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BUDISMO
Isabela Almeida, Julia Furquim, Julia Sabatine, Lorena Ganzaroli, Victoria Mendes
Quem foi Buda?
Após 29 anos vivendo no Palácio de seu pai, Siddartha Gautama conheceu de perto o sofrimento do povo. Ele abandonou a vida de príncipe e começou a estudar sobre religião. Aos 35 anos sentou-se debaixo de uma figueira sagrada e só levantou-se depois de alguns dias meditando, ao atingir a iluminação total. Isso atraiu seguidores e o transformou em um líder espiritual. Siddartha ficou conhecido como Buddha ("aquele que despertou da ignorância") e a religião, como Budismo.
O Budismo em si:
É uma religião ateísta (não gira em torno da adoração de um deus criador)
Sua base são as tradições, as crenças e as práticas que vêm dos ensinamentos do Buda, os Dharma 
Prega que é possível acabar com o sofrimento e atingir o Nirvana, através das Quatro Nobres Verdades
Segundo essa fé, vivemos sucessivas vidas através de reencarnações, que tornam nossa existência em constante aprimoramento 
Não possui um livro unversal, mas há escrituras que reúnem os ensinamentos de Buda, como a Tripitarka
É a quarta maior religião do mundo e seus seguidores se concentram principalmente na Ásia 
Pilares do Budismo
Após compreender no que o budismo acredita e sua origem a partir da trajetória de Siddhartha Gautama, é possível aprofundar sua lógica interna por meio de alguns conceitos fundamentais que estruturam essa tradição.
Impermanência (Anicca): constante transformação.
Não-eu (Anattā): questiona a existência de uma identidade fixa.
Insatisfação (Dukkha): coisas não podem fornecer satisfação duradoura.
Karma: lei de causa e efeito que rege as ações humanas. 
Hamsara: ciclo contínuo.
Nirvana: estado de libertação; transformação profunda na forma de perceber e se relacionar com a realidade.
A existência marcada por insatisfação.
O sofrimento não se limita à dor física.
Experiências positivas também geram sofrimento por serem transitórias.
A impermanência torna instável qualquer forma de felicidade duradoura.
01 - Verdade do Sofrimento
Processos internos, não apenas em fatores externos.
Apego, desejo e ignorância.
O apego leva à fixação em pessoas, experiências e expectativas.
A ignorância impede a compreensão da realidade como impermanente e sem essência fixa.
Ciclo contínuo de insatisfação.
02 - Origem do Sofrimento
O sofrimento pode ser superado.
A cessação ocorre quando suas causas são eliminadas.
Nirvana.
Liberdade em relação ao apego e à ignorância.
Transformação profunda da forma de perceber a realidade.
Nobre Caminho Óctuplo
Dimensões éticas, mentais e de sabedoria.
Disciplina das ações, desenvolvimento da mente e compreensão da realidade.
Processo gradual de transformação pessoal.
04 - Caminho para a Cessação 
As Quatro Nobres Verdades
Ensinadas por Siddhartha Gautama, são um conjunto de princípios que explicam a existência do sofrimento humano, suas causas e a possibilidade de superá-lo por meio de um caminho de transformação pessoal e compreensão da realidade.
03 - Cessação do Sofrimento
O sofrimento no budismo 
 No budismo, o sofrimento (Dukkha) é central, definido como a insatisfação inerente à vida devido à impermanência (tudo muda). A dor física é inevitável, mas o sofrimento mental é opcional, gerado pelo apego e desejo. A visão budista não trata o sofrimento como algo acidental, mas como uma característica fundamental da existência.
 O enfrentamento do sofrimento : percurso lógico que o praticante perfaz é o de perceber o sofrimento, identificar suas causas para abandoná-las e, por meio da prática do caminho, cultivar as causas que façam parar o sofrimento, provocando sua cessação até obter o completo despertar. 
A morte no budismo
No budismo, a morte não é vista como um fim definitivo, mas como parte natural de um ciclo contínuo de existência. Ela representa um momento de transição e pode ser entendida como uma oportunidade de transformação da mente e crescimento espiritual.
01
A morte faz parte do ciclo da vida e não é vista apenas como algo negativo ou assustador.
02
Entre a morte e o próximo renascimento existe o bardo, um estado intermediário de transição.
03
A mente continua seu caminho após a morte, por isso o budismo valoriza cultivar uma mente consciente e positiva durante a vida.
Consciência da respiração, dos movimentos e dos sinais do corpo
01
Redução do estresse e melhoria do bem-estar geral
02
Desenvolvimento do equilíbrio físico e mental 
03
Benefícios do budismo para o corpo
De acordo com Buda "um corpo debilitado atrapalha a meditação, então cuidar da saúde é também um dever espiritual".
Para isso, são usados dois princípios: atenção plena e clara compreensão. Durante a prática, a pessoa observa mudanças no corpo, e isso ajuda a desenvolver equilíbrio emocional e crescimento espiritual.
Estudos e dados associados 
 Um estudo transversal comparou 1.384 adultos budistas tibetanos e incluiu 798 residentes tibetanos adultos de vilas próximas. O risco de HA nos budistas foi significativamente menor, em 38%, em comparação com os não budistas.
 Maior tempo de participação nas atividades budistas mostrou-se associado à diminuição da prevalência de HA, bem como menor PA em análise de um subgrupo de 570 budistas.
Bibliografia:
https://share.google/HN0I4FNZgtDi8vaxd (Casa do Saber)
https://vamosfalarsobreoluto.com.br/2016/01/09/o-luto-no-budismo/
https://share.google/luupJkLS3gM6ZUkGb (Centro de Estudos Budistas Bodisatva)
https://www.scielo.br/j/abc/a/w7PswtLHtcrnnW65Bzyv7kQ/?lang=pt
https://revistas.metodista.br/index.php/mandragora/article/download/205/209/624
https://www.brasilseikyo.com.br/home/terceira-civilizacao/edicao/663/artigo/como-o-budismo-nos-ajuda-a-superar-momentos-de-profundo-sofrimento/999561947
https://templozulai.org.br/budismo/conceitos-fundamentais/as-quatro-nobres-verdades/
Obrigada pela atenção!
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