Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Unidade III
METODOLOGIA E PRÁTICA DO ENSINO 
DA MATEMÁTICA E CIÊNCIAS 
Profa. Janaina Vece
Alguns caminhos para ensinar Matemática
e Ciências em sala de aula:
 “É consensual a ideia de que não existe um caminho que 
possa ser identificado como único e melhor para o ensino 
de qualquer disciplina [...]. No entanto, conhecer diversas 
possibilidades de trabalho em sala de aula é fundamental 
para que o professor construa sua prática” (PCN, 1997, p. 32).
Matemática e Ciências no Ensino Fundamental
Como os problemas matemáticos foram
ensinados durante a minha vida escolar?
 Século XIX – concepção oculta.
Tradicionalista:
 aplicar regras e princípios dos livros;
 hierarquia de competências.
Prerrequisitos: 
 exercitar e fortalecer os músculos do cérebro.
Resolução de problemas
Como os problemas matemáticos foram
ensinados durante a minha vida escolar?
 Século XX – concepção oculta.
Tradicionalista:
 resolução de problemas como procedimento.
Aprendizagem por imitação e prática:
 compreender o problema;
 desenvolver um plano;
 implementar o plano;
 avaliar a solução.
Resolução de problemas
 Século XXI – Concepção oculta.
Construtivista:
 resolução de problemas – espinha
dorsal para o ensino de Matemática;
 Subsídios para compreender como o sujeito pensa;
 ensino X aprendizagem.
Resolução de problemas
O que o aluno aprende quando resolve um problema?
 A enfrentar desafios.
 A estabelecer relações.
 A organizar estratégias.
 A formular esquemas de representações.
 A analisar.
 A formular conjecturas.
 A estabelecer generalizações.
 A construir conceitos matemáticos
(cognitivo e metacognitivo).
Resolução de problemas
O que o professor aprende quando trabalha
com a resolução de problemas?
 A compreender como os alunos pensam.
 A refletir sobre a própria prática.
 A analisar as representações dos alunos.
 A diagnosticar.
 A intervir de acordo com as necessidades de aprendizagem.
 A enfrentar desafios.
 A mudar...
Resolução de problemas
Uma boa situação-problema deverá ir além da boa
formulação do enunciado. Ela deverá levar em conta:
 o perfil de aluno que se tem ou que se quer;
 os conhecimentos prévios;
 a bagagem de conceitos, procedimentos e atitudes
aprendidas até o momento de uma “nova” aprendizagem. 
Resolução de problemas
 O aluno precisa ser motivado a registrar
no papel a maneira como raciocina. 
 O professor deve respeitar a maneira como o aluno
pensa, realizando intervenções para que o aluno amplie
o seu repertório de estratégias de resolução.
 A socialização dos registros na sala de aula é um caminho 
promissor para a introdução de registros mais econômicos.
Estratégias e acompanhamento
De acordo com os PCN (1997), qual a concepção
presente quando se adota a Resolução de Problemas
como metodologia de ensino?
a) Tradicional.
b) Construtivista.
c) Empírica.
d) Histórico-cultural.
e) Sócio-interacionista.
Interatividade
De acordo com os PCN (1997), qual a concepção
presente quando se adota a Resolução de Problemas
como metodologia de ensino?
a) Tradicional.
b) Construtivista.
c) Empírica.
d) Histórico-cultural.
e) Sócio-interacionista.
Resposta
Recursos:
 portadores numéricos;
 jogos;
 tecnologias.
Recursos para ensinar Matemática
 Os alunos convivem com placas de trânsito, números
nos jornais, revistas, sapatos, roupas, instrumentos
de medida etc.
É muito importante que o educador proporcione intencionalmente 
situações em que os números sejam apresentados nas suas mais 
diversas funções: 
 contar;
 ordenar;
 codificar;
 medir.
Portadores numéricos
Um portador numérico é um instrumento que se apresenta 
como mediador entre o aluno e conhecimento:
 organização da lousa;
 calendário e agenda escolar (diário);
 as tabelas numéricas e outros registros
matemáticos em exposição;
 cartazes e murais.
Portadores numéricos
Mas, afinal, o que é um jogo?
 Nos jogos, há atitudes prescritivas sujeitas às regras, 
geralmente penalidades para a desobediência destas,
e a ação procede de forma evolutiva até culminar num
clímax, que geralmente consiste em uma vitória da
habilidade, tempo ou força.
 Em geral, são competitivos.
Jogos
 Constituem um processo natural de aprendizagem. 
 São recursos especiais e efetivos para a aquisição de 
conhecimentos e o desenvolvimento de potencialidades, 
habilidades e capacidades.
 O ímpeto lúdico é algo da condição humana. Portanto,
seu uso provoca manifestações espontâneas de interesse, 
livres de padrões rígidos.
Jogos
 Os jogos devem estar a serviço de objetivos didáticos. 
 Requer reflexão por parte do educador. 
 Sua eficiência se dá quando seu uso se traduz como
a junção de conteúdos de ensino que sejam eficientes
para a aprendizagem e se aliam ao prazer do aluno.
A aprendizagem mediante os jogos
O que os alunos podem aprender com os jogos?
 A validar seus conhecimentos na prática.
 A compreender limites.
 A controlar momentos de tensão, afetividade,
alegria e aceitação da derrota.
 A desenvolver a criatividade, a personalidade
e, portanto, a autonomia.
 O conteúdo a ser ensinado.
A aprendizagem mediante os jogos
 Calculadora.
 Computador.
 Celular.
