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IMAGINOLOGIA
Prof.ª: Tâmara Carolina 
E-mail: 040700329@prof.unama.br 
METODOS DE AVALIAÇÃO
ETAPA COMPOSIÇÃO DESCRIÇÃO EXEMPLO PONTUAÇÃO
2º Avaliação Prova Objetiva 100% OBJETIVA PROVA COM 10 
QUESTÕES
6,0
Atividade
complementar 
INDIVIDUAL 100% 
subjetiva
ARTIGO
(DEBATE EM SALA) 
10
Poupança Resumos 
_
Atividade
_
Participação
_
30
RADIOLOGIA
PROFISSÃO E CARREIRA. 
RADIOTERAPIA
Em 1896, o físico alemão Wilhem Roentgen descobriu os raios X.
Em 1898, Marie e Pierre Curie descobriram o rádio, elemento dotado
de radioatividade. Já a partir do ano seguinte, os raios X passaram a
ser utilizados no tratamento do câncer de pele.
Em 1915, foram empregados pela primeira vez implantes de rádio no
tratamento do câncer do colo uterino.
Estava inaugurada a era do tratamento do câncer também por
métodos não cirúrgicos.
Nos anos 1930, em pesquisas no Instituto do Radium (Paris,
França), a física Irene Curie, junto com seu marido Frédéric
Joliot, descobriu que alguns materiais não radioativos, quando
irradiados por materiais radioativos naturais, passavam também
a emitir radiação.
Este fenômeno foi batizado posteriormente de radioatividade
artificial.
Dez anos mais tarde, avanços tecnológicos aliados ao
desenvolvimento clínico da radioterapia contribuíram para o
desenvolvimento de técnicas mais eficientes de tratamento.
A invenção de reatores nucleares tornou possível a produção de novos
elementos radioativos com aplicações na medicina, dentre eles o
Cobalto-60 (Co-60) e o Césio-137 (Cs-137).
AÇÃO DA RADIOTERAPIA
Ao atravessar os tecidos, os raios X liberam tanta energia
que surgem partículas carregadas eletricamente (íons) e
átomos de oxigênio altamente reativos (radicais livres) que
vão reagir com as moléculas de DNA, provocando defeitos
na dupla hélice que podem levar à morte celular por dois
mecanismos:
 Apoptose, a morte celular programada.
 Perda da capacidade de dividir-se.
Radical: a máxima dose permitida para a localização da lesão é,
normalmente, aplicada com objetivo curativo (aumento da sobrevida do
paciente).
Pré-operatória: uma dose menor que a de tolerância é aplicada com objetivo
de redução da massa tumoral para posterior retirada através de procedimento
cirúrgico.
Profilática: é aplicada com objetivo de esterilizar possíveis focos
microscópicos do tumor (normalmente realizada após procedimento cirúrgico).
Paliativa: também utiliza uma dose menor que a de tolerância, objetivando
melhorar a qualidade de vida do paciente, não objetiva, necessariamente,
aumentar a sobrevida do paciente.
Dependendo do objetivo, o tratamento radioterápico 
poderá ser:
* Combinado
Quando associado à quimioterapia, para explorar a capacidade que algumas drogas
quimioterápicas têm de potencializar a ação radioterápica, como nos tumores de
cabeça e pescoço, colo uterino e reto.
Os avanços da eletrônica permitiram desenvolver aparelhos computadorizados
capazes de dirigir o feixe de radiação com precisão suficiente para atingir
tridimensionalmente o volume do tumor, poupando ao máximo os tecidos saudáveis e
evitando, dentro do possível, efeitos colaterais.
PRINCÍPIOS FÍSICOS DA RADIOTERAPIA
Há diversas formas de interação da radiação com a matéria, mas as
interações mais importantes para a Radioterapia são:
Efeito fotoelétrico, o efeito Compton e a produção de pares.
EFEITOS BIOLÓGICOS DAS RADIAÇÕES
Os danos às células são classificados em letais ou sub letais.
