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Procedimento Comun 
Processo civil
Prof. Adolfo 
Regras
OBS: Procedimento comun é extenso tem bastante coisas para anotar e estudar 
vai ser cansativo.
Importante anotar exemplos que forem dados em sala de aula porque caem nas 
provas, prestar atenção em tudo que for dito em aula.
Provas vão ser enunciados, casos práticos e dps a questão, semelhante ao 
exame da ordem
Antes da prova ele faz algumas questões para fazer em exercício em casa e 
depois pede para os alunos responderem em sala de aula para treinar para a 
prova 
Se o aluno for mal é porque não prestou atenção nas aulas.
Obs: Importante aprender e entender como funciona processo civil 
Todas as aulas nos dois horários vão ter chamada, será reprovado quem tiver 
muitas faltas, professor não compensa faltas e não aceita atestado.
Conteúdo programático 
Procedimento comum
Atos de comunicação processual 
Audiência de conciliação e mediação 
Resposta do réu 
Fase de saneamento 
Revelia
Fase de saneamento 
Das provas 
Em espécie 
Audiência de instrução e julgamento 
Bibliografia 
Theodoro Junior, Humberto 
Curso de direito processual 
Curso de direito processual 
Civil. Rio de saveiro: gen v.1
Wambier, Luiz Rodrigues 
Curso avançado de processo 
Civil. São Paulo: RT. V.1
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Pontos do processo civil que precisamos ter em mente
Revisão:
- Condições da Ação 
Antigamente o código previa 3 Condições e hoje em dia preve apenas 2 
Condições.
Exemplo de Condições da ação:
1- legitimidade 
2- interesse processual
Interesse processual
Se faltar uma condição da ação:Se faltar uma condição da ação:
 →Extinção do processo sem resolução do mérito.
Isso é muito cobrado.
Ex:
Locador e locatário 
Se o locador ajuizar uma ação de despejo ele pode ajuizar contra o irmão do 
locatário? Não, pois falta legitimidade, nesse caso o juiz irá extinguir o processo 
pois tem uma questão processual.
O irmão do locador também não pode ajuizar uma ação, pois temos uma 
legitimidade ordinária, ninguém pode pleitear em nome alheio, somente o titular 
do direito material é que pode ajuizar a ação, o titular é o locador.
OBS: Salvo se autorizado por lei, isso se chama legitimidade extraordinária, essa 
regra é a exceção.
Ex:
Temos uma associação chamada IDEC 
IDEC é uma pessoa jurídica 
Associação formada por:
Associação formada por:
Pedro 
João 
Maria 
Roberto etc..
O IDEC ajuizou uma ação contra o banco que se tornou procedente, nesse caso é 
legitimação extraordinária.
Se no caso, Pedro e os demais ajuizassem a ação seria legitimidade Ordinária. 
OBS: Ação popular serve para proteger o meio ambiente, patrimônio público, 
cultural, histórico, artístico etc.. quem pode ajuizar é o cidadão que tem título de 
eleitor e vota corretamente.
1.1 Legitimidade
Pode ser:
Ativa (quem propõe a ação)
Passiva (contra quem a ação é proposta)
Regra: legitimidade ordinária
→ Quem ajuíza a ação é o titular do direito material.
Exemplo do locador e locatário:
O locador não pode ajuizar contra o irmão do locatário porque falta legitimidade 
passiva.
O irmão do locador também não pode ajuizar ação.
Ninguém pode pleitear direito alheio.
Exceção: legitimidade extraordinária
→ Quando a lei autoriza alguém a agir em nome próprio defendendo direito de 
terceiros.
Exemplo: IDEC.
É pessoa jurídica. Pode propor ação coletiva em defesa dos associados.
Ação popular
→ Quem pode ajuizar?→ Quem pode ajuizar?
Cidadão com título de eleitor.
Cidadão com título de eleitor.
Ponto que pode cair na prova:
Identificar se o caso concreto é legitimidade ordinária ou extraordinária.
1.2 Interesse Processual (ou interesse de agir)
Tem dois requisitos:
1- Necessidade
Significa que o autor realmente precisa do Poder Judiciário para resolver o 
problema. 
Pergunta prática: Sem o juiz, o problema pode ser resolvido?
Se a resposta for não → há necessidade.
Exemplo: O locador tentou receber amigavelmente e o locatário não pagou.
Ele precisa do Judiciário para despejar → há necessidade.
Se o problema puder ser resolvido sem ação judicial → não há necessidade → 
falta interesse processual.
2- Adequação
Significa que o meio escolhido é o correto para aquele caso.
Pergunta prática: A ação escolhida é a ação adequada para resolver esse 
problema?
Exemplo: Se a pessoa quer cobrar uma dívida, deve propor ação de 
cobrança (ou execução, se tiver título executivo).
Se entrar com uma ação errada, falta adequação.
Mesmo que exista necessidade, se o meio escolhido for incorreto → falta 
interesse processual.
Pergunta chave:
O autor precisa do Poder Judiciário para resolver o problema?
Se não houver necessidade → não há interesse processual.
Consequência:
Extinção sem resolução do mérito.
Extinção sem resolução do mérito.
Resumo para prova:
Falta de legitimidade ou interesse = problema processual = não analisa o mérito.
Interesse processual ou de agir
Relação de necessidade e de adequação
O autor necessita do poder judiciário para resolver a sua pretensão? Se sim ele 
tem interesse processual, se não ele não tem interesse processual 
OBS: Sempre que for uma questão processual a extinção do processo é sem 
resolução do mérito. 
Elementos da ação: todo processo vai ter 3 elementos da ação. 
Partes
Causa de pedir
Pedido
Quando falamos em partes temos: o autor e o réu Quando falamos em partes temos: o autor e o réu 
Causa de pedir: em latim "Causa petendi," temos também a causa de pedir 
remota e próxima 
Remota → fato jurídico (ex: contrato)
Próxima → violação do direito (ex: falta de pagamento)
Exemplo: Contrato de aluguel = causa remota
Inadimplência = causa próxima
Pedido: temos mediato e imediato 
Mediato → bem da vida (o que se quer na prática pelo autor)
Imediato→ provimento jurisdicional (a sentença) pedido de tutela jurisdicional ou 
seja pedido de sentença para o juiz 
Exemplo: Despejo do imóvel = pedido mediato
Condenação pelo juiz = pedido imediato
Obs: Isso costuma cair em prova prática.
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Processo e Procedimento
Processo de conhecimento
→ Serve para reconhecer um direito.
→ Dentro dele existe um procedimento (rito), que pode ser comum ou especial.
Processo de execução
→ Serve para satisfazer um direito já reconhecido.
→ Também possui um procedimento próprio (rito da execução).
Procedimento comum
→ Regra geral do CPC, Não está expresso no código 
Procedimento especial
→ Sempre estará expresso no Código, Art. 539 em diante.
Observação importante:
Se o caso não tiver procedimento especial previsto, aplica-se o procedimento 
comum. 
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Atos de comunicação processual 
 Para o exercício do contraditório e da ampla defesa temos os atos de 
comunicação processual tanto para o autor tanto para o réu, para poder 
convencer ou influenciar o juiz sobre os argumentos apresentados dentro do 
processo.
 É elemento essencial do processo, para o exercício do contraditório e da ampla 
defesa e consiste na citação e nas intimações. Esses atos servem para que as 
partes possam influenciar o resultado do processo
 
Citação 
Citação 
 É o ato pelo qual se convoca o réu o executado ou o interessado para integrar a 
relação jurídica processual, idepemdentemente da sua vontade.
Quando o código fala de réu está se referindo ao processo de conhecimento de 
jurisdição contenciosa, executado aos processos de execução e interessado ao 
procedimento especial de jurisdição Voluntária.
