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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIFATECIE PSICOLOGIA CÍCERA CÁSSIA DE OLIVEIRA MOURA JOQUEBEDE SABLINA DE OLIVEIRA MOURA A FOBIA DENTRO DO CONTEXTO ESCOLAR NA ABORDAGEM COGNITIVO COMPORTAMENTAL Paranavaí 2022 CÍCERA CÁSSIA DE OLIVEIRA MOURA JOQUEBEDE SABLINA DE OLIVEIRA MOURA A FOBIA DENTRO DO CONTEXTO ESCOLAR NA ABORDAGEM COGNITIVO COMPORTAMENTAL Artigo apresentado ao Centro Universitário - UNIFATECIE como parte dos requisitos necessários para obtenção do grau de Psicologia, sob orientação do(a) Prof.(a) Aprovado ( ) Aprovado com correções Recuperação ( ) Reprovado ( ) em: de 2022. BANCA EXAMINADORA Orientador(a): Titulação, Nome UNIFATECIE Integrante 1: _ Titulação, Nome UNIFATECIE Integrante 2: _ Titulação, Nome PROJETO PARA DESENVOLVIMENTO DO TCC Nota: orientador(a) Nota: Seminário Integrado I Média I. TÍTULO DO PROJETO: A FOBIA DENTRO DO CONTEXTO ESCOLAR NA ABORDAGEM COGNITIVO COMPORTAMENTAL II. INSTITUIÇÃO: Centro Universitário Unifatecie III. CURSO: Psicologia- Bacharelado IV. COORDENADOR(A) DO CURSO: Alda Penha A. Lopes V. COORDENADOR(A) DE TCC: Denise Sbardelotto VI. ÁREA DE ESTUDO (CNPQ): Escolar VII. NOMES DOS(AS) DISCENTES: Cícera Cássia de O. Moura Joquebede S. de O. Moura VIII. E-MAILS DOS(AS) DISCENTES: ciceracassya@gmail.com joquebedesablina@gmail.com IX. TELEFONES DOS(AS) DISCENTES: Cícera: (44)99176-7520 Daniele: (44)99957-7302 X. ORIENTADOR(A): Melina Chiquetti A FOBIA DENTRO DO CONTEXTO ESCOLAR NA ABORDAGEM COGNITIVO COMPORTAMENTAL CÍCERA CÁSSIA DE O. MOURA, JOQUEBEDE SABLINA DE O. MOURA RESUMO O presente projeto de pesquisa pretende mostrar como a abordagem cognitivo comportamental pode auxiliar o atendimento educacional prestado ao aluno com fobia escolar, com o objetivo de apresentar as principais características do educando com esse transtorno de ansiedade, em busca de esclarecer suas especificidades, atrelados a fobia, tendo em vista as dificuldades que os profissionais da área encontram para desenvolver um trabalho pautado não só nas leis, como também numa orientação pedagógica a altura desse processo. Pretendemos buscar para construção dessa pesquisa revisar bibliografias em sites com base na perspectiva teórica e epistemológica do transtorno da fobia, faremos utilização de livros e artigos que tragam a teoria voltado ao assunto para melhor esclarecer a quem fará uso dessa leitura. Esse trabalho tem por objetivos evidenciar as problemáticas atuais que norteiam a educação a esse contexto, acarretando em alguns desafios presentes no ensino do aluno a fobia escolar. O transtorno de ansiedade que gera a fobia escolar é compreendido como um medo exagerado e injustificado que a criança ou adolescente sente em ir à escola e está entre os distúrbios que mais afetam crianças e adolescentes. A fobia escolar pode desencadear outros problemas como por exemplo, evasão escolar, repetências, ausência de socialização com os demais amigos da escola, baixa autoestima e outros. A proposta do trabalho propõe articular discussões que favoreçam as crianças e adolescentes com a fobia escolar, por isso, trabalharemos com a abordagem cognitivo comportamental que atua no processo de tratamento para redução de sintomas, onde rompe os pensamentos distorcidos trazendo-o à consciência, ensinando a reconhecer os pensamentos excessivos desse transtorno. Assim quando o medo não faz sentido e interfere no desenvolvimento das atividades diárias da criança ou do adolescente no contexto escolar, gerando sofrimento e trazendo prejuízo na aprendizagem, surge a importância de buscar o auxílio pautado na abordagem cognitivo que estuda o comportamento do sujeito em questão. Palavras-chave: Fobia, transtorno, escola, medo, comportamento. 1. INTRODUÇÃO Na contemporaneidade a fobia vem sendo considerada um grave problema de saúde publica por atingir um grande número de pessoas incluindo crianças e adolescentes, afetando o convívio social e acadêmico desses indivíduos. Segundo Mochcovitch, (2014) alguns estudos apontam que a idade de início mais frequente é entre 12 a 17 anos, com idade média de instalação de 15,1 anos, mas a incidência durante a infância também é importante (de 6,8%) sendo até mesmo causa de abandono escolar. Partindo da colocação do Transtorno de ansiedade (FOBIA), como um transtorno que gera implicações diretas no desenvolvimento da criança e do adolescente em fatores sociais e especificidades por áreas afins, temos o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM 5), que diz: A recusa de ir à escola pode ser devida a transtorno de