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Período fetal 1 Idade gestacional: é contada a partir do início do último período menstrual normal -> Tem duas semanas a mais do que a idade de fecundação Gestação a termo: é a gestação que dura até a 38ª semana a partir da fertilização ou 40º semana gestacional -> nessa fase o embrião passa a ser chamado de feto -> possui um desvio padrão de + ou – 15 dias -> nasce sem problemas Período fetal: o Vai da 9ª semana até o nascimento o Nessa fase o embrião passa a ser chamado de feto o Os órgãos formados iniciam suas funções -> antes era pouco valorizado e hoje sabe-se que é fundamental para o desenvolvimento funcional dos órgãos e para a sobrevivência ao nascimento o O crescimento envolve aumento de tamanho, peso e maturação funcional o Crescimento fetal por muito tempo foi considerado pelo peso e aumento de tamanho apenas, mas apesar de ser muito importante não é apenas isso 9ª à 12ª semana: No geral: o Mudanças no tamanho da cabeça (Tem metade do comprimento só de cabeça pois no período embrionário, o que motivou o dobramento cefalocaudal foi o crescimento do tubo neural, então é natural que nesse período o que mais cresceu foi o tubo neural, então natural ter uma cabeça grande) o Mudança na face (os olhos vão mais para a região fontal e orelhas na altura dos olhos) o Começa a formação das Pálpebras o Mudança no comprimento dos membros inferiores 11ª semana: o Alças intestinais retornam para a cavidade do abdômen o Onfalocele: alças intestinais que não retornam para a cavidade abdominal, intestino que não retorna é envolto por uma membrana o Gastrosquise: é a falha na fusão das pregas laterais na região abdominal, não possui membrana (4ª semana) 12ª semana: o Eritropoiese do baço • No início as células começam a ser produzidas no baço (eritropoiese) • O esqueleto é cartilaginoso- hialina, somente depois que o esqueleto sofre ossificação, passa a ter tecidos dentro dos ossos o A ossificação ocorre no final da 12ª semana o Formação a urina*: Ao engolir e aspirar a urina o volume de líquido que entra é importante para a expansão e funcionalidade dos alvéolos e dos órgãos do sistema excretor. Se isso não acontecer ou a quantidade de líquido for menor tem que desconfiar do funcionamento. • Se a criança não forma bem os rins e não produz grande volume urinário vai ter um subdesenvolvimento do sistema respiratório, pois não irá ocorrer a devida expansão dos alvéolos • Metade do líquido amniótico é a nossa urina, se ele estiver baixo é preciso conferir o sistema excretor do feto • Ajuda no desenvolvimento do sistema respiratório realizando pressão nos alvéolos 2 o Desenvolvimento e diferenciação da genitália externa: o Iniciasse na 8ª semana e a está madura na 12ª semana o Possui influência genética o O sexo só é possível ver depois da 12ª semana - 1º Determinação do sexo cromossômico: o Definido na fertilização o Influência na gônada (indiferenciada) - 2º Determinação do sexo gonadal: o A partir dessa fase possui influência de hormônios andrógenos o Ocorre no período embrionário (5ª à 7ª semana) o XX – Produz gônadas que são ovários, logo não produz hormônios o XY – Produz gônadas que são testículos, logo produz andrógenos - 3º Determinação do sexo somático: o É a diferenciação da genitália externa o Não possui mais influência genética o A presença ou ausência de hormônios andrógenos influencia o sexo o Os hormônios masculinos determinam os andrógenos o Na ausência de andróginos: A glande da origem ao clítoris, a prega urigenital da origem aos pequenos lábios e a proeminência escrotal da origem aos grandes lábios o Þ Genitália feminina: ausência de andrógenos Þ Genitália masculina: presença de andrógenos 