Ponto importante:
A citação é o ato que forma a relação processual completa (autor + juiz + réu).
Sem citação válida, o processo não se desenvolve corretamente.
Art. 238 do CPC – Conceito de citação.
A citação convoca o réu, o executado e o interessado.
Quando se fala de interessados - temos jurisdição Voluntária 
Quando o Código fala em:
Réu
→ Processo de conhecimento ou cognição (jurisdição contenciosa)
Executado
→ Processo de execução
Interessado
→ Jurisdição voluntáriaResumo mental simples:
Conhecimento = réu
Execução = executado
Jurisdição voluntária = interessado
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Desenvolvimento válido e regular do processo 
 Para que aja o desenvolvimento regular do processo, obrigatoriamente eu vou 
precisar da citação, a falta de citação vai atingir o desenvolvimento do processo 
o tornando inválido
Se o juiz indeferir a petição inicial ele vai proferir uma sentença 
Se o juiz indeferir a petição inicial ele vai proferir uma sentença 
Regra geral: Para o desenvolvimento valido do processo é obrigatório e 
necessário a citação do réu 
 A citação do réu é indispensável para o desenvolvimento válido e regular do 
processo, pois para que a relação jurídica processual seja completa, a parte deve 
ser regularmente citada. O Código prevê duas exceções a essa regra por exemplo 
no caso de indeferimento da inicial quando ouver um vício processual ou os 
requisitos do artigo 319 CPC não estiverem presentes. Nessa hipótese o juiz 
extinguira o processo sem resolução do mérito e posteriormente o escrivão ou 
chefe de secretaria comunicará o réu da sentença
Relação processual completa:
Juiz + Autor + Réu regularmente citado.
Sem citação válida → não há relação processual completa.
Isso pode cair na prova.
Observação importante para prova:
Nessa situação não há citação prévia do réu, porque o processo já foi extinto 
antes mesmo de se formar a relação processual completa
Estrutura lógica para entender melhor
Regra:
Processo válido → precisa de citação.
Exceção:
Se a inicial for indeferida → o processo acaba antes da citação.
Palavra-chave para prova:
Extinção sem resolução do mérito.
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Comparecimento espontâneo 
 
 O Comparecimento espontâneo do citando supre a falta ou nulidade da 
citação. Quando a lei determina a forma de realização do ato mas esse ato é 
cumprido de outra forma, ele será considerado válido pelo Princípio da 
instrumentalidade das formas.
instrumentalidade das formas.
 Em vez do réu receber o mandado de citação quem recebe é o irmão do réu, 
nesse caso não é válido ele não pode receber ficamos diante da nulidade da 
citação, se o réu não contestar vai ter revelia 
 O réu poderá comparecer espontâneamente no processo alegando a nulidade 
da citação. Nessa hipótese o prazo para a contestação de 15 dias começará a 
fluir apartir do Comparecimento espontâneo e não dá data da decisão do juiz que 
resolve sobre a nulidade 
Art. 239, §1º do CPC.
Obs: Se o réu não contestar → poderá ocorrer revelia.
Obs do professor: Pode cair na prova, np1, np2, sub ou exame.
Efeitos processuais da citação 
1° efeito processual litispendência - é uma lide pendente, ela começa para o 
autor na petição inicial e para o réu na citação 
A citação enduz a litispendencia. 
Litispendencia tem dios significados:
1° duas ações idênticas em andamento 
2° lide que está pendente 
É nesse significado que se enquadra o efeito processual. Dessa forma se por 
exemplo, o rel vender um bem de sua propriedade do curso da ação será 
considerado fraude a execução.
2° efeito processual, vai tornar litigiosa a coisa - sempre que estiver sendo 
discutido posse de um bem, esse bem ficará litigioso 
Torna litigiosa a coisa, significa que o bem, objeto da ação ficará litigioso até o 
juiz proferir sentença transitada em julgado.
Enquanto o processo não terminar definitivamente, o bem está juridicamente em 
discussão.discussão.
 
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1° efeito substancial/substantivo - sempre que for dito direito substâncial ou 
substantivo é o processo civil, é um efeito voltado ao direito civil e material.
Efeito substancial é um efeito de direito material, ou seja do direito civil 
Por exemplo: A citação constitui em mora o devedor, quando a mora não decorrer 
automaticamente do vencimento da obrigação. 
O juros de mora portanto passaram a contar a partir da citação. 
Isso é muito importante em ações de cobrança.
2° efeito substancial interrupção da prescrição - A citação aperfeiçoa a 
interrupção da prescrição.
Um direito prescreve em 3 anos, o autor ao ajuizar a ação terá prazo de 10 dias 
para promover a citação do réu ( Ex: indicando o endereço do réu e pagando as 
despesas da citação ) com a citação do réu a interrupção da prescrição 
retroagira a data do ajuizamento da ação 
Inobservância do prazo
Se o autor não promover a citação do réu no prazo de 10 dias, a interrupção da 
prescrição ocorrerá com a prescrição, não retroagindo a data do ajuizamento da 
ação. 
Isso pode prejudicar o direito do autor.
Citação pessoal ou real
A citação deve ser feita pessoalmente ao citando (réu, executado ou 
interessado), excepcionalmente poderá ocorrer a citação ficta.
Regra = pessoal
Exceção = ficta
Pessoas jurídicas de direito público 
Estamos falando da administração pública, A citação ocorre por meio de seu 
representante judicial.
Um mandado de citação que será recebido pelos órgãos da administração 
pública ( direta ou indireta ) por meio de seu representante judicial
Exemplos:
Advogado-Geral da União
Procurador do Estado
Procurador da Autarquia
O mandado de citação será recebido pelo órgão público por meio do 
representante judicial.
Isso pode cair na prova.
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Modalidades de citação Pessoal
Obs: Escrivão é justiça estadual e secretária é justiça pessoal.
por meio eletrônico 
2. via postal 
3. oficial de justiça 
4. Escrivão ou chefe de secretaria 
Art 319 cc.
Obs: A citação é feita para qualquer comarca do Brasil.
A- Citação por meio eletrônico
O CPC prevê que a citação deverá ser feita preferencialmente por meio 
eletrônico constante nos bancos de dados do poder judiciário 
regulamentados pelo conselho nacional de justiça. Atualmente as pessoas 
jurídicas públicas e privadas devem manter o endereço eletrônico atualizado 
naqueles bancos de dados
 
Não citação por meio eletrônico 
A.
Não citação por meio eletrônico 
O citando terá prazo de 3 dias para acusar o recebimento do mandado de citação 
por meio eletrônico, caso contrário o autor deverá pedir outra forma de citação 
válida 
Apresentação de justa causa 
Se o citando for citado de outra forma ( ex: pelo correio ), na primeira 
oportunidade que ele tiver para falar nos Alpes deverá apresentar justa causa, 
pelo não recebimento da citação eletrônica 
Multa 
Caso o juiz não aceite a justa causa, ele imporá uma multa de até 5% sobre o 
valor da causa, por ato atentatorio a dignidade da justiça.
Art 246
B- citação pelo correio 
Se a citação por meio eletrônico for frustrada, o autor pedira citação via 
postal, que poderá ocorrer para qualquer comarca do país 
idepemdentemente de carta precatória.
Pessoa jurídica de direito privado 
A citação via postal, pode ser realizada na pessoa do gerente geral administrador 
ou funcionário encarregado receber as correspondências.
Endereço localizado em condomínio edifício ou loteamento com controle 
de acesso. 
Nessa hipótese, a citação via postal poderá ser realizada na pessoa do 
funcionário da portaria encarregado de receber correspondências. Ele poderá 
recusar o recebimento desde que justifique.