Cada tipo de célula tem o “ombro” da curva
em posição diferente em relação à dose,
além de ter uma inclinação diferente, em
geral, as células tumorais tem o ombro em
doses menores e uma inclinação mais
pronunciada.
RADIOSSENSIBILIDADE
• É o grau e a velocidade de resposta dos tecidos à irradiação.
•A radiossensibilidade também depende da origem do tecido: quanto
mais sensível o tecido original, mais sensível o tecido derivado.
RADIOCURABILIDADE
• A possibilidade real de controlar um tumor com
radioterapia, ou radio curabilidade, depende de fatores que
vão desde a sensibilidade do tumor e do seu volume.
Radioterapia externa ou teleterapia
A radiação é emitida por um aparelho, que fica afastado do paciente, direcionado ao local 
a ser tratado, com o paciente deitado. As aplicações são, geralmente, diárias.
Radioterapia Interna Braquiterapia
Aplicadores são colocados pelo médico, em contato com o local a ser tratado. A fonte de 
radiação sai do aparelho, percorre cateteres que são ligados aos aplicadores e irradia 
próximo à área a ser tratada. Depois, a fonte retorna ao aparelho fazendo o mesmo 
trajeto. Esse tratamento é feito no ambulatório (podendo necessitar de anestesia), 
geralmente uma vez por semana, durante três semanas.
TIPOS ESPECIAIS DE RADIOTERAPIA
É mais usada no tratamento de metástases cerebrais isoladas e de 
tamanho pequeno, em geral menores que 2,5 cm.
RADIOTERAPIA EXTERNA
• Radioterapia conformacional tridimensional (3D). Essa técnica utiliza
imagens adquiridas por tomografia computadorizada ou ressonância
magnética para criar uma imagem tridimensional do tumor.
• Radioterapia de intensidade modulada (IMRT). É outra modalidade de
radioterapia externa conformacional altamente precisa que permite a
administração de altas doses de radiação no volume alvo, minimizando as
doses nos tecidos normais adjacentes de forma eficaz. A IMRT pode ser
usada para tratar tumores de difícil acesso, como na coluna, cabeça e
pescoço, próstata, pulmão e cérebro.
• Radioterapia guiada por imagem (IGRT). Consiste na realização de imagens, em tempo
real, no próprio equipamento de tratamento antes de cada aplicação de radioterapia,
garantindo com a maior precisão possível que o tumor esteja dentro do campo de irradiação
em todas as sessões, uma vez que eles podem mudar de posição durante o tratamento.
• Radiocirurgia estereotáxica. É uma técnica de tratamento não invasiva, que envolve a
administração de altas doses de radiação a uma determinada lesão, em uma única sessão de
tratamento ou em poucas sessões.
A radiocirurgia é dividida em duas categorias, de acordo com o tipo de doença a ser tratada:
radiocirurgia estereotáxica craniana (quando se refere ao tratamento de tumores localizados no
cérebro ou na coluna vertebral) e radiocirurgia estereotáxica corpórea (usada para alvos no
pulmão e fígado).
• Arcoterapia volumétrica modulada (VMAT/RapidArc). Consiste no uso da
IMRT em campos no formato de arcos, com maior eficácia na conformação da
dose em torno do volume alvo, poupando significativamente os órgãos normais
adjacentes em um tratamento extremamente rápido.
• Radioterapia com feixes de prótons. Esta técnica utiliza um feixe de
prótons, em vez de raios X, para destruir as células cancerígenas.
• Irradiação de corpo inteiro. Apesar de ser realizada com menos
frequência do que outros tipos de radioterapia, pode ser administrada
aos pacientes que farão um transplante de medula óssea como parte do
tratamento.
• Radioterapia intraoperatória (RDT-IO). É a administração de níveis
terapêuticos de radiação diretamente no tumor alvo ou na região
adjacente a ele, enquanto o mesmo está exposto durante a cirurgia,
poupando o tecido circundante normal. O objetivo dessa técnica é
diminuir os riscos de recidiva tumoral no local.