ansiedade social (fobia social). Nesses casos, a esquiva da escola se deve ao medo de ser julgado negativamente pelos outros, e nem sempre pelas preocupações relativas a serem separado das figuras de apego. Partindo desse pressuposto, nem sempre a criança ou o adolescentes tem crise de ansiedade pelo fato de ter deixado os pais, ou irmão em casa, e sim pelo medo inexplicável por ele próprio de estar num ambiente que lhe transmite pavor, medo e angustia, provocado por vários fatores, como por exemplo, dificuldades em determinadas matérias, vergonha em se expor diante das pessoas, e não menos importante, o bullyng, que ainda ocorre dentro do ambiente escolar, e também pelo comportamento de como o profissional reage diante do educando em momentos que o mesmo lhe procura para alguma explicação do contexto. Diante disso, quando uma criança ou adolescente tem sintomas como, respiração fatigante, o coração acelerado, engolindo a seco, mãos suando e sensação de desmaio, sabemos que são sinais claros de ansiedade, e crises como essas dão constantemente dentro das instituições e passam despercebidas. É por esses fatores que esse trabalho diante dos expostos, objetiva realizar uma análise quanto ao atendimento educacional especializado ao aluno com fobia, a fim de estabelecer um encaminhamento necessário, primeiramente destacando as características que marcam essa fobia, usando a abordagem cognitivo comportamental e desenvolvendo as intervenções junto aos profissionais da área educacional Buscamos a partir desta dessa pesquisa, mediar através da teoria cognitivo comportamental que tem como foco principal transformar as crenças que geram pensamentos disfuncionais em percepções positivas, com intervenções através de técnicas que possibilitam melhor adaptação na vida social e acadêmica desses indivíduos. . METODOLOGIA DE PESQUISA: Fizemos um levantamento bibliográfico e documental do tema (ansiedade/fobia escolar) em sites de pesquisa científica e em autores de referência no assunto em questão. Também realizamos um estudo a fundo dos métodos e técnicas que podem ser utilizados com a abordagem da teoria cognitivo comportamental para possíveis intervenções com crianças e adolescentes dentro do âmbito escolar junto aos profissionais da área educacional. Pesquisamos inicialmente a ansiedade que gera as fobias no contexto social e escolar e suas principais características. Na sequência, buscamos dados bibliográficos sobre como os sintomas deste transtorno de ansiedade vem aumentando cada vez mais dentro dasinstituições de ensino e quais ferramentas podemos utilizar para desenvolver técnicas nas intervenções, para assim amenizar a demanda. Sendo assim, estudamos a fundamentação teórica cognitivo comportamental afim de criar estratégicas junto a essa abordagem para que possam ajudar na melhoria do desenvolvimento cognitivo e social do sujeito. JUSTIFICATIVA: Este trabalho se justifica com o objetivo de enfatizar a realização de intervenções a respeito das crianças e adolescentes com ansiedade e o processo de desenvolvimento da fobia escolar, baseada na abordagem da teoria cognitivo comportamental, além de uma discussão sobre o tema junto aos profissionais da educação, abordado os pontos positivos já existentes, como também os pontos que necessitam de melhora por falta de conhecimento nas áreas afins, buscando assim, conduzir a uma obtenção de resultados positivos. Buscou-se ainda, explanar a respeito da significância do uso de métodos e estratégias a partir da teoria cognitivo comportamental, visto a intensidade de benefícios que esta pode oferecer aos sujeitos com ansiedade. OBJETIVO GERAL: Refletir sobre as técnicas que o psicólogo possa utilizar nas intervenções relacionada a fobia social e como usá-las no contexto escolar segundo a abordagem Cognitivo Comportamental. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Especificar junto a abordagem Cognitivo Comportamental, técnicas mais utilizadas nas crises de fobia; Pesquisar estratégias e atividades usadas nas intervenções relacionadas a fobia; Identificar as causas da fobia escolar. REFERENCIAL TEÓRICO Como a Psicologia é uma ciência com uma gama muito variada de orientações teórico metodológicas, práticas e contextos de inserção profissional, as diretrizes destacam que a formação nessa área deve ser realizada em torno de ênfases curriculares “entendidas Como a Psicologia é uma ciência com uma gama muito variada de orientações teórico metodológicas, práticas e contextos de inserção profissional, as diretrizes destacam que a formação nessa área deve ser realizada em torno de ênfases curriculares “entendidas.