Vedação de citação por meio eletrônico ou pelo correio 
Quando falamos em ações de estado significa ações de estado da pessoa, esse Quando falamos em ações de estado significa ações de estado da pessoa, esse 
tipo de ação não pode ser pelo correio.
Pessoa jurídica de direito público não pode ser citada pelo correio, pode ser 
A.
Pessoa jurídica de direito público não pode ser citada pelo correio, pode ser 
citada por meio eletrônico ou qualquer tipo de ação.
O incapaz não pode ser nem por meio eletrônico e nem pelo correio 
Se o autor pedir por oficial de justiça ele precisará justificar
OCPC veda a citação por estes meios nas ações de estado ( ex: ação de divórcio 
ou anulação de casamento ), quando a ré for pessoa jurídica de direito público 
( nessa hipótese a vedação é somente pelo correio ), a re for pessoa incapaz, o 
local não é atendido pelo serviço de correspondência ou quando o autor requerer 
justificadamente de outra forma.
C- citação por oficial de justiça 
Frustrada a citação pelo correio ou quando esse tipo de citação for vedado, a 
citação será realizada por oficial de justiça, que procurara o citando e se o 
encontrar lera o mandado entregando uma cópia ( contra fé ) pedindo para 
apor a sua assinatura. Avendo a recusa o oficial certificara o ocorrido, mas a 
citação será considerada realizada.
Contra fé = mandado 
Oficial de justiça tem fé pública 
D- Escrivão ou chefe de secretaria 
O citando pode se deslocar a serventia do juizo para receber a citação. Nessa 
hipótese a citação será feita pelo escrivão quando se tratar de justiça 
estadual ou pelo chefe de secretaria, quando for justiça Federal.
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Modalidades de citação ficta
 A citação ficta é uma presunção relativa de que o citando tomou 
conhecimento, do mandado de citação.
A- Citação com hora certa 
Essa modalidade é realizada pelo oficial de justiça, quando ele procura o 
citando por duas vezes em dias diferentes e suspeita que ele está se 
ocultando em receber o mandado. Nessa hipótese ele intimara um parente 
ou na sua falta um vizinho dizendo que no dia útil seguinte, em determinada 
hora comparecerá para citar o réu. No dia e hora designados, se o réu estiver 
hora comparecerá para citar o réu. No dia e hora designados, se o réu estiver 
presente a citação será pessoal, caso não esteja presente, o oficial procurará 
saber os motivos e lerá o mandato entregando-lhe a contra fé e pegando a 
sua Assinatura. A citação com hora certa foi realizada nesse instante.
Escrivão ou chefe de secretaria 
Após a citação com hora certa o oficial de justiça devolverá o mandado nos 
autos e o escrivão ou chefe de secretaria nos dez dias seguintes enviara uma 
carta ( correspondência ) ao citando, informando-lhe sobre a citação com hora 
certa. Se não ouver a contestação ( revelia ) o juiz nomeara um curador especial, 
para promover-lhe defesa
B- citação por edital 
Será realizada se o citando não for localizado, ou estiver em local inacessível, 
como ( Ex: quando o país não aceitar carta rogatória do Brasil. Nessa 
hipótese ocorrendo a revelia o juiz também nomeara um curador especial ).
Réu preso não contesta curador especial 
Intimações 
Fica pra semana que vem.
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Intimações 
É um ato pelo qual se dá ciência a alguém dos atos e termos processuais. 
Normalmente a Intimação é promovida pelo órgão jurisdicional por meio 
eletrônico, carta, oficial de justiça, ou até mesmo por edital. Ainda a possibilidade 
de o advogado de uma das partes promover a Intimação do advogado da parte 
contrária por carta com aviso de recebimento, que deverá ser juntado nos altos 
após o seu cumprimento.
Cartas - também são atos de comunicação processual, há quatro espécies de 
cartas.
1. Carta precatória 
Será expedida sempre que o ato processual deva ser realizado em comarca 
diferente da que tramita o processo. O juízo que expede a carta precatória é 
diferente da que tramita o processo. O juízo que expede a carta precatória é 
chamado de juízo deprecante, o juízo que a cumprirá é chamado juízo 
deprecato. 
Penhora/citação --> oficial de justiça 
Juízo deprecante: vai expedi a carta precatória 
Juízo deprecato: vai 
Obs: Se for citação em outra comarca, a carta precatória é expedida somente por 
oficial de justiça, quando o réu for incapaz não pode expedir a carta pelo correio. 
2. Carta rogatória 
Se o ato processual tiver que ser realizado em outro país deve ser expedir 
carta rogatória. O seu cumprimento dependerá da existência de tratado 
internacional entre o Brasil e o outro país. Se nao existir deve se verificar se 
outro país aceita o comprimento de carta rogatória vinda do Brasil.
3. Carta de ordem 
Quando o ato processual tiver que ser realizado pelo órgão jurisdicional, 
subordinado ao tribunal, este deve expedir uma carta de ordem.
4. Carta arbitral 
Quando se tratar de direito disponível ou seja direito pratimonial as partes 
poderão incluir no contrato a cláusula de convenção de arbitragem. Se ouver 
o ajuizamento da ação e o juízo arbitral e ouver a necessidade da prática de 
um ato que seja exclusivo do juiz de direito, como ex: a quebra de sigilo 
bancário e fiscal, deve se expedir carta arbitral para o poder judiciário.
Terminamos parte de comunicação processual aqui
 
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Da audiência de conciliação ou mediação 
Segundo o cpc esta audiência é obrigatória o artigo 319 determina que o autor 
deve optar em sua petição inicial pela realização ou não dessa audiência, se uma 
das partes optar pela audiência, ela será realizada independentemente da 
vontade da outra parte. Se o autor optar por sua nao realização, o juiz a 
vontade da outra parte. Se o autor optar por sua nao realização, o juiz a 
designaram e determinará a citação do réu para o seu Comparecimento. Ela só 
nao se realizará se o réu peticionar com dez dias de antecedência pedindo seu 
cancelamento.
Listsconsorcio 
Avendo litsconsorcio passivo eo autor optando em não realizar a audiência, ela 
só será cancelada se todos os litescosortes peticionarem com 10 dias de 
antecedência pedindo seu cancelamento. 
Contestação 
Uma forma de resposta do réu e seu prazo é de 15 dias.
O início do prazo para apresentar a contestação começará a contar apartir da 
audiência de conciliação.
Termo inicial audiência 
Se não ouver auto composição na audiência de conciliação ou medição, o prazo 
para contestação terá como termo inicial essa audiência, não se contando o dia 
do início e contando o dia final. Se o réu 10 dias antes da audiência peticionar 
pedindo cancelamento da audiência, o prazo de contestação terá como termo 
inicial o dia de protocolo dessa petição.
Sem audiência 
Se não ouver audiência, o termo inicial para contestação será da data da juntada 
do aviso de recebimento ( citação pelo correio ou do mandado, citação por oficial 
de justiça nos autos ) se a citação for pelo escrivão ou chefe de secretaria, o 
termo inicial será da data de Comparecimento do réu a serventia do juizo.
Princípio da eventualidade ( art 336 CPC ) 
Significa que o réu pode apresentar toda matéria de defesa que ele tiver, mesmo 
que sejam contraditórias entre si, pois na eventualidade de um argumento não for 
acolhido ele poderá acolher o outro, desde que esteja provado nos autos.
Principio do ônus da impugnação específica ( art 341 CPC )
Incube ao réu unem sua contestação impugnar todos os fatos alegados pelo 
autor na petição inicial, pois aquele fato não impugnado será presumido como 
autor na petição inicial, pois aquele fato não impugnado será presumido como 
sendo verdadeiro, não avendo a necessidade de realizar prova porque se tornou 
fato incontroverso.