13ª à 16ª semana: No geral: o Rápido crescimento o Mudanças no tamanho da cabeça (até esse momento a cabeça possuía o mesmo tamanho que o restante do corpo, pois o tubo neural era o que se desenvolvia mais rápido e então a velocidade do crescimento do corpo fica maior do que o do tubo neural) o Ossificação intensa -> hematopoiese vai começar a acontecer na medula óssea Na 14ª semana: o Movimentos oculares lentos o Movimentos coordenados -> mãe ainda não sente o Pelos no couro cabeludo Na 16ª semana: o Ovários com folículos primordiais (caso não produza a mulher fica infértil) o Olhos na posição anterior orelhas próximas da posição definitiva o Córtex cerebral é formado 17ª à 20ª semana: No geral: o Ritmo de crescimento mais lento o Membros com porções finais o Movimentos fetais percebidos pela mães -> 147 dias antes do parto o Pele com vérnix o Formação da gordura parda o Nas meninas: formação do útero, do canal da vagina e folículos primários o Nos meninos: início da migração dos testículos (começam a descer) Na 20ª semana: o Sobrancelha e cabelo o Lanugo - Vérnix caseoso: o É uma mistura de substâncias que tem na superfície da pele do feto (gorduroso) o Vantagem: proteção da pele, contra a acidez do líquido amniótico com a urina e também fora do útero, e ajuda passar pelo canal vaginal durante o nascimento - Lanugo: o São pelos fininhos o Vantagem fixa melhor o vérnix na pele auxiliando a proteção - Gordura parda/marrom: o Está sempre próximo de órgãos vitais, para manter sua temperatura o É uma gordura termogênica, ou seja, dissipa energia em forma de calor 3 o Exemplo: na região cervical para manter a temperatura do sangue que está indo para o cérebro 21ª a 25ª semana: o Ganho de peso o Pele enrugada, rosada e translucida Na 22ª semana: o Reflexo do piscar ao susto Na 24ª semana: o Secreção de surfactante o Unhas * Obs: nascimento entre essas semanas -> pode sobreviver mais é preciso cuidados intensos SURFACTANTE: • Surfactante é uma mistura de substâncias que são produzidas nos alvéolos, que evita seu colapso ao diminuir a tensão superficial • Durante a gestação os pulmões do bebê estão cheios de líquido amniótico, já que ele ainda não respira ar • A partir da 24ª semana os pneumócitos do tipo 2 formam o surfactante • No nascimento o bebê dá a primeira respiração, o ar entra nos pulmões e a maior parte do líquido amniótico é eliminado • Porém ainda reta um final de líquido amniótico dentro dos alvéolos, somando a umidade proveniente do ar que o bebê inspira cria uma tensão superficial (força que faz o colabamento das paredes dos alvéolos, atrapalhando nas trocas gasosas) • O surfactante atua reduzindo essa tensão superficial, removendo o excesso de líquido e mantendo os alvéolos aberto, permitindo que o bebê respire normalmente logo após o nascimento • Síndrome do estresse respiratório: quando ocorre a falha da ação do surfactante • Surfactante aumenta a partir da 34ª a 36ª semana de idade gestacional e 32ª a 34ª semana de fecundação. • Se a criança nascer antes disso tem maior probabilidade de ter problemas na respiração. 26ª à 29ª semana: o Pulmões já são capazes de respirar, pois o SN, pois já controla movimentos respiratórios, mas a surfactante produzida é insuficiente, ou seja, ainda não é capaz de realizar trocas gasosas o SN dirige movimentos respiratórios e controla a temperatura, mas o corpo ainda não está “treinado” para isso (gordura parda, associada aos órgãos vitais com atividade termogênica) Na 26ª semana o Olhos abertos, lanugo e cabelos bem desenvolvidos o Gordura subcutânea: associada ao ganho de peso (bebê rechonchudo), importante para saber como ele vai nascer o Hematopoese é realizada pelo baço até a 28ª semana, depois a medula óssea vermelha produz. 