(ABDALLA et al, 2008). Nesse sentido a Psicologia enquanto ciência parte de várias vertentes teóricas existentes que precisam ser estudadas para então entender melhor esse profissional tão importante tanto para quadro clinico, em especial direcionado ao tratamento comportamentais bem como os de diversos tipos de fobia existentes. Em relação aso diversas habilidades e competências para a Formação do Psicólogo, Yamamoto (2000) apresenta uma série de atribuição que devem serem realizadas pelos psicólogos, sendo elas, atuar profissionalmente em diferentes contextos na promoção da saúde mental e no crescimento pessoal do homem; atuar profissionalmente em diferentes níveis de intervenção, de caráter preventivo ou remediativo, considerando as características das situações e dos problemas específicos com os quais se depara. Bem como realizar orientação, aconselhamento psicológico e psicoterapia; coordenar e intervir em processos grupais em diferentes contextos. E por fim, elaborar laudos, relatórios e outras comunicações profissionais. A autor conta ainda que em relação a Leis de Diretrizes e Bases da Educação, não há uma especificidade ou tratamento acerca dos profissionais da educação, não há referências ao psicólogo. Esta é uma discussão longa, mas vale sempre a observação, neste momento em que o Conselho Federal de Psicologia encontra-se em meio à definição de campos com a Psicopedagogia. Porém é necessário inserir esse profissional nesse documento legislativo, no qual o mesmo tem importantes contribuições em relação a organização escolar como um todo, as definições da LDB trazem consequências para esta que é uma das modalidades clássicas de atuação do psicólogo, a educacional/escolar nos níveis básicos, no ensino médio e profissional e na educação especial.(YAMAMOTO, 2000). Sendo assim, essa pesquisa tem como preocupação o entendimento dos problemas sociais emocionais vivenciados na contemporaneidade, em especial no contexto escolar, tendo em vista, que existem diversos problemas relacionados a saúde mental das crianças e adolescentes de uma forma geral. É de fundamental importância a presença desse profissional no processo de diagnóstico e orientação escolar. Tendo como papel a garantia da melhoria de vida dos alunos e ajudando os mesmo no desenvolvimento escolar. É importante também pontuar que existem diversos transtornos e casos que precisam de estudos, um deles é o caso da fobia social Leite (2015) argumenta que sua pesquisa quanto a questão da fobia social ela está atrelada a diferentes momentos na vida do ser humano, podendo se destacar tanto na infância como também na adolescência. Para o autor, ela é vista muitas vezes no contexto escolar ou familiar como timidez por parte do indivíduo, é importante também mencionar que conforme as relações sociais se tornam complexas, a tendência também é dela agravarem nos sujeitos em estudo. Causando assim, muitas vezes crises de ansiedades, medo, dentre outros sintomas de um modo geral. No que tange aos sintomas relacionados por exemplo a fobia social, tem como exemplos, Convicção e ansiedade excessiva em situações sociais no dia a dia em casa e na escola, e demais espaços sociais, bem como excessiva preocupação intensa semanas ou meses antes de um acontecimento social; Medo extremo de estar sendo observado ou julgado por outras pessoas, especialmente pessoas desconhecidas; Medo de que vai agir de forma a se envergonhar ou se humilhar; Medo de os outros percebam que está nervoso; Ter dificuldades de fazer e manter amigos dentre outros sintomas, sendo esses os mais recorrentes.(LEITE, 2015). Diante de tais sintomas relacionados ao exemplo de fobia, é importante destacar que a psicologia como todo tem desenvolvido inúmeras pesquisas relacionadas a esse padrão de comportamento por diversos indivíduos em diversos contextos sociais. Para isso, é importante afirmar também que existem métodos para possíveis tratamentos em relação a diferentes tipos de fobia em estudo. Dessa forma, Leite(2015) ainda sugere que uma das modalidades de psicoterapia que vem mostrando excelentes resultados é a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). As principais técnicas utilizadas pela Terapia Cognitiva Comportamental na fobia social são: reestruturação cognitiva, treinamento de habilidades sociais, técnicas de relaxamento e exposição imaginária e ao vivo. Nas quais podem contribuírem para uma melhor qualidade de vida para o individuo. Arrigoni et al (2021) argumenta em sua pesquisa que a terapia cognitivo- comportamental (TCC) é muito eficaz no tratamento de