Fica pra semana que vem:
Preliminar de contestação ( art 337 CPC )
1. inexistência ou nulidade da citação 
2. incompetência absoluta e relativa 
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Preliminar de contestação ( Art. 337 CPC )
Antes de o réu contestar o mérito ele poderá apresentar alguma Preliminar do 
Art. 337 CPC na sua contestação. Materia Preliminar refere-se a matéria 
processual que é de ordem pública, ou seja o interesse público deve prevalecer 
sobre o interesse privado e assim na maioria das preliminares o juiz deve decidir 
de ofício. Caso não faça o réu poderá alegar na contestação ou em qualquer fase 
processual, na maioria das vezes se o juiz acolher a Preliminar ele extinguira o 
processo sem resolução do mérito.
1. Inexistência ou anulidade dacitação 
Conforme visto anteriormente o Comparecimento espontâneo supre a falta 
ou nulidade de citação dessa forma o réu já poderá contestar e alegar 
preliminar a nulidade de citação. Se essa preliminar for rejeitada e a 
contestação tiver sido apresentada fora do prazo, o juiz decretara a revelia do 
réu. Se ela for acolhida o processo prosseguirá normalmente. O réu poderá 
também em vez de contestar alegar apenas a nulidade de citação mas o 
prazo para contestação começará a fluir apartir da data do Comparecimento 
espontâneo.
2. Incompetência absoluta ou relativa 
A competência relativa tem como critérios o valor da causa e o território, e a 
absoluta tem como critérios a matéria a função a pessoa e a Hierárquia. A 
incompetência absoluta é matéria de ordem pública, e deve ser decidida pelo 
incompetência absoluta é matéria de ordem pública, e deve ser decidida pelo 
juiz de ofício, ou pelo réu na contestação ou em qualquer fase processual. Já 
quando a incompetência for relativa o juiz não poderá decidila de ofício e o 
réu poderá alega em preliminar de contestação, se não o fizer ocorre a 
prorrogação de competência, ou seja o foro que era relativamente 
incompetente passará a ser competente pois não é matéria de ordem 
pública. Se o juiz acolher a incompetência ele remetera os autos ao foro ou 
juízo competente.
Interesse público ou privado ?
 Temos na competência Relativa:
valor da causa 
Território 
Temos na competência Absoluta:
Mérito 
Função 
Pessoa
Hierárquia
Decidir de ofício 
3. Incorreção do valor da causa 
Toda causa precisa ter um valor mesmo que não tenha conteúdo econômico. 
O ( Art. 292 CPC ) estabelece os parâmetros do valor da causa. Esta valor é 
apurado de acordo com o conteúdo econômico pretendido pelo autor. O juiz 
pode determinar de ofício a correção do valor da causa, caso contrário o réu 
poderá em preliminar alegar a incorreção do valor da causa. E se for acolhida 
o autor deverá recolher o valor da diferença das custas processuais.
4. Inércia da petição inicial 
O ( Art. 330, 1 CPC ) considera que a petição inicial é inepta quando:O ( Art. 330, 1 CPC ) considera que a petição inicial é inepta quando:
1. Faltar o pedido ou a causa de pedir 
2. O pedido for indeterminado exceto se ouver permissão legal para pedido 
genérico.
3. Quando da narração dos fatos não se chegar logicamente a conclusão
4. Quando ouver pedidos incompatíveis entre si.
Acolhida a inércia o processo será extinto sem resolução do mérito 
5. Perempção 
Quando o autor der causa a extinção do processo por abandono por 3 vezes 
ocorrerá a Perempção. Na quarta vez que ele ajuizar a ação o réu poderá 
alegar na preliminar a Perempção, e se Acolhida ocorrerá a extinção do 
processo sem resolução do mérito.
6. Litispendencia e coisa julgada 
Ocorre a litispendencia quando existirem duas ações idênticas em 
andamento. Uma ação é idêntica a outra quando os elementos da forem 
idênticos.
ou seja:
As mesmas partes
As mesmas causa de pedir 
O mesmo pedido
Haverá coisa julgada quando uma ação já tiver transitada em julgado. Se o 
juiz acolher essas preliminares ele extinguira o processo sem resolução do 
mérito. 
7. Conexão 
A conexão é verificada pela mesma causa de pedir ou pedido, e as ações 
deverão ser reunidas para julgamento em conjunto.
8. Incapacidade da parte, defeito de representação ou falta de 
autorização.
Se por exemplo o autor for pessoa incapaz ele precisa ser representado, se 
não ouver essa representação o réu poderá alegar em preliminar.
Quando se tratar de ação de direito real imobiliário o autor necessitará da 
autorização do cônjuges, caso não tenha essa autorização o réu poderá 
autorização do cônjuges, caso não tenha essa autorização o réu poderá 
alegar em preliminar. Nessas duas hipóteses o juiz dará prazo para o autor 
imendar a inicial sobre pena de extinção.
Extinção do processo sem ou com resolução do mérito?
Continuação:
9. Convenção de arbitragem 
Quando se tratar de direito disponível, ou seja, patrimonial, as partes poderão 
convencionar em contrato, que a resolução de qualquer litigio relacionado aquele 
contrato será feito por meio da arbitragem. Se uma das partes vier ajuizar ação 
no poder judiciário, aparte contrária poderá em preliminar na contestação alegar 
a existência de convenção de harbitragem. Se está alegação for acolhida o juiz 
extinguira o processo sem resolução do mérito, para que as partes resolvam a 
questão na harbritagem.questão na harbritagem.
10. Ausência de legitimidade ou de interesse processual 
Se faltar uma das condições da ação o juiz extinguira o processo sem resolução 
do mérito. Em relação a ilegitimidade passiva o juiz facultara ao autor para que 
altere o Polo passivo no prazo de 15 dias. Havendo concordância do autor, este 
deverá pagar honorários entre 3 a 5% sobre o valor da causa reembolsando 
também o valor das despesas
11. Falta de caução ( Art 83 código defesa civil ) caução é uma garantia 
ou contra cautela, temos dois tipos de caução:
Caução Real: pode ser um bem imóvel ou móvel 
Fidejussoria: pessoal ( fiança )
O artigo 83 prevê que o autor, brasileiro ou estrangeiro, que residir fora do Brasil 
ou deixar de residir no país ao longo da tramitação do processo, prestara calção 
suficiente ao pagamento das custas e dos honorários dw parte contrária nas 
ações que propuzer, se não tiver no Brasil bens imóveis que lhe assegurarem o 
pagamento. É matéria de ordem pública e caso o autor não a apresente, o juiz 
determinará de ofício que o autor apresente a caução. Se o juiz não fez essa 
determinação, o réu em matéria preliminar na contestação poderá alegar a falta 
de caução. Com o seu acolhimento pelo juiz e o autor não apresentando a 
caução ocorrerá a extinção do processo sem resolução do mérito. A caução 
poderá ser real ou fidejussoria.
1.
2.
poderá ser real ou fidejussoria.
12. Indevida concessão do benefício de gratvidade de justiça 
Atualmente deve ser alegada pelo réu em preliminar de contestação. O juiz ouvirá 
o autor e depois da apresentação das provas ele decidirá, se aquele benefício for 
revogado o autor deverá recolher o valor das custas.
Np1 vem até aqui 
Reconvenção/ resposta ( Art. 343 )
A reconvensão é uma forma de contra ataque do réu onde ele se torna autor 
reconvinte e o autor torna-se réu reconvindo. A Reconvenção é cabivel sempre 
que o réu tiver uma pretensão contra o autor. A Reconvenção deve ser obedecida 
juntamente com a contestação na mesma petição ou em petição separada mas 
sempre dentro do prazo de 15 dias, conforme entendimento jurisprudêncial.