30ª à 34ª semana: o Pele rosada e lisa o Membros com aspecto rechonchudo, pelo ganho de peso o Fetos acima de 32ªsemanas usualmente sobrevivem ao nascimento, mas isso não garante que ele não nasça com problemas 35ª à 38ª semana: o 35ª Semana: Preensão palmar firme o 36ª Semana: Circunferência da cabeça e abdome com mesmo diâmetro (Após o abdome pode ter maior circunferência) o Entre 35ª a 36ª semanas gestacionais ou 40 semanas ocorre o nascimento Data provável do parto DUM – 3 meses + 1 ano e 7 dias Þ 266 dias ou 38 semanas após fertilização Þ 280 dias ou 40 semanas gestacionais 4 Parâmetros fundamentais para a viabilidade do RN 1. Idade Gestacional (de quantas semanas nasceu? Exemplo: Fetos nascidos abaixo de 22 semanas gestacionais não podem ser mantidos vivos) 2. Peso (peso normal, baixo peso, muito baixo peso) 3. Crescimento Intrauterino (atenção ao RCIU: redução do crescimento intrauterino) - Classificação de prematuridade: o Prematuros extremos: antes de 28 semanas o Prematuros intermediários: entre 28-34 semanas o Prematuros tardios: entre 34-37 semanas Þ Fatores de risco: idade avançada durante a gestação, diabetes e obesidade, cesarianas desnecessárias, medicamentos para fertilidade (resultam em nascimentos de bebês com baixo peso) - Classificação de baixo peso: o Baixo peso: inferior a 2.500g o Muito baixo peso: inferior a 1.500g o Extremo baixo peso: inferior a 1.000g Þ Consequências: paralisia cerebral, convulsões, disfunção cognitivas e cegueira ou surdez Fatores que afetam o crescimento do feto: o Tabagismo o Gestação Múltipla o Drogas sociais (álcool) o Fluxo sanguíneo uteroplacentário deficiente (falta de nutriente o para a criança crescer) o Fatores genéticos Período fetal 5 Placenta Placenta: o é um órgão temporário feto materno o Oferece um ambiente protegido de processos inflamatórios que tem como objetivo combater o agente estranho o Gera um ambiente de privilégio imune, desenvolvimento do embrião está em uma “capa de invisibilidade” o A decídua é o endométrio do útero de uma mulher grávida, camada funcional do endométrio que se separa do resto do útero após o parto (nascimento). Funções da placenta: o Trocas gasosas o Funções renais o Nutrição o Funções hepáticas FORMAÇÃO DA PLACENTA: Materna: o endométrio sofre uma reação decidual, logo a placenta é formada pela decídua Porcão fetal: Apartir do trofoblasto e mesoderma extraembrionário (córion) Membranas fetais: o Córion: é o que vai virar a placenta, mas só pode ser chamado assim quando tem desenvolvimento dos vasos, vilosidades coriônicas o Alantoide: é a expansão do saco vitelino e auxilia na formação da bexiga urinária. Possui células que migram do alantoide e geram as gônadas, formação dos vasos umbilicais. -> futura bexiga o Saco vitelínico: produção de sangue, nutrição o Âmnion: líquido amniótico (proteção mecânica e controle térmico) Desenvolvimento da placenta: o Algumas vilosidades coriônicas atravessam o sinciciotrofoblasto e tocam a decídua (endométrio), chamadas de vilosidades de ancoragem. o As lacunas viram os espaços intervilosos, onde ocorrem trocas entre o sangue da mãe e do feto o As células do citotrofoblasto migram para o limite do sinciciotrofoblasto e criam uma capa entre os dois tecidos ali presentes- capa citotrofoblástica. Þ Vilosidades coriônicas: impede que o sangue do bebe não entre em contato com o da mãe o Vilosidade primaria: citotrofoblasto vai virar amontoado de células o Vilosidade secundaria: mesoderma extraembrionário vai preencher esses amontoados o Vilosidade de ancotamento: vilosidades coriônicas que tocam a decídua, se proliferando ao redor da decídua ligando a placenta a parede materna o Vasos do feto