transtornos de ansiedade em adultos e amplamente aceita em contextos de prática de rotina. Essa terapia tem como finalidade a correção das interpretações catastróficas e medos condicionados de sensações corporais e evitações e tem se mostrado eficaz para uma ampla variedade de transtornos mentais, sendo também associada a melhorias na qualidade de vida em pacientes com ansiedade. Dessa forma, os autores comentam também que: Três estruturas mentais explicam o processamento de informações na TCC. Tais estruturas estão inter-relacionadas e são responsáveis pela percepção e interpretação dos eventos do mundo. São as chamadas crenças centrais, crenças condicionais ou intermediárias, e pensamentos automáticos. Todo o sistema organizado da interação entre cognições, sentimentos e comportamentos é chamado de modo ou esquema. Assim, as cognições do sujeito se baseiam em atitudes ou pressuposições desenvolvidas a partir de vulnerabilidades biológicase experiências que teve ao longo de sua vida (MULULO et al., 2009; ASSUMPÇÃO; NEUFELD; TEODORO, 2016; CLARK; BECK; ALFORD, 1999 apud ARRIGONI et al, 2021.p.14) Nessa perspectiva, é importante de modo geral afirmar que o psicólogo, enquanto um profissional preocupado com a questão comportamental, seja do indivíduo em sociedade ou no contexto escolar. É de fundamental importância que o mesmo haja de forma cuidadosa e criteriosa em relação ao método da Terapia Cognitivo-Comportamental. Nesse sentido, a forma como será realizada a terapia, bem como o perfil do seu paciente, deve ser visto de uma forma geral, bem como também analisado pelo profissional. Pois o mesmo deverá conhecer cada etapa e forma no qual será aplicado a terapia no seu paciente, para então, poder ter os resultados esperados e contribuir assim com a melhora no quadro clinico do paciente. Em relação ao “uso da técnica de reestruturação cognitiva é um recurso que permite ao paciente reconhecer a relação entre os pensamentos e os seus sintomas. Além disso, permite capacitá-lo a reduzir a interferência negativa dos pensamentos sobre as suas emoções.” (ITO et al., 2008 apud ARRIGONI et al, 2021 p.15). No qual, é importante que o paciente tenha a clareza dos seus pensamentos e dos sintomas vivenciados por ele. Arrigoni et al (2021) consideram em um contexto geral e amplo que o tratamento mediante a a reestruturação cognitiva, técnica utilizada pela TCC, trata-se de uma forma eficiente no tratamento para o transtorno de ansiedade generalizada, contribui assim, com o paciente e examina de modo construtivo a resposta emocional imaginada e seus comportamentos, bem como os medos e ansiedades por ele vividas, podendo assim, fazer o mesmo repensar sobre esses anseios e ter mudanças de hábitos e possivelmente melhores condições de vida. REFERÊNCIAS: ARRIGONI, Alessandra Cristina Braçale, NICHOLETI, Êdela Aparecida, BALESTRA, Aline Gerbasi, DANADON, Marina Fortunata, A restuturação cognitiva como intervenção na redução das interpretações catastróficas no transtorno de ansiedade generalizada. revistaeixo.ifb.edu.br Brasília-DF, v. 10, n. 1, janeiro-abril de 2021. revistaeixo.ifb.edu.br Brasília-DF, v. 10, n. 1, janeiro-abril de 2021 ABDALLA, vely Guimarães, BATISTA Sylvia Helena, BATISTA, Nildo Alves Batista Desafios do Ensino de Psicologia Clínica em Cursos de Psicologia. Revista Psicologia ciência e profissão, 2008, 28 (4), 806-819. AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION- APA. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5. Porto Alegre: Artmed, 2014. BECK, Judith S. Psicologia Terapia Cognitiva- Teoria e Prática- trad. Sandra Costa.- Porto Alegre: Artes Médica, 1997. CARNEIRO, Luiz Manoel Oliveira. Depressão e Fobia Social: Um caso Clínico de Avaliação e Intervenção Cognitivo Comportamental. Recebido em 27 de maio de 2017, publicação em 12 de agosto de 2019. http://periodicos.pucminas.br/index.php/psicologiaemrevista/article/view/22546/1886 ESTEVAM, Paloma. Ansiedade no ambiente escolar: como detectar, lidar e estruturar ações. Rúbeos, 2021. Disponível em: https://rubeus.com.br/blog/ansiedade-no-ambiente- escolar/. LEITE, Pedro, Técnica psicológicas no enfrentamento da Fobia Social. Psicologias do Brasil. Disponível em: www.psicologiasdobrasil.com.br/tecnicas-psicologicas-no- enfrentamento-da-fobia-social/. Acesso em 13 de Junho de 2022. YAMAMOTO, A LDB e a Psicologia, Psicol. cienc. prof. 20 (4) • Dez 2000 • Revista Scielo. http://www.psicologiasdobrasil.com.br/tecnicas-psicologicas-no-enfrentamento-da-fobia-social/ http://www.psicologiasdobrasil.com.br/tecnicas-psicologicas-no-enfrentamento-da-fobia-social/