RADIOTERAPIA INTERNA
Existem dois tipos de radioterapia interna:
• Braquiterapia intracavitária. Quando a fonte radioativa é inserida
numa cavidade corporal próxima ao tumor. É geralmente usada no
tratamento de tumores do sistema reprodutor feminino, como câncer
do colo do útero.
• Braquiterapia intersticial. Os implantes são colocados diretamente
no tumor. É usada para o tratamento de tumores de próstata ou de
cabeça e pescoço. Pode ser administrada junto com a radioterapia
externa.
A BRAQUITERAPIA PODE SER ADMINISTRADA DE DUAS FORMAS:
•Braquiterapia intracavitária. Quando a fonte radioativa é inserida numa
cavidade corporal próxima ao tumor. É geralmente usada no tratamentode
tumores do sistema reprodutor feminino, como câncer do colo do útero.
•Braquiterapia intersticial. Os implantes são colocados diretamente no
tumor. É usada para o tratamento de tumores de próstata ou de cabeça e
pescoço. Pode ser administrada junto com a radioterapia externa.
Técnicas de braquiterapia
A braquiterapia pode ser administrada de duas formas:
•Braquiterapia de alta taxa de dose (HDR). Libera uma alta taxa de dose durante um
curto período de tempo, normalmente por alguns minutos. O radio-oncologista utiliza
cateteres, geralmente denominados aplicadores que são colocados sob anestesia local
ou geral, dependendo da área a ser tratada, para direcionar a fonte radioativa ao tumor.
Braquiterapia de baixa taxa de dose (LDR). Envolve a inserção de fontes
radioativas próximas ao tumor de forma permanente, onde a radiação é liberada
em baixas taxas de dose de forma contínua. As sementes colocadas são
implantes que não serão retirados após o término da atividade do material
radioativo.
Acessórios para posicionamento
Esses acessórios são utilizados para posicionar e imobilizar o paciente, tanto na simulação do tratamento (no
simulador convencional ou no CT-simulador) como em sua realização no equipamento escolhido para o caso.
a) Suportes para cabeça e pescoço.
b) Máscaras termoplásticas.
c) Retrator de ombros.
d) Breast Board.
e) Travesseiro para decúbito ventral.
f) Suporte para abdômen.
g) Imobilizador pélvico.
h) Imobilizador de corpo inteiro.
i) Suporte para joelhos.
j) Berço para neuroeixo.
SUPORTES PARA CABEÇA E PESCOÇO
Têm por objetivo posicionar a coluna
cervical de acordo com cada proposta de
tratamento. São construídos com
formatos padronizados e identificados
por letras.
MÁSCARAS TERMOPLÁSTICAS
São acessórios feitos de material sintético e usados para
a imobilização do paciente em tratamentos de cabeça e
pescoço.
RETRATOR DE OMBROS
BREAST BOARD
TRAVESSEIRO PARA DECÚBITO VENTRAL
Nesse caso, deve-se usar um suporte inclinado com
orifício na parte superior, cuja função é acomodar o tórax
do paciente e encaixar sua face.
SUPORTE PARA ABDÔMEN
Para imobilizar pacientes em decúbito ventral, como no
tratamento de tumores pélvicos, pode-se lançar mão do
belly board ou suporte para abdômen.
Esse acessório consiste em uma prancha com um orifício
central para acomodar o abdômen do paciente,
minimizando sua possibilidade de movimentação. Por sua
simplicidade, ele pode ser facilmente confeccionado em
uma oficina de moldes.
IMOBILIZADOR PÉLVICO
Usa-se, então, o imobilizador pélvico que é um acessório
formado por uma base adaptada na mesa de tratamento,
e um molde termoplástico rígido, que é moldado
diretamente no paciente.
IMOBILIZADOR DE CORPO INTEIRO
Ele é muito versátil e utilizável em variadas técnicas de
tratamento, pois pode ser modelado segundo a forma do
corpo de cada pessoa.