ficam dentro das vilosidades: vasos trazem os vasos da mãe muito perto dos vasos do embrião. Isso torna o processo de difusão muito mais rápido e bem- sucedido Þ Transformação citotofobastica: invasão de células do citotrofoblasto na parede das artérias da decídua (endométrio), substituindo a camada de músculo liso por uma camada de tecido fibrinóide (tecido semelhante ao conjuntivo propriamente dito). o Isso ocorre para que, mesmo com a variação de pressão da mãe, o fluxo de sangue para o bebê não mude. Gabriela B. Lucchese Placenta e Membranas Fetais CARACTERÍSTICAS Membranas fetais: Constituídas por córion, âmnio, saco vitelino, vesícula umbilical e alantoide, a partir do zigoto. Placenta: Órgão fetomaternal dividido em duas porções: -Porção Fetal: formada a partir do trofoblasto e mesoderma extraembrionário (córion) -Porção Materna: derivada do endométrio (camada interna da parede uterina ou decídua basal) A parte fetal da placenta e das membranas fetais separa o embrião/feto do endométrio Funções: -Transporte de Gases -Transporte de Nutrientes: aminoácidos, proteínas e minerais (cálcio e ferro) -Troca de substâncias: transporte bidirecional, facilitado pela vasta superfície de membrana placentária; -Proteção: placenta impede a passagem de substâncias nocivas da mãe para o bebê -Metabolismo: sintetiza glicogênio, colesterol e energia para o embrião. -Secreção Endócrinas: estrógenos, relaxina, somatotrofina coriônica humana (lactogenio placentário, progesterona, e a gonadotrofina coriônica humana ( HCG) PLACENTA A placenta e o cordão umbilical funcionam como um sistema de transporte para substâncias (ex: nutrientes e O2) que passam entre a mãe e o feto. Sangue Nutrientes + O2 Sangue Materno Excretas + CO2 Fetal Ambas trocas ocorrem através da placenta. Após o nascimento, as membranas fetais da placenta são expelidas do útero como o recém- nascido. Formato da placenta: circular, discóide. É determinado pela área 6 o Substituição da camada de músculo liso das artérias espiraladas da decídua por um tecido fibrinoide (tecido conjuntivo) Þ 3ª semana: trocas estabelecidas entre mãe e feto Þ Até 8ª semana: vilosidades coriônicas recobrem todo o córion; Þ Crescimento do saco: vilosidades ficam compridas e degeneram córion liso; Þ Vilosidades coriônicas associadas à Þ decídua basal crescem: córion frondoso ou viloso (componente fetal da placenta). Þ Cotilédones: divisão irregular da parte fetal da placenta. Em um cotilédone encontra-se vilosidades coriônicas e espaço interviloso Forma da placenta: - Antes do parto: Forma discóide ou circularem tomando a forma das vilosidades coriônicas. - Após o parto: Disco achatado. o Septos placentários: áreas da decídua o Cotilédones: divisão irregular da parte fetal da placenta. Tem vilosidades coriônicas e espaço interviloso DECIDUALIZAÇÃO: o Decídua: Camada funcional do endométrio gravídico que se separa após o parto o Partes da decídua: o DECÍDUA BASAL: parte que fica nas vilosidades coriônicas. Parte da mãe que realmente contribui para as trocas gasosas o DECÍDUA CAPSULAR: sobrejacente ao concepto o DECÍDUA PARIENTAL: mucosa endometrial o Após a menstruacao ocorre a liberação demestrógeno para formar o endométrio, corpo lúteo produz progesterona que transforma o endométrio em decídua= endométrio pronto para a gravidez o Células do estroma do endométrio acumulam lipídios e glicogênio, e são então denominadas células deciduais (começam acumular lipídeo o glicogênio para ter uma reserva energética no caso de uma possível gravidez) o O estroma se espessa e torna-se altamente vascularizado, e o endométrio como um todo é então denominado decídua-vasos da decídua se tornam mais numerosa e as artérias se tornam