Propostas:
 ditado numérico;
 leitura de números.
Recursos tecnológicos
Dentre os objetos abaixo, qual pode ser
considerado um portador numérico?
a) Carteira.
b) Bolsa.
c) Relógio.
d) Pulseira.
e) Brinco.
Interatividade
Dentre os objetos abaixo, qual pode ser
considerado um portador numérico?
a) Carteira.
b) Bolsa.
c) Relógio.
d) Pulseira.
e) Brinco.
Resposta
 Professor-pesquisador.
 Partir dos conhecimentos prévios e curiosidades das crianças.
 Polivalência / interdisciplinaridade.
 Registro de dúvidas e progressos de situações particulares.
 Troca de ideias com outros colegas.
 Estudos em grupo ou encontros, acesso
à internet ou, ainda, mobilizar reuniões.
 Busca de formação permanente.
Experiências práticas para ensinar Ciências
Área temática “corpo humano”:
 olhos;
 dentes;
 tato.
Área temática “seres vivos” – plantas e animais:
 Classificações – pena, pelo, escamas;
 cadeia alimentar;
 sapo, rã ou perereca?
Experiências práticas para ensinar Ciências
Área temática “conceitos físicos”:
 boia ou afunda?;
 relógio de sol;
 cata-vento;
 translúcido, opaco e transparente;
 gelinho;
 ilusão de ótica.
Experiências práticas para ensinar Ciências
Área temática “conceitos químicos”:
 papel reciclado;
 fogo;
 substâncias parecidas;
 separação de misturas;
 Misturas – bolo de laranja maluco.
Experiências práticas para ensinar Ciências
O que os experimentos podem proporcionar?
 O conflito entre os saberes do senso
comum com o saber científico.
 O acesso à terminologia científica
a partir de um determinado contexto.
 Organização e planejamento de uma experiência.
 Validação das hipóteses levantadas.
Para aprender Ciências
Ao propor uma experiência em que o aluno é desafiado
a observar e comparar as características dos objetos
com o intuito de dizer se “boiam ou afundam”, que tipo
de conceito científico o professor está desenvolvendo? 
a) Físico.
b) Químico.
c) Corporal.
d) Ambiental.
e) Matemático.
Interatividade
Ao propor uma experiência em que o aluno é desafiado
a observar e comparar as características dos objetos
com o intuito de dizer se “boiam ou afundam”, que tipo
de conceito científico o professor está desenvolvendo? 
a) Físico.
b) Químico.
c) Corporal.
d) Ambiental.
e) Matemático.
Resposta
 O ensino de Ciências tem oscilado entre
a teoria pura ou o experimentalismo puro.
 Em algumas escolas, o laboratório, ou as atividades
práticas realizadas em sala de aula, servem de mera ilustração, 
sem que ocorra a reflexão.
 Os PCN propõem observar, por meio de atividades
práticas, a aplicação dos que estudam de forma teórica.
Parâmetros Curriculares Nacionaisde Ciências
 A escola deverá oferecer pleno acesso aos recursos
culturais relevantes para a conquista de sua cidadania.
 A Ciência deve ser instrumento de desenvolvimento
da autonomia investigativa.
 Incluem os domínios do saber tradicionalmente
presentes no trabalho escolar.
 E preocupações contemporâneas com o meio ambiente,
com a saúde, com a sexualidade e com as questões éticas 
relativas à igualdade de direitos, à dignidade do ser humano
e à solidariedade.
Parâmetros Curriculares Nacionais de Ciências
 Relacionar os conceitos ensinados com o
ambiente físico e social onde os alunos vivem.
 Significativo e motivador.
 Um recurso didático valioso, pois amplia
a visão do aluno e as suas experiências
para além dos muros da escola.
A importância do estudo do meio
Planejamento:
 levantamento de problemas e pesquisas temáticas relacionadas 
ao que será observado na visita;
 visita prévia do local antes de levar os alunos;
 elaboração de um roteiro do relatório
a ser desenvolvido após a visita;
 entrevista com os profissionais
que trabalham no local visitado; 
A importância do estudo do meio
Planejamento (continuação):
 preocupar-se com o antes, durante e depois.
Atenção: aconselha-se não envolver grupos de
faixas etárias muito diferentes na mesma atividade. 
A importância do estudo do meio
 Aquário de São Paulo: roteiro educativo
preparado por biólogos de fauna aquática.
 Aquário de Santos: mais de 200 espécies de
água doce e salgada, num total de 4.000 animais
aquáticos ocupando seus 30 tanques.
 Catavento Cultural e Educacional, São Paulo:
popularização da ciência e promoção da educação
científica de forma lúdica e prazerosa.
Indicações que podem ser de grande ajuda:
Sugestões de museus e centros de ciências
O desenvolvimento das aulas de Ciências,
segundo os PCN, consiste em:
a) estudos teóricos e científicos.
b) estudos práticos.
c) estudos teóricos utilizando a
prática como mera ilustração. 
d) atividades práticas que proporcionam
a compreensão da teoria. 
e) atividades repetitivas para memorização
dos conceitos científicos. 
Interatividade
O desenvolvimento das aulas de Ciências,
segundo os PCN, consiste em:
a) estudos teóricos e científicos.
b) estudos práticos.
c) estudos teóricos utilizando a
prática como mera ilustração. 
d) atividades práticas que proporcionam
a compreensão da teoria. 
e) atividades repetitivas para memorização
dos conceitos científicos. 
Resposta
ATÉ A PRÓXIMA!

Mais conteúdos dessa disciplina