabilidade e resultados confiáveis para seus pacientes. A dosagem de vitamina C requer cuidados específicos, pois trata-se de um analito altamente instável, sujeito à degradação por fatores como luz, temperatura e exposição ao oxigênio. Embora alguns laboratórios optem pela coleta em soro devido à pra�cidade do tubo com gel separador, essa escolha pode comprometer significa�vamente a acurácia dos resultados. Com base em evidências da literatura e em dados ob�dos em nossos estudos internos, avaliamos a estabilidade da vitamina C em duas matrizes dis�ntas: plasma heparina, que é a matriz u�lizada nos exames realizados pelo Pardini, e soro, coletado em tubo âmbar com gel separador. O estudo foi conduzido seguindo protocolos rigorosos de preparo, incluindo congelamento imediato a - 20 °C e proteção total da luz. A quan�ficação foi realizada por espectrometria de massas com alta sensibilidade (LC-MS/MS) nos tempos de 24h, 48h e 72h após a coleta. Os resultados evidenciaram diferenças expressivas entre as matrizes. No plasma heparina, os n í v e i s d e v i t a m i n a C permaneceram estáveis ao longo dos três dias de análise, com variação inferior a 12%. Já no soro, o b s e r v o u - s e u m a r e d u ç ã o progressiva e relevante, resultando em uma perda média de 57% após 72 horas – mesmo com o uso de tubo âmbar e sob congelamento. Esses dados estão em total c o n c o r d â n c i a c o m e s t u d o s publicados na literatura, que apontam o plasma como a matriz mais adequada para preservação da vitamina C. A escolha pela matriz correta não é apenas uma decisão técnica – ela representa u m c o m p ro m i s s o c o m a q u a l i d a d e diagnós�ca e com a segurança do paciente. Ao optar pelo plasma heparina, o Pardini assegura maior estabilidade do analito, evita subes�mações laboratoriais e contribui para uma conduta clínica mais confiável. Por isso, reforçamos: a vitamina C não deve ser analisada em soro, mesmo em condições de coleta e armazenamento aparentemente adequadas. Seguimos criteriosamente os padrões mais elevados de q u a l i d a d e a n a l í � c a , c o m d e c i s õ e s sustentadas por dados cien�ficos sólidos – sempre com foco em entregar resultados precisos, consistentes e alinhados às melhores prá�cas laboratoriais. DÚVIDAS SOBRE COLETA OU ENVIO? Entre em contato conosco: Whatsapp: (31) 4020-2175 | Telefone: 4020-2175 Co n ce nt ra çã o d e V it am in a C (m g/ d L) 24h 48h 72h 0.2 0.0 0.4 0.6 0.8 1.0 1.2 Plasma Heparina Soro 1.00 0.63 0.96 0.52 0.89 0.43 Estabilidade da Vitamina C: Plasma vs Soro Página 1 Página 2