O autor reconvindo será intimado na pessoa de seu advogado para oferecer 
resposta no prazo de 15 dias.
Independência
A Reconvenção é idepemdentemente em relação a lide principal poisse ouver a 
extinção da lide principal sem resolução mérito, a Reconvenção prosseguirá 
normalmente. Além disso é possível ao réu não oferecer contestação mas 
oferecer tão somente a Reconvenção ocorrerá a revelia na lide principal e a 
Reconvenção prosseguirá normalmente. Como são duas lides é possível que o 
pedido principal e a Reconvenção sejam julgadas procedentes 
Providências preliminares ( Arts 347 a 353 ) 
As providências preliminares são uma série de atos que o juiz irá tomar 
antes do saneamento do processo.
Linha do tempo etapas do processo procedimento comum:
Petição inicial 
Citação 
Audiência de conciliação ou medição Audiência de conciliação ou medição 
Se não tiver resposta, contestação no prazo de 15 dias 
Providências preliminares, atos que o juiz vai tomar antes do 
saneamento do processo 
Não incidência do efeito da revelia ( Art 348 e 344. )
1.
2.
Não incidência do efeito da revelia ( Art 348 e 344. )
Se o réu for citado e ele não contestar ( revelia ) e não gerar o seu efetivo, a 
providência preliminar que o juiz tomará é intimar o autor para especificar as 
provas que pretende produzir em juízo. Ex: em uma ação de direito indisponível 
poderá ocorrer a revelia mas não o seu efeito 
Obs: Revelia é a faltade contestação, a revelia pode gerar efeito.
Se o réu não apresentar a contestação ele vai ser Revel
Comparecimento do réu revel aos autos ( Art 349 )
Se o réu revel constituir advogado nos autos, poderá produzir provas para se 
contra por as alegações do autor, desde que esteja dentro do prazo para 
produzilas.
Para treinar pra prova:
1- Maria ajuizou uma ação de divórcio litigioso em face de Marcos perante a 
terceira vara da família da capital. Atualmente, Marcos reside na comarca de 
Campinas e Maria pediu a sua citação pelo correio. 
Explique se será possível a situação de Marcos pelo correio, conforme visto em 
sala de aula: carta de ordem 
2- Pedro ajuizou ação rescisória em face de Caio perante a primeira câmara de 
direito privado do tribunal de justiça do estado de São Paulo. O relator 
determinou a oitiva de uma testemunha que fora na comarca de Campinas
Explique como esse ato processual poderá ser realizado conforme estudado em 
sala de aula:
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Réplica do autor ( Art. 350 ) 
Se o réu e sua contestação alegar fato impeditivo modificativo ou extintivo do 
direito do autor, o juiz dará prazo de 15 dias para o autor se manifestar em 
Réplica podendo apresentar provas essa é a providência preliminar tomada pelo 
Réplica podendo apresentar provas essa é a providência preliminar tomada pelo 
juiz.
Exeções de direito material 
São defesas indiretas de Mérito relacionadas com direito material. U,a vez 
acolhida essa defesa o juiz julgará o mérito. 
Fato impeditivo 
É uma exceção de direito material que impede a procedência da ação, uma vez 
que o direito do autor não poderá ser exercido pois o réu possui um direito 
próprio que poderá exercer contra o autor. Ex: a exceção do contrato não 
cumprido onde uma parte não poderá exigir o cumprimento de uma obrigação da 
outra parte sem que ela mesma não tenha cumprido a sua obrigação. Outro 
exemplo é a exceção da uso capião que pode ser matéria de defesa quando o exemplo é a exceção da uso capião que pode ser matéria de defesa quando o 
autor está discutindo judicialmente a propriedade de um imóvel. Por fim a 
redenção por benfeitorias é outra matéria que pode ser alegada pelo réu na 
Fato modificativo. 
É uma outra exceção de direito material e são negócios jurídicos 
celebrados pelo autor e pelo réu que obster a total procedência da ação, 
uma vez acolhido pelo juiz a ação será julgada parcialmente procedente. 
São fatos modificativos qualquer forma de extinção da obrigação como 
pagamento, consignação e pagamento, dação e pagamento etc.. des de 
que parcial.
Fato extintivo
É a terceira exceção de direito material e ocorrerá em qualquer forma de 
extida obrigação des de que seja total.
Ex:
Pagamento 
Prescrição 
Decadência etc..
Réplica do autor ( Art. 351 )
Se o réu e sua contestação alegar alguma matéria preliminar do art. 337 
do CPC, como providência preliminar o juiz dará 15 dias para o autor se 
manifestar em Réplica podendo produzir provas.
Contestação com apresentação de documentos 
Se o réu em sua contestação não apresentar fato impeditivo modificativo 
ou extintivo do direito do autor e nenhuma matéria preliminar mas 
apresentar documentos, o juiz dará prazo de 15 dias para o autor se 
manifestar em contrário.
Contestação sem apresentação de documentos 
Se o réu não alegou fato impeditivo modificativo ou extintivo e nem 
alegou preliminar e não juntou nenhum documento, o juiz julgará o 
processo conforme o estado em que se encontra.
Existência de irregularidades ou de vícios sanaveis 
Nessa hipótese o juiz dará prazo não superior a 30 dias para que a parte 
sane o vício.
Ex:
Falta de procuração ou de contrato social da pessoa jurídica 
Do julgamento conforme o estado do processo 
Prox. Aula 
Que tipo de matéria é a defesa preliminar? É Defesa processual 
Mérito é defesa de direito material 
Interesse público prevalece sobre o privado 
Se tiver revelia 
O juiz vai Chamar o autor pra apresentar provas no prazo de 15 dias O juiz vai Chamar o autor pra apresentar provas no prazo de 15 dias 
__________________________________♡___________________________________
Do julgamento conforme o Estado do processo 
1. Extinção do processo ( Art.354 ) Art. 485 487
1. Extinção do processo ( Art.354 ) Art. 485 487
O Art 354 prevê que ocorrendo uma das hipóteses dos Art 485 e 487 incisos II e 
III o juiz proferira sentença. As hipóteses do Art 485 estabelece a extinção do 
processo sem resolução do mérito pois são matérias processuais já p Art 487 
incisos II e III se refere a extinção do processo com resolução do mérito. Por 
exemplo quando um juiz reconhecer de ofício ou a requerimento da parte a 
prescrição ou decadência cabe disservar que a desistência da ação leva a 
extinção do processo sem resolução do mérito e a renúncia a pretensão leva a 
extinção do processo com resolução do mérito. 
Extinção em respeito a apenas parte do processo.
É uma inovação trazida pelo atual CPC. Isso pode ocorrer quando ouver 
cumulação de pedidos ou quando pedido for, por sua natureza, passível de 
decomposição.
Ex: em uma ação de divórcio o juiz poderá homologar apenas o divórcio em um 
primeiro momento por meio de uma decisão interlocutoria e o processo 
continuar para se discutir por exemplo a guarda dos filhos, o valor da pensão 
alimentícia e a partilha de bens, esses serão julgados por meio de uma sentença.
2. Julgamento antecipado do mérito ( Art. 355 ) 
O juiz julgará antecipadamente o mérito quando
1° não ouver a necessidade de produção de outras provas 
Ex: perícia ou testemunhas 
2° quando ocorrer a revelia e o seu efeito ou quando ocorrer a revelia mas 
não o seu efeito e o autor não requerer a produção de outras provas 
3. Julgamento parcial do mérito ( Art. 356 ) 
O Art. 356 prevê que o juiz decidirá parcialmente o mérito quando um ou 
mais dos pedidos formulados pelo autor ou parcela deles:
1. mostrar-se incontroverso ou seja quando o réu não impugnou algum 
fato ou pedido feito pelo autor em uma ação com pedido cumular
2. estiver em condições de mediato julgamento, porque uma dos fatos 
ou pedidos não necessita de prova em razão da revelia 
Do saneamento e da organização do processo 
O CPC anterior prévia uma audiência preliminar onde o juiz tentaria 
conciliar as partes e se não ouvece alto composição ele faria o despacho 
conciliar as partes e se não ouvece alto composição ele faria o despacho 
saneador na própria audiência, atualmente não há mais essa audiência 
preliminar e o juiz fará o saneamento sem a presença das partes.