Para isso, retira-se o ar do seu interior por meio de uma
bomba de vácuo, deixando-o rígido e no formato do corpo
do paciente.
SUPORTE PARA JOELHOS
É usado para auxiliar a imobilização do paciente nos 
tratamentos de tumores da pelve, como o câncer de 
próstata.
BERÇO PARA NEUROEIXO
Usa-se o berço para neuroeixo nos tratamentos que exigem irradiação total do
crânio com extensão para todo o neuroeixo dos pacientes.
Esse berço pode ser confeccionado com isopor e gesso na oficina de moldes.
O paciente é posicionado em decúbito dorsal e sua cabeça fixada com uma
máscara termoplástica
Nesse tipo de tratamento, igual qualidade de imobilização pode ser
obtida com o imobilizador de corpo inteiro, descrito anteriormente.
Acessórios modificadores de feixe
Alguns tratamentos necessitam de acessórios específicos para a
modificação dos feixes originalmente produzidos pelo irradiador
(equipamento de Co-60 ou acelerador linear).
Para suprir essas necessidades, foram desenvolvidos os seguintes
acessórios:
a) Blocos de proteção.
b) Bólus.
c) Filtros físicos.
d) Filtros eletrônicos.
DEFINIÇÃO DOS VOLUMES DE TRATAMENTO EM RADIOTERAPIA
Para descrever um tratamento com radiações ionizantes,
são necessários, no mínimo, 3 parâmetros:
• Volume tratado,
• Dose de radiação e
• Técnica utilizada.
Recomendações do ICRU 50
(Internacional Commission on Radiation Units and Measurements)
Comissão Internacional de Unidades e Medidas de Radiação.
GTV (.gross tumor volume. / volume tumoral).
CTV (.clinical target volume. / volume alvo)
PTV (planning target volume. / volume de planejamento).
ITV (internal target volume – volume interno do alvo)
O GTV é o volume palpável ou visível do tumor. Esse volume corresponde à
parte da doença onde existe a maior concentração de células malignas. Se
o tumor foi removido cirurgicamente, o GTV não pode ser definido.
Exemplo de um GTV delimitado (figura
vermelha) para um tumor de glioblastoma.
O CTV corresponde ao volume de tecido que contém um GTV visível
e/ou doença maligna microscópica subclínica. O desenho do CTV é
baseado em considerações anatômicas e topográficas,
desconsiderando-se o movimento do paciente e dos órgãos, ou fatores
técnicos (localização).
O PTV tem o formato geométrico parecido com o do CTV, só que maior
em escala para assegurar que todos os tecidos inclusos no CTV estão
recebendo a dose prescrita.
Volume tratado, é o volume englobado por uma Isodose escolhida pelo
raditerapeuta como sendo apropriada para se alcançar a proposta do
tratamento.
Órgãos de riscos são tecidos normais noqual a sensibilidade à
radiação pode influenciar significativamente o planejamento e/ou a
dose prescrita.
Pode ser dividido em 3 diferentes classes:
. Classe I: Lesões radioterápicas são fatais ou resultam em
grande morbidade.
. Classe II: Lesões radioterápicas resultam em moderada
morbidade.
. Classe III: Lesões radioterápicas são passageiras, reversíveis ou
não resultam em uma morbidade significativa.
MAMOGRAFIA 
• Exame padrão ouro no rastreamento do câncer de
mama, a mamografia é capaz de detectar diversas
alterações importantes.
Recomenda-se que todas as mulheres a partir dos 40 anos
de idade façam a mamografia anualmente.