espiraladas Þ Células UNK (células natural killer uterinas): células produtoras de citocinas e fatores de crescimento que liberam citosina anti-inflamatória que regulam o processo imune Þ características fundamentais que possibilitam que o organismo materno tolere(privilégio imune) o transplante especial representado pela placenta semialogênica. Þ Conforme o feto cresce a decídua capsular e parental se fundem Þ Quando a bolsa “rompe” o que realmente sai é: líquido amniótico, bb, a placenta e parte da decídua Þ E o que rompe é a membrana amniótica com a decídua parental 7 Pré eclampsia o É uma doença multifuncional e multissistêmica o Ocorre pela não transformação citotrofoblástica (as células do citotrofoblasto não substituem a musculatura dos vasos da mãe) o Patogênese: falha do trofoblasto embrionário em invadir adequadamente o útero e as artérias espiraladas, transformando-se em vasos de baixa resistência. Isso marca o início do processo que levara ao desenvolvimento da pré-eclâmpsia. o Diminuição ou ausência de células trofloblasticas devido a processos inflamatórios ou diminuição de células NK uterinas levam á falha da remodelação das artérias espiraladas, resultando em alto fluxo e alta pressão. o Sinais clínicos: aumento da PA a partir da 20ª semana e proteinúria (presença de proteína na urina) o Fatores de risco: diabetes, hipertensão, uso de tabaco e obesidade Trocas materno-embrionárias/fetais Membrana placentária: são tecidos que separam sague materno e fetal 4 camadas até a 20ª semana 1. Sinciciotrofoblasto 2. Citotrofoblasto 3. Conjuntivo na vilosidade coriônica (mesênquima extraembrionário) 4. Endotélio dos capilares fetais Após a 20ª semana: perde o citotrofoblasto e então fica constituída de 3 camadas Atividades e funções placentárias: 1. Transporte de substâncias: difusão simples (+ -> -), difusão facilitada (por proteínas carregadoras), transporte ativo e pinocitose (para moléculas ativas) o Hormônios: pequena quantidade de T3 e T4 o Esteroides não conjugados livres pela placenta o Eletrólitos livres o Anticorpos o Excreções: CO2, ureia e acido úrico simples difusão 2. Metabolismo: sintetiza glicogênio, colesterol, e energia para o embrião 8 3. Endócrina: A placenta é um órgão endócrino que produz diversas proteínas metabólicas (leptina, adiponectina), hormônios peptídicos (hCG, hPL, PGH) e hormônio Esteroides (progesterona, estrogênios) que têm influência significativa no metabolismo materno da glicose e sua adaptação ao longo da gravidez. o Hormônios similares aos hipotalâmicos: • Hormônio liberador de gonadotrofina (feedback negativo no hipotálamo) • Hormônio liberador de tirotrofina (estimula a tireoide) o Hormônios similares aos hipofisários: • Gonadotrofina coriônica humana: mantem o corpo lúteo, ação semelhante ao TSH • Somatotrofina coriônica humana (lactogênio placentário, é ele o responsável pela diabetes gestacional): regula o metabolismo da glicose sanguínea materna, desenvolvimento mamário e produção de leite o Hormônios esteroides: • Progesterona e estrogênios: mantem a gestação, estimula crescimento uterino e desenvolvimento de glândulas mamarias o Hormônios deciduais: • Prolactina: estimula a produção de leite • Relaxina: amolecimento do colo e ligamentos pélvicos Cordão umbilical: o É um cabo vascularizado que conecta embrião/feto à placenta o Inserção no centro da placenta o Diâmetro de 1-2cm e comprimento 30- 90cm (55cm) o 2 artérias: sangue pobre em O2, rico em CO2, e resíduos metabólicos o 1 veia: transporta sangue rico em O2 e nutrientes o Geleia de Wharton (conjuntivo mucoso): protege e preenche espaço entre vasos Þ Nó sincicial: acúmulo de tecido do sinciciotrofoblasto na rede sanguínea da mãe, sexagem fetal