Admissibilidade da ação e regularidade do processo 
É no momento do saneamento que o juiz irá verificar a regularidade do 
processo, ou seja ele irá verificar se não existem vícios sanaveis. Nessa 
hipótese ele determinará a parte que sane o vício dentro de determinado 
prazo. Se o vício for inssanavel o juiz julgará conforme o estado do 
processo. Não havendo nenhum vício ele admitira a ação.
Delimitação das questões contro vertidas 
Nessa decisão saneadora o juiz delimitara as questões controvertidas, Nessa decisão saneadora o juiz delimitara as questões controvertidas, 
ou seja, os fatos que forem alegados pelo autor e impugnados pelo réu e 
designara a audiência de instrução e julgamento para a colheita de 
provas.
Pedido de esclarecimento e ajustes 
Após proferir a decisão saneadora o juiz intimara as partes para que 
possam fazer pedido de esclarecimentos e ajustes no prazo de 5 dias. 
Não é uma recuso.
Audiência de saneamento
Ela não se confundi com a audiência de instrução e será designada nos 
casos mais complexos.
Treinar pra prova vai cair essa questão:
Roberto ajuizou determinada ação em face de Marcos perante a 5° vara 
civil da comarca de Campinas. O juiz determinou a citação do réu para 
apresentar contestação. O réu compareceu na serventia do juizo no dia 
05/03 sexta-feira e foi citado pelo escrivão.
Explique qual será o último dia do prazo para apresentar a contestação, 
sabendo se que omês de março tem 31 dias sem nenhum feriado 
Dia 26 de março sexta feira 
Pula os finais de semana, e começa a contar sempre no dia ultil posterior 
Pula os finais de semana, e começa a contar sempre no dia ultil posterior 
Dúvidas: 
Se der causa ou abandono por mais de 30 dias ocorre Perempção 
Sempre que for materia processual é Extinção sem resolução do mérito 
Estudar Princípio do ônus da impugnação específica 
Falta de interesse processual Réplica prazo de 15 dias 
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Das provas 
É direito das partes o emprego de todos os meios legais, bem como 
os moralmente legítimos, mesmo que não estejam previstos no CPC, 
para provar a verdade dos fatos alegados na inicial e na contestação. 
Determinação da provação de provas
Cabe ao juiz determinar a produção de provas que pode ser de ofício 
ou a requerimento das partes.
Indeferimento de provas 
O juiz indeferira o pedido de prova que seja inútil ou manifestamente 
protelatorio mas deverá fundamentar a sua decisão ou seja dizer as 
razões de fato e de direito pelas quais chegou aquela decisão para 
possibilitar a interposição de eventual recurso.
Destinatário de provas 
É o juiz pois cabe a ele a análise das provas para proferir a decisão 
Princípio da aquisição processual ou comunhão da prova art. 371 Princípio da aquisição processual ou comunhão da prova art. 371 
Significa que uma vez que a prova for produzida ela não podera mais 
ser desentranhada do processo como regra geral pois para o juiz nao 
interessa quem produziu aquela prova, se o autor ou réu. O 
importante é que a prova esteja nos autos.
Princípio do livre convencimento motivado art. 371
Não há uma ierarquia entre as provas, podendo o juiz analisadas 
Não há uma ierarquia entre as provas, podendo o juiz analisadas 
livremente e dando valor a cada uma delas mas deverá motivar a sua 
decisão sob pena de nulidade. Motivar significa fundamentar, ou seja 
dada as razões de fato e do direito pelas quais ele chegou aquela 
decisão.
Verdade real e verdade formal 
O processo civil buscará a verdade real principalmente quando o réu 
contesta a ação mas o juiz também aceitará a verdade formal. 
Ex: quando ocorre revelia e ele aplica a presunção de verdade dos 
fatos alegados pelo autor da petição inicial.
Objeto da prova 
Será o fato controvertido ou seja aquele fato alegado pelo autor e 
impugnado pelo réu na contestação.
O direito como objeto da prova 
Princípio novit cúria ( o juiz conhece o direito e a lei )
O juiz poderá determinar a parte que alegou a existência de direito 
estadual municipal estrangeiro ou concentitunario que prove a sua 
existência e sua vigência.
Princípio da proibição de utilização de prova ilícita
É aquela colhida em detrimento ou violação ao direito material. É 
uma prova nula e deve ser desentranhada do processo 
Ex: violacde correspondência grampo telefônico etc...
Ônus da prova 
Ônus é diferente de obrigação ou dever de realizar a prova. No 
processo civil ninguém está obrigado a fazer prova porque o 
descumprimento de uma obrigação gera uma sanção, que não é o 
caso do processo civil. Ônus da prova significa o interesse da parte 
em realizar a prova e o seu descumprimento gera uma consequência 
processual, de procedência ou improcedência da ação.
Distribuição estática do ônus da prova Art 373 
O atigo 373 preve que o ônus da prova Incube ao autor quanto ao fato 
constitutivos do seu direito e ao réu quanto ao fato impeditivo 
modificativo ou extintivo do direito do autor. É na sentença que o juiz 
modificativo ou extintivo do direito do autor. É na sentença que o juiz 
analisará de quem era o ônus da prova.
Distribuição dinâmica de ônus da prova 
O artigo 373, 1 prevê que o juiz poderá determinar a produção de 
provas de forma diversa da distribuição estática determinando que a 
prova seja realizada por aquele que tenha melhores condições de 
realizala.
Decisão fundamentada 
Quando o juiz inverter o ônus da prova ele deverá fazê-lo em decisão 
fundamentada ou seja dizer as razões de fato e de direito pelas quais 
ele atribuiu o ônus da prova de forma diversa da distribuição ele atribuiu o ônus da prova de forma diversa da distribuição 
estatística para possibilitar eventual recurso essa inversão do ônus 
da prova será realizada no momento do saneamento, ônus da prova é 
diferente de obrigação.
Momento Adequado para prova oral audiência de instrução 
Produção antecipada da prova 
O momento adequado para produção de provas orais é a audiência 
de instrução e julgamento. No entanto se ouver a possibilidade de 
perecimento de um prova, a parte poderá requerer a produção 
antecipada daquela prova de forma autônoma.
Competência 
A produção antecipada de prova pode ser distribuída no local onde a 
prova deva ser realizada ou no foro de domicílio do réu. O juizo não 
ficará prevento em relação a ação principal 
Citação 
Todos que participaram da futura ação como réus deverão ser 
citados na produção antecipada da prova para poder exercer o 
contraditório, pois a prova não poderá ser utilizada contra quem não 
teve oportunidade do contraditório.
Defesa 
Na produção antecipada de prova não a contestação e nem recurso 
por parte do réu exceto em relação ao questionamento da produção 
por parte do réu exceto em relação ao questionamento da produção 
da prova ou seja se a ou não a possibilidade do perecimento da prova.
Final do procedimento 
Realizada a prova os autos ficaram a disposição das partes para que 
tirem cópias ou certidões no prazo de um mês. Decorrido esse prazo 
os autos serão entregues ao autor que poderão ser utilizados em 
futura ação.
Interrogatório de ofício 
É possível que o juiz convoque as partes para fazer o interrogatório 
de ofício cujo o objetivo é aclarar algum ponto do processo. Assim, o 
objetivo não é obter a confissão mas eventualmente ela pode aderir 
do enterrogatorio.