Para mulheres com histórico familiar de câncer de mama,
ou com mutações genéticas que aumentem o risco de
desenvolvê-lo, essa idade de início pode ser antecipada
para os partir dos 30 anos de idade.
https://www.bing.com/ck/a?!&&p=f873e0f23c9463b9JmltdHM9MTcxNDQzNTIwMCZpZ3VpZD0yNzA4NTFmZS01MDU5LTY2YmUtM2JlMS00MjZhNTE4MDY3NmMmaW5zaWQ9NTczMQ&ptn=3&ver=2&hsh=3&fclid=270851fe-5059-66be-3be1-426a5180676c&psq=mamografia+&u=a1aHR0cHM6Ly90ZWxlbWVkaWNpbmFtb3JzY2guY29tLmJyL2Jsb2cvbWFtb2dyYWZpYSM6fjp0ZXh0PUV4YW1lJTIwcGFkciVDMyVBM28lMjBvdXJvJTIwbm8lMjByYXN0cmVhbWVudG8lMjBkbw&ntb=1
RADIOLOGIA
PROFISSÃO E CARREIRA. 
O QUE É A MAMOGRAFIA?
A mamografia é um exame radiológico feito nas mamas. Possui alta resolução e fornece imagens detalhadas capazes
de identificar precocemente o câncer de mama, antes mesmo que a mulher tenha sintomas.
Estima-se que 1 a cada 8 mulheres desenvolvam o câncer de mama em algum momento da vida. Realizar a
mamografia na periodicidade indicada pelo médico especialista permite os casos sejam diagnosticados com maiores
chances de cura.
QUAL A DIFERENÇA ENTRE MAMOGRAFIA E O ULTRASSOM DA MAMA?
O ultrassom da mama é um exame de imagem que permite detectar lesões presentes nas mamas, especialmente nas
mamas mais jovens e densas. Com o exame é possível visualizar nódulos, cistos, ductos dilatados, espessamento do
tecido mamário, linfonodos e outras alterações.
A mamografia é um tipo específico de radiografia que possibilita a identificação precoce de alterações nas mamas
como calcificações, nódulos e tumores, que podem ser malignos ou benignos.
São exames que se complementam entre si.
https://delboniauriemo.com.br/saude/o-que-e-ultrassom-e-tipos
OS PRINCIPAIS TIPOS DE EXAMES DE MAMA SÃO:
Ultrassom de mamas ou Ecografia mamária: exame realizado através de um transdutor que é posicionado sobre as mamas,permitindo a obtenção de imagens para diagnóstico de doenças mamárias. Esse exame é recomendado especialmente para mulheres
jovens e gestantes, e como exame complementar a mamografia.
Mamografia bilateral tradicional: É a radiografia das mamas.
Mamografia digital: Semelhante a mamografia tradicional, após a radiografia, o aparelho digital é capaz de transformar a radiação em
sinal elétrico e enviar as imagens para o computador, melhorando a qualidade das mesmas além de permitir a edição, com ampliação de
áreas de interesse.
Mamografia digital 3D ou tomossíntese: Neste exame, o aparelho se movimenta enquanto realiza as imagens da mama, garantindo uma
captura tridimensional, possibilitando maior detalhamento da mama, gerando imagens mais finas, evitando a sobreposição de tecido e
aumentando a chance de detecção de nódulos ainda muito pequenos.
Ressonância magnética das mamas: é um exame que possui alta sensibilidade, dura em média de 20 a 30 minutos e que deve ser
realizado apenas para casos individualizados.
https://delboniauriemo.com.br/exames/mamografia-digital/
RADIOLOGIA
PROFISSÃO E CARREIRA. COMO A MAMOGRAFIA É FEITA?
A mamografia é feita pelo mamógrafo, aparelho que comprime a mama para fornecer imagens de alta qualidade.
Durante o exame, a mulher deve estar posicionada em pé, de modo que a mama fique entre as duas placas do
mamógrafo. Para o procedimento ser eficaz, a mulher deve se manter imóvel e segurar a respiração quando o
profissional solicitar.
O exame costuma ser indolor, porém incômodo para algumas pessoas.
PRÉ-REQUISITOS
Para não interferir nas imagens, recomenda-se que, no dia do exame, não se utilize desodorante, talco, cremes e
outros produtos na região das mamas.
PREPAROS
O único preparo prévio é utilizar roupas leves para facilitar o procedimento.