Depoimento pessoal 
É o meio de prova que tem por objetivo obter a Confissão da parte 
contrária. Assim, o advogado do autor pode pedir o depoimento 
pessoal do réu e o advogado do réu o depoimento do autor.
Confissão 
Ocorrerá a Confissão quando uma das partes admitir a ocorrência de 
um fato contrário ao seu interesse e favorável ao interesse da parte 
contrária.
Intimação 
Quando ouver o pedido de depoimento pessoal o advogado devera 
providenciar a Intimação pessoal da parte contrária para comparecer 
a audiência de instrução, caso contrário ela nao sera ouvida
Forma do depoimento Forma do depoimento 
No dia da audiência o juiz advertira novamente a parte dizendo que a 
recusa em depor e implicará na pena de Confissão. Além disso quem 
ainda não depos não poderá ouvir o depoimento da parte contrária.
Características pessoalidade e indelegabilidade 
O depoimento pessoal deve ser feito pela própria parte 
pessoalmente, não se admitindo delegação para terceiro. Admite-se 
no entanto uma exceção em relação a pessoa jurídica que poderá 
1.
2.
3.
4.
no entanto uma exceção em relação a pessoa jurídica que poderá 
nomear um preposto que tenha conhecimento dos fatos
Depoimento livre 
As partes não poderão ler o depoimento pessoal em documento 
previamente elaborado mas poderão consultar breves apontamentos.
__________________________________♡___________________________________
Prova testemunhal 
Consite em uma reprodução oral do que se incontra guardado na 
memória daquele que, não sendo parte presenciaram ou tiveram notícia 
dos fatos da demanda. 
Quando não haverá a necessidade da prova testemunhal?
Não haverá necessidade quando o fato já estiver provado por 
documentos ou pela confição da parte e também quando ouver a 
necessidade de produção da prova pericial (conhecimento técnico ou 
científico).
Rol de testemunhas 
Uma vez deferida a oitiva de testemunhas o juiz dará prazo não superior 
a 15 dias para que apresentem o Rol. Se ele designar a audiência de 
saneamento as partes deverão levar o rol de testemunhas no dia da 
audiência.
Número de testemunhas 
Aspartes poderão arrolar no máximo 10 testemunhas sendo que para 
cada fato o juiz poderá limitar em 3 testemunhas.
Quem não pode depor como testemunha? Art. 447
O art. 447 do cpc prevê que não podem depor como testemunhas:
Incapazes 
Impedidos 
Suspeitos 
São incapazes:
Curatelado por infermidade ou deficiência intelectual 
Aquele que for acometido por infermidade ou deficiência intelectual 
ao tempo em que ocorrerão os fatos, não podia discernir ou, ao 
1.
2.
3.
4.
ao tempo em que ocorrerão os fatos, não podia discernir ou, ao 
tempo que devem depor nao esta habilitado a transmitir suas 
percepções.
O menor de 16 anos 
O sego e o Surdo quando a ciência do fato depender dos sentidos 
que me faltam.
São impedidos: 
Cônjuges 
Companheiro 
Acendente 
Descendente Descendente 
Colateral 
Até o terceiro grau de alguma das partes. O critério do impedimento é 
objetivo pois nesse caso basta comprovar a relação de parentesco 
Excepcionalmente será possível a oitiva ( ouvir ) de algum parente se o 
exigir o interesse público ou tratando-se de causa relativa ao estado da 
pessoa, como por exemplo as ações do direito de família
Quem é parte no processo, ou seja quando ouver litsconsorcio um 
litsconsorte não poderá ser testemunha do outro litsconsorte.
Aquele que intervém em nome de uma parte, como o tutor, o 
representante legal da pessoa jurídica, o juiz, o advogado e outros que 
assistam ou tenham assistido as partes.
São suspeitos: 
inimigo da parte 
Amigo íntimo 
Aquele que tem interesse na causa 
Se o juiz acolher a incapacidade o impedimento ou a suspensão, ainda 
assim ele poderá ouvir a pessoa não como testemunha, mas como 
informante do juizo, e ela não prestará o compromisso de dizer a verdade 
sendo que o juiz atribuira o valor que esse depoimento possa merecer ou 
seja analisará com os outros meios de prova produzindo no processo 
1.
2.
3.
4.
Intimação das testemunhas 
No atual CPC cabe ao advogado, que arrolou as testemunhas, promover 
as intimações devendo comprovar o aviso de recebimento com 3 dias de 
antecedência da data da audiência de instrução, caso contrário presume-
se que ele desistiu de ouvir as testemunhas.
Desistência da testemunha 
É possível que a parte se comprometa a levar a testemunha no dia da 
audiência de instrução, independentemente de intimação. No entanto se 
a testemunha não comparecer na audiência presume-se que a parte 
desistiu de ouvi-la. 
Forma de inquirição 
No dia da audiência o juiz ouvirá em primeiro lugar todas as 
testemunhas arroladas pelo autor e em seguida as do réu. O juiz poderá 
alterar essa ordem, desde que aja concordância das partes.
Contradita 
No dia da audiência o advogado da parte contrária poderá contraditar a 
testemunha apresentando prova documental ou testemunhal, alegando 
incapacidade impedimento ou suspensão da testemunha. O momento 
adequado para contraditar a testemunha será apos a qualicação e antes 
do depoimento sobre pena de preclusão.
Falso testemunho 
Após a qualicação a testemunha prestara um compromisso de dizer a 
verdade podendo incorrer no crime de falso testemunho.
Reperguntas Reperguntas 
O CPC anterior previa o sistema de Reperguntas onde o advogado 
perguntava ao juiz e este repassava a pergunta a testemunha. 
Atualmente a pergunta é feita pelo advogado diretamente a testemunha.
O Juiz 
Poderá inquirir a testemunha no início ou no final da oitiva. Em primeiro 
lugar o juiz inquirira a testemunha e depois dará a palavra ao advogado 
que arrolou a testemunha para fazer as perguntas ele em seguida dará a 
palavra ao advogado da parte contrária. 
palavra ao advogado da parte contrária. 
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Indeferimento de perguntas 
Se o juiz indeferir alguma pergunta do advogado de uma das partes para 
testemunha, ele pode pedir ao juiz que conste no termo de audiência 
esse indeferimento
Acareação
O juiz pode ordenar de ofício ou a requerimento da parte a acareação de 
duas ou mais testemunhas ou de alguas delas com a parte quando, 
sobre fato determinado que possa incluir na decisão da causa, 
divertirem, as suas declarações
Audiência de instrução e julgamento ( art.358)
É o momento de colheita das provas orais, onde serão apregoadas as 
partes e terceiros como por exemplo perito e assistentes técnicos 
testemunhas e terceiros interessados que tenham se apresentando 
previamente no processo 
Tentativa de conciliação 
Antes do início da audiência de instrução, o juiz tentara conciliar as 
partes e inclusive elas podem ser encaminhadas para o setor de 
conciliação ou mediação, se elas quiserem 
Ordem da produção da prova oral
A prova oral na audiência de instrução e julgamento terá 
preferencialmente a seguinte ordem 
1. Esclarecimento dos quesitos pelo perito e dos assistentes técnicos do 
autor e do réu 
2. Depoimento pessoal primeiro do autor e depois do réu 
3. Poitiva das testemunhas primeiro do autor e depois as do réu 
Autor/réu - Pericia (vai fazer quesitos pergunta para elaborar o laudo 
tecnico)
Autor/ réu - assistente técnico (vai acompanhar o perito para elaborar um 
laudo) 
laudo) 
Finda instrução: Debates
Após o término da instrução o juiz conceder a palavra ao advogado do 
autor e do réu e também ao membro do ministério público, se for o caso 
de sua intervenção, sucessivamente no prazo de 20 mn para cada um, 
prorrogável por 10 mn, a critério do juiz.
Havendo Litsconsorcio 
Nessa hipótese, o prazo será de 30 mn, dividido entre eles, se não 
convencionarem de forma diferente.convencionarem de forma diferente.
Razões finais escritas
Nas causas com questões complexas de fato e de direito, o debate oral 
poderá ser substituído por razões finais escritas, que serão apresentadas 
pelo autor e pelo réu, bem como pelo ministério público se for o caso de 
só intervenção, em prazos sucessivos de 15 dias 
Prova documental
Documento é toda a atestação, escrita ou por qualquer outro modo 
gravada de um fato. Assim são documentos os escritos as fotografias, 
os vídeos, fonogramas entre outros suportes capazes de atestar 
qualquer fato.
 
Espécies de documentos
Os documentos podem ser públicos ou privados. São públicos aqueles 
produzidos por um agente público como escrivão chefe de secretaria ou 
outro servidor público ou ainda por um tabelião. Privados são todos os 
demais documentos, documento autêntico.
Documento autêntico 
O documento particulare se considera autêntico quando assinatura do 
seu autor tiver sido reconhecida por tabelião. É possível ainda que a 
autoria esteja identificada por qualquer outro meio legal de certificação, 
inclusive eletrônica. O documento pode ser considerado autêntico ainda 
se não ouver impugnação de sua autoria pela parte contra quem o 
documento tenha sido produzido no processo.
Anotações feitas pelo credor 
Anotações feitas pelo credor 
Escrita pelo credor em qualquer parte de documento representativo de 
obrigação ainda que não assinada, faz prova em benefício do devedor, 
não importando se o documento esteja com o credor ou o devedor, basta 
que seja juntado no processo.
Reproduções mecânicas 
As Reproduções mecânicas, como que fotografias ou a reprográfica, tem 
aptidão para fazer prova dos fatos e coisas representadas, se sua 
conformidade com documento original não for impugnada por aquele 
contra quem tenha sido produzido.
Ata notarial
É a certificação de fatos jurídicos a requerimento da parte interessada e 
por Constatação pessoal do tabelião, cujo o objeto não comporte a 
labratura de escritura pública. Ex: Para captura de imagens e de 
conteúdo e de site de Internet. 
 
Momento ds prova documental 
O momento adequado para a produção da prova documental é a petição 
inicial para o autor e a contestação para o réu, depois disso não é 
possível juntar o documento por causa da preclusão.
Documento novo
É possível excepcionalmente a juntada de novo documento no processo 
dedes que tenha ocorrido algum fato superviniente a petição inicial ou a 
contestação ou ainda para se contrapor ao documento juntado pela 
parte contrária.
Contraditório 
Sempre que uma das partes juntar o documento no processo a parte 
contrária terá direito ao contrário, devendo ser intimada para se 
manifestar.
1. João ajuizou ação de cobrança em face de Marcos perante a sétima 
vara civil da comarca da capital. Marcos foi citado para comparecer a 
audiência de medição, mas não ouve acordo. Marcos apresentou 
contestação no prazo legal e alegou a ocorrência de pagamento, 
juntando documento de quitação
juntando documento de quitação
Explique qual providência preliminar será tomada pelo juiz na hipótese 
apresentado 
Prazo de 15 dias para Réplica 
2. Roberto ajuizou ação de cobrança em face de Ricardo perante a 
primeira vara civil da capital. O réu foi citado para comparecer a 
audiência de mediação. Não ouve acordo. O réu não contestou a ação e 
apenas apresentou Reconvenção alegando que também, era credor do 
autor.
Explique se como a revelia do réu a Reconvenção pode ser recebida pelo 
juiz 
Reconvenção é idepemdentemente 
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Prova pericial 
Se o fato depender de prova técnica ou científica por um especialista o 
juiz nomeara um perito judicial e dependendo da sua complexidade ele 
poderá nomear mais de um perito. O perito deve ser remunerado pela 
parte.
Substituição de prova pericial 
O CPC/2015 preve a chamada prova técnica simplificada que pode ser 
utilizada nos casos mais simples onde um especialista, será convocado 
pelo juiz para ser inquirição sobre um fato controvertido que necessite 
de conhecimento técnico ou científico.
Qualificação 
Tanto na prova técnica simplificada quanto na perícia o profissional deve 
possuir qualificação acadêmica.
Desnecessidade da prova pericial 
Não haverá perícia se a prova do fato não depender de conhecimento 
especializado, se for desnecessária em função de outras provas 
produzidas no processo, ou seja a verificação for impraticada 
produzidas no processo, ou seja a verificação for impraticada 
Novidade no CPC/2015
Será dispensada a prova pericial quando as partes, na petição inicial e na 
contestação apresentarem sobre as questões de fato pareceres técnicos 
ou documentos elusidativos suficientes.
Espécies de perícia:
1. Exame: É uma perícia voltada para pessoas e bens móveis. Por 1. Exame: É uma perícia voltada para pessoas e bens móveis. Por 
exemplo o exame de um máquinario para verificar as condições de uso
2. Vistoria: É a perícia voltada para bens imóveis 
3. Avaliação: É a perícia para se atribuir um valor ao bem móvel ou 
imóvel 
Invalidade da prova 
A perícia será inválida se o perito não tiver qualificação. Ele deve ter a 
qualificação mas deverá também ser especialista na área. Ex: não basta 
ser médico. Ele deve ler a especialidade na área de atuação na perícia.
Negócio jurídico processual 
Sempre que estiver diante de um direito disponível, ou seja de direito 
patrimonial, as partes poderão indicar ao juizo um perito da confiança do 
autor e do réu, dispensando-se a nomeação de um perito judicial.
Procedimento na perícia consensual 
Ao protocolizarem a perícia consensual além da indicação do perito as 
partes deverão informar para o juiz o dia hora e local da realização da 
perícia, indicar os assistentes técnicos e a forma de realização da perícia.
Nomeação do perito e indicação de assistentes técnicos 
Após a nomeação do perito as partes serão intimadas para no prazo de 
15 dias apresentarem suspensão ou impedimento do perito, indicarem 
assistentes técnicos e apresentarem os quesitos.
Quesitos suplementares
Podem as partes, posteriormente, apresentar quesitos suplementares 
Podem as partes, posteriormente, apresentar quesitos suplementares 
durante a diligência, os quais serão respondidos pelo perito desde logo 
ou na audiência de instrução e julgamento.
Intimação do perito 
Decorrido o prazo de 15 dias para as partes impugnarem o perito, ele 
será intimado para que no prazo de 5 dias diga sobre a estimativa dos 
seus honorários.
Fixação dos honorários 
As partes serão Intimadas para se manifestarem sobre a estimativa do 
valor dos honorários, e apos o juiz desidira a parte que pediu a perícia 
deverá adiantar o valor e se as duas partes pediram perícia, o valor dos 
honorários será dividido entre eles.
Início da prova e prazo
O juiz designara dia hora e local para o início dos trabalhos e determinará 
o prazo para a entrega do laudo, que poderá ser prorrogado a pedido do 
perito.
Conclusão das diligências 
Ao final o perito elaborara um laudo tecnico que deverá se fundamentar 
mas deverá contar linguagem simples e clara de fácil entendimento 
Intimação das partes 
Ao final das diligências e com a apresentação do laudo as partes serão 
intimadas para se manifestarem no prazo de 15 dias e os assistentes 
técnicos poderão juntar os seus pareceres técnicos, dentro do mesmo técnicos poderão juntar os seus pareceres técnicos, dentro do mesmo 
prazo.
Reconvenção até hj

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