CONTRAINDICAÇÕES
O exame é contraindicado para mulheres que não atingiram a idade mínima recomendada para realizar a
mamografia e em caso de mulheres gestantes devemos utilizar proteção abdominal.
RADIOLOGIA
PROFISSÃO E CARREIRA. 
DURAÇÃO DO EXAME
Normalmente o exame leva de 15 minutos para ser realizado.
PERIODICIDADE
De acordo com as recomendações da Sociedade Brasileira de Mastologia, da Federação Brasileira das
Associações de Ginecologia e Obstetrícia e do Colégio Brasileiro de Radiologia, a mamografia deve ser realizada
em todas as mulheres com risco habitual entre 40 e 74 anos de idade, anualmente.
RADIOLOGIA
PROFISSÃO E CARREIRA. 
AS CATEGORIAS DE AVALIAÇÃO DO BI-RADS SÃO:
•A categoria zero (0) é considerada inconclusiva: É utilizada em mamografia de rastreamento quando imagens adicionais são necessárias ou
quando é preciso a comparação de exames prévios, também pode ocorrer em situações de acompanhamento. Poderá ocorrer por fatores técnicos
como baixa qualidade da imagem, má posicionamento do paciente ou a movimentação do mesmo.
•A categoria BI-RADS 1 quer dizer laudo de mamografia negativa, não há presença de massas ou calcificações suspeitas. As mamas são
simétricas, sem massas, distorções de arquitetura ou calcificações suspeitas. Não há risco de câncer.
•A categoria BI-RADS 2 quer dizer laudo mamográfico contendo achados benignos, sem indicações de malignidade. Tem o risco do
desenvolvimento de câncer idêntico ao BI-RADS 1, os médicos radiologistas decidem descrever os achados benignos incluindo fibroadenomas
calcificados, calcificações múltiplas de origem secretora, cistos oleosos, lipomas, galactoceles e hamartomas de densidades mistas.
•A categoria BI-RADS 3 apresenta achados benignos menores que a categoria 2, e possuem pequena probabilidade de desenvolvimento maligno
menor que 2%, recomenda-se fazer o controle semestral por 1 a 2 anos. Se nesse período continuar estável, será classificado como BI-RADS 2
(não há necessidade de realização de biópsia).
https://pt.wikipedia.org/wiki/Fibroadenoma
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cisto
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lipoma
https://pt.wikipedia.org/wiki/Galactocele
https://pt.wikipedia.org/wiki/Hamartoma
RADIOLOGIA
PROFISSÃO E CARREIRA. 
•A categoria BI-RADS 4 inclui lesões que necessitam de biopsia, que pode ser feita com agulha fina ou grossa (core biopsy),
dependendo do tipo de lesão. Há 3 sub-categorias:
Bi-Rads 4A: baixo risco de malignidade, entre 2% e 10%;
Bi-Rads 4B: risco entre 11% e 50%;
Bi-Rads 4C: risco entre 51% e 95%.
Após a biopsia, os seguintes laudos serão emitidos:
Benigno: serve apenas para controle, será rebaixado para Bi-Rads 2;
Suspeito: (presença de alteração), poderá ser solicitada nova biopsia para confirmação do resultado e descartar ou confirmar
a presença de câncer.
Maligno: será necessário cirurgia oncológica.
•Categoria BI-RADS 5, mamografia ou demais exames da mama, demonstra uma suspeita de câncer altíssima, são lesões
que obrigatoriamente serão cirúrgicas. Apresentam-se como massas espiculadas, irregulares, de densidade alta, podendo
estar associadas a microcalcificações. Também haverá biopsia na Bi-Rads 5. A chance de malignidade é superior a 95%,
•Categoria BI-RADS 6, É uma categoria de acompanhamento para pacientes que já tem câncer de mama comprovado e fez
o exame para acompanhar e planejar a cirurgia.
OBRIGADO
No meio da dificuldade encontra-se a oportunidade.